É hora de admitir que a Igreja sempre esteve certa sobre a contracepção

do Contra o Aborto de William

S.S. Paulo VI

O artigo abaixo, aqui disponibilizado em uma livre tradução feita por mim, foi publicado no site Business Insider e mostra o que qualquer pessoa honesta pode concluir por si mesma: os efeitos da mentalidade contraceptiva em voga mundialmente foram devastadores na sociedade, na família, nos relacionamentos, na afetividade.

O Papa Paulo VI, com sua Humanae Vitae, atuou como um verdadeiro profeta dos dias atuais ao admoestar o mundo sobre as conseqüências da contracepção desenfreada e é exatamente isto que é abordado neste breve artigo de autoria de Michael Brendan e Pascal-Emmanuel Gobry.

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É hora de admitir que a Igreja sempre esteve certa sobre a contracepção

Michael Brendan Dougherty e Pascal-Emmanuel Gobry

Retratar a Igreja Católica como "sem noção" é tão fácil quanto atirar em peixes em um barril. E nada torna isto tão fácil quanto a posição da Igreja contra a contracepção.

Muitas pessoas, incluindo nosso editor, perguntam-se por que a Igreja Católica simplesmente não volta atrás neste ponto. Tais pessoas dizem que a maioria dos católicos o ignoram, e que isto é "retrógrado". Ora! Estamos no século XXI! — eles dizem. Eles não vêem o quanto isto é ESTÚPIDO — gritam.

Eis o que temos, na realidade: a Igreja Católica é a maior e mais antiga organização do mundo. Ela enterrou todos os grandes impérios conhecidos pelo homem, de Roma à União Soviética. Ela tem unidades espalhadas por todo o mundo, presente em todas as áreas da sociedade. Ela nos deu alguns dos maiores pensadores, de Santo Agostinho a René Girard. Quando ela toma alguma atitude, geralmente é por uma boa razão. Todos têm o direito de discordar dela, mas não é que ela seja formada por um bando de branquelos empacados na Idade Média.

Então, o que é que há?

A Igreja ensina que amor, casamento, sexo e procriação são coisas que estão ligadas. Simples assim. E isto é muito importante. E embora a Igreja ensine isto há 2000 anos, provavelmente isto jamais esteve tão em evidência quando hoje.

As atuais restrições contra a contracepção artificial foram reafirmadas em um documento de 1969 escrito pelo Papa Paulo VI chamado Humanae Vitae. Ele alertou sobre quatro consqüências se o uso de contraceptivos fosse aceito:

- Queda generalizada dos padrões morais

- Um aumento na infidelidade e ilegitimidade

- A redução das mulheres a objetos utilizados para satisfação dos homens

- Coerção governamental em matérias envolvendo reprodução

Algo disto soa familiar?

Claramente isto soa como o que vem acontecendo nos últimos 40 anos.

Como escreveu George Akerloff na revista Slate há uma década,

"Ao fazer o nascimento da criança uma escolha física da mãe, a revolução sexual fez o casamento e a criação dos filhos uma escolha social por parte do pai."

Ao invés de um casal sendo responsável pela criança que eles conceberam, uma expectativa que foi sempre suportada por normas sociais e pela Lei, agora nós vamos acostumados a pensar que nenhum dos pais é fundamentalmente responsável por seus filhos. Os homens agora consideram que seus deveres como pais são preenchidos meramente pelo ato de pagar o que o lhes é ordenado pela Justiça. Isto é uma dramática redução nos padrões da "paternidade".

E como mais estamos indo desde a grande revolução sexual? O casamento de Kim Kardashian durou 72 dias. Ilegitimidade: lá no alto. Em 1960, 5.3% de todos os nascimentos nos EUA eram de mães solteiras. Em 2010, foi de 40.8%. Em 1960, famílias de cônjuges casados atingiam 3/4 do total de famílias; já pelo censo de 2010, elas são apenas 48%. A coabitação aumentou 10 vezes desde 1960.

E se você não pensa que mulheres estão sendo reduzidas a meros objetos para satisfação do homem, bem-vindo à internet! Você está por aqui há quanto tempo? Coerção governamental: basta olhar para a China (ou mesmo para os EUA, onde uma legislação governamental sobre cobertura de contraceptivos é a razão porque estamos abordando este assunto atualmente).

É tudo isto devido à pílula? Claro que não. Mas a idéia de que contracepção largamente disponível não levou a uma dramática mudança social, ou que esta mudança foi exclusivamente para melhor, é uma noção muito mais idiota do que qualquer ensinamento da Igreja Católica.

