Não servirei!


Este grito bradado por satanás, repetido milhares de vezes por seus asseclas no decorrer da história, continua a ser bradado agora dentro da Igreja. Está tudo de pernas pro ar! Leigos querem decidir qual pastor querem ter! E quando têm um verdadeiro revoltam-se com o mesmo! Mas de fato não são ovelhas estes leigos a clamarem “ele não atende aos requisitos pastorais e pedagógicos de um pastor”! São, pelo contrário, lobos em pele de cordeiro. 

De que estou a escrever? 

Verdadeiro pastor

Oremos por este Bispo FIÉL ao seu chamado!

 

Ora, da revolta contra o FIEL  Bispo da Igreja Católica (na Paraíba) D. Aldo Pagoto. O mesmo é conhecido por ser fiel a Doutrina da Igreja, ao contrário dos bispos comunistas a serviço de Fidel, Che, Chavez, Lula, Marx e congêneres da CNBdoB. Comunistas disfarçados de “leigos” católicos assinam uma carta do tipo “abaixo-assinado” solicitando ao Núncio Apostólico a sua retirada por ele não atender aos requisitos deles: tomar a terra alheia (roubar), acolher o homossexualismo e abortismo do grito dos excluídos, dentre outras atitudes bem “católicas”. 

Estes mesmos “leigos” católicos foram, provavelmente, os que gritaram palavras de desrespeito e vandalizaram a fachada artística e patrimonial da cúria. Pois bem, caros leitores deste pequeno blog (que são poucos), peço de vocês oração por este Bispo e pela conversão destes “leigos” católicos ao Catolicismo. 

Mas, vejam só de onde são alguns destes “leigos”: 

G. P.  O. – CUT [socialismo e comunismo na veia!] 

L. B. S. – Nós Também Somos Igreja [então morra pra que essa “igreja” que você é vá pro INFERNO!] 

J. G. S. A. – Dirigente Sindical (SINTER – PB) [mais um sindicalista…] 

R. N. Q. – Educador de Jovens Cristãos [pobres jovens!] 

Estes  ou outros gatos pingados leigos com seus poderosos cargos a serviço da Igreja reivindicam um Bispo com os seus “requisitos pastorais e pedagógicos” a lá Helder Camara. 

Façam o seguinte: vão a um terreiro de macumba e tentem ressuscitar o velho comunista bando de hereges! 

Citando Nosso Senhor: 

“Raça de víboras”! 

“Sepulcros caiados”! 

Citando o bestiário de S. Jeronimo

“Asnos bípedes”! 

“Cães furiosos”! 

“Insetos”! 

“Porcos”! 

“Escorpiões”! 

“Cão que volta ao seu próprio vômito”! 

Ufa… Teria muito mais. Mas concluo com uma pergunta que não quer calar: qual será a posição do Núncio Apostólico? 

PS: Veja também um caso parecido aqui no Ceará.

Senhor, tende piedade dos brasileiros [sérios]


Celso Arnaldo sobre Dilma Rousseff:

A desmontagem da farsa exige mais que galhofa “A galhofa já não basta” sobre a ameaça que representa para o país a candidatura de Dilma Rousseff. A sucessora que Lula inventou é uma piada, mas uma piada no poder é um perigo, e perigos devem ser tratados com seriedade.
Ressalvo, contudo, que nunca nos limitamos a galhofas, que aliás é coisa muito séria. Galhofa não é brincadeira, sobretudo quando incorpora a ironia localizada na fronteira do sarcasmo.
Para desmontar a fraude aqui identificada há oito meses, a coluna procura dosar corretamente o humor que desconcerta o farsante e o ataque frontal que traduz a indignação do país que presta. A fórmula tem sido aplicada com eficácia? Boa pergunta para o timaço de comentaristas. Leia e diga o que acha.
Por enquanto, levamos a coisa na brincadeira ─ e nos divertimos muito. Mas acho que a coisa ficou séria. Porque ela não é a Hebe Camargo ou a Ana Maria Braga ─ ainda pode ser eleita presidente da República.
Há oito meses ouço tudo o que Dilma diz em público. Não lhe ouvi ainda uma frase inteligente. Um raciocínio límpido, criativo. Uma tirada esperta. Um jogo de palavras que faça sentido lógico e tenha algum requinte metafórico. Uma boa ideia própria. Uma resposta satisfatória e sincera. Um pensamento sobre o Brasil que denote um juízo superior sobre nossas raízes, nossas mazelas e nosso futuro. Um cacoete de estadista. Uma réplica ferina. Sequer uma grosseria fina tirada do bolso do casaquinho como recurso dialético.
Só sandices, pensamentos toscos, construções que não param de pé, só o mais absoluto desconhecimento das leis básicas da argumentação, da sintaxe, da gincana política e da articulação de modernos conceitos de estado.
Uma incultura geral inédita entre pessoas públicas.

