Minha mensagem de Ano Novo


Recebemos de Deus um presente que se quer os Anjos receberam: o Tempo.

Eles, os Anjos, não tiveram Tempo de escolha. Decidiram “na hora” entre o Bem e a rejeição ao Bem.

Nós não, nós temos o Tempo, para alguns muito, para outros pouco, para outros nem um (fico a pensar nas crianças que são assassinadas no ventre de sua própria mãe, que tempo elas tiveram?).

Este Tempo que Deus nos dá também é para que façamos a nossa escolha entre o Bem e a rejeição do Bem, que chamamos de Mal. E caso escolhamos o Bem durante todo este Tempo que nos foi dado, trocaremos este presente que recebemos, o Tempo, por um melhor ainda: a Eternidade, que é o contrário do Tempo, aliás é a ausência do Tempo.

Quando este dia chegar não se precisará mais de marcar o Tempo, de dividi-lo, de mensurá-lo, de buscá-lo.

Até lá sigamos em frente… OTempo passa. Não fique aí parado, mova-se! Busque o BEM!

FELIZ 2012!

Partido Alternativa Espanhola pede fim da lei que permite aborto


Que venha 2012! Com o Uruguai fazendo a m… que fez, a notícia que leio agora mostra que 2012 promete lá na Europa. Aqui na América Latina devemos continuar vigilantes, atuantes, “reacionariantes”, “chatantes” e todos os “antes” e “istas” pelos quais somos rotulados.

O partido Alternativa Espanhola quer que o Governo revogue a legislação que autoriza a interrupção voluntária da gravidez, e, por isso, está esta tarde a promover concentrações antiaborto em 15 cidades do país, às quais se seguirá a entrega de uma carta ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso. As manifestações surgem depois de o Executivo ter anunciado que ia rever a lei que regula a interrupção voluntária da gravidez [leia-se
ABORTO, ou ASSASSINATO VOLUNTÁRIO DE FETO
], que, como explica o jornalista Nuno Felício, foi alterada pelo Governo anterior há pouco mais de um ano”

Fonte

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Péssimo fim de ano no Uruguai


MONTEVIDÉU – O Senado uruguaio aprovou nesta terça-feira a lei que descriminaliza o aborto no país, em meio a manifestações de religiosos e organizações feministas. Três anos atrás, o governo anterior vetou a legalização da prática.

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A votação final, após quase dez horas de debate, marcou 17 votos a favor e 14 contra. Agora, a iniciativa passará para a Câmara dos Deputados, que só analisará a proposta após o recesso parlamentar. Caso a lei também seja aprovada pela câmara, o presidente José Mujica já declarou que não usará seu poder de veto. A Igreja Católica já avisou que deve excomungar os legisladores católicos que votarem a favor do projeto.

Fonte

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28 de Dezembro – Santos Inocentes, Mártires


28 de Dezembro
Santos Inocentes, Mártires

Neste dia a Igreja recorda os meninos inocentes de Belém e arredores, de
idade inferior a dois anos, os quais, conforme o relato do Evangelho, foram
arrancados de suas mães e assassinados cruelmente, por ordem de Herodes.
Embora não tivessem uso da razão, morreram por Cristo Jesus, e por isso a
Igreja os honra com o título de mártires. Em nossos dias, assistimos a
uma nova matança dos inocentes, desta vez — é triste reconhecê-lo —
tantas e tantas vezes perpetrada pelas próprias mães desnaturadas! De
fato, em que consiste o aborto voluntariamente provocado? Consiste, pura e
simplesmente, no assassinato do filho pela própria mãe. O feto, ou seja,
o ser humano desde o momento da concepção até o do nascimento, é um ser
distinto de sua mãe. Eliminar o embrião, seja em que fase for de seu
desenvolvimento, é um assassinato que viola os direitos humanos. Ora, com
toda a naturalidade se vai disseminando a prática pecaminosa do aborto,
consagrada e protegida pelas legislações! E em alguns casos são
legalmente punidos médicos ou enfermeiras católicos que em consciência
se recusam a participar desses crimes!

A história de cada santo é extraída do livro: Cada dia tem seu Santo
Com autorização do autor: A. de França Andrade

Para adquirir esse ou outros livros e colaborar com a
Frente Universitária Lepanto, visite a nossa página:
http://www.lepanto.com.br/patroc.html

Leia a história completa sobre a vida de vários santos:
http://www.lepanto.com.br/Hagiog.html

“Chegou a hora”, pelo “retorno da verdadeira liturgia da Igreja”


Desejo expressar, primeiramente, minha gratidão a todos vós pelo zelo e entusiasmo com que promoveis a causa da restauração das verdadeiras tradições litúrgicas da Igreja.

Como sabeis, é a liturgia que aperfeiçoa a fé e sua heróica realização na vida. Ela é o meio com que os seres humanos são elevados ao nível do transcendente e do eterno: o lugar de um profundo encontro entre Deus e o homem.