Assim como é também ridícula a noção de que seja OBVIAMENTE IDIOTA alguém obter suas diretrizes morais de uma crença venerável (oposta a que? Britney Spears?).

Mas vamos ver um outro aspecto deste assunto. A razão pela qual nosso editor pensa que os católicos não deveriam crescer e se multiplicar também não se sustenta. A população mundial — ele escreveu — está a caminho de um crescimento "insustentável".

O Centro de Estudos Populacionais do Departamente de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU mostra o índice de crescimento populacional diminuindo durante as próximas décadas e sendo estabilizada por volta de 9 bilhões em 2050… e permanecendo assim até 2300. (E note-se que a ONU, que promove controle de natalidade e abortos pelo mundo todo, não é bem uma entusiasta do "crescei e multiplicai-vos").

Amplicando a questão, a visão malthusiana de crescimento populacional tem se mostrado bem presente a despeito de já ter sido provada como errada e já ter causado muito sofrimento humano desnecessário. Por exemplo, a China caminha para uma crise demográfica e social devido à sua distorcida política de um filho por casal.

Progresso humano é mais gente. Tudo que faz a vida melhor, da democracia à economia à internet à penicilina foi descoberto e construído por pessoas. Mais gente significa mais progresso. O inventor da cura para o câncer pode ser o quarto filho de alguém que tenha decidido não tê-lo.

O resumo é este:

É uma boa idéia para as pessoas crescerem e se multiplicarem; e a despeito de como você se sente sobre a posição da Igreja sobre o controle de natalidade, ela se mostrou bem profética.

O FUNDAMENTALISMO ATEU

Voltávamos, Francisco Rezeke eu, de uma posse acadêmica em Belo Horizonte, quando ele utilizou a expressão “fundamentalismo ateu” para referir-se ao ataque orquestrado aos valores das grandes religiões que vivemos na atualidade.

Lembro-me de conversa telefônica que tive com o meu saudoso e querido amigo Octávio Frias, quando discutíamos um editorial que estava para ser publicado, sobre Encíclica do Papa João Paulo II, do qual discordava quanto a alguns temas. Argumentei que a Encíclica era destinada aos católicos e que quem não o era, não deveria se preocupar. Com sua inteligência, perspicácia e bom senso Frias manteve o editorial, mas acrescentou a observação de que o Papa, embora cuidando de temas universais, dirigia-se, fundamentalmente, aos que tinham a fé cristã.

Quando fui sustentar, pela CNBB, perante a Suprema Corte, a inconstitucionalidade da destruição de embriões para fins de pesquisa científica – pois são seres humanos, já que a vida começa na concepção -, antes da sustentação fui hostilizado, a pretexto de que a Igreja Católica seria contrária a Ciência e que iria falar de religião e não de Ciência e de Direito. Fui obrigado a começar a sustentação informando que a Academia de Ciências do Vaticano tinha, na ocasião, 29 Prêmios Nobel, enquanto o Brasil até hoje não tem nenhum, razão pela qual só falaria de Ciência e de Direito. Mostrei todo o apoio emprestado pela Academia às experiências com células tronco adultas, que estavam sendo bem sucedidas, enquanto havia um fracasso absoluto nas experiências com células tronco embrionárias. E, de lá para cá, o sucesso com as experiências, utilizando células tronco adultas, continua cada vez mais espetacular. Já as pesquisas com células embrionárias permanecem no seu estágio “embrionário”.

Trago estas reminiscências, de velho advogado provinciano, para demonstrar minha permanente surpresa com todos aqueles que, sem acreditarem em Deus, sentem necessidade de atacar permanentemente os que acreditam nos valores próprios das grandes religiões, que como diz Toynbee,em seu “Estudo da História”, terminaram por conformar as grandes civilizações. Por outro lado, Thomas E. Woods Jr., em seu livro “Como a Igreja Católica construiu a civilização Ocidental” demonstra que, além dos fantásticos avanços na Ciência realizados por sacerdotes cientistas, a Igreja ofereceu ao mundo moderno o seu maior instrumento de cultura e educação, ou seja, a Universidade.

Aos que direcionam esta guerra atéia contra aqueles que vivenciam a fé cristã e cumprem seu papel, nas mais variadas atividades, buscando a construção de um mundo melhor, creio que a expressão do ex-juiz da Corte de Haia é adequada. Só não se assemelham aos “fundamentalistas” do Próximo Oriente, porque não há terroristas entre eles.

Num Estado, o respeito às crenças e aos valores de todos os segmentos da sociedade é a prova de maturidade democrática, como, aliás, o constituinte colocou, no artigo 3º, inciso IV, da C.F, ao proibir qualquer espécie de discriminação.