Decorou de orelhada meia dúzia de conceitos primários ─ o Brasil como quinta potência, a creche como berço de tudo, a casa como identidade pessoal ─ e os repete país afora, com um detalhe: a repetição, que normalmente produz aprimoramento, só piora sua capacidade de expressão.
Não consegue sequer reproduzir, sem erros grosseiros, máximas, ditados e aforismos que já fazem parte da psique popular.
Políticos cometem gafes, dizem asneiras, cometem atentados de estilo. Mas não todos os dias. Não em todos os discursos, todas as entrevistas, todas as frases. Todas, literalmente todas. Qualquer pessoa tem lampejos.
Em Dilma, nada se salva, rigorosamente nada.
Não domina nenhum tema, nada lhe é familiar. Nem sua doença, nem os livros que (não) leu, os filmes que (não) viu.
Nem sequer sua família lhe é familiar.
Pior: apresenta a forma mais profunda de ignorância, que é não saber que não sabe. Se se assistisse no estarrecedor vídeo do Neymar/Ganso, diria que deu um show de bola.
Dilma Rousseff não chega a ser uma dona de casa caindo de paraquedas na disputa da Presidência. Ela não tem nem mesmo os dons mínimos para ser “do lar” – haja vista o omelete Superpop, cujos ovos ela mexeu antes de quebrar, se é que isso era possível. Palmirinha seria uma candidata mais viável. Dilma é nosso Zelig ─ e de Woody Allen só tem a feiúra. E olha nós aqui de novo fazendo piada com algo seriíssimo.
Acho que basta. Uma coisa é chutar de canela ao falar de Vidas Secas, dos instintos paternos, de Neymar e Ganso.
Outra é divagar tão ignorantemente sobre um hipotético arsenal atômico de um país hoje aliado. Dilma não é uma ameaça ao vernáculo ─ mas à segurança nacional.
Essa mulher evidentemente não tem a menor condição de representar um único brasileiro ─ sequer seu neto Gabriel, ainda “unborn”.
O que dirá de representar o Brasil, sujeitando-nos à galhofa, ao escárnio, a incidentes diplomáticos irreparáveis ─ do que são prova o “meio ambiente como ameaça ao desenvolvimento” e as agora reveladas bombas nucleares do Irã, país que ela nem sabe onde fica.
Impô-la ao país, sem medir as consequências, é uma afronta ─ e, de todos os malfeitos do PT, o mais criminoso.

A bem da verdade: ela não tem culpa. Os escândalos do mensalão e dos aloprados privaram Lula de suas duas apostas para a sucessão ─ Dirceu e Palocci.
Então, por instinto de sobrevivência, ele se lembrou da gerentona do sub-solo, a mineira-gaúcha de poucas e duras palavras, que exigia para ontem o que não podia ser feito hoje e nem seria feito amanhã — como as obras do PAC.
Durante anos, a inegável eficiência dos técnicos do segundo escalão do governo camuflou a fraude da falsa competência.
No dia em que o Criador, depois da última cinzelada na criatura, ordenou “Fala Dilma”, o mito começou a ruir.
Mas, na busca desesperada pela continuidade da “PTcracia”, os criadores fingem que não percebem o cruel desmoronamento da criatura Dilma ─ e ainda fazem questão de exibi-la, como uma avis rara mais primitiva que os Pterossaurus.
Se não me falha a memória, o mito começou a ruir aqui.
Mas a galhofa já não basta.
Agora, com a ameaça da bomba nuclear, é preciso falar sério sobre Dilma Rousseff

 

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3 frases da Bíblia contra a “Lei da Palmada”


Daniel MartinsInstituto Plinio Corrêa de Oliveira

Um amigo acaba de me escrever, comentando o artigo do Sr. Marcos Garcia sobre a Lei da Palmada. Conforme essa lei, os pais estariam proibidos de educar os filhos com o uso da palmada e similares.

