Frei Rojão: achamentos petralhas

Gabriel Chalita encontrou utopia em Maquiavel

Tarso Genro encontrou um coração em Lênin
Fernando Haddad encontrou competitividade na União Soviética
Celso Garcia encontrou democracia no Irã
Antônio Patriota encontrou respeito aos direitos humanos em Cuba
Lula encontrou um homem probo e diferenciado em José Sarney
José Dirceu encontrou republicanismo no Mensalão
Luis Eduardo Greenhalgh encontrou um humanista em Césare Battisti
Eleonora Menecucci encontrou beleza no aborto
Tarso Genro, de novo, encontrou poesia no onanismo
Gilberto Carvalho encontrou crime comum no assassinato de Celso Daniel
Luis Eduardo Cardoso encontrou concessões na privataria petista dos aeroportos
Guido Mantega encontrou crescimento na inflação em alta
Gomes Temporão encontrou eficiência no SUS
Os petistas encontram muitas coisas estranhas onde não se espera
Só não encontram ainda um cérebro na presidente Dilma

***
PS- Você é petralha e não gostou? Vai chorar no colo do Frei Betto!!!

Mudando de idéias; ou: Tal pai… tal mãe!

Que vosso sim, seja sim; que vosso não, seja não. Assim não caireis ao golpe do julgamento. (Tg5, 12)

Tal pai…

 

… Tal mãe:

Dizei somente: Sim, se é sim; não, se é não. Tudo o que passa além disto vem do Maligno (Mt5, 37)

 

Com quem você fica? Não seja BURRO seu católico!

Será que eu sou profeta?

Estava vasculhando uns post’s antigos, e encontrei este aqui com um vídeo de um molusco.

Reparem só no que escrevi antes do vídeo! Será que o dom da profecia que recebi em um batismo no espírito santo na renovação carismática católica/protestante ainda está funcionando! Tal vez eu ainda consiga orar em línguas também :-)

Brincadeiras a parte, não é profecia não. É evidência mesmo. É o óbvio!

Ludibriando os católicos

Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 18 de outubro de 2010

"Não espanta que a própria entidade que personifica esse catolicismo ante o público seja, ela própria, uma fraude publicitária: a CNBB fala em nome da Igreja e posa, ante os fiéis, como expressão suma da autoridade eclesiástica, mas não é sequer uma entidade da Igreja, é uma simples sociedade civil sem lugar nem função na hierarquia católica. Os bispos, individualmente, têm autoridade para falar em nome da Igreja. A CNBB, não."

Ao ver que ia perdendo o apoio da Igreja à sua protegida Dilma Roussef, cujo abortismo radical e persistente nem os desmentidos de última hora, nem as abjetas e blasfematórias encenações de fé católica da candidata puderam camuflar, o sr. Presidente da República, em desespero, decidiu recorrer ao crime eleitoral explícito: usando o Estado como instrumento de chantagem, ameaçou romper a concordata do governo brasileiro com o Vaticano caso o eleitorado católico se recuse a continuar sendo otário do PT, como o foi servilmente durante tantas décadas por obra e graça de comunistas vestidos de bispos.

O próprio Lula, algum tempo atrás, reconheceu que devia sua carreira política ao eleitorado católico, que aqueles bispos e a mídia cúmplice haviam logrado enganar cinicamente, encobrindo o programa comunista e abortista do PT com a imagem beatificada e perfumada de “Lulinha Paz e Amor”.

O fim da farsa, embora tardio e parcial, não só privou Dilma Roussef da anunciada vitória no primeiro turno, mas serviu para desmascarar a autoridade religiosa postiça de tantos sacerdotes e prelados que só entraram na carreira eclesiástica para aí realizar o programa estratégico de Antonio Gramsci: esvaziar a Igreja de todo o seu conteúdo espiritual e usá-la como dócil instrumento da política comunista. A Teologia da Libertação é o braço mais ativo desse programa e, como ninguém ignora, o catolicismo de Lula – e do PT em geral – é o da Teologia da Libertação. Não o de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Não deixa de ser útil lembrar que a Igreja, desde sua fundação, teve de lutar menos contra os seus inimigos ostensivos do que contra os seus falsificadores. Tal é, aliás, a definição de “heresia”, palavra que hoje tantos usam sem conhecer-lhe o significado: não qualquer doutrina anticatólica, ou não católica, e sim a falsa doutrina católica oferecida indevidamente em nome da Igreja. Lembrem-se disso quando algum professorzinho aparecer alardeando que a Igreja “perseguia doutrinas adversas”. Heresia não é divergência de idéias, é crime de fraude. Da Antigüidade até hoje, gnósticos, arianistas etutti quanti jamais hesitaram em fingir-se de católicos para vender, sob roupagem inocente, as idéias mais opostas e hostis aos ensinamentos de Cristo. Com freqüência, obtiveram nesse empreendimento sucessos espetaculares, embora passageiros. Ainda no século XIX praticamente todos os seminários da França e da Alemanha ensinavam, com o nome de teologia católica, uma pasta confusa de idéias cartesianas, iluministas e românticas, na qual os jovens aprendizes, iludidos pelos prestígios intelectuais do dia, não enxergavam nada de maligno. Foi só a decisiva intervenção do Papa Leão XIII que acabou com a palhaçada, mediante a bula “Aeterni Patris” (1879), que restaurou o ensino da teologia católica tradicional. Se quiserem uma boa resenha desses fatos, leiam a obra em quatro volumes de Etienne Couvert, “De la Gnose à l’Ecumenisme” (Éditions de Chiré, 1989).

