ABSURDO:”Missa em intenção da Loja Maçônica em Matipó”!


Matipó - MG

Paróquia de São João Batista na cidade de Matipó/MG, que está “sob a batuta” dos Padres José Bosco de Resende e Luiz Martins Neiva celebra Missa , vejam só, em intenção de uma Loja Maçônica.

A pergunta é: em intenção de quê cara pálida!? Da conversão destes excomungados à Verdadeira Fé? Em intenção da saída deles do Ocultismo para o Catolicismo? Não! Em “ação de graças”! Missa em ação de graças pela Loja Maçônica Paz e Liberdade João Mendes Magalhães. Isto é um ABSURDO!

Mais algumas perguntas:

Caberiam muitas outras perguntas…

Além de absurdo isso é entristecedor, pra não dizer escandaloso.

Aqui está a fonte desta notícia

De lésbica a dona de casa e mãe de seis filhos: Jornalista canadense conta sua história


Georges Buscemi 20 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — “Fui ateia por mais tempo do que posso me lembrar”, recordou Brigitte Bedard, uma jornalista de 41 anos, mas com aparência jovem. Com seu cabelo castanho cortado e desarranjado e seus óculos de estilo de aro grosso, ela é hoje mãe de seis filhos e cuida somente da casa. Ela estava se dirigindo a uma multidão de 200 participantes na conferência pró-vida da Coalizão da Vida de Quebec em 15 de maio, na cidade de Quebec. Embora Bedard seja muito menos conhecida do que o palestrante principal da conferência — o Cardeal Marc Ouellet — cujas declarações solidamente pró-vida feitas depois naquela tarde foram rapidamente pegas pela mídia anti-vida de Quebec, ela poderia ser a palestrante que mais tocou os corações naquela tarde de sábado. A sra. Bedard cresceu numa época em que a sociedade de Quebec estava passando pelo que os historiadores chamam de “Revolução Silenciosa”, um período do começo da década de 1960 até meados 1970 quando a sociedade de Quebec largou sua herança cristã e adotou valores seculares. “Nasci em 1968 — puro azar”, brincou ela. Bedard teve uma típica infância num lar não religioso, e foi para a notoriamente esquerdista Universidade de Quebec em Montreal, onde estudou literatura, eventualmente se formando com um mestrado. “Enchi a mente de toda a literatura feminista radical — sorvi tudo”, disse ela. Ela iniciou uma série de relacionamentos heterossexuais, todos terminando de forma infeliz. “Incitada o tempo inteiro pelo que eu estava lendo, comecei a pensar que já que todos os meus relacionamentos heterossexuais eram fracassos, que eu poderia ser uma lésbica”. E de fato ela mergulhou no estilo de vida lésbico, e confessou que se divertiu muito por algum tempo. “Foi realmente um tempo muito bom, de um jeito, estando com um grande grupo de garotas, andando pela cidade inteira, fumando um cigarro atrás do outro como se não fosse haver amanhã. Eu era também sexualmente muito atraente”. Apesar da diversão e excitação do estilo de vida, ela se sentia arrebentada, recorda. “Mentalmente, eu estava em frangalhos. Eu sentia simplesmente que eu estava perdendo o controle, que eu estava mantendo as aparências, mas dentro eu estava em estado de miséria”. As coisas chegaram a um ponto crucial quando, inexplicavelmente, ela começou a chorar uma noite às 3 da madrugada e começou a gritar em seu apartamento vazio num bairro badalado de Montreal, implorando a Deus que “a levasse”. “Aqui estava eu, uma feminista militante atéia lésbica deitada no chão do meu apartamento clamando e implorando a Deus. Eu não estava com a mente legal, mas eu estava desesperada em busca de ajuda”. Ela começou a buscar ajuda, vagueando e entrando e saindo de inúmeros programas tipos de 12 passos, na esperança de encontrar algum tipo de solução para sua ansiedade e “vida emporcalhada”. Para piorar o problema, ela havia acabado de parar de fumar: “De repente, fui forçada a enfrentar a vida nua e crua, sem nenhuma proteção ou pára-choque”. Sem saber mais o que fazer, ela contou como alguém que ela conhecia falou sobre visitar “os monges” do Monastério Saint-Benoît em Saint-Benoît-du-Lac, Quebec. A ideia, tão bizarra quanto lhe parecia, a intrigou, e ela foi, mas não sem reservas. “Fui para o monastério armada de todo o desprezo e ódio pela Igreja patriarcal que eu havia acumulado durante os anos dos estudos feministas radicais. Para as feministas radicais, a Igreja é basicamente o inimigo número 1”. Ela entrou no convento e lhe designaram uma sala e um monge com quem ela poderia conversar duas vezes por dia. “Por três dias seguidos, duas horas por dia, fiquei brava, gritei, praticamente espumei de raiva na face deste monge, escavando basicamente todo insulto, estereótipo e coisa suja que eu pudesse pensar, ou inventar sobre o Cristianismo. Eu estava tão louca da vida, tão magoada e irada, e eu estava descontando tudo neste monge, que jamais disse uma só palavra o tempo todo, mas em vez disso olhava para mim, balançando a cabeça”. Então, no fim daqueles três dias, algo aconteceu que mudou a vida dela para sempre. “Foi o terceiro dia, a sexta hora de gritos. Estávamos para concluir mais uma vez. Basicamente, eu já tinha parado de gritar. Houve uma pausa. E então o monge levantou os olhos e me disse “você não tem ideia, absolutamente nenhuma ideia de quanto Deus ama você; Ele fez você do nada, ele conhece você, você não tem ideia de quanto ele ama você, Sua filha. Por isso, não sinta vergonha. Deixe tudo isso. Entregue tudo, entregue sua vida a Ele… Ele ama você muito”. Essas simples palavras naquele momento crucial “a deixaram completamente no chão”, recordou ela. Daquele momento em diante, a vida dela mudou completamente. “Sou filha dEle, não há dois caminhos nessa questão. Não posso explicar isso”. Ela admite que se esforça para explicar exatamente o que foi que causou sua conversão: “Eu simplesmente digo que Deus me jogou ao chão, me abalou; eu não me converti, ele me trouxe a Si”. Ela agora trabalha como jornalista independente e está casada e feliz como dona de casa e mãe de seis filhos. Mas a vida para ela agora não é um total mar de rosas. “Quando necessito quietude, não há nada que eu possa fazer, a não ser uma coisa: levantar-me às 4 da manhã. Eu faço isso muitas vezes, só para obter alguma paz”. Comentando as diferenças entre sua vida agora e sua vida na época em que ela era lésbica, ela disse brincando: “Viver com um homem é sem dúvida um sofrimento, mas viver com uma mulher o tempo inteiro era viver um inferno em vida”. Brigitte Bedard, que escreve para o jornal Nouvel Informateur Catholique, foi uma das quatro participantes (além do palestrante principal, o Cardeal Marc Ouellet) na conferência anual da Coalizão da Vida de Quebec na cidade de Quebec em 15 de maio. Os vídeos das palestras (em francês no original, ou dublado em inglês) estão disponíveis por meio da Coalizão da Vida de Quebec. Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com  

Oração pelos Mortos? Frei Rojão responde!


padre, tenho muitas dúvidas. uma delas é sobre como seremos julgados após a nossa passagem: o juízo é imediato? se sim, é verdade que nós mesmos decidiremos? e como ficam as missas em favor dos mortos [as de corpo presente, 7º dia]?