Meu amigo frisava três frases da Sagrada Escritura, que deixo aqui para a reflexão do leitor:

1 – “O que retém a vara aborrece a seu filho, mas o que o ama, a seu tempo, o castiga.”(Provérbios 13:24)

2 – “Não retires a disciplina da criança, porque, fustigando-a com a vara, nem por isso morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno.” (Provérbios 23:13 e 14)

3 – “A vara e a repreensão dão sabedoria, mas o rapaz entregue a si mesmo envergonha a sua mãe.” (Provérbios 29:15)

Fonte: http://www.ipco.org.br/home/nacional/3-frases-da-biblia-contra-a-lei-da-palmada-de-sua-opiniao

 

O Confisco dos Filhos pelo Estado


O neném, de um ano, gatinha pela sala desbravando novos mundos que lhe vão ampliando o conhecimento, aproveitando o descuido dos adultos engajados em animada conversa. Após alguns metros de percurso, dois buraquinhos numa tomada lhe atiçam a curiosidade.

O que será isso? É a pergunta que lhe vem ao espírito, imersa, é verdade, na nebulosidade mental própria à sua muito tenra idade. Que tal enfiar ali o dedo para apalpar e compreender do que se trata?

Zeloso, por uma segunda natureza, o olhar materno detecta a situação que ameaça o juveníssimo e intui a iminência de um acidente. Célere, ainda sentada, a mãe procura evitar o perigo.

Nãããooo. Não coloque o dedinho aí que você leva um choque.

Estacando e voltando seus olhos para a mãe, sem compreender direito, mas intuindo as palavras de advertência, olha de novo os buraquinhos da tomada e volta a olhar a fisionomia vigilante da mãe.

Desagradado pela interrupção da sua exploração, sobretudo movido pela curiosidade que o domina, o neném resolve continuar sua investida. Volta-se para os buraquinhos decidido a introduzir num deles o dedinho. Nova advertência, nova parada, nova recusa, nova tentativa.

A curiosidade invencível não o abandona, e ele não cede. “Vou colocar meu dedinho no buraquinho.” Resolve e avança.

Percebendo que suas advertências foram insuficientes, a mãe opta por empregar um recurso que poupe ao filho querido um desastre e lhe grave eficazmente o ensinamento na memória. Dá-lhe uma ponderada, mas não fictícia, palmada.

O neném chora (um choro nem sempre isento de tática psicológica), porém mais por perceber o desagrado da mãe do que pela dor do golpe.

Durante ulterior incursão, vê-se de frente aos dois buraquinhos. Vem a curiosidade, vem o desejo de introduzir o dedinho, mas vem também a lembrança da palmada. Ele desiste e se resigna a não introduzir o dedinho. Continua o seu caminho, ileso.

Por que ele conseguiu não colocar o dedinho na tomada?
A atitude da mãe indicando reprovação e zelo, somada à palmada (punição pela desobediência), deram-lhe uma força de auto domínio que ele não tinha. Além de incutir um senso de justiça verdadeiro, embora muito elementar.

Bendita palmada que, sendo equilibrada e justa, ajudou o pequeno a dominar-se e a vencer-se a si próprio.
Bendita a mãe que soube formar o seu filho ensinando-o a dominar-se e a dizer não a si mesmo, pois sem isso é impossível viver bem e ser bom. Esta mãe amou o seu filho.

Ninguém tem condições mais privilegiadas para fazer isso do que a mãe e o pai, no âmbito do lar. O governo jamaisconseguirá proporcionar aos pequenos um ensinamento de tal qualidade, tão eficaz.

A lei contra as palmadas introduz dentro de casa um “olhar soturno do governo” que ficará perpetuamente entre os pais e a criança como um protetor dela contra eles. Criará a impressão de que, no fundo, os pais são maus e o Estado é bom. Salta aos olhos que o verdadeiro dono dos filhos será o Estado.

Pasmo ao imaginar que o Estado, favorável ao aborto, vira protetor dos filhos contra os pais!

Aliás, já existem leis preconizando a permanência dos filhos doze horas na escola logo a partir dos 3 ou 4 anos de idade. É a formação estatal, comunitária, igualitária, que torna a família desnecessária e a transforma em mera “chocadeira” para novos cidadãos.

Assim, o ditatorial PNDH 3 vai sendo executado sub-repticiamente visando jogar o Brasil no comunismo mais radical. Não nos iludamos, estamos na rampa para o abismo.

