Onde está a autoridade?


Uma das principais diferenças entre católicos e protestantes reside na questão de onde está a autoridade. Enquanto os católicos aceitam a autoridade da Igreja e da Tradição, os protestantes afirmam que seguem apenas a Bíblia (sola Scriptura), e que cada crente tem a última palavra sobre a interpretação final em termos de preocupações de doutrina e prática (interpretação pessoal ou livre exame da Bíblia.)

Mas, para entender um pouco mais esta forma de pensar eu traduzi uma conversa fictícia entre um católico e um protestante apologista Dave Armstrong, que se reproduz em seu livro, “Mais evidências bíblicas para o catolicismo”:

Protestante (P): X é uma verdadeira doutrina, é verdade, porque está na Bíblia.

Católico (C): Segundo qual tradição denominacional?

P: A nossa …

C: Como você sabe que a sua tradição é a verdadeira e as outras são falsas?

P: Porque nós somos os únicos que têm a interpretação mais fiel da Escritura, pois somos os mais bíblicos.

C: Como você sabe que sua interpretação é mais fiel às Escrituras?

P: Por que nossa exegese é a mais harmoniosa e coerente com o texto e, portanto, o ensino mais claro da Bíblia.

C: Mas o resto das tradições protestantes afirmam a mesma coisa …

P: Devo dizer com grande respeito e amor que eles estão errados.

C: Como você sabe que eles estão errados? Se os protestantes não tem que ser tolerantes uns com os outros em suas “diferenças”, especialmente nos pontos “secundários”?, Mas você está chamando seus irmãos em Cristo “errados”

P: Eu sou obrigado, porque eles não conseguiram a correta hermenêutica e exegese, e eu devo ser fiel à verdade bíblica.

C: Mas como você sabe que eles falharam em seu método de interpretação?

P: Através da Bíblia e do estudo lingüístico, eo consenso dos estudiosos e comentadores.

C: Mas eu repito: Aos outros são dados os mesmos privilégios e competências.

P: Então, novamente eu digo: errado. Eles devem ter ficado cegos por seus preconceitos e pressuposições, ou até mesmo por seus pecados.

C: Como você sabe?

P: Porque eles chegaram a conclusões erradas sobre o que a Bíblia ensina claramente.

C: Francamente, o seu é um raciocínio circular. Mas mesmo aceitando a sua resposta eu pergunto: Como pode essa pessoa incauta e não buscadora da verdade escolher esta denominação como aquela que ensina a verdade sobre as Escrituras?

P: Olhando para aquele que é mais bíblica.

C: Não comece isso de novo (risos). Todos afirmam ser.

P: Bem, então, aquela que é apostólica e tem raízes nos primórdios da Igreja.

C: Então os pais devem ser estudados a fim de determinar quem é a verdadeira tradição apostólica?

P: Sim, eu acho.

C: Mas se você achar que a grande maioria dos pais tinha uma posição em qualquer doutrina contrária à sua posição?

P: Então, eles estavam errados sobre esse ponto.

C: Como você sabe?

P:Por que estudo as Escrituras

C: Então, quando tudo estiver dito e feito, é irrelevante o que a Igreja cristã ou os pais ou a Igreja tem acreditado em toda a história?

P: Não completamente, mas devo julgar se o que eles alegaram está em conformidade com a Bíblia.

C: Então você tem a última palavra e, portanto, é o árbitro final de cada tradição e da doutrina cristã?

P: Bem, se você quiser colocá-lo dessa maneira, sim.

C: Não é arrogante?

P: Não tanto quanto um papa e um grupo de pessoas mais velhas com chapéus vermelhos e vestido, me dizem o que acreditarr (risos)

C: Então você se faz o árbitro final de cada doutrina cristã, e objeta o Papa que faz um pronunciamento infalível a cada cem anos ou mais? É irônico! Sem dizer que isso te faz uma espécie de ” Super Papa “

P: Você diz que quiser, mas nós o chamamos o primado da consciência individual.

C: Então você acha que sua própria opinião individual e “consciência” é superior à combinação do consenso de centenas de anos da história da igreja, os pronunciamentos do papa, a tradição da igreja e concílios ecumênicos …

P: Sim, porque se uma doutrina não é bíblica, por isso deve denunciar qualquer tradição dos homens, que é o caso.

C: Mas como você sabe que é uma tradição humana?

P: Por que não concordam com a Bíblia ….

C: Com base em que tradição denominacional?

P: A nossa …

C: Eu vou embora, já estou ficando com uma dor de cabeça …
Uma discussão similar há algum tempo atrás eu com um protestante e foi muito frustrante ver como ele não podia sair desse círculo vicioso. No seu caso particular, era completamente inconsciente da diferença entre a Escritura e sua interpretação. Para ele, o que ele achava da Bíblia foi o que ela disse, e quem é interpretava de forma diferente estava errado e ponto, seja por não estudar o suficiente,por não ter o Espírito Santo, ou ser cegado pelo pecado, por ter ” herdado” preconceitos do catolicismo romano, e etc. Foi também curioso vê-los citar eruditos: Se o que eles disseram foi em conformidade com o que ele alegou, sua opinião foi válida, mas se não, uma maldição.

