Fábio de Melo ou S.S. Pio XI, com quem ficar?


Fábio de Melo diz:

“A proposta de Jesus é socialista, né? O socialismo tem sido mal interpretado. Bem aplicada, sem os exageros da antiga União Soviética, a proposta socialista só edifica” (Fonte)

Fábio de Melo acha o socialismo lindo

Fábio de Melo acha o socialismo lindo

O Papa Pio XI diz:

Papa Pio XI condenou o Socialismo

Papa Pio XI condenou o Socialismo

” (…) O socialismo, quer se considere como doutrina, quer como fato histórico, ou como “ação”, se é verdadeiro socialismo, mesmo depois de se aproximar da verdade e da justiça nos pontos sobreditos, não pode conciliar-se com a doutrina católica, pois concebe a sociedade de modo completamente avesso a verdade cristã. (…) ” (Quadragesimo Anno, nos. 117 e 120)

“Socialismo religioso, socialismo cristão, são termos contraditórios: ninguém pode ao mesmo tempo ser bom católico e socialista verdadeiro” (Quadragesimo Anno, no. 119)

 

A pergunta é:

Com quem ficar?

Comentários estão abertos… É só responder.

Não preciso de dizer com quem eu fico, “né”?

A dança nunca fez parte da Liturgia II


Dança na Liturgia – Card. Joseph Ratzinger

A dança não é uma forma de expressão cristã. Já no século II, os círculos gnósticos-docéticos tentaram introduzi-la na Liturgia. Eles consideravam a crucificação apenas como uma aparência: segundo eles, Cristo nunca abandonou o corpo, porque nunca chegou a encarnar antes de Sua paixão; consequentemente, a dança podia ocupar o lugar da Liturgia da Cruz, tendo a cruz sido apenas uma aparência.

As danças cultuais das diversas religiões são orientadas de maneiras variadas: invocação, magia analógica, êxtase místico; porém, nenhuma dessas formas corresponde à orientação interior da Liturgia do "sacrifício da Palavra". É totalmente absurdo, na tentativa de tornar a Liturgia "mais atraente", recorrer a espetáculos de pantominas de dança, possivelmente com grupos profissionais que, muitas vezes, terminam em aplauso.

Sempre que haja aplauso pelos aspectos humanos da Liturgia, é sinal de que a sua natureza se perdeu inteiramente, tendo sido substituída por diversão de gênero religioso.

Joseph Ratzinger, Introdução ao Espírito da Liturgia

A bússola e a biruta


por Percival Puggina em 05 de fevereiro de 2007 

Freqüentemente se ouve que a Igreja perde fiéis por não se adequar às tendências da modernidade: é contra o divórcio, contra o aborto, contra o casamento de homossexuais, condiciona o exercício do sacerdócio ao celibato, não ordena mulheres, se opõe a diversas práticas de controle da natalidade e por aí afora. Fico imaginando o pleno atendimento dessas reivindicações: a Igreja reinstituindo a carta de divórcio (explicitamente abolida por Jesus, num visível erro de apreciação), aconselhando as mães a abortar e os médicos a aprimorarem as técnicas de aborto, as igrejas celebrando casamentos entre homens, entre mulheres, bem como outras uniões extravagantes que se sabe existir por aí, sacerdotes e sacerdotisas distribuindo “camisinhas” nas missas dos jovens, e por aí afora.

Chocante? Ridículo? Por quê? Não é exatamente o que parecem desejar que a Igreja faça para adequar-se aos ventos da opinião pública e da permissiva cultura contemporânea? Quantos cristãos parecem crer que, de fato, a Igreja “precisa atualizar-se” nestas coisas?

Existe nos aeroportos um instrumento colocado próximo à pista, formado por uma haste metálica na qual é fixado um tubo de pano. É chamado “biruta” e serve para sinalizar o sentido e a direção dos ventos de superfície. Em todas as aeronaves existe também um outro aparelho, chamado bússola, que sinaliza o norte magnético e é um dos mais antigos e utilizados instrumentos para orientação de navegadores em terra, mar e ar.

Felizmente, a Igreja não comete a insensatez de confundir a “biruta” com a bússola porque se assim procedesse acabaria tão extraviada quanto ficaria o piloto que olhando para o tubo de pano junto à pista do aeroporto, confundisse aquilo com uma bússola e seguisse o vento, pensando tomar o rumo do norte. Não! A Igreja e o Cristianismo cumprem através da história esse papel de bússola, indicando firmemente o norte apesar dos ventos da superfície, aos quais conhece, mas aos quais não segue. Ao agir assim, procede como Cristo, que denunciou os padrões de conduta de seus contemporâneos.

E foi à cruz por causa disso! Não tivesse agido assim teria conseguido mais seguidores em seu tempo, mas ninguém o seguiria hoje. E nenhum seguidor de Cristo pode deixar de ser sinal de contradição. A Igreja não é a bússola e não é o Norte. Ela é apenas a agulha imantada pelo Norte da Revelação, que de Deus recebeu e que não pode deslocar ou recondicionar.