É preciso ser herói e não deixar-se arrastar.

Racha na Maçonaria?


De acordo com uma notícia publicada na ISTOÉ, o grão-mestre Marcos José da Silva do Grande Oriente do Brasil (GOB), portanto autoridade máxima desta Instituição no Brasil, registrou na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, 21 livros secretos que explicam os ritos misteriosos da tal seita.  

Seria esse um racha na maçonaria? Acredito que não. Apesar de partir de uma suposta insubordinação de uma autoridade máxima (contraditório – digo se é autoridade máxima, se subordinará a quem?), não passa de um golpe publicitário, ou melhor dizendo de propaganda maçônica. Explico:  

Os interessados em ingressar na Ordem, pra não dizer curiosos, buscam os tais livros, verão que neles não há nada mais que rituais cheios de passe, segredos. mística, etc (a meu ver até engraçados,  se não fossem trágicos) e passam a conhecer um pouco mais a Maçonaria. Mas o leitor perguntaria: não haveria nos referidos livros evidências de adorações e gestos pagãos ou coisas parecidas? Ao que eu respondo: sim, mas convenhamos, o senso crítico dos que cairiam em tal propaganda estará certamente amortizado, e olhe lá se os mesmos tiverem algum senso crítico ou conhecimento da Verdadeira Religião. Ademais, não creio que tais livros revelem os profundos segredos da Maçonaria, visto que é sabido que o que lá se pratica nada mais é que puro ocultismo… Ou seja sempre haverá algo oculto 🙂  

O cara mesmo está é afim de ganhar uma grana em cima da Maçonaria, mais do que já tenha ganho, e de quebra faz propaganda maçônica no estilo 0800.  

Para concluir o raciocínio e melhor embasar minha afirmação, transcrevo um trecho retirado do livro “Maçonaria no Brasil” de D. Boaventura:  

O fascínio do Secreto  

 

Afinal, não esqueçamos mais um fator de atração: o fascínio do secreto. […] mostramos que a Maçonaria não é apenas uma sociedade discreta, mas secreta no sentido próprio e usual da palavra. E aqui apraz-nos recordar uma fina observação psicológica de um graduado maçom que dá instruções secretas sobre os meios a empregar para recrutar maçons. […]: “Deixai cair certas palavras que provoquem (em algum cidadão) o desejo de ser filiado à Loja mais próxima. Essa vaidade dos citadinos ou do burguês, de enfeudar-se à Maçonaria, tem algo de tão banal e de tão universal, que eu pasmo da estupidez humana. Admiro-me de não ver o mundo inteiro bater à porta de todos os Veneráveis e pedir a esses senhores a honra de ser um dos obreiros escolhidos para a reconstrução do Templo de Salomão. O prestígio do secreto exerce sobre os homens tal poder, que as pessoas se preparam com tremor para as fantasmagóricas provas de iniciação e do banquete fraterno. Ver-se membro de uma Loja, sentir-se, longe da mulher e dos filhos, chamado a guardar um segredo que nunca vos confiam, é para certas naturezas uma volúpia e uma ambição”. (D. Boaventura Kloppenburg, Maçonaria no Brasil, pp. 84)  

 

 

Um Novo Partido


 

Uma nova oposição

*Por Ipojuca Pontes * 

A esta altura dos acontecimentos, com a provável derrota do candidato José Serra ao cargo de presidente da República, ainda que com a possibilidade de um eventual segundo turno, já é hora de se considerar a formação de um verdadeiro partido de oposição política no Brasil, para fazer frente ao regime totalitário que se pretende implantar com a eleição da ex-terrorista Dilma Rousseff. 

De fato, se faz urgente a criação de um partido de oposição não apenas nominal, de mentirinha, mas de oposição genuína, que não pense ou atue de conformidade com os valores conceituais estabelecidos pelo adversário, a exemplo do que fazem hoje o Partido Democratas e o PSDB  este. mero súcubo do partido do governo, a declarar sem o menor pudor que tem por finalidade os mesmos objetivos políticos e ideológicos do PT. 

Com efeito, nos próximos anos ou, quem sabe, nos próximos meses precisamos organizar um partido político vigoroso, consciente e determinado, que saiba dialogar e levar às massas o entendimento de que o Estado Forte, tangido por um governo de feição coletivista, significa apenas a imposição de mais tributos, que fatalmente cairão sobre os ombros dos cidadãos, tornando-os ainda mais pobres e dependentes. Ou seja: mais escravos. 