No século XX, à medida que o movimento neotomista inaugurado por Leão XIII reconquistava o prestígio intelectual da Igreja, os eternos falsários abdicaram temporariamente da propaganda aberta e voltaram-se, em massa, para a estratégia da infiltração discreta, praticada em escala industrial a partir da década de 30 graças à iniciativa da KGB (leiam o depoimento de Bella Dodd em “School of Darkness”: há cópias circulando pela internet). Foi só em 1963, no Concílio Vaticano II, que, sentindo-se protegidos pela atmosfera de mudança, voltaram a vender impunemente, ao público geral, seus simulacros de cristianismo.

A fundação do PT e toda a sua carreira de crimes inigualáveis não foram senão a extensão remota desses fatos a um país periférico. O PT sempre foi a encarnação viva de um catolicismo de fancaria, concebido para ludibriar os fiéis e induzi-los a trabalhar pelo avanço do comunismo.

Não espanta que a própria entidade que personifica esse catolicismo ante o público seja, ela própria, uma fraude publicitária: a CNBB fala em nome da Igreja e posa, ante os fiéis, como expressão suma da autoridade eclesiástica, mas não é sequer uma entidade da Igreja, é uma simples sociedade civil sem lugar nem função na hierarquia católica. Os bispos, individualmente, têm autoridade para falar em nome da Igreja. A CNBB, não. Quando a CNBB repreende um bispo, ela falsifica e inverte a hierarquia. Está na hora de os fiéis, em massa, tomarem consciência disso.

Apelo a todos os brasileiros e brasileiras

Nós, participantes do 2º Encontro das Comissões Diocesanas em Defesa da Vida (CDDVs), organizado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB e realizado em S. André no dia 03 de julho de 2010,

considerando que, em abril de 2005, no IIº Relatório do Brasil sobre o Tratado de Direitos Civis e Políticos, apresentado ao Comitê de Direitos Humanos da ONU (nº 45) o governo Lula comprometeu-se a legalizar o aborto,

considerando que, em agosto de 2005, o governo Lula entregou ao Comitê da ONU para a Eliminação de todas as Formas de Descriminalização contra a Mulher (CEDAW) documento no qual reconhece o aborto como Direito Humano da Mulher,

considerando que, em setembro de 2005, através da Secretaria Especial de Polítíca das Mulheres, o governo Lula apresentou ao Congresso o PL 1135/91, como resultado do trabalho da Comissão Tripartite, no qual é proposta a descriminalização do aborto até o nono mês de gravidez e por qualquer motivo, pois com a eliminação de todos os artigos do Código Penal, que o criminalizam, o aborto, em todos os casos, deixaria de ser crime,

considerando que, em setembro de 2006, no plano de governo do 2º mandato do Presidente Lula, ele reafirma, embora com linguagem velada, o compromisso de legalizar o aborto,

considerando que, em setembro de 2007, no seu IIIº Congreso, o PT assumiu a descriminalização do aborto e o atendimento de todos os casos no serviço público como programa de partido, sendo o primeiro partido no Brasil a assumir este programa,

considerando que, em setembro de 2009, o PT puniu os dois deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso por serem contrários à legalização do aborto, considerando como, com todas estas decisões a favor do aborto, o PT e o governo Lula tornaram-se ativos colaboradores do Imperialismo Demográfico que está sendo imposto em nível mundial pelas Fundações Norte–americanas, as quais, sob o falacioso pretexto da defesa dos direitos reprodutivos e sexuais da mulher, e usando o falso rótulo de “aborto – problema de saúde pública”, estão implantando o controle demográfico mundial como moderna estratégia do capitalismo internacional,

considerando que, em fevereiro de 2010, o IVº Congresso Nacional do PT manifestou apoio incondicional ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), decreto nª 7.037/09 de 21 de dezembro de 2009, assinado pelo Presidente Lula e pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas consequências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antisocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso País, considerando que este mesmo Congresso aclamou a própria ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, como candidata oficial do Partido dos Trabalhadores para a Presidência da República,

considerando enfim que, em junho de 2010, para impedir a investigação das origens do financiamento por parte de organizações internacionais para a legalização e a promoção do aborto no Brasil, o PT e as lideranças partidárias da base aliada boicotaram a criação da CPI do aborto que investigaria o assunto,

recomendamos encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras, em consonância com o art. 5º da Constituição Federal, que defende a inviolabilidade da vida humana e, conforme o Pacto de S. José da Costa Rica, desde a concepção, independentemente de sua convicções ideológicas ou religiosas, que, nas próximas eleições, deem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalizacão do aborto e se, no segundo turno, a escolha for entre dois candidatos favoráveis ao aborto, que escolham o que mais defenda a vida desde a concepção até à morte natural.

Convidamos, outrossim, a todos para lerem o documento “Votar Bem” aprovado pela 73ª Assembléia dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, reunidos em Aparecida no dia 29 de junho de 2010 e verificarem as provas do que acima foi exposto no texto “A contextualização da Defesa da Vida no Brasil”, elaborado pelas Comissões em Defesa da Vida das Dioceses de Guarulhos e Taubaté, ligadas à Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, ambos disponíveis no site desse mesmo Regional.

A “cumpanheira” terrorista

Cuidado crianças... Ela pode jogar uma bomba!
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Hugo Chavez, DilmaLulaDilma, PT e as FARC

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A MENTIRA GROTESCA DO PAC EM NÚMEROS

Demorei um pouco porque precisei mergulhar no inferno da mistificação.

