Feliz Natal!


Dies Natalis Solis. Substituiu-se a festa do deus sol pela comemoração do Natal do verdadeiro Sol do mundo, Nosso Senhor Jesus Cristo.

É preciso recristianizar o Natal.

Foi numa noite fria, há cerca de 2010 anos que nasceu, pobrezinho, o Salvador do mundo, para nos salvar e ensinar o caminho de volta para Deus que o homem havia perdido.

A Igreja escolheu o dia 25 de Dezembro para celebrar o Natal de Cristo, a fim de cristianizar uma grande festa pagã que se fazia em Roma neste dia:

Com a neo-paganização do mundo e o conseqüente esquecimento do verdadeiro Deus e a idolatria dos novos deuses da sociedade, o prazer e o dinheiro, o contrário vai se verificando: a paganização do Natal, a substituição da festa cristã por comemorações onde reinam o mercantilismo, a sensualidade, as bebedeiras e até carnaval.

Recristianizemos o Natal.

Que o nosso Natal seja o Natal cristão do nascimento de Cristo, onde aprendemos as sábias lições deste Divino Mestre Infante.

Do seu trono, o presépio de palhas. Ele nos ensina a humildade e a simplicidade de coração.

Dali Ele nos ensina a necessidade de seguirmos o seu único caminho para alcançarmos a salvação: chamou, através de uma estrela, os Magos do Oriente para arrancá-los das trevas da idolatria e ensinar-lhes a Fé católica: ali já ficava condenado o ecumenismo que tenta igualar as religiões.

Dali, do seu palácio real, a gruta-estrebaria, ele nos ensina que os bens deste mundo, o dinheiro e as riquezas, não são a felicidade. Lição para os ricos e para os pobres: que os ricos aprendam a caridade e o desapego desses bens passageiros; e os pobres aprendam a liberar o coração da inveja e da ambição.

Dali nos ensina a verdadeira fraternidade cristã. Ali não se prega a luta de classes. Lá estão os pobres – os pastores – e os ricos – os Reis Magos. Todos têm o seu lugar no coração do Menino Jesus. Deus não quer nem a exploração nem a ganância, nem a revolta nem a inveja. Quer a harmonia, a justiça e a caridade entre todos.

Sigamos as lições deste Mestre Menino, e o nosso Natal – nossa vida e nosso mundo – será feliz.

Feliz Natal para todos, Natal Cristão!

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Recesso

Educação no Brasil – confirmado o que havia publicado

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“Precisa-se”


Sem tempo para postar… Estou abrindo uma vaguinha por aqui. Caso alguém queira postar no §|Olhar Católico|§ é só enviar e-mail para blog.olharcatolico@gmail.com que te adciono como autor do blog.

Requisitos pessoais:

1º – Religião: qual quer uma!

2º – Recitar o credo niceno-constantinopolitano e acreditar em tudo que nele está;

3º – Obedecer/aceitar o Catecismo de S. Pio X e o Concílio de Trento.

4º – Rezar uma Ave-Maria por mim… Ah pelo Papa também…

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Os torcedores “laicos” devem estar rubros!


Fluminense: Clube oficializa o dia do padroeiro João Paulo II

Horcades, os padres e Igor ao lado das três taças de campeão brasileiro do Fluminense / Foto de Fabiano Rocha

A partir desta sexta-feira, o torcedor tricolor tem mais uma data especial para marcar na agenda. Em evento realizado no Salão Nobre das Laranjeiras, o Fluminense oficializou o dia do padroeiro João Paulo II, que será comemorado em 23 de novembro. A iniciativa partiu do diretor de projetos especiais Igor Viviani de Oliveira, que recentemente enviou uma camisa oficial do Tricolor e um ofício para o atual Papa, Bento XVI, informando a intenção de transformar João de Deus em padroeiro do clube.

O encontro na sede social ainda foi marcado por homenagens a padres tricolores e até ao assessor do governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Carlos Pugialli, responsável por levar a camisa e o ofício ao Vaticano. Em um de seus últimos atos como presidente, Roberto Horcades participou da cerimônia ao lado do atual vice-presidente de marketing, Daniel Bastos. Ambos deixarão seus cargos na próxima segunda-feira, data da posse oficial do novo mandatário, Peter Siemsen.

As taças dos três campeonatos brasileiros do Fluminense – 1970, 1984 e 2010 – também estiveram presentes e logo viraram a principal atração da manhã. Vários sócios aproveitaram o momento para tirar uma foto com as principais conquistas nacionais do Tricolor.

