Onde está a autoridade?


Uma das principais diferenças entre católicos e protestantes reside na questão de onde está a autoridade. Enquanto os católicos aceitam a autoridade da Igreja e da Tradição, os protestantes afirmam que seguem apenas a Bíblia (sola Scriptura), e que cada crente tem a última palavra sobre a interpretação final em termos de preocupações de doutrina e prática (interpretação pessoal ou livre exame da Bíblia.)

Mas, para entender um pouco mais esta forma de pensar eu traduzi uma conversa fictícia entre um católico e um protestante apologista Dave Armstrong, que se reproduz em seu livro, “Mais evidências bíblicas para o catolicismo”:

Protestante (P): X é uma verdadeira doutrina, é verdade, porque está na Bíblia.

Católico (C): Segundo qual tradição denominacional?

P: A nossa …

C: Como você sabe que a sua tradição é a verdadeira e as outras são falsas?

P: Porque nós somos os únicos que têm a interpretação mais fiel da Escritura, pois somos os mais bíblicos.

C: Como você sabe que sua interpretação é mais fiel às Escrituras?

P: Por que nossa exegese é a mais harmoniosa e coerente com o texto e, portanto, o ensino mais claro da Bíblia.

C: Mas o resto das tradições protestantes afirmam a mesma coisa …

P: Devo dizer com grande respeito e amor que eles estão errados.

C: Como você sabe que eles estão errados? Se os protestantes não tem que ser tolerantes uns com os outros em suas “diferenças”, especialmente nos pontos “secundários”?, Mas você está chamando seus irmãos em Cristo “errados”

P: Eu sou obrigado, porque eles não conseguiram a correta hermenêutica e exegese, e eu devo ser fiel à verdade bíblica.

C: Mas como você sabe que eles falharam em seu método de interpretação?

P: Através da Bíblia e do estudo lingüístico, eo consenso dos estudiosos e comentadores.

C: Mas eu repito: Aos outros são dados os mesmos privilégios e competências.

P: Então, novamente eu digo: errado. Eles devem ter ficado cegos por seus preconceitos e pressuposições, ou até mesmo por seus pecados.

C: Como você sabe?

P: Porque eles chegaram a conclusões erradas sobre o que a Bíblia ensina claramente.

C: Francamente, o seu é um raciocínio circular. Mas mesmo aceitando a sua resposta eu pergunto: Como pode essa pessoa incauta e não buscadora da verdade escolher esta denominação como aquela que ensina a verdade sobre as Escrituras?

P: Olhando para aquele que é mais bíblica.

C: Não comece isso de novo (risos). Todos afirmam ser.

P: Bem, então, aquela que é apostólica e tem raízes nos primórdios da Igreja.

C: Então os pais devem ser estudados a fim de determinar quem é a verdadeira tradição apostólica?

P: Sim, eu acho.

C: Mas se você achar que a grande maioria dos pais tinha uma posição em qualquer doutrina contrária à sua posição?

P: Então, eles estavam errados sobre esse ponto.

C: Como você sabe?

P:Por que estudo as Escrituras

C: Então, quando tudo estiver dito e feito, é irrelevante o que a Igreja cristã ou os pais ou a Igreja tem acreditado em toda a história?

P: Não completamente, mas devo julgar se o que eles alegaram está em conformidade com a Bíblia.

C: Então você tem a última palavra e, portanto, é o árbitro final de cada tradição e da doutrina cristã?

P: Bem, se você quiser colocá-lo dessa maneira, sim.

C: Não é arrogante?

P: Não tanto quanto um papa e um grupo de pessoas mais velhas com chapéus vermelhos e vestido, me dizem o que acreditarr (risos)

C: Então você se faz o árbitro final de cada doutrina cristã, e objeta o Papa que faz um pronunciamento infalível a cada cem anos ou mais? É irônico! Sem dizer que isso te faz uma espécie de ” Super Papa “

P: Você diz que quiser, mas nós o chamamos o primado da consciência individual.

C: Então você acha que sua própria opinião individual e “consciência” é superior à combinação do consenso de centenas de anos da história da igreja, os pronunciamentos do papa, a tradição da igreja e concílios ecumênicos …

P: Sim, porque se uma doutrina não é bíblica, por isso deve denunciar qualquer tradição dos homens, que é o caso.

C: Mas como você sabe que é uma tradição humana?

P: Por que não concordam com a Bíblia ….

C: Com base em que tradição denominacional?

P: A nossa …

C: Eu vou embora, já estou ficando com uma dor de cabeça …
Uma discussão similar há algum tempo atrás eu com um protestante e foi muito frustrante ver como ele não podia sair desse círculo vicioso. No seu caso particular, era completamente inconsciente da diferença entre a Escritura e sua interpretação. Para ele, o que ele achava da Bíblia foi o que ela disse, e quem é interpretava de forma diferente estava errado e ponto, seja por não estudar o suficiente,por não ter o Espírito Santo, ou ser cegado pelo pecado, por ter ” herdado” preconceitos do catolicismo romano, e etc. Foi também curioso vê-los citar eruditos: Se o que eles disseram foi em conformidade com o que ele alegou, sua opinião foi válida, mas se não, uma maldição.

Depois de tudo o que temos é o que se poderia chamar de “cafeteria do cristianismo”: Cada pessoa escolhe quais as doutrinas querem acreditar, toma dali e daqui igual ao consumidor com seu carrinho de compras passa através das prateleiras do supermercado e comprar o que quiser nas quantidades que preferir.
Escusado seria dizer que esta posição acaba por ser só inviável para alcançar a unidade doutrinária que exige a Igreja de Cristo (1 Coríntios 1.10), mas que ela não é bíblica por negar a autoridade instituída por Cristo na Igreja (Lc 10, 16) como administradora dos mistérios de Deus (1 Coríntios 4.1).

Não admira que este pensamento foi soprado ao protestantismo em grupos cada vez menores para gerar milhares de denominações. Ainda hoje é possível encontrar diferenças entre as denominações semelhantes diferenças extremamente grave. Existem Igrejas Luteranas e Presbiterianas que apóiam o aborto e outras não, o casamento gay há alguns que apóiam outros não, o que não nada senão é apenas um sintoma de como a corrupção penetrou profundamente na não só em suas praticas mas em suas doutrina (não podemos descrever de outra forma os que concordam e justificar o assassinato de bebês em gestação e a sodomia.)

Devo dizer que os cristãos da Igreja não são invulneráveis a riscos que destes modos de pensar, aí encontramos mais e mais “católicos”, com um pensamento semelhante em muitos pontos dos protestantes e rejeitar a autoridade da Igreja, mesmo sobre a doutrina fundamental. Há uma abundância dos católicos de frente “progressista” publicamente negando dogmas, bem como “lefebvrianos” direta ou veladamente discordando de um Concílio Ecumênico, pregando o congelamento da tradição e rejeitando o ensinamento da Igreja de hoje com base em sua própria interpretação da tradição do passado.

Para todos estes casos, se não quisermos sofrer o destino protestantes e imerso na idolatria da consciência individual, não há outro jeito, se não a professar a fé da Igreja integra e absoluto.

Fonte: apologeticacatólica.org

Tradução: Rafael Rodrigues

Atenciosamente,
Moisés Gomes de Lima
"A concórdia não é uniformidade de opiniões, mas concordância de vontades" (S. Tomas de Aquino).

