Médico que não conseguiu matar criança em aborto é obrigado a sustentá-la

Isso mesmo, caros e raros leitores, um médico tentou matar uma criança no prazo previsto pela lei do aborto na Espanha. Após ter concluído aparentemente o assassinato no ventre da “mãe”, dispensou-a e mandou ir pra casa ser feliz sem o filhinho que acabara de matar. E ela, confiante nele, se foi alegre e contente para mais uma aventura.

Mas, três meses depois, ela deve ter feito algo neste intervalo de tempo (afinal, se engravidasse, mataria novamente seu novo filho), ela suspeitou estar grávida novamente. Como cliente VIP que é, voltou à mesma clínica e constatou que não estava grávida novamente… Sempre esteve desde a primeira tentativa de assassinato. Indignada, por agora não poder matar seu filho, pois a lei espanhola só permitiria matar a criança há alguns meses atrás, ela processa a clínica e o médico por sua “falha”: deixar a criança viver (é claro que foi sem querer).

Resultado: hoje a criança que sobreviveu a tentativa de assassinato tem quase dois anos (é um vitorioso!), a mãe ganha o processo na “justiça” espanhola, e a clínica e o médico são “condenados” a sustentar a criança que teimou em não morrer. Vejam só que absurdo! Isto é o fim dos tempos!

Não acredita? Leiam aqui então.

É isso que o PT e os abortistas de toda laia querem ver aqui no Brasil!

Marcha pela Vida. Compartilhe!

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Questão de escolha OU toda ação gera uma reação, por mais tardia que seja…

Paródia Direito de Nascer

Não sei se vocês sabiam, acho que não, mas minha mãe é uma “parodeira” e compôs uma paródia bem interessante na época da CF sobre a vida.

Chama-se “Direito de Nascer, Direito de Viver”, a qual transcrevo abaixo, retirado do blog dela. É isso mesmo, minha mamãe tem um blog! Claro, sou eu que atualizo, mas o conteúdo é único e exclusivo dela: :.:Paródias da Professora Décia:.:

Aí vai a paródia! Divulguem, inclusive a fonte!

 

Direito de nascer e direito de viver

Fui plantado no teu ventre

Estou aqui quero crescer

Não jogue fora a minha vida

Tenho direito, quero nascer! (2x)

A minha vida é tão frágil

E necessita de você

Quero pedir uma ajuda

A quem foi eleito para o Poder(2x)

A vocês parlamentares,

Vejam com muita atenção

Estas leis que matam vida

Pra Lei de Deus é violação (2x)

Não quero ser congelado

Em tubo de reprodução

Combatam agora a esta praga!

Quem fala aqui é o embrião! (2x)

Quanta paz, quanta alegria!

Ter direito de nascer!

Buscar a Deus euforia!

Vale a pena sobreviver! (2x)

 

Melodia da Paródia: “Olê mulher rendeira” ou “Asa Branca”.

Dilma chama a religião de mais de um bilhão de pessoas de “a crença do papa”. Achei que também fosse a dela…

Reinaldo Azevedo

“Eu acho que é a posição do papa e tem que ser respeitada. Encaro que ele tem o direito de manifestar o que ele pensa. É a crença dele e ele está recomendando uma orientação”.

É a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, referindo-se ao pronunciamento inequívoco do papa Bento 16, que condenou o aborto e recomendou aos bispos brasileiros que orientem seus fiéis a não votar em candidatos que defendam a legalização. Já escrevi a respeito.

“É a crença dele…” Errado! É a crença de mais de um bilhão de católicos no mundo inteiro, para os quais o papa é a máxima autoridade religiosa. O PT pediu  — e ministro Henrique Neves, do TSE, autorizou — que impressos dando EXATAMENTE ESSA ORIENTAÇÃO fossem recolhidos. Era uma encomenda da Diocese de Guarulhos.

“Crença dele?” Achei que fosse a dela também. Nos últimos dois meses, eu a vi na Igreja algumas vezes. Na Basílica de Aparecida, ela até chegou a fazer o “Pelo Sinal”. Como Gilberto Carvalho, o réu, não conseguiu dar um curso intensivo, ela errou um tantinho a seqüência “esquerda-direita” na hora de representar o Lenho Sagrado. Acrescentou ainda um toque a mais no nariz etc. Ela queria nos passar a idéia de uma conversão sincera. “Crença dele”???

