Bento XVI recorda que só a Igreja pode interpretar autênticamente a Bíblia


Bento XVI recorda que só a Igreja pode interpretar autenticamente a Bíblia

VATICANO, 26 Out. 09 (ACI) .- Ao receber aos membros do Pontifício Instituto Bíblico, com motivo do centenário de sua fundação, o Papa Bento XVI recordou que “à Igreja está confiada a tarefa de interpretar autenticamente a palavra de Deus” e pediu que “a Sagrada Escritura seja neste mundo secularizado não só a alma da teologia, mas também a fonte da espiritualidade e do vigor da fé de todos os crentes de Cristo”.

O Santo Padre saudou o Cardeal Zenon Grocholewski, Prefeito da Congregação para a Educação Católica, e manifestou sua gratidão ao Padre Adolfo Nicolás Pachón, superior geral da Companhia do Jesus “que, com notável esforço desdobra investimentos financeiros e recursos humanos na gestão da Faculdade de Antigo Oriente, da Faculdade Bíblica de Roma e da sede do Instituto em Jerusalém”. Também fez extensiva sua saudação ao reitor, professores e alunos do Instituto Bíblico.

Referindo-se ao centenário da fundação do Instituto por vontade do Papa Pio X, o Pontífice explicou que a data “constitui um ponto de chegada e ao mesmo tempo um ponto de partida. Enriquecidos com a experiência do passado, prossigam seu caminho com uma entrega renovada, conscientes do serviço que lhes pede a Igreja: aproximar a Bíblia à vida do Povo de Deus para que confronte adequadamente as provocações que os tempos modernos expõem à nova evangelização“.

“O desejo comum é que a Sagrada Escritura seja neste mundo secularizado não só a alma da teologia, mas também a fonte da espiritualidade e do vigor da fé de todos os fiéis de Cristo”, indicou.

Bento XVI recordou que a constituição dogmática “Dei Verbum”, do Concílio Vaticano II sublinhou no estudo bíblico “a legitimidade e a necessidade do método histórico crítico e de seus três elementos essenciais: a atenção ao gênero literário, o estudo do contexto histórico e o exame do que se costuma chamar Sitz im Lebem (a situação vital n.d.r.), (…) acrescentando outra indicação metodológica: Já que a Escritura é uma só coisa a partir do único povo de Deus, que foi seu portador através da história”.

“Portanto, ler a Escritura como uma unidade significa lê-la a partir da Igreja como seu lugar vital e considerar a fé da Igreja como a verdadeira chave de interpretação“, explicou.

“Se a exegese quiser também ser teologia deve reconhecer que a fé da Igreja é essa forma de simpatia sem a qual a Bíblia é um livro fechado; a Tradição não fecha o acesso à Escritura, ao contrário a abre. Por outra parte, é a Igreja, com seus organismos institucionais, a que tem a palavra decisiva na interpretação da Escritura. À Igreja, efetivamente, está confiada a tarefa de interpretar autenticamente a palavra de Deus, escrita e transmitida, exercendo sua autoridade em nome de Jesus Cristo“, concluiu.

 

>>Mais alguma dúvida senhores protestantes?

Anúncios

CPI do Aborto – DIVULGUEM!


A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA
sdv@pesquisasedocumentos.com.br

DIFUNDA ESTA MENSAGEM.

EXPLIQUE A SEUS CONTATOS QUE A DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO É NECESSÁRIA PARA A DEFESA DA VIDA.

================================================

IGREJA CATÓLICA PEDE APOIO À INSTALAÇÃO DA CPI DO ABORTO

================================================

APRESENTAÇÃO E RESENHA

O Deputado Luiz Bassuma requisitou a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara dos Deputados para investigar quem está financiando a promoção do aborto no Brasil e qual o envolvimento do governo nesta agenda internacional depois que o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão além de outras declarações, afirmou diante das Câmaras da TV Cultura que, mesmo faltando recursos básicos no sistema de saúde, em caso de aprovar-se a legalização do aborto não haveria necessidade de preocupar-se sobre como financiar a prática de um milhão e meio de abortos por ano, pois não faltariam recursos internacionais para tanto. Pode-se ouvir em aúdio o próprio deputado depondo a respeito na audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, na quarta feira dia 10 de outubro de 2007.
http://www.pesquisasedocumentos.com.br/audienciapublica.mp3

Se instalada, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) descobriria facilmente não apenas que há um projeto internacional
interessado em promover o aborto no Brasil mas que, mais ainda, a partir do momento em que chegou ao poder, a cúpula do Partido dos Trabalhadores, contrariando suas próprias bases eleitorais e os interesses que afirma representar, quis transformar-se no principal aliado deste projeto que pretende negar a personalidade jurídica antes do nascimento, remover completamente todos os tipos de aborto do Código Penal, reconhecer o aborto como um novo direito humano e tornar a prática totalmente livre em qualquer momento da gestação.

Por causa desta e de outras atividades em defesa da vida, o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, em julgamento ocorrido no dia 17 de setembro de 2009, condenou por unanimidade os Deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, à suspensão de suas atividades legislativas, acusados de haverem violado gravemente o Código de Ética Partidária por haverem militado contra a descriminalização do aborto.

É o que afirma claramente o comunicado apresentado no site oficial do PT sobre o julgamento, onde se encontra também a íntegra da sentença proferida:

“O DIRETÓRIO NACIONAL DO PT, REUNIDO NESTA QUINTA-FEIRA (17), ANALISOU OS
PARECERES DAS COMISSÕES DE ÉTICA INSTAURADAS CONTRA OS DEPUTADOS
FEDERAIS LUIZ BASSUMA (PT-BA) E HENRIQUE AFONSO (PT-AC). POR
UNANIMIDADE, OS MEMBROS DO DN ENTENDERAM QUE OS DOIS DEPUTADOS
INFRINGIRAM A ÉTICA-PARTIDÁRIA AO “MILITAREM” CONTRA RESOLUÇÃO DO 3º
CONGRESSO NACIONAL DO PT A RESPEITO DA DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO”.

http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=81962&Itemid=195

A difusão mundial do aborto nos anos recentes transformou-se em um dos maiores casos de corrupção de toda a história.