Depois de tudo o que temos é o que se poderia chamar de “cafeteria do cristianismo”: Cada pessoa escolhe quais as doutrinas querem acreditar, toma dali e daqui igual ao consumidor com seu carrinho de compras passa através das prateleiras do supermercado e comprar o que quiser nas quantidades que preferir.
Escusado seria dizer que esta posição acaba por ser só inviável para alcançar a unidade doutrinária que exige a Igreja de Cristo (1 Coríntios 1.10), mas que ela não é bíblica por negar a autoridade instituída por Cristo na Igreja (Lc 10, 16) como administradora dos mistérios de Deus (1 Coríntios 4.1).

Não admira que este pensamento foi soprado ao protestantismo em grupos cada vez menores para gerar milhares de denominações. Ainda hoje é possível encontrar diferenças entre as denominações semelhantes diferenças extremamente grave. Existem Igrejas Luteranas e Presbiterianas que apóiam o aborto e outras não, o casamento gay há alguns que apóiam outros não, o que não nada senão é apenas um sintoma de como a corrupção penetrou profundamente na não só em suas praticas mas em suas doutrina (não podemos descrever de outra forma os que concordam e justificar o assassinato de bebês em gestação e a sodomia.)

Devo dizer que os cristãos da Igreja não são invulneráveis a riscos que destes modos de pensar, aí encontramos mais e mais “católicos”, com um pensamento semelhante em muitos pontos dos protestantes e rejeitar a autoridade da Igreja, mesmo sobre a doutrina fundamental. Há uma abundância dos católicos de frente “progressista” publicamente negando dogmas, bem como “lefebvrianos” direta ou veladamente discordando de um Concílio Ecumênico, pregando o congelamento da tradição e rejeitando o ensinamento da Igreja de hoje com base em sua própria interpretação da tradição do passado.

Para todos estes casos, se não quisermos sofrer o destino protestantes e imerso na idolatria da consciência individual, não há outro jeito, se não a professar a fé da Igreja integra e absoluto.

Fonte: apologeticacatólica.org

Tradução: Rafael Rodrigues

Atenciosamente,
Moisés Gomes de Lima
"A concórdia não é uniformidade de opiniões, mas concordância de vontades" (S. Tomas de Aquino).

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Bancada Cristã exige demissão do ministro da Educação

Cardeal Ouelet: cristãos perseguidos no mundo


Cardeal Ouelet: cristãos perseguidos no mundo

via SUBSÍDIOS LITÚRGICOS SUMMORUM PONTIFICUM de MOVIMENTO LITÚRGICO BENEDITIANO em 23/05/11

Montevidéu, 23 mai (RV) – O Prefeito da Congregação para os Bispos, Cardeal Marc Ouellet, expressou sua preocupação pela perseguição contra os cristãos no mundo, especialmente no Oriente Médio, pois “nunca houve tantos mártires cristãos”. “É assombrosa a quantidade de religiosos, bispos, sacerdotes que são assassinados ao longo de seus ministérios, isso é muito preocupante”, disse o Cardeal ao jornal uruguaio “El Pais” neste fim de semana.

O prelado disse ainda que no Oriente Médio a situação “é muito difícil. As condições de guerra fazem com que os cristãos fujam, e notamos com muita preocupação que o Meio Oriente vai se esvaziando de cristãos. Isso não é um progresso nem mesmo para a cultura local, o cristianismo é uma força de paz e esperança”, afirmou.

O também Presidente da Pontifícia Comissão para a América Latina (CAL) se expressou contra as guerras porque não ajudam às relações geopolíticas e a relação entre o ocidente e o mundo islâmico.

“Qualquer guerra faz com que o mundo islâmico satanize o ocidente como se fosse seu inimigo. As ações de terrorismo levam a identificar uma religião com o terrorismo, a uma simplificação que deve ser evitada. A religião muçulmana não é terrorista, é uma crença que implica uma relação positiva com Deus. Evidentemente há fanáticos que se aproveitam da religião e fazem terrorismo em seu nome, isso não é religioso, ao contrário é blasfema”, assinalou.

Nesse sentido, o Cardeal Ouellet se mostrou cético de que a morte da Osama Bin Laden ajude na luta contra o terrorismo islâmico, porque o Al Qaeda é uma organização “que deve ter outros chefes”.

“Há lutas para controlar riquezas mundiais, deve-se procurar equilíbrios e justiça. Os chefes de Estado devem estar mais atentos à miséria. Temos o desenvolvimento das tensões dentro do mundo islâmico, isso é grave e não é vantagem para nós. Se explodir uma crise no mundo islâmico é pior para o planeta”, advertiu.