Instada a comentar a reação do PT à recomendação de igrejas cristãs em favor do voto antiaborto, ela comentou:
“Vamos separar as questões. Eu não acho que o papa tem nada a ver com isso. No Brasil, ocorreu outra coisa: uma campanha que não veio à luz do dia; quem fez a campanha não se identificou, não mostrou sua cara. Foi uma campanha de difamações,calúnias e algumas feitas ao arrepio da lei porque a lei proíbe que isso ocorra. Ele veio a público e falou a posição dele”.

Epa! Há uma salada russa aí. O impresso que o PT pediu para recolher não poderia estar mais à luz do dia; não poderia ser mais iluminado: trazia a assinatura de três bispos; foi redigido pela Comissão de Defesa da Vida da Regional Sul I, da CNBB.

Quais calúnias? Quais difamações?
Pergunta -  Dilma é ou não favorável à descriminação do aborto|?
Resposta -
É. Entrevista à Folha em 2007 e à Marie Claire em abril de 2009 provam que sim.
Pergunta – Dilma integra ou não um governo que agiu em favor da descriminação do aborto?
Resposta -
Sim!
Pergunta – O Programa Nacional de Direitos Humanos que ganhou forma final na Casa Civil, quando Dilma era ministra, trazia ou não a descriminação do aborto como diretriz?
Resposta -
Sim!

E, bem, diante da história reescrita, esporte predileto dos petistas, nada como a verdade ela mesma, que tem de ser relembrada mais uma vez.  Publicarei comentários de petralhas se conseguirem apontar uma única  coisa aqui que não seja FATO. Há alguma?

Discurso do Santo Padre: Indireta ao PT, direta a D. Bergonzini e bispos brasileiros!

Eis a voz de Pedro! Eis a voz do Vigário de Cristo! Quem disse que o Santo Padre não olha por nós? Aos leigos e clero brasileiro que pensam estar anencefálos, Cefas está a apascentar as ovelhas de Nosso Senhor Jesus Cristo, ovelhas que reconhecem a voz do Seu Pastor que fala pela boca de S.S. Bento XVI. Pedro, tu me amas!? É claro que sim oh Senhor, Pedro te amas! Sua Santidade Bento XVI ama-Vos Senhor, e segue os Vossos ensinamentos, as Vossas ordens: apascentar o Vosso rebanho! Do que estou a falar? Deste intrépido discurso do Santo Padre proferiro hoje às seis da manhã, horário de Brasília, no Vaticano aos bispos da regional V do nordeste:

Amados Irmãos no Episcopado,

«Para vós, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo» (2 Cor 1, 2). Desejo antes de mais nada agradecer a Deus pelo vosso zelo e dedicação a Cristo e à sua Igreja que cresce no Regional Nordeste 5 [cinco]. Nos nossos encontros, pude ouvir, de viva voz, alguns dos problemas de caráter religioso e pastoral, além de humano e social, com que deveis medir-vos diariamente. O quadro geral tem as suas sombras, mas tem também sinais de esperança, como Dom Xavier Gilles acaba de referir na saudação que me dirigiu, dando livre curso aos sentimentos de todos vós e do vosso povo.

Como sabeis, nos sucessivos encontros com os diversos Regionais da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, tenho sublinhado diferentes âmbitos e respectivos agentes do multiforme serviço evangelizador e pastoral da Igreja na vossa grande Nação; hoje, gostaria de falar-vos de como a Igreja, na sua missão de fecundar e fermentar a sociedade humana com o Evangelho, ensina ao homem a sua dignidade de filho de Deus e a sua vocação à união com todos os homens, das quais decorrem as exigências da justiça e da paz social, conforme à sabedoria divina.

Entretanto, o dever imediato de trabalhar por uma ordem social justa é próprio dos fiéis leigos, que, como cidadãos livres e responsáveis, se empenham em contribuir para a reta configuração da vida social, no respeito da sua legítima autonomia e da ordem moral natural (cf. Deus caritas est, 29). O vosso dever como Bispos junto com o vosso clero é mediato, enquanto vos compete contribuir para a purificação da razão e o despertar das forças morais necessárias para a construção de uma sociedade justa e fraterna. Quando, porém, os direitos fundamentais da pessoa ou a salvação das almas o exigirem, os pastores têm o grave dever de emitir um juízo moral, mesmo em matérias políticas (cf. GS, 76).