 

Doutrina Maçônica versus Doutrina Católica (I)


A seguir as primeiras cinco comparações, das quinze que retirei do livro “A Maçonaria no Brasil – orientação para os católicos” do Dr. Boaventura Kloppenburg (mesmo livro de onde foi tirado o conteúdo do post Maçonaria: sociedade discreta ou secreta?) entre a enganadora doutrina maçônica e a Doutrina Católica. Este livro é muito bom e vale a pena ler.

Abaixo fica clara a inconpatibilidade. O que prova que o maçom não é vedadeiro católico e vice-versa.

Doutrina Maçônica Doutrina Católica
1. Existe um Ser Supremo, convenientemente denominado “Grande Arquiteto do Universo”. 1. Existe um Ser Supremo, Criador e Conservador de todos os seres contingentes, que com sua paternal Providência vela sobre cada uma de suas criaturas.
2. Para o conhecimento da natureza íntima do Ser Supremo a razão humana permanece entregue às suas próprias luzes e forças naturais; pois não consta que Deus se tenha revelado aos homens. 2. Para o conhecimento da natureza íntima do Ser Supremo a razão humana, entregue apenas às suas próprias luzes e forças naturais, é radicalmente insuficiente; foi por isso que o próprio Deus, principalmente por Seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, Se dignou de falar sobre Si aos homens.
3. É sagrado e inviolável, em todo indivíduo humano, o direito de pensar livremente. 3. É sagrado e inviolável, em todo indivíduo humano, o direito de orientar livremente o seu pensamento de acordo com a realidade objetiva preexistente; não, porém, contra esta realidade, porquanto o erro não tem direitos.
4. O homem deve dirigir seus atos e sua vida exclusivamente de acordo com a sua própria razão e consciência. 4. O homem deve dirigir seus atos e sua vida de acordo com a sua própria consciência e, sobretudo, de acordo com os mandamentos revelados positivamente por Deus.
5. É o próprio indivíduo que deve regular suas relações com o Ser Supremo, o modo como cultua-1’O. 5. É em primeiro lugar o próprio Deus que regula o modo como deve ser cultuado pelo homem, sua criatura; e o homem deve acomodar-se às determinações divinas.

Ladainha para obter a Humildade


Ó Jesus, manso  e humilde de coração R. tende piedade de nós
Do desejo de ser estimado R. livrai-me, ó Jesus
Do desejo de ser mado R. livrai-me, ó Jesus
Do desejo de ser honrado R. livrai-me, ó Jesus
Do desejo de ser louvado, de ser preferido aos outros R. livrai-me, ó Jesus
Do desejo de ser consultado R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser humilhado R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser desprezado R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser recusado R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser difamado R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser esquecido R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser ridicularizado R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser tratado injustamente R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser julgado suspeito R. livrai-me, ó Jesus
   
Que os outros sejam mais amados do que eu, ó Jesus R. concede-me a graça desse santo desejo
Que os outros cresçam, na estima do mundo e que eu diminua, ó Jesus R. concede-me a graça desse santo desejo
Que aos outros se dê mais confiança no trabalho e que eu seja deixado de lado, ó Jesus R. concede-me a graça desse santo desejo
Que os outros sejam preferidos a mim em tudo, ó Jesus R. concede-me a graça desse santo desejo
Que os outros se tornem mais santos do que eu, contanto que eu também me torne tão santo como puder, ó Jesus R. concede-me a graça desse santo desejo
 
Amém.  

A Dança nunca fez parte da Liturgia

O Vaticano não é rico


“”O Vaticano não é rico””. Entrevista com John L. Allen Jr.
Instituto Humanitas Unisinos

Para que John L. Allen Jr., 44 anos, chegasse aonde está, um Papa teve que morrer. Porque foi só quando João Paulo II faleceu que esse jornalista, que se dedicava à docência em um colégio na Califórnia, enfrentou os microfones. Nessa oportunidade, foram os da CNN, onde ele hoje é analista do Vaticano. Mas depois, Allen começou a publicar colunas e comentários em meios de comunicação como o New York Times e o National Catholic Reporter. Não foi preciso muito tempo para que ele se convertesse no vaticanista mais respeitado do meio. Alguém que sabe, por exemplo, como chega e como é administrado o dinheiro santo.

Como a Igreja e a Santa Sé se financiam?

O orçamento anual do Vaticano é de US$ 300 milhões. Basicamente, eles têm três fontes de renda: a primeira são as doações de igrejas locais e conferências de bispos em todo o mundo. As paróquias são obrigadas a entregar dinheiro às dioceses, e as dioceses são obrigadas a entregar dinheiro para o Vaticano.

Qual é a segunda?

Os investimentos. Em 1929, a nova República italiana pagou ao Vaticano uma enorme quantia por todas as propriedades que ela lhe havia confiscado. Essa quantidade, que hoje seriam de várias centenas de milhões de dólares, foi investida em uma carta de investimentos de bônus e ações que ainda existe e que, a cada ano, entrega renda ao Vaticano.

Resta a última.

