O “crente” que foi pro céu


O “crente” que foi pro céu (cordel)

 

“Tem um “crente” aqui no céu!!!”
E a confusão se deu,
todos perguntavam: “Onde???”
O alerta se ascendeu,
a milícia foi chamada
pra ver onde se escondeu.

 

Logo o Anjo Gabriel,
deu a ordem de prisão,
e a busca e captura
foi em toda direção,
a primeira testemunha
deu-lhes esta descrição:

 

“Ele era baixo e gordo,
tinha um paletó lascado”.
Logo o anjo desenhista
fez um retrato falado,
e no céu distribuiu
com a cara do safado.

 

E os anjos comentavam,
fazendo especulação:
“será o  Edir Macedo?
Ou a bispa Sônia, então?
Ou R.R. Soares,
com a sua enganação?”
Era grande o comentário
no meio da multidão.

 

Disse o apóstolo Paulo:
“aqui não pode entrar
os que são de divisão,
é bom deles se afastar,
esses não servem a Cristo,
existem pra dispersar”. …………………..(Rm 16,17-18)

 

Pedro disse: ”esses indoutos
de Escrituras na mão
pegam os pontos difíceis
fazem deles confusão
distorcendo as Escrituras
pra a própria perdição.” ———(2 Pd 3,16) Continue lendo »

Destruição da Família Lá e Cá


escrito por Dom Lourenço

Quando o Haiti foi destruído pelo terremoto, o mundo se solidarizou, enviou ajuda, donativos, voluntários (a imprensa noticiou que apenas 2% do que foi doado chegou ao Haiti. Onde está o resto? Sempre a mesma história, e os ingênuos continuam sendo enganados).

Quando o Chile sofreu um dos maiores terremotos da história, o susto aqui no Brasil foi mais importante, sendo o vizinho mais próximo, chegando mesmo a ser sentido em alguns lugares do nosso país.

Mas o que fazer quando uma Pátria vizinha, a Argentina, levanta-se com o deprimente  título de ter sido a primeira nação da América do Sul a permitir a união de homossexuais. Corre um arrepio no sangue brasileiro: quando será a nossa vez? O povo argentino mobilizou-se para impedir que seus políticos votassem de modo tão iníquo e contrário a Deus, à Pátria e à Lei Natural. Mas nada conseguiram! E nós, o que faremos?  Leia mais

Tivemos algumas vitórias recentes e precisamos nos preparar para um combate rude que nos dê o alívio de saber: apesar de ser um povo pacato e simples, o brasileiro, de um modo geral, não gosta de quebrar a Lei Natural. Votou contra o desarmamento e conseguiu; votou contra políticos abortistas e estes foram rechaçados nas urnas!

Mais cedo ou mais tarde teremos de votar para impedir a manobra dessa gente sem Deus e sem alma. Nossos políticos não são melhores do que os políticos argentinos, ao contrário. Logo nossos corruptos e esvaziados políticos vão querer igualar o que eles chamam de “avanço”. Certamente avançam, mas bordejam perigosamente as margens fumegantes do inferno. Estejamos atentos e prontos para o combate, como nossos vizinhos estiveram. Vejam o video das manifestações em Buenos Aires:

http://www.gloria.tv/?media=87868

Todas essas nações católicas foram fundadas sob o manto da Cruz de Nosso Senhor e chegaram a conhecer um final de civilização católica. Hoje, já pluralizadas, pulverizadas e globalizadas, nossas Pátrias seguem a passos largos no caminho da decomposição completa: povo que abandonou suas raizes, já não funda sua força na estabilidade do mastro de sua Bandeira; povo que abandonou sua moral, prefere temer os tribunais dos homens do que o Tribunal de Deus; povo que abandonou sua fé, preferindo um carnaval religioso de todas as confissões antes de dobrar seus joelhos diante da Hóstia Consagrada.

Jesus, Maria, José: salvai nossas famílias!