Bancada Cristã exige demissão do ministro da Educação

Cardeal Ouelet: cristãos perseguidos no mundo


Cardeal Ouelet: cristãos perseguidos no mundo

via SUBSÍDIOS LITÚRGICOS SUMMORUM PONTIFICUM de MOVIMENTO LITÚRGICO BENEDITIANO em 23/05/11

Montevidéu, 23 mai (RV) – O Prefeito da Congregação para os Bispos, Cardeal Marc Ouellet, expressou sua preocupação pela perseguição contra os cristãos no mundo, especialmente no Oriente Médio, pois “nunca houve tantos mártires cristãos”. “É assombrosa a quantidade de religiosos, bispos, sacerdotes que são assassinados ao longo de seus ministérios, isso é muito preocupante”, disse o Cardeal ao jornal uruguaio “El Pais” neste fim de semana.

O prelado disse ainda que no Oriente Médio a situação “é muito difícil. As condições de guerra fazem com que os cristãos fujam, e notamos com muita preocupação que o Meio Oriente vai se esvaziando de cristãos. Isso não é um progresso nem mesmo para a cultura local, o cristianismo é uma força de paz e esperança”, afirmou.

O também Presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina (CAL) se expressou contra as guerras porque não ajudam às relações geopolíticas e a relação entre o ocidente e o mundo islâmico.

“Qualquer guerra faz com que o mundo islâmico satanize o ocidente como se fosse seu inimigo. As ações de terrorismo levam a identificar uma religião com o terrorismo, a uma simplificação que deve ser evitada. A religião muçulmana não é terrorista, é uma crença que implica uma relação positiva com Deus. Evidentemente há fanáticos que se aproveitam da religião e fazem terrorismo em seu nome, isso não é religioso, ao contrário é blasfema”, assinalou.

Nesse sentido, o Cardeal Ouellet se mostrou cético de que a morte da Osama Bin Laden ajude na luta contra o terrorismo islâmico, porque o Al Qaeda é uma organização “que deve ter outros chefes”.

“Há lutas para controlar riquezas mundiais, deve-se procurar equilíbrios e justiça. Os chefes de Estado devem estar mais atentos à miséria. Temos o desenvolvimento das tensões dentro do mundo islâmico, isso é grave e não é vantagem para nós. Se explodir uma crise no mundo islâmico é pior para o planeta”, advertiu.

O Cardeal afirmou ainda que não há contradição entre a fé cristã e a ciência, e que todo descobrimento científico é bem-vindo. “Isso não faz retroceder a fé”, indicou. “No campo da teologia se pode desenvolver conhecimento mas se ao mesmo tempo não cultiva uma relação pessoal com Deus através da oração, os conhecimentos podem não fazer progredir o indivíduo”, explicou.

Finalmente, destacou os aspectos positivos da globalização e afirmou que “a Igreja globaliza desde o começo”, pois “Jesus Cristo é o maior globalizador, é quem dá à humanidade sua unidade”. (SP)

Fonte: Radio Vaticano

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

Maçonaria – um pouco mais de história.


Basta dizer-vos que à Maçonaria, verdadeira synagoga de Satanás, como admiravelmente caracterisou-a o imcomparável Pio IX, applica-se perfeitamente o que do demonio dizia Tertuliano: Nas sombrias cavernas de seus templos, imita ela as ceremonias dos nossos Sacramentos divinos; baptiza os que crêem em sua doutrina; promette-lhes a remissão dos peccados; confere-lhes funcções sacerdotaes; imprime-lhes na fronte o signal da confirmação; celebra a oblação do pão; e como pontifice supremo adminstra-lhes o matrimônio. D. Vital – 1875¹

A temática da franco-maçonaria é uma seara herética vasta, onde se cruzam o ódio contra a Igreja Católica e as aspirações à formação de um república universal. É a franco-maçonaria a oniciente, latente, instituição que permeia os governos republicanos e os golpes que o elevaram; é ela a responsável por induzir populações em número astronômico a amar a desvirtude e a depravação. A hidra astuta responsável pela calamidade do oriente voltado à teologia é a Maçonaria. E ninguém mais experimentou desafia-la do que D. Vital de Olinda, obtendo como resultado uma perseguição implacável dos mesmos maçons.

A astúcia já mencionada é algo inerente à maçonaria, dado que ela em seus três – quatro séculos se aprofundou no mecanismo de enganar nações e governos e de tomar o poder sem ao menos uma grande parcela suspeitar. Ela fora a responsável por criar órgãos de alcance global – a ONU – que hodiernamente ditam e desditam no campo político, militar e social. E tal qual ressalta D. Vital, sua unidade difere daquilo que se entende por centralização, constituindo-se cada Grande Oriente como máxima divisão em cada nação:

E pouco importa que ela se subdivida em mil sociedades mais ou menos secretas, mais ou menos revolucionarias, mais ou menos ímpias, tomando diversos nomes, segundo as circunstancias de tempo e lugar. Não é porque se denomine carbonaria, Iluminismo, Joven Itália, Joven França, Joven Alemanha, etc., que ela deixa de ser essencialmente a mesma. Ninguém ha aqui que ignore que essas associações diversamente intituladas são uma e a mesma cousa, são vergônteas de um só tronco, ramos da grande arvores maçônica. (ibid)

Sua fachada atual é ridícula mas ao mesmo tempo enganadora: ser um espaço de debates e uma presente (mas não manifesta, como certa vez disse Arnóbio Viana²) e benemérita sociedade. "Com quanto afirmem alguns maçons que a Maçonaria se não envolve em religião nem em política, por lhe ser isso vedado pelas suas constituições, nada todavia é menos verdade que semelhante acerto [de que o fim da mesma é o de destruir a igreja]. Provam-no os próprios escritores mais abalisados e fidedignos da seita." (complemento nosso) ³. Então, que não se espera de tal sinagoga que ela venha a reverberar quais são suas intenções, pois, a partir de seu longo aprendizado ela desenvolveu todo um discurso que visa enganar não somente pequenas unidades mas grande parcela daqueles que se colocarem por debaixo de suas compridas asas.

Sua missão vai além de simplesmente açambarcar a população do mundo, pois, ainda que o faça seria necessário o controle cultural e familiar destas; mas, para quem empreende tamanho colosso, este último adendo é complemente frívolo. É por isso que desde o séc. XIX (isso no Brasil) ela se empenhou em tornar as damas tradicionais em pervertidas garotas e transformar as famílias em núcleos bastardos, cuja presença de um pai ou uma mãe não seria mais necessário. Ora, ligado a isto temos a premissa de que a separação deve ser um direito segundo os maçons, algo veementemente combatido pela Igreja, dado que o que Deus une o homem não pode separar. Percebe-se, pois, uma verdadeira antípoda que é a franco-maçonaria, invertendo todo o bom e suave julgo de Cristo por um arcabouço satânico: se antes tínhamos famílias estruturadas, interessa à maçonaria a quebra da organização social para assim criar o caos; se tínhamos com a Igreja a defesa da monarquia como o mais salutar e idôneo sistema de governo, agora teremos com a franco-maçonaria a confusa e contraditória república ao estilo francês (afinal, é lá onde ocorre a "grande revolução das luzes").