Frei Rojão responde

 

Farejo um herege adventista a vinte léguas de distância… Mas a tática é velha. Leram meia dúzia de bobagens e mentiras contra a Igreja, e nunca lêem a Bíblia, ai vem nos sites católicos como “supostamente com dúvidas” quando na verdade luciferinamente querem nos fazer cair em contradição. Nunca conseguem, mas tentam. Vejam a linguagem macia, melíflua, feito o Cramulhão tentando. Católico não és. O Católico ama a Igreja, porque sabe que até a Bíblia que tem em mãos – e ama e lê a Bíblia – tem autoridade porque a Igreja testemunha e segue a Bíblia. E se fosse católico também saberia que missa de corpo presente é mais difícil de se ver que cabeça de bacalhau. Como cita, não deve conhecer a Igreja nem seus hábitos. E não conhece a Igreja porque é protestante, porque quem conhece a Santa Igreja é arrastado imediatamente no torvelinho do amor de Deus para seu seio.

 

Explicarei para que os católicos, o rebanho de Jesus Cristo, tenham algum aproveitamento.

 

Filho, o julgamento particular ocorre a todo momento, porque o Altíssimo, que vê mancha até nos seus anjos, sabe se você é ovelha ou bode. Na hora da morte, seu destino está decidido, você vai ficar no estado em que o “ladrão entrou na casa sem o dono saber”, quando a morte, a grande ladra, vier te visitar.

 

Porém não se esqueça o Altíssimo é onisciente e acima do tempo. Portanto as orações que foram feitas por um homem que morreu há vinte séculos atrás são tão eficazes quanto as feitas sete dias após sua morte. Deus está acima do tempo. Os espíritos estão fora do tempo, porque o tempo é próprio da criação material. O que Deus fazia antes da criação? Fazia nada, porque fazer pressupõe tempo, e o tempo só existe na criação material. Não é também o que os adoráveis amalucados físicos, crentes e descrentes, dizem da tal expansão do universo? 

As orações dos santos, juntos da glória de Deus (ainda que apenas espíritos, esperando a ressurreição da carne) são também atemporais. E de todas as orações que o Altíssimo ouve, nenhuma é mais grata que aquela que ele trouxe em corpo e alma, a gloriossississississima Mãe de Deus e Nossa, Maria de Nazaré. Por isso os verdadeiros cristãos rezam “Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte“. Que a virgem reze agora compreende-se. Espíritos interagem com o mundo físico, e agem de acordo com o tempo deste mundo. Mas rezar na hora da morte? Sim. É uma maneira humana de expressar a passagem da alma, antes ligada ao tempo, porque animava um corpo material, para o reino espiritual atemporal. Toda oração rompe o tempo, porque a oração é maior que o tempo, é a expressão das criaturas como retribuição ao amor eterno de Deus. Uma Ave-Maria dura mais que as pirâmides egípcias ou que a estrela mais velha no céu.

 

Não podemos deixar de compreender que aqueles que morreram sem merecer o Inferno, mas ainda ligados ao pecado e as suas conseqüências, merecem uma purificação antes de ver a glória imaculada do Altíssimo. Dai os cristãos desde a época apostólica, confiantes no ensinamento de Jesus Cristo, entenderam o purgatório, doutrina santa e bíblica, que os hereges ímpios protestantes, enganados pelo Pai da Mentira, negam. No purgatório não se passa “tempo”, porque o tempo como disse é um conceito da matéria. No purgatório passa-se o equivalente a um processo de purga da alma do apego ao Mal, poderíamos dizer que é um “tempo intelectual” dos espíritos, na passagem por sucessivos estados de purga e aproximação de Deus. É um processo espiritual, o termo “tempo” não é exato aqui, mas é a maneira que o homem tem para expressar. As orações dos vivos tem grande ajuda neste processo de purga, rogando a Deus pelos falecidos, para que este processo se “acelere” (ainda que acelerar pressuponha velocidade, tempo e distância – como disse, é a maneira humana de dizer ).

 

Pode ser que oremos por alguém que está condenado, irremediavelmente, por seus atos. Ainda assim tudo se aproveita, aproveita-se para as outras almas que se purgam, aproveita-se para a edificação da Igreja, aproveita-se para a santificação do orante. Se há algo que só tem benefícios e nenhuma contra-indicação é a oração.

 

Não obstante o julgamento particular, um belo dia, as trombetas soarão e os mortos ressuscitarão. Os santos se unirão a seus corpos, corpos agora gloriosos, e estarão no céu “de corpo e alma”. Os ímpios também ressuscitarão. E seus corpos, agora também imortais, serão atirados – corpo e alma – no Inferno. De onde nunca sairão, até porque sair pressupõe mudança de estado, e mudança pressupõe tempo.

 

Sendo assim, é obra louvável e de grande piedade rezar pelos mortos. Não é a toa que os primeiros cristãos nas catacumbas oravam pelos falecidos. Quem reza pelo perdão dos pecados dos falecidos em muito alcança o perdão de seus próprios pecados.

Fonte: http://freirojao.blogspot.com/2010/06/e-quando-amanhecer-o-dia-eterno-plena.html

A MENTIRA GROTESCA DO PAC EM NÚMEROS


Demorei um pouco porque precisei mergulhar no inferno da mistificação.

Chamei, desde o primeiro dia, o tal “PAC” de “PACtóide”, remetendo à palavra “factóide”, aquilo que não existe, ilusionismo para enganar trouxa. Em que consistiu a mais formidável mentira deste governo até hoje?
1 – Chamou-se PAC ao conjunto de obras realizadas no país;
2 – entraram na conta do PAC as obras tocadas por empresas privadas, as obras das estatais e aquelas financiadas pelo Orçamento;
3 – o PAC nunca significou “dinheiro a mais”, suplementar;
4 – o que o PT fez foi submeter todas as obras do Brasil a uma variante do “centralismo democrático”.

