Ataques ao Papa Bento seguem agenda sexista e hedonista


Ataques ao Papa Bento seguem agenda sexista e hedonista, diz jornal russo não católico

MOSCOU, 07 Abr. 10 (ACI

No texto Texeira comenta que estas agressões tomam “um caso isolado, preferivelmente complicado, e o generalizam para induzir ao leitor a pensar que todo o corpo é a mesma natureza”.

“Esta generalização obviamente tem conotações ideológicas e segue uma agenda política que procura desconstruir a sociedade tradicional e suas instituições seculares assim como impor uma nova ordem mundial com a maneira dos sinistros interesses da oligarquia internacional, os mesmos que dirigem os mercados financeiros e, através deles, controlam amplamente a economia mundial”.

“De fato –prossegue– os recentes informes de pedofilia que envolvem sacerdotes carecem da ética jornalística requerida, sem importar sua gravidade moral. Esse tipo de notícias geram suspeita sobre sua ‘bondade’ inclusive em não-católicos como nós”.

Seguidamente o editorial reconhece o aporte católico à civilização ocidental e explica que ao fazer esta apologia não estão defendendo a pedofilia de alguns sacerdotes, que sempre deve ser condenada; e adverte também sobre a “bondade” de muitas notícias que “concentram-se exclusivamente em casos de clérigos católicos” quando estes constituem “uma minoria muito pequena”, e que procuram mostrar como “inacabáveis como em um favo de abelhas” os contados casos.

Depois de comentar alguns aspectos do caso Murphy nos Estados Unidos e como o então Cardeal Ratzinger não o encobriu mas que fez tudo o que devia fazer, o editorial assinala que “não acreditam que o New York Times ignorasse totalmente estes fatos. Daqui, vê-se a má fé e a tintura difamatória da campanha que se articulou contra a hierarquia do mundo católico”.

“E isso se entende. O atual Pontífice, consistente com os princípios da Igreja Católica, desenvolveu uma resistência tenaz contra os propósitos divisórios, alentados por organizações seculares que procuram impor uma visão sexista e hedonista da sociedade, reduzindo o homem à sua natureza humana negando sua dimensão espiritual. Estas organizações obviamente não surgiram ‘espontaneamente’ nem vivem do ar… foram criadas e são apoiadas pelo berço de tais fundações filantrópicas como a família Rockefeller”.

Os interesses financeiros, prossegue o texto, “destes, estão ligados a uma ampla fila de setores econômicos que vão desde os bancos, petróleo, fármacos, indústria militar, etc. até os meios áudio-visuais, que claramente cumprem uma agenda ditada pela elite global à qual pertencem”.

Depois de advertir que esta mesma elite assinala que a “humanidade deve ser reduzida em um terço de sua população atual”, o editorial explica que “existe uma clara intenção neste tipo de notícias que vai muito além do desejo de informar… se o mesmo fenômeno não fosse omitido em instituições similares”.
  e hedonista.sexista) .- Um recente editorial do jornal Pravda.ru, escrito originalmente em português pelo repórter português Artur Rosa Teixeira, explica que a atual campanha mediática difamatória contra o Papa Bento XVI e a Igreja pretende desacreditar a Igreja para poder seguir obtendo benefícios econômicos, através da imposição de uma ideologia que não considera a natureza espiritual do ser humano mas que enxerga tudo desde uma perspectiva

Não me envergonho de ser sacerdote, diz presbítero italiano ante “burla midiática”


ROMA, 05 Abr. 10 (ACI) .- O Pe. Piergiordano Cabra, da congregação da Sagrada Família de Nazaré e autor de diversos livros como “Você, me siga!: curso breve de vida consagrada”, “Para uma vida fraterna: breve guia prática”, “Ícones da vida consagrada”, entre outros, escreveu um breve artigo no L’Osservatore Romano no qual responde à “burla midiática” destes dias no qual assinala com firmeza e serenidade que “não me envergonho de ser sacerdote”.

No artigo, o Pe. Cabra comenta que os casos de alguns sacerdotes acusados de pedofilia são efetivamente uma vergonha e que “é justo fazer uma limpeza onde há sujeira”.

A expressão, explica, “apresenta já na ‘Introdução ao cristianismo’ de Joseph Ratzinger de 1968, foi usado pela primeira vez em referência à Igreja, pelo Cardeal Ratzinger durante o Via Crucis no Coliseu, suscitando surpresa. E agora alguns queriam implicá-lo mas, acaso não foram eles mesmos que o chamaram ‘pastor alemão’ por sua disciplina inflexível?”

Dito isto, prossegue o sacerdote, “não me envergonho de pertencer a uma ‘categoria’ de pessoas que dedicou toda a vida a preparar meninos e jovens para a vida, que teve a coragem de promover com a palavra e com o exemplo –sim, com o bom exemplo– a idéia de uma vida limpa, séria conosco mesmos e com os outros, respeitosa, generosa”.

“Penso neste momento nos excelentes sacerdotes que me educaram, naqueles que conheci em meu comprido ministério, que viveram pelos outros, pondo a dignidade das pessoas –especialmente de crianças e jovens– na base de seu serviço pastoral”, refere o Pe. Cabra.

Seguidamente o sacerdote adverte que existem também “casos de verdadeiras calúnias que destruíram vidas inocentes. E diante desta fúria midiática não posso deixar de ver a avidez daqueles –que não são as vítimas– que exploram o caso para sua vantagem, penso nos condutores de programas televisivos venenosos que se burlam de todo ideal e que hoje se fazem de escandalizados”.

“Penso –continua– na boa ocasião para enlodar a Igreja e desvalorizar sua doutrina que resiste ao mau costume geral, que se inclina a confundir o mal com o bem, o limpo com o sujo”.

“Penso nos Santos sacerdotes, que não são poucos, e nos honestos, que são muitos, recordando aos que me sinto a ver por antecipação com confiança”, acrescenta.

O P. Cabra comenta logo que “não sou cego para não ver as coisas que não funcionam, primeiro em mim e logo nos outros. Mas o bem maior não está em menosprezar o ideal, mas em analisar o nível da minha vida, sentir-se sempre mais humildes, mais unidos na Igreja, não deixar muito sozinhos os nossos sacerdotes, rezar por eles, sustentá-los com nosso calor humano. Sobre tudo não lançar tão facilmente a primeira pedra”.

“Não. Não me envergonho de ser sacerdote. Envergonho-me de não ser um santo sacerdote”, concluiu.

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