Um primeiro escolho, "defeito" encontrado pela maçonaria para derrubar a Igreja é sua centralização no Vaticano, além, claro, da devoção que na época a grande maioria dos católicos tinham à ponto de dar a vida para o Santo Padre:

"Ora, pois, para assegurar um Papa como nós queremos, deve-se-lhe adaptar uma geração digna do reinado que imaginamos. Deixai de lado a velhice e a idade madura: ide à mocidade, e , se possível fôr, até a infância." 4

Nada melhor do que, para uma projeção futura, a conquista dos jovens para os antros disfarçados da maçonaria. Não foi de outro modo que eles adentraram no Vaticano… fora somente a partir do arrebanhamento dos jovens padres, ambiciosos para galgar posições, que a maçonaria conseguiu pairar por sobre a seara petrina e lançar as bases do que seria uma nova Igreja. Alias, não é possível, nem na terra nem no espaço, que tantas depreciações e tamanhos erros – grotescos erros – sejam cometidos sem a mercê de uma instituição que saiba manipular. O ápice desta tática? O Concílio Vaticano II, pois, como já demonstrado, tanto S.S. João XXIII como S.S. Paulo VI já haviam adentrado na pérfida seita, nem ao menos se furtando à manifestar tal heresia quando da confecção de anéis, crucifixos e etc. com símbolos judeus incorporados pela maçonaria e apertos de mão próprios da satânica sinagoga.

Não cabe à maçonaria que seu complexo axioma seja incorporado pelos jovens. Não, deve-se alimenta-los com poesias e literatura esdrúxula, a fim de que os mesmos tomem para si um discurso de liberdade, igualdade e fraternidade. Os últimos desconhecendo o real perigo de adentrar em tal redil diabólico, nem desconfiam que as leituras não-analisadas pela igreja são maneiras curtas e abruptas de ascender à maçonaria: é a arte de disfarçar o real por meio de palavras dúbias, arte aprendida pelo Concílio Vaticano II. Era, portanto, um grave dever para os militantes maçônicos (alias, ainda o é) introduzir no vocabulário do jovem não só termos considerados perigosos, mas também palavrões e libidinosidade; enfim, introduzir a gramática seleta de Satanás.

É evidente que tamanha reviravolta na história da igreja possui seus rebeldes – no sentido de insurgirem contra as novidades modernas mencionadas por Pio IX e Pio X – e um deles era D. Vital. Tão bem compreendia sua posição, que na época a Santa Sé o recebeu com viva alegria, rememorando-se de passagem o excepcional "Mio caro Vital" dito por Pio IX quando da chegada do primeiro em Roma. A reação contra D. Vital fora imediata, recebendo estranhas respostas dos demais bispos do nordeste, bispos estes que já haviam sido introduzidos no segredo maçônico e que tão logo espernearam à D. Pedro II em detrimento de D. Vital.

Sobre D. Pedro II, sua máxima era que os demais reconhecessem sua soberania, e, quando D. Vital afirmou que também a casa real era ligada intrinsecamente aos maçons ele reagiu de maneira enérgica. Ainda não se sabe bem se era D. Pedro II ainda ligado à maçonaria quando de sua maioridade, dado que ele havia sido um iniciado por fomento do estrategista tutor, José Bonifácio de Andrade e Silva, emblemático maçom; sabe-se, contudo, que sua criação fora feita em moldes maçônicos e suas práticas exalavam vapor revolucionário. Ora, ele mesmo confessara diversas vezes que admirava a república maçom dos EUA e que por ele teria sido um presidente e não um monarca. Era ele um nato admirador da liberdade de imprensa – que tão mal veio trazer ao país – e também um grande manipulador da Igreja com o regime do Padroado – ou Patronato em espanhol -. Não à toa, suas atitudes receberão uma negativa da Santa Sé, enviando a última uma ressalva contra suas deliberações.

Aliado a tudo que fora dito, temos a semeação do ódio contra a figura do sacerdote, alias, não só ódio como também a semeação da mudança do que ele representa: não mais será ele o único elo entre os homens e Deus, desde que somente ele possui o sacramento da ordem que lhe garante o contato divino e as faculdades para realizar o Santo Sacrifício; agora, é o sacerdote somente um congregador da "assembléia", devendo ser sua incumbência a de coordenar as orações e somente guiar de maneira tênue a vida na "comunidade". O que lembrar neste momento? Claro, do Concílio Vaticano II, responsável por destruir o que até então era o sacerdote, tornando-o pessoa dispensável para a coesão da sociedade, membro opcional do rebanho cristão.

A doutrina dos maçons é muito semelhante ao da Igreja, tendo eles iniciação (o que seria o batismo e o crisma na Igreja Católica), livro "sacrossanto" próprio (a Constituição de Anderson, enquanto na Igreja Católica é a Bíblia), sacrifícios e etc. Mas nada, definitivamente, se compara ao culto da natureza que a maçonaria fomenta e promove com o gnosticismo e o naturalismo, tendo-se uma idéia ou construção mental do que seria Deus totalmente adversa ao que realmente é. Se antes existia a trindade para os católicos, o ideal dos maçons é destruir tal premissa que eles consideram absurda. É o culto da natureza – algo bem exposto nos anais da revolução francesa – que será a principal temática nos estudos maçons, aliando a isso uma falsa concepção de racionalismo que transforma os aprendizes em verdadeiras bestas, animais sem escrúpulos que não sabem o significado de palavras caras aos cristãos, como por exemplo Piedade e Tradição.

Esta concepção de Fraternidade maçônica, em que a verdade é relativa e quaisquer seita fundada em esquinas onde até então funcionavam antros de perdição possui ela em plenitude, é a mesma fraternidade incorporada pelo Vaticano II. É impossível conceber tal idéia no catolicismo pré-conciliar, pois, só existe uma promotora da salvação que é a Igreja Católica Apostólica Romana; como então querer criar amizades e laços com seitas e "igrejas" que promovem a perdição e o mal? Somente é possível isto na mente do católico modernistas e liberal (ou maçom). Claro que existe a verdadeira fraternidade que é aquela cujo fim é a conversão, mas tal fraternidade maçônica extrapola todos os significados que são possíveis à verdadeira Fraternidade, pois, reside no fato de querer tornar solúvel óleo em água – Erros na Igreja Católica – tal concepção de Fraternidade.

Devemos nos livrar, para nossa salvação, desta simbiose de erros e venerações à Satanás que a franco-maçonaria promove, embora possamos sofrer diversos revezes com tal contestação, tal qual a Maçonaria perpetrou contra D. Vital. É uma responsabilidade católica alertar seus irmãos contra os maus presentes em todo meio e levar-lhes à santidade, tão aspirada pelos seguidores de Nosso Senhor Jesus Cristo.

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¹ – Cf. OLIVEIRA, Vital Maria Gonçalves. A Maçonaria e os Jesuítas – Instrucção pastoral. – Rio de Janeiro: Tipografia do Apóstolo, 1875. pp. 30-31.

² – Em discurso proferido na Câmara municipal de Solânea, por ocasião do aniversário de fundação de 40 anos da Loja Maçônica José Pessoa da Costa.

³ – Cf. OLIVEIRA, Vital Maria Gonçalves. A Maçonaria e os Jesuítas – Instrucção pastoral. – Rio de Janeiro: Tipografia do Apóstolo, 1875. p. 23.

4 – Ibid. p. 17.

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A história do protestantismo


Hoje vamos revelar o que é o Protestantismo,

de onde vem, quem o fundou, o que alguns tem escondido,

restaurando a verdade que a má fé tem distorcido.

 

Foi no século 16 que essa fé apareceu,

em terras da Alemanha onde cresce o povo ateu,

que fez duas grandes guerras e matou muito judeu.