O Cardeal afirmou ainda que não há contradição entre a fé cristã e a ciência, e que todo descobrimento científico é bem-vindo. “Isso não faz retroceder a fé”, indicou. “No campo da teologia se pode desenvolver conhecimento mas se ao mesmo tempo não cultiva uma relação pessoal com Deus através da oração, os conhecimentos podem não fazer progredir o indivíduo”, explicou.

Finalmente, destacou os aspectos positivos da globalização e afirmou que “a Igreja globaliza desde o começo”, pois “Jesus Cristo é o maior globalizador, é quem dá à humanidade sua unidade”. (SP)

Fonte: Radio Vaticano

Coisas que você pode fazer a partir daqui:

Maçonaria – um pouco mais de história.


Basta dizer-vos que à Maçonaria, verdadeira synagoga de Satanás, como admiravelmente caracterisou-a o imcomparável Pio IX, applica-se perfeitamente o que do demonio dizia Tertuliano: Nas sombrias cavernas de seus templos, imita ela as ceremonias dos nossos Sacramentos divinos; baptiza os que crêem em sua doutrina; promette-lhes a remissão dos peccados; confere-lhes funcções sacerdotaes; imprime-lhes na fronte o signal da confirmação; celebra a oblação do pão; e como pontifice supremo adminstra-lhes o matrimônio. D. Vital – 1875¹

A temática da franco-maçonaria é uma seara herética vasta, onde se cruzam o ódio contra a Igreja Católica e as aspirações à formação de um república universal. É a franco-maçonaria a oniciente, latente, instituição que permeia os governos republicanos e os golpes que o elevaram; é ela a responsável por induzir populações em número astronômico a amar a desvirtude e a depravação. A hidra astuta responsável pela calamidade do oriente voltado à teologia é a Maçonaria. E ninguém mais experimentou desafia-la do que D. Vital de Olinda, obtendo como resultado uma perseguição implacável dos mesmos maçons.

A astúcia já mencionada é algo inerente à maçonaria, dado que ela em seus três – quatro séculos se aprofundou no mecanismo de enganar nações e governos e de tomar o poder sem ao menos uma grande parcela suspeitar. Ela fora a responsável por criar órgãos de alcance global – a ONU – que hodiernamente ditam e desditam no campo político, militar e social. E tal qual ressalta D. Vital, sua unidade difere daquilo que se entende por centralização, constituindo-se cada Grande Oriente como máxima divisão em cada nação:

E pouco importa que ela se subdivida em mil sociedades mais ou menos secretas, mais ou menos revolucionarias, mais ou menos ímpias, tomando diversos nomes, segundo as circunstancias de tempo e lugar. Não é porque se denomine carbonaria, Iluminismo, Joven Itália, Joven França, Joven Alemanha, etc., que ela deixa de ser essencialmente a mesma. Ninguém ha aqui que ignore que essas associações diversamente intituladas são uma e a mesma cousa, são vergônteas de um só tronco, ramos da grande arvores maçônica. (ibid)

Sua fachada atual é ridícula mas ao mesmo tempo enganadora: ser um espaço de debates e uma presente (mas não manifesta, como certa vez disse Arnóbio Viana²) e benemérita sociedade. "Com quanto afirmem alguns maçons que a Maçonaria se não envolve em religião nem em política, por lhe ser isso vedado pelas suas constituições, nada todavia é menos verdade que semelhante acerto [de que o fim da mesma é o de destruir a igreja]. Provam-no os próprios escritores mais abalisados e fidedignos da seita." (complemento nosso) ³. Então, que não se espera de tal sinagoga que ela venha a reverberar quais são suas intenções, pois, a partir de seu longo aprendizado ela desenvolveu todo um discurso que visa enganar não somente pequenas unidades mas grande parcela daqueles que se colocarem por debaixo de suas compridas asas.

Sua missão vai além de simplesmente açambarcar a população do mundo, pois, ainda que o faça seria necessário o controle cultural e familiar destas; mas, para quem empreende tamanho colosso, este último adendo é complemente frívolo. É por isso que desde o séc. XIX (isso no Brasil) ela se empenhou em tornar as damas tradicionais em pervertidas garotas e transformar as famílias em núcleos bastardos, cuja presença de um pai ou uma mãe não seria mais necessário. Ora, ligado a isto temos a premissa de que a separação deve ser um direito segundo os maçons, algo veementemente combatido pela Igreja, dado que o que Deus une o homem não pode separar. Percebe-se, pois, uma verdadeira antípoda que é a franco-maçonaria, invertendo todo o bom e suave julgo de Cristo por um arcabouço satânico: se antes tínhamos famílias estruturadas, interessa à maçonaria a quebra da organização social para assim criar o caos; se tínhamos com a Igreja a defesa da monarquia como o mais salutar e idôneo sistema de governo, agora teremos com a franco-maçonaria a confusa e contraditória república ao estilo francês (afinal, é lá onde ocorre a "grande revolução das luzes").

