Padres de Fama:um superficial reconhecimento de ervas daninhas – Montfort


André Roncolato Siano
 
     Não sou especialista em botânica, apesar de ter tênue conhecimento da complexíssima e belíssima terminologia desta área da biologia que se ocupa de uma matéria tão interessante quanto vasta. Confesso que também não sou agricultor, nem mesmo um humilde jardineiro, que, não obstante seu desconhecimento científico, é capaz de saber produzir e manejar com tal habilidade as grandes plantações ou os pequenos jardins, que reis já concederam a eles títulos de nobreza por seus trabalhos.
 
     Para nós que conhecemos tão pouco das plantas e das árvores, foi que Nosso Senhor ensinou uma comparação tão simples:
 
     “Sic omnis arbor bona fructus bonos facit, mala autem arbor fructus malos facit; non potest arbor bona fructus malos facere, neque arbor mala fructus bonos facere.”(Mt. VII 17-18)
     
     [Assim, toda árvore boa produz frutos bons, e toda árvore má produz frutos maus. Uma árvore boa não pode dar frutos maus, nem uma árvore má dar frutos bons.]  
 
     Evidentemente, em Sua Divina Sabedoria, Nosso Senhor, não nos ensinava botânica, nem jardinagem. Mas nos ensinava como julgar as falsas doutrinas e os falsos profetas. Pois até mesmo a mais humilde das pessoas, do ponto de vista intelectual, sabe distinguir um bom fruto de um fruto podre.
 
     Conhecendo-se o fruto bom, sabe-se distinguir o fruto ruim. Conhecendo-se a Doutrina Verdadeira, sabe-se distinguir as falsas doutrinas e seus simulacros. Conhecendo-se os santos, sabe-se distinguir os padres RCC.
 
     Onde achamos os santos? 
 
     Como os reconhecemos?
  
     Na história encontramos os santos sob as linhas esquecidas do martírio e das batalhas, em violentos confrontos contra a heresia e a mentira. Sob as incompreensões e rejeições do mundo, que sempre os odiou. E eles [os santos] sempre odiaram o mundo e suas seduções, pois sabiam que é impossível amar ao mundo e a Deus ao mesmo tempo. É irreconciliável a sã doutrina e o mundo.
           
     Os santos, os encontramos sob o capuz da solidão da clausura, protegendo–se do orgulho e da vaidade pela santa obediência. Achamos os santos sob os altares, onde agora Nosso Senhor se oferece no memorial de sua morte nas Santas Missas, ainda mais ocultos do que eram em suas vidas, para que, como eles sempre ardentemente desejaram, só Cristo possa se manifestar.
 
     Hoje muitos argumentam, numa tentativa desesperada de fomentar a nefasta doutrina da RCC e seus padres, que bastaria verificar os frutos da RCC e suas supostas conversões, e voilà, veríamos a árvore boa. Entretanto – por precaução – trouxe um machado que ao final deste artigo – suponho – será muito útil.
 
     Comecemos então, por verificar a semente da RCC, que diga-se de passagem, é semente de péssima qualidade. A semente da RCC é protestante. De cotilédones fundidos da união ilícita de protestantes e católicos em Duquesne, nutrida no substrato do Concílio Vaticano II, e regada pelo Cardeal Suenens, acusado de ser membro maçonaria.
 
     Para essa verificação usaremos uma metodologia bem simples. Verificar-se-ão os frutos mais pujantes e vistosos, pois se estes forem ruins, muito provavelmente tampouco os demais frutos serão bons.
     
     Isso até me fez recordar de um fato pitoresco, que diz mais ou menos assim: que em fim de feira toda fruta é igual… Os feirantes garantem a altos brados…
 
     Por grosseira comparação, digamos que esses frutos mais representativos da Renovação Carismática sejam seus famosíssimos e milagreiros padres. Digo que esses padres são famosos, não por sua proeminência doutrinal, ou por serem grandes confessores, ou ainda, por terem sido vítimas do martírio in odio fidei, mas, por força de sua “piedade” televisiva, estarem eles com relevante freqüência se requebrando em programas de auditório, seja nos auditórios de suas próprias TVs ou nas de outrem.
 