Pois bem. Fez-se hoje um novo balando do PAC. Atenção! Estamos falando do PAC UM. Na sua megalomania marqueteiro-patológica, Lula já lançou o DOIS. Trata-se de uma salada formidável de números. SE O LEITOR QUER “NÃO ENTENDER NADA”, SUGIRO QUE VISITE TODOS OS SITES DOS GRANDES VEÍCULOS. CADA UM ATIRA PARA UM LADO. DEPOIS VÁ À AGÊNCIA BRASIL, COM A NOTÍCIA TODA PICOTADA EM PÍLULAS, COM O GOVERNO SEMPRE NO PAPEL DE EFICIENTE TOCADOR DE OBRAS.

Isso é um tática. Joga-se uma maçaroca de dados no colo dos jornalistas, que saem desesperados tentando entender o que significa aquela zona vazada num misto de “militantês” com “tecnocratês”.
Vamos ver:
1 – As obras “concluídas” do PAC somam R$ 302,5 bilhões de um total previsto de R$ 656,5 bilhões — ou 46,1%;
2 – Diz o governo que a execução financeira totaliza R$ 463,9 bilhões — ou 70,7% do total. Que bom, né? Pois é. Nesse total, estão incluídos:
– R$ 154,5 bilhões de investimento das estatais – 33,23% (a quase totalidade deve ser da Petrobras);
– R$ 98,1 bilhões de investimento do setor privado;
– R$ 157,9 bilhões de financiamento habitacional a pessoas físicas;
– R$ 41,8 bilhões de investimentos do Orçamento Geral da União;
– R$ 5,2 bilhões de financiamento ao setor público;
– R$ 6,4 bilhões de contrapartidas de estados e municípios

Dilma pode não ter dançado o “rebolation-tion-tion”, mas é mestra no “enrolation-tion-tion”. Pergunta-se: as estatais, e quase tudo é da Petrobras, não investiriam não fosse o “PAC”? E o setor privado? Os R4 157,9 bilhões do tal “financiamento habitacional a pessoas físicas”, num plano de “aceleração” do crescimento, querem dizer exatamente o quê?

EIS A PROVA: NÃO EXISTE!
Os números provam o óbvio: o PAC não existe. O que isso quer dizer? Que não existem obras? Ora, claro que sim! Não estariam sendo tocadas, por acaso, sem esse nome-fantasia?

O PAC deveria ter sido um esforço concentrado para realizar mais do que se realizaria sem ele, certo? Como se entregou menos da metade, supõe-se que o esforço concentrado ou não deu em nada ou funcionou como ação negativa. E esse menos da metade, como se nota, foi garantido pelas estatais e pelo setor privado.

Estamos diante de especialistas na arte de iludir. Sendo verdadeiros os números, em que resultou, até agora, a fantástica obra do PAC? Dos anunciados R$ 656,5 bilhões do “programa”, só 6,36% foram efetivamente tocados com recursos do Orçamento Geral da União — ou 9% do que o próprio governo considera efetivamente investido.

Por Reinaldo Azevedo

Viva São João!

Dez países apoiam a Itália e o crucifixo perante o Tribunal Europeu


 

Por Jesús Colina

ESTRASBURGO, terça-feira, 8 de junho de 2010 (ZENIT.org). Pela primeira vez na história do Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH), dez Estados membros, entre eles a Rússia, foram declarados como amicus curiae (quer dizer, terceira parte) perante a sentença proferida contra o Estado italiano que proíbe o crucifixo nas salas de aula das escolas e que será analisada pelo corte superior daquele Tribunal em 30 de junho.

O Tribunal comunicou, na semana passada, o European Centre For Law And Justice, ECLJ, com a lista dos membros que saíram em defesa da Itália: Armênia, Bulgária, Chipre, Grécia, Lituânia, Malta, Mônaco, San Marino, Romênia e a Federação Russa.

Estes dez Estados, que fazem parte das 47 nações do Conselho da Europa, pediram formalmente ao Tribunal que os apresente oficialmente como “terceira parte” quando o caso for levado perante a Câmara. A condição de “terceira parte” permite aos Estados se converterem oficialmente em parte em um caso e apresentar ao Tribunal suas observações escritas e orais.

Além desses dez Estados membros, outros Estados pronunciaram-se contra a sentença de 3 de novembro de 2009, como é o caso da Áustria e da Polônia, que emitiram os pronunciamentos políticos, respectivamente, em 19 de novembro e 3 de dezembro de 2009.

“Trata-se de um precedente importante para a vida do Tribunal, pois, em geral, os Estados membros privam-se de intervir ou intervêm somente quando o caso afeta um cidadão de seu Estado”, explica para ZENIT Gregor Puppinck, diretor do Centro Europeu para o Direito e a Justiça.

“O ‘caso do Crucifixo’ é único e não tem precedentes. Dez Estados decidiram explicar à Corte qual é o limite de sua jurisdição, qual o limite de sua capacidade para criar novos ‘direitos’ contra a vontade dos Estados membros. Pode-se ver em tudo isso um contra-balanço do poder”, acrescenta Puppinck.

O caso Lautsi, ou “o caso do crucifixo”, foi remetido à Grande Câmara do Tribunal depois que o governo italiano apelou, no último 28 de janeiro, contra a sentença emitida pela Segunda Seção do Tribunal em 3 de novembro de 2009.

Nesta primeira decisão, o Tribunal determinou que a presença do crucifixo nas salas de aula é “contrária ao direito dos pais de educar suas crianças na linha de suas próprias convicções e ao direito das crianças à liberdade religiosa”, porque os estudantes italianos sentir-se-iam “educados em um ambiente escolar marcado por uma certa religião”.

O Tribunal continuou afirmando que a presença do crucifixo poderia ser “emocionalmente perturbadora” para os filhos da senhora Lautsi (a demandante) e, o mais importante, que sua exibição não poderia “incentivar o pensamento crítico nos estudantes” nem “servir ao pluralismo educacional” para preservar uma “sociedade democrática”.

O Tribunal concluiu que isto havia sido uma violação do artigo 2 do Protocolo número 1 (Direito à educação), assim como do artigo 9 (liberdade religiosa) da Convenção.