As organizações que financiam internacionalmente o aborto não apenas investem milhões de dólares para transformarem a prática do aborto em um novo direito humano, como também, nos países onde suprimir a vida de um ser humano antes do nascimento é definido pela lei como crime, patrocinam também a própria disseminação e a impunidade do aborto
clandestino.

A CPI do aborto, já criada na Câmara no dia 8 de dezembro de 2008, não foi instalada até o momento apenas porque as
organizações que recebem dinheiro do exterior para promoverem o aborto no Brasil estão exigindo dos líderes das bancadas partidárias que não indiquem os deputados necessários para que a Comissão Parlamentar de Inquérito possa começar seus trabalhos.

Neste domingo encerrou-se em Itaici a 31ª Assembléia das Igrejas do Regional I da CNBB. Entre os dias 16 e 18 de
outubro de 2009, 46 Dioceses da Igreja Católica no Estado de São Paulo elaboraram um documento manifestando

“INDIGNAÇÃO PELO ACONTECIDO COM OS DOIS DEPUTADOS”,

denunciando o PT

“PELA ATITUDE DE INTRANSIGÊNCIA E RETROCESSO NA CONSTRUÇÃO DO ESTADO DEMOCRÁTICO, EM CONTRADIÇÃO COM DIVERSOS DOCUMENTOS INTERNACIONAIS SOBRE DIREITOS HUMANOS E OS PRINCÍPIOS DO EVANGELHO”,

e pedindo

“APOIO À CPI DO ABORTO PARA INVESTIGAR O FINANCIAMENTO DO CRIME DO ABORTO
SUSTENTADO POR INTERESSES ESTRANGEIROS QUE QUEREM IMPOR AO BRASIL E AMÉRICA LATINA A POLÍTICA PERVERSA DO CONTROLE DEMOGRÁFICO”.

Leia a seguir o texto completo da moção.

EM SEGUIDA TELEFONE AOS DEPUTADOS FEDERAIS QUE COMPÕEM A FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DA VIDA, EXPLICANDO-LHES COM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS O QUE ESTÁ ACONTECENDO E PEDINDO-LHES QUE EXIJAM A IMEDIATA INSTALAÇÃO DA COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO SOBRE O ABORTO.

Os mails e telefones dos membros da Frente Parlamentar em Defesa da Vida seguem após o documento de Itaici.

Em uma democracia não se pode tolerar que um dos maiores casos de corrupção da história, envolvendo uma aliança do governo nacional com uma agenda internacional para subverter desde as raízes, o direito humano fundamental à vida, não seja investigado apenas porque os próprios envolvidos estão pedindo para que o assunto seja arquivado.

================================================

MOÇÃO APOIO APROVADA EM ITAICI PELAS 46 DIOCESES DA REGIONAL SUL 1 DA CNBB
Publicação autorizada pela Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB

================================================

“Na Trigésima Primeira Assembléia das Igrejas Particulares do Regional Sul 1 da CNBB, nós, Povo de Deus, reunidos de 16 a 18 de outubro de 2009 em Itaici, Indaiatuba, SP, viemos a público manifestar nossa indignação diante do sucedido com os
deputados federais Luis Bassuma (PT-BA) e Henrique Afonso (PT-AC), que foram processados, julgados e condenados pela Comissão de Ética de seu partido à pena de suspensão de suas atividades parlamentares, retirados da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados e ainda instados a retirarem todas as suas iniciativas legislativas que defendem e promovem a vida humana.

Os deputados foram punidos por assumirem a defesa do direito humano primário: o direito à vida do inocente indefeso, desde a concepção.

O proceder do Partido dos Trabalhadores, como de qualquer outro partido, que se comporte da mesma forma, demonstra intolerância e desrespeito à liberdade de consciência, garantida pela Constituição Federal, provocando um retrocesso na construção do Estado Democrático, além de violar o direito fundamental à vida desde a concepção, garantido pela Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), homologado pelo nosso Congresso Nacional em 1992, e contrariando frontalmente a a mensagem central do Evangelho.

[…]

Manifestamos nossa solidariedade e apoio aos deputados pelo testemunho exemplar de cidadania e profunda consciência humana e cristã, bem como apoiamos a instalação na Câmara dos Deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Aborto, para investigar a prática do aborto clandestino, sustentado pelo financiamento e interesses estrangeiros, que querem impor ao Brasil e à América Latina a política perversa do controle populacional.

Se quisermos sustentar um fundamento sólido e inviolável para os Direitos Humanos, é indispensável reconhecer que a vida humana deve ser defendida sempre, desde o momento da fecundação (Documento de Aparecida, nº 467)”.

 
========================================================

CORREIO ELETRONICO DA FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DA VIDA