     Antes de terminar de escrever o parágrafo anterior já ouvia os barulhentos e ressentidos protestos, dizendo-me que esse meu argumento é mera acusação de um fariseu hipócrita, pois até mesmo Nosso Senhor freqüentava a casa dos pecadores.
 
     De fato Nosso Senhor freqüentou a casa de pecadores. Mas não os bajulou e nem aprovou o seu pecado. Muito pelo contrário. Nosso Senhor caridosamente os chamou de volta ao bem. E quando via que recusavam a se arrepender – como os fariseus – chamou-os de malditos, raça de víboras e outros ternos e doces adjetivos. Pois, em Sua Divina Sabedoria, Ele, em primeiro lugar, fez justiça a seus anfitriões, nomeando-os pelo que de fato eram; e, em segundo lugar, admoestando-os à conversão. Algumas almas só se convertem a Deus pela dureza e severidade da correção, e pela clareza com que se lhes mostra a verdade.
 
     Contrariamente ao exemplo de Cristo, vemos como age o Padre Antonio Maria. Padre que se permite ir aos mais baixos programas televisivos. Programa nos quais seus convidados e apresentadores, entre uma piada pornográfica e um comentário insinuante, fazem sátiras à doutrina da Igreja e a Deus. Tudo sob a bênção e a carismática compreensão desse sacerdote da RCC. Esse “santo” sacerdote chegou a máxima ousadia de realizar o simulacro do fenomenal e bem noticiado casamento do Fênomeno, que durou fenomenologicamente tão pouco que nem os malabarismos do irracionalismo kantiano são capazes de explicar…
           
     Outro fruto da RCC é o bem conhecido — senão o mais conhecido — Padre Marcelo Rossi. Larga é sua fama decorrente de seus CDs de baixíssima qualidade musical e de nulidade estética. Pela sua freqüência aos mesmos círculos que Padre Antonio Maria sóe visitar, isto é, programas de baixo nível. Padre Marcelo também é exímio macaqueador do Aspérges[1], ou a aspersão da água benta.  Padre Marcelo realiza o “asperges” com um caudaloso balde de lavar chão, profanando o rito, como na forma de uma brincadeira dançante, que raia a grave ofensa a Deus, ou profanação flagrante.
 
     Só este fato seria suficiente para uma censura severa a esse padre por parte do seu excelentíssimo bispo; enquanto para o povo católico, que realmente ama a Deus, seria suficiente motivo de nunca mais ir às suas missas, até que o referido padre renunciasse a esses abusos, e se comprometesse a nunca mais fazê-los.
  
     A mídia mundana congratula-se com a ida destes padres a seus programas, pois a cada participação deles reforça uma imagem tíbia, frouxa, covarde e sem sólida fé do clero modernista e, por conseguinte, abalando a fé de muitos os católicos.
 
     Certa vez santo Cura de Ars – São João Maria Vianney – em combate aos bailes de sua pequena cidade, que em comparação com os bailes de nossos dias pode-se dizer que eram até ingênuos, mandou esculpir a cabeça decapitada de São João Batista e colocá-la em um altar na Igreja com a singela frase “sua cabeça foi o preço de uma dança”. Enquanto isso, na RCC, os seus padres estimulam bailes de carnaval eufemisticamente intitulados “Festa das Tendas”, “Carnaval de Jesus” etc, nos quais a única diferença com os bailes propriamente carnavalescos, é a presença do Santíssimo Sacramento, sacrilegamente conduzido pelos carismáticos padres dançantes, em meio a essa bagunça infernal.
 
     Tudo isso pode ser comprovado pelas horríveis fotos publicadas oficialmente pela coordenação nacional da RCC. E esses fatos estão longe de serem abusos pontuais, como sempre se esquivam, desculpando-se, os líderes da RCC. Na realidade, são eventos ocorridos simultaneamente em todo o Brasil, numa coordenada ação nacional da RCC, infelizmente com a cumplicidade silenciosa de bispos, padres e religiosos. [1]
           
     Já é possível notar, só pelo exemplo de alguns poucos líderes, que a árvore da RCC não é de uma planta de um belo jardim, mas de um pântano cheio de lama e de plantas malignas, prontas a envenenar as almas tíbias e ascidiosas. E quão fácilmente capturam a abelhinha desavisada à procura de mel emocional e de palavras doces…
 
     Mas a lama desse pântano, quando exposta ao Sol da Verdade, tende a endurecer e rachar.
 