Esta decisão foi duramente criticada por peritos políticos e juristas de vários Estados europeus como uma imposição do “laicismo”. Concretamente, foi reafirmado que a Convenção Europeia de Direitos Humanos nunca requereu que o Estado deve “observar a neutralidade confessional no contexto da educação pública” ou de qualquer outro setor público.

Na realidade, vários Estados membros do Conselho da Europa são “Estados confessionais” com uma religião oficial ou um reconhecimento de Deus em suas leis e constituições.

Ao conceder, no último dia 2 de março, a remissão perante a Grande Câmara da decisão de novembro, o Tribunal reconheceu que a decisão de novembro traz graves problemas legais e deve ser reconsiderada pela formação do Tribunal.

No último dia 29 de abril, o Governo italiano apresentou seu memorando ao Tribunal explicando que os juízes de Estrasburgo não têm competência para impor o laicismo a um país, em particular para a Itália, nação caracterizada por sua majoritária prática religiosa e identidade católica.

A decisão do Tribunal, após a audiência pública da Grande Sala que acontecerá dia 30 de junho, será publicada ao término de ano.

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Em novo vídeo, Andrea Bocelli elogia a escolha de sua mãe de não abortá-lo


Em novo vídeo, Andrea Bocelli elogia a escolha de sua mãe de não abortá-lo

Andrea BocelliA HAIA, 07 Jun. 10 (ACI) .- O cantor italiano Andrea Bocelli contou a história da gravidez de sua mãe, durante a qual os médicos sugeriram que ela abortasse porque ele podia nascer com uma deficiência . Em um novo vídeo, ele elogia a sua mãe por ter feito a escolha “certa”, dizendo que outras mães devem ter o incentivo desta história.

Em um vídeo no site YouTube intitulado “Andrea Bocelli conta uma “historinha” sobre o aborto”, o cantor se senta diante de um piano e conta ao público uma história sobre uma jovem esposa grávida internada por “um ataque de apendicite simples.”

“Os médicos tiveram de aplicar gelo em seu estômago e quando terminaram os tratamentos os médicos sugeriram que ela abortasse a criança. Eles disseram que era a melhor solução, porque o bebê nasceria com alguma deficiência.

“Mas a jovem mulher corajosa decidiu não abortar, e a criança nasceu,” ele continuou.

“Essa mulher era minha mãe, e eu era a criança. Talvez eu tenha parte no assunto, mas posso dizer que aquela foi a escolha certa”.

Ele disse esperar que a história pode incentivar muitas mães em “situações difíceis”, que querem salvar a vida de seus bebês.

Bocelli possui glaucoma congênito e perdeu a visão completamente aos 12 anos de idade, após ser atingido na cabeça durante um jogo de futebol.

O vídeo foi produzido pela http://www.IamWholeLife.com, uma iniciativa do grupo Human Rights, Education and Relief Organization  (Direitos Humanos, Educação e Organização de Auxílio) ou HERO por suas siglas em inglês). A HERO é um parceiro do ator pró-vida Eduardo Verástegui.

O vídeo em italiano com legendas em inglês pode ser visto em: http://www.youtube.com/watch?v=6QfKCGTfn3o&feature=player_embedded

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A Comunhão sacrílega


De modo que qualquer que comer do pão, ou beber do cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice. Porque quem come e bebe, come e bebe para sua própria condenação, se não discernir o corpo do Senhor. Por causa disto há entre vós muitos fracos e enfermos, e muitos que dormem.(1 Cor 11, 27-30)
 
Santo António Maria Claret
Santo António Maria Claret
Não há praticamente nenhum crime que mais ofende a Deus que a comunhão sacrílega. Os Santos Padres o demonstram em palavras e exemplos extraordinários. O comungante em pecado mortal comete um crime maior que Herodes, diz Santo Agostinho, mais assustador do que Judas, diz São João Crisóstomo, mais terrível do que o cometido pelos judeus, crucificando o Salvador, dizem outros santos.E a tudo isso, acrescenta São Paulo, será réu do Corpo e Sangue de Cristo, que diz a Glosa: a ser punido como se, com as suas mãos, tivesse morto o Filho de Deus.
A comunhão sacrílega é um crime tão grande que Deus não espera para o punir no inferno. Ele já começa neste mundo a indignar-se com tamanho crime, permitindo a doença e a morte. No tempo dos Apóstolos, segundo São Paulo, muitos dos males de alguns derivaram de comunhões sacrílegas, sofrendo ferimentos muito graves e outros morreram. São Cipriano refere que alguns de seu tempo, não sendo dignos de receber a Sagrada Comunhão, depararam-se com uma dor intolerável nas entranhas e às portas da morte. São João Crisóstomo conhecia muitos possuídos por demónios por causa deste crime. O Papa São Gregório assegura que, em Roma, houve grandes estragos devido à peste que apareceu, por se terem continuado as diversões imorais e os espectáculos de impurezas após a Comunhão pascal.
Lemos na vida de um monge de São Bernardo se atreveu a comungar em pecado mortal. Algo terrível! Logo que o Santo lhe deu a Sagrada Hóstia, rebentou como Judas e como ele foi condenado eternamente.
Segundo o famoso P. Arbiol, havia uma senhora que, num evento solene foi à confissão e o confessor, a encontrando numa ocasião próxima de pecado, ele disse que não poderia absolver a menos que primeiro se afastasse da ocasião, e disse-lhe ainda que naquele dia não podia receber a Sagrada Comunhão. Mas ela quis receber o Corpo de Jesus, independentemente do que o confessor lhe tinha dito, e imediatamente tomou a Hóstia Sagrada na garganta, engasgada, caindo morta na mesma igreja, na presença de muitas pessoas.
Um grande número de casos desta natureza poderia referir-se não só antigo mas igualmente à idade moderna, mas isso não acontece muito, porque, creio eu, que os bons, com santo temor, se retraem de frequentar os Santos Sacramentos e Jesus, pelo amor que nos tem para o nosso bem, obviamente prefere deixar impune o sacrilégio e receber os bons muitas vezes, estes que não se atrevem a tomá-lo, assustados com a punição dos pecadores.
Mas se a estes últimos pecadores não os pune de forma visível, já o está a fazer invisivelmente: com a cegueira de entendimento, dureza de coração, do seu abandono neste mundo, e em seguida, no outro, com o castigo eterno do Inferno. Encomendemo-nos à Santíssima Virgem Maria, para que alcancemos a ajuda que precisamos para receber com frequência e dignamente os Sacramentos.
E para que conheçamos o quanto convém receber dignamente os Sacramentos e os diferentes efeitos causados por eles, um outro caso que li na vida dos Santos Padres:
Houve um Bispo muito virtuoso, que, tendo sido avisado duas pessoas que viviam de maneira ilegal aos olhos de Deus, suplicou ao Senhor que se dignasse a manifestar o pecado na consciência de cada um deles. Deus ouviu suas preces, e um dia depois de ter distribuído a Sagrada Comunhão a uma grande multidão, viu que cada um tinha seu rosto negro como o carvão, outros olhos brilhantes, e outros muito elegantes, vestidos de branco. O bom bispo repetiu a súplica, para que Deus lhe manifestasse aquele mistério. Naquele instante, apareceu um anjo, e disse: “Fica sabendo que os que têm a cara preta são impuros e desonestos, os olhos brilham outros são avarentos, usurários e vingativos, e aqueles que parecem tão bonitos, vestidos brancos são aqueles que estão adornados de graça e de virtudes.” Aproximaram-se então as duas pessoas acusadas de viverem em pecado e o Bispo também as viu bonitas e resplandecentes. O santo bispo pensou que fora enganado, mas o Anjo disse-lhe que de facto era verdade o que se dizia deles, mas tendo-se afastado do pecado e fazendo uma boa confissão, eles foram perdoados de todos os seus pecados.
Portanto irmão, amado em Jesus Cristo, eu imploro e peço para não receberes a Sagrada Comunhão em pecado mortal, mas não te preocupes se te encontras nesse tão miserável estado. Confessa-telogo que possas, exercita e pratica fervorosamente muitos actos de humildade, confiança e de amor a Deus e,com esta disposição, colherás grandes frutos celestiais que nos são dados na Sagrada Eucaristia, para aqueles que A recebem dignamente.
Os frutos principais da Sagrada Comunhão dignamente recebida:
1.º Aumenta a graça.
2.º Dá luz à alma para distinguir o bem do mal, para segui-lo e evitá-lo, respectivamente.
3.º Aviva fé e esperança.
4.º Estimula a caridade.
5.º Modera a raiva e outras paixões, preservando-nos do pecado.
6.º Estamos unidos com Jesus Cristo.
7.º Dá – nos dá um espírito manso.
8.º Repele os demónios, para que não nos tentem tantas vezes.
9.º Acalma o remorso da consciência.
10.º Dá-nos uma grande confiança em Deus, na hora da morte.
11.º Dá força e alimenta a alma.
12.º Finalmente, dá-nos uma ajuda especial para perseverar no bem e chegar à glória eterna, sendo penhor de salvação.
Fonte: Blog A Saúde da Alma