 

Lutero, monge católico
antes de se rebelar,
viu que um monge safado
cobrava pra perdoar
desobedecendo o Papa,
querendo avacalhar.

 

Lutero fez umas teses para o Papa defender,

o cobrador foi punido, de desgosto foi morrer,

Lutero ficou famoso,começou aparecer. 

 

Juntou-se com os burgueses, ia pra devassidão,

pegou doença venérea,bebia que só o Cão.

Começou zombar do Papa fazendo agitação.

 

Por dois anos foi chamado pra disso ter o perdão,

mas queimou em arruaça toda essa convocação

e fundou por conta própria a sua religião.

Era o Protestantismoa fé que ele inventou,

pra dividir a de Cristo que numa cruz suspirou.

Era a vez de um cachaceiro se passar por redentor.

Dizia, nessa eu mato quantas pessoas quiser,

mesmo assim eu estou salvo porque só basta ter fé.

Quem quiser se batizar luterano agora é.
 

Dos mandamentos de Deus tirou o “não matarás”.

Só falava em matar à espada seus rivais,

sempre a pronunciar o nome do Satanás.

Foi Lutero quem botou na cuca dos alemães

que judeu tem que morrer, lhe tomar a possessões.

Mais tarde veio o Nazismo dizimando seis milhões.

Aliado a devassos príncipes da região,

Lutero roubou igrejas para fazer pregação

e casou-se com uma freira que não valia um tostão.

Tanto insultou o Papa que findou excomungado.

Insuflou os camponeses, fez um fuzuê danado,

que os burgueses seus amigos ficaram desconfiados.

 

Ele então pra corrigir a confusão que criou,

ordenou que dizimassem quem de trabalhar parou,

mataram mais de 100 mil porque Lutero mandou.

A Bíblia ele pegou fez a sua tradução

distorceu três mil palavras, em meio a profanação,

ele tirou sete livros negando a inspiração.

Já a carta de Tiago ele cogitou tirar,

o livro de Apocalipse vivia à criticar,

até pros dez Mandamentos ele disse é bom cegar.

Vez em quando ele pensava: “Será que tô com razão?

Ou será que tô levando pro inferno a multidão?”

E seguiu plantando ódio e fazendo divisão.

E já tendo seis esposas começou a ter visão,

Satanás aparecia sempre lhe dando instrução,

dizendo tire a Missa da sua religião.

Num debate teológico Johann Eck o derrotou;

Erasmo de Roterdã de falsário lhe tachou;

seus escritos, disse Zwinglio, foi Satanás que ditou.

Certa vez ele cansado de escrever tanta instrução

jogou o vidro de tinta justo na cara do Cão,

a parede foi melada guardando a comprovação.

Ele chamava “Reforma” a igreja que inventou.

Se reforma o que existe, no seu caso ele criou.

Com esse papo malandro muito tolo ele enganou.

Chamou Cristo de “adultero” e de Deus fez gozação.

Disse que Deus era “estúpido” e Jesus um beberrão.

Ansiava morrer logo pra ir viver com o Cão.

Lutero, Melanchton, e Bucero, protestantes,

só para satisfazer príncipes simpatizantes

pregaram a poligamia que Jesus proibira antes.

O jurista Carpzov que era seu seguidor,

pegou vinte mil mulheres e na fogueira queimou

dizendo que eram bruxas e disso se orgulhou.

O Calvino e o Zwinglio começaram se afastar

pra fundar suas igrejas e cada vez dispersar.

O líder anabatista Lutero mandou matar.

Luteranos incitados pela sua pregação

fizeram um saque a Roma matando a população,

estupraram, esfaquearam de criança a ancião.

Quando o rei Henrique oitavo quis de novo se casar

já tendo sido casado viu o Papa lhe barrar,

correu pra ser protestante, outra igreja foi fundar.

E mandou matar os padres na fogueira ou enforcado,

obrigou todo católico ser protestante forçado,

se apoderou das igrejas sobre o sangue derramado.

Um milhão morreu de fome no exílio que ele impôs.

Na Escócia quem foi padre não podia ser depois

e os bispos da Suécia mandou degolar os dois.

 

Calvino matou quinhentos em Genebra, cozinhados.

O Dr. Miguel Servet por ele morreu tostado

e proibiu jogo e dança dizendo que era pecado.

A fogueira protestante não teve comparação,

na Inglaterra queimaram as bruxas de multidão.

Na Suécia até criança queimaram sem dar perdão.

No Brasil, os Calvinistas chegando pra esse lado,

encontrando os Jesuítas matou tudo degolado,

Inácio de Azevedo morreu rezando espetado.

Também em Canguaretama e São Gonçalo do Amarante,

houve uma grande chacina feita pelos protestantes,

dizimaram cem católicos, dois padres e seus orantes.

Zwinglio disse que Lutero é boca de Satanás.

Lutero odiava Zwinglio, a Calvino e tem mais:

o rei Henrique oitavo os via como rivais.

Lutero desesperado vendo a coisa desandar

previu que cada cabeça uma igreja ia fundar.

Vendo a sua esvaziar-se começou a praguejar.

E a fraqueza de Lutero começava dar sinais,

sua igreja de areia caía nos vendavais,

a vida de excomungado já não agradava mais.

 

Após se embriagar lamentando seu destino,

Lutero morreu botando pra fora os intestinos,

foi assim que teve fim esse blasfemo assassino.

 

Os protestantes herdaram dele a dissimulação,

hoje vendem suas mortes como da Inquisição,

pondo a culpa na Igreja fazendo uma distorção.

Inquisição não é morte, era uma indagação

feita somente a católico com fé em contradição.

A Igreja ou perdoava ou lhe dava excomunhão.

Hoje o Protestantismo é quem mais produz ateu.

Onde ele liderava A Igreja o bateu.

Os países miseráveis por enquanto é ninho seu.

Durkheim diz: entre os credos do mundo e por região,

na taxa de suicídio o protestante é campeão.

O cordel aqui termina com essa revelação.

 

Fim.
.
Fontes pesquisadas:

1. Funk Brentano,Conversas a Mesa Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 – R.J.- Propôs de Tables – no. 1472, ed. De Weimar II.107

2. Why the Jews? The reason for anti-Semitism [Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.)

3. Benedict Carpzov, Practica Nova Rerum Criminalium Imperialis Saxonica in Tres
Partes Divisão, Wittenberg, 1635.

4. ( Westminster Review, Tomo LIV, p. 453 )

5. (Carta a Melanchthon, 1 de agosto de 1521 (American Edition, Luther’s Works, vol. 48, pp. 281-82, editado por H. Lehmann, Fortress, 1963).

6. A Reforma Protestante, Pgna 203, 7ª edição, em IRC. 1958.

7. B. Bekker, De betoverde wereld, Amsterdã, p. 576-587; trad.: Le monde enchaté, 6 vols. Paris, 1964.

8. Pfanneri. Hist. Pacis Westph. Tomo I e seguintes, 42 apud Doellinger Kirche und Kirchen, p. 55.

9. Luigi Giovannini e M. Sgarbossa in Il santo del giorno, 4ª ed. E.P, pg 224, 1978.

10. “História do anti-semitismo”, de Leon Poliakov.

11. VEIT, Valentim, História Universal, Livraria Martins Editoras, SP, 1961, Tomo II, pp. 248-249.

12. Henry Charles Léa, A History of the inquisition of the Middle Ages, 3 vols. Nova Yorque, Happer, 1888, principalmente vol. I, pp. 137ss; tradução de Salomon Reinach, Historie de L’Inquisition au Moyen-Áge. Ouvrage traduit sur l’exemplaire revu et corrigé de l’auter, 3 vols., Paris, 1900-2 vol. 3.

