Feliz Natal!


Dies Natalis Solis. Substituiu-se a festa do deus sol pela comemoração do Natal do verdadeiro Sol do mundo, Nosso Senhor Jesus Cristo.

É preciso recristianizar o Natal.

Foi numa noite fria, há cerca de 2010 anos que nasceu, pobrezinho, o Salvador do mundo, para nos salvar e ensinar o caminho de volta para Deus que o homem havia perdido.

A Igreja escolheu o dia 25 de Dezembro para celebrar o Natal de Cristo, a fim de cristianizar uma grande festa pagã que se fazia em Roma neste dia:

Com a neo-paganização do mundo e o conseqüente esquecimento do verdadeiro Deus e a idolatria dos novos deuses da sociedade, o prazer e o dinheiro, o contrário vai se verificando: a paganização do Natal, a substituição da festa cristã por comemorações onde reinam o mercantilismo, a sensualidade, as bebedeiras e até carnaval.

Recristianizemos o Natal.

Que o nosso Natal seja o Natal cristão do nascimento de Cristo, onde aprendemos as sábias lições deste Divino Mestre Infante.

Do seu trono, o presépio de palhas. Ele nos ensina a humildade e a simplicidade de coração.

Dali Ele nos ensina a necessidade de seguirmos o seu único caminho para alcançarmos a salvação: chamou, através de uma estrela, os Magos do Oriente para arrancá-los das trevas da idolatria e ensinar-lhes a Fé católica: ali já ficava condenado o ecumenismo que tenta igualar as religiões.

Dali, do seu palácio real, a gruta-estrebaria, ele nos ensina que os bens deste mundo, o dinheiro e as riquezas, não são a felicidade. Lição para os ricos e para os pobres: que os ricos aprendam a caridade e o desapego desses bens passageiros; e os pobres aprendam a liberar o coração da inveja e da ambição.

Dali nos ensina a verdadeira fraternidade cristã. Ali não se prega a luta de classes. Lá estão os pobres – os pastores – e os ricos – os Reis Magos. Todos têm o seu lugar no coração do Menino Jesus. Deus não quer nem a exploração nem a ganância, nem a revolta nem a inveja. Quer a harmonia, a justiça e a caridade entre todos.

Sigamos as lições deste Mestre Menino, e o nosso Natal – nossa vida e nosso mundo – será feliz.

Feliz Natal para todos, Natal Cristão!

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Recesso

Educação no Brasil – confirmado o que havia publicado

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“Precisa-se”


Sem tempo para postar… Estou abrindo uma vaguinha por aqui. Caso alguém queira postar no §|Olhar Católico|§ é só enviar e-mail para blog.olharcatolico@gmail.com que te adciono como autor do blog.

Requisitos pessoais:

1º – Religião: qual quer uma!

2º – Recitar o credo niceno-constantinopolitano e acreditar em tudo que nele está;

3º – Obedecer/aceitar o Catecismo de S. Pio X e o Concílio de Trento.

4º – Rezar uma Ave-Maria por mim… Ah pelo Papa também…

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Os torcedores “laicos” devem estar rubros!


Fluminense: Clube oficializa o dia do padroeiro João Paulo II

Horcades, os padres e Igor ao lado das três taças de campeão brasileiro do Fluminense / Foto de Fabiano Rocha

A partir desta sexta-feira, o torcedor tricolor tem mais uma data especial para marcar na agenda. Em evento realizado no Salão Nobre das Laranjeiras, o Fluminense oficializou o dia do padroeiro João Paulo II, que será comemorado em 23 de novembro. A iniciativa partiu do diretor de projetos especiais Igor Viviani de Oliveira, que recentemente enviou uma camisa oficial do Tricolor e um ofício para o atual Papa, Bento XVI, informando a intenção de transformar João de Deus em padroeiro do clube.

O encontro na sede social ainda foi marcado por homenagens a padres tricolores e até ao assessor do governador do Estado do Rio de Janeiro, Luiz Carlos Pugialli, responsável por levar a camisa e o ofício ao Vaticano. Em um de seus últimos atos como presidente, Roberto Horcades participou da cerimônia ao lado do atual vice-presidente de marketing, Daniel Bastos. Ambos deixarão seus cargos na próxima segunda-feira, data da posse oficial do novo mandatário, Peter Siemsen.