Chamei, desde o primeiro dia, o tal “PAC” de “PACtóide”, remetendo à palavra “factóide”, aquilo que não existe, ilusionismo para enganar trouxa. Em que consistiu a mais formidável mentira deste governo até hoje?
1 – Chamou-se PAC ao conjunto de obras realizadas no país;
2 – entraram na conta do PAC as obras tocadas por empresas privadas, as obras das estatais e aquelas financiadas pelo Orçamento;
3 – o PAC nunca significou “dinheiro a mais”, suplementar;
4 – o que o PT fez foi submeter todas as obras do Brasil a uma variante do “centralismo democrático”.

Pois bem. Fez-se hoje um novo balando do PAC. Atenção! Estamos falando do PAC UM. Na sua megalomania marqueteiro-patológica, Lula já lançou o DOIS. Trata-se de uma salada formidável de números. SE O LEITOR QUER “NÃO ENTENDER NADA”, SUGIRO QUE VISITE TODOS OS SITES DOS GRANDES VEÍCULOS. CADA UM ATIRA PARA UM LADO. DEPOIS VÁ À AGÊNCIA BRASIL, COM A NOTÍCIA TODA PICOTADA EM PÍLULAS, COM O GOVERNO SEMPRE NO PAPEL DE EFICIENTE TOCADOR DE OBRAS.

Isso é um tática. Joga-se uma maçaroca de dados no colo dos jornalistas, que saem desesperados tentando entender o que significa aquela zona vazada num misto de “militantês” com “tecnocratês”.
Vamos ver:
1 – As obras “concluídas” do PAC somam R$ 302,5 bilhões de um total previsto de R$ 656,5 bilhões — ou 46,1%;
2 – Diz o governo que a execução financeira totaliza R$ 463,9 bilhões — ou 70,7% do total. Que bom, né? Pois é. Nesse total, estão incluídos:
- R$ 154,5 bilhões de investimento das estatais – 33,23% (a quase totalidade deve ser da Petrobras);
- R$ 98,1 bilhões de investimento do setor privado;
- R$ 157,9 bilhões de financiamento habitacional a pessoas físicas;
- R$ 41,8 bilhões de investimentos do Orçamento Geral da União;
- R$ 5,2 bilhões de financiamento ao setor público;
- R$ 6,4 bilhões de contrapartidas de estados e municípios

Dilma pode não ter dançado o “rebolation-tion-tion”, mas é mestra no “enrolation-tion-tion”. Pergunta-se: as estatais, e quase tudo é da Petrobras, não investiriam não fosse o “PAC”? E o setor privado? Os R4 157,9 bilhões do tal “financiamento habitacional a pessoas físicas”, num plano de “aceleração” do crescimento, querem dizer exatamente o quê?

EIS A PROVA: NÃO EXISTE!
Os números provam o óbvio: o PAC não existe. O que isso quer dizer? Que não existem obras? Ora, claro que sim! Não estariam sendo tocadas, por acaso, sem esse nome-fantasia?

O PAC deveria ter sido um esforço concentrado para realizar mais do que se realizaria sem ele, certo? Como se entregou menos da metade, supõe-se que o esforço concentrado ou não deu em nada ou funcionou como ação negativa. E esse menos da metade, como se nota, foi garantido pelas estatais e pelo setor privado.

Estamos diante de especialistas na arte de iludir. Sendo verdadeiros os números, em que resultou, até agora, a fantástica obra do PAC? Dos anunciados R$ 656,5 bilhões do “programa”, só 6,36% foram efetivamente tocados com recursos do Orçamento Geral da União — ou 9% do que o próprio governo considera efetivamente investido.

Por Reinaldo Azevedo

Reacionário – autor desconhecido

Sou Reacionário
Assumido, indignado e cansado!
Sou Reacionário.
Não gosto dos sem terra e de todos os outro sem.

Dizem que isto é ser reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo fazendas, indústrias, supermercados, Congresso Nacional, Assembléias Legislativas, Câmaras de Vereadores, Palácios do Executivo, parando ruas e estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas, tentando parar o lento progresso do Brasil.

Sou Reacionário.
Não gosto dos congressistas que aprovam a demarcação de áreas indígenas nas fronteiras de nosso país, maiores do que muitos países europeus, para meia dúzia de índios aculturados e (muito bem) preparados no exterior, para formar uma nação ou várias, desmembradas do Brasil.
Sou Reacionário.
Não gosto de índios insuflados por interesses obscuros parando explanação de engenheiros de estatais com facões, para parar o lento andar do progresso na construção de usinas hidrelétricas para geração de energia que tanto necessitamos (já tivemos apagões e teremos outros se não agilizarmos as novas construções).
Sou Reacionário.
Não gosto de bufões que gritam contra governos estrangeiros e vendem petróleo a eles. Não gosto de cocaleiros que estatizam empresas brasileiras sem o devido ressarcimento dos investimentos feitos em seus países. Não gosto de esquerdistas eleitos em seus países, que querem discutir contratos firmados há mais de 30 anos, em hidrelétricas construídas com dinheiro tomado emprestado pelo Brasil, e, que nós estamos pagando com juros altíssimos.
Sou Reacionário.
Não gosto de governantes frouxos que não tomam atitudes enérgicas para impedir a espoliação de nossos investimentos externos, que compram aviões de empresas estrangeiras em detrimento das nacionais. Não gosto de governantes semi-analfabetos que acham que instrução e educação não são importantes para o povo.  Não gosto de governantes que pouco trabalharam na vida, aposentados como perseguidos políticos, tendo ficado menos de 24 horas detidos, que cortam o próprio dedo para conseguir indenização e que moram ou moraram em casas emprestadas por ‘compadres’…
Sou Reacionário.
Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos querendo se passar por negros…
Sou Reacionário.
Não gosto da farta distribuição de Bolsas tipo Família, vale gás, vale isso, vale aquilo, que na realidade são moedas de troca nas eleições, para que certos partidos políticos com seu filiados corruptos, possam se perpetuar no poder.
Sou Reacionário.
Não gosto das bases de sustentação de governos eleitos de forma minoritária, com loteamento de cargos públicos e desvios de dinheiro público para partidos e seus filiados, como nos casos do mensalão e Detran.
Sou Reacionário.
Hoje não se pode mais deixar os filhos trabalharem com idade inferior a 18 anos, mas pode deixá-los fazer sexo em casa com o(a) namorado(a), sair nas festinhas e ‘raves’ e para beber e consumir drogas. Podem roubar e até mesmo matar, sem serem devidamente punidos pelas faltas (somente medidas sócio-educativas) cometidas, e, com 21 anos já estão de novo na rua para cometerem novos crimes.
Estou velho.
Não quero ouvir mais notícias de pessoas morrendo de dengue. Tapo os ouvidos e fecho os olhos mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, crianças adotadas sendo maltratadas pelos pais adotivos, velhos jogados (ou amontoados) em asilos, ou de uma menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Meu coração não tem mais força para sentir emoções.
Estou mais velho que o Oscar Niemeyer.
Ele ainda acredita em comunismo, coisa que deixou de existir. Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carros e outros bens, todos adquiridos com honestidade e muito trabalho (mais de 12 horas por dia, seis dias por semana), por ser amado por minha mulher . Nada mais me comove…
Estou bem envelhecido!
Bem, sou um brasileiro ‘Reacionário’, indignado com as sacanagens e
roubalheiras deste país.
* AUTOR DESCONHECIDO

