Erros Protestantes


1 — Protestantes: — Todas as verdades reveladas por Deus encontram-se na Bíblia.

O que diz a Bíblia:

“Há muitas outras coisas que Jesus fez e que, se fossem escritas uma por uma, creio que no mundo inteiro não caberiam todos os livros que teriam que ser escritos”. (Jô 21,25)

“Embora tenham muitas coisas a vos escrever, não quis fazê-lo com papel e tinta. Mas quero ir ter convosco e vos falar de viva voz, para que a nossa alegria seja perfeita”. (3jo13)

“Jesus fez, diante de seus discípulos, muitos outros sinais, que não se encontram escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome”.

2 — Protestantes: — Só a Bíblia contém as regras da fé, não a tradição.

O que diz a Bíblia:

Por conseguinte, irmãos ficai firmes: guardai as tradições que vos ensinamos oralmente ou por escrito. (2Ts 2,2)

“O que de mim ouviste na presença de muitas testemunhas, confia-o a homens fiéis, que sejam idôneos para ensiná-los a outro” (2Tm 2,2).

3 — Protestantes: O único magistério é o da Bíblia. Somente nela se pode crer.

O que diz a Bíblia:

“Ele lhes disse de novo: A paz esteja convosco! Como o Pai me enviou, também eu vos envio. Dizendo isto, soprou sobre eles e lhes disse: recebei o Espírito Santo”. (Jo 20 20,21)

“… ide, pois, e fazei com que todas as nações se tornem minhas discípulas, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo, e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei. E eis que estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos!” (Mt 28, 19-20).

“Quem vos ouve, a mim ouve, quem vos despreza, a mim despreza e também despreza aquele que me enviou”. (Lc 10, 16).

“Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que vos disse”. (Jô 14,26)

4 — Protestantes: A Bíblia é fácil de se entender, quem a lê está livre de erro.

O que diz a Bíblia: Continue lendo »

Intercessão dos Santos


EX – TEÓLOGO PROTESTANTE ENSINA: VENERAÇÃO AOS SANTOS X JESUS ÚNICO INTERCESSOR!

Autor: Scott Hahn.
Fonte: Lista “Tradição Católica”
Tradução: Sandra KatkmanA VENERAÇÃO DOS SANTOS NÃO TRANSGRIDE A SITUAÇÃO DE CRISTO NOSSO ÚNICO MEDIADOR

Eu quero que vocês saibam que os santos não são uma rota alternativa para se chegar até Deus.

Se você pensa que sim, então pare de rezar para os santos até que você tenha sua vida espiritual reajustada de volta no curso normal.

Porque você não é um bom católico.

O fato é que existe um único mediador entre Deus e o homem, que é o homem Jesus Cristo.

Paulo não poderia ter deixado isto mais claro em Timoteo.

Ele diz, “Há um só mediador entre Deus e os homens, um homem, Cristo Jesus.”

Vejamos o que diz Timoteo. 1 Tim 2, 5: “Ha um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, um homem, Cristo Jesus, que se deu em resgate por todos.”

Agora que conclusões podemos tirar disto?

Podemos concluir falsamente que porque nós temos um mediador, logo estamos enfraquecendo o trabalho de Cristo ao pedirmos para os santos intercederem a nosso favor?

Não, claro que não.

Esqueça o fato de que os santos são cristãos que estão no céu, nós temos ciência do fato de que os cristãos da terra são constantemente chamados de santos no novo testamento.

Isto é o que nós somos.

Isto é o que nós devemos nos tornar, e se continuarmos em frente e nos mantermos firmes na fé, isto é o que seremos por toda eternidade.

Mas somos santos se estivermos em Cristo.

Agora, católicos ou não, se alguém vos pedir para rezar por eles, para interceder por eles `a Deus, vocês sairão por aí dizendo, “Como se atreve a debilitar a única mediação de Jesus Cristo, o único Sumo Sacerdote?”

Claro que não.

Por que?

Porque o que diz Paulo nos primeiros quatro versiculos anteriores a 1 Tim 2, 5?

“Eu recomendo, pois antes de tudo, que se façam pedidos, orações, súplicas e ações de graças, por todos os homens”.

Só através de Jesus?

Claro que não.

 

Por nós, “pelos reis e todos os que detêm a autoridade, a fim de que levemos uma vida calma e serena, com toda piedade e dignidade.

Eis o que é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, que quer que todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade.

Pois há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens.”