========================================================

dep.aberladocamarinha@camara.gov.br;
dep.antoniobulhoes@camara.gov.br;
dep.antoniocarlosmendesthame@camara.gov.br;
dep.arnaldofariadesa@camara.gov.br;
dep.bispogetenuta@camara.gov.br; dep.dr.nechar@camara.gov.br;
dep.dr.talmir@camara.gov.br;
dep.franciscorossi@camara.gov.br; dep.joaodado@camara.gov.br;
dep.juliosemeghini@camara.gov.br; dep.lobbeneto@camara.gov.br;
dep.marceloortiz@camara.gov.br;
dep.marciofranca@camara.gov.br; dep.miltonmonti@camara.gov.br;
dep.nelsonmarquezelli@camara.gov.br;
dep.regisdeoliveira@camara.gov.br;
dep.eliseupadilha@camara.gov.br;
dep.joseotaviogermano@camara.gov.br;
dep.luizcarlosbusato@camara.gov.br;
dep.pauloroberto@camara.gov.br;
dep.renatomolling@camara.gov.br;
dep.vilsoncovatti@camara.gov.br; dep.deciolima@camara.gov.br;
dep.joaomatos@camara.gov.br; neutodeconto@senador.gov.br;
dep.alceniguerra@camara.gov.br;
dep.alfredokaefer@camara.gov.br;
dep.andrevargas@camara.gov.br;
dep.chicodaprincesa@camara.gov.br;
dep.eduardosciarra@camara.gov.br; flavioarns@senador.gov.br;
dep.hermespacionello@camara.gov.br;
dep.luizcarloshauly@camara.gov.br;
dep.nelsonmeurer@camara.gov.br;
dep.osmarserraglio@camara.gov.br;
dep.ratinhojunior@camara.gov.br; dep.takayama@camara.gov.br;
dep.alexandresantos@camara.gov.br;
dep.andreiazito@camara.gov.br;
dep.arnaldovianna@camara.gov.br;
dep.carlossantana@camara.gov.br; dep.deley@camara.gov.br;
dep.eduardocunha@camara.gov.br;
dep.filipepereira@camara.gov.br;
francisco.dornelles@senador.gov.br;
dep.geraldopudim@camara.gov.br; dep.hugoleal@camara.gov.br;
crivella@senador.gov.br; dep.nelsonbornier@camara.gov.br;
dep.pastormanoelferreira@camara.gov.br;
dep.rogeriolisboa@camara.gov.br;
dep.silviolopes@camara.gov.br;
dep.solangealmeida@camara.gov.br; gecamata@senador.gov.br;
dep.lelocoimbra@camara.gov.br; magnomalta@senador.gov.br;
dep.manato@camara.gov.br; renatoc@senador.gov.br;
dep.rosedefreitas@camara.gov.br;
dep.ademircamilo@camara.gov.br;
dep.aeltonfreitas@camara.gov.br;
dep.bonifaciodeandrada@camara.gov.br;
dep.carlosmelles@camara.gov.br;
dep.carloswillian@camara.gov.br;
dep.edmarmoreira@camara.gov.br; eliseuresende@senador.gov.br;
dep.georgehilton@camara.gov.br;
dep.geraldothadeu@camara.gov.br; dep.gilmarmachado@camara.gov
dep.joaobittar@camara.gov.br; dep.joaomagalhaes@camara.gov.br;
dep.josefernandoaparecidodeoliveira@camara.gov.br;
dep.leonardomonteiro@camara.gov.br;
dep.leonardoquintao@camara.gov.br;
dep.lincolnportella@camara.gov.br;
dep.marcosmontes@camara.gov.br;
dep.mariodeoliveira@camara.gov.br;
dep.maurolopes@camara.gov.br; dep.miguelcorrea@camara.gov.br;
dep.miguelmartini@camara.gov.br; dep.odaircunha@camara.gov.br;
dep.paulopiau@camara.gov.br;
dep.rodrigodecastro@camara.gov.br;
dep.virgilioguimaraes@camara.gov.br;
dep.vitorpenido@camara.gov.br;
wellington.salgado@senador.gov.br;
dep.colbertmartins@camara.gov.br;
dep.edigarmaobranca@camara.gov.br;
dep.felixmendonca@camara.gov.br;
dep.fernandodefabinho@camara.gov.br; joaodurval@senador.gov.br;
dep.josecarlosaraujo@camara.gov.br;
dep.josephbandeira@camara.gov.br;
dep.luizbassuma@camara.gov.br;
dep.marceloguimaraesfilho@camara.gov.br;
dep.mauriciotrindade@camara.gov.br;
dep.severianoalves@camara.gov.br;
dep.ulduricopinto@camara.gov.br; almeida.lima@senador.gov.br;
dep.jacksonbarreto@camara.gov.br;
dep.jeronimoreis@camara.gov.br; maria.carmo@senadora.gov.br;
dep.beneditolira@camara.gov.br;
dep.givaldocarimbao@camara.gov.br;
dep.eduardodafonte@camara.gov.br;
dep.gonzagapatriota@camara.gov.br;
marco.maciel@senador.gov.br; dep.marcosantonio@camara.gov.br;
dep.silviocosta@camara.gov.br;
dep.damiaofeliciano@camara.gov.br;
dep.luizcouto@camara.gov.br; dep.romulogouveia@camara.gov.br;
dep.vitaldoregofilho@camara.gov.br;
dep.wellingtonroberto@camara.gov.br;
dep.wilsonsantiago@camara.gov.br;
dep.fabiofaria@camara.gov.br; garibaldi.alves@senador.gov.br;
dep.anibalgomes@camara.gov.br;
dep.ariostoholanda@camara.gov.br;
dep.arnonbezerra@camara.gov.br;
dep.eugeniorabelo@camara.gov.br;
dep.euniciooliveira@camara.gov.br;
dep.goretepereira@camara.gov.br;
dep.joselinhares@camara.gov.br;
dep.leoalcantara@camara.gov.br;
dep.marceloteixeira@camara.gov.br;
dep.maurobenevides@camara.gov.br;
dep.raimundogomesdematos@camara.gov.br;
dep.nazarenofonteles@camara.gov.br;
dep.osmarjunior@camara.gov.br; dep.paeslandim@camara.gov.br;
dep.carlosbrandao@camara.gov.br;
dep.cleberverde@camara.gov.br; dep.clovisfecury@camara.gov.br;
dep.juliaoamin@camara.gov.br;
dep.waldirmaranhao@camara.gov.br; joaoribeiro@senador.gov.br;
dep.osvaldoreis@camara.gov.br;
dep.vicentinhoalves@camara.gov.br;
dep.carlosalbertolereia@camara.gov.br;
dep.irisdearaujo@camara.gov.br; dep.joaocampos@camara.gov.br;
dep.jovairarantes@camara.gov.br;
dep.leandrovilela@camara.gov.br;
dep.leonardovilela@camara.gov.br;
dep.luizbittencourt@camara.gov.br;
dep.marcelomelo@camara.gov.br; dep.pedrochaves@camara.gov.vr
dep.pedrowilson@camara.gov.br;
dep.professoraraquelteixeira@camara.gov.br;
dep.rubensotoni@camara.gov.br; dep.sandesjunior@camara.gov.br;
dep.tatico@camara.gov.br; dep.jofranfrejat@camara.gov.br;
dep.osorioadriano@camara.gov.br; dep.rodovalho@camara.gov.br;
dep.antoniocarlosbiffi@camara.gov.br;
dep.antoniocruz@camara.gov.br; delcidio.amaral@senador.gov.br;
marisa.serrano@senadora.gov.br; dep.nelsontrad@camara.gov.br;
dep.elienelima@camara.gov.br;
dep.valternirpereira@camara.gov.br;
dep.asdrubalbentes@camara.gov.br;
dep.belmesquita@camara.gov.br; flexaribeiro@senador.gov.br;
dep.gersonperes@camara.gov.br; dep.nilsonpinto@camara.gov.br;
dep.paulorocha@camara.gov.br; dep.zegeraldo@camara.gov.br;
dep.zenaldocoutinho@camara.gov.br;
dep.zequinhamarinho@camara.gov.br;
dep.jurandiljuarez@camara.gov.br; papaleo@senador.gov.br;
dep.ediolopes@camara.gov.br;
dep.franciscorodrigues@camara.gov.br;
dep.mariahelena@camara.gov.br;
dep.henriqueafonso@camara.gov.br;
dep.nilsonmourao@camara.gov.br; tiao.viana@senador.gov.br;
expedito.junior@senador.gov.br;
dep.lindomargarcon@camara.gov.br;
dep.mauronazif@camara.gov.br; dep.natandonadon@camara.gov.br;