Fonte: http://extra.globo.com/esporte/jogoextra/posts/2010/12/17/fluminense-clube-oficializa-dia-do-padroeiro-joao-paulo-ii-350349.asp

O erro dos reformadores protestantes



“A doutrina bíblica e católica da justificação apresentada acima foi geralmente aceita por todos os cristãos durante 1.500 anos. Nos últimos séculos, contudo, um grave equívoco sobre essa doutrina foi a principal causa de trágicas divisões e da formação de centenas de pequenas comunidades eclesiais e denominações fora da Igreja de Jesus Cristo – a Igreja Católica. Alguns desses grupos militantemente atacam a Igreja Católica por sua supostamente “não-bíblica” doutrina da justificação.
Em vez de confiar em 1.500 anos de tradição cristã a fim de interpretar corretamente as epístolas de São Paulo (as quais, segundo a advertência de seu colega apóstolo Pedro, são às vezes “difíceis de entender” e podem ser perigosamente mal interpretadas – II Ped 3, 16), Lutero, Calvino e outros reformadores protestantes confiaram em suas próprias capacidades pessoais de interpretação bíblica e cometeram graves erros.
A Igreja Católica entende como ensinamento da Bíblia que, tendo em vista a salvação eterna do cristão depender de sua perseverança tanto na fé como nas boas obras até o fim de sua vida, nenhum de nós pode estar completamente seguro de que irá eventualmente alcançar a felicidade eterna no Céu. Existe a possibilidade de que cairemos em pecado mortal e perderemos nossa alma para sempre. Assim, devemos permanecer “sóbrios mas vigilantes, porque vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar” (I Pe 5, 8). São Paulo aconselha contra a presunção: “Quem pensa estar de pé veja que não caia” (I Cor 10, 12) e deixa claro que ele mesmo tem que fazer esforços espirituais constantes: “para não ser excluído depois de eu ter pregado aos outros” (I Cor 9, 27). São Paulo também alerta explicitamente cada fiel contra o “juízo prematuro” a respeito de seu próprio status espiritual diante de Deus. E continua: “Por isso, não julgueis antes do tempo; esperai que venha o Senhor. Ele porá às claras o que se acha escondido nas trevas. Ele manifestará as intenções dos corações. Então cada um receberá de Deus o louvor que merece” (I Cor 4, 5). Os protestantes tendem a minimizar ou distorcer tais passagens, colocando uma ênfase seletiva sobre outras onde São Paulo mostra uma grande confiança em ganhar sua coroa de glória eterna (e.g., II Tim 4,8; Rom 8, 38-39). Uma avaliação equilibrada de todas as passagens relevantes traz à luz a doutrina católica: devemos ter esperança e confiança na graça e na misericórdia de Deus, que nos deseja salvar; mas ao mesmo tempo devemos evitar a presunção de antecipadamente afirmar a certeza absoluta de nossa própria salvação pessoal.
Lutero e Calvino achavam difícil de suportar esse elemento de incerteza quanto à sua própria salvação e imaginavam ter descoberto, no ensinamento de São Paulo sobre a “justificação pela fé sem as obras”, a promessa da certeza que tanto buscavam. Como já vimos, São Paulo queria apenas dizer que quando estamos em estado de pecado, nossas próprias obras jamais causarão nem merecerão que nos tornemos justificados. Mas os reformadores pensavam que ele também queria dizer que as boas obras jamais contribuem para que permaneçamos justificados e assim alcancemos a salvação eterna.
A maior parte dos grupelhos que mesmo nestes tempos ecumênicos continuam hostis à Igreja Católica tende a seguir o ensinamento de Calvino em vários aspectos: eles defendem que, uma vez “renascidos” ou convertidos ao estado de graça (justificação), é impossível decairmos dessa graça por nossos pecados e perdermos ao fim nossa salvação. Eles insistem no princípio “uma vez salvo, sempre salvo”. Os pregadores e membros dessas igrejas descrevem-se a si mesmos como “salvos” por sua “fé em Jesus como Salvador pessoal” e dizem-nos que estão absolutamente seguros de ir para o Céu quando morrerem.
Às vezes eles pensam assim porque acreditam que quaisquer pecados que cometam no futuro, não importa quão graves, serão simplesmente desprezados por Deus por causa de sua fé nos méritos salvíficos de Jesus. Em outras palavras, eles afirmam que, se mantivermos nossa confiança em Jesus como Salvador, não perderemos o favor e a graça de Deus ainda que cometamos um pecado mortal! Outros cristãos evangélicos, percebendo que esse ensinamento é manifestamente não-bíblico, consideram-se a si mesmos não mais capazes de cometer quaisquer pecados mortais. Tais pessoas gostam de citar Mateus 7, 18, onde Nosso Senhor ensina que “uma árvore boa não pode dar maus frutos, nem uma árvore má bons frutos.” Eles deduzem daí que os fiéis cristãos autênticos – tais como eles mesmos – são simplesmente incapazes de produzir os “maus frutos” do mau comportamento. Eles se esquecem de que Jesus nunca deu qualquer garantia de que toda “árvore boa” iria sempre permanecer boa. Assim como as boas árvores podem eventualmente apodrecer e produzir maus frutos, os bons cristãos podem sucumbir à tentação e cometer pecados mortais. E ao fazê-lo, perdem a graça e põem suas almas em perigo. Os protestantes também gostam de citar as palavras de Jesus em João 5, 24: “Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não incorre na condenação, mas passou da morte para a vida.” A expressão “vida eterna” é usada aqui, como em algumas outras passagens, com o significado de “vida de Deus dentro de nós”, ou em outras palavras, o dom da graça santificante. A vida de Deus, da qual participamos pela graça, é obviamente eterna em si mesma; mas aqui Nosso Senhor não está dizendo que jamais poderemos nos separar dessa vida divina por nossos próprios pecados. Aqui está subentendido que nossa “não-incorrência na condenação” depende de permanecermos na graça que recebemos.
Uma suposta garantia de salvação instantânea e permanentemente segura pode parecer bastante atraente, e muitos católicos – principalmente os que põem a procura por uma “experiência” espiritual à frente da procura pela verdade doutrinal – deixaram-se seduzir e se afastaram da Igreja com essa promessa presunçosa e ilusória, especialmente porque os protestantes que ensinam essa falsa doutrina são em geral pessoas sinceras, devotas e zelosas. Mas na própria epístola aos Gálatas, um dos livros bíblicos favoritos dos protestantes, São Paulo contradiz a idéia deles de que uma vez justificados ou convertidos nós jamais poderemos decair da graça e terminar em danação eterna. O Apóstolo diz que os cristãos que insistem em reviver as práticas da circuncisão e de outras antigas leis rituais judaicas do Antigo Testamento, como se fossem necessárias para a salvação, “separaram-se de Cristo e decaíram da graça” (Gál 5, 2-4). Ele também insiste junto aos cristãos já convertidos para que “vivam de acordo com o Espírito” e evitem cair na imoralidade sexual, violência, inveja, bebedeira e outros pecados mortais. Paulo avisa-os de que “os que assim se comportam não herdarão o Reino de Deus” (Gál 5, 19-21). O sentido claro e natural de tal ensinamento paulino é a doutrina católica perene de que os fiéis cristãos podem realmente decair da graça e perder suas almas se não se mantiverem em alerta contra as artimanhas do Inimigo. Não admira que quinze séculos passassem sem que ninguém interpretasse os escritos de São Paulo segundo o entendimento protestante.”
(Rev. Brian Harrison, O. S, Faith, Works and Justification)