Assistir ou participar da Missa?


Chegou-me a seguinte mensagem:
——————————
“Gostaria de ter um respaldo maior sobre a questão assistir a missa ou
participar da missa.
Vejo em muitas paroquianos dizendo que vai assitir.
Eu sei que a igreja nos convida a participar, até porque o ato de comungar é
a a maior participação.
Estou certo?”
——————————
Ao que respondi:

Bom, o problema maior é na verdade uma confusão entre os vários significados das palavras. *Assistir* e participar podem querer dizer coisas diferentes; “assistir” pode ser “ajudar” (como um “assistente”) e pode ser “ver passivamente”, e “participar” pode ser compreendido como uma ação ativa (“participo de um time de futebol”) ou como receber uma perfeição (a cerveja gelada “participa” do gelo, sem ser gelo; a palavra “gelada” é aliás o “particípio” do verbo “gelar”).
A Igreja nos chama à participação no sentido de receber uma perfeição, e é neste sentido que receber o Santíssimo Sacramento é a maior participação. Estamos assim participando de Cristo, ou seja, recebendo d’Ele uma perfeição. Esta participação pode (mas não precisa) ser expressa exteriormente (o primeiro sentido que dei desta palavra). Assim, por exemplo, não é necessário responder na *Missa*. É melhor participar silenciosamente que responder alto e não participar verdadeiramente, por exemplo. O sujeito que está cantando aos brados pode perfeitamente não estar participando, por não estar somando o seu sacrifício ao de Cristo na Cruz.
Já *assistir* como quem assiste passivamente a um jogo de futebol não é ao que a Igreja nos chama, mas *assistir* como “assistente”, ou seja, somando o nosso sacrifício ao de Cristo, que é oferecido pelo sacerdote, é o “assistir” que a Igreja nos pede e recomenda.

Assim, não se trata de uma escolha entre *assistir* passivamente e participar fisicamente. É na verdade – como aliás em quase tudo – uma escolha muito mais sutil, em que o caminho certo é o do meio.
Em uma extremidade temos a “participação” meramente física, meramente ativa ou emocional; nele não há assistência, não há participação verdadeira. Só atos contam (levantar, sentar, ajoelhar, cantar, chorar, comungar). Não é isso que a Igreja nos pede e recomenda.
Na outra extremidade, oposta àquela, temos a “assistência”, igualmente falsa, que é meramente passiva. É ir para a *Missa* e responder ou não, cantar ou não, comungar ou não, mas ficar pensando em outra coisa ou simplesmente tendo fruição estética, vendo se a casula do padre tem furos de traça ou deliciando-se a música, etc., sem somar o sacrifício individual ao de Cristo na Cruz. Tampouco é isso que a Igreja nos pede e recomenda.
O que a Igreja nos pede e recomenda é que assistamos, em silêncio ou não, cantando ou não, mas ativos *em nossa disposição interior de somar o nosso sacrifício pessoal ao de Cristo na Cruz*, e que assim participemos, em silêncio ou não, cantando ou não, recebendo de Cristo a perfeição de sermos santos, sendo santificados (particípio) pelo que é Santo.
Cabe ainda lembrar que o preceito da Igreja é ouvir *Missa* inteira todo domingo e dia santo. Assim, se a pessoa só vai fisicamente, ela não está pecando (apesar de não estar tendo tantos méritos, etc.), mas pecaria se ficasse em casa sob o pretexto de não conseguir participar.

Do mesmo modo, o preceito é de comungar uma vez por ano, no tempo da Páscoa. Se a pessoa está em pecado mortal (ou seja, se depois de sua última confissão ela faltou a uma *missa* dominical ou ferial, se ela mentiu, se ela roubou, se ela fornicou, se ela cometeu adultério – ainda que em pensamento -, se ela blasfemou, se ela assistiu a pornografia…) ela não pode nem deve comungar. Nesse caso, a comunhão não seria comunhão, isto é, não seria participação em Cristo; seria, nas palavras de São Paulo, “comer e beber a sua própria condenação”.

http://www.luisguilherme.net/HSJOnline/assistirouparticipar.html

Orlando Fedeli: verdadeiro cruzado conteporâneo


Orlando Fedeli e S.S. João Paulo II - agora juntos novamente.