O Vaticano é dono de cerca de 700 propriedades, principalmente em Roma, mas também em toda a Itália. Muitas delas são arrendadas a companhias e a pessoas, como lojas ou departamentos. Então, a cada ano, há dinheiro que chega por esse caminho.

Isso é suficiente?

Todo ano, em geral, eles andam muito apertados com esse orçamento, e não se sabe se ganharão o suficiente para pagar os gastos do Vaticano.

Falo das doações. São muito fundamentais?

Cobrem 50% do orçamento anual. As outras duas contribuem com 25% cada.

Em quanto estão avaliadas as propriedades?

O Vaticano diz que seu patrimônio, que inclui bens raízes, chega a US$ 770 milhões. O grosso dessa cifra são as propriedades. Então, no total, a avaliação deveria se aproximar dos US$ 500 milhões.

Eles estão com números vermelhos ou azuis?

Desde o final da década de 70 até o começo dos 90, eles estavam com números vermelhos quase todos os anos. Depois, chegou um cardeal norte-americano de Detroit encarregado da operação financeira, que era conhecido por ser alguém habilidoso com o dinheiro. Ele corrigiu o déficit, e eles obtiveram números azuis por vários anos. A partir daí, veio uma crise financeira, e voltaram a ter números vermelhos, mesmo que o déficit não tenha sido muito grande. Em geral, a Igreja não obtém excedentes significativos.

Então não se poderia dizer que a Igreja é rica.

Eu colocaria desta forma: o orçamento operativo da Igreja é de US$ 300 milhões. Nos Estados Unidos, a Universidade de Notre Dame – que é a maior universidade católica do país – tem um orçamento operativo de mais de US$ 1 bilhão. Isto é, pode financiar o Vaticano três vezes. O patrimônio do Vaticano – quase US$ 800 milhões – é semelhante ao que é entregue às organizações sem fins lucrativos dos Estados Unidos como doação. Meu ponto é que, se medirmos pelos padrões das organizações sem fins lucrativos, o Vaticano não é particularmente rico. O que acontece é que, diferentemente das organizações sem fins lucrativos – em que o item que absorve mais capital é o pagamento de salários –, no Vaticano, a maioria dos “empregados” são sacerdotes ou freiras que ou não recebem salário ou paga-se-lhes o mínimo. Essa é a forma pela qual o Vaticano pode manter as coisas andando com um orçamento que, no mundo das organizações sem fins lucrativos, seria considerado bastante modesto.

Qual é o departamento encarregado das finanças da Santa Sede?

A Prefeitura dos Assuntos Econômicos.

Como ela funciona?

Um cardeal – Sergio Sebastiani – é o presidente emérito. Ele tem uma junta de consultores. Além disso, existe um conselho de cardeais que assessora a Prefeitura na administração financeira. Esse conselho, por sua vez, tem uma junta de consultores que são profissionais financeiros, especialistas em investimentos etc.

Que perfil tem a pessoa que chega a esse cargo?

O Papa o nomeia. Quase sempre é um bispo italiano veterano que tem reputação de saber lidar com o dinheiro. Informalmente, se subentende que deve ser italiano porque há muita interação com o sistema bancário desse país.

Como você descreveria a atual gestão?

São imensamente conservadores. Fazem investimentos de muito baixo risco. Sei que, muitas vezes, foi frustrante para os cardeais que proveem especialmente dos Estados Unidos e da Europa, porque a Santa Sé demora em adotar algumas das práticas básicas para a administração e investimentos que são usadas em outras partes do mundo. Eles publicam um balanço financeiro anual. Mas não é divulgado. Não há uma auditoria independente das finanças. Ao longo dos anos, muitos cardeais queixaram-se privadamente comigo de que obteriam melhores retornos de investimento se pudessem atrair pessoas externas que tomassem decisões responsáveis, mas ligeiramente mais audazes.

O problema passa pela modernização, então.

É preciso entender que isso é o Vaticano. O problema de fundo, acredito, é que se trata de uma instituição cuja aproximação ao dinheiro é pré-moderna.

Em que sentido pré-moderna?

Anterior às práticas modernas de contabilidade. Que não se sente cômoda com estratégias de investimento do século XXI. Estamos falando de uma aproximação ao dinheiro que se formou na Alta Idade Média. No entanto, estão lidando com católicos de todo o mundo, que têm sim altas expectativas enquanto a transparência, gestão e responsabilidade.

A reportagem é de Andrew Chernin, publicado na revista Qué pasa e no sítio Religión Digital, 31-10-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis a entrevista.

“Três dicas” para orar em línguas


Primeira dica: imagine a Xuxa no auge de sua fama cantando “ilariê”.

Segunda dica: mentalize o Scoopy-Doo no final de cada desenho… isso mesmo, quando eles desvendaram o “mistério”.

Terceira dica: pense agora no Fred Flintstone muito feliz por ter recebido uma promoção no trabalho, ou por ter recebido um beijinho da Vilma.

Pronto! Agora é só ir para o grupo de oração mais próximo (ou qual quer culto protestante pentecostal na esquina) e mostrar pra todo mundo que “Deus faz maravilhas” em você. Claro que nem você entende o que diz, mas tudo bem, não importa, você agora é um carismático!!!