Fonte: http://permanencia.org.br/drupal/node/1222

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O Batismo é apenas para os crentes? Não pode ser ministrado às crianças?


Eis uma resposta complicada. Primeiramente, as Escrituras não endossam nem condenam explicitamente o Batismo das crianças. A Igreja histórica sempre acreditou no Batismo das crianças. Os Reformadores Lutero e Calvino também acreditaram ser apropriado batizar crianças. Os Anabatistas foram alguns dos primeiros após a Reforma a condenarem o Batismo das crianças (embora existissem algumas poucas seitas antes da Reforma que não o praticavam).

Os argumentos contra o Batismo das crianças são que as pessoas mencionadas como tendo sido batizadas por João Batista eram adultos arrependidos. No seu sermão de Pentecostes Pedro disse: “Arrependei-vos e batizai-vos”. Quem sustenta que o Batismo é apenas para os crentes, diz que não podendo as crianças se arrependerem, não lhes é apropriado o Batismo.

Aqueles que defendem o Batismo das crianças citam passagens dos Atos dos Apóstolos, onde famílias inteiras, como a de Cornélio e a de Lídia, eram batizadas, o que supostamente inclui as crianças. Um outro argumento a favor do batismo das crianças vem da comparação do Batismo com a circuncisão:

“Nele também fostes circuncidados com circuncisão não feita por mão de homem, mas com a circuncisão de Cristo, que consiste no despojamento do vosso ser carnal. Sepultados com ele no Batismo, com ele também ressuscitastes por vossa fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos” (Col 2,11-12).

Na Antiga Lei, no oitavo dia as crianças do sexo masculino eram recebidas e lhes era dado o sinal da circuncisão da Antiga Lei. Já que o Novo Testamento é uma Lei mais abrangente do que a Antiga, incluindo homens e mulheres, judeus e gentios, o Batismo das crianças é mais apropriado a dar às crianças o Signo da Nova Lei (o Batismo). Com efeito, Jesus disse:

“Deixai vir a mim as criancinhas e não as impeçais, porque o Reino de Deus é daqueles que se parecem com elas” (Lc 18,16).

O “se parecem com elas” de que Jesus falou eram criancinhas que o povo trazia para ele abençoá-las. Assim, os Pedobatistas vêem nas palavras de Jesus um argumento a seu favor.

Registros históricos confirmam que a prática do Batismo das crianças era geralmente a norma. No segundo século, Irineu escreveu a primeira declaração sobre a prática na Igreja do Batismo das crianças:

“Ele (Jesus) veio para salvar a todos através dele mesmo, isto é, a todos que através dele são renascidos em Deus: bebês, crianças, jovens e adultos. Portanto, ele passa através de toda idade, torna-se um bebê para um bebê, santificando os bebês; uma criança para as crianças, santificando-as nessa idade…(e assim por diante); ele pode ser o mestre perfeito em todas as coisas, perfeito não somente manifestando a verdade, perfeito também com respeito a cada idade” (Contra Heresias II,22,4 (ano 189)).

Irineu declarou que as crianças cristãs renascem. Como podem renascer se não têm a capacidade (pelo que sabemos) para exercer a fé? Previamente já vimos que isso acontecia pelo Batismo. Irineu mesmo nasceu numa família cristã, por volta do ano 140, em Esmirna, uma das Igrejas mencionadas no Apocalipse (Ap 2,8). Os historiadores pensam que Irineu foi provavelmente batizado por Policarpo, que foi o bispo de Esmirna. Policarpo foi mártir e discípulo pessoal de João, o Apóstolo. Parece-nos improvável que ele tivesse batizado crianças se fosse impróprio e se tivesse ouvido de João instrução diferente. No ano 215, Hipólito escreveu:

“Onde não há escassez de água, a água corrente deve passar pela fonte batismal ou ser derramada por cima; mas se a água é escassa, seja em situação constante, seja em determinadas ocasiões, então se use qualquer água disponível. Dispa-se-lhes de suas roupas, batize-se primeiro as crianças, e se elas podem falar, deixe-as falar. Se não, que seus pais ou outros parentes falem por elas” (Tradição Apostólica 21,16).