O velho e o novo


Nada há de novo debaixo do sol, diz a Bíblia Sagrada. A verdade é uma: não muda e não pode mudar. E os erros, apesar de múltiplos, se repetem sempre.

Deus é sempre o mesmo, sempre novo: “

A verdade, por ser o reflexo de Deus imutável, não muda: é sempre antiga e sempre nova. Assim ensina São Paulo: “

Por outro lado, os erros humanos são sempre repetidos, recopiados. Já disse alguém que o diabo não tem muita originalidade, repete-se sempre. Que foi a tentação e queda dos nossos primeiros pais senão a repetição do gesto orgulhoso de Lúcifer, recusando-se a servir a Deus? Que foram as heresias do passado e a moderna religião do homem senão a iteração da antiga pretensão humana de se fazer deus? E a moderníssima teologia da libertação que é senão a reedição do saduceísmo dos tempos de Cristo? E os erros ditos progressistas, como o liberalismo, o ecumenismo, que são senão doutrinas errôneas antigas já condenadas pelos Papas e Concílios da Igreja, maquiladas e reapresentadas como ultra-modernas? A própria Missa Nova não é senão uma cópia da liturgia anglicana de Cramer do século XVI, mesclada de outras modificações que datam do tempo da reforma protestante! E a contínua retomada de erros antigos em filosofia, sociologia, economia, etc.?! 19

Ironicamente perguntava-se Bertrand Russel por que os homens insistem em repetir erros antigos, havendo tantos erros novos a escolher (!).

A solução para os problemas novos que surgem, sejam eles econômicos, morais, sociais ou religiosos, são os ensinamentos eternos de Nosso Senhor.

Aliás, já disse um grande sociólogo:

A verdade não muda com os tempos. Não é torcermos o Evangelho de Cristo para adaptá-lo ao homem moderno. É o homem moderno – que no fundo é igual aos seus ancestrais – que deve se adaptar aos ensinamentos eternos de Cristo. Só assim será livre e feliz.

Não nos iludamos: a crise em que se debate o mundo não é sobretudo social ou econômica; é principalmente uma crise moral e religiosa.

Deixemos o pecado! Voltemos para Deus! Vida nova! Feliz Ano Novo para todos, sem a repetição de velhos erros!

 

 

Estas coisas perecerão, mas Tu permanecerás, e todas envelhecerão como um vestido… Tu porém és sempre o mesmo, e os teus anos não têm fim” (Salmo 101, 27). Jesus Cristo é sempre o mesmo ontem e hoje; Ele o será também por todos os séculos. Não vos deixeis levar por doutrinas várias e estranhas” (Hebr. 13, 8-9). Por isso a verdade não tem idade nem época. O que era verdadeiro no tempo de Cristo, é verdade hoje e o será sempre. E o que era pecado no tempo de Cristo, foi na Idade Média, é hoje e o será sempre. “Não seriam necessárias muitas leis para a sociedade. Bastam os 10 mandamentos da Lei de Deus: observando-os tudo estaria resolvido”.

Retirado do livro “Quer agrade quer desagrade”, Padre Fernando Arêas Rifan 

 

PT: O partido do aborto


O partido do aborto

(PT pune dois deputados acusados de combaterem a causa abortista)

 

 “Ubi PT, ibi abortus” (onde está o PT, lá está o aborto), já dizia um velho provérbio chinês criado pelo Professor Humberto Leal Vieira, presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família e membro da Pontifícia Academia Pró-Vida.

 

A história do aborto no Brasil confunde-se com a história do PT e de outros partidos de índole comunista, como o PC do B e o PPS.

 

Coube ao PT em 1989 a “glória” de ter instalado no município de São Paulo o primeiro (des)serviço de aborto financiado com o dinheiro público (Portaria 692/89). Isso ocorreu enquanto Luiza Erundina (do PT) era prefeita e enquanto Eduardo Jorge (do PT) era secretário de saúde.