As taças dos três campeonatos brasileiros do Fluminense – 1970, 1984 e 2010 – também estiveram presentes e logo viraram a principal atração da manhã. Vários sócios aproveitaram o momento para tirar uma foto com as principais conquistas nacionais do Tricolor.

Fonte: http://extra.globo.com/esporte/jogoextra/posts/2010/12/17/fluminense-clube-oficializa-dia-do-padroeiro-joao-paulo-ii-350349.asp

O erro dos reformadores protestantes



“A doutrina bíblica e católica da justificação apresentada acima foi geralmente aceita por todos os cristãos durante 1.500 anos. Nos últimos séculos, contudo, um grave equívoco sobre essa doutrina foi a principal causa de trágicas divisões e da formação de centenas de pequenas comunidades eclesiais e denominações fora da Igreja de Jesus Cristo – a Igreja Católica. Alguns desses grupos militantemente atacam a Igreja Católica por sua supostamente “não-bíblica” doutrina da justificação.
Em vez de confiar em 1.500 anos de tradição cristã a fim de interpretar corretamente as epístolas de São Paulo (as quais, segundo a advertência de seu colega apóstolo Pedro, são às vezes “difíceis de entender” e podem ser perigosamente mal interpretadas – II Ped 3, 16), Lutero, Calvino e outros reformadores protestantes confiaram em suas próprias capacidades pessoais de interpretação bíblica e cometeram graves erros.
A Igreja Católica entende como ensinamento da Bíblia que, tendo em vista a salvação eterna do cristão depender de sua perseverança tanto na fé como nas boas obras até o fim de sua vida, nenhum de nós pode estar completamente seguro de que irá eventualmente alcançar a felicidade eterna no Céu. Existe a possibilidade de que cairemos em pecado mortal e perderemos nossa alma para sempre. Assim, devemos permanecer “sóbrios mas vigilantes, porque vosso adversário, o demônio, anda ao redor de vós como o leão que ruge, buscando a quem devorar” (I Pe 5, 8). São Paulo aconselha contra a presunção: “Quem pensa estar de pé veja que não caia” (I Cor 10, 12) e deixa claro que ele mesmo tem que fazer esforços espirituais constantes: “para não ser excluído depois de eu ter pregado aos outros” (I Cor 9, 27). São Paulo também alerta explicitamente cada fiel contra o “juízo prematuro” a respeito de seu próprio status espiritual diante de Deus. E continua: “Por isso, não julgueis antes do tempo; esperai que venha o Senhor. Ele porá às claras o que se acha escondido nas trevas. Ele manifestará as intenções dos corações. Então cada um receberá de Deus o louvor que merece” (I Cor 4, 5). Os protestantes tendem a minimizar ou distorcer tais passagens, colocando uma ênfase seletiva sobre outras onde São Paulo mostra uma grande confiança em ganhar sua coroa de glória eterna (e.g., II Tim 4,8; Rom 8, 38-39). Uma avaliação equilibrada de todas as passagens relevantes traz à luz a doutrina católica: devemos ter esperança e confiança na graça e na misericórdia de Deus, que nos deseja salvar; mas ao mesmo tempo devemos evitar a presunção de antecipadamente afirmar a certeza absoluta de nossa própria salvação pessoal.
Lutero e Calvino achavam difícil de suportar esse elemento de incerteza quanto à sua própria salvação e imaginavam ter descoberto, no ensinamento de São Paulo sobre a “justificação pela fé sem as obras”, a promessa da certeza que tanto buscavam. Como já vimos, São Paulo queria apenas dizer que quando estamos em estado de pecado, nossas próprias obras jamais causarão nem merecerão que nos tornemos justificados. Mas os reformadores pensavam que ele também queria dizer que as boas obras jamais contribuem para que permaneçamos justificados e assim alcancemos a salvação eterna.
A maior parte dos grupelhos que mesmo nestes tempos ecumênicos continuam hostis à Igreja Católica tende a seguir o ensinamento de Calvino em vários aspectos: eles defendem que, uma vez “renascidos” ou convertidos ao estado de graça (justificação), é impossível decairmos dessa graça por nossos pecados e perdermos ao fim nossa salvação. Eles insistem no princípio “uma vez salvo, sempre salvo”. Os pregadores e membros dessas igrejas descrevem-se a si mesmos como “salvos” por sua “fé em Jesus como Salvador pessoal” e dizem-nos que estão absolutamente seguros de ir para o Céu quando morrerem.