Um primeiro escolho, "defeito" encontrado pela maçonaria para derrubar a Igreja é sua centralização no Vaticano, além, claro, da devoção que na época a grande maioria dos católicos tinham à ponto de dar a vida para o Santo Padre:

"Ora, pois, para assegurar um Papa como nós queremos, deve-se-lhe adaptar uma geração digna do reinado que imaginamos. Deixai de lado a velhice e a idade madura: ide à mocidade, e , se possível fôr, até a infância." 4

Nada melhor do que, para uma projeção futura, a conquista dos jovens para os antros disfarçados da maçonaria. Não foi de outro modo que eles adentraram no Vaticano… fora somente a partir do arrebanhamento dos jovens padres, ambiciosos para galgar posições, que a maçonaria conseguiu pairar por sobre a seara petrina e lançar as bases do que seria uma nova Igreja. Alias, não é possível, nem na terra nem no espaço, que tantas depreciações e tamanhos erros – grotescos erros – sejam cometidos sem a mercê de uma instituição que saiba manipular. O ápice desta tática? O Concílio Vaticano II, pois, como já demonstrado, tanto S.S. João XXIII como S.S. Paulo VI já haviam adentrado na pérfida seita, nem ao menos se furtando à manifestar tal heresia quando da confecção de anéis, crucifixos e etc. com símbolos judeus incorporados pela maçonaria e apertos de mão próprios da satânica sinagoga.

Não cabe à maçonaria que seu complexo axioma seja incorporado pelos jovens. Não, deve-se alimenta-los com poesias e literatura esdrúxula, a fim de que os mesmos tomem para si um discurso de liberdade, igualdade e fraternidade. Os últimos desconhecendo o real perigo de adentrar em tal redil diabólico, nem desconfiam que as leituras não-analisadas pela igreja são maneiras curtas e abruptas de ascender à maçonaria: é a arte de disfarçar o real por meio de palavras dúbias, arte aprendida pelo Concílio Vaticano II. Era, portanto, um grave dever para os militantes maçônicos (alias, ainda o é) introduzir no vocabulário do jovem não só termos considerados perigosos, mas também palavrões e libidinosidade; enfim, introduzir a gramática seleta de Satanás.

É evidente que tamanha reviravolta na história da igreja possui seus rebeldes – no sentido de insurgirem contra as novidades modernas mencionadas por Pio IX e Pio X – e um deles era D. Vital. Tão bem compreendia sua posição, que na época a Santa Sé o recebeu com viva alegria, rememorando-se de passagem o excepcional "Mio caro Vital" dito por Pio IX quando da chegada do primeiro em Roma. A reação contra D. Vital fora imediata, recebendo estranhas respostas dos demais bispos do nordeste, bispos estes que já haviam sido introduzidos no segredo maçônico e que tão logo espernearam à D. Pedro II em detrimento de D. Vital.

Sobre D. Pedro II, sua máxima era que os demais reconhecessem sua soberania, e, quando D. Vital afirmou que também a casa real era ligada intrinsecamente aos maçons ele reagiu de maneira enérgica. Ainda não se sabe bem se era D. Pedro II ainda ligado à maçonaria quando de sua maioridade, dado que ele havia sido um iniciado por fomento do estrategista tutor, José Bonifácio de Andrade e Silva, emblemático maçom; sabe-se, contudo, que sua criação fora feita em moldes maçônicos e suas práticas exalavam vapor revolucionário. Ora, ele mesmo confessara diversas vezes que admirava a república maçom dos EUA e que por ele teria sido um presidente e não um monarca. Era ele um nato admirador da liberdade de imprensa – que tão mal veio trazer ao país – e também um grande manipulador da Igreja com o regime do Padroado – ou Patronato em espanhol -. Não à toa, suas atitudes receberão uma negativa da Santa Sé, enviando a última uma ressalva contra suas deliberações.

Aliado a tudo que fora dito, temos a semeação do ódio contra a figura do sacerdote, alias, não só ódio como também a semeação da mudança do que ele representa: não mais será ele o único elo entre os homens e Deus, desde que somente ele possui o sacramento da ordem que lhe garante o contato divino e as faculdades para realizar o Santo Sacrifício; agora, é o sacerdote somente um congregador da "assembléia", devendo ser sua incumbência a de coordenar as orações e somente guiar de maneira tênue a vida na "comunidade". O que lembrar neste momento? Claro, do Concílio Vaticano II, responsável por destruir o que até então era o sacerdote, tornando-o pessoa dispensável para a coesão da sociedade, membro opcional do rebanho cristão.