 

Em 1991, o mesmo Eduardo Jorge, desta vez como deputado federal do PT por São Paulo, proporia, juntamente com Sandra Starling (deputada federal do PT por Minas Gerais) um projeto (PL 20/91) que pretendia obrigar todos os hospitais do SUS a imitarem o mau exemplo da capital paulista.

 

Durante o governo Fernando Henrique Cardoso, o PT sempre liderou de longe a autoria de projetos abortistas, em nível tanto federal, como estadual e municipal. Para se ter uma idéia da liderança petista, em 2002 havia oito projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional com o objetivo de legalizar e/ou favorecer a prática do aborto. Seis eram de autoria do PT, um do PTB e um do PPB!

 

Com a ascensão de Lula à presidência da República, o que era ruim ficou pior. Em 2004, o Ministro da Saúde Humberto Costa lançou a Norma Técnica de Atenção Humanizada ao Abortamento, toda ela voltada para fomentar a impunidade do aborto. Em 2005, ele fez uma reedição piorada da Norma Técnica “Prevenção e Tratamento dos Agravos da Violência Sexual contra Mulheres e Adolescentes”, editada pela primeira vez em 1998 pelo então Ministro José Serra. No mesmo ano foi editada a Portaria 1145/2005, com a novidade de conter um formulário pronto, apto para a falsificação de estupros e o aborto em série.

 

Em 27 de setembro de 2005, a secretária especial de Políticas para Mulheres Nilcéa Freire entregou à Câmara dos Deputados o anteprojeto de descriminalização do aborto elaborado por uma Comissão Tripartite, em cuja participação a CNBB não foi admitida. A proposta normativa do governo, consagrando o aborto como um direito inalienável de toda mulher, e propondo sua total liberação, foi adotada em 04 de outubro de 2005 pela deputada Jandira Feghali (PC do B/RJ), como substitutivo ao Projeto de Lei 1135/91. A oposição pró-vida, porém, foi muito grande, e a votação do projeto ficou para o próximo mandato.

 

Em 22 de maio de 2006, o Partido dos Trabalhadores, em seu 13º Encontro Nacional, aprovou as “Diretrizes para a Elaboração do Programa de Governo do Partido dos Trabalhadores (Eleição presidencial de 2006)”, contendo como propósito para o segundo mandato a “descriminalização do aborto e a criminalização da homofobia” (item 35). Em 27 de setembro, atendendo às propostas do 13º Encontro Nacional do PT, o presidente Lula inclui em seu programa de governo 2007- 2010 a legalização do aborto: “criar mecanismos nos serviços de saúde que favoreçam a autonomia das mulheres sobre o seu corpo e sua sexualidade e contribuir na revisão da legislação” (Programa Setorial de Mulheres, p. 19).

 

No segundo mandato, o governo Lula insistiu, sobretudo por meio do novo Ministro da Saúde José Gomes Temporão, em aprovar o Projeto de Lei 1135/91, dizendo e repetindo que “o aborto é uma questão de saúde pública”. A proposta, porém, foi rejeitada duas vezes: na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF) da Câmara dos Deputados por 33 votos a zero (em 07/05/2008) e na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) por 57 votos contra 4 (09/07/2008). Inconformado com a derrota, em 13/08/2008, o deputado José Genoíno (PT/SP) apresentou um recurso (Recurso 0201/08) para que o projeto abortista fosse apreciado pelo plenário da Câmara. Dos 66 deputados que assinaram o recurso, 31 (46,97%) eram do PT.

 No 3º Congresso do Partido dos Trabalhadores (PT), ocorrido entre agosto e setembro de 2007, foi aprovada a resolução “Por um Brasil de mulheres e homens livres e iguais”, que inclui a “defesa da autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”.

 

No 10º Encontro Nacional das Mulheres do PT realizado em Brasília nos dias

17 e 18 de maio de 2008, foi aprovada uma resolução propondo a instalação de uma Comissão de Ética para os parlamentares antiabortistas, com “orientação para expulsão daqueles que não acatarem e não respeitarem as resoluções partidárias relativas aos direitos e à autonomia das mulheres”.

 

No dia 11 de novembro de 2008, os deputados Luís Bassuma (PT/BA) e Henrique Afonso (PT/AC) receberam a notificação da Comissão de Ética do Diretório Nacional do Partido. Em 17 de setembro de 2009, ambos foram punidos. O motivo alegado é que eles “infringiram a ética-partidária ao ‘militarem’

contra resolução do 3º Congresso Nacional do PT a respeito da descriminalização do aborto”[1] <#124207bfa63a77ed__ftn1>. Esse foi o entendimento unânime do Diretório Nacional. Os dois tiveram seus direitos partidários suspensos: Luiz Bassuma por um ano e Henrique Afonso por 90 dias. Segundo a decisão, Bassuma será imediatamente substituído pela Bancada Federal na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF). Quando a Henrique Afonso, ele não será reconduzido à mesma Comissão. Bassuma recebeu ainda a recomendação de retirar os projetos de lei de sua autoria “que contrariam a resolução do 3º Congresso” (aborto).

——————————

 

Como entender a punição dos dois deputados

 

A presença de políticos antiaborto dentro do PT sempre foi muito importante.

Não para a causa pró-vida, mas para a causa abortista. O Partido permitia que eles fizessem algum discurso em defesa da vida e até, em certos casos, que votassem contra o aborto. Mas impunha como condição que a atuação deles fosse periférica, superficial, de modo a não impedir a aprovação de um projeto pró-aborto nem a rejeição de um projeto pró-vida.

 

Assim, o PT permitiu que Hélio Bicudo (PT/SP) em 23/04/1996, votasse a favor da PEC 25A/95, que pretendia incluir em nossa Constituição o direito à vida “desde a sua concepção”. Seu voto foi um entre 32 que votaram “sim” contra

356 que votaram “não”. Como não havia perigo de que a proposta pró-vida fosse aprovada, o Partido não se importou com aquele voto dissidente.