Eu costumava citar este texto fora do contexto e usava-o para minar a veneração devida aos santos que está enraizada em duas coisas, pedir-lhes por intercessão e súplica e ser inspirado a seguir o exemplo deles.

Nós podemos adicionar uma terceira que é, honrá-los.

Nós os glorificamos quando nós os veneramos.

E por quê?

Porque nós ficamos entediados após dez ou quinze horas honrando a Cristo?

Não.

É precisamente porque nós honramos a Cristo.

É precisamente porque nós imitamos Cristo.

Nós imitamos Cristo, então se O vemos honrando aqueles que morreram pela verdade, aqueles que professaram a fé com muito sofrimento, nós fazemos aquilo que Cristo faz e nós glorificamos aqueles que Ele glorifica.

Aqueles que Ele bendiz, nós bendizemos.

É bem simples.

Só quando inconscientemente reduzimos a fé cristã a um relacionamento individualista – Jesus e eu – é que começa a se tornar uma coisa tipicamente americana auto-centrada.

Quero dizer, encaremos, a familia americana não é um grande exemplo de laços fortes de comunicação atualmente.

E tem sido assim por séculos.

Você sabia que Daniel Boone era um dos piores pais?

… Grandes heróis americanos, fortes individualistas, não eram grandes homens de familia.

Você devia ouvir o que a mulher de John Adams tem a dizer – uma feminista radical…

Ela não estava mais preocupada com o matrimonio e com a familia e o lar e a América.

Ela estava preocupada com os direitos do individuo que ela pudesse exercer e que outros pudessem exercer e caso contrário, que eles pudessem conseguir a força.

Este é o jeito americano.

Como se costumava dizer no século 18:

“Nós servimos a nenhum governante”.

Nenhum rei, e reis eram sempre figuras paternas.

Eu não estou argumentando a favor de monarquia política e política natural porque o pecado humano é o que é.

Mas nós temos uma monarquia sobrenatural, um reino celeste, uma figura paterna distante do pecado que concede sua vida e graça pura aos nossos irmãos e irmãs mais velhos, seus filhos.

 

E este reino é o Reino do Céu.

E isto nos inspira de uma forma muito maior a servir a nosso Soberano e a servir ao seu gabinete de ministros e príncipes e princesas que ele nos outorga.

Você percebe como é difícil para os americanos pensarem e agirem deste modo?

Quando tudo em nossa cultura segue na direção contrária?

A quem nos curvamos em nossa sociedade?

Ninguém.

E mesmo quando dizemos:

“Your Honor” para um juiz ou “Your Excellency” para um arcebispo, parece uma coisa não natural, e nós arrepiamos, não arrepiamos?

Não é americano.

“Quem você pensa que é?”

Mas o fato é que numa família, não é a pessoa tanto quanto o ofício que nós veneramos e honramos.

E é isto que fazemos quando nós veneramos os santos.

Nós estamos imitando Cristo que os honra.

Por nossa vez, nós queremos imitar os santos no serviço à Cristo.

“We Are Family”, constumava cantar o grupo Sister Sledge muitos anos atrás (final dos anos 70).

Nós somos a família de Deus.

Nenhum pai vai se sentir traído ou ignorado ou rejeitado quando os irmãos e irmãs se amam e inspiram uns aos outros no sacrifício e serviço corajoso pelo nome da família.

É até mesmo bôbo quando se coloca desta forma, mas que outros termos bastariam para o que a Santíssima Trintada, a Família Divina, têem feito por toda a história?

É a única forma que faz sentido.

É a única que engloba toda a Biblia.É a única razão pela qual Paulo em 1 Tim 2, 5 considera um mediador e ainda diz o que diz em 1 Tim 2, 1-4

“Pois, porque há um só mediador, nós podemos fazer orações, súplicas e pedidos com uma confiança maior, por todos os homens”, até mesmo para os reis e para os ricos e prósperos e para os corruptos.

Por que?

Porque só há um mediador, o Homem-Deus, Jesus Cristo.

Nós poderíamos enlouquecer fazendo orações como jamais tinhamos feito antes.

Por que?

Porque só há um mediador.

Será que isto significa que que não haja outros intercessores, outros a quem fazer súplicas?

Não!

Claro que não.

Só há um mediador e porque nosso mediador é o mais fabuloso que nós podemos imaginar, nós temos agora

Virgindade de Maria


Autor: Jaime Francisco de Moura
Fonte: http://www.veritatis.com.br/article/5434

Mensagem
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A Bíblia diz que José “coabitou” com Maria, o que quer dizer “relação intima”. Como explicar isso já que acredito que Maria permaneceu virgem?