     Certa vez,  encontrava-se Santo Inácio de Loyola preso em Salamanca. Em uma visita, o Cardeal de Burgos perguntou se a ele pesava estar preso. A isto Santo Inácio respondeu: “Então quanto mal lhes parece que é a prisão? Pois eu lhe digo: não há tantos grilhões em Salamanca que eu não deseje mais por amor a Deus!”
 
     Nada mais desejava este santo, em sua humildade, que os grilhões do cárcere por amor a Deus! A alegria da humilhação por causa de Nosso Senhor.
 
     Oh! Ditosa glória receber os grilhões da incompreensão e do desprezo por amor a Deus e à Igreja.
 
     Oh! Vergonhosíssima tolerância daqueles padres que se comprazem em vaidades desprezíveis e com aplausos mundanos.
 
     Tanto é copiosa verdade que, a esse tempo, os presos acabaram fugindo, e santo Inácio e um companheiro permaneceram acorrentados por vontade própria e foram achados sozinhos na prisão.
  
     Tristemente hoje vemos Padre Fábio de Melo e suas vaidades, as quais não esconde e, que pelo contrário, as alardeia nos mais variados programas de TV, pródigos em imoralidades. Esse fruto da RCC, com casca biotecnologicamente modificada à custa de muito botox e de academias, é pomo azedo e tóxico. Sua acidez corrói a virtude, enquanto suas palavras melosas destroem a Fé na Eucaristia. Ele escreve livros adocicados de estilo duvidoso e de enorme mau gosto, com investidas tão pueris quanto confusas contra os ensinamentos da Igreja a respeito do sacramento da Eucaristia.
  
     Todavia, quando lhe é aplicado um antiácido doutrinário bem eficiente, não suporta e murcha, o que faz aparecer uma planta bem mais exótica e esponjosa.  
 
     Essa outra planta, digo, que é exótica e epífita, isto é que se apóia indesejadamente em outra planta para poder subir. No caso, a planta que acabou aparecendo nos debates com Padre Fábio de Melo foi o Padre apelidado com o diminutivo de Joãozinho.
 
     Padre João Carlos Almeida, scj, há tempos exerce forte influencia na RCC brasileira e em suas bandas de rock, pois padre João freqüentemente toca nos encontros da RCC. Padre João foi orientando de Padre Libânio, um proeminente padre da Teologia da Libertação e com  idéias modernistas bem nefastas, hoje um tanto soterrado no esquecimento.
 
     Os escândalos doutrinários causados por Padre Joãozinho são mais graves na medida que sua reverendíssima tem mais títulos acadêmicos, os quais, normalmente, ele faz questão de ostentar. Digo títulos acadêmicos, no sentido de universitários, não acadêmicos de ginástica como os do Padre Fãbio de Melo, que parece preferir halteres a altares… Imagina-se que, com mais títulos, Padre João, fosse talvez mais ortodoxo, o que definitivamente não se dá. O que se verifica é uma proporcionalidade inversa. 
 
     Esse padre repreende quem almeja ser correto na Fé e na doutrina, insinuando paradoxalmente que quem é muito ortodoxo acaba ficando herege. O que é uma tolice sem precedentes. Daí se tira a conclusão que não devemos ser perfeitos, como Nosso Senhor nos ensina, mas devemos ser mais ou menos. Padre João quer que os católicos sejam mornos, nem quentes, nem frios. E nada pior que o morno, o que fica “em cima do muro”, pois a estes diz Deus:
 
     “Conheço as tuas obras: não és nem frio nem quente. Oxalá fosses frio ou quente! Mas, como és morno, nem frio nem quente, te vomitarei de  minha boca”(Apocalipse, III, 15-16).
 
      Padre João condena quem defende a Fé íntegra e sem concessões, mas não se peja em fazer discursos e agradecimentos em festividades do Rotary Club, evento este noticiado pela Câmara Municipal de Taubaté.[2]
           
     Com relação a isso, os Monges Beneditinos de São Basílio acusam: “O Rotary Club é uma organização satélite das lojas maçônicas.” [3]
 
     É de se ter muito mais cautela ao ler artigos de um padre que discursa em prol do Rotary International que, segundo os Beneditinos de São Basílio, são sucursais da camaleônica maçonaria, e com um Padre que, nos blogs da Canção Nova, tenta enrolar os leitores com textos de “teologia”  ambígua e rocambolesca.
 