Ao formular esses juízos, os pastores devem levar em conta o valor absoluto daqueles preceitos morais negativos que declaram moralmente inaceitável a escolha de uma determinada ação intrinsecamente incompatível com a dignidade da pessoa; tal escolha não pode ser resgatada pela bondade de qualquer fim, intenção, conseqüência ou circunstância. Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural (cf. Christifideles laici, 38). Além disso no quadro do empenho pelos mais fracos e os mais indefesos, quem é mais inerme que um nascituro ou um doente em estado vegetativo ou terminal? Quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático – que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana – é atraiçoado nas suas bases (cf. Evangelium vitae, 74). Portanto, caros Irmãos no episcopado, ao defender a vida «não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambigüidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo» (ibidem, 82).

Além disso, para melhor ajudar os leigos a viverem o seu empenho cristão e sócio-político de um modo unitário e coerente, é «necessária — como vos disse em Aparecida — uma catequese social e uma adequada formação na doutrina social da Igreja, sendo muito útil para isso o “Compêndio da Doutrina Social da Igreja”» (Discurso inaugural da V conferência Geral do Episcopado Latino Americano e do Caribe, 3). Isto significa também que em determinadas ocasiões, os pastores devem mesmo lembrar a todos os cidadãos o direito, que é também um dever, de usar livremente o próprio voto para a promoção do bem comum (cf. GS, 75).

Neste ponto, política e fé se tocam. A fé tem, sem dúvida, a sua natureza específica de encontro com o Deus vivo que abre novos horizontes muito para além do âmbito próprio da razão. «Com efeito, sem a correção oferecida pela religião até a razão pode tornar-se vítima de ambigüidades, como acontece quando ela é manipulada pela ideologia, ou então aplicada de uma maneira parcial, sem ter em consideração plenamente a dignidade da pessoa humana» (Viagem Apostólica ao Reino Unido, Encontro com as autoridades civis, 17-IX-2010).

Só respeitando, promovendo e ensinando incansavelmente a natureza transcendente da pessoa humana é que uma sociedade pode ser construída. Assim, Deus deve «encontrar lugar também na esfera pública, nomeadamente nas dimensões cultural, social, econômica e particularmente política» (Caritas in veritate, 56). Por isso, amados Irmãos, uno a minha voz à vossa num vivo apelo a favor da educação religiosa, e mais concretamente do ensino confessional e plural da religião, na escola pública do Estado.

Queria ainda recordar que a presença de símbolos religiosos na vida pública é ao mesmo tempo lembrança da transcendência do homem e garantia do seu respeito. Eles têm um valor particular, no caso do Brasil, em que a religião católica é parte integral da sua história. Como não pensar neste momento na imagem de Jesus Cristo com os braços estendidos sobre a baia da Guanabara que representa a hospitalidade e o amor com que o Brasil sempre soube abrir seus braços a homens e mulheres perseguidos e necessitados provenientes de todo o mundo? Foi nessa presença de Jesus na vida brasileira, que eles se integraram harmonicamente na sociedade, contribuindo ao enriquecimento da cultura, ao crescimento econômico e ao espírito de solidariedade e liberdade

Amados Irmãos, confio à Mãe de Deus e nossa, invocada no Brasil sob o título de Nossa Senhora Aparecida, estes anseios da Igreja Católica na Terra de Santa Cruz e de todos os homens de boa vontade em defesa dos valores da vida humana e da sua transcendência, junto com as alegrias e esperanças, as tristezas e angústias dos homens e mulheres da província eclesiástica do Maranhão. A todos coloco sob a Sua materna proteção, e a vós e ao vosso povo concedo a minha Benção Apostólica.

Benedictus PP. XVI

§|Olhar Católico|§ indica

Será que eu sou profeta?

Estava vasculhando uns post’s antigos, e encontrei este aqui com um vídeo de um molusco.

Reparem só no que escrevi antes do vídeo! Será que o dom da profecia que recebi em um batismo no espírito santo na renovação carismática católica/protestante ainda está funcionando! Tal vez eu ainda consiga orar em línguas também :-)

Brincadeiras a parte, não é profecia não. É evidência mesmo. É o óbvio!