A liturgia, por esta razão, nunca pode ser criada pelo homem. Pois se rezamos da forma como queremos e ajustamos as normas a nós mesmos, corremos, então, o risco de recriar o bezerro de ouro de Aarão. Devemos constantemente insistir na liturgia enquanto participação naquilo que o próprio Deus faz, correndo o risco, de outra forma, de cair na idolatria. O simbolismo litúrgico nos ajuda a nos elevarmos acima do que é humano, em direção ao divino. A esse respeito, é minha firme convicção de que o Vetus Ordo representa em grande extensão e de maneira mais satisfatória aquele chamado místico e transcendente a um encontro com Deus na liturgia. Portanto, chegou para nós a hora de não só renovarmos, por mudanças radicais, o conteúdo da nova Liturgia, mas de também encorajarmos mais e mais o retorno do Vetus Ordo, como um caminho para uma verdadeira renovação da Igreja, que foi o que os Padres da Igreja assentados no Concílio Vaticano II tanto desejaram.

A cuidadosa leitura da Constituição Conciliar sobre a Sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, demonstra que as imprudentes mudanças introduzidas posteriormente na Liturgia nunca estiveram nas mentes dos Padres do Concílio.

Assim, chegou a hora de sermos corajosos no trabalho por uma verdadeira reforma da reforma e também pelo retorno da verdadeira liturgia da Igreja, que se desenvolveu por sua história bimilenar em um contínuo fluxo. Desejo e rezo para que isso ocorra.

Possa Deus abençoar os vossos esforços com sucesso.

+Malcolm Cardeal Ranjith

Arcebispo de Colombo

24/8/2011

Carta do Cardeal Ranjith à 20ª Assembléia Geral da Foederatio Internationalis Una Voce, ocorrida em 5 e 6 de novembro de 2011, em Roma. Tradução: Fratres in Unum.com

Atenciosamente,

Moisés Gomes.

Depto. de Distribuição Centro-Sul

Centro de Serviço de Icó, Projetos e Obras
Fone: (88) 3561-1894 Ramal: 833-2207.

moises

“Onde os sentidos são senhores as almas são escravas, e a escravidão da alma é a pior das calamidades” (H. Colas).

Mensagem de Natal 2011


Um Menino nos foi dado! Aleluia!

§ Mas o que tem Este Menino conosco?

§ Qual é a diferença pra você deste acontecimento em sua vida?

A resposta está em como você se abre ao maior acontecimento da História. Deus se fez homem. O Infinito tornou-se Ínfimo no seio de uma Virgem.

Mas, pra quê Ele fez isso? A história é longa… Mas pode ser resumida.

O homem quis se fazer Deus, quis ser como Deus, quis rejeitar Deus, logo Ele que o criara.

Com essa rejeição e negação de Deus o homem contraiu uma grande dívida para com Ele, dívida de proporção infinita, visto que o favor, o dom, que Deus havia lhe dado é infinito: a vida.

O homem escolheu o pecado, e como salário dele recebeu a morte. Não havia criatura no mundo inteiro que pudesse pagar esta dívida. Mas Deus, que ama a sua criação, se fez criatura, sem deixar de ser Criador, para se fazer fiador desta dívida infinita, que com seu mérito infinito a quitou para sempre.

A herança da Salvação perdida por Adão e Eva nos foi recuperada por Nosso Senhor Jesus Cristo e a Bem-Aventurada Virgem Maria.

Merecemos esta herança? Não, não merecemos.

Receberemos esta herança? Sim, se a buscarmos com Fé, Esperança e Amor. Principalmente Amor, amor a Deus e ódio ao pecado.

Para que amássemos a Deus, foi para isto que Nosso Senhor Jesus nasceu.

Para que odiássemos o pecado, foi para isto que Nosso Senhor Jesus nasceu.

Para que buscássemos e alcançássemos o Céu, foi para isto que Nosso Senhor Jesus nasceu.

Para que nos livrássemos do Inferno, foi para isto que Nosso Senhor Jesus Nasceu.

Sim, o Inferno. Ele existe. E não há como acreditar em um Nascimento Milagroso sem acreditar no Inferno. Quem não acredita no Inferno não acredita no Natal.

Natal e Inferno estão intimamente ligados. E ainda que eu não busque o Céu por amor a Deus, por ódio ao pecado, o medo do Inferno deveria ser um bom motivador para buscarmos a salvação, que não é fácil. Acredite, tem muita gente jogando contra isso.

Deus deve ser o centro de tudo! Uma sociedade que rejeita a Deus está fadada ao fracasso! Uma sociedade que relega Deus apenas ao foro íntimo de cada individuo cai no mesmo erro de Adão e Eva.

Vivemos em uma sociedade ANTROPOTEÍSTA, que adora ao homem, que se acha capaz de se “auto-esculpir” como em muitas figuras que estão estampadas em certas Lojas que dizem ter “boa vontade”. Mas sabemos que, de boas intenções, o Inferno está cheio. E aí de quem ouse levantar a voz para falar de Deus nessa sociedade! Não, isso só no Natal… Por enquanto. Criticar o assassinato de uma criança no ventre da mãe, não isso não pode. Criticar os atos antinaturais de sodomitas, não isso não pode. Criticar a devassidão, não isso não pode. Criticar os métodos antinaturais que impedem que ato conjugal atinja seu fim ultimo que é a procriação, não isso não pode. Criticar a prática do ato conjugal antes e/ou fora do casamento, não isso não pode. Enfim… está na hora de lhe desejar um feliz Natal?