13. Durkheim, 1982:115
http://www.webartigos.com/articles/3752/1/suicidio/pagina1.html

Martinho Lutero sobre os crucifixos


Martinho Lutero sobre os crucifixos, imagens de santos e o Sinal da CruzArtigo traduzido do livro Martinho Lutero: Analise Crítica Católica e Louvor. Contem uma série de citações de Lutero a respeito do crucifixo e imagens.

CRUCIFIXOS

O costume de segurar um crucifixo diante de uma pessoa que esteja morrendo tem mantido muitos na comunidade Cristã e permitiu-lhes morrer com uma Fé confiante no Cristo crucificado. (Sermão sobre João, Capítulos 1-4, 1539; LW, Vol. XXII, 147)

Foi uma prática boa segurar um crucifixo de madeira diante dos olhos dos moribundos ou pressionar nas mãos deles. Isto trouxe o sofrimento e a morte de Cristo a mente, e confortava os moribundos. Mas para os outros, que arrogantemente se basearam em suas boas obras, entraram num céu que continha um fogo crepitante. Pois eles foram afastados de Cristo e falharam em impressionar a Paixão e morte vivificante de Jesus, em seus corações.(Sermão sobre João, Capítulo 6-8, 1532; LW, Vol. XXIII, 360)

Quando eu escuto falar de Cristo, uma imagem de um homem pendurado numa cruz toma meu coração, assim como o reflexo de meu rosto aparece naturalmente na água quando eu olho nela. Se não é pecado, mas sim bom em ter uma imagem de Cristo em meu coração, porque deveria ser um pecado de tê-lo em meus olhos? (Contra os Profetas Celestiais, 1525; LW, Vol. 40, 99-100)

IMAGENS E ESTATUAS DE SANTOS

Agora, nós não pedimos mais do que gentileza em considerar um crucifixo ou a imagem de um santo, como testemunha, para a lembrança, como um sinal, assim como foi lembrado à imagem de César. (Contra os Profetas Celestiais, 1525; LW, Vol. 40, 96)

E eu digo desde já que de acordo com a lei de Moises, nenhuma outra imagem é proibida, do que uma imagem de Deus no qual se adora. Um crucifixo, por outro lado, ou qualquer outra imagem santa não é proibida. (Ibid., 85-86)

Onde, porém, imagens ou estatuas são produzidas sem idolatria, então a fabricação delas não é proibida.

Meus confinadores devem também deixar-me ter, usar, e olhar para um crucifixo ou uma Madonna… Contanto que eu não os adore, mas apenas os tenha como memoriais. (Ibid., 86,88)

Porém, imagens para memoriais e testemunho, como crucifixos e imagens de santos, são para ser tolerados… E não são apenas para ser tolerados, mas por causa do memorial e  testemunho eles são louváveis e honrados… (Ibid., 91)

SINAL DA CRUZ

Oração da Manhã

De manhã, quando você levantar, faça o sinal da santa cruz e diga:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém…

À noite, quando fores dormir, faça o sinal da santa cruz e diga:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

(Pequeno Catecismo, 1529, Seção II: Como o Chefe da Família Deve Ensinar a Sua Família a Orar Pela Manha e Noite, 22-23)

Assim se originou e continua entre nós o costume de dizer a graça e retornando graças às refeições, e outras orações de manhã e à noite. Da mesma fonte veio a prática com crianças de benzer-se a visão ou audição de ocorrências aterrorizantes… (Grande Catecismo, 1529, O Segundo Mandamento, seção 31, p.57)

Se o diabo coloca na sua cabeça que em você falta a santidade, a piedade e o merecimento de Davi e por essa razão não podem ter certeza que Deus escutará você, faça o sinal da cruz e diga a si mesmo: “ Deixe ser piedosos e dignos aqueles que serão!! Eu sei com certeza que eu sou uma criatura do mesmo Deus que criou Davi. E Davi, independente de sua santidade, não tem um Deus nem melhor nem maior do que eu.” (Salmo 118, LW, Vol. XIV, 61)

Se você tiver um poltergeist ou espírito tocando em sua casa, não vá e discuta sobre isso aqui e ali, mas saiba que não existe um espírito bom ao qual não procede de Deus. Faça o sinal da cruz quietamente e confie em sua fé. (Sermão do Festival da Epifania, LW, Vol. 52, 178-79)

BIBLIOGRAFIA E FONTES PRIMÁRIAS

Grande Catecismo, 1529, traduzido por John Nicholas Lenker, Mineapolis: Augsburg Publishing House, 1935.

Os Trabalhos de Lutero (LW-Luther’s Work), Edição Americana, editado por Jaroslav Pelikan (volumes 1-30) e Helmut T. Lehmann (volumes 31-55), São Luis: Concordia Pub House (volumes 1-30); Filadelfia: Fortress Press (volumes 31-55), 1955.

Armstrong,  Dave. Martinho Lutero sobre os crucifixos, imagens de santos e o Sinal da Cruz. [Traduzido pela colaboradora Ana Paula Livingston]. Disponível em: http://socrates58.blogspot.com/2008/04/martin-luther-on-crucifixes-images-and.html

 

tradicao-catolica Sobre o Dep. Gabriel Chalita


De: tradicao-catolica [mailto:tradicao-catolica] Em nome de Ivanaldo Santos
Enviada em: segunda-feira, 16 de maio de 2011 19:46
Assunto: [tradicao-catolica] Sobre o Dep. Gabriel Chalita

Prezados (as):

Não quero entrar em discussões inúteis, como, por exemplo, a origem do patrimônio do Deputado Federal Gabriel Chalita. Essas discussões não velam nada. No entanto, é público e notório 3 coisas:
1. Gabriel Chalita é um político que sempre se apresentou como “político católico”.
2. Foi eleito deputado federal com a maior votação no Brasil. Votos, que, na sai grande maioria, vieram do público católico.
3. É um político que tem grande prestígio junto ao povo católico. No Nordeste, por exemplo, se Gabriel Chalita fosse candidato a Governador, provavelmente seria eleito, devido sua grande credibilidade.
Por causa disso, é preciso fazer algumas sérias observações sobre o Deputado Federal e político católico Gabriel Chalita:
a) Até o presente momento ele tem tido uma participação medíocre no Congresso nacional. Esperava-se mais seriedade do político católico “campeão de votos do Brasil”. Até agora ele não se pronunciou ou apresentou algum projeto sobre temas de suma importância, como, por exemplo, o ensino religioso, o aborto e a união homossexual.
b) No tocante a união homossexual, o Deputado Federal Gabriel Chalita é uma voz muda, que não diz nada. Ele se quer fez um pronunciamento sobre a decisão do STF.
É importante discutirmos sobre a atividade do Deputado Federal Gabriel Chalita. De um lado, ele se apresenta como sendo uma “voz da Igreja”. Além disso, o governo federal, a esquerda e o PT, costumam procurar Gabriel Chalita como sendo um “interlocutor sério” para tratar de temas de importância nacional. Temas que, geralmente, envolvem a boa fé do povo brasileiro. Do outro lado, como anda sendo divulgado na grande mídia, o Deputado Federal Gabriel Chalita deseja ser candidato a prefeito da cidade de São Paulo. Mais uma vez ele pretende se apresentar como sendo o interlocutor que fala em nome da Igreja e do povo cristão. Por tudo isso, é preciso interpelar o Deputado Federal Gabriel Chalita. É preciso saber claramente se o Gabriel Chalita é, realmente, um político católico ou é mais um político mentiroso e falastrão. Precisamos saber se Gabriel Chalita está realmente do lado da Igreja, de Cristo e do Evangelho ou se ele é apenas
mais um político carreirista, que só deseja novas e eternas eleições. É tempo de sabermos qual a real posição de Gabriel Chalita. É tempo dele sair de “cima do muro” e tomar posições mais condizentes com a doutrina da Igreja. Vamos todos enviar e-mails ao Gabriel Chalita para saber qual sua real posição. O e-mail do Deputado Federal Gabriel Chalita é dep.gabrielchalita. Além disso, em seu site pessoal há uma página para contato. O endereço é dombeni. Vamos cobrar do Gabriel Chalita uma postura condizente com o seu discurso de político católico.