A doutrina dos maçons é muito semelhante ao da Igreja, tendo eles iniciação (o que seria o batismo e o crisma na Igreja Católica), livro "sacrossanto" próprio (a Constituição de Anderson, enquanto na Igreja Católica é a Bíblia), sacrifícios e etc. Mas nada, definitivamente, se compara ao culto da natureza que a maçonaria fomenta e promove com o gnosticismo e o naturalismo, tendo-se uma idéia ou construção mental do que seria Deus totalmente adversa ao que realmente é. Se antes existia a trindade para os católicos, o ideal dos maçons é destruir tal premissa que eles consideram absurda. É o culto da natureza – algo bem exposto nos anais da revolução francesa – que será a principal temática nos estudos maçons, aliando a isso uma falsa concepção de racionalismo que transforma os aprendizes em verdadeiras bestas, animais sem escrúpulos que não sabem o significado de palavras caras aos cristãos, como por exemplo Piedade e Tradição.

Esta concepção de Fraternidade maçônica, em que a verdade é relativa e quaisquer seita fundada em esquinas onde até então funcionavam antros de perdição possui ela em plenitude, é a mesma fraternidade incorporada pelo Vaticano II. É impossível conceber tal idéia no catolicismo pré-conciliar, pois, só existe uma promotora da salvação que é a Igreja Católica Apostólica Romana; como então querer criar amizades e laços com seitas e "igrejas" que promovem a perdição e o mal? Somente é possível isto na mente do católico modernistas e liberal (ou maçom). Claro que existe a verdadeira fraternidade que é aquela cujo fim é a conversão, mas tal fraternidade maçônica extrapola todos os significados que são possíveis à verdadeira Fraternidade, pois, reside no fato de querer tornar solúvel óleo em água – Erros na Igreja Católica – tal concepção de Fraternidade.

Devemos nos livrar, para nossa salvação, desta simbiose de erros e venerações à Satanás que a franco-maçonaria promove, embora possamos sofrer diversos revezes com tal contestação, tal qual a Maçonaria perpetrou contra D. Vital. É uma responsabilidade católica alertar seus irmãos contra os maus presentes em todo meio e levar-lhes à santidade, tão aspirada pelos seguidores de Nosso Senhor Jesus Cristo.

________

¹ – Cf. OLIVEIRA, Vital Maria Gonçalves. A Maçonaria e os Jesuítas – Instrucção pastoral. – Rio de Janeiro: Tipografia do Apóstolo, 1875. pp. 30-31.

² – Em discurso proferido na Câmara municipal de Solânea, por ocasião do aniversário de fundação de 40 anos da Loja Maçônica José Pessoa da Costa.

³ – Cf. OLIVEIRA, Vital Maria Gonçalves. A Maçonaria e os Jesuítas – Instrucção pastoral. – Rio de Janeiro: Tipografia do Apóstolo, 1875. p. 23.

4 – Ibid. p. 17.

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A história do protestantismo


Hoje vamos revelar o que é o Protestantismo,

de onde vem, quem o fundou, o que alguns tem escondido,

restaurando a verdade que a má fé tem distorcido.

 

Foi no século 16 que essa fé apareceu,

em terras da Alemanha onde cresce o povo ateu,

que fez duas grandes guerras e matou muito judeu.

 

Lutero, monge católico
antes de se rebelar,
viu que um monge safado
cobrava pra perdoar
desobedecendo o Papa,
querendo avacalhar.

 

Lutero fez umas teses para o Papa defender,

o cobrador foi punido, de desgosto foi morrer,

Lutero ficou famoso,começou aparecer. 

 

Juntou-se com os burgueses, ia pra devassidão,

pegou doença venérea,bebia que só o Cão.

Começou zombar do Papa fazendo agitação.

 

Por dois anos foi chamado pra disso ter o perdão,

mas queimou em arruaça toda essa convocação

e fundou por conta própria a sua religião.

Era o Protestantismoa fé que ele inventou,

pra dividir a de Cristo que numa cruz suspirou.

Era a vez de um cachaceiro se passar por redentor.

Dizia, nessa eu mato quantas pessoas quiser,

mesmo assim eu estou salvo porque só basta ter fé.

Quem quiser se batizar luterano agora é.
 

Dos mandamentos de Deus tirou o “não matarás”.

Só falava em matar à espada seus rivais,

sempre a pronunciar o nome do Satanás.

Foi Lutero quem botou na cuca dos alemães

que judeu tem que morrer, lhe tomar a possessões.

Mais tarde veio o Nazismo dizimando seis milhões.

Aliado a devassos príncipes da região,

Lutero roubou igrejas para fazer pregação

e casou-se com uma freira que não valia um tostão.

Tanto insultou o Papa que findou excomungado.

Insuflou os camponeses, fez um fuzuê danado,

que os burgueses seus amigos ficaram desconfiados.