Sim, é urgente: necessitamos votar num novo partido político de oposição que se empenhe diuturnamente em demonstrar ao cidadão que só o mérito, o respeito pelo trabalho, a impessoalidade e a vigilância, afrontando e confrontando a perniciosa manipulação do Partido-Estado, poderão livrar a sociedade das garras do banditismo organizado que, uma vez no poder, só trata de saqueá-la e roubá-la para usufruir a riqueza gerada pelo trabalho alheio. 

Precisamos de um partido que esclareça e advirta a população sobre o socialismo que se quer impingir ao país promovendo, em caráter definitivo, a celebração da censura, do medo, da negação de todas as liberdades, da violência, da quebra dos direitos individuais, de perseguições, espionagem, ameaças, terror, prisões e assassinatos a exemplo do que se faz hoje na China, em Cuba, na Coreia do Norte e no Vietnã, países que se proclamam socialistas. 

Precisamos de um partido que diga à população que ela não é burro de carga ou mulher de malandro para sustentar hordas de vagabundos que se apropriam dos recursos públicos e com eles vivem à tripa forra, viajando, comendo, bebendo e ganhando rios de dinheiro sem levantar uma palha. 

Precisamos de um partido em que os seus representes, uma vez no plenário do Congresso nacional, discursando ou aparteando, comecem por não chamar políticos canalhas e ladravazes de “Vossa Excelência”, e tampouco de fazer conchavos partidários em benefício de corporações, grupos e indivíduos que só agem para obter privilégios em troca de propinas e mensalões. 

Sim: mais do que nunca é obrigatório a formação de um partido que não tenha medo de ser estigmatizado pela pecha de ‘direitista”, uma aleivosia industriada pelas esquerdas desde que o socialista Benito Mussolini criou o fascismo e Adolf Hitler, na Alemanha, comandou o nacional-socialismo inspirado nas lições de apelo à violência administradas pelo burguês ocioso (e odiento) Karl Marx, o pai do ultrajante “socialismo cientifico”. 

Precisamos de um partido que se empenhe na defesa da livre iniciativa, da propriedade privada, do pão nosso de cada dia ganho com o suor do próprio rosto – numa palavra, que ataque o Estado Forte de Lula e Dilma e defenda o capitalismo pioneiro que tem na poupança e na moderação os agentes de desenvolvimento e do progresso, sem os quais a humanidade ainda estaria engatinhando como nos tempos das cavernas. 

Precisamos a todo custo de um partido que denuncie sem cessar a propaganda mentirosa do poder que deprava a alma da nação a propaganda massiva financiada com os recursos sacados do próprio bolso do contribuinte, que, em meio ao emaranhado de promessas, se perde e acredita que o governo predador pode transformar suas vidas. 

Desde já, admita-se, a tarefa de criar um partido de oposição eficiente e combativo se apresenta de forma problemática. Como diria Napoleão, um especialista em guerras, é preciso tempo, caráter, dinheiro e vocação. Mas os rombos para se combater o bom combate nunca foram tão flagrantes: o governo socialista de Lula faz da corrupção sua arma política, as instituições permanentes da República se desintegram, a violência campeia, a democracia cambaleia e a insegurança se alastra. 

Ademais, ao contrário do que proclama o ufanismo totalitário, o país não atingiu no plano econômico a dimensão do nirvana alardeado. De fato, as nossas exportações para o mercado mundial, em que pese a voracidade da China, continuam estacionados na faixa de 1%, e, o que é pior, no peso da produção global caímos, entre 1995/2009, de 3.1% para 2.9%, conforme registro do “Financial Times” (10/09/2010)  o que significa dizer que em matéria de competitividade estamos na rabeira do bloco emergente e até mesmo de certos países do continente europeu. 

Por sua vez, no plano da educação, continuamos a formar alunos que nem sequer aprendem a ler, escrever e somar, ao tempo em que os nossos enfermos morrem aos milhares nas filas dos hospitais públicos abandonados. No 

Congresso, as votações básicas e urgentes, tais como a reforma tributária 

e a lei que limita crescimento dos gastos públicos, adormecem nas gavetas do “impoluto” Zé Sarney, presidente do Senado. 