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Agora, falando sério, veja também: Como orar em línguas.

"Arapuca" Maçônica


 ALGUNS DOS PRINCIPAIS ERROS FILOSÓFICOS DA MAÇONARIA  

1) Racionalismo – Doutrina que privilegia a razão como fonte única de conhecimento verdadeiro. Não há síntese possível entre a doutrina católica e a doutrina da Maçonaria racionalista ou com a de uma Maçonaria que se diga espiritualista. O iluminismo, quer em sua forma racionalista, deísta e laicista, defensora da Liberdade, Igualdade e Fraternidade, quer em sua forma espiritualista gnóstica, defensora de que há no homem uma centelha, ou semente, divina, é essencialmente errado e absolutamente inaceitável. (Cfr. Sobre os dois tipos de iluminismo : Antoine Faivre, L´Ésotérisme au XVIII éme Siècle en France et en Allemagne, Seghers, Paris, 1973).

2) Deísmo – Doutrina que defende que Deus criou o Mundo e dotou-o de leis de modo a que perdure, mas não intervém no seu funcionamento. A Maçonaria sempre afirmou, e continua a afirmar, a prioridade absoluta da razão natural como fundamento da verdade, da moralidade e da própria crença em Deus. A Maçonaria não é um ateísmo, pois admite um “deus da razão”. Exclui qualquer revelação sobrenatural, fonte de verdades superiores ao homem, porque têm a sua fonte em Deus, não aceitando a objetividade da verdade que a revelação nos comunica, caindo na relatividade da verdade a que cada razão individual pode chegar, fundamentando aí o seu conceito de tolerância. O deísmo maçônico pode desembocar no agnosticismo e materialismo. “O deísmo é a crença na existência de Deus, sem revelação nem culto. É a religião da razão.” (RAGON, J-M. Ritual do Aprendiz Maçom. Pensamento, p.51)

3) Relativismo religioso – nega-se, a validade perene da verdade. Afirmam que o que era verdade numa época, pode já não sê-lo noutra. A validade perene da verdade fica subjugada ao tempo e lugar. Nega-se a validade da verdade que pela sua real sabedoria consegue superar as fronteiras do espaço e do tempo. Assim, como dissemos, relativizando a verdade, o certo e o errado, caímos na fossa, porque eliminada a culpa, não há arrependimento, sem arrependimento, não há reparação. Tudo se torna permitido, porque o que é certo para uns, podem não ser para outros, o que é errado para uns pode não ser para outros. Se seguirmos a ideologia relativista, não poderíamos julgar ninguém por nada, já que o que se considera errado agora poderia tornar-se certo no futuro! Ora, neste sentido não haveria verdade para ninguém, o que é um absurdo e contraproducente. Neste sentido, o infanticídio não é objetivamente um bem ou um mal; pelo contrário, é um bem numa sociedade que o aprove e um mal numa sociedade onde não obtenha aprovação, já que a moral é um produto da cultura e não se tem meios claros para resolver as diferenças, bastando para tal ser tolerantes com outras culturas e não olhá-las como estando erradas, mas como sendo diferentes. Admitir o relativismo implica que a intolerância e o racismo sejam um “bem” se a sociedade o aprovar como um “bem”. Se todas as coisas são aparentes e relativas, então podemos afirmar que não existe nada de verdadeiro, livre e absoluto entre as pessoas. Em outras palavras, se todas as pessoas negam a verdade absoluta e estabelecem verdades relativas unicamente provindas de suas experiências, então tudo é aparente ao indivíduo. Perguntamos: partindo dessa premissa, como então poderá alguém julgar o que é realmente certo ou errado, verdade ou mentira? Mas sabemos que quando temos idéia de um ser que corresponde ao que ele é, então possuímos a verdade sobre aquele ser. Verdade é a correspondência entre a idéia que se tem de um ser e o próprio ser conhecido. A verdade não depende do que cada um acha, mas depende do objeto. A Verdade é objetiva. Ainda que todo o mundo dissesse que sol é frio, ele continuaria quente. A verdade não depende do que achamos e nem do que a maioria acha. O próprio postulado relativista muito em voga atualmente afirma irracionalmente que a verdade não existe. Ora, a sentença “a verdade não existe” é contraditória, porque :

a) ou essa tese é correta

b) ou é falsa.

Se a tese é correta, então eis aí a única coisa de que o homem pode ter certeza, a única tese realmente segura, a única verdade: a de que a verdade não existe. Aí está a verdade. Portanto, a verdade existe. Se a tese afirmada é falsa, então a afirmação oposta é certa. E a verdade então existe. Portanto, as duas pontas do dilema levam à conclusão de que a verdade existe. As verdades cujo prazo de validade se esgota em alguns anos são mentiras camufladas, manipulação da linguagem, arremedos de verdade que, como tais, causam medo, e não alegria. “Os homens não criam verdades, apenas constatam” (Santo Agostinho, A doutrina cristã, Iib, 33, 50.); “Não é o ato de reflexão que cria as verdades. Ele somente as constata” (Santo Agostinho, A verdadeira religião, VI, 40, 74.)