 

Ele então pra corrigir a confusão que criou,

ordenou que dizimassem quem de trabalhar parou,

mataram mais de 100 mil porque Lutero mandou.

A Bíblia ele pegou fez a sua tradução

distorceu três mil palavras, em meio a profanação,

ele tirou sete livros negando a inspiração.

Já a carta de Tiago ele cogitou tirar,

o livro de Apocalipse vivia à criticar,

até pros dez Mandamentos ele disse é bom cegar.

Vez em quando ele pensava: “Será que tô com razão?

Ou será que tô levando pro inferno a multidão?”

E seguiu plantando ódio e fazendo divisão.

E já tendo seis esposas começou a ter visão,

Satanás aparecia sempre lhe dando instrução,

dizendo tire a Missa da sua religião.

Num debate teológico Johann Eck o derrotou;

Erasmo de Roterdã de falsário lhe tachou;

seus escritos, disse Zwinglio, foi Satanás que ditou.

Certa vez ele cansado de escrever tanta instrução

jogou o vidro de tinta justo na cara do Cão,

a parede foi melada guardando a comprovação.

Ele chamava “Reforma” a igreja que inventou.

Se reforma o que existe, no seu caso ele criou.

Com esse papo malandro muito tolo ele enganou.

Chamou Cristo de “adultero” e de Deus fez gozação.

Disse que Deus era “estúpido” e Jesus um beberrão.

Ansiava morrer logo pra ir viver com o Cão.

Lutero, Melanchton, e Bucero, protestantes,

só para satisfazer príncipes simpatizantes

pregaram a poligamia que Jesus proibira antes.

O jurista Carpzov que era seu seguidor,

pegou vinte mil mulheres e na fogueira queimou

dizendo que eram bruxas e disso se orgulhou.

O Calvino e o Zwinglio começaram se afastar

pra fundar suas igrejas e cada vez dispersar.

O líder anabatista Lutero mandou matar.

Luteranos incitados pela sua pregação

fizeram um saque a Roma matando a população,

estupraram, esfaquearam de criança a ancião.

Quando o rei Henrique oitavo quis de novo se casar

já tendo sido casado viu o Papa lhe barrar,

correu pra ser protestante, outra igreja foi fundar.

E mandou matar os padres na fogueira ou enforcado,

obrigou todo católico ser protestante forçado,

se apoderou das igrejas sobre o sangue derramado.

Um milhão morreu de fome no exílio que ele impôs.

Na Escócia quem foi padre não podia ser depois

e os bispos da Suécia mandou degolar os dois.

 

Calvino matou quinhentos em Genebra, cozinhados.

O Dr. Miguel Servet por ele morreu tostado

e proibiu jogo e dança dizendo que era pecado.

A fogueira protestante não teve comparação,

na Inglaterra queimaram as bruxas de multidão.

Na Suécia até criança queimaram sem dar perdão.

No Brasil, os Calvinistas chegando pra esse lado,

encontrando os Jesuítas matou tudo degolado,

Inácio de Azevedo morreu rezando espetado.

Também em Canguaretama e São Gonçalo do Amarante,

houve uma grande chacina feita pelos protestantes,

dizimaram cem católicos, dois padres e seus orantes.

Zwinglio disse que Lutero é boca de Satanás.

Lutero odiava Zwinglio, a Calvino e tem mais:

o rei Henrique oitavo os via como rivais.

Lutero desesperado vendo a coisa desandar

previu que cada cabeça uma igreja ia fundar.

Vendo a sua esvaziar-se começou a praguejar.

E a fraqueza de Lutero começava dar sinais,

sua igreja de areia caía nos vendavais,

a vida de excomungado já não agradava mais.

 

Após se embriagar lamentando seu destino,

Lutero morreu botando pra fora os intestinos,

foi assim que teve fim esse blasfemo assassino.

 

Os protestantes herdaram dele a dissimulação,

hoje vendem suas mortes como da Inquisição,

pondo a culpa na Igreja fazendo uma distorção.

Inquisição não é morte, era uma indagação

feita somente a católico com fé em contradição.

A Igreja ou perdoava ou lhe dava excomunhão.

Hoje o Protestantismo é quem mais produz ateu.

Onde ele liderava A Igreja o bateu.

Os países miseráveis por enquanto é ninho seu.

Durkheim diz: entre os credos do mundo e por região,

na taxa de suicídio o protestante é campeão.

O cordel aqui termina com essa revelação.

 

Fim.
.
Fontes pesquisadas:

1. Funk Brentano,Conversas a Mesa Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 – R.J.- Propôs de Tables – no. 1472, ed. De Weimar II.107

2. Why the Jews? The reason for anti-Semitism [Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.)

3. Benedict Carpzov, Practica Nova Rerum Criminalium Imperialis Saxonica in Tres
Partes Divisão, Wittenberg, 1635.

4. ( Westminster Review, Tomo LIV, p. 453 )

5. (Carta a Melanchthon, 1 de agosto de 1521 (American Edition, Luther’s Works, vol. 48, pp. 281-82, editado por H. Lehmann, Fortress, 1963).