     Em contraste, vemos São Domingos de Gusmão, fundador da ordem dos Pregadores, de extrema inteligência e sabedoria, que desejava e ensinava a perfeição da Fé e da Doutrina. Tanto amor tinha à Verdade que sua vida foi dedicada à perseguição e combate à heresia. Ele é exemplo de ortodoxia. E sua Ordem foi a que mais aplicou a Inquisição. Será que padre João considera São Domingos herege por ser tão ortodoxo? Será que o considera sem “ternura” por perseguir os cátaros que queriam destruir a Igreja?
 
      De São Domingos escreveu-se:
 
     “As verdades que compreendia graças à facilidade de seu espírito regava-as com o orvalho dos afetos piedosos, a fim de que germinassem os frutos  da salvação. Sua memória se      enchia, como um silo, da abundância das riquezas divinas, e suas ações exprimiam no exterior o tesouro sagrado que enchia seu peito”.
      
     “Tinha já trinta e três anos. Sua formação física, intelectual e moral estava terminada. Sem dar-se conta, Deus tinha ido temperando sua natureza heróica com um caráter      essencialmente  combativo. Tinha uma ampla educação eclesiástica e universitária; a cátedra deu solidez a seus conhecimentos; a vida regular do cabido o iniciou nas vias da perfeição      religiosa, e seu cargo à frente dos cônegos abriu-lhe as perspectivas da administração temporal e do regime das almas”. [4]
 
     De um lado, São Domingos que combatia os inimigos da Igreja com sua sabedoria e inteligência. De outro, Pe Joãozinho que os bajula.
 
*****
 
     Condenando a Hermenêutica da Ruptura, o Espírito do Concílio e o Relativismo, o Papa Bento XVI, gloriosamente reinante, já pôs o machado à raiz desta figueira que não produz frutos bons. Cortada sua raiz hermenêutica e relativista, ela em breve secará.  Usemos também nós os machados doutrinários da santa doutrina católica de sempre contra toda essa incensada “ecologia” carismática  atual, tombemos de vez essa árvore má.
  
André Roncolato Siano,
São Paulo, 28 de agosto de 2009.
 
Nota da Montfort: o autor fora colaborador bastante ativo do movimento carismático no Brasil, junto com Padre José Benedito Brebal Hespaña, também conhecido como Padre Zezé, do qual se desligou em 2003.
 
Fontes: 
[3] (Monastério OSBM – Ordem de São Basílio Magno – Uma condecoração maçônica para Hans Küng – http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=religiao&artigo=condecoracao-maconica-hans-kung&lang=bra)



 

    Para citar este texto:

 

André Roncolato SianoPadres de fama: um superficial reconhecimento de ervas daninhas
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=igreja&artigo=padre-de-fama&lang=bra
Online, 28/08/2009 às 15:14h


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15 Respostas to “Padres de Fama:um superficial reconhecimento de ervas daninhas – Montfort”

  1. Rosy Says:

    Não sabia que a seita mantfort tinha tantos adptos.Essa é a seita dos debochados,vocês são ridicúlos e ainda se dizem que são católicos.Esse ORLANDO FIDELI é um louco varrido.Ainda tem sites ridículos que dar crédito as loucuras dele.Santa padroeira da internet rogai por nós!Vocês é que são as verdadeiras ervas daninhas!CEGOS,LOUCOS,ALIENADOS.

  2. Danilo Says:

    Esses texto é muito importante porém não entendi a questão da inquisição ele de santa não tem nada me desculpe porém em relação a padre fábio de melo e padre joãozinho vcs estão cobertos de razão são negações a fé católica parabéns André Roncolato Siano!!!!!!!!!

  3. SOFIA Says:

    PADRE FÁBIO É NOTA DEZ,MONTFORT NOTA ZERO.CUIDADO INVEJA MATA!

    §|Olhar Católico|§
    Parabéns Sofia! Quanta “sophia” hein!
    Como diria um certo padre surfista: Uhuu!
    Das fabetes fanáticas e alienadas, livrai-nos ó Senhor!