Às vezes eles pensam assim porque acreditam que quaisquer pecados que cometam no futuro, não importa quão graves, serão simplesmente desprezados por Deus por causa de sua fé nos méritos salvíficos de Jesus. Em outras palavras, eles afirmam que, se mantivermos nossa confiança em Jesus como Salvador, não perderemos o favor e a graça de Deus ainda que cometamos um pecado mortal! Outros cristãos evangélicos, percebendo que esse ensinamento é manifestamente não-bíblico, consideram-se a si mesmos não mais capazes de cometer quaisquer pecados mortais. Tais pessoas gostam de citar Mateus 7, 18, onde Nosso Senhor ensina que “uma árvore boa não pode dar maus frutos, nem uma árvore má bons frutos.” Eles deduzem daí que os fiéis cristãos autênticos – tais como eles mesmos – são simplesmente incapazes de produzir os “maus frutos” do mau comportamento. Eles se esquecem de que Jesus nunca deu qualquer garantia de que toda “árvore boa” iria sempre permanecer boa. Assim como as boas árvores podem eventualmente apodrecer e produzir maus frutos, os bons cristãos podem sucumbir à tentação e cometer pecados mortais. E ao fazê-lo, perdem a graça e põem suas almas em perigo. Os protestantes também gostam de citar as palavras de Jesus em João 5, 24: “Quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna e não incorre na condenação, mas passou da morte para a vida.” A expressão “vida eterna” é usada aqui, como em algumas outras passagens, com o significado de “vida de Deus dentro de nós”, ou em outras palavras, o dom da graça santificante. A vida de Deus, da qual participamos pela graça, é obviamente eterna em si mesma; mas aqui Nosso Senhor não está dizendo que jamais poderemos nos separar dessa vida divina por nossos próprios pecados. Aqui está subentendido que nossa “não-incorrência na condenação” depende de permanecermos na graça que recebemos.
Uma suposta garantia de salvação instantânea e permanentemente segura pode parecer bastante atraente, e muitos católicos – principalmente os que põem a procura por uma “experiência” espiritual à frente da procura pela verdade doutrinal – deixaram-se seduzir e se afastaram da Igreja com essa promessa presunçosa e ilusória, especialmente porque os protestantes que ensinam essa falsa doutrina são em geral pessoas sinceras, devotas e zelosas. Mas na própria epístola aos Gálatas, um dos livros bíblicos favoritos dos protestantes, São Paulo contradiz a idéia deles de que uma vez justificados ou convertidos nós jamais poderemos decair da graça e terminar em danação eterna. O Apóstolo diz que os cristãos que insistem em reviver as práticas da circuncisão e de outras antigas leis rituais judaicas do Antigo Testamento, como se fossem necessárias para a salvação, “separaram-se de Cristo e decaíram da graça” (Gál 5, 2-4). Ele também insiste junto aos cristãos já convertidos para que “vivam de acordo com o Espírito” e evitem cair na imoralidade sexual, violência, inveja, bebedeira e outros pecados mortais. Paulo avisa-os de que “os que assim se comportam não herdarão o Reino de Deus” (Gál 5, 19-21). O sentido claro e natural de tal ensinamento paulino é a doutrina católica perene de que os fiéis cristãos podem realmente decair da graça e perder suas almas se não se mantiverem em alerta contra as artimanhas do Inimigo. Não admira que quinze séculos passassem sem que ninguém interpretasse os escritos de São Paulo segundo o entendimento protestante.”
(Rev. Brian Harrison, O. S, Faith, Works and Justification)

Como ir a Missa e não perder a Fé


Mons. Nicola Bux, consultor de vários dicastérios da Cúria Romana (Doutrina da Fé, Causa dos Santos, Ofício para as Celebrações Litúrgicas Pontifícias e, há poucos dias, Culto Divino) e autor de vários livros (o último foi “A reforma de Bento XVI. A Liturgia entre inovação e tradição”) publicou nestes dias um novo livro sobre a questão litúrgicas que se intitula “Como ir à missa e não perder a fé”. Ofereceremos nossa tradução da entrevista que o autor concedeu ao sítio Rinascimento Sacro.