Orlando Fedeli e S.S. João Paulo II - agora juntos novamente.

Eu, Moisés Gomes Lima, editor do §|Olhar Católico|§, devo a este homem o pouquíssimo do que sei. Devo a este homem a minha saída da RCC. Devo a este homem saber que a Missa Tridentina existe. Devo a este homem saber que devo ajoelhar-me ao comungar e nunca receber a Eucaristia na mão. Devo a ele o fato de um S’acerdote ter me negado a Eucaristia por assim querer comungar. Devo a ele saber muitas verdades sobre a Maçonaria, inclusive sua infiltração na Igreja. Devo a ele saber compreender a existência de Deus. Devo a ele saber que existe o Catecismo de S. Pio X. Devo a ele ter lido o Tratado da Verdadeira Devoção a Santíssima Virgem. Devo a ele a existência desse blog, inspirado em seu apostolado, guardada as devidas proporções. Devo a ele uma mudança radical em minha vida, em meu jeito de ser, de agir e de pensar! Poderia citar muitas dívidas ainda! Nunca ouví sua voz nem o ví pessoalmente, nunca apertei sua mão, nem nunca tive a oportunidade de lhe dizer tudo isto e muito mais. Neste momento só posso dizer uma coisa: DEUS LHE PAGUE TUDO O QUE EU LHE DEVO ORLANDO FEDELI! E não há como finalizar esta ínfima homenagem sem lembrar desta recente reposta a um de seus muitos missivistas, que tudo tem a ver com o momento:    

Como o Sr. acha que será recebido por Deus em seu Reino?

 http://montfort.org.br/index.php?secao=cartas&subsecao=quadro&artigo=20091217140400&lang=bra

   

Flotilha disfarçada é defendida pela Turquia


Fonte: http://www.midiasemmascara.org/artigos/internacional/oriente-medio/11139-flotilha-disfarcada-e-defendida-pela-turquia.html

A Turquia, país esmagadoramente muçulmano com um longo histórico de derramamento de sangue cristão, ficou histérica com as ações de Israel, que desmascarou o humanitarismo disfarçado.

O governo turco está se mobilizando para que as autoridades israelenses sejam julgadas pela Corte Criminal Internacional em Haia, na Holanda, porque Israel “ousou” inspecionar navios “humanitários” destinados aos árabes palestinos. Os navios, que saíram da Turquia, continham também armamento escondido. Afinal, como é que os árabes palestinos conseguirão prosseguir seus ataques contra Israel sem a ajuda “humanitária” de armas?

A Turquia, país esmagadoramente muçulmano que tem um longo histórico de derramamento de sangue cristão, ficou histérica com as ações de Israel, que desmascarou o humanitarismo disfarçado. Os “pacifistas” enfrentaram os inspetores militares israelenses com extrema violência. E receberam o devido tratamento e resposta.

Desde quando armamento para uso contra cidadãos israelenses é ajuda “humanitária”? Se, num ousado cenário oposto, uma flotilha com semelhante “ajuda” fosse destinada à minoria separatista curda da Turquia, os turcos reagiriam com delicadeza? Aliás, a mesma Turquia que exige de Israel um estado para os árabes palestinos também persegue a minoria curda na Turquia, por querer um estado! Os bondosos turcos estão determinados a exterminar o desejo dos curdos.

Para os turcos, pode haver perseguição e derramamento de sangue à vontade, desde que não seja contra sua religião muçulmana, favorita. Esse é o motivo por que a Turquia condena as tentativas da ONU de condenar o Sudão, cujo governo muçulmano assassinou aproximadamente meio milhão de sudaneses que não são muçulmanos. A maioria dos massacrados são cristãos.

No Conselho de Segurança da ONU – onde há décadas Israel é condenado sistematicamente por pressão dos países islâmicos -, o Sudão é protegido de toda condenação. Mesmo que seis milhões de judeus estivessem sendo assassinados hoje, por pura pressão ideológica a ONU acabaria dando um jeito de condenar Israel e inocentar o Sudão.

O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdog disse: “Não é possível um muçulmano cometer genocídio. É por isso que estamos à vontade [com a visita do presidente islâmico do Sudão à Turquia]”.

A Turquia não tem motivo nenhum para reconhecer e se opor a genocídios cometidos por islâmicos. Logo antes da 1ª Guerra Mundial, o governo islâmico da Turquia assassinou a sangue frio centenas de milhares de homens, mulheres e crianças armênios cristãos. Até hoje, a Turquia não tolera quando alguém diz que esse massacre de inocentes foi genocídio.

A Turquia fala a partir da posição de quem cometeu genocídio e de quem hoje defende o governo genocida islâmico do Sudão.

Israel responde a partir da posição de quem sofreu o genocídio de mais de 6 milhões de judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Com essa trágica experiência, Israel nunca pode descuidar da defesa de suas famílias, mesmo quando um carregamento de armas vem disfarçado em “inocentes” navios de ativistas esquerdistas da paz trazendo bombons e remédios.

Quanto à Corte Criminal Internacional, que tal a Turquia e o Sudão prestarem contas por suas atrocidades contra populações inocentes?

 

A televisão me deixou burro, muito burro demais…


Um amigo meu, ao ler uma reportagem que afirmava que na Itália, segundo recente pesquisa, uma criança em cada três trocaria seu pai ou sua mãe por um apresentador de TV, comentou que acabou tirando a TV de casa, para evitar sua má influência.

Dei-lhe meus parabéns; afinal, eu também não tenho um palquinho para o capeta falar absurdos na minha sala.

Outro dia eu estava na casa de uma amiga, e comentei isso com ela. Ela, com a TV ligada permanentemente, disse que não era bem assim, que era só trocar de canal…

Por acaso (ou mais exatamente pela Providência, já que não há coincidência…), neste exato momento olhei para a tela da sua TV e havia um grupo de rapazes estuprando uma moça. Disse eu então: “Olha só, eles estão estuprando a moça dentro da sala da senhora. O que a senhora vai fazer a respeito?”…

A televisão é um problema em si; afinal a sua forma de atuar impede, ou pelo menos dificulta extremamente, o raciocínio. É muito difícil pensar e ver TV ao mesmo tempo.