Para completar, enquanto cresce vertiginosamente a prostituição e o trabalho infantil e aumenta a exploração da mão de obra escrava, no campo e na cidade, o PT e as centrais sindicais dentro do governo só esperam por Dilma para ampliar ainda mais o aparelhamento da máquina pública, revogar os atos que criminalizam as invasões dos “movimentos sociais” (MST e outros) e estabelecer o “controle social” dos meios de comunicação. 

A julgar pela ira de Lula, o DEM, partido que ele quer “extirpar” da face da terra, ameaçou, quando da sua reestruturação, representar o papel de um autêntico partido de oposição, para logo depois passar marcha a ré no intento e servir de pau de cabeleira para o enfatuado PSDB. 

Por que adiar, então, a formação de um verdadeiro partido de oposição?

Enquanto Papa diz uma coisa PUC-SP faz outra


Enquanto os professores da PUC-SP atentam contra a vida e lançam livreco que defende o aborto, S.S. Bento XVI afirma que escola católica deve ser coerente com a doutrina. Leia abaixo notícia da Zenit.org:

Escola católica deve ser coerente com a doutrina, diz Papa
Ao se encontrar com religiosos e professores católicos britânicos

LONDRES, sexta-feira, 17 de setembro de 2010 (ZENIT.org) – Não só o que se ensina nas escolas católicas deve ser coerente com a doutrina, mas também os religiosos que se dedicam ao ensino devem ser modelo com sua própria vida.Foi o que afirmou Bento XVI aos representantes das escolas católicas britânicas, a quem encontrou na manhã desta sexta-feira, no St Mary’s University College em Twickenham (bairro londrino de Richmond).

O Papa falou, na capela da instituição, para cerca de 300 religiosos e professores das escolas católicas, a quem assinalou que sua presença é um sinal que recorda o espírito e costumes católicos que devem permear todos os aspectos da vida escolar.

“Isso vai além da evidente exigência de que o conteúdo do ensino concorde sempre com a doutrina da Igreja. Trata-se de que a vida de fé seja a força impulsora de toda atividade escolar, para que a missão da Igreja se desenvolva com eficácia”, afirmou o Papa.

Bento XVI recordou aos presentes, entre quem se encontrava também o Ministro de Instrução britânico, Nick Gibb, que já desde a entrada do cristianismo na Inglaterra este realizou um importante trabalho educativo.

“Os monges perceberam com clareza esta dimensão transcendente do estudo e do ensino, que tanto contribuiu para a evangelização destas ilhas”, afirmou o Papa.

O pontífice também quis recordar a venerável Mary Ward e suas Damas Inglesas. Mary (1585 – 1645), nascida durante a perseguição anticatólica posterior à Reforma, fundou uma original obra educativa, que se estendeu por todo continente.
“Eu mesmo, quando criança, fui educado pelas ‘Damas Inglesas’, e tenho por elas uma profunda dívida de gratidão”, reconheceu o Papa.

Neste sentido, quis também recordar aos presentes que “a tarefa de um professor não é simplesmente comunicar informação ou proporcionar capacitação em habilidades orientadas ao lucro econômico da sociedade”.

“A educação não é nem nunca deve ser considerada algo meramente utilitário – advertiu –. Trata-se da formação da pessoa humana, preparando-a para viver em plenitude. Em uma palavra, trata-se de partilhar sabedoria. E a verdadeira sabedoria é inseparável do conhecimento do Criador”.

O Papa quis animar os religiosos de forma concreta a não abandonar sua presença no âmbito educativo.

“Como os papéis respectivos da Igreja e do Estado no âmbito da educação continuam evoluindo, nunca esqueçais que os religiosos têm uma única contribuição a oferecer a este apostolado, sobretudo através de suas vidas consagradas a Deus e por meio de sua fidelidade: o testemunho de amor a Cristo, o Mestre por excelência”, afirmou.

Por último, destacou – em referência aos episódios de abuso sexual – a importância de que as escolas católicas sejam “locais seguros” para crianças e jovens, e inclusive que este “clima de confiança” seja um distintivo destes centros. 

“Nossa responsabilidade com aqueles que nos confiaram sua formação cristã não pode exigir menos”, afirmou. “De fato, a vida de fé pode-se cultivar com eficácia quando prevalece um clima de confiança respeitosa e afetuosa”.

Ao finalizar seu discurso, o Papa presenteou à St. Mary University, na pessoa de Dom Stack, bispo auxiliar de Westminster, um mosaico da Virgem Maria.

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