Como ir a Missa e não perder a Fé


Mons. Nicola Bux, consultor de vários dicastérios da Cúria Romana (Doutrina da Fé, Causa dos Santos, Ofício para as Celebrações Litúrgicas Pontifícias e, há poucos dias, Culto Divino) e autor de vários livros (o último foi “A reforma de Bento XVI. A Liturgia entre inovação e tradição”) publicou nestes dias um novo livro sobre a questão litúrgicas que se intitula “Como ir à missa e não perder a fé”. Ofereceremos nossa tradução da entrevista que o autor concedeu ao sítio Rinascimento Sacro.

Monsenhor, este segundo livro é ainda mais explícito que o primeiro, “A reforma de Bento XVI. A liturgia entre inovação e tradição”. O que mudou desde então?

Também nesta época de escândalos, o Papa insiste no fato de que o mal vem de dentro da Igreja. Por isso, continua sendo o tempo daquela grave crise que o Cardeal Ratzinger indicava culpada em grande parte pelo colapso da liturgia, aquele “faça por conta própria” que já não a faz “sagrada” e que faria qualquer um perder a fé. Não mudou muito: “liturgicamente, em nossos dias a Igreja é um grande enfermo”, porque a liturgia teria perdido seu sentido, estaria sem regras, esquecida do direito de Deus.

O direito de Deus… Em tudo isso, o senhor, de fato, propõe como eixo da nova reforma litúrgica o redescobrimento de um conceito poderoso e fascinante, o ius divinum. O que isso significa?

O conceito é muito simples. O Cardeal Ratzinger diz em Introdução ao espírito da liturgia, no primeiro capítulo, que a liturgia não existe se Deus não se mostra, isto é, em poucas palavras, se Ele não revela Seu Rosto. Mais ainda, em Jesus de Nazaré, em certa altura, ele diz que a liturgia é a continuação da Revelação; portanto, se Deus se mostra, indica quem é e que rosto tem, diz também como quer ser adorado, como quer que se lhe renda culto.

A antítese é a célebre história do bezerro de ouro, ou seja, do homem que inventa Deus e inventa a liturgia: uma dança vazia em torno do bezerro de ouro que somos nós mesmos. Deus tem um direito no Antigo Testamento, quando disse como devia ser celebrada a Páscoa, e falou de prescrições e mandamentos. Assim é também no Novo. Noutras palavras, a liturgia não é manipulável.