*IVES GANDRA DA SILVA MARTINS, é advogado tributarista, professor e prestigiado jurista brasileiro; acadêmico das: Academia Internacional de Cultura Portuguesa, Academia Cristã de Letras e Academia de Letras da Faculdade de Direito da USP; Professor Emérito das universidades Mackenzie, CIEE/O, ECEME e Superior de Guerra – ESG; Professor Honorário das Universidades Austral (Argentina), San Martin de Porres (Peru) e Vasili Goldis (Romênia); Doutor Honoris Causa da Universidade de Craiova (Romênia) e Catedrático da Universidade do Minho (Portugal).

II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida: participe!

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Cientista Nobel de Física pede seu desmembramento da American Physical Society por esta considerar Aquecimento Glo bal como “indiscutível”

Cientista Nobel de Física pede seu desmembramento da American Physical Society por esta considerar Aquecimento Global como “indiscutível”
Luis Dufaur – Segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Giaever é professor emérito do Rensselaer Polytechnic Institute, em Troy, Nova York, e da Universidade de Oslo.

Em 2007, a APS adoptou uma declaração oficial segundo a qual as atividades humanas estão mudando o clima da Terra.

“As evidências são incontestáveis: O aquecimento global está ocorrendo”, afirmava o documento repelido pelo Prêmio Nobel.

“Se não forem empreendidas ações mitigadoras provavelmente acontecerão rupturas significativas nos sistemas físicos e ecológicos da Terra, nos sistemas sociais, atingindo a segurança e a saúde humana. Precisamos reduzir as emissões de gases de efeito estufa a partir de agora”, martelava o documento.

Giaever enviou um e-mail para Kate Kirby chefe da APS explicando que “ele não pode conviver com essa declaração” quando a temperatura global continua “surpreendentemente estável”.

Na APS, explicou o cientista, pode-se discutir todos os temas científicos, menos um que é tratado como tabu intocável: “o aquecimento global deve ser tratado como evidência indiscutível?”

“A alegação de que a temperatura da Terra passou de 288,0 para 288,8 graus Kelvin em cerca de 150 anos, se for verdade significa que a temperatura tem sido surpreendentemente estável, e a saúde humana e a felicidade melhoraram indiscutivelmente neste período de ‘aquecimento’”, acrescentou o Prêmio Nobel.

“Aquecimento global”, males do desmatamento, etc.: dogmas de uma nova religião

Para Giaever “O aquecimento global tornou-se uma nova religião”

“Ouvimos muitas advertências semelhantes sobre a chuva ácida, há 30 anos e o buraco de ozônio de 10 anos atrás ou o desmatamento”, defende ele apontando que as profecias catastrofistas não se verificaram.

“O aquecimento global tornou-se uma nova religião. Nós frequentemente ouvimos falar do número de cientistas que o apoiam. Mas o número não é importante:… Só importa saber se os cientistas estão corretos. E, realmente nós não sabemos no que é que consiste o efeito real da atividade humana sobre o temperatura global”, acrescentou.

Giaever é um dos cientistas mais proeminentes citados no Minority Report 2007 da Comissão do Meio Ambiente e Obras Públicas do Senado dos EUA (atualizado em 2009).

Ele figura entre os 400 “cientistas dissidentes” que denunciaram em manifesto o mito do “aquecimento global” e que hoje aumentaram para 700.

Giaever também foi um dos mais de 100 co-signatários da carta de 30 de março de 2009 ao presidente Barack Obama, criticando sua postura sobre o aquecimento global.

Para comentar esta matéria, acesse:
http://ecologia-clima-aquecimento.blogspot.com/

Zigoto é gente!

“Não existe evidência científica possível para sustentar que um zigoto, ou um óvulo recém-fecundado, não tenha direitos”

via Deus lo Vult! de Jorge Ferraz
Eu não achei que fosse viver para ler isto na Folha de São Paulo: «Rodrigo Guerra, diretor do Cisav (Centro de Pesquisa Social Avançada do México), concordou que não existe evidência científica possível para sustentar que um zigoto, ou um óvulo recém-fecundado, não tenha direitos». E ainda: «o embrião tem capacidades humanas, embora limitadas, e portanto toda a normalidade existente internacionalmente para proteger seres humanos com capacidades diferentes deve se aplicar nestes casos».