  4. Moisés Says:

    Danilo, a paz de Jesus e o amor de Maria!
    Obrigado pelo seu comentário. Sobre a Santa Inquisição, é um assunto longo, portanto para que entenda um pouco melhor aconselho a leitura desta carta e também as explicações deste site:
    http://www.montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=historia&artigo=20050821193706

  5. SOFIA Says:

    SOU FABETE COM TODO ORGULHO!
    ANTES SER FABETE DO QUE MONTFORTIETES.
    PADRE FÁBIO É DEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEZ!

  6. Valdir A.C. Says:

    Rosy: Ofensas e calúnias sem argumentos é ato de covardes.
    Prove, comprove e contraponha é mais inteligente!
    Danilo: Antes de se dizer Católico estude a Santa Doutrina da Igreja e a sua história… depois emita opniões a respeito! A Inquisição foi Santa sim e vc deve a ela a vida que tem hoje!

  7. HENRIQUE Says:

    DIGO,REPITO E COMPROVO,VOCÊS SÃO AS VERDADEIRAS ERVAS DANINHAS.SÓ SABEM CRITICAR,JULGAR,DIFAMAR E DEBOCHAR.DE CATÓLICOS COMO VOCÊS A IGREJA ESTÁ CHEIA.FALAM,FALAM,MAS NÃO CONVERTE NINGUÉM!NÃO ADIANTA SABER A DOUTRINA CATÓLICA,É PRECISO VIVER O QUE A IGREJA ENSINA.NO DIA DO NOSSO ENCONTRO COM NOSSO PAI,ELE NÃO VAI PERGUNTAR SE A GENTE DECOROU A BÍBLIA E AS LEIS DA IGREJA.ELE SONDA E CONHECE OS CORAÇÕES E É O QUE A GENTE FAZ DE BOM QUE IMPORTA NESTA VIDA.FOI ISSO QUE JESUS VEIO NOS ENSINAR PADRE FÁBIO SÓ REPETE O QUE ELE MANDOU.O PROBLEMA É QUE TEM MUITA GENTE LENDO A BIBLIA DE CABEÇA PARA BAIXO.

  8. Wayner Lima Says:

    Irmãos, a Montfort não é uma instituição/site católico, os responsáveis por este site são Lefrevianos, e foram excomungados. Logo não é válido usar os textos de lá para o estudo sobre a Santa Igreja.
    Por favor, antes de postar qualquer coisa, leia o texto e pesquise as fontes, para não cometer o grave erro de colocar um texto herético em um site católico.
    Paz e bem

  9. Moisés Says:

    Precipitadas afirmações prezado Wayner.
    1º – As excomunhões que pesavam sobre os bispos sagrados por D. Marcel foram retiradas.
    2º – A Montfort não têm vínculo algum com a FSSPX.
    3º – Eles não são excomungados.
    4º – Não há mentiras no post acima e sim denúncias de heresias comentidas por sacerdotes, ou você poderia provar o contrário?
    5º – “Por favor, antes de postar qualquer coisa, leia o texto e pesquise as fontes”

  10. Wayner Lima Says:

    É realmente complicado conversar com alguém como você.
    Se você, diz que eles não estão contra a igreja tudo bem… afinal negar a autoridade de um papa não é nada de mais.
    É claro que se fosse a RCC que afirmasse que o Concilio Vaticano II está errado e por consequência se negasse à seguir o Santo Padre. Você com certeza já teria feito um imenso post e iniciado uma calorosa discussão com os adeptos da RCC. Fiquemos assim irmão, reduzo-me à um mero observador novamente. Paz e bem

  11. Moisés Says:

    Prezado Wayner,
    caso você queira discutir o estado da A. C. Montfor dentro da Igreja este não é o post correto.
    A RCC criticar o Concíclio Vaticano II é inconcebível, e mesmo assim lembre-se que criticar este Concílio Pastoral não é errado, pois isso mesmo quem o faz o Papa Bento XVI.
    Pra quem se apresenta contra a RCC você me parece muito querer defender os seus erros. De que lado você está? Eu estou do lado da Doutrina Católica.
    Repito mais uma vez, comente sobre o que está postado.
    Você concorda com padres negando a Presença Real de Jesus na Eucaristia?
    Ou ainda afirmar que se “isso fosse verdade” seria antropofagia?
    E padres que ensinam que há salvação fora da Igreja, quando a Igreja ensina o contrário?
    Por que você não comenta sobre isso Wayner?
    É disso que fala este post.