Dilma diz que não vai vetar aborto

Leiam  esta notícia: http://www1.folha.uol.com.br/poder/815219-em-mensagem-dilma-nao-diz-que-ira-vetar-projetos-sobre-aborto.shtml

Mais uma certeza a respeito da leviandade de Dilma Roussef. Ela, que se disse contra o aborto após perceber a queda de intenção de voto entre os religiosos, (anteriormente uma radical a favor da legalização, em sabatina na Folha e na Marie Claire), agora, num novo lapso da sua bipolaridade (ou seria tripolaridade?), diz que não vai vetar projetos de lei que descriminalizem a prática. Ou seja: somos todos um bando de palhaços e os panfletos da CNBB regional sul 1 foi claramente confiscado por falar abertamente a verdade. Precisamos fazer a população chegar ao conhecimento disso. Não que Dilma é contra ou a favor de qualquer coisa, mas o que ELA vai fazer objetivamente se eleita e disse que vai fazer, que é endossar a legalização do aborto.

Continua o governo do aborto

Ministério da Saúde prorroga convênio com a Fiocruz para estudar a despenalização do aborto

BRASILIA, 21 Out. 10 (ACI) .- Segundo a informação recentemente divulgada pelo Jornal O Estado de São Paulo, o Ministério da Saúde publicou no dia 4 de outubro a prorrogação de um convênio que estuda mudanças na legislação sobre o aborto. O “Estadão” informa que o projeto se chama “Estudo e Pesquisa – Despenalizar o Aborto no Brasil”. O convênio, prorrogado até fevereiro de 2011, foi fechado no ano passado com a Fundação Oswaldo Cruz, do Rio, e faz parte do Grupo de Estudo sobre o Aborto, que reúne desde 2007 entidades civis dispostas a debater o assunto com o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. O governo desembolsou, só para a Fiocruz, R$ 121 mil para incentivar a discussão.

Segundo o jornal da capital paulista “a postura da candidata Dilma Rousseff (PT) em prometer aos eleitores não mudar a lei do aborto contradiz a atuação do próprio governo que representa.
Dilma divulgou ontem uma carta em que diz ser contra o aborto e promete não tomar “iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação” sobre o assunto. O objetivo dela é diminuir a resistência de grupos religiosos que pregam voto contra a petista, por ter defendido no passado a descriminalização do aborto”. Dilma segue insistindo que no seu governo o aborto será um “tema de saúde pública”.

A promessa de Rousseff vai na contramão da atuação do Ministério da Saúde, sob a direção do Ministro José Gomes Temporão. O mencionado convênio, prorrogado até fevereiro de 2011, foi fechado no ano passado com a Fundação Oswaldo Cruz do Rio de Janeiro, e faz parte do Grupo de Estudo sobre o Aborto, que reúne desde 2007 entidades civis dispostas a debater o assunto com o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. Segundo o jornal Estado de São Paulo: “O governo desembolsou, só para a Fiocruz, R$ 121 mil para incentivar a discussão”.
 
O Coordenador desse grupo de estudos em todo o País, o médico Thomaz Gollop disse que lamenta a carta de Dilma: “O enfoque está errado, inadequado, seja para qual for o candidato. O Brasil precisa se informar. Nas alturas dos acontecimentos, isso virou uma discussão de posicionamento radical”.
“Acho muito ruim que esse tema seja motivo de barganha. É completamente inadequado que o candidato diga que o vai ser feito”, disse também o médico ao Estado de São Paulo.

O projeto apoiado pelo governo, segundo o próprio Diário Oficial, é chamado de estudo para “despenalizar” o aborto, ou seja, não aplicar pena às mulheres que adotam essa prática anti-vida, condenada por lei. Mas, segundo o Dr. Gollop, coordenador do grupo de estudos, a ideia é ir mais longe e não fazer mais do aborto um crime.
O Estadão recorda que “a lei brasileira permite a realização do aborto em duas situações: quando a gestação põe em risco a vida da mulher ou quando a gravidez é resultado de estupro.”