PARA LULA: QUEM DISSE QUE A DEMOCRACIA ACEITA TUDO? ELA NÃO ACEITA, POR EXEMPLO, DEBATER O SEU FIM!

Por Reinaldo Azevedo (http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/para-lula-quem-disse-que-a-democracia-aceita-tudo-ela-nao-aceita-por-exemplo-debater-o-seu-fim/)

segunda-feira, 5 de abril de 2010 | 5:41

Assisti ontem à entrevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a jornalistas da Band, no programa Canal Livre. Nada de muito novo. Era o “cara” de sempre, naquela já aborrecida rotina. Em suma, ele afirmou que “nunca antes na história deste país (…)” E aí vocês preencham o espaço livremente. Quero destacar a parte de sua fala que se refere aos meios de comunicação e à imprensa. Ao realizar, no dia 1º de março, o “1º Fórum Democracia e Liberdade de Expressão”, de que participei, o Instituto Millenium talvez não tivesse idéia do quão agastado o governo ficaria. Embora o encontro tenha sido aberto por um então ministro de Lula, Helio Costa (Comunicações), e fechado por um homem de sua inteira confiança — mas que deve ser mantido longe de jardineiros: Antônio Palocci, um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff à reeleição de Lula!!!

Não! Mesmo assim, o governo não gostou! Lula se referiu ao seminário do Millenium como um encontro de “jornalistas e empresários”, o que é, para começo de conversa, falso. O Millenium tem financiadores privados e, à diferença das “ONGs governamentais” (esse misto de jabuticaba e besteira que só existe no Brasil), não aceita dinheiro público. Não havia “empresários” nas mesas de debate, só jornalistas, professores e políticos. Otavio Frias Filho, da Folha, foi o único “acionista” de empresa de comunicação a falar — mas o fez, claramente, como homem de redação. E não foi para escamotear nada, ou não falaria, certo? Todo mundo sabe quem ele é. A rigor, esteve entre os menos críticos do dia ao papel desempenhado pelo governo Lula no setor. Mas o presidente fala num encontro de “jornalistas e empresários” porque pretende, assim, atribuir as críticas a uma espécie de conspiração articulada de interesses contra, sei lá, o “povo popular”…

Lula se disse estarrecido com algumas coisas que ouviu lá… Se ouviu o que eu disse — já publiquei os vídeos aqui —-, certamente se sentiu foi relatado. Segundo o presidente, os que apontam ataques do governo contra a liberdade de expressão estão vendo “fantasmas”. E defendeu as tais conferências de botocudos — e ele evidentemente as aprecia porque discursa em todas; em duas delas ao menos, fez campanha eleitoral ilegal.

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Lula e sua grande farsa

Fonte: Estadão

A grande farsa

Miguel Reale Júnior – O Estado de S.Paulo

Kerrie Howard, diretora da Anistia Internacional, ao comentar a posição do Brasil em face da morte do dissidente cubano Orlando Zapata, disse, com a mais absoluta razão: “Não se pode criticar a questão dos direitos humanos apenas quando é conveniente.”

 

Todavia, essa submissão da defesa dos direitos humanos pelo governo Lula a outros interesses não é novidade, como revela a posição assumida em órgãos internacionais. Assim, quando da vigência da Comissão de Direitos Humanos da ONU, substituída depois pelo Conselho de Direitos Humanos, o país de Lula votou favoravelmente à no-action motion para proteger a China na questão dos direitos humanos. O Brasil, em 2003 e em 2004, votou contra as resoluções que condenavam a Rússia pela lesão a direitos humanos na República da Chechênia.

Recentemente, como um dos 47 membros do Conselho de Direitos Humanos, o Brasil acompanhou a proposta cubana de não reprovar o Sri Lanka, país onde cerca de 70 mil pessoas haviam sido mortas em perseguição política e centena de milhares, deslocadas internamente.

Apesar da violação sistemática de direitos humanos na Coreia do Norte, com execuções e torturas de dissidentes políticos, o Brasil se absteve, em 2008 e em 2009, na Assembleia-Geral da ONU e no Conselho de Direitos Humanos, quanto à tomada de medidas e sanções em face dessas ofensas gritantes. O mesmo com o Congo e o Sudão.