  12. Lucas Says:

    Impresionante como colocam comentários, meramente “opiniosos” e não retornam para fundamentar suas opiniões.
    “Replicou-lhe Jesus: Se falei mal, prova-o, mas se falei bem, por que me bates?” (Jo 18,23).
    Por que Orlando Fedeli é louco? E nós (os que discordam desses comentários), por que cegos e alienados? Por que Montfort é zero? Qual sua ligação com Lefebvre? Onde é negada a autoridade do Papa?
    Se estou no erro gostaria muito de encotrar o acerto, mostrem-me! Mas o que vejo é que só há argumentação de um lado.
    “NÃO ADIANTA SABER A DOUTRINA CATÓLICA,É PRECISO VIVER O QUE A IGREJA ENSINA”
    Mais uma contradição: O que Igreja ensina não é justamente a sua Doutrina recebida de Jesus? Então se não adianta saber dela certamente também não adianta vive-la. Ou como vou viver algo que sequer quero saber o que é?
    Antes que se diga alguma coisa sobre mim afirmo, nunca soube sequer o que era a associação Montfort antes de ler este post. Paz somente a de Deus que é perfeita e onde não há discórdia.
    Vinde Senhor Jesus!

  13. Sidney Says:

    Capítulo 3

    1 Meus irmãos, não haja muitos entre vós a se arvorar em mestres; sabeis que seremos julgados mais severamente,
    2 porque todos nós caímos em muitos pontos. Se alguém não cair por palavra, este é um homem perfeito, capaz de refrear todo o seu corpo.
    3 Quando pomos o freio na boca dos cavalos, para que nos obedeçam, governamos também todo o seu corpo.
    4 Vede também os navios: por grandes que sejam e embora agitados por ventos impetuosos, são governados com um pequeno leme à vontade do piloto.
    5 Assim também a língua é um pequeno membro, mas pode gloriar-se de grandes coisas. Considerai como uma pequena chama pode incendiar uma grande floresta!
    6 Também a língua é um fogo, um mundo de iniqüidade. A língua está entre os nossos membros e contamina todo o corpo; e sendo inflamada pelo inferno, incendeia o curso da nossa vida.*
    7 Todas as espécies de feras selvagens, de aves, de répteis e de peixes do mar se domam e têm sido domadas pela espécie humana.
    8 A língua, porém, nenhum homem a pode domar. É um mal irrequieto, cheia de veneno mortífero.
    9 Com ela bendizemos o Senhor, nosso Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à semelhança de Deus.
    10 De uma mesma boca procede a bênção e a maldição. Não convém, meus irmãos, que seja assim.
    11 Porventura lança uma fonte por uma mesma bica água doce e água amargosa?
    12 Acaso, meus irmãos, pode a figueira dar azeitonas ou a videira dar figos? Do mesmo modo a fonte de água salobra não pode dar água doce.
    13 Quem dentre vós é sábio e inteligente? Mostre com um bom proceder as suas obras repassadas de doçura e de sabedoria.
    14 Mas, se tendes no coração um ciúme amargo e gosto pelas contendas, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade.
    15 Esta não é a sabedoria que vem do alto, mas é uma sabedoria terrena, humana, diabólica.
    16 Onde houver ciúme e contenda, ali há também perturbação e toda espécie de vícios.
    17 A sabedoria, porém, que vem de cima, é primeiramente pura, depois pacífica, condescendente, conciliadora, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, nem fingimento.
    18 O fruto da justiça semeia-se na paz para aqueles que praticam a paz.

    Epistola de S. Tiago

  14. GLAUCIA Says:

    Acho interessante como os loucos, recalcados e lunáticos seguidores dessa seita julgam as pessoas sem ao menos conhece-las. Não carregam verdadeiramente o amor de Cristo no coração.Tenho pena!

    • Moisés Says:

      Belos argumentos Srta. Gláucia!
      Algum deles justifica o que o padre esponja calça apertada faz de errado e prega a torto e a direito?
      Tenha dó!


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