4) Livre-pensamento ou doutrina do juízo privado – “Aqueles que, abandonando os ditados das verdades e da moral religiosa da Revelação Tradicional, e não aceitando nenhum ensinamento dogmático no terreno da autoridade, baseiam suas crenças apenas em sua própria razão. O Renascimento, Reforma e o Iluminismo plasmaram o indivíduo ocidental moderno, que não é oprimido por fardos exteriores, como autoridade e a tradição. As pessoas estão menos inclinadas a se submeter a juízos “oficiais”. Com este culto do homem, a religião sai da esfera comunitária e é conduzida à esfera do privado, o que prepara o terreno para a “sacralização” do eu, do indivíduo, e dos valores individuais em detrimento dos valores comuns. Pierre Collin sustenta que ‘no fundo, o homem moderno é o homem antigo, o homem anterior ao cristianismo, que pretende não depender senão da natureza e da razão’. ‘Pois bem, no mesmo momento em que o Renascimento proclamava esta soberania dos direitos da natureza e da razão, o Protestantismo, de seu lado, estabelecia o princípio da livre interpretação das Sagradas Escrituras, e o substituía, em matéria de doutrina, ao dogma da autoridade da Igreja’ (Pierre Collin, op. cit. p. 46). O livre pensador é o homem que não reconhece outra autoridade religiosa sobre ou fora dele mesmo, que retira da sua própria consciência a verdade religiosa da qual ele vive: o homem moderno é aquele que entende não depender senão de si mesmo, dito de outro modo, aquele que é Deus por si mesmo. De um lado e do outro, Vós o vedes, chega-se à doutrina da autonomia e da glorificação pessoal do homem. Este é o espírito moderno, tal qual ele,hoje, nos aparece constituído, e ele é radicalmente contrário ao espírito cristão’ (M. Baudrillart, discurso citado, apud. Pierre Collin, op. cit., p. 46.).

5) Crença no progresso contínuo (fetiche do progresso) – Na História da Humanidade encontramos progressos e retrocessos, numas áreas e noutras. Haverá bases suficientes para se poder afirmar, em rigor, que a humanidade progride sempre, sem parar? Faz sentido, a crença moderna no progresso contínuo produto da sociedade industrial? Não servirá esta idéia gratuita do progresso absoluto uma arma de arremesso do laicismo materialista (agora dominante) contra a intelectualidade do passado (considerada “caduca” ou “primitiva”, ou ainda “antiquada”)?

Muito conveniente são as palavras do Papa Bento XVI a esse respeito: “No século XIX, já existia uma crítica à fé no progresso. No século XX, Teodoro W. Adorno formulou, de modo drástico, a problematicidade da fé no progresso: este, visto de perto, seria o progresso da funda à megabomba. Certamente, este é um lado do progresso que não se deve encobrir. Dito de outro modo: torna-se evidente a ambiguidade do progresso. Não há dúvida que este oferece novas potencialidades para o bem, mas abre também possibilidades abissais de mal – possibilidades que antes não existiam. Todos fomos testemunhas de como o progresso em mãos erradas possa tornar-se, e tornou-se realmente, um progresso terrível no mal. Se ao progresso técnico não corresponde um progresso na formação ética do homem, no crescimento do homem interior (cf. Ef 3,16; 2 Cor 4,16), então aquele não é um progresso, mas uma ameaça para o homem e para o mundo. Antes de mais, devemos constatar que um progresso por adição só é possível no campo material. Aqui, no conhecimento crescente das estruturas da matéria e correlativas invenções cada vez mais avançadas, verifica-se claramente uma continuidade do progresso rumo a um domínio sempre maior da natureza. Mas, no âmbito da consciência ética e da decisão moral, não há tal possibilidade de adição, simplesmente porque a liberdade do homem é sempre nova e deve sempre de novo tomar as suas decisões. Nunca aparecem simplesmente já tomadas em nossa vez por outros – neste caso, de facto, deixaríamos de ser livres. A liberdade pressupõe que, nas decisões fundamentais, cada homem, cada geração seja um novo início.”(Carta Encíclica Spe Salvi, Papa Bento XVI)

6) Laicismo – Trata-se de um esvaziamento, desencantamento do mundo ou perda de relevância do religioso no mundo.

 

 

 

Fonte: Adversus Hæreses

 

Pequeno vídeo sobre a Maçonaria


A seguir um vídeo sobre a Maçonaria.

É meio sensacionalista, não faz muito o meu “estilo” de combater esta seita, mas contém algumas verdades.

Como por exemplo existir segredos na Maçonaria que nem mesmo os próprios maçons sabem.

Só o Rito Escocês Antigo e Aceito (o mais praticado no Brasil) tem 33 graus, e cada grau possui o seu segredo. É como se fossem 33 sociedades secretas dentro de uma

Estudo britânico confirma o que feministas e moderninhos não aceitam


Vida e Família Estudo britânico confirma que o matrimônio e os filhos aumentam a felicidade

ACI
DENVER, 15 Nov. 09 / 06:35 am (ACI).- Um estudo realizado por peritos da Universidade de Glasgow comprovou que contrair matrimônio e ter filhos aumenta a felicidade e a satisfação de viver.