Diz-se que Hipólito instruiu às crianças que tivessem capacidade falarem por elas mesmas. Isso parece muito com as crianças levadas a Jesus, em Lucas 16,15. Finalmente, Orígenes fez uma firme declaração com respeito a origem apostólica do batismo das crianças:

“A Igreja recebeu dos apóstolos a tradição de dar Batismo mesmo às crianças. Os apóstolos, aos quais foi dado os segredos dos divinos sacramentos sabiam que havia em cada pessoa inclinações inatas do pecado (original), que deviam ser lavadas pela água e pelo Espírito” (Comentários sobre a Epístola aos Romanos 5,9 (ano 248)).

Finalmente, eis uma interessante citação do eminente Teólogo Protestante Dr. R.C. Sproul, em “Verdades Essenciais da Fé Cristã”, com relação ao batismo das crianças:

“A primeira menção direta ao Batismo das crianças se vê por volta do meio do segundo século. O que é digno de nota sobre esta menção é que concorda que o Batismo das crianças era uma prática universal da Igreja. Se o Batismo das crianças não estivesse em prática no primeiro século da Igreja, como e por que começou como doutrina ortodoxa tão cedo e tão generalizadamente? Não somente foi uma rápida e universal disseminação, mas a literatura sobrevivente daquele tempo não demonstra nenhuma controvérsia a respeito desse costume”.

Concordando pelo batismo das crianças, Dr. Sproul usa como argumento final a palavra tradição com “T” maiúsculo. Em seu sumário, nas palavras finais se lê:

“A história da Igreja sustenta o testemunho da prática universal e não controvertida do Batismo das crianças no segundo século”.

Por que você negaria as bênçãos do Batismo para as suas crianças quando a Bíblia não o proíbe, e é prática universalmente aceita pela Igreja histórica e até mesmo pelos Reformadores Lutero e Calvino?

Fonte: Site “Glory to Jesus Christ!”. Tradução: José Fernandes Vidal.