Com isso, a pessoa que vê TV está um pouco com em uma daquelas câmaras de privação sensorial que agora voltaram à moda. A diferença é que na câmara de privação sensorial a pessoa não tem nenhum estímulo externo, o que faz com que ela passe a ter alucinações, enquanto na TV o nosso juízo consciente do que é exibido é suspenso e a informação entra e fica gravada em nosso subconsciente, sem que tenha sido julgada.

O resultado daí vemos todos os dias: coisas que nunca seriam aceitas normalmente agora o são, apenas por terem sido vistas um grande número de vezes na TV.

Um exemplo disso é a obscenidade da dança da garrafa. Se há alguns anos um candidato a cargo eleitoral exibisse meninas de cinco anos de idade seminuas rebolando para introduzir uma garrafa em suas partes pudendas, ele seria linchado em praça pública.

Mas exatamente isso aconteceu em minha cidade, e o sujeito foi eleito. Qual a razão? Uma súbita queda no padrão moral?

Não. As pessoas, ao ver aquele absurdo, reconheciam aquilo que havia sido visto muitas vezes na telinha, e seu cérebro não registrava nenhum sinal de alarme. Ao ver a barbárie cometida, eles simplesmente pensavam “Ah, já vi isso no Faustão”.

A TV é simplesmente uma máquina de hipnotizar! No livro “Admirável Mundo Novo” (quem não leu, leia!), o autor descreveu um sistema pelo qual as crianças e adultos eram constantemente hipnotizados; eles ouviam incessantemente gravações com frases-feitas, que acabavam se marcando em seu espírito ao serem ouvidas durante o sono.

Mas isso traz um problema: como mudar as frases? Se a pessoa ouve sempre aquela frase, como fazer para que creia que aquela não é mais válida e deve ser substituída por outra? Afinal, a transitoriedade é própria da mentira, e tal necessidade é constante.

A solução não foi inventada em um romance, ela está presente: a TV hipnotiza as pessoas de um modo que permite (na verdade até incentiva) a mudança da mensagem.

Poderíamos então perguntar: será que não seria melhor fazer uma TV que apresentasse uma mensagem positiva?

A resposta é um claro “não”. Pelas próprias limitações do meio (som de pouca amplitude, imagem de baixa resolução, falta de concentração do espectador, etc.), é praticamente impossível tratar de amor ou ternura na TV. Por outro lado, a ira e o ódio são facilmente expressos, bem como a vaidade, o orgulho, a luxúria, a preguiça, a cobiça…

Vejamos as razões disso:

1 – A própria natureza do meio (TV), requer uma simplificação do discurso, que passa a ser construído sobre o visual (mais exatamente sobre o sensório, já que o som também influi) e não mais sobre o lógico. Com isso há uma “in-formação”, no sentido latino da palavra: a TV dá forma àquilo que transmite e ao receptor. É por isso que as pessoas raramente pensam “vou assistir a tal e tal coisa”, mas sim “vou assistir TV”. O meio é a mensagem.

2 – Como qualquer fenômeno hipnótico, a sua repetição constante favorece o seu efeito. Assim, ver um documentário uma vez por semana ou mês não o deixará tão hipnotizado quanto deixar a TV ligada o tempo todo.

É por isso que aqueles que não assistem TV cotidianamente têm normalmente uma reação muito diferente da que têm os que a assistem cotidianamente à presença de uma TV ligada. Em uma sala de espera ou restaurante, por exemplo, a TV passa “despercebida” (conscientemente) pela maior parte dos presentes, que por serem viciados desligam imediatamente o seu juízo crítico ao ouvir o característico som da TV.

Aqueles que não são viciados, contudo, se sentem frequentemente incomodados pela presença da TV. Ela chama mais a sua atenção, pois o seu juízo crítico não foi desligado.

Para que a TV seja suportável, é necessário que a cada vez que o nosso cérebro esteja “acostumado” ao que se está passando, aconteça algo que dê ao cérebro a impressão de que algo mudou; se isso não acontecesse, entraria em ação o nosso senso crítico, e desligaríamos a TV.

Isto é feito através dos chamados “eventos técnicos”, como as alterações de câmera, zoom, mudanças de volume, etc. É por isso que os vídeos caseiros são insuportáveis: não há nenhum tipo de interrupção, o que faz com que o cérebro não receba esta “tapeação”, e passe a ponderar as coisas exibidas.

Exatamente o contrário ocorre na publicidade. É só ver a diferença de tempo entre um acontecimento técnico na publicidade (pode ser até mais de uma vez por segundo!) e em um filme ou noticiário. Mesmo no noticiário sempre acaba sendo necessário usar zoom, troca de locutor, etc.

Ou seja: mesmo que a programação da TV seja boa (EWTN, Rede Vida, etc.), nunca devemos deixar a TV ligada ou assistir todos os dias; isso nos torna mais vulneráveis à sua ação, e a TV na sala de espera do dentista vai ser capaz de entrar na cabeça da gente sem pedir licença.

3 – A programação da TV, a não ser que haja um controle muito forte (o que hoje em dia é anátema), só tende a piorar e tornar-se mais e mais escandalosa e abusiva. É da natureza do meio.

A TV francesa era uma TV de alto nível; quando foi privatizada, começou a sua decadência, já que apenas o IFOP – ibope de lá – passou a ditar o que deve ser exibido. Hoje não há mais os programas de literatura que havia, mas em compensação está cheio de apresentadores de auditório e sexo explícito. Foi só deixar o controle nas mãos do mercado, que dançou tudo.

Se a TV tivesse, entretanto um controle forte para evitar este tipo de coisa, como ocorria na França antes da privatização das emissoras, talvez ela não tivesse efeitos imediatos tão maléficos. Infelizmente isso só aconteceria se o Estado fizesse uma censura forte e eficaz, o que dificilmente seria feito hoje, quando a contestação é considerada uma virtude.

Como a própria natureza do meio televisivo impede que seja feito um juízo crítico daquilo que é assistido, a única maneira de fazer com que os viciados continuem a se interessar (e o ibope aumente) é apresentar os incentivos ao pecado, desculpem, as “atrações”, de maneira cada vez mais crua e selvagem. Só assim as consciências embotadas e anestesiadas pela TV podem prestar alguma atenção. E dá-lhe de ver gente comendo sushi sobre mulheres nuas (o que se for repetido o suficiente acabará por ser considerado uma modalidade aceitável da gastronomia…), concursos de maior ou mais belo traseiro, crianças órfãs e aleijadas sendo espezinhadas, humilhações de pessoas comuns, etc.