Fora destes casos, a prática pode levar à pena de um a três anos de prisão e a punição poderia dobrar. “O objetivo maior no futuro é descriminalizar o aborto, mas agora fica difícil avançar. Nosso grupo discute a magnitude do tema no País”, diz Gollop ao jornal paulista.
“Na minha opinião, a penalização do aborto é ineficiente porque ninguém deixa de fazer em razão da pena. Ninguém é a favor do aborto, mas é um assunto que deve ser debatido no enfoque da saúde. Toda essa discussão está errada”, afirmou.

“Em uma sociedade democrática é salutar e desejável que uma ampla gama de atores participe e contribuam para o debate. É nesse sentido que o grupo também se propõe a debater a legislação brasileira sobre o tema”, afirma a médica Cláudia Bonan na nota do Estadão. Ela coordena no Rio de Janeiro a equipe da Fiocruz, parceria do governo federal no estudo. Segundo a Dra. Bonan ”o aborto realizado em condições inseguras é um grave problema de saúde pública e afeta principalmente as mulheres em situação de maior vulnerabilidade socioeconômica.”

Considerar o aborto como tema de “saúde pública” não é uma novidade. O presidente Lula vem usando o termo há um bom tempo, e foi desta forma que a proposta foi incluída no PNDH-3, o plano de Direitos Humanos que entre outros pontos contrários à vida e à dignidade humana busca legalizar a prostituição, introduzir a ideologia de gênero e legalizar a prática do aborto. Recentemente em declarações reunidas pela Rádio CBN, a candidata do PT à presidência segue insistindo que se eleita tratará a questão como “tema de saúde pública e não de polícia”.

Segundo Dilma as 3.5 milhões mulheres que abortam no Brasil anual merecem ser cuidadas e não podem ser presas. Os números citados por Dilma contradizem os números do Ministério da Saúde citados pela notícia do Estadão onde se afirma que no Brasil se realizam “são cerca de um milhão de abortos clandestinos por ano”. Outro dado tomado da página de notícias “Último Segundo” em maio deste ano, afirma que o Ministério de Saúde registra que entre “729 mil e 1,25 milhão de mulheres se submetem ao procedimento anualmente no Brasil”.
 
Para ver a nota completa no Estadão, visite:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20101016/not_imp625642,0.php

Para escutar as declarações de Dilma na rádio CBN, clique em:
http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/politica/2010/10/18/DILMA-SOBRE-ABORTO-NAO-E-POSSIVEL-PRENDER-MILHOES-DE-MULHERES.htm

Em um artigo recente o Prof. Joel Nunes explica que “”Aborto como questão de saúde pública” é dar ao estado o direito de tirar vidas”, confira:
http://www.acidigital.com/noticia.php?id=20301

Pesquisa de intenção de morte

Pesquisa de intenção de morte

A margem de erro pode variar de acordo com a data da eleição e/ou período eleitoral

PS: para os “manezão dilmistas” que não entenderem, isto é uma sátira e não uma pesquisa de verdade. Vai que vocês querem me processar! Estou fazendo uso da minha liberdade de expressão! Esperem pelo menos a Dilma ganhar pra começar a por em prática o PNDH-3 e perseguir os cristãos.

 

 

Com a palavra: D. Beni

Bispo recebe ameaça de morte por denunciar PT

“Ocorre que, no dia 7/10/2010, tive uma grande surpresa. D. Demétrio Valentini, da Diocese de Jales, publicou uma matéria de meia página, no jornal Diário de Guarulhos, editado em minha diocese, com uma acusação de crime eleitoral. Um bispo acusando outro de crime, pela imprensa. É algo muito grave e inadmissível. Anteriormente, recebi uma carta anônima com velada ameaça à minha vida, que já está nas mãos da polícia.” (d. Luiz Gonzaga Bergonzini em carta aos bispos)

Dando truque nos evangélicos: um dia depois do 1º turno, governo prorroga convênio com grupo que quer legalizar o aborto

Dando truque nos evangélicos: um dia depois do 1º turno, governo prorroga convênio com grupo que quer legalizar o aborto

Por Leandro Colon, no Estadão:
A postura da candidata Dilma Rousseff (PT) em prometer aos eleitores não mudar a lei do aborto contradiz a atuação do próprio governo que representa. O Ministério da Saúde publicou, em 4 de outubro, um dia depois do primeiro turno, a prorrogação de um convênio que estuda mudanças na sua legislação. O projeto, segundo o contrato publicado no Diário Oficial da União, chama-se “Estudo e Pesquisa – Despenalizar o Aborto no Brasil”.

