Festa de Nsa. Sra. das Graças!


4ª. Noite de Novena – 20/11/2008

Tema: “Discípulos e Missionários enviados a anunciar o Evangelho da Paz e da Justiça“.

Amados irmãos que celebram durante estas nove noites a aparição de Nossa Senhora à jovem Santa Catarina, da cidade de Labouré-França, que a paz de Jesus e o amor de Maria estejam com todos nós!

“Em uma tarde de sábado, no dia 27 de novembro de 1830, na capela das Irmãs Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, Santa Catarina Labouré teve uma visão de Nossa Senhora. A Virgem Santíssima estava de pé sobre um globo, segurando com as duas mãos um outro globo menor, sobre o qual aparecia uma cruzinha de ouro. Dos dedos das suas mãos, que de repente encheram-se de anéis com pedras preciosas, partiam raios luminosos em todas as direções e, num gesto de súplica, Nossa Senhora oferecia o globo ao Senhor.”.

Com esta aparição e muitas outras, Nossa Mãe se mostra fiel ao Evangelho que acabamos de ler. Ela que permaneceu fiel, e esteve com Seu Amado Filho, desde sua Santa Concepção, passando pelo seu Santo Nascimento, até a sua morte na Cruz. É por isso, amados irmãos, que a Milagrosa Medalha que ela nos manda usar tem cunhado não somente o Sacratíssimo Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas também o seu coração, traspassado por uma lança de dor como havia professado o velho Simeão (cf. Lc2, 35). E fiel a Boa Nova de seu Filho, ela não abandona a Cruz, tampouco os apóstolos, seus filhos entregues na própria Cruz (Jo19, 26) e se faz presente com eles no dia de Pentecostes (At1, 14), e ainda hoje não cessa de orar e interceder por nós! Continue lendo »

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Confissões de um ex-maçom


Confissões de um antigo maçom

Maurice Caillet, venerável de uma loja maçônica, revela segredos em «Eu fui maçom»

MADRI, quinta-feira, 6 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Maurice Caillet, venerável de uma loja maçônica durante 15 anos, revela segredos da Maçonaria em um livro recém-publicado por «Libroslibres», com o título «Yo fui mazón» («Eu fui maçom»). 

Rituais, normas de funcionamento interno, juramentos e a influência na política desta organização secreta saem agora à luz, em particular as implicações do juramento que obriga a defender outros «irmãos» maçons. 

O volume revela também a decisiva influência da Maçonaria na elaboração e aprovação de leis, como a do aborto na França, da qual ele, como médico, participou ativamente. 

Caillet, nascido em Bordeaux (França) em 1933, especializado em Ginecologia e Urologia, praticou abortos e esterilizações antes e depois de obterem de amparo legal em seu país. Membro do Partido Socialista Francês, chegou a cargos de relevância na área da saúde pública. 

– Quando você entrou oficialmente na Maçonaria?

– Maurice Caillet: No início de 1970 me convocaram para uma possível iniciação. Eu ignorava praticamente tudo acerca do que me esperava. Tinha 36 anos, era um homem livre e nunca me havia afiliado a sindicato nem partido político algum. Assim, pois, uma tarde, em uma discreta rua da cidade de Rennes, chamei à porta do templo, cuja frente estava adornada por uma esfinge de asas e um triângulo que rodeava um olho. Fui recebido por um homem que me disse: «Senhor, solicitou ser admitido entre nós. Sua decisão é definitiva? Você está disposto a submeter-se às provas? Se a resposta for positiva, siga-me». Fiz um gesto de acordo com a cabeça. Colocou-me então uma venda preta sobre os olhos, segurou-me pelo braço e me fez percorrer uma série de passarelas. Comecei a sentir certa inquietude, mas antes de poder formulá-la, ouvi como se fechava a porta detrás de nós…

– Em seu livro «Yo fui mazón», você explica que a maçonaria foi determinante na introdução do aborto livre na França em 1974. 

– Maurice Caillet: A eleiç&ati lde;o de Valéry Giscard d’Estaing como presidente da República francesa em 1974 levou Jacques Chirac a ser eleito primeiro-ministro, tendo este como conselheiro pessoal Jean-Pierre Prouteau, Grão-Mestre do Grande Oriente da França, principal ramo maçom francês, de tendência laicista. No Ministério de Saúde colocou Simone Veil, jurista, antiga deportada de Auschwitz, que tinha como conselheiro o Dr. Pierre Simon, Grão-Mestre da Grande Loja da França, com o qual eu mantinha correspondência. Os políticos estavam bem rodeados pelos que chamávamos de nossos «Irmãos Três Pontos», e o projeto de lei sobre o aborto se elaborou com rapidez. Adotada pelo Conselho de Ministros no mês de novembro, a lei Veil foi votada em dezembro. Os deputados e senadores maçons de direitas e esquerdas votaram como um só homem! Continue lendo »

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