A liturgia não é manipulável pelo homem, mas a arte é obra do homem. Para a arte sagrada, que atravessa um período de decadência estrutural extremamente semelhante, o que se pode dizer?

A arte é o mesmo! A representação de Deus, tanto para a Igreja do Oriente como para a do Ocidente, sempre esteve submetida aos cânones. O mesmo vale para a disciplina da música sacra. O princípio é sempre o mesmo: não somos nós quem decidimos, com base num comichão que temos na cabeça, como se deve pintar o Senhor, ou como se deve compor um canto, ou qual canto deve haver na liturgia. A Igreja estabeleceu os cânones para que pudessem estar em consonância com o culto divino, para que não se desse uma imagem ou uma idéia distorcida e deformada de Deus. Entre liturgia, arte e música há uma unidade profunda que não permite encará-los separadamente.

O Santo Padre o nomeou recentemente também como consultor para o Culto Divino, sinal da atenção e da competência de seu trabalho. Nos diga: se há três anos Summorum Pontificum revolucionou a “questão litúrgica”, trazendo de volta ao plano da discussão elementos “incômodos” e essenciais como a liturgia gregoriana, o que devemos esperar, no futuro próximo, deste novo movimento litúrgico que está nascendo?

Em primeiro lugar, falar de “novo movimento litúrgico” não quer dizer necessariamente que estamos falando de outro movimento relacionado ao conhecido com um certo fruto no século XX. A Igreja é semper reformanda: a quem desagrada o termo reforma da reforma, fale também de continuação do movimento litúrgico, mas saiba que se trata sempre “da renovação na continuidade do único sujeito-Igreja, que o Senhor nos deu”, como disse Bento XVI. Com o motu proprio foram colocadas as bases do trabalho: temos confiança de logo ter novos impulsos. Este Papa, manso e  resoluto, quer ir adiante e nós estamos com ele. Com a mesma mansidão e a mesma firmeza.

Fonte: Rinascimento Sacro via La Buhardila de Jerónimo

Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil


Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil

Prática homossexual torna-se cada vez mais garantia contra impunidade e descaso policial

Julio Severo
Um morto na rua. A polícia cumpriu o seu dever de fazer suas averiguações do crime e comunica o caso ao delegado, que pergunta: “A vítima era gay?”
Quando a resposta é negativa, o delegado diz: “Joguem então esse caso nas estatísticas do mais de 50 mil brasileiros assassinados todos os anos”.
Não é que a polícia seja amante da impunidade. Com dezenas de milhares de assassinatos ocorrendo, fica difícil para poucos policiais mal pagos e mal treinados resolverem tantos crimes. Tudo o que lhes resta é cuidar dos casos que recebem holofotes.
Em 2007, o menino Gabriel Kuhn, de 12 anos, foi estuprado e esquartejado ainda vivo, morrendo de hemorragia depois que suas duas pernas foram arrancadas a golpes de serra, mas o caso nunca ganhou fama na grande imprensa. Um crime comum — estupro, esquartejamento e assassinato de um menino — não atrai tanto a atenção da mídia quanto o caso de um gay que sofre uma agressão.
A moda é, por causa da pressão do movimento homolátrico, tirar da nuvem negra do descaso somente incidentes onde homossexuais sofrem arranhões, agressões e assassinatos — ou até mesmo, como muitas vezes ocorre, aqueles que simplesmente se sentiram ofendidos. O PLC 122/06, por exemplo, pune o autor de uma simples “ofensa” contra a prática homossexual com uma pena tão pesada quanto leva um estuprador de crianças.
Na classificação dos crimes, a prática homossexual dá a uma vítima o direito de não ser tratada com a mesma indiferença com que são tratadas todas as outras vítimas.
A impunidade que afeta crimes contra bebês, meninos, meninas, rapazes, moças, homens e mulheres está perdendo sua força quando a vítima é viciada naqueles impudicos atos privilegiados, pois legisladores, jornalistas e grupos de direitos humanos colocaram os praticantes do homossexualismo na categoria de indivíduos que merecem atenção VIP.
Se você é homossexual, há agora as delegacias especializadas de “direitos humanos”, onde você terá atendimento personalizado. Há o disque-denúncia gay, para você usar e abusar, denunciando como “homofóbico” até o cão do vizinho que incomoda com seus incessantes latidos. Se você não é gay, você terá de se juntar ao povão e entrar na fila do atendimento público. Afinal, o perfil dos gays é economicamente mais elevado e essa classe endinheirada não pode se misturar com as pessoas comuns. Uma mistura só ocorre quando o gay ricão vai atrás de um rapaz ou menino pobretão para oferecer presentes em troca “daquilo”. Continue lendo »

A deplorável “educação” dos futuros “profissionaus” do Brasil


É… A situação está crítica. Leiam o e-mail abaixo[grifos meus]:

De: alunos_fortaleza-bounces@mail.ifce.edu.br
Enviada em: quarta-feira, 8 de dezembro de 2010 10:57
Para: alunos
Assunto: Campanha “Quem gosta da merenda devolve os utensílios”

A Coordenadoria de Comunicação Social do IFCE realiza, na manhã desta quarta-feira (08/12), no campus de Fortaleza, o lançamento da campanha “Quem gosta da merenda devolve os utensílios” com objetivo de diminuir o extravio de utensílios da merenda escolar ((pratos, colheres e canecas). A ação tem como foco inicial os 5 mil discentes do campus de Fortaleza e será difundida junto aos outros 11 campi do IFCE ao longo do ano de 2011.