Desejo-lhe sim um FELIZ NATAL e se de fato você o vivenciar, desejo-lhe também um FELIZ MARTÍRIO, claro, se você for reclamar sua herança.

Oração ou reza?


Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus

Quantas vezes você já não ouviu esse paralelo ignorante que alguns protestantes fazem em relação a essas palavras? Quantas vezes você já não foi questionado a respeito de seu uso e desuso e, por fim, quantos de nós católicos também caem nessa falácia de que uma difere e profana a outra. ESTUPIDEZ e IGNORÂNCIA. Veremos que isso nada tem haver com que uma grande parte da população atual menciona como certo e errado.

Vermelho ou encarnado? Um termo vale o outro, com a diferença de que “vermelho” é da língua literária, “encarnado” da língua popular. Igualmente, “oração” é palavra clássica, ao passo que “reza” é da língua caseira. Mas o mesmíssimo significado: A elevação da mente e do coração a Deus, para o adorar, agradecer e pedir-lhe as graças de que necessitamos. É somente isto a vontade de Deus, não lhe interessa o som das palavras, diferentes nas várias línguas.

Isso vale aqueles que, destituídos de um mínimo de cultura ou honestidade intelectual, fazem das duas palavras, “oração” e “reza”, um cavalo de batalha. “Nós oramos os católicos rezam: logo, os católicos estão errados”. Os desinformados e/ou desonestos precisam saber que “oração” “orar” (sem necessidade de remontar ao hebraico “Or” (Luz)), são palavras originadas do latim, língua de Roma e, portanto, língua legítima da Igreja Católica: (Oratio , orare). Até a aparição dos primeiros protestantes (1520), foram de exclusividade nossa, na liturgia da Igreja Ocidental. Querer vender-nos o que é nosso é crime de estelionato!

Sendo um pouco mais específico Orar vem do latim orare; e rezar, do latim recitare, que também deu em português recitar. Já em latim, os verbos orare e recitare têm sentidos muito próximos: o primeiro significa “pronunciar uma fórmula ritual, uma oração, uma defesa em juízo”; o segundo, “ler em voz alta e clara” (portanto, o mesmo que em português recitar). Entretanto, para orare prevaleceu na latinidade e nas línguas românicas o sentido de rezar, isto é, dizer ou fazer uma oração ou súplica religiosa (cfr. A. Ernout–A. Meillet,Dictionnaire étymologique de la langue latine — Histoire des mots, Klincksieck, Paris, 4ª ed., 1979, p. 469). Nós, católicos, damos ao verbo rezar um sentido bastante amplo e genérico, e reservamos a palavra oração mais especialmente — mas não exclusivamente — para os diversos gêneros de oração mental, como a meditação, a contemplação etc. Não há razão, portanto, para fazer dessa ligeira diferença, comum nos sinônimos, um tema de disputas.

Os protestantes, entretanto, salientam a diferença por dois motivos. Primeiro, porque para eles serve de senha. Com efeito, acentuando arbitrariamente essa pequena diferença de matiz entre as palavras, eles utilizam orar em vez de rezar, e assim imediatamente se identificam como crentes (como diziam até há pouco) ou evangélicos (como preferem dizer agora). Isso tem a vantagem, para eles, de detectar entre os circunstantes os outros protestantes que ali estejam. É um expediente ao qual recorrem todas as seitas dotadas de um forte desejo de expansão, como é o caso dos protestantes no Brasil.

Por outro lado, a oração, para os protestantes, não tem o mesmo alcance que para nós, católicos. Enquanto para nós o termo oração engloba todos os gêneros de oração — desde a oração de petição até as orações de louvor e glorificação de Deus — os protestantes esvaziam a necessidade da oração de petição, que para eles tem pouco ou nenhum sentido. Com efeito, como nós, católicos, sabemos, a vida nesta Terra é uma luta árdua, em que devemos pedir a Deus em primeiro lugar os bens eternos, e depois os bens terrenos de que temos necessidade. É o que ensinou Nosso Senhor Jesus Cristo.

Até ontem, quando a Missa era em latim, assim como ainda hoje em boa língua portuguesa, o termo clássico era de uso comum, esses ignorantes deveriam verificar entre qualquer Igreja Católica, durante a Missa e ouvirão, mais de uma vez, o convite do celebrante: “Oremos!” E, uma vez o solene: “Orai irmãos para que nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai, Todo Poderoso”. Dizer que a Igreja não ora é no mínimo preguiça de pesquisar a verdade, a Igreja nunca fez distinção entre uma coisa e outra, pois via e continua a ver o mesmo significado em ambas as palavras, o que sempre foi real, os santos e santas que nos antecederam assim já nos demonstravam:

“Depois que ficava em oração, via que saia dela muito melhorada e mais forte.” Santa Teresa d’Ávila

“Assim como necessitamos continuamente da respiração, assim também temos necessidade do auxílio de Deus