Monsenhor, este segundo livro é ainda mais explícito que o primeiro, “A reforma de Bento XVI. A liturgia entre inovação e tradição”. O que mudou desde então?

Também nesta época de escândalos, o Papa insiste no fato de que o mal vem de dentro da Igreja. Por isso, continua sendo o tempo daquela grave crise que o Cardeal Ratzinger indicava culpada em grande parte pelo colapso da liturgia, aquele “faça por conta própria” que já não a faz “sagrada” e que faria qualquer um perder a fé. Não mudou muito: “liturgicamente, em nossos dias a Igreja é um grande enfermo”, porque a liturgia teria perdido seu sentido, estaria sem regras, esquecida do direito de Deus.

O direito de Deus… Em tudo isso, o senhor, de fato, propõe como eixo da nova reforma litúrgica o redescobrimento de um conceito poderoso e fascinante, o ius divinum. O que isso significa?

O conceito é muito simples. O Cardeal Ratzinger diz em Introdução ao espírito da liturgia, no primeiro capítulo, que a liturgia não existe se Deus não se mostra, isto é, em poucas palavras, se Ele não revela Seu Rosto. Mais ainda, em Jesus de Nazaré, em certa altura, ele diz que a liturgia é a continuação da Revelação; portanto, se Deus se mostra, indica quem é e que rosto tem, diz também como quer ser adorado, como quer que se lhe renda culto.

A antítese é a célebre história do bezerro de ouro, ou seja, do homem que inventa Deus e inventa a liturgia: uma dança vazia em torno do bezerro de ouro que somos nós mesmos. Deus tem um direito no Antigo Testamento, quando disse como devia ser celebrada a Páscoa, e falou de prescrições e mandamentos. Assim é também no Novo. Noutras palavras, a liturgia não é manipulável.

A liturgia não é manipulável pelo homem, mas a arte é obra do homem. Para a arte sagrada, que atravessa um período de decadência estrutural extremamente semelhante, o que se pode dizer?

A arte é o mesmo! A representação de Deus, tanto para a Igreja do Oriente como para a do Ocidente, sempre esteve submetida aos cânones. O mesmo vale para a disciplina da música sacra. O princípio é sempre o mesmo: não somos nós quem decidimos, com base num comichão que temos na cabeça, como se deve pintar o Senhor, ou como se deve compor um canto, ou qual canto deve haver na liturgia. A Igreja estabeleceu os cânones para que pudessem estar em consonância com o culto divino, para que não se desse uma imagem ou uma idéia distorcida e deformada de Deus. Entre liturgia, arte e música há uma unidade profunda que não permite encará-los separadamente.

O Santo Padre o nomeou recentemente também como consultor para o Culto Divino, sinal da atenção e da competência de seu trabalho. Nos diga: se há três anos Summorum Pontificum revolucionou a “questão litúrgica”, trazendo de volta ao plano da discussão elementos “incômodos” e essenciais como a liturgia gregoriana, o que devemos esperar, no futuro próximo, deste novo movimento litúrgico que está nascendo?

Em primeiro lugar, falar de “novo movimento litúrgico” não quer dizer necessariamente que estamos falando de outro movimento relacionado ao conhecido com um certo fruto no século XX. A Igreja é semper reformanda: a quem desagrada o termo reforma da reforma, fale também de continuação do movimento litúrgico, mas saiba que se trata sempre “da renovação na continuidade do único sujeito-Igreja, que o Senhor nos deu”, como disse Bento XVI. Com o motu proprio foram colocadas as bases do trabalho: temos confiança de logo ter novos impulsos. Este Papa, manso e  resoluto, quer ir adiante e nós estamos com ele. Com a mesma mansidão e a mesma firmeza.

Fonte: Rinascimento Sacro via La Buhardila de Jerónimo

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