Na mídia nacional! Na Folha de São Paulo! É nestes momentos que a evidência é tão evidente que se impõe por si mesma: «Sabemos por experiência empírica contundente que as estruturas precursoras do sistema nervoso central existem desde o momento da fecundação. Desde aí o genoma humano é completo e funcional, e seu metabolismo é autônomo, ou seja, processa energia por si mesmo, embora continue sendo dependente nutricionalmente da mãe».

Respeito à vida humana desde a concepção até a morte natural: exatamente o que pede a Igreja. É praticamente a mesma conclusão a que chegaram os cientistas liderados por John Haas. E o mais importante é que tal assunto é tratado com a inegociabilidade que merece: o grupo de cientistas «rejeitou a abertura de um debate sobre o tema». Bravo! Certas coisas não se discutem. A certas posições irracionais não é lícito conceder a gentileza de um debate, como se ela fosse algo a priori aceitável.

Enquanto isso, os comentários dos bárbaros inimigos da civilização destilam o mesmo irracionalismo raivoso de sempre. Por exemplo, houve quem dissesse que «John Haas é presidente de um grupo católico anti-aborto (National Catholic Bioethics Center)! Ele está falando como religioso e não como cientista». E (como comentou um amigo) o Dawkins et caterva, militantes anti-religiosos raivosos, porventura falam como cientistas? Honestidade intelectual passa longe dessa gente…

Perito deplora que na luta contra a AIDS não se combata a promiscuidade

ROMA, 07 Jun. 11 (ACI/EWTN Noticias) .- O sacerdote Juan José Pérez-Soba, professor de teologia moral na Faculdade de Teologia São Damaso de Madrid e do Pontifício Instituto João Paulo II para estudos sobre Matrimônio e Família, lamentou que as campanhas contra a AIDS não combatam a promiscuidade e se concentrem em promover o consumo de preservativos porque não atacam a raiz do problema.

Em uma entrevista concedida à agência em espanhol do grupo ACI, a ACI Prensa, na ocasião dos 30 anos do descobrimento da doença, Pérez-Soba indicou que "é absurdo rechaçar desde o início o fato de que dentro de uma enfermidade de transmissão sexual a maior causa de sua extensão e contágio é a promiscuidade e não se tomem medidas eficazes para reduzi-la".

"É ainda mais grave na medida em que se oculta informação e se transmite a idéia de que o preservativo é absolutamente eficaz para evitar o contágio o qual é falso", já que se assim fosse "qualquer empresa farmacêutica se veria obrigada a retirar um fármaco que tivesse a efetividade do preservativo em relação ao contágio da AIDS", considerou.

O sacerdote usou o exemplo da diferença na luta farmacológica entre a AIDS e o tabagismo, "seria um engano profundo querer enfrentar o problema de saúde que o tabagismo supõe repartindo piteiras com filtro aos fumantes obstinados porque se considera impossível que eles deixem de fumar e se abandone o objetivo".

O perito indicou que a Igreja Católica não contempla o preservativo como a verdadeira solução contra a AIDS já que esta "é uma enfermidade de transmissão sexual", e "por isso, a autêntica visão ante a pandemia é a da redução das condutas de risco de expansão e não a diminuição do risco dentro destas condutas".

Além disso, "se oferece uma falsa idéia de segurança que aumenta as condutas de risco, o qual é de fato prejudicial para o tratamento do fenômeno da AIDS como uma questão de saúde pública", acrescentou.

A enfermidade da AIDS, disse Pérez-Soba à ACI Prensa, "se vive na atualidade dentro de uma revolução sexual que insiste na idéia de que é impossível não ter relações sexuais, que estas são eticamente neutras e que simplesmente deve-se oferecer informação para que haja um ‘sexo seguro’", "é evidente que querem dar uma solução técnica a um problema moral que é o do significado verdadeiro da sexualidade humana", sublinhou.

Em um mundo onde a sexualidade se reduz "a um mero material manipulável, uma sociedade de mercado que favorece por múltiplos meios um ‘consumo de sexo’ e uns recursos técnicos que prometem uma eficácia máxima em relação às conseqüências dos atos sexuais", é fácil deplorar a postura da Igreja que "insiste na responsabilidade das pessoas e no significado moral dos atos humanos, pode apresentar-se com facilidade como retrógrada, fora do mundo, e incapaz de responder aos desafios da ciência", denunciou.

A AIDS é um dos temas "no qual se aprecia com maior facilidade a terrível ideologização de nossa sociedade", concluiu.

No último 24 de maio, o perito publicou um artigo no jornal vaticano L’Osservatore Romano no qual explicou que o melhor que podem fazer os esposos quando um deles tem AIDS é viver a abstinência já que o uso do preservativo não constitui uma solução ao problema mas não só isso, este também suporta um problema ético.