Atenciosamente,
Ivanaldo Santos
Filósofo.

Três perguntas e trê respostas


Três acusações absurdas que frequentemente encontramos em (péssimas) aulas de história (A Igreja Católica vendia lugares no Céu; A Igreja Católica apoiou a escravidão no Brasil; A Igreja Católica matou milhares de judeus na Inquisição espanhola), e suas respostas.

A Igreja Católica vendia lugares no Céu?

É claro que não!

Para que possamos compreender como responder a esta absurda acusação, é necessário que compreendamos a doutrina das Indulgências.

"O pecado tem uma dupla consequência. O pecado grave priva-nos da comunhão com Deus e, consequentemente, nos torna incapazes da vida eterna; esta privação se chama ‘pena eterna’ do pecado. Por outro lado, todo pecado, mesmo o venial, acarreta um apego prejudicial às criaturas que exige purificação, quer aqui na terra, quer depois da morte, no estado chamado purgatório. Esta purificação liberta da chamada ”pena temporal’ do pecado. Estas duas penas não devem ser concebidas como uma espécie de vingança infligida por Deus do exterior, mas antes como uma consequência da própria natureza do pecado. Uma conversão que procede de uma ardente caridade pode chegar à total purificação do pecador, não subsistindo mais nenhuma pena. O perdão do pecado e a restauração da comunhão com Deus implicam a remissão das penas eternas do pecado. O cristão deve esforçar-se, suportando pacientemente os sofrimentos e as provas de todo tipo e, chegada a hora de enfrentar serenamente a morte, aceitar como uma graça essas penas temporais do pecado; deve aplicar-se, através de obras de misericórdia e caridade, como também pela oração e diversas práticas de penitência, a despojar-se completamente do ‘velho homem’ para revestir-se do ‘homem novo". (Novo Catecismo da Igreja Católica, parágrafos 1472 e 1473)

A pena eterna do pecado nos é perdoada pelo Sacramento da Reconciliação (Confissão). Quando recebemos a absolvição sacerdotal, temos perdoadas a pena eterna, mas não a temporal. Afinal, Jesus disse que devemos "pagar até o último centavo" (Mt 5,26).

A remissão da pena temporal pode ser feita pela caridade, oração e penitência.

Um costume muito antigo na Igreja é o das penitências públicas; o penitente, desejoso de pagar a pena temporal de seu pecado, após a absolvição sacerdotal ia para a rua para publicamente pagar por seu pecado.

Esta forma pública e pesada de penitência, entretanto, muitas vezes era impossível de cumprir para muitos, por razões de idade ou saúde.

A Igreja então, por misericórdia, apelou para o seu Tesouro de Méritos (as orações e obras de todos seus membros, vivos e mortos), e passou a indulgenciar alguns atos já por si meritórios. Dentre eles podemos contar, por exemplo, a oração feita em um cemitério no dia de Finados, a participação na construção de uma catedral, e muitos outros.

A Indulgência corresponde a um período de penitência pública. Uma indulgência de cem dias, por exemplo, referir-se-ia a cem dias de penitência pública. Hoje em dia, por não haver mais penitências públicas (a não ser em alguns lugares, como as Filipinas), as pessoas perderam de vista o referencial que era então usado, e a Igreja passou a classificar as indulgências apenas como plenárias (remissão total da pena temporal) ou parciais.

Para que uma indulgência possa ser recebida, porém, é necessário que sejam cumpridas algumas condições:

1 – Deve ter sido feito um exame de consciência rigoroso e minucioso, seguido de Confissão e subsequente absolvição sacerdotal, além de assistir a Missa completa e comungar.

2 – A pessoa que faz o ato indulgenciado deve ter absoluto horror aos pecados que cometeu e a firme intenção de não mais cometê-los.

3 – Ela deve ter em mente seu desejo de lucrar a indulgência associada ao ato enquanto o executa.

Dentre as ações indulgenciadas, havia algumas que podiam ser feitas de maneira indireta (o que foi proibido no século XVI, por haver uma compreensão errônea da doutrina por muitos). Um exemplo disso seria a participação financeira na construção de uma catedral. Ora, para que alguém lucre uma indulgência, é necessário que antes tenha se confessado. Para lucrar uma indulgência, portanto, a pessoa já deve ter sido absolvida da pena eterna de seu pecado, que a levaria ao Inferno.

Indulgências, portanto, nunca poderiam levar para o Céu alguém que por seus atos escolheu o Inferno.

Além disso, há a necessidade de que a pessoa tenha horror ao pecado cometido e firme intenção de não mais pecar. As indulgências não podem ser aplicadas aos pecados ainda a cometer, apenas aos já cometidos, e mesmo assim apenas nas condições expostas acima.

A indulgência é na verdade muito menos "indulgente" que a doutrina humana da garantia de salvação dos crentes independentemente dos pecados posteriores à sua conversão, pregada por Lutero.

Dificilmente isso poderia ser considerado venda de lugares no Céu!…

A Igreja Católica apoiou a escravidão no Brasil?

Claro que não!

A nossa história começa com uma congregação que anda muita na moda no meio esotérico de hoje: a Ordo Templi, a Ordem dos Cavaleiros Templários.

Os Templários eram uma congregação fundada no período das Cruzadas, com o fim de libertar a Terra Santa. Tratava-se de uma congregação de monges-guerreiros, que faziam voto de pobreza e castidade.

Surgiam os estados nacionais; as nações começaram a ter um governo único para cada nação, ao invés de centenas de pequenos nobres, cada qual com seu feudo. Nesse tumulto foi fechada por bula papal a Ordem dos Templários, acusada de crimes hediondos.

Muitos lucraram com o fim desta congregação , apossando-se de seus bens, que não eram poucos.

Já em Portugal, houve um estranho fenômeno: surgiu uma outra congregação, chamada a Ordem de Cristo. Esta congregação reuniu os templários ibéricos e os bens da congregação.

D. João III, Rei de Portugal, recebeu em 1522 o título de grão-mestre da Ordem de Cristo, título hereditário que garantia ao Rei direito de governo religioso. Com isso D. João estava em condições de apontar bispos e padres, sendo um pequeno papa em seu território.

Isso era chamado de Padroado.

Devido ao Padroado, a Igreja no Brasil pouca ligação tinha com a Sé de Roma. Os reis ignoravam o Papa, apontando bispos de sua preferência para as sés importantes, assumindo a coordenação de todo o aparato da Igreja. A Igreja no Brasil estava em mãos do Rei de Portugal.