Na linha de desprezo aos direitos humanos, vistos como válidos apenas quando interessa, o “diplomata” Marco Aurélio Garcia banalizou a morte de Orlando Zapata, em greve de fome, ao relativizar: “Há problemas de direitos humanos no mundo inteiro.” Essa declaração é um gravíssimo desrespeito a valores fundamentais, pois cinicamente justifica a sua afronta por ser usual.

Discípulo do “diplomata” Marco Aurélio, o presidente Lula, em El Salvador dois dias após a morte de Zapata, disse: “Não se pode fazer julgamento de um país ou julgar a atitude de um governo por uma atitude de um cidadão que resolve entrar em greve de fome.”

Lula tratou como um cidadão qualquer o dissidente Zapata, em greve de fome como ato de resistência civil silenciosa e preso de consciência conforme a Anistia Internacional, dando ao fato cores de ato de cidadão tresloucado, ao qual se refere como um qualquer, ignorando ter sido preso em vista de seus escritos e suas manifestações de oposição política.

Em entrevista à Associated Press, Lula explicitou toda a sua “sensibilidade” aos direitos humanos de presos políticos: “Greve de fome não pode ser um pretexto dos direitos humanos para libertar as pessoas.” “Imaginem se todos os bandidos presos em São Paulo fizerem um jejum para pedirem sua libertação.”

O que espanta não é Lula ter dito isso. Os absurdos presidenciais têm sido reiterados, apesar deste não ferir apenas a nossa inteligência, mas a nossa sensibilidade moral. O que espanta é o contraste: o Lula de ontem e o de hoje.

Lula teve o exemplo de dois de seus próximos colaboradores, Paulo Vannuchi e Frei Betto, que, como presos políticos, empreenderam greve de fome em 1972 em busca da justa reivindicação de não serem separados em diversos estabelecimentos, como medida de segurança pessoal. Essa greve com emoção é relatada por Frei Betto nos livros Cartas da Prisão e Diário de Fernando. Nesse último livro, que reproduz o testemunho de outro preso, Frei Fernando Brito, registra-se que até os carcereiros vieram solidarizar-se com eles em greve de fome.

O secretário da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Ivo Lorscheiter, enviou à época carta ao ministro da Justiça pedindo que as reivindicações dos presos em greve de fome fossem atendidas. Conta Frei Fernando: “A greve de fome aprofunda-nos a vida espiritual… o sentido evangélico de nosso gesto.” Em Cartas da Prisão, Frei Betto, com seu estilo preciso, diz sobre a greve de fome: “Não é fácil controlar o apetite da imaginação. Ainda bem que o espírito se mostra mais forte que a carne.”

Em 11 de dezembro de 1989, às vésperas do segundo turno entre Lula e Collor, Abílio Diniz foi sequestrado por ativistas políticos (argentino, chileno e canadense) que desejavam arrecadar fundos para a guerrilha em El Salvador. Condenados, passados dez anos, entraram em greve de fome exigindo o retorno a seus países. Lula foi visitá-los no Hospital das Clínicas. Ligou, então, para o presidente Fernando Henrique para pleitear que fossem atendidos, argumentando que a morte mancharia a biografia do presidente.

José Gregori, secretário nacional de Direitos Humanos, em conjugação com o Itamaraty, promovia a assinatura de tratado de troca de prisioneiros com a Argentina e o Chile, a permitir o envio dos presos a seus países. Durante o tempo em que havia as tratativas para essa troca de prisioneiros, a Secretaria de Direitos Humanos, conta José Gregori, recebia telefonemas de Marco Aurélio Garcia em campanha pela expulsão dos presos em greve de fome.

Em 2000, professores paranaenses entraram em greve de fome para reivindicar melhoria salarial e em Curitiba receberam a visita de solidariedade de Lula.

Lula mesmo, quando preso político, fizera greve de fome.

Se não fosse evidente a distinção entre preso político e preso comum, a experiência vivida por Lula deveria tê-lo instruído sobre a diferença entre as duas classes de presos. Para Lula, o respeito a merecer os presos políticos estava à mão, nos livros e na vida de amigos acima lembrados. Mas Lula preferiu, com relação a Zapata, seguir o determinado pela versão do jornal oficial de Cuba, o Granma, que o descreveu como preso comum insubordinado.

Lula pôs no mesmo saco presos políticos e comuns para desculpar Cuba. Antes, já ignorara as ignomínias praticadas na China, na Coreia do Norte, na Rússia e no Sri Lanka.

Como se vê, não passa de uma grande farsa defender os direitos humanos a serem desprezados conforme a conveniência.

 

ADVOGADO, PROFESSOR TITULAR DA FACULDADE DE DIREITO DA USP, MEMBRO DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS, FOI MINISTRO DA

JUSTIÇA

O Bolsa Família segundo Lula: antes e depois

O Bolsa Família segundo nosso Presidente.

Sua opinião hoje e sua opinião antes de chegar ao poder.

Curiosamente ele mudou de opinião, assim como mudou quanto ao assunto de reeleição presidencial.

Será que ele não vai mudar de opinião com relação ao aborto também não?

Quem sabe nessas próximas eleições…

PARA REFRESCAR A MEMÓRIA DA CANDIDATA DILMA ROUSSEFF

Por Reinaldo Azevedo

A candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, já andou se estranhando um tanto com a verdade. Seu currículo posto até outro dia no site da Casa Civil e na Plataforma Lattes não me deixa mentir. Em marco de 2009, por exemplo, Dilma asseverou à Folha: “Nunca fiz nem treinamento no exterior nem ação armada”. Agora, quase um ano depois, ela admite que fez treinamento militar no Uruguai. Confrontada com a mentira, saiu-se com uma resposta esquisita. Informa o jornal:

“[Dilma] alega que, à época, não queria falar sobre atos envolvendo outros países. Resolveu fazer a revelação depois da eleição de José Mujica, ex-guerrilheiro da organização Tupamaros, que lutou contra a ditadura militar uruguaia: ‘O presidente Mujica está ali e sabe como foram os anos 70’, diz Dilma”.