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Caro Adriano!

Na Bíblia em (Mateus 1,25), o que está escrito é: “E José não a conheceu até que ela deu à luz..” Muitos concluem que a conheceu depois.

Isto é uma falsa acusação dos protestantes. Parece desconhecerem que a expressão “até que” é, na Bíblia, um hebrismo que significa “Sem que”, invertendo-se os termos da frase. Significa, então, que Maria “deu á
luz sem que José A tivesse conhecido”, e nada mais.

São incontáveis os exemplos disso na Bíblia. Eis apenas um: “O coração do justo está firme e não temerá “até que” veja confundidos os seus inimigos” (Salmos 111,8). Ora, se não temeu antes, não temerá depois. O sentido é: “os inimigos serão confundidos sem que o coração do justo tema”. Assim S. Mateus quis apenas afirmar que “Maria concebeu sem participação de José”. Conferir na Bíblia outros casos desse modo de falar: (Sabedoria 10,14) (Salmos 56,2 71,7; 109,1) (Hebreus 1,13) (2 Samuel 6,23)
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Ser Como Anjos


Fonte: Permanência

Prática em dia do Arcanjo S. Miguel

Padre Manuel Bernardes

 Angeli eorum in Caelis semper vidents faciem Patris mei (Matth. 18)

 I

 

Se aos Anjos festejam neste dia os homens, não sei eu melhor modo de os festejar do que aspirando os homens a ser Anjos. Não pareça temerária a pretensão; por quanto o que não pode a natureza, pode a graça. E para que os fundamentos desta verdade se entendam, ouçam a seguinte história, que se bem no modo de referir-se parecerá nova, na substância é a mais antiga que há no mundo.

 

No princípio criou Deus o Céu, e a terra: fez a luz dividindo-a das trevas: criou aos Anjos, e formou aos brutos animais. Chegou o sexto dia, e disse em sua mente: Agora hei de fazer uma criatura, que seja um resumo das mais, e um mundo abreviado: Formavit igitur Dominus Deus hominem de limo terrae, et in spiravit in faciem spiraculum vitae (Gen. 2, 7). Esta criatura pois foi o homem, composto de corpo e alma, corpo que lhe formou do limo, alma que saiu da boca de Deus. E ficou o homem quanto ao corpo sendo terra, e quanto à alma Céu: por aquela parte sendo trevas, e por estoutra luz: pela primeira semelhante a bruto, e pela segunda semelhante a Anjo. E havendo Deus de sinalar-lhe habitação, quis que fosse aquele lugar onde o Céu e a luz confinam com a terra, e trevas que é a superfície da terra; e dando-lhe estatura reta, disse: Com a parte ínfima de teu corpo, que são os pés, pisarás a terra; e com a parte suprema, que é a cabeça, olharás para o Céu, e buscarás com o discurso: se obrares racionavelmente como Anjo, tua alma levantará consigo o corpo ao Céu: se obrares irracionavelmente como bruto, o teu corpo abaterá consigo a alma ao inferno.

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Ser Como Anjos (parte II)


II

 

Quanto à primeira que é a Castidade, esta parece tocou o nosso texto naquelas palavras: Angeli eorum semper vident faciem Patris mei. Os Anjos, diz Cristo, sempre estão vendo a face de meu Pai. Porque não disse a face de Deus, senão a face de meu Pai; quando o que beatifica os Anjos, não é a vista da face de Deus só enquanto Pai, e primeira pessoa, senão a face de Deus enquanto Deus, e todas três? Assim é; mas um dos deleites que os Anjos recebem na face de Deus, é ver como sendo Pai, é juntamente Virgem: e à sua imitação para encarnar seu Filho lhe escolheu uma Mãe também Virgem. Por onde dizer Cristo verdadeiro Deus, e homem: a face de meu Pai: faciem Patris mei; foi tocar nestas duas gerações as mais castas, que pode haver: uma eterna, segundo a qual é filho da Virgem, sem pai porque, ainda que Pai e Mãe geraram a Cristo perfeitamente, foi com pureza castíssima. E esta maravilha estão os Anjos vendo com excessivo deleite na face de Deus Padre: Angeli eorum semper vident faciem Patris mei.