Democracia Liberal: demagogia maquiada


Democracia Liberal: demagogia maquiada
Fábio Vanini
Busquemos o melhor, não o mais comum, aquilo que conceda uma felicidade eterna, não o que aprova o vulgo, péssimo interprete da verdade.”. (Sêneca, Da Felicidade. Cap. I, II)
Aproxima-se mais um sufrágio para a presidência do Brasil. A democracia liberal é o grande dogma da sociedade moderna, laicizada e humanista. Todo indivíduo tem igual capacidade de avaliar o que é melhor para o coletivo dos homens. O patriarca e o caçula têm o mesmo direito de saber o que é o melhor para a família, com igual direito a divergirem. Aliás, divergência é sinal de saúde democrática.
A grande massa já elegeu, aos berros e às lagrimas – e ao som de um samba emocionante – o direito universal às eleições diretas como a última grande revolução libertadora da humanidade. O povo agora pode voar com as asas da democracia.
E com a estultície de uma pomba…
É natural que não se possa esperar boa coisa do mesmo meio com que se escolheu Barrabás. “A voz do povo é a voz de Deus”, imagine…
Barrabás, que não tinha impresso nenhum santinho, foi eleito o santo. Mas se tivesse que produzir santinhos, certamente investiria muitas moedas de ouro – mais de trinta – para uma boa fotografia. Porque a fotografia é a alma do negócio.
Um estudo realizado na Suíça1, publicado na Science, mostrou a importância da imagem na escolha do candidato preferido pelos eleitores. As fotos do primeiro e segundo colocados em eleições ocorridas em 2002, na França, foram disponibilizadas para 2.841 pessoas na Suíça, sendo 681 crianças entre 5 e 13 anos. Uma situação hipotética os obrigou a escolher como líder uma das duas pessoas das fotos.
Os resultados foram surpreendentes? Nada… – predicting elections…1– Os próprios autores do artigo introduzem a pesquisa com o argumento de Platão de que a tripulação não é capaz de eleger um bom capitão para seu navio, pois julga segunda as aparências. Os participantes da pesquisa de 2009 elegeram exatamente o vencedor das eleições francesas de 2002. As crianças também… Sem contar que, na Suíça, a democracia é, historicamente, bem madura.
Disso, depreende-se o óbvio: as escolhas populares dos nossos representantes são feitas considerando-se somente as aparências e valendo-se de critérios infantis.
O estudo não considera, no entanto, que há alguém por trás das opções… Essa, nem os cientistas que publicaram na Science pegaram, ou se furtaram de denunciá-lo: quem escolhe os rostos que serão fotografados nos próximos santinhos eleitorais? No trabalho de pesquisa citado, um critério foi utilizado para eleger o material fotográfico. Não seria natural esperar o mesmo no pleito liberal?
No Brasil, escolheu-se – quem escolheu? – a esquerda mais radical. Em seguida, escolheu-se os candidatos. Tudo bem que estes vão ter que se maquiar muito para se tornarem competitivos, mas, ganhando um ou outro, ganha a esquerda. E o povo sai contente com suas asas de pomba e sua vaidade de pavão.
E assim, Barrabás vai se reelegendo ao longo dos anos, e, com ele, o povo vai sendo conduzido pelos governantes que merece. Curiosamente, Barrabás era um ladrão.
1 Predicting Elections: Child’s Play! Science 27 Fevereiro de 2009: Vol. 323. no. 5918, p. 1183



Para citar este texto:

Fábio VaniniDemocracia Liberal: demagogia maquiada
MONTFORT Associação Cultural
http://www.montfort.org.br/index.php?secao=veritas&subsecao=politica&artigo=democracia-liberal〈=bra
Online, 18/07/2010 às 16:09h

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Homilia longa…

Quando o homem torna-se o centro…


Deus é deixado de lado:

"Encenação" absurda em uma Missa há alguns anos atrás quando eu era membro da RCC de Cedro - CE.

“(..) a decadência [da liturgia] chega quando o culto divino é submetido ao sentimentalismo e ao ativismo pessoais de clérigos e leigos que, penetrando-o, transformam-no em obra humana e entretenimento espetacular: um sintoma hoje é, por exemplo, o aplauso na Igreja, que sublinha indistintamente o batismo de um recém-nascido e a saída de um caixão em um funeral.” (Pe. Nicola Bux, consultor do Ofício de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice, em entrevista a Zenit)

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Notas da Igreja – Montfort


PERGUNTA 

Nome: César
Enviada em: 03/07/2003
Local: Campinas – SP,
Religião: Protestante
Idade: 28 anos
Escolaridade: Pós-graduação concluída


Caro Sr. Fedeli

Inicialmente gostaria de cumprimentá-lo pelas elucidações da doutrina católica ( um tanto quanto obscuras para mim anteriormente) e que agora se tornam mais compreensíveis ao meu espírito. 

Muito me agrada sua exemplificação da pureza doutrinária da Igreja em confronto à profusão, por vezes contraditárias tanto quanto desconexas, das “teologias” de livre interpretação. 

Quanto à pureza, refiro-me a sua unicidade doutrinal, aperfeiçoada durante dois milênios e tendo como fundamento uma coerência circular, ou seja, a sua própria justificação está no fato de sê-la em si, a Igreja Una, Santa e Católica, numa inévitável auto-referência. Obviamente, toda a idéia de emancipação, discordância e contra-posição são excluídas como heresias pela sua própria doutrina: A Igreja é Santa, porque é a Única e Católica, é Una porque é Santa, consequentemente Católica e assim sucessivamente. 