Se você não entendeu nada do que ela falou, a culpa não é sua, leitor. Que mal poderia fazer a Mujica a informação de que Dilma treinou guerrilha no Uruguai? Por acaso os uruguaios não sabiam que estavam elegendo um “ex-guerrilheiro”. A desculpa não faz o menor sentido. Melhor seria dizer que Dilma descobriu que essa mentira tinha pernas curtas.

Na entrevista concedida à revista Época, uma resposta de Dilma me deixou particularmente encantado. Reproduzo:

O ex-ministro José Dirceu, no dia de sua posse na Casa Civil, chamou-a de “camarada de armas”. A senhora gostou?
Ele estava fazendo para mim um cumprimento porque, para ele, era muito importante. Havia várias características nas diferentes organizações de esquerda. A minha fazia certas críticas às ações armadas, principalmente assaltos a banco. Tínhamos uma crítica a isso, e isso está registrado. Não fui condenada por ação armada, porque não a pratiquei.

A disputa eleitoral costuma deixar os políticos com a memória fraca. Mas a gente está aqui, alguns de nós ao menos, para lembrar o que eles esquecem. Dilma, pelo visto, participou de três organizações terroristas —Colina, VAR-Palmares e VPR — para cuidar de assuntos lítero-musicais. Ou para escrever o diário “A Moça e Seus Problemas”. O grupo tinha “críticas” aos assaltos a banco? Os banqueiros até podem achar bacana… Já em matéria de seqüestro, assassinato, execuções sumárias, bem, aí não havia crítica nenhuma. Acho chato ter de lembrar isso, mas lembro. Seguem as pessoas que as organizações a que Dilma pertenceu mataram. A lista completa com todas as pessoas assassinadas pelas esquerdas foi publicada no dia 12 de janeiro.

PESSOAS ASSASSINADAS PELA VPR OU COM SUA PARTICIPAÇÃO

- 26/06/68-  Mário Kozel Filho – Soldado do Exército – SP
- 27/06/68 – Noel de Oliveira Ramos – civil – RJ
- 12/10/68 – Charles Rodney Chandler – Cap. do Exército dos Estados Unidos – SP
- 07/11/68 – Estanislau Ignácio Correia – Civil – SP
- 09/05/69 – Orlando Pinto da Silva – Guarda Civil – SP
- 10/11/70 – Garibaldo de Queiroz – Soldado PM – SP
- 10/12/70 – Hélio de Carvalho Araújo – Agente da Polícia Federal – RJ
- 27/09/72 – Sílvio Nunes Alves – Bancário – RJ

PESSOAS ASSASSINADAS PELA VAR-PALMARES OU COM SUA PARTICIPAÇÃO


- 11/07/69 – Cidelino Palmeiras do Nascimento – Motorista de táxi – RJ
- 24/07/69 – Aparecido dos Santos Oliveira – Soldado PM – SP
- 22/10/71 – José do Amaral – Sub-oficial da reserva da Marinha – RJ
- 05/02/72 – David A. Cuthberg – Marinheiro inglês – Rio de Janeiro
- 27/09/72 – Sílvio Nunes Alves – Bancário – RJ

PESSOAS ASSASSINADAS PELO COLINA OU COM SUA PARTICIPAÇÃO


- 29/01/69 –  José Antunes Ferreira – guarda civil-BH/MG
- 01/07/68 – Edward Ernest Tito Otto Maximilian Von Westernhagen – major do Exército Alemão – RJ
- 25/10/68 – Wenceslau Ramalho Leite – civil – RJ

Dilma talvez fosse aos encontros da Colina, da VPR e da VAR-Palmares para tocar piano. Mas os seus “camaradas”, alguns saudados por ele em seu discurso como candidata, organizavam-se mesmo para assaltar banco, seqüestrar e matar. Eram os meios que julgavam válidos não para resistir à ditadura, mas para fazer a “luta revolucionária” e instaurar a ditadura do proletariado.

Mentir sobre números do PAC, vá lá. Tripudiar sobre a história, aí já é um pouco demais. Daqui a pouco a VAR-Palmares se confunde com a Liga das Senhoras Católicas… Quem quiser que compre a falsificação. Eu rejeito.

 

http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/para-refrescar-a-memoria-da-candidata-dilma-rousseff/

 

PT USA O CÓDIGO DE ÉTICA E PUNE DOIS PARLAMENTARES SEUS COM RARO RIGOR. O QUE FOI QUE ELES FIZERAM?

Na noite de ontem, o Diretório Nacional do PT decidiu punir os deputados federais Luiz Bassuma (BA) e Henrique Afonso (AC). Por unanimidade, ambos tiveram seus direitos políticos suspensos por um ano e 90 dias, respectivamente. Não poderão votar nem ser votados nas instâncias partidárias ou discursar em nome do partido. É possível que Bassuma, nessas condições, não consiga nem mesmo se candidatar à reeleição. Uau! Será que este partido está, finalmente, se emendando? Afinal, o que ambos fizeram? Abaixo, segue um diálogo imaginário com um leitor otimista. Ele pergunta (em negrito) e eu respondo.

— Será, Reinaldo, que eles foram pegar dinheiro de Marcos Valério no Banco Rural?
— Besteira! Isso é permitido. Não dá punição.