A campanha é composta por um mix de estratégias mais tradicionais, como os cartazes que serão afixados nos campi, mas também ações inovadoras que se utilizam dos recursos digitais, como a realidade aumentada e a inserção nas redes sociais.

Ainda será realizada uma brincadeira, por meio do game persuasive (ação que mistura o real e o virtual) que propõe uma “caça ao tesouro” adaptada à campanha. Assim, alguns utensílios com códigos afixados serão escondidos pelo campus durante a semana e quem os achar e devolver na cantina poderá trocá-lo por um código (um desenho com um sorriso) com informações de como proceder. Basta acessar o link disponibilizado e colocar o símbolo diante de uma webcam. Na imagem, a personagem exibirá o brinde ganho.

Os estudantes premiados deverão receber os seus brindes na Coordenadoria de Comunicação Social, ao lado da cantina, no período da manhã, de 8 às 11:30. É bom o pessoal ficar atento as redes sociais, pois os perfis oficiais do IFCE no Orkut e  no Twitter trazem dicas para achar os utensílios premiados. Mais informações pelo telefone (85) 3307-3626

Comunicação Social do Instituto Federal do Ceará

(85) 3307-3626

(85) 3307-3692

É deplorável! Uma campanha em um INSTITUTO FEDERAL para que os alunos devolvam os talheres com que comeram a merenda escolar! Um bocado de marmanjo ganhando brinde pra fazer nada mais nada menos que sua obrigação! Eu me envergonho de ter sido aluno desse Instituto! Me envergonho de ser professor substituo agora ao receber tal mensagem em minha caixa de correio.

Estes são os futuros profissionais que o Brasil oferece, no país do nuncantesnestipaiz. E você empresário? Vai contratar essa moçada pra sua empresa? Não se esqueça de perguntar se eles têm bons modos antes.

PS: é claro que isso não se aplica a totalidade dos alunos do Instituto e também é claro que saem de lá não poucos profissionais valorosos e competentes… Mas que uma campanhazinha dessa é vergonhosa, ah isso é!

Oração de Santo Afonso à Senhora Imaculada


ORAÇÃO DE SANTO AFONSO À SENHORA IMACULADA
Ó minha Senhora, minha Imaculada, alegro-me conVosco por ver-Vos enriquecida de tanta pureza. Agradeço e proponho agradecer sempre o nosso comum Criador por ter-Vos Ele preservado de toda mancha de culpa. Disso tenho plena convicção, e para defender este Vosso tão grande e singular privilégio da Imaculada Conceição, juro dar até a minha vida. Estou pronto a fazê-lo, se preciso for. Desejaria que o mundo universo Vos reconhecesse e confessasse como aquela formosa aurora, sempre adornada da divina luz; como aquela arca eleita de salvação, livre do comum naufrágio do pecado; como aquela perfeita e imaculada pomba, qual Vos declarou Vosso divino Esposo; como aquele jardim fechado, que foi as delícias de Deus; como aquela fonte selada, na qual o inimigo jamais pode entrar para turvá-la; como aquele cândido lírio, finalmente, que, brotando entre os espinhos dos filhos de Adão, enquanto todos nascem manchados da culpa e inimigos de Deus, Vós nascentes pura e imaculada, amiga de Vosso Criador.
Consenti, pois, que ainda Vos louve, como Vos louvou Vosso próprio Deus: Toda Sois formosa e em Vós não há mancha. Ó pomba puríssima, toda cândida, toda bela, sempre amiga de Deus! Dulcíssima, amabilíssima, imaculada Maria, Vós que sois tão bela aos olhos do Senhor, não recuseis olhar com Vossos piedosíssimos olhos as chagas tão asquerosas de minha alma.
Olhai-me, compadecei-Vos de mim, e curai-me. Ó belo ímã dos corações, atraí para Vós também este meu miserável coração. Tende piedade de mim, que não só nasci em pecado, mais ainda depois do batismo manchei minha alma com novas culpas, ó senhora, que desde o primeiro instante de Vossa vida aparecestes bela e pura aos olhos de Deus. Que graça Vos poderá negar o Deus que Vos escolheu para Sua Filha, Sua Mãe e Sua esposa, e por essa razão Vos preservou de toda mancha? Virgem Imaculada, a Vós compete salvar-me, dir-Vos-ei com S. Filipe Néri. Fazei que me lembre de Vós; e não Vos esqueçais de mim. Parece tardar mil anos o momento de ir contemplar Vossa beleza no Paraíso, para melhor louvar-Vos e amar-Vos, minha Mãe, minha Rainha, minha Amada, belíssima, dulcíssima, puríssima, imaculada Maria. Amém.
Nota do livro: Santo Afonso escreveu o presente livro em 1750, portanto 104 anos antes da promulgação do dogma da Imaculada Conceição. Com este seu trabalho, e com outros escritos ascéticos, contribuiu muitíssimo para mais este triunfo de nossa Senhora.
(Glórias de Maria, Santo Afonso Maria de Ligório, editora Santuário, 18ª edição)