Estudo britânico confirma que o matrimônio e os filhos aumentam a felicidade

Estudo britânico confirma que o matrimônio e os filhos aumentam a felicidade

Os resultados do Dr. Luis Ángeles foram publicados no Journal of Happiness Studies.

Segundo o perito, quando os entrevistados foram questionados sobre as coisas mais importantes em suas vidas, a maioria pôs a seus filhos ao início da lista.

Para as pessoas casadas de todas as idades e as mulheres casadas em particular, as crianças são sua maior satisfação e esta sensação aumenta segundo o número de crianças no lar.

Em troca, as pessoas solteiras ou separadas de seus casais que devem criar sozinhos os seus filhos reportam experiências negativas. Os meninos são vistos nestes casos como uma limitação para a vida social, a quantidade e o uso do tempo livre.

“Existe a tentação de acreditar que as crianças podem fazer-nos melhores pessoas só nas ‘condições adequadas’, um tempo na vida em que as pessoas sintam que estão preparados para a paternidade, ou ao menos deseja está-lo. Este momento pode chegar em etapas muito distintas para as pessoas, mas um sinal adequado deste enfoque pode ser o ato do matrimônio”.

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Veja o álbum "Igreja Católica e Maçonaria" no Orkut

Maçonaria: sociedade discreta ou secreta?


    

     Maçonaria: sociedade discreta ou secreta?Não querem os maçons [que] se diga que sua associação é uma sociedade secreta; propalam que isso é calúnia inventada pelos adversários. Repetem então a famosa distinção: a Maçonaria é discreta, não secreta. O ponto parece-nos bastante importante, pelo que merece [ser] examinado. Deixaremos falar os documentos oficiais, reconhecidos pela Maçonaria no Brasil. Teremos então os elementos necessários para dirimir a questão.

     1) A Constituição do Grande Oriente do Brasil enumera no art. 4 os deveres dos maçons. O quinto é este: “Nada imprimir nem publicar sobre assunto maçônico ou que envolva o nome da Instituição, sem expressa autorização do Grão Mestre”.[1]” O art. 17 especifica os deveres das lojas; sob a letra p vem a determinação seguinte: “Nada expor, imprimir, ou publicar sobre assunto maçônico, sem expressa autorização superior”.

     Não só é rigorosamente interdito aos profanos (não maçons) tomar parte nas sessões comuns das lojas, mas o art. 20 da Constituição ainda decreta: “As oficinas, sob pretexto algum, poderão permitir maçons irregulares ou inativos nos seus trabalhos”.

     2) O Regulamento Geral vigente da Maçonaria Brasileira repete no art. 92 as determinações do art. 4, n. 5 e art. 17, letra p: “Os assuntos de natureza maçônica, não poderão ser impressos ou publicados pelos maçons ou pelas Lojas, sem que haja autorização do Grão Mestre Geral”. E no art. 95 lemos: “Não serão permitidas as polêmicas pela imprensa sobre fatos ocorridos nas Assembléias Gerais e Estaduais, Grandes Oficinas Chefes do Rito, Oficinas ou perante as autoridades judiciárias”.

     No art. 163 é regulamentado o modo como o profano deve ser iniciado; no § 3 deste artigo o Regulamento Geral prescreve que o neófito, antes de ser1 iniciado, “proferirá entre colunas o seguinte compromisso, que fica sendo o seu depoimento oficial de incorporação à Ordem: Prometo servir com honra e desinteresse a Maçonaria, guardar os seus segredos e cumprir as suas leis, e praticar com dedicação e sacrifício os seus ideais”. No § 8 do mesmo art. 163 temos: “O compromisso do § 3, depois de pronunciado pelo iniciado, será por ele escrito e assinado, conferido e registrado pelo Chanceler e pelo Secretário, referendado pelo Venerável e visado pelo Orador, e será incluído no expediente de admissão do candidato para aí ficar arquivado”.

     3) A Lei Penal da Maçonaria Brasileira conhece delitos individuais e coletivos. Os individuais podem ser de primeira ou segunda classe. O art. 17 define os delitos individuais de primeira classe (os mais leves) e entre eles temos, no § 3: “A revelação de cerimônias, rituais ou outros mistérios, não se tratando dos grandes mistérios da Ordem”. No art. 18 são especificados os delitos individuais de segunda classe, os mais graves; e ai temos, no § 9: “A revelação, a quem quer que, impedido de o saber, dos grandes segredos da Ordem”; no § 16: “A publicação, distribuição ou reprodução por qualquer forma gráfica, sem legal licença escrita, de qualquer prancha, documento ou ato maçônico, exceto os que tenham sido publicados anteriormente no Boletim Oficial”; no § 17: “A discussão pública no mundo profano dos atos passados no interior dos Templos e das deliberações das Oficinas”; e no § 18: “O fornecimento, direto ou indireto, a profano ou maçon irregular, de documentos ou quaisquer efeitos maçônicos, sem formal autorização”.