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Ser Como Anjos (parte III)


III

 

Sendo logo a castidade virtude que faz aos homens semelhantes a Anjos; qual é a razão porque seguem o contrário vício que os faz semelhantes a brutos? Oh grande lástima; que podendo qualquer de nós ser homem com semelhança de Anjo, se faça bruto só com aparência de homem! Verdadeiramente um homem que não ama a castidade, só no exterior é homem: porque a alma se lhe faz como material, grossa e escura, de modo que já parece que não pertence às cadeiras dos Anjos, e à luz do Céu, senão às masmorras tenebrosas do inferno. E assim como na Escritura, os castos tem nome de Anjos, assim os luxuriosas tem nome de animais. Disse-o o Apóstolo São Tadeu, onde falando destes tais, diz: Quaecumque autem naturaliter, tanquam muta animalia, norunt, in bis corrumpuntur (Jud. 5, 11). E a causa diti tinha apontado o mesmo Apóstolo dizendo: Dei nostri gratiam transferentes in luxuriam: Que os tais trocavam a graça de Deus pelo seu apetite; e se a graça de Deus, como ao princípio dizíamos, é a que transfere o homem em Anjo; que havia de fazer quem desprezou a graça pelo seu apetite, senão transformar-se em bruto: tanquam muta animalia.

 

Mas já eu não estou tão mal com os que caem por sua própria miséria, como com os que fazem cair pelo escândalo que dão. Que lhe não baste ao homem pecar, senão que também há de fazer pecar aos outros? Que se não contente um ímpio com ser filho da perdição, e discípulo da maldade, se também não for pai e mestre dela? Miséria é esta digna do sentimento e gemidos do mesmo Deus: Vae mundo à scandalis: Ai do mundo, assolado com escândalos, exclama Cristo no Evangelho de hoje. E se bem todas as virtudes padecem escândalos no mundo, esta da caridade como mais mimosa, e delicada os padece muito mais. É o mundo um campo, como lhe chama S. Ambrósio. São os escândalos espinhos, como os compara S. Jerônimo: e é a castidade açucena, como disse São Bernardo. E mal pode neste campo, entre tantos espinhos, deixar de magoar-se esta açucena. Nec enim (diz o mesmo São Bernardo) vel levissimam spinae sustinet ullatenus punctionem floris teneritudo. Os trajos pouco honestos, que estão peitando os olhos para que atendam, e fazendo à alma vendável o seu pecado: eis aí um espinho que lastima a flor da castidade. Os livros obscenos e vãos, que não sei como no princípio trazem licença para se imprimir, e mais se imprimem na alma para a escurecer, do que na oficina para saírem à luz: eis aí outro espinho, e outro escândalo. As pinturas indecentes, que estão com vozes mudas e permanentes, pregando mundo e carne e liberdade em lugar de penitência, e seus artífices lhe hão de pagar o preço do inferno: eis aí outro escândalo. As comédias, escolas de esgrima onde se joga a espada preta do pecado, para que depois saibam julgar a branca: mais outro escândalo. As palavras torpes e licenciosas, que agora se usam em lugar das orações e canções pias da cartilha que se ouviam pelas ruas em tempo do Padre Mestre Ignácio Martins; e são jaculatórias do diabo com que atira pelas janelas dentro: Ascendit mors per fenestras: mais outro escândalo. Os maus conselhos e companhias dos chamados amigos, mas na verdade inimigos, pois são confederados do demônio para perverter as almas: mais outro escândalo; aí da açucena da castidade tão cercada de espinhos: Vae mundo à scandalis.

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Ser Como Anjos (parte IV)


IV

 

A outra virtude que faz os homens semelhantes a Anjos, é o amor de Deus exercitado por freqüentes atos de presença sua. Angeli eorum semper vident faciem Patris mei. Os Anjos (diz Cristo) sempre estão vendo a face de Deus. Se sempre estão vendo, sempre estão amando; porque da vista da fermosura infinita, necessariamente procede o seu amor. E assim como o Sol no mesmo ponto em que difunde a luz, imprime o calor; assim aquele Sol incriado, no mesmo ponto em que ilustra os entendimentos, abrasa as vontades.

 

Mas se os homens não vemos a Deus, como vêem os Anjos, como os podemos imitar no exercício do amor? Não vemos cara a cara, mas vemos por fé, que também é luz, ainda que mais escassa. Excitando em nós esta fé, também excitaremos o amor; e destes atos de fé e amor continuados, consta o exercício que chamamos da presença de Deus: o qual bem freqüentado, de um homem faz um Anjo; porque no seu tanto faz o que os Anjos fazem; que é ver e amar a Deus: Angeli eorum semper vident faciem Patris mei.