6. A Reforma Protestante, Pgna 203, 7ª edição, em IRC. 1958.

7. B. Bekker, De betoverde wereld, Amsterdã, p. 576-587; trad.: Le monde enchaté, 6 vols. Paris, 1964.

8. Pfanneri. Hist. Pacis Westph. Tomo I e seguintes, 42 apud Doellinger Kirche und Kirchen, p. 55.

9. Luigi Giovannini e M. Sgarbossa in Il santo del giorno, 4ª ed. E.P, pg 224, 1978.

10. “História do anti-semitismo”, de Leon Poliakov.

11. VEIT, Valentim, História Universal, Livraria Martins Editoras, SP, 1961, Tomo II, pp. 248-249.

12. Henry Charles Léa, A History of the inquisition of the Middle Ages, 3 vols. Nova Yorque, Happer, 1888, principalmente vol. I, pp. 137ss; tradução de Salomon Reinach, Historie de L’Inquisition au Moyen-Áge. Ouvrage traduit sur l’exemplaire revu et corrigé de l’auter, 3 vols., Paris, 1900-2 vol. 3.

13. Durkheim, 1982:115
http://www.webartigos.com/articles/3752/1/suicidio/pagina1.html

Martinho Lutero sobre os crucifixos


Martinho Lutero sobre os crucifixos, imagens de santos e o Sinal da CruzArtigo traduzido do livro Martinho Lutero: Analise Crítica Católica e Louvor. Contem uma série de citações de Lutero a respeito do crucifixo e imagens.

CRUCIFIXOS

O costume de segurar um crucifixo diante de uma pessoa que esteja morrendo tem mantido muitos na comunidade Cristã e permitiu-lhes morrer com uma Fé confiante no Cristo crucificado. (Sermão sobre João, Capítulos 1-4, 1539; LW, Vol. XXII, 147)

Foi uma prática boa segurar um crucifixo de madeira diante dos olhos dos moribundos ou pressionar nas mãos deles. Isto trouxe o sofrimento e a morte de Cristo a mente, e confortava os moribundos. Mas para os outros, que arrogantemente se basearam em suas boas obras, entraram num céu que continha um fogo crepitante. Pois eles foram afastados de Cristo e falharam em impressionar a Paixão e morte vivificante de Jesus, em seus corações.(Sermão sobre João, Capítulo 6-8, 1532; LW, Vol. XXIII, 360)

Quando eu escuto falar de Cristo, uma imagem de um homem pendurado numa cruz toma meu coração, assim como o reflexo de meu rosto aparece naturalmente na água quando eu olho nela. Se não é pecado, mas sim bom em ter uma imagem de Cristo em meu coração, porque deveria ser um pecado de tê-lo em meus olhos? (Contra os Profetas Celestiais, 1525; LW, Vol. 40, 99-100)

IMAGENS E ESTATUAS DE SANTOS

Agora, nós não pedimos mais do que gentileza em considerar um crucifixo ou a imagem de um santo, como testemunha, para a lembrança, como um sinal, assim como foi lembrado à imagem de César. (Contra os Profetas Celestiais, 1525; LW, Vol. 40, 96)

E eu digo desde já que de acordo com a lei de Moises, nenhuma outra imagem é proibida, do que uma imagem de Deus no qual se adora. Um crucifixo, por outro lado, ou qualquer outra imagem santa não é proibida. (Ibid., 85-86)

Onde, porém, imagens ou estatuas são produzidas sem idolatria, então a fabricação delas não é proibida.

Meus confinadores devem também deixar-me ter, usar, e olhar para um crucifixo ou uma Madonna… Contanto que eu não os adore, mas apenas os tenha como memoriais. (Ibid., 86,88)

Porém, imagens para memoriais e testemunho, como crucifixos e imagens de santos, são para ser tolerados… E não são apenas para ser tolerados, mas por causa do memorial e  testemunho eles são louváveis e honrados… (Ibid., 91)

SINAL DA CRUZ

Oração da Manhã

De manhã, quando você levantar, faça o sinal da santa cruz e diga:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém…

À noite, quando fores dormir, faça o sinal da santa cruz e diga:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

(Pequeno Catecismo, 1529, Seção II: Como o Chefe da Família Deve Ensinar a Sua Família a Orar Pela Manha e Noite, 22-23)

Assim se originou e continua entre nós o costume de dizer a graça e retornando graças às refeições, e outras orações de manhã e à noite. Da mesma fonte veio a prática com crianças de benzer-se a visão ou audição de ocorrências aterrorizantes… (Grande Catecismo, 1529, O Segundo Mandamento, seção 31, p.57)