Uma exceção eram os jesuítas, congregação fundada por Santo Inácio de Loyola, que não obedece ao ordinário local, apenas ao Papa. Os jesuítas na América do Sul fizeram um trabalho maravilhoso, procurando evangelizar os índios, acabando com o canibalismo, instituindo uma língua franca (o nheengatu, ou Língua Geral), formando em suma uma nação indígena que os portugueses respeitariam.

Por irem contra os interesses portugueses, impedindo a escravização dos índios, acabaram expulsos do Brasil por ordens do Marques de Pombal em 1759.

Quando falamos de Igreja no Brasil colonial, portanto, temos os jesuítas, fiéis ao Papa e à Doutrina da Igreja (que prega serem os índios livres por natureza, não podendo ser escravizados), e a Igreja sob o Padroado, aquela que não ouvia o Papa e obedecia ao rei e seus interesses.

Os jesuítas chegaram a fazer uma república democrática com os índios guaranis, posteriormente dizimados a mando dos reis ibéricos.

Exemplo do que é e sempre foi a doutrina da Igreja (não do Rei) pode ser encontrado nas encíclicas de Leão XIII LIBERTAS (liberdade) e CATHOLICAE ECCLESIAE (Igreja Católica); a primeira, endereçada aos Bispos do Brasil em 1888, faz um apanhado de toda a história da luta da Igreja contra a escravidão; a segunda, endereçada aos missionários africanos, mostra a importância da luta contra a escravização dos nativos.

Podemos afirmar sem erro que aqueles no Brasil que apoiavam a escravidão estavam na verdade levantando-se contra a Sã Doutrina da Igreja Católica e desobedecendo ao Papa.

A Igreja Católica matou milhares de judeus na Inquisição Espanhola?

Claro que não!

O problema, mais uma vez, é a submissão da Igreja ao Estado que surgiu na medida em que os estados nacionais se organizaram.

Quando, como ocorria na época, um rei passa a ter poderes sobre a ação da Igreja, sobre quem deve receber a sucessão dos apóstolos, a Igreja se vê de mãos atadas.

Naquela época o rei estava estendendo o seu poder muito além do que os reis anteriores haviam estendido; um interdito papal (proibição de ministério sacramental) não os teria parado, e provavelmente se isso não houvesse ocorrido a Igreja não estaria mais aqui.

A Inquisição foi feita por pessoas da Igreja, no sentido de terem as ordens sacerdotais e até episcopais, mas isso não quer dizer que ela tenha sido uma ação da Igreja.

As pessoas hoje, acostumadas com a separação de Igreja e Estado, tendem a considerar a Inquisição como uma espécie de prática de natureza religiosa e exclusiva da Igreja.

Ora, a Inquisição existiu tanto entre católicos como entre protestantes.

Todos os horrores da Inquisição foram perpetrados em nome de Cristo, mas ela não é o triste apanágio do catolicismo que a imprensa leiga faz crer.

Vejamos o caso da Inquisição da Espanha, por exemplo, que foi a mais virulenta dentre as católicas:

A Espanha havia sido território mouro (muçulmano) por 800 anos, sofrendo então retomada semelhante à de Israel pelos judeus após a segunda guerra.

A guerra da reconquista da Espanha foi enorme; todo o território que ia sendo recuperado aos mouros estava dividido em vários reinos, que em 1340 acabaram formando apenas dois: Castilha e Aragão.

Então se casaram Isabel de Castilha, dona de metade da Espanha e Fernando de Aragão, dono da outra metade.

Os dois começaram um programa para recolocar a Espanha de pé. Desde o tempo dos califas, a maior parte da administração era composta por judeus, que ocupavam ministérios e dominavam o mercado financeiro. Entre eles estava o grande sábio Isaac Abravanel, teólogo, pesquisador da Palavra de Deus, financista brilhante e antepassado do Silvio Santos.

Os judeus eram preferidos basicamente porque não eram muçulmanos, mas haviam vivido sob a dominação muçulmana, sendo pessoas cultas que já sabiam o funcionamento de um governo civil.

A Igreja na Espanha estava já naquele momento sob absoluta tutela do Estado, com regime de padroado (governo apontando bispos, etc.) e o escambau.

Quando já havia um certo número de jovens nobres espanhóis católicos preparados para assumir as funções de poder financeiro e legal, um movimento começou entre a nobreza espanhola para botar os judeus para fora.

Trata-se, portanto, de um movimento racista surgido entre a nobreza, movida por ganância de poder material. Era necessário, para eles, criar um sistema de apadrinhamento, perpetuando assim o seu poder em uma época em que não mais havia guerras para subir na vida. Eles tinham que passar a dominar os mecanismos do mercado e da administração pública, tirando-a dos eficientes judeus e colocando-os em poder de sua panelinha.

Isso foi feito através de leis civis que impediam o acesso de judeus a cargos de confiança (a rigor, qualquer cargo na administração pública). Muitos judeus então se converteram ao cristianismo nominalmente, apenas para poder continuar trabalhando.

Em 1481 foi apontado Torquemada como Grande Inquisidor, para descobrir os judeus que se haviam convertido mas não acreditavam na fé católica e seguiam o judaísmo às escondidas. É mais que evidente que isso não era causado por desejo de garantir que alguém fosse para o céu, mas sim por cobiçarem os nobres os bens materiais e a posição social dos judeus.

A população judaica que seguia a sua religião sofria com impostos cada vez maiores e outras medidas civis, mas não era tocada pela Inquisição, que só tem poderes sobre os batizados.

Como os bens do falso cristão iriam para a pessoa que o denunciasse, esta foi a forma de ascensão escolhida por muitos nobres de Espanha.

Até que, simultaneamente à conquista do reino mouro de Granada, em 1492, foi assinado um decreto expulsando os judeus da Espanha. Chegava a seu auge a perseguição iniciada pela gananciosa nobreza espanhola.

Desconfia-se, inclusive, que Cristóvão Colombo teria apressado a sua saída da Espanha por ser um cripto-judeu.

A partir de 1492, a coisa era simples: o judeu pego na Espanha perderia seus bens e seria expulso. O judeu convertido seria vigiado para ver se havia sido uma conversão real.

E o prêmio para o delator ainda estava de pé.

Ou seja: foi um crime? Foi.

Mas não foi um crime da Igreja. Toda a ação foi movida por ganância de poder da nobreza espanhola, que devido ao momento histórico tinha virtual controle da Igreja na Espanha.

Podemos dizer que a nobreza teoricamente católica da Espanha matou milhares de judeus, mas não que a Igreja Católica o fez.

Fonte:

RAMELHETE, Carlos. Três Perguntas e três respostas. Blog A Hora de São Jerônimo. Disponível em: http://hsj-online.blogspot.com/2011/04/tres-perguntas-e-tres-respostas.html Acesso em: 27 Abril 2011

Um pouca da ironia do Reinaldo Azevedo…


Depois que os homoafetivos leram estas palavras de Lewandowski — faço questão de repeti-las —, tomaram uma decisão histórica:

“(…) estão surgindo, entre nós e em diversos países do mundo, ao lado da tradicional família patriarcal, de base patrimonial e constituída, predominantemente, para os fins de procriação, outras formas de convivência familiar, fundadas no afeto, e nas quais se valoriza, de forma particular, a busca da felicidade, o bem estar, o respeito e o desenvolvimento pessoal de seus integrantes.”