8 de Dezembro – Imaculada Conceição da Santíssima Virgem


Para ler mais sobre o assunto:
http://www.lepanto.com.br/dados/ApMariaIC.html

Em 1854, atendendo aos anseios mais profundos de toda a Igreja, o Papa Pio IX proclamou como dogma de fé a Imaculada Conceição de Maria. Quase desde o seu nascimento, o Brasil vive sob o manto e o patrocínio de Maria Imaculada.

Nossa Pátria, filha e de certa forma obra-prima de Portugal, desde 1646 estava consagrada à Imaculada Conceição, pois naquele ano o Rei D. João IV, reunido com as Cortes gerais do Reino, consagrou Portugal e todos os seus domínios a Nossa Senhora da Conceição. À mesma Padroeira Imaculada — sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida — o Brasil se quis devotar desde seus primórdios de nação plenamente emancipada.

Em 1904, a Imagem da Aparecida foi solenemente coroada, por mandado do Papa São Pio X, com uma coroa de ouro cravejada de 40 brilhantes que lhe fora oferecida pela Princesa Isabel. E em 1930, atendendo a uma solicitação do Episcopado Brasileiro, o Papa Pio XI declarou Nossa Senhora da Conceição Aparecida Padroeira Principal do Brasil.

Para ler uma matéria completa sobre o tema:
http://www.lepanto.com.br/dados/ApMariaIC.html

Imaculada Conceição


 “De Maria numquam satis”.

“De Maria numquam satis”, dizem os Santos. Não se deve dizer basta nos louvores a Maria Santíssima. Não temamos cultuá-la excessivamente. Estamos sempre muito aquém do que Ela merece. Não é pelo excesso que nossa devoção a Maria falha. E sim, quando é sentimental e egoísta. Há devotos de Maria que se comovem até às lágrimas, e, no entanto, se ajustam, sem escrúpulos, à imodéstia e à sensualidade dominantes na sociedade de hoje. Sem imitação não há verdadeira devoção marial.

Consagremos, realmente, a Maria Santíssima nossa inteligência e nossa vontade, com a mortificação de nossa sensibilidade e de nossos gostos, e Ela cuidará de nossa ortodoxia. “Qui elucidam me vitam aeternam habebunt” (Eclo 24,31) – [Aqueles que me tornam conhecida terão a vida eterna] -, diz a Igreja de Maria. Os que se ocupam de fazê-la conhecida e honrada terão a vida eterna.

Dom Antônio de Castro Mayer.

Quando eu era jovem teólogo, antes e até mesmo durante as sessões do Concílio, como aconteceu e como acontecerá a muitos, eu alimentava uma certa reserva sobre algumas fórmulas antigas como, por exemplo, a famosa De Maria nunquam satis – “Sobre Maria jamais se dirá o bastante”. Esta me parecia exagerada.

Encontrava dificuldade, igualmente, em compreender o verdadeiro sentido de uma outra expressão bastante famosa e difundida repetida na Igreja desde os primeiros séculos, quando, após um debate memorável, o Concílio de Éfeso, do ano 431, proclamara Nossa Senhora como Maria Theotokos, que quer dizer Maria, Mãe de Deus, expressão esta que enfatiza que Maria é “vitoriosa contra todas as heresias”.

Somente agora – neste período de confusão em que multiplicados desvios heréticos parecem vir bater à porta da fé autêntica -, passei a entender que não se tratava de um exagero cantado pelos devotos de Maria, mas de verdades mais do que válidas.

Cardeal Joseph Ratzinger – Entretiens sur la Foi, Vittorio Messori – Fayard 1985

Gustavo Corção: “Novo Pentecostes”


É a última espetacular novidade religiosa que se espalha com grande sucesso no mundo inteiro. Num recorte recente de “Le Monde” lemos a notícia desse movimento cujo sucesso se contrapõe, na pena de Henri Fesquet, “ao declínio das grandes Igrejas” mais ou menos institucionalizadas. Esse movimento de origem protestante, nascido antes do século, cresceu agora rapidamente. O número de “Assembléias de Deus” que era de 264 em 1963 ultrapassa o número de 400 em 1972. Calcula-se em dez milhões o número de praticantes no mundo inteiro”, diz “Le Monde”; e como era de esperar anuncia que o movimento já entusiasmou o mundo católico onde ganha o nome de “renovação carismática” e até reclama o mais ousado título de “novo pentecostes”.