 

O PT ainda permitiu que o mesmo Hélio Bicudo fizesse um solene discurso contra o aborto em 28/08/1997, quando estava para ser votado o PL 20/91. No entanto, misteriosamente ele se ausentou na hora da votação. Sua ausência foi decisiva para que o projeto abortista fosse aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Redação.

 

De maneira análoga, o PT permitiu que a deputada Ângela Guadagnin (PT/SP) em 6/3/2001 emitisse, como relatora, um parecer favorável ao PL 947/1999, que pretendia instituir o Dia do Nascituro. No entanto, ela estranhamente não compareceu no dia 25/04/2001, quando o projeto estava para ser votado. Sem a presença da relatora, não pôde haver votação. E assim, essa proposição pró-vida foi sendo protelada indefinidamente até ser arquivada.

Os petistas “pró-vida” sempre contribuíram para que se criasse a falsa idéia de que o PT não é um partido abortista. A presença deles interessava ao Partido, a fim de atrair os votos dos cristãos. Por que então Luiz Bassuma e Henrique Afonso foram punidos?

 

Porque eles foram longe demais. Bassuma ousou apresentar um projeto para revogar a não punição do aborto em caso de estupro (PL 5364/2005), desarquivou o “Estatuto do Nascituro” (PL 478/2007) e propôs a proibição do abortivo conhecido como “pílula do dia seguinte” (PL 1413/2007). Henrique Afonso atreveu-se a propor a sustação da aplicação da Norma Técnica do aborto no SUS (PDC 42/2007).

 

A decisão do Diretório Nacional deixou claro que dentro do PT só se admite uma militância pró-vida do tipo “faz-de-conta”. Tudo o que ultrapassa a mera ficção e põe em risco a causa abortista do Partido deve ser punido.

——————————

 

E o respeito à consciência?

 

O respeito à consciência dentro do PT é algo excepcional, como se vê no artigo 13, XV do seu Estatuto: “São direitos do filiado: … excepcionalmente, ser dispensado do cumprimento de decisão coletiva, diante de graves objeções de natureza ética, filosófica ou religiosa, ou de foro íntimo, por decisão da Comissão Executiva do Diretório correspondente, ou, no caso de parlamentar, por decisão conjunta com a respectiva bancada, precedida de debate amplo e público”.

A consciência de cada filiado fica portanto submetida à decisão do Partido.

Se o PT não permitir, o filiado não pode agir segundo sua consciência.

——————————

 

Conclusão:

De tudo o que ocorreu, fica que evidente que um cristão não pode votar no PT e muito menos filiar-se a esse partido. Não se trata de uma questão de simples preferência partidária. Trata-se literalmente de uma questão de vida ou morte, ou seja, de defesa do direito humano fundamental à vida, em favor dos mais inocentes e indefesos. Um partido que faz todo o possível para que esse direito não seja reconhecido pelo Estado e não permite aos seus filiados que promovam eficazmente esse direito, não cumpre um requisito fundamental para poder ser votado, ao menos se existem outros partidos que defendam esse direito ou, pelo menos, deixem os seus filiados defendê-lo. 

Não se trata de fazer política partidária, mas do dever de dar aos outros, a todo o povo, a necessária informação sobre radicais incompatibilidades de um partido político ou de um determinado político com as convicções mais fundamentais da ética cristã e mesmo natural. A história (de governos eleitos pelo povo, que desprezaram os direitos humanos fundamentais) não ensinou já o suficiente a responsabilidade de cada um pelo seu voto? Por isso, existe o dever de se informar e de informar os outros.

 Roma, 3 de outubro de 2009

 Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz

 Presidente do Pró-Vida de Anápolis

 Tele fax: 55+62+3321-0900

Caixa Postal 456

75024-970 Anápolis GOhttp://www.providaanapolis.org.br

“Coração Imaculado de Maria, livrai-nos da maldição do aborto”

Publicado em Aborto, Política. 1 Comment »

Manifesto pela valorização da Vida


 

Desde 1983, comemoramos, em 08 de outubro, o Dia pelo Direito à Vida. Em painel realizado na Assembléia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, realizado pelo Movimento em Defesa da Vida, foi escolhida essa data, intencionalmente durante a Semana da Criança, a fim de possibilitar campanhas positivas, valorizando e defendendo o Direito à Vida da criança ainda não nascida.

  

A criança em gestação pode ser considerada atualmente o ser humano mais excluído e discriminado do mundo. A primeira exclusão é não considerá-la como existente, porque ainda não é vista. Nos primeiros estágios de desenvolvimento, sua existência é negada por expressões verbais tais como “pré-embrião” e “vida potencial”. Na tentativa de não dramatizar o aborto, usam-se expressões verbais como “extração menstrual”, “redução de embriões”, “antecipação do parto” e outras.
 
No entanto, esta vida tem direitos assegurados por Lei:
Art. 2º – A personalidade civil da pessoa começa no nascimento com vida; mas a lei põe a salvo, desde a concepção, os direitos do nascituro. (Código Civil – lei federal 10.406 de 10/01/2002).
Art. 7º – A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência. (E.C.A. – lei federal 8069).
Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à segurança e à propriedade…(Constituição Federal)
Art. 227º – É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança e ao adolescente, com absoluta prioridade, o direito à vida… (Constituição Federal)
Art. 1° – A Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), celebrada em São José da Costa Rica, em 22 de novembro de 1969, apensa por cópia ao presente decreto, deverá ser cumprida tão inteiramente como nela se contém (decreto 678/92): Art. 4º &1 – Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente. (Convenção Americana sobre Direitos Humanos)
 
Há uma crescente mobilização de grupos influindo a opinião pública e atuando junto aos legisladores, no intuito de legalizar ou descriminalizar o aborto no Brasil.
 