Para que a pessoa tenha capacidade de resistir ao hipnotismo televisivo, ela deve ter desenvolvido o seu raciocínio lógico (linear…) e seu senso crítico. Ora, isso só pode ser feito sem TV, pois a sua hipnose é mais forte que a lógica da maior parte das pessoas, vitimada exatamente pelo pensamento cubista que a TV infunde. – A visão cubista da realidade é uma noção desenvolvida pelo teórico da comunicação Marshall McLuhan; segundo ele, a televisão, por não apresentar de maneira sequencial o acontecimento, transmitindo apenas partes fragmentadas e desconexas dele, proporciona uma visão da realidade que ele chama de cubista, em analogia à arte cubista, em que o nariz é visto de lado, a boca de frente, a orelha de cima…

Os efeitos deste vício – posto que a TV vicia, e muito! – são extremamente perniciosos. Ela é, como a cachaça, uma forma de não pensar. A diferença é que a droga chamada TV não apenas embota o raciocínio como as outras, mas também insere diretamente ao subconsciente mensagens totalmente contrárias à própria Lei Natural. Seus efeitos, portanto, são muito graves, na medida em que em geral assistir TV é um vício comum a toda a família.

Famílias inteiras não mais conversam, apenas ouvem o capeta falando em sua sala. As crianças constantemente expostas à TV não desenvolvem ou desenvolvem de maneira atrofiada o raciocínio lógico, o que é causado pela própria visão cubista da realidade que é inerente à TV.

Vejo isso claramente nos meus alunos de escola, que são em sua imensa maioria incapazes de formular uma frase longa e coerente. Eles falam aos arrancos: “Sabe, ele, o cara, ele foi, no mercado não, ele foi lá, é, na padaria que ele foi, que a mãe dele, sabe, a mãe dele que queria ir lá, e ele foi no lugar dela”. Na verdade eles não expressam idéias, apenas concordam com o que lhes é apresentado. O que escrevem é mais ou menos a mesma coisa, só que com uma profusão de palavras cujo significado eles não conhecem bem; afinal, como eles não lêem, consideram que a característica essencial do texto escrito é a presença de palavras “esquisitas”.

Quando eu tinha cinco anos de idade a minha mãe, que Deus a tenha em Sua santa glória, jogou fora a TV. Até hoje sou-lhe agradecido por isso. Minha avó me deu uma TV de presente quando eu cheguei à adolescência. Um dia eu me dei conta de que a TV estava ligada no Bozo havia mais de meia hora! No mesmo dia a troquei por uma garrafa de mergulho, e foi um dos melhores negócios que já fiz.

Depois disso já tive TVs sem antena, ligadas ao videocassete. Pelo menos assim posso exercer um controle maior sobre o que entra em minha casa. Hoje não tenho nem um nem outro. Afinal, estou morando em uma região onde a TV pega bem mesmo sem antena, e eu tenho crianças em casa. TV e criança na mesma casa não são uma combinação saudável (aliás, nem TV, nem cocaína, nem nenhuma outra droga perigosa).

Autor: Carlos Ramalhete – Livre cópia e difusão do texto em sua íntegra com menção do autor.

Quem disse que não existe “ex-gay”?


Declarações de um “ex-gay” e ex-líder do movimento homossexual:

Michael Glatze

“O homossexualismo tirou quase 16 anos da minha vida e os comprometeu com uma mentira e outra, perpetuadas através da mídia nacional, tendo como alvo as crianças.”

“um líder do movimento pelos “direitos homossexuais”, por diversas vezes eu me dirigi ao público. Se eu pudesse voltar atrás em muito do que disse, eu o faria”

“Na minha experiência, livrar-me da influência da mentalidade homossexual foi a coisa mais libertadora, bonita e maravilhosa que eu jamais havia experimentado em toda a minha vida”

O homossexualismo, dirigido às mentes jovens, é por sua própria natureza pornográfico. Ele destrói as mentes impressionáveis e confunde o desenvolvimento de sua sexualidade. Eu não havia percebido isso até meus 30 anos de idade”

Leia esta carta escrita pelo mesmo na íntegra: http://www.portaldafamilia.org.br/artigos/artigo809.shtml

 

“AIDS: o câncer gay”


Olavo de Carvalho

(…)

Vejam o que aconteceu com o dr. Joseph Sonnabend, epidemiologista e um dos criadores da prestigiosa Foundation for AIDS Research.

Um belo dia ele recebeu um press release emitido pelo próprio departamento que ele chefiava. A coisa dizia que a Aids assumira proporções epidêmicas, já não era um risco limitado à parcela mais vulnerável da comunidade homossexual, mas era um perigo iminente para toda a humanidade. “Que besteira é essa? Eu nunca assinei essa porcaria!”, protestou o perplexo doutor.

Antes que ele obtivesse uma explicação, a mentira alarmista já tinha virado capa da revista Life, com o título: “Aids: Ninguém está a salvo”.

Só quando a farsa já havia se espalhado pelos quatro quadrantes da Terra como verdade científica incontestável uma alma caridosa explicou ao dr. Sonnabend que tudo era um plano da Foundation e da indústria farmacêutica para arrancar verbas do governo americano (v. http://www.youtube.com/watch?v=lfnYciuXeB4).

Na verdade, a Aids nunca foi um perigo sério para a população heterossexual e, hoje, não é absolutamente risco nenhum. Confirma-se assim, linha por linha, a denúncia que em 1993 o jornalista Michael Fumento apresentou em seu livro The Myth of Heterosexual Aids (v. http://www.fumento.com/myth.html).

Mas dizer indústria farmacêutica é dizer Rockefeller, e dizer Rockefeller é dizer Council of Foreign Relations, Bilderberg Club e, no fim das contas, Nova Ordem Mundial – as mesmas organizações e entidades que estão por trás doclimategate, das campanhas mundiais abortista e gayzista, da nova religião global biônica, da proposta do governo Obama para o controle universal da circulação de capitais, etc. etc. – a lista das maravilhas não tem mais fim.

Quem vai dar um basta em tudo isso? Ninguém. A imposição da bestialidade organizada vem precedida de programas educativos calculados para desarmar a inteligência humana, desde a mais tenra infância, contra a força hipnótica das mais tolas mentiras de polichinelo. Henrique VIII mandou cortar a cabeça de Thomas More quando este se recusou a continuar fazendo vista grossa. A Nova Ordem Mundial não corta cabeças: zela para que elas não cresçam até um ponto em que precisem ser cortadas.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/100506dc.html

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