Em Junho reuniu-se na Universidade Notre Dame, nos Estados Unidos, um “congresso de renovação carismática” com o comparecimento de 25.000 participantes entre os quais figuravam muitos padres, Bispos, e o Cardeal Suhenens, Primaz da Bélgica.

Que dizem de si mesmos esses católicos empenhados em tal movimento? Várias publicações, entre as quais destaco a do jovem casal americano Kevin e Dorothy Ranaghan, num livro traduzido em francês com o título “Le Retour de l’Esprit”, apresentam o movimento pura e simplesmente como uma descontinuidade explosiva surgida na História do Cristianismo e produzida, nem mais nem menos, por uma nova descida do Espírito Santo sobre os milhares de adeptos que recebem, por imposição das mãos de outros, o “batismo do Espírito” e subitamente se convertem, mudam de vida, passam da mais profunda depressão à mais jubilosa exaltação, e começam a “falar em línguas”, como os cristãos da Igreja nascente, e como os apóstolos no dia de Pentecostes (At 2, 1)

Uma as características do estado de espírito produzido nas assembléias carismáticas é a predominância da exteriorização sobre a interiorização, e a marcada emotividade que leva os adeptos a sentirem a presença do Espírito Santo, e a declararem essa convicção com uma espontaneidade — cada um contando sua experiência própria — que se liberta de qualquer compromisso de submissão à aprovação da Igreja. Continue lendo »

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Montfort – Consequencias do Pecado


 Responsabilidade pelas consequencias do pecado
PERGUNTA
Nome: Leandro Batista da Silva
   
Local: Curitiba – PR, Brasil
Religião: Católica
Escolaridade: Superior concluído
Profissão: Administrador

Salve Maria

Gostaria de parabenizá-los por dar continuidade ao trabalho do Professor Fedeli e tentar esclarecer uma dúvida em relação ao pecado.
Sei que os pecados que cometemos devem ser expiados e nosso julgamento dependerá da gravidade de cada um deles.

Minha dúvida é a seguinte: Alguém que comete um pecado como, por exemplo, assassinato de um pai de família, deverá responder por esse pecado diante de Deus, mas a família que sofreu a perda além disso começa a enfrentar dificuldades financeiras, a mãe não consegue dar conta da educação dos filhos, eles mais tarde se envolvem com drogas e crimes, outras pessoas são afetadas por estes atos como um efeito dominó. O assassino responderá também pelos efeitos tardios de seu pecado?

Leandro

RESPOSTA
Muito prezado Leandro,
     Sim, todos nós seremos julgados no juízo particular e no juízo universal. As conseqüências dos nossos atos serão conhecidas no juízo universal, quando, em função de um pecado particular cometido, conheceremos seus desdobramentos históricos. Conheceremos então o “pecado de conseqüência“.
     Segue o texto do Catecismo Romano para Párocos que evidencia esses ensinamentos:
(Versão Portuguesa baseada na edição autêntica de 1566, traduzido por Frei Leopoldo Pires Martins, O.F.M.
Catecismo redigido por decreto do Concílio de Trento (Infalível), e publicado por Ordem de São Pio V
Edição: Serviço de Animação Eurcarística Mariana.)
     Na página 146 (I Parte: Do Símbolo dos Apóstolos) Capítulo Oitavo: Sétimo Artigo do Símbolo (Credo) “Donde há de vir julgar os vivos e mortos” 
(…)
Motivos para o juízo universal: Abrir todas as consciências;

Será então necessário mostrar por que, além do Juízo Particular para cada um, se fará ainda outro geral para todos os homens.
Ora, os mortos deixam às vezes filhos que imitam os pais; parentes e discípulos que seguem e propagam seus exemplos em palavras e obras. Esta circunstância deve aumentar os prêmios ou castigos dos próprios mortos.
Tal influência, que a muitos empolga, em seu caráter benéfico ou maligno, não acabará senão quando romper o último dia do mundo. Convinha, pois, fazer então uma perfeita averiguação de todas essas obras e palavras, quer sejam boas, quer sejam más. O que, porém, não seria possível sem um julgamento geral de todos os homens.
     Meditar sobre o pecado de conseqüência é um bom instrumento para entendermos mais perfeitamente a ofensa cometida contra Deus com um único pecado, às vezes um mal conselho, uma decisão ruim ou ainda o mal uso do tempo, são atos que ofendem a Deus Nosso Senhor muito mais do que podemos imaginar.
     Só para ilustrar podemos pensar em uma alma que pratica o aborto, essa alma infeliz, não somente impediu que uma pessoa vivesse, mas, interrompeu toda uma descendência de pessoas que poderiam nascer daquela criança.
     Outro exemplo: quando um católico deixa de dar um argumento a favor da religião para alguém somente por respeito humano, ou por medo, pode estar dificultando a ação de Deus pela conversão, não somente daquela pessoa, mas de toda uma família que poderia se converter em função do argumento ora omitido.
     Também nossas ações boas têm conseqüências boas, e às vezes méritos maiores devido aos seus bons desdobramentos: rememoremos o episódio da samaritana no Evangelho de São João. Depois que Cristo a convence o evangelho assim continua:
 