— Então usaram recursos “não contabilizados” de campanha. Acertei?
— Bobagem! Isso é do jogo. Como você sabe, a campanha de Lula foi paga em moeda estrangeira, no exterior, com dinheiro de origem desconhecida.

— Já sei! Então integraram algum grupo de aloprados para fazer um dossiê falso contra adversários! Na mosca?
— Claro que não! Integrar grupo de aloprados é coisa tão importante, que todos aqueles que participaram daquela aventura eram do entorno do próprio presidente Lula. É coisa para gente graduada.

— Ah, então vamos ver: usaram, sei lá, a estrutura de um ministério, da Casa Civil por exemplo, para fazer outro dossiê contra adversários do governo.
— Errado! Quem faz isso acaba sendo considerado candidato natural à Presidência da República. Isso rende promoção no PT, jamais punição.

— Ah, então vai ver eles violaram o sigilo bancário de um caseiro. Coisa feia!
— Tolice. Isso não tem importância. Quem dá bola para caseiro?

Que diabo, então, fizeram esses dois para que toda a cúpula petista, sem exceção, decidisse ser tão severa? Bem, eles resolveram tornar pública a sua posição contrária à descriminação do aborto. Vocês entenderam direito e não precisam ler de novo. Alguns pecadilhos, no PT, como os listados acima, não têm grande importância. Mas defender o direito de um feto à vida, a depender de como seja feito, é incompatível com a ética petista. Eu já desconfiava que fosse assim. De fato, não sei o que ambos fazem no PT sendo o partido tão escancaradamente favorável à descriminação do aborto.

Como a gente nota, no PT, os que cometeram todos aqueles crimes, merecem uma segunda chance. Mas o feto não merece a única chance que tem. É a forma que a esquerda tem de ser humanista, de ser progressista. A direção recomendou ainda que Afonso não seja reconduzido à Comissão de Seguridade Social e da Família na Câmara dos Deputados. Só pode pertencer a uma comissão de família quem é favorável à morte dos fetos, entenderam?

É o PT aplicando o seu Código de Ética. Ele comporta, por exemplo, Ideli SaLvatti a defender Sarney com todos os “esses” e “erres”, mas não parlamentares que participam de uma marcha contra o aborto. Vejam que engaçado: a tal manifestação, sabe-se, teve o apoio de uma ONG que conseguiu dinheiro público para a sua realização etc — vocês conhecem aquela rotina típica de petistas e ONGs. Pô, aí já é demais, não é? Dinheiro público bem utilizado é aquele que financia marchas em defesa do aborto.

Um dia essa gente há de encontrar o lugar certo na história. Que seja logo!

 

Retirado de: Blog Reinaldo Azevedo

Lula, você é o cara…

*Por Caio Lucas.*

Lula, você é o cara.

Você é o cara que esteve por dois mandatos à frente desta nação e não teve coragem nem competência para implantar reforma alguma neste país, pois as reformas tributárias e trabalhistas nunca saíram do papel, e a educação, a saúde e a segurança estão piores do que nunca.

Você é o cara que mais teve amigos e aliados envolvidos, da cueca ao pescoço, em corrupção e roubalheira, gastando com cartões corporativos e dentro de todos os tipos de esquemas.

Você é o cara que conseguiu inchar o Estado brasileiro com tantos e tantos funcionários e ainda assim fazê-lo funcionar pior do que antes.

Você é o cara que mais viajou como presidente deste país, tão futilmente e às nossas custas.

Você é o cara que aceitou todas as ações e humilhações contra o Brasil e os brasileiros diante da Argentina, Bolívia, Equador, Paraguai e outros.

Você é o cara que, por tudo isso e mais um monte de coisas, transformou este país em um lugar libertino e sem futuro para quem não está no grande esquema.

Você é o cara que transformou o Brasil em abrigo de marginais internacionais, negando-se, por exemplo, a extraditar um criminoso para um país democrático que o julgou e condenou democraticamente.

Você é o cara que transformou corruptos e bandidos do passado em aliados de primeira linha.

Você é o cara que está transformando o Brasil num país de parasitas e vagabundos, com o Bolsa-Família, com as indenizações imorais da “bolsa terrorismo”, com o repasse sem limite de recursos ao MST, o maior latifúndio improdutivo do mundo e abrigo de bandidos e vagabundos que manipulam alguns verdadeiros colonos.

É, Lula! Você é o cara…

É o cara-de-pau mais descarado que o Brasil já conheceu.

 

 

Matheus Cajaíba

 

www.jornadacrista.org

Olha o pre-sal aê minha gente!

E o povo brasileiro, que sofre de pressão alta, vai ter que engolir essa sopa bem “salgada”…

 

Lula, Sarney e o pre-sal. Uma grande indigestão brasileira.

Lula, Sarney e o pre-sal. Uma grande indigestão brasileira.

Lula e o bolsa família

 

Sei que muitos não gostam de que um católico publique algo sobre política em um blog católico (esses muitos diriam: “que se diz católico”). Mas não estou aqui para agradar estas pessoas. Repito, como disse em outro post: estamos “nuzinhos” de presidente!

E também “nuzinhos” de candidatos…

Santa Dilma e a história de seu martírio

"Santa" Dilma e a história de seu martírio

 

Até quando?

DESABAFO

 Por Rafael Vitola Brodbeck

Até quando teremos que aturar padres sem batina ou sem clergyman? Sacerdotes que, em vez de ostentar sua incorporação a Cristo pelo sacramento da Ordem, escondem-se do povo, disfarçando-se de leigos?