Dilma divulgou ontem uma carta em que diz ser contra o aborto e promete não tomar “iniciativa de propor alterações de pontos que tratem da legislação” sobre o assunto. O objetivo dela é diminuir a resistência de grupos religiosos que pregam voto contra a petista, por ter defendido no passado a descriminalização do aborto.

Só que a promessa vai na contramão da atuação do Ministério da Saúde nos últimos anos e tem incomodado entidades que atuam em parceria com o governo. Esse recente convênio, prorrogado até fevereiro de 2011, foi fechado no ano passado com a Fundação Oswaldo Cruz, do Rio, e faz parte do Grupo de Estudo sobre o Aborto, que reúne desde 2007 entidades civis dispostas a debater o assunto com o Executivo, o Judiciário e o Legislativo. O governo desembolsou, só para a Fiocruz, R$ 121 mil para incentivar a discussão.

Coordenador desse grupo de estudos em todo o País, o médico Thomaz Gollop lamenta a carta de Dilma e o rumo da discussão sobre o tema no segundo turno. “O enfoque está errado, inadequado, seja para qual for o candidato. O Brasil precisa se informar. Nas alturas dos acontecimentos, isso virou uma discussão de posicionamento radical”, diz. “Acho muito ruim que esse tema seja motivo de barganha. É completamente inadequado que o candidato diga o que vai ser feito.”

O projeto apoiado pelo governo trata, segundo extrato do Diário Oficial, de estudo para “despenalizar” o aborto, ou seja, não aplicar penas às mulheres que adotam essa prática, condenada por lei. Mas, segudo o coordenador, a idéia é ir mais longe e não fazer mais do aborto um crime.
(…)

Por Reinaldo Azevedo

Mais DilmAborto

E pra não dizer que só falamos de aborto:

Corajoso D. Aldo Pagoto! Vivas a este verdadeiro Príncipe dos Apóstolos!

§|Olhar Católico|§ indica

RCC e Teologia da Libertação: Faces da mesma moeda que levam para a omissão.

Prof. Hermes Rodrigues Nery

Em meio ao contexto problemático do 2º turno das eleições presidenciais, vamos percebendo uma tensão de posicionamentos no seio da Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, em que a maioria prefere ficar indiferente, acuada, quieta, esperando o resultado das urnas, para depois ver o que se pode fazer com o quadro político que sair vencedor. É a lógica do oportunismo, pois muitos esperam tirar (ou manter) vantagens de quem ganhar o pleito. Entre os cristãos, poucos têm tido a coragem de colocar o dedo na ferida e deixar claro, claríssimo o projeto anti-cristão do PT, exposto no PNDH3, como o fez o Pe. José Augusto da TV Canção Nova. Rapidamente o seu posicionamento corajoso e lúcido foi censurado, posto de escanteio e até condenado pela direção da Canção Nova, que não quer perder privilégios temporais.
Depois da influência nefasta da teologia da libertação, que tanto mal fez à “sã doutrina católica” em nosso País, agindo como o demônio que tentou Jesus no deserto oferecendo-lhe o pão do mundo, com a ilusão de um paraíso terrestre que deve ser vivido, aqui e agora, num afã desmesurado e desesperado da prosperidade material. A teologia da libertação tirou o horizonte soteriológico dos cristãos católicos, que querem o Messias temporal, a garantir segurança e conforto neste mundo, esquecendo-se de que Jesus foi categórico diante de Pilatos: “O Meu Reino não é deste mundo!”,e prometeu o consolo definitivo aos que choram pela justiça e que buscam primeiro o Reino de Deus, para que venham os bens verdadeiros por acréscimo. A teologia da libertação impregnou como um câncer, vastos setores da fé católica, que hoje muitos vêem a Igreja como ONG e não como sacramento salvífico.

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Ministério da Saúde patrocinou vídeo em defesa do aborto. Ou: “Abortar, verbo intransitivo”

 

Abortista safada! Quer dizer que a criança que é abortada é um assunto e o aborto é outro!???

Leia aqui o que diz o jornalista Reinaldo Azevedo sobre o vídeo acima.

Publicado em Aborto, Vídeos. Tags: . 1 Comentário »

Dilma vs. O Feto – Com quem você fica?

PS: se você fica com o feto também não fica com o Serra.

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