Há, portanto, um processo de circularidade inercial, ou como andar em uma esteira: há movimento porém nunca se locomove, pois o que foi dito o está, e não sendo possível contradizê-lo em momento algum, nem agora nem no futuro, torna-se inacessível à experiência prática. 

Não havendo, portanto a possibilidade de mudança e consequentemente de arrependimento, um perfeito círculo lógico se instaura: as ações são auto-justificáveis, incabíveis quaisquer julgamentos.Temos que aceitá-La independentemente de seus atos, pois traz uma característica de purificação supra humana. Esta concepção é um tanto quanto conflitante ao crescimento espiritual e intelectual do ser humano (isso se assim o considerá-lo passível de livre-arbítrio, aprendizado, dinamismo social e intelectual) Por favor, se a minha concepção está errada, peço sua atenção, se possível, em me responder. 

Acredito que possa me esclarecer esta dúvida com sua já característica coerência. 

Obrigado, 

Cesar 

RESPOSTA

Muito prezado professor Cesar, salve Maria!

Deu-me alegria receber sua carta reveladora de sua alma leal. Ademais, devo agradecer especialmente sua palavras, provenientes de pessoa que é de origem não católica.

O senhor, Professor, me pede que corrija, se necessário, o que me disse.

Se me permitir, então, gostaria de lhe dizer que a circularidade de raciocínio, que o senhor aponta, pode ser resolvida do seguinte modo:

A Igreja é Una porque tem uma só Fé nas verdades reveladas por Deus Nosso Senhor. Como Deus é imutável, a Fé também jamais muda.
Ela é una, também, porque tem um só Batismo, instituído pelo próprio Cristo. É una também por seu governo, instituído, por Jesus mesmo, sobre Pedro e seus sucessores, os Papas ( Mt, 16-20).
A Igreja é Una sob o único Papa.

A Igreja é Santa, em primeiro lugar, por sua cabeça, que é o próprio Cristo, cuja divindade santifica continuamente a Igreja, apesar dos pecados de seus membros, os homens. Os nossos pecados, dos homens pertencentes à Igreja, não contaminam a Cabeça da Igreja, Cristo Deus. A Igreja é santa também porque o Espírito Santo a assiste continuamente, com suas graças, através dos sacramento O Espírito Santo, enviado por Cristo à Igreja, está sempre santificando as almas. Por isso, em todos os tempos, houve e há santos, na Igreja.

Ela tem que ser Católica — palavra que quer dizer universal — porque Deus Nosso Senhor quer salvar a Todos os homens: judeus e gentios, ricos e pobres, de todas as raças, de todos os países, e de todas as condições. Por aí o senhor vê, caro Professor Cesar, como erram os chamados Teólogos da Libertação, ao afirmar que a Igreja é dos pobres, apenas. Deus não faz opção de pessoas, e mandou que os Apóstolos ensinassem e batizassem a todos. Inclusive os ricos. Daí é que vem o caráter católico da Igreja.

Finalmente, a quarta nota característica da Igreja: ela é Apostólica.
A Igreja é Apostólica, porque vem dos Apóstolos, sem interrupção, na História. Os Apóstolos receberam de Cristo a missão de ensinar e batizar todas as gentes, e essa missão eles foram passando, pela sagração de Bispos até hoje.

Se não lhe ficou clara a exposição, peço-lhe que me escreva novamente.

Nada disto contraria o desenvolvimento espiritual, intelectual e material do ser humano.

Pelo contrário, só podemos crescer realmente nesses sentidos, baseando-nos na Fé, que é uma luz sobrenatural que esclarece o homem, mesmo para compreender o universo, já que um só — Deus — é o revelador das verdades da Fé e quem instituiu os princípios e as leis do Universo.

Muito satisfeito por sua carta, subscrevo-me atenciosamente

 

in Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli.

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