 

Até quando teremos que aturar Missas que em nada nos indicam seu caráter ontologicamente sacrifical? Palmas ritmadas acompanhando músicas de melodia, harmonia e ritmo absolutamente inadequados, com uma pobreza infantil nas letras? Manifestações desmedidas de alegria quase profana durante a atualização do Calvário? Padres que não vestem os paramentos corretos, sem casula, sem cíngulo, sem amito, substituindo-os por um simplório conjunto de túnica e estola? Clérigos, até Bispos, que desprezam o latim, o canto gregoriano, a polifonia sacra, o órgão, o incenso? Que identificam “Missa em latim” com o rito antigo? Que, ademais, têm como que um ódio mortal a esse rito antigo, e mesmo ao novo celebrado de acordo com as rubricas? Sacerdotes e fiéis que preferem as passageiras e profanas novidades às sadias tradições? Que rechaçam as normas que chegam de Roma, e desobedecem descaradamente, fazendo celebrar a Missa do jeito que querem?

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"Não há quem chore pelas criancinhas"

Fonte: http://www.permanencia.org.br/revista/atualidades/aborto.htm

Não há quem chore pelas criancinhas

Dom Lourenço Fleichman OSB

Bastou um bispo agir segundo a lei da Igreja e o mundo desabou numa enxurrada de blasfêmias e xingamentos. A mídia com sua supremacia apresenta a coisa com essa presunção típica de quem se acha todo-poderosa. Dom José Sobrinho virou carrasco, quando o crime foi cometido por terceiros.

Eis o quadro que se apresenta a qualquer pessoa de bom senso:


1- O bispo que confirmou a excomunhão automática por aborto era a autoridade competente para emitir essa sentença?
Constata-se que a pena de excomunhão ou a declaração dela é da competência do pastor eclesiástico das pessoas envolvidas. Nesse caso, o bispo diocesano ou o seu superior direto, o papa. Como é do conhecimento geral que Dom Sobrinho é o Arcebispo de Recife-Olinda, estamos, sim, diante da autoridade competente.


2- O ato praticado pelas pessoas ora declaradas excomungadas é, de fato, passível dessa grave pena, ou foi invenção do bispo?
De fato, o Direito da Igreja, chamado Direito Canônico, aplica a excomunhão automática, também chamada latae setentiae, para as pessoas que praticam ou que colaboram diretamente no ato de aborto.

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Branco, honesto, contribuinte, hetero… pra que?

Branco, honesto, contribuinte, eleitor, hetero… Pra quê
Ives Gandra da Silva Martins*

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Hoje, tenho eu a impressão de que o “cidadão comum e branco” é agressivamente discriminado pelas autoridades e pela legislação infraconstitucional, a favor de outros cidadãos, desde que sejam índios, afrodescendentes, homossexuais ou se autodeclarem pertencentes a minorias submetidas a possíveis preconceitos.

Assim é que, se um branco, um índio e um afrodescendente tiverem a mesma nota em um vestibular, pouco acima da linha de corte para ingresso nas Universidades e as vagas forem limitadas, o branco será excluído, de imediato, a favor de um deles! Em igualdade de condições, o branco é um cidadão inferior e deve ser discriminado, apesar da Lei Maior.

Os índios, que, pela Constituição (art. 231), só deveriam ter direito às terras que ocupassem em 5 de outubro de 1988, por lei infraconstitucional passaram a ter direito a terras que ocuparam no passado. Menos de meio milhão de índios brasileiros – não contando os argentinos, bolivianos, paraguaios, uruguaios que pretendem ser beneficiados também – passaram a ser donos de 15% do território nacional, enquanto os outros 185 milhões de habitantes dispõem apenas de 85% dele.. Nessa exegese equivocada da Lei Suprema, todos os brasileiros não-índios foram discriminados.

Aos ‘quilombolas’, que deveriam ser apenas os descendentes dos participantes de quilombos, e não os afrodescendentes, em geral, que vivem em torno daquelas antigas comunidades, tem sido destinada, também, parcela de território consideravelmente maior do que a Constituição permite (art. 68 ADCT), em clara discriminação ao cidadão que não se enquadra nesse conceito.

Os homossexuais obtiveram do Presidente Lula e da Ministra Dilma Roussef o direito de ter um congresso financiado por dinheiro público, para realçar as suas tendências – algo que um cidadão comum jamais conseguiria!

Os invasores de terras, que violentam, diariamente, a Constituição, vão passar a ter aposentadoria, num reconhecimento explícito de que o governo considera, mais que legítima, meritória a conduta consistente em agredir o direito. Trata-se de clara discriminação em relação ao cidadão comum, desempregado, que não tem esse ‘privilégio’, porque cumpre a lei.

Desertores, assaltantes de bancos e assassinos, que, no passado, participaram da guerrilha, garantem a seus descendentes polpudas indenizações, pagas pelos contribuintes brasileiros. Está, hoje, em torno de 4 bilhões de reais o que é retirado dos pagadores de tributos para ‘ressarcir’ aqueles que resolveram pegar em armas contra o governo militar ou se disseram perseguidos.

E são tantas as discriminações, que é de perguntar: de que vale o inciso IV do art. 3º da Lei Suprema?

Como modesto advogado, cidadão comum e branco, sinto-me discriminado e cada vez com menos espaço, nesta terra de castas e privilégios.

( *Ives Gandra da Silva Martins é renomado professor emérito das universidades Mackenzie e UNIFMU e da Escola de Comando e Estado do Exército e presidente do Conselho de Estudos Jurídicos da Federação do Comércio do Estado de São Paulo ).

 

Fonte: http://noticias-lepanto.blogspot.com/2009/02/branco-honesto-contribuinte-eleitor.html

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