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Ser Como Anjos (parte V)


V

 

Mas reparará alguém naquela palavra Semper: Sempre. Como pode um homem frágil andar sempre na presença de Deus? Respondo que assim como há Anjos de mais ou menos alta jerarquia, assim há homens que participam mais ou menos a semelhança dos Anjos. As jerarquias dos Anjos puros espíritos distinguem-se por estar mais ou menos perto de Deus. E as dos anjos humanos distinguem-se por andar mais ou menos tempo, com mais ou menos fervor em sua presença. Quem andar sempre, será Serafim, porque anda, porque anda mui perto. Quem não puder ser Serafim, seja de outra ordem inferior. Mas estejamos certos que o uso facilita muito este exercício, e a graça de Deus muito mais. O Padre Carlos Condren, Prepósito Geral da Congregação do Oratório em França, ainda quando antes de ser Sacerdote andava ocupado com negócios do século, não perdeu em muitos anos a presença de Deus mais que oito, nove vezes por intervalo brevíssimo, como consta da sua confissão geral manuscrita. E veio a ser Serafim tão abrasado no amor divino, que se lhe quebraram as costelas pela mesma causa que a meu Patriarca São Felipe Neri. A Venerável Madre Maria Victória, fundadora das Freiras da Anunciada, que chamam as Celestes, de tal modo tinha o ânimo pregado na presença de Deus, que a não divertiam as ocupações, nem colóquios com outras pessoas. E se se distraía um pouco, só com esta palavra Amor de Deus, como com fogo chegado à pólvora, se acendia novamente. O servo de Deus Gregório Lopes, por muitos anos contínuos, quantas vezes respirou, tantas disse falando com Deus: Seja feita a vossa vontade, assim na terra como no Céu. Estas e outras semelhantes maravilhas facilitou o uso continuado e os auxílios da graça de Deus bem aproveitados. E por isso estas pessoas saíram na pureza de vida verdadeiramente Anjos.

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Discípulos e Missionários de Jesus Cristo, a exemplo de Maria, comprometidos com o Reino de Deus


 

Festa de Nossa Senhora de Fátima.

3ª. Noite de Novena – 11/10/2008

Tema: “Discípulos e Missionários de Jesus Cristo, a exemplo de Maria, comprometidos com o Reino de Deus“.

 

Amados irmãos que celebram durante estas nove noites a aparição de Nossa Senhora na cidade de Fátima em Portugal, que a paz de Jesus e o amor de Maria estejam com todos nós!

“A 13 de Maio de 1917, três crianças apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguesia de Fátima, concelho de Vila Nova de Ourém, hoje diocese de Leiria-Fátima. Chamavam-se Lúcia de Jesus, de 10 anos, e Francisco e Jacinta Marto, seus primos, de 9 e 7 anos. Por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, como habitualmente faziam, entretinham-se a construir uma pequena casa de pedras soltas, no local onde hoje se encontra a Basílica. De repente, viram uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão iluminou o espaço, e viram em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma ‘Senhora mais brilhante que o sol’, de cujas mãos pendia um terço branco. A Senhora disse aos três pastorinhos que era necessário rezar muito e convidou-os a voltarem à Cova da Iria durante mais cinco meses consecutivos, no dia 13 e àquela hora”.

Esta é amados irmãos a mesma Senhora que disse SIM ao Anjo Gabriel (confira Lc1, 38), esta é a mesma Senhora que teve seu coração traspassado de dor ao ver o seu Filho morto na Cruz (Jo19, 25 e Lc2, 35), a mesma Senhora que recebeu Deste Filho toda a humanidade (Jo19, 26-27), esta é a mesma Senhora que também O viu Ressuscitar (Mt28, 6), esta é a mesma Senhora que todas as gerações devem proclamar de Bem Aventurada (Lc1, 45 e 48), a mesma Senhora que encontrou a Graça que a humanidade havia perdido com Adão e Eva (Lc1, 30) e por ser detentora de toda a Graça, é ela que nos dispensa e distribui esta Graça, e foi isto que ela fez em Caná da Galiléia, adiantou pois as maravilhas do Senhor, e confiante em Seu Amado Filho, não deu outra ordem senão “Fazei o que Ele vos disser” (Lc2, 5). Continue lendo »

Tolerancia Religiosa? Não! Intolerancia contra a Mentira!