Se o diabo coloca na sua cabeça que em você falta a santidade, a piedade e o merecimento de Davi e por essa razão não podem ter certeza que Deus escutará você, faça o sinal da cruz e diga a si mesmo: “ Deixe ser piedosos e dignos aqueles que serão!! Eu sei com certeza que eu sou uma criatura do mesmo Deus que criou Davi. E Davi, independente de sua santidade, não tem um Deus nem melhor nem maior do que eu.” (Salmo 118, LW, Vol. XIV, 61)

Se você tiver um poltergeist ou espírito tocando em sua casa, não vá e discuta sobre isso aqui e ali, mas saiba que não existe um espírito bom ao qual não procede de Deus. Faça o sinal da cruz quietamente e confie em sua fé. (Sermão do Festival da Epifania, LW, Vol. 52, 178-79)

BIBLIOGRAFIA E FONTES PRIMÁRIAS

Grande Catecismo, 1529, traduzido por John Nicholas Lenker, Mineapolis: Augsburg Publishing House, 1935.

Os Trabalhos de Lutero (LW-Luther’s Work), Edição Americana, editado por Jaroslav Pelikan (volumes 1-30) e Helmut T. Lehmann (volumes 31-55), São Luis: Concordia Pub House (volumes 1-30); Filadelfia: Fortress Press (volumes 31-55), 1955.

Armstrong,  Dave. Martinho Lutero sobre os crucifixos, imagens de santos e o Sinal da Cruz. [Traduzido pela colaboradora Ana Paula Livingston]. Disponível em: http://socrates58.blogspot.com/2008/04/martin-luther-on-crucifixes-images-and.html

 

tradicao-catolica Sobre o Dep. Gabriel Chalita


De: tradicao-catolica [mailto:tradicao-catolica] Em nome de Ivanaldo Santos
Enviada em: segunda-feira, 16 de maio de 2011 19:46
Assunto: [tradicao-catolica] Sobre o Dep. Gabriel Chalita

Prezados (as):

Não quero entrar em discussões inúteis, como, por exemplo, a origem do patrimônio do Deputado Federal Gabriel Chalita. Essas discussões não velam nada. No entanto, é público e notório 3 coisas:
1. Gabriel Chalita é um político que sempre se apresentou como “político católico”.
2. Foi eleito deputado federal com a maior votação no Brasil. Votos, que, na sai grande maioria, vieram do público católico.
3. É um político que tem grande prestígio junto ao povo católico. No Nordeste, por exemplo, se Gabriel Chalita fosse candidato a Governador, provavelmente seria eleito, devido sua grande credibilidade.
Por causa disso, é preciso fazer algumas sérias observações sobre o Deputado Federal e político católico Gabriel Chalita:
a) Até o presente momento ele tem tido uma participação medíocre no Congresso nacional. Esperava-se mais seriedade do político católico “campeão de votos do Brasil”. Até agora ele não se pronunciou ou apresentou algum projeto sobre temas de suma importância, como, por exemplo, o ensino religioso, o aborto e a união homossexual.
b) No tocante a união homossexual, o Deputado Federal Gabriel Chalita é uma voz muda, que não diz nada. Ele se quer fez um pronunciamento sobre a decisão do STF.
É importante discutirmos sobre a atividade do Deputado Federal Gabriel Chalita. De um lado, ele se apresenta como sendo uma “voz da Igreja”. Além disso, o governo federal, a esquerda e o PT, costumam procurar Gabriel Chalita como sendo um “interlocutor sério” para tratar de temas de importância nacional. Temas que, geralmente, envolvem a boa fé do povo brasileiro. Do outro lado, como anda sendo divulgado na grande mídia, o Deputado Federal Gabriel Chalita deseja ser candidato a prefeito da cidade de São Paulo. Mais uma vez ele pretende se apresentar como sendo o interlocutor que fala em nome da Igreja e do povo cristão. Por tudo isso, é preciso interpelar o Deputado Federal Gabriel Chalita. É preciso saber claramente se o Gabriel Chalita é, realmente, um político católico ou é mais um político mentiroso e falastrão. Precisamos saber se Gabriel Chalita está realmente do lado da Igreja, de Cristo e do Evangelho ou se ele é apenas
mais um político carreirista, que só deseja novas e eternas eleições. É tempo de sabermos qual a real posição de Gabriel Chalita. É tempo dele sair de “cima do muro” e tomar posições mais condizentes com a doutrina da Igreja. Vamos todos enviar e-mails ao Gabriel Chalita para saber qual sua real posição. O e-mail do Deputado Federal Gabriel Chalita é dep.gabrielchalita. Além disso, em seu site pessoal há uma página para contato. O endereço é dombeni. Vamos cobrar do Gabriel Chalita uma postura condizente com o seu discurso de político católico.

Atenciosamente,
Ivanaldo Santos
Filósofo.

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