     Entre os chamados delitos coletivos, o art. 19 enumera, no § 3: “Iniciar ou sustentar, sem permissão dos Poderes Superiores, correspondência com as potências maçônicas estrangeiras ou autoridades profanas, sobre assunto maçônico”.

     4) Os Rituais fornecem abundantíssimos esclarecimentos para o ponto em questão. Particularmente expressivos são os sucessivos juramentos. Tomemos alguns exemplos: O Aprendiz (1º grau) deve, de modo solene, com a mão sobre a Bíblia, jurar “nunca revelar qualquer dos mistérios da Maçonaria, que me vão ser confiados, senão a um bom e legítimo Irmão, ou em Loja regularmente constituída; nunca os escrever, gravar, traçar, imprimir ou empregar outros meios pelos quais possa divulgá-los”. O Companheiro (2º grau), por sua vez, promete e jura “nunca revelar aos Aprendizes os segredos do grau de Companheiro, que me vão ser confiados, assim como prometi nunca revelar os de Aprendiz”. Da mesma maneira o Mestre (3º grau) deve jurar nunca revelar os segredos do grau de Mestre.

     E note-se que a Maçonaria dá extrema importância a este absoluto sigilo, de tal maneira que o faz sancionar com terríveis ameaças. Assim o Aprendiz deve acrescentar: “Se violar este juramento, seja-me arrancada a língua, o pescoço cortado e o meu corpo enterrado nas areias do mar”; o Companheiro: “se eu for perjuro, seja-me arrancado o coração, para servir de pasto aos abutres”; o Mestre consente que seu corpo “seja dividido ao meio” e suas entranhas “arrancadas e reduzidas a cinzas”, etc. Ora, ter o pescoço cortado, o coração arrancado, o corpo dividido ao meio, já é alguma coisa!

     De todos estes documentos oficiais, autênticos e autenticados, pode-se concluir que, também no Brasil de hoje, a Maçonaria é uma sociedade não apenas discreta, mas verdadeira e mesmo terrivelmente secreta, no sentido próprio e óbvio da palavra.

 [1] Esta é a formulação atual. Percebe-se a solicitude de evitar a palavra segredo, mas a coisa ai está. Na constituição de 1907, o mesmo art. 4, n. 3, dizia assim: “Guardar inviolavelmente os segredos da Ordem”. Poderíamos dar outros exemplos. Assim a Constituição do Grande Oriente de São Paulo, de 1921, art. 20, n. 5, determina como “dever do maçon”: “Guardar inviolável segredo acerca dos mistérios da instituição e de tudo quanto se passar no recinto da Ordem”. E assim outras Constituições.

(KLOPPENBURG, Dr. Boaventura. A MAÇONARIA NO BRASIL: ORIENTAÇÃO PARA OS CATÓLICOS. Editora Vozes LTDA., Petrópolis, Rio de Janeiro, 1956. Pg. 54-57.)

Diretora de “clínica da morte” renuncia após ver vídeo de aborto


Abby Johnson, diretora da clínica de aborto da Planned Parenthood no Texas (EUA), renunciou após certificar-se do assassinato de uma criança no seio materno, por meio de aborto quando assistia um vídeo elaborado com ultrassom:

“Quando vi, só pensei que não podia fazer mais isso. Eu não queria carregar essa culpa no coração. Passei por uma conversão espiritual”.

A ex-diretora aderiu à associação pró-vida Coalition for Life, informou LifeSiteNews.

 

Shawn Carney, diretor do grupo, declarou: “Isto é de longe a coisa mais incrível que aconteceu à ‘Coalition for Life’ em toda sua história… graças a Deus!”.

David Bereit, diretor nacional da campanha 40 Days for Life, afirmou que a conversão de Abby “demonstra a importância das orações e de uma presença ativa diante das clínicas de aborto”.

A Planned Parenthood está fechando clínicas, por falta de “clientes” e dinheiro, sobretudo onde há campanhas como 40 Days for Life.

Fonte: Valores inegociáveis: respeito à vida, à família e à religião

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Bela resposta


A seguir publico uma bela resposta do professor Orlando Fedeli a um leitor do seu site. Trata-se da possível união entre protestantes e católicos.

Na minha opinião o professor foi bem “ecumênico”, verdadeiramente ecumênico, pois isso sim é que é ecumenismo de verdade. Segue a pergunta e resposta:

Não é possível uma união entre católicos e protestantes
PERGUNTA
Nome: Paulo Fachim
Enviada em: 01/01/2010
Local: Curitiba – PR, Brasil
Religião: Protestante
Escolaridade: Superior concluído
Profissão: Advogado


Caríssimos Irmãos:

Gostaria de parabenizá-los pelo excelente sítio na “web” que difunde a fé Cristã Católica. Sou cristão batista e já fui cristão católico praticante. A minha mãe (que mora comigo) é católica praticante e não existe qualquer conflito entre nós.