Fonte: Santo Tomas

Cardeal Pio

Sermão pregado na Catedral de Chartres (excertos); 1841.

Meus irmãos (…),

Nosso século clama: “tolerância, tolerância”. Tem-se como certo que um padre deve ser tolerante, que a religião deve ser tolerante. Meus irmãos, não há nada que valha mais que a franqueza, e eu aqui estou para vos dizer, sem disfarce, que no mundo inteiro só existe uma sociedade que possui a verdade e que esta sociedade deve ser necessariamente intolerante. Mas antes de entrar no mérito, distinguindo as coisas, convenhamos sobre o sentido das palavras para bem nos entendermos. Assim não nos confundiremos.

A tolerância pode ser civil ou teológica. A primeira não nos diz respeito, e não darei senão uma pequena palavra sobre ela: se a lei tolerante quer dizer que a sociedade permite todas as religiões porque, a seus olhos, elas são todas igualmente boas ou porque as autoridades se consideram incompetentes para tomar partido neste assunto, tal lei é ímpia e atéia. Ela exprime não a tolerância civil como a seguir indicaremos, mas a tolerância dogmática que, por uma neutralidade criminosa, justifica nos indivíduos a mais absoluta indiferença religiosa. Ao contrário, se, reconhecendo que uma só religião é boa, a lei suporta e permite que as demais possam exercer-se por amor à tranqüilidade pública, esta lei poderá ser sábia e necessária se assim o pedirem as circunstâncias, como outros observaram antes de mim (…).

Deixo porém este campo cheio de dificuldades, e volto-me para a questão propriamente religiosa e teológica, em que exponho estes dois princípios: primeiro, a religião que vem do céu é verdade, e é intolerante com relação às doutrinas errôneas; segundo, a religião que vem do céu é caridade, e é cheia de tolerância quanto às pessoas.

Roguemos a Nossa Senhora vir em nossa ajuda e invocar para nós o Espírito de verdade e de caridade: Spiritum veritatis et pacis. Ave Maria.

Faz parte da essência de toda a verdade não tolerar o princípio que a contradiz. A afirmação de uma coisa exclui a negação dessa mesma coisa, assim como a luz exclui as trevas. Onde nada é certo, onde nada é definido, podem-se partilhar os sentimentos, podem variar as opiniões. Compreendo e peço a liberdade de opinião nas coisas duvidosas: in dubiis, libertas. Mas, logo que a verdade se apresenta com as características certas que a distinguem, por isso mesmo que é verdade, ela é positiva, ela é necessária, e por conseguinte ela é una e intolerante: in necessariis, unitas. Condenar a verdade à tolerância é condená-la ao suicídio. A afirmação se aniquila se duvida de si mesma, e ela duvida de si mesma se admite com indiferença que se ponha a seu lado a sua própria negação. Para a verdade, a intolerância é o instinto de conservação, é o exercício legítimo do direito de propriedade. Quando se possui alguma coisa, é preciso defendê-la, sob pena de logo se ver despojado dela. Continue lendo »

Depósito da Fé: a Tradição Escrita e a Tradição Oral


Fonte: A Fé Cristã: Coletânea de Sentenças Patrísticas. Volume 2: Deus Pai, Filho e Espírito Santo.

Sabe-se, inquestionavelmente, que Jesus passou todo o seu ministério público ensinando as coisas de Deus Pai por viva voz, mediante a pregação oral, com exceção de uma única vez, quando escreveu, com o dedo, na terra (cf. Jo. 8,6); infelizmente, nessa oportunidade única, nenhum dos evangelistas documentou o que ele teria escrito no chão.

Igualmente, constata-se na Bíblia que Jesus jamais ordenou aos seus discípulos para que colocassem por escrito os seus ensinamentos, mas os convocou para que, assim como ele, pregassem o Evangelho a toda criatura (cf. Mc. 16,15), afirmando, ainda, que aqueles que ouvissem seus discípulos estariam ouvindo a Ele mesmo (cf. Lc. 10,16). Por isso, os primeiros escritos do Novo Testamento – as epístolas de São Paulo – começaram a surgir 20 anos após a ressurreição do Senhor (os primeiros evangelhos, no entanto, somente passaram a aparecer depois de 40 anos!). Percebe-se, assim, que os discípulos de Jesus obedeceram fielmente a sua ordem, primeiramente pregando e formando as primeiras comunidades, para só depois escrever e, mesmo assim, apenas quando necessário. Continue lendo »

PSL Cedro

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Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

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