No artigo precisou que "é bom recordar que embora o uso do preservativo em um só ato sexual poderia ter certa eficácia na prevenção do contágio da AIDS, isto não garante uma segurança absoluta nem sequer no ato em questão e, menos ainda, no âmbito da vida sexual inteira do casal".

Deste modo explicou que seu uso não é recomendável porque suporta propõe um problema ético: "um ato sexual realizado com o preservativo não pode ser considerado um ato plenamente conjugal na medida em que foi voluntariamente privado de seus significados intrínsecos".

Embrião Humano: a contínua desvalorização do homem desde o iníco

Enquanto a cada dia o ser humano prova ser gente, ser pessoa e não um lixo genético descartável, como nesta notícia, a Igreja sempre estará a defender a vida e denunciar a cultura de morte!

Estudo britânico confirma o que feministas e moderninhos não aceitam

Vida e Família Estudo britânico confirma que o matrimônio e os filhos aumentam a felicidade

ACI
DENVER, 15 Nov. 09 / 06:35 am (ACI).- Um estudo realizado por peritos da Universidade de Glasgow comprovou que contrair matrimônio e ter filhos aumenta a felicidade e a satisfação de viver.

Estudo britânico confirma que o matrimônio e os filhos aumentam a felicidade

Estudo britânico confirma que o matrimônio e os filhos aumentam a felicidade

Os resultados do Dr. Luis Ángeles foram publicados no Journal of Happiness Studies.

Segundo o perito, quando os entrevistados foram questionados sobre as coisas mais importantes em suas vidas, a maioria pôs a seus filhos ao início da lista.

Para as pessoas casadas de todas as idades e as mulheres casadas em particular, as crianças são sua maior satisfação e esta sensação aumenta segundo o número de crianças no lar.

Em troca, as pessoas solteiras ou separadas de seus casais que devem criar sozinhos os seus filhos reportam experiências negativas. Os meninos são vistos nestes casos como uma limitação para a vida social, a quantidade e o uso do tempo livre.

“Existe a tentação de acreditar que as crianças podem fazer-nos melhores pessoas só nas ‘condições adequadas’, um tempo na vida em que as pessoas sintam que estão preparados para a paternidade, ou ao menos deseja está-lo. Este momento pode chegar em etapas muito distintas para as pessoas, mas um sinal adequado deste enfoque pode ser o ato do matrimônio”.

O Papa tem razão!

Reconhecido cientista assegura: Papa tinha razão sobre a AIDS

Declaração de Edward Green, diretor do Aids Prevention Research Project de Harvard

RÍMINI, quarta-feira, 26 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- O diretor do Aids Prevention Research Project da Harvard School of Public Health, Edward Green, assegurou que na polêmica sobre a Aids e o preservativo Bento XVI tinha razão.

Ao intervir no “Meeting pela amizade entre os povos” de Rímini o cientista, considerado como um dos máximos especialistas na matéria, confessou que “lhe chamou a atenção como cientista a proximidade entre o que o Papa disse no mês de março passado no Camarões e os resultados das descobertas científicas mais recentes”.  Leia o resto deste post »

"Não há explicação científica" para o Manto de Virgem de Guadalupe, diz perito

Publico  a seguir um notícia da Agência ACI Digital. A Igreja ensina, a ciência comprova, e muitos negam a Mãe de Deus! Confiram:

“Não há explicação científica” para o Manto de Virgem de Guadalupe, diz perito

PHOENIX, 10 Ago. 09 (ACI) .- O Dr. Adolfo Orozco, perito investigador do Manto em que está gravada a imagem da Virgem de Guadalupe que aparecesse a São Juan Diego faz 478 anos, assinalou que o extraordinário estado de conservação desta relíquia sagrada “está completamente fora de todo tipo de explicação científica”.

Em sua conferência, que faz parte do Primeiro Congresso Internacional Mariano sobre a Virgem de Guadalupe que se celebra em Phoenix e que é organizado pelos Cavaleiros de Colombo, o perito explicou que “todos os tecidos similares a do Manto que foram colocadas em ambientes úmidos e salinos como o que rodeia a Basílica, não duraram mais de dez anos”.

Uma pintura que copia a imagem de Guadalupe feita em 1789 confirma este fato. “Esta imagem foi impressa com as melhores técnicas de seu tempo, a cópia era formosa e estava feita com um tecido bastante similar a do Manto original. Além disso, também estava protegida com um vidro desde que foi colocada ali”, indicou. Leia o resto deste post »

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