A minha fé em Nosso Senhor Jesus Cristo foi gestada e amadurecida num lar católico e guardo ótimas recordações da minha prática católica. Eu respeito profundamente os ensinamentos do Catecismo que recebi e jamais procurarei ofender a Igreja Católica, em especial buscando garimpar supostos elementos bíblicos para tentar colocar em cheque a fé católica. Reputo lamentável tal discussão que persiste.

O meu saudoso avô materno, um grande católico praticante e com pouquíssima instrução (aquele que me ensinou a ler a Bíblia a partir dos sete anos de idade, o que desmistifica o pseudo argumento de vários cristãos protestantes no sentido de que o cristão católico não é incitado a ler a Bíblia), em meados da década de 1970 vaticinou: “vocês verão a Santa Madre Igreja Católica diminuir bastante mas ela não acabará, muito pelo contrário.”

Sou uma das testemunhas da correção do seu pensamento. Essa “selva” protestante que assistimos atualmente está fortalecendo a Igreja Católica.

Poderiam me permitir uma humilde pergunta bastante ampla? É possível a cristandade, com seus diversos ramos, atingir uma espécie de unidade na fé? Em caso afirmativo, como poderíamos (especialmente no campo doutrinário) trabalhar para conseguirmos estarmos unidos em Cristo Jesus?

Eu tenho um sonho e luto por ele: que todos os cristãos (católicos, ortodoxos e protestantes) estejam juntos na mesma fé, respeitando as peculiaridades de cada segmento, porque, acima de qualquer argumento, à destra de Deus está Nosso Senhor Jesus Cristo.

Um ósculo santo a todos vocês.

Paulo Fachim

RESPOSTA
Muito prezado Dr. Paulo, salve Maria.
Muito lhe agradeço suas palavras de elogio ao site Montfort, palavras que têm, provindas de um protestante, tanto mais valor para nós. Percebe-se em sua carta os restos de formação católica que o senhor recebeu em sua infância, e que persistem em sua alma.
Desejar que os hereges se unam à Igreja Católica na única fe é muito bom.
Mas essa união só é possível na única verdade de Cristo. Na única fé que é a da Igreja Católica Apostólica Romana, fora da qual não há salvação.
Não é possível a união dos católicos aos protestantes, que afirmam o livre exame da Bíblia, pois há uma só verdade objetiva. Não é possível unir os católicos com quem nega o que está no Evangelho: que Cristo fundou a Igreja sobre Pedro, e só a ele deu as chaves do Reino dos Céus. Como não é possível união com quem rejeita Nossa Senhora, Mãe de Deus e nossa, Virgem e Mãe, ou com quem afirme que a salvação não exige praticar a lei de Deus, ou que negue a presença real de Jesus na Hóstia consagrada.
Citei apenas alguns pontos que são obrigatórios de serem aceitos para alguém se unir à única Igreja de Cristo.
A caridade ordena-me a me colocar à sua disposição para conversarmos sobre tudo isso. Com muito prazer iria eu a Curitiba só para conversar com o senhor. Marque uma data e irei. E fico rezando pelo senhor, para que nos unamos realmente na única Igreja de Jesus Cristo, a Igreja Católica Apostólica Romana.
E aguardo sua resposta a esta minha carta, rezando e esperando…
Esperando no Coração de Jesus, in Corde Jesu, semper,
Orlando Fedeli

Evolução em quadrinhos


Olá pessoal! A paz de Jesus e o amor de Maria!

Encontrei estes quadrinhos em um album de um amigo meu no orkut. Não sei a fonte dele, por isso não irei citá-la, mas vale a pena ler até o final. Só uma pergunta antes que você leia: Você acredita em Darwin?

darwin01

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darwin03

darwin04

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Cardeal tcheco adverte: os muçulmanos estão conquistando a Europa


(Catholic Culture) O Cardeal Miloslav Vlk, que atua como Arcebispo de Praga desde 1991, advertiu em uma entrevista que “se a Europa não mudar a sua atitude em relação às suas próprias raízes, ela será islamizada.”

“A Europa tem negado as suas raízes cristãs das quais teve origem e que pode dar-lhe forças para se defender do perigo de ser conquistada pelos muçulmanos, que, na realidade, já vem acontecendo gradualmente,” disse o prelado. Os muçulmanos “preenchem facilmente o espaço vago criado, uma vez que os europeus esvaziam sistematicamente o conteúdo cristão de suas vidas.”

“Ao final da Idade Média e no início da idade moderna, o Islã deixou de conquistar a Europa com armas. Naquela época os cristãos os venceram”, acrescentou. “Hoje em dia, quando a luta é feita com armas espirituais, de que a Europa carece, ao passo que os muçulmanos estão perfeitamente armados, a queda da Europa está se aproximando.”

Ao denunciar o “ambiente pagão” da Europa e “o estilo de vida ateísta,” o Cardeal Vlk disse que “Nem o mercado livre nem a liberdade sem responsabilidade é forte o bastante para formar a base da sociedade. Nem mesmo a democracia sozinha é a panacéia, exceto se estiver encravada em Deus.”

A imprensa checa especula que o Papa Bento nomeará um sucessor para o cardeal de 77 dentro de poucos dias.

 

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