A falta de esclarecimentos sobre importantes aspectos deste problema, o desconhecimento sobre as ações desenvolvidas pelos movimentos em defesa da vida nos países que legalizaram o aborto, e o desconhecimento sobre o apoio financeiro por parte de poderosas entidades estrangeiras à causa abortista no Brasil deixam a maioria silenciosa, insegura em seus argumentos e desarticulada ante a necessidade de urgente ação visando não somente conscientizar, mas trabalhar para que sejam modificadas as causas do aborto provocado.
 
Assistimos acirrados debates com propostas de implementar, por meio dos hospitais conveniados com o Sistema Único de Saúde (S.U.S.), o atendimento aos abortos “legais”. Entretanto, esquecem que no Brasil não existe caso de aborto “legal”. O que contempla o Código Penal Brasileiro, art. 128 é: não se pune o aborto praticado por médicos quando não há outro meio de salvar a vida da mãe e de gravidez resultante de estupro.
 
Estamos certos de que, ao trazer ao debate esses casos apreciados pelo Estatuto Penal com a não-punição, os grupos pró legalização do aborto estão abrindo caminho ao aborto à pedido. Aliás, essa tem sido uma das etapas percorridas naqueles países que legalizaram o abortamento.
 
As pessoas que propõem a liberação do aborto em nosso país dizem-se defensoras da vida das mulheres que morrem vítimas de abortos feitos na clandestinidade. Sugerem que é preciso seguir o exemplo dos países desenvolvidos que legalizaram essa prática. Omitem que, no aborto, “legal” ou não, sempre há uma vítima: a criança que morre.
 
Rejeitar a legalização do aborto não significa punir aquelas mulheres já penalizadas pela vida e que em situação limite recorrem ao mesmo. Não ignoramos os males da clandestinidade, porém o exemplo da luta dos que defendem a vida do nascituro, nos países ricos, revela que não são as condições sócio-econômicas precárias que levam ao aborto, mas a perda de valores, de sentido da vida, do respeito à dignidade inviolável da vida humana.
 
Defender o primeiro dos Direitos Humanos jamais poderá ser uma atitude retrógrada. Independe de posição política, pois é baseada em valores humanos e científicos.
  
Os motivos para liberar o aborto são quase sempre muito sérios:
— o drama de mulheres em situação desesperadora;
— más formações congênitas do nascituro;
— a gravidez indesejada;
— o estupro;
— o número crescente de crianças abandonadas;
— a explosão demográfica.
 
Para buscar soluções verdadeiras, é preciso multiplicar os agentes em defesa da vida que levem a verdade a todos os ambientes, com linguagem clara, desprovida de condenação, procurando soluções para quem não encontra outra alternativa senão o aborto.
 
Esta busca de soluções deve envolver os grupos que trabalham nas bases, que mantêm contato direto com população empobrecida e que se deparam, quotidianamente, com dramáticos dilemas. Num verdadeiro mutirão pela vida, juntos, devemos lutar por vida digna para todos, por meio:
– da criação de Lares de Acolhida a gestantes em situação de risco;
– do encaminhamento de todas as mães ao pré-natal, visando a saúde materna e da criança, e o fortalecimento do vínculo mãe-filho;
– da priorização da educação ao Planejamento Familiar;
– do atendimento por equipe multidisciplinar, detectar a criança em risco de abandono, cuja mãe poderá ser encaminhada para serviço de adoção legal.
 
Claro que existem questões estruturais a serem vencidas. Se existem crianças abandonadas nas ruas, isto não pode significar que devem ser mortas antes de nascerem, mas que é necessário uma nova visão de desenvolvimento para o País. Assim sendo, não podemos nos distanciar das lutas sociais e econômicas da população:
– A luta pela Defesa da Vida passa pela necessária reforma agrária, evitando o êxodo rural e o aglomeramento de famílias empobrecidas na periferia das grandes cidades, onde meninas se prostituem, e meninos tornam-se delinqüentes;
– A luta pela Defesa da Vida passa por transformações profundas, a nível sócio-econômico, que possibilitem a toda criança que vem a este mundo ser acolhida numa habitação verdadeiramente humana;
– A luta pela Defesa da Vida passa pelo acesso de todas as pessoas à educação e à saúde;
– A luta pela Defesa da Vida passa pela racionalização do uso dos recursos naturais e de sua equânime distribuição;
– A luta pela Defesa da Vida passa pela denúncia, a nível mundial, de gastos com armamentos que seriam suficientes para eliminar da face da terra o escândalo da fome.
 
Um outro mundo é possível sim, mas nunca com a exclusão de crianças, nascidas ou ainda por nascer, ou de qualquer outro ser humano.
 
Venha e participe conosco desta luta. VIDA E PAZ PARA TODOS.
 
Porto Alegre, 08 de outubro de 2009
MDV – Movimento em Defesa da Vida

Cardeal Ratzinger sobre a Liturgia


É totalmente absurdo, na tentativa de tornar a Liturgia “mais atraente”, recorrer a espetáculos de pantominas de dança, possivelmente com grupos profissionais, que muitas vezes, terminam em aplauso. Sempre que haja aplauso pelos aspectos humanos na Liturgia, é sinal de que a sua natureza se perdeu inteiramente, tendo sido substituída por diversão de gênero religioso.” (RATZINGER, Joseph. Introdução ao Espírito da Liturgia. Paulinas: Prior Velho (Portugal), 2006, p.147)

A comunhão na mão


Um bispo auxiliar do Cazaquistão adverte os bispos alemães que não apenas se alegrem com a Comunhão na boca e de joelhos. Os pastores supremos precisam dissuadir de maneira ativa os fiéis de comungarem na mão.

Mons. Athanasius Schneider(Kreuz.net) No que tange à Santa Comunhão, impera uma grande necessidade na Igreja. Assim esclareceu o Bispo Auxiliar – descendente de alemães – de Karaganda, no Cazaquisão, Mons. Athanasius Schneider (48), em uma entrevista para o canal de TV católico ‘Kephas-TV’. O filme será exibido várias vezes nessa semana.