Descobriram que a verdadeira “homoafetividade” é muito diferente da sujeira que junta “sexo, propriedade e procriação” — essas coisas que praticam os heterossexuais, vocês sabem, e que acabaram dando origem ao Estado e ao capitalismo, a todas essas coisas que nos oprimem. A verdadeira “homoafetividade” deveria dispensar a carne, abrindo mão de toda posse, inclusive a do outro, em nome da busca da felicidade.

Assim, comunidades gays decidiram montar templos nas montanhas em que os “homoafetos”, muito puros, pisando em nuvens, quase levitando, podem exercer essa forma superior de amor…

A coisa toda é de um ridículo incurável. A quantidade de bobagem que vai na imprensa a respeito é uma coisa espantosa! Parece que a homoafetividade é um neobudismo, alguma nova manifestação de ascetismo. Quando um homoafeto sente lhe ferverem os hormônios, começa a repetir algum mantra até passar a comichão…

No culto, uma visita ilustre


Por Jefferson Nóbrega

Minha proximidade com o Pastor José, levou-me a namorar sua filha. A jovem chamava-se Linda e fazia jus ao nome. Era uma morena de beleza rara, herdou os traços orientais de sua mãe, com um cabelo liso até a cintura e um sorriso cativante, ela me arrebatou. Confesso-vos um erro, depois de sua insistência, cedi e fui com ela ao culto comandado pelo pai. Agora sei como foi difícil para Adão resistir ao pedido de sua bela amada. Realmente as mulheres possuem um grandioso poder de persuasão.

Deixei-me levar pelo espírito relativista, vesti meu terno, e fui ao templo da Igreja do Povo Eleito.

O velho cinema, que agora é palco de um novo espetáculo, estava lotado, mas namorar a filha do chefe tem lá suas vantagens, tínhamos assim um lugar reservado no primeiro banco.

O culto começou tranquilo, foi lida uma passagem bíblica e o pastor José, começou a dar sua interpretação. Pensei comigo: “Errado devia ser São Pedro que disse que nenhuma escritura é de interpretação pessoal”. Mas, são meros detalhes que insisto em reparar. E a celebração seguiu em paz. Em certo momento ficou até monótona, achei estranho, nada de berros…

De repente, o bicho pegou!

Um senhor que estava sentado a nossa direita, começou a se contorcer, falar grosso e levantou completamente perturbado. Uma senhora atrás disse:
Vala-me meu padim padi ciço! Resquício de sua religiosidade natural.

O Pastor José olhou para o homem que agora gritava, e soltou um “viche maria”, nessa hora tive que sorrir. Pensei: “Até aqui a santíssima virgem deu o ar da graça”.

Mas, o negócio foi ficando cada vez pior, o homem estava completamente fora de si.

O Pastor gritou: É o Exu Caveira! Perguntei: Amor eles se conhecem? Ela comentou baixo: Acho que é mesmo o caveirinha… Você também conhece? Que intimidade é essa? Caveirinha…

Vá de retro em nome de Jesus! Gritou o Pastor. Nesse momento o possuído se acalmou. Mas, quem pensou que o combate ia ser mole enganou-se. Uma mulher que estava a nossa esquerda também surtou.

­Viche minha virgem santa! Dessa vez foi eu que gritei. Que se dane se é um culto de crente, fiz logo o sinal da cruz para garantir.

Agora o pastor falou: Se afastem que é a Pombagira!

Que diabos seu pai conhece todo mundo no inferno? Perguntei. Ela me beliscou e disse para não brincar com coisa séria!

Fizeram uma corrente de oração, centenas de crentes contra os dois possuídos. Novamente pensei: “Com Jesus e os apóstolos era mais fácil, era só mandar sair e o coisa ruim ia embora”. Os dois demônios não resistiram e fugiram. Acho que não aguentaram a baderna.

Saí de lá completamente transtornado, e Linda com raiva, pois disse que fiquei o tempo todo zombando de sua fé. Nossa relação já não estava lá essas coisas, senti que havia piorado ainda mais.

Mesmo assim, insisti e perguntei: Amor, isso acontece sempre?
Sim, acontece com certa frequencia.
Mesmo depois de expulsos eles voltam?
Voltam! Respondeu de forma ríspida.

Ah, então aquele lugar deve ter uma linha direta com o inferno, nunca vi sair tanto capeta em um lugar só!

Olha se você for ficar brincando com minha igreja é melhor nós terminarmos tudo…

Calma Linda! Não está mais aqui quem falou…

Você vai voltar no culto amanhã? Perguntou ela já mais calma.

Amanhã? Sinto te dizer, mas foi só uma visita. Se Deus quiser eu não volto mais lá.

­Mas, eu pensei que você aceitaria Jesus?

Meu bem, Jesus já aceitei a muito tempo, sou da única Igreja fundada por ele, o que não aceito é abandonar seu corpo místico!

Eu gosto muito de você, disse ela. Mas, não posso ficar junto com quem não é da mesma religião e ainda por cima critica ela.

Também gosto muito de você, mas minha fé não troco por nada nesse mundo.

Então, acho que é melhor terminarmos por aqui.

Também acho o melhor.

Fica com sua Maria! Disse ela com ironia.

Pode ter certeza que ficarei! Ah, manda uma alô pro Caveirinha quando ele voltar amanhã…

Líder do tráfico de drogas no Rio de Janeiro defende a proibição do comércio de armas


RIO DE JANEIRO – O líder do tráfico de drogas do Morro do Dendê (RJ) defendeu a realização de um novo plebiscito sobre a proibição da venda de armas no Brasil. A proposta foi originalmente apresentada pelo presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP).

Segundo o líder criminoso, Xaxim, o governo federal precisa urgentemente acabar com a possibilidade de o cidadão possuir uma arma legal. "Vai ficar armando a população pra quê? Quando a gente entrar numa casa ou num condomínio, alto luxo, e for assaltar uma galera, nego vai virar pra mim com 38, me dando tiro? É ruim, hein! Quem tem que ter arma é bandido e a polícia. A população não tem que ter arma", declarou o honorável bandido.

Confira a gravação da entrevista na íntegra: clique aqui

Lutero: um campeão da verdade!


I – A MENTIRA

Referindo-se a Lutero em "O Grande Conflito", Página 67, Capítulo 8: –

"UM CAMPEÃO DA VERDADE"

II – ONDE SE ENCONTRA ESTA MENTIRA

1. LIVRO de Ellen G. White "O GRANDE CONFLITO" – Edição Condensada – Casa Publicadora Brasileira – Tradução de Hélio L. Grelman – Edição sem data.

2. O GRANDE CONFLITOhttp://text.egwwritings.org/publication.php?pubtype=Book&bookCode=GC&lang=pt&pagenumber=67

III – A VERDADE

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A verdade transparece ao examinarmos esta frase de Lutero:

"Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana)." (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522).

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Mas quem foi Hartman Grisar? Um padre historiador!

"S. J." indica que se tratava de um padre jesuíta.

Quem estaria mentindo? Ellen White ou Grisar? A primeira diz que era um "CAMPEÃO DA VERDADE" e Hartmann diz que era "UM MENTIROSO".

Vamos, então, recorrer a um autor protestante – DE WETTE – Vejam a frase que atribui a Lutero:

“Para enganar e subverter o papado julgamos que tudo nos é lícito.” (De Wette. I, 478).

VALE TUDO?!!!!!!!!!!

Vale matar, vale roubar, sobretudo vale enganar, vale mentir etc

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