A mulher, pois, deixou o seu cântaro, e foi à cidade, e disse àquela gente: Vinde ver um homem, que me disse tudo que tenho feito; será este porventura o Cristo? Saíram, pois, da cidade, e foram ter com ele. (Mt 4, 28-30)
(…)
Ora muitos samaritanos daquela cidade creram em Jesus, por causa da palavra daquela mulher, que dava este testemunho: Ele disse-me tudo que tenho feito(Mt 4, 39)

In Corde Jesu, semper, 
Bruno Oliveira
 

RCC: listando alguns erros


1º – Oração de línguas ininteligíveis
1.1 Chamar isso de dom;
1.2 Ligar este pseudo-dom ao Dom de Línguas em Pentecostes (diga-se de passagem, inteligível);
1.3 Deturpar o dom de Pentecostes para que se assemelhe ao pseudo-dom praticado atualmente (vide: https://verdadeiromododever.wordpress.com/2010/10/05/dom-de-linguas-para-cancao-nova-confusao-para-bento-xvi-comunhao/).

2º – Repouso no espírito
2.1 Afirmar que esse negócio é ação do Espírito Santo assemelhando-o aos êxtases de alguns santos;
2.2 Os êxtases que ***alguns*** santos tiveram foram extraordinários tanto em quantidade de vezes de êxtases quanto em quantidade de santos (salvo exceções). O da RCC é ordinário e ordinário;
2.3 Os tais “beneficiados” com estes eventos não têm nem uma fama ou atitudes de santidade. Prova: EU!
2.4 É sempre ocorrido em locais de música, iluminação, ruídos (orações em línguas, orações de irmãos sobre você, etc) que amortecem nossos sentidos e emocional propiciando a ocorrência do tal repouso com práticas semelhantes ao xamanismo.

2.5 Nos diz Santa Terezinha de Jesus: “[a] alma nada tem a ganhar com estes desfalecimentos do corpo…Aconselho, pois, às prioresas, que condenem esses longos desmaios” (Les Études Carméllitaines, p. 38, Ed. Desclée de Brouwer, Paris)”

3º Profecias
3.1 Em orações são profetizadas coisas a torto e a direito, tudo “em Nome do Senhor” ou “O Senhor está dizendo” ou ainda “O Senhor nos diz” e etc. e tal;
3.2 São atribuídas a estas revelações autoridade da própria Escritura. Lembro-me que em um G.O. o então coordenador lia as “revelações” do ministério de intercessão (nacional) e dizendo que aquilo era como se fosse uma Carta Paulina para nós!
3.3 Muitos se julgam profetas e acham que receberam este dom que agora é ordinário neles. Ou seja, exercem o ofício de profeta mesmo.

3.4 E ainda Santa Terezinha nos diz: “É evidente que a absoluta perfeição não consiste nas alegrias interiores, nem nos grandes êxtases, visões, nem no espírito da profecia. Consiste em tornar nossa vontade de tal modo conforme a de Deus, que abracemos de todo o coração o que cremos querido por ele e que aceitemos com a mesma alegria o que é amargo e o que é doce, desde que compreendamos que Sua Majestade o quer” (TERESA DE JESUS. Fundações, cap. 5, n.10)

4º Sola Scriptura – muito em voga na RCC

5º Sola Fidei – idem

6º Livre exame – também! (lembro-me de um colega, que é o atual coordenador da RCC em minha cidade natal, que para “discernir” se namorava ou não com uma garota abriu a Bíblia em um salmo, se não me engano o 107, e leu “não ouse tocar nos que me são consagrados” aí o cara pensou que a mina ia ser freira! Resultado: hoje ela namora com outro cara 🙂 )

7º Batismo no Espírito Santo
7.1 Prega que todos devem ter;
7.2 Inicialmente assemelha-se ao Sacramento do Batismo;
7.3 Mas usurpa mesmo é a função do Sacramento do Crisma.

8º – Liturgia
8.1 Toda a bagunça dos itens anteriores só que dentro da Missa…
8.2 …Mais a dança e o teatro, é claro, que não podem faltar.

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