O recebimento da comunhão é o encontro com Deus, “perante o qual os anjos se prostram” – esclareceu o Bispo Auxiliar. Deve ficar claro durante o recebimento da comunhão que esse é um momento sagrado. Para os fiéis o mais natural seria ficar de joelhos diante da majestade divina: “Esse é o mínimo que devemos ao Senhor.”

O ser humano consiste de alma e corpo e também precisa mostrar reverência perante o Senhor. Quanto à distribuição da Comunhão hoje em dia, o Bispo Auxiliar disse que é de chorar “quando a observamos.”

Os bispos devem se alegrar sobre a Comunhão na boca

Durante a Comunhão na mão e de pé não haveria mais quase nenhum sinal externo de adoração: “Isso é simplesmente um movimento em série, que transcorre de maneira bastante rápida, em que se recebe o Senhor na forma de pão rapidamente e se coloca na boca por si mesmo.”

Mons. Schneider adverte o clero também: “Precisamos todos nos alegrar – também os bispos e sacerdotes – quando os fiéis se ajoelham diante do Senhor.”

Contra o Concílio Pastoral

Na entrevista o Bispo Auxiliar enfatiza ainda que o apelo da Comunhão na mão no Concílio Pastoral Vaticano Segundo é um “puro mito”. O Concílio não teria dito nada a respeito disso. A Comunhão na mão não teria passado pela cabeça dos padres conciliares.

Implementada de maneira ilegal

A Comunhão na mão na forma atual teria sido inicialmente introduzida de maneira ilegítima na Holanda – eclesialmente morta nesse meio tempo. O Papa Paulo VI († 1978) teria “legitimado” a Comunhão na mão pela primeira vez  posteriormente. O Bispo Auxiliar Schneider está convencido de que esse Papa não desejaria a Comunhão na mão. No ano de 1968, o Papa indagou o episcopado mundial sobre o tema. Dois terços dos bispos negaram a Comunhão na mão. Eles exigiram que a forma tradicional de recebimento da Comunhão fosse mantida. Mons. Schneider esclareceu também que: Os bispos daquela época reconheciam ainda o perigo de que partículas da hóstia caíssem no chão e que a reverência dos fiéis se perdesse.

A Comunhão na mão é fortemente proibida no Cazaquistão

O Bispo Auxiliar Schneider reporta que no Cazaquistão nunca existiu a Comunhão na mão: “Para os fiéis, ajoelhar-se é uma necessidade espontânea. Não se precisa ensinar-lhes de modo algum. A fé interior exige um gesto exterior dos joelhos.”

Também turistas, diplomatas e executivos precisam receber a Comunhão na boca no Cazaquistão: “Há dois anos a nossa Conferência Episcopal tomou a decisão unânime de que somente a Comunhão na boca e de joelhos seria permitida em todas as dioceses do Cazaquistão – também para os estrangeiros. A Santa Sé concordou com essa norma.”

Um magistério prático

Mons. Schneider ficou “bastante admirado” quando o Santo Padre começou a distribuir a Comunhão somente na boca e de joelhos: “Eu considerei isso como um Magistério prático que o Santo Padre nos dá.” Especialmente os bispos deveriam ser muito gratos ao Santo Padre por seu exemplo e imitá-lo.

O Bispo Auxiliar sugere que os bispos diocesanos recomendem e esclareçam sobre a Comunhão na boca e de joelhos, se recordando de alguns bispos que já fizeram isso. Ele menciona o Prefeito para a Congregação da Liturgia, o Cardeal Antonio Cañizares. Na Quinta-feira Santa o Cardeal exigiu que os fiéis na Catedral de sua arquidiocese anterior, Toledo, recebessem a Comunhão na boca de joelhos. “Na Comunhão todos os fiéis receberam a Santa Comunhão de joelhos e na boca  – embora ele só tivesse aconselhado.”

Ajudar os fiéis em seu direito

O Bispo Auxiliar Schneider criticou ainda a retirada das mesas da comunhão das igrejas nos anos 70 do último século: “Isso foi como uma avalanche.” Esse fato será encarado como “iconoclasmo” na História da Igreja. O Bispo Auxiliar considera a reintrodução das mesas da comunhão também por razões práticas bastante úteis.

Os fiéis teriam o direito de se ajoelharem para a Comunhão. Contudo, sem as mesas da comunhão, esses fiéis – sobretudo, os idosos – seriam afetados de maneira adversa. Isso seria uma injustiça.

Além disso, Mons. Schneider considera a mesa da comunhão como um símbolo. Ela se revela como um armário que fica atrás de algo sagrado – “próximo ao Sacrário, onde o próprio Jesus está verdadeiramente presente”.

As mesas da comunhão teriam existido já nos primeiros séculos:

“Quando quisermos nos voltar aos padres da Igreja, às origens, então, deveríamos pelo menos reintroduzir as mesas da comunhão.”

FSSPX - Portugal

Tudo por amor a Jesus Cristo, Nosso Senhor.

Movimento Magistrados para a Justiça

"Uma visão conservadora de temas relacionados ao Direito"

O Legado d'O Andarilho

opiniões, considerações políticas e religiosas.

Roberta Acopiara's Blog

Just another WordPress.com weblog

Blog do Curso Técnico em Informática do IFCE - Campus Iguatu

Blog do Curso Técnico em Informática do IFCE - Campus Iguatu

pregarevangelho

Só mais um site WordPress.com

:.:Paródias da Professora Décia:.:

Paródias de uma professora cedrense!

Fratres in Unum.com

Ecce quam bonum et quam jucundum habitare fratres in unum.

Compartilhar é preciso.

Sinta-se livre para conhecer, aprender e compartilhar

§|Olhar Católico|§

Um Olhar Católico sobre o mundo!

Pacientes na tribulação

Apologética católica

Grupo S. Domingos de Gusmão

Fiéis Católicos de Maringá

Missa Tridentina em Brasília

Santa Missa no Rito Romano Tradicional

Vida, dom de Deus

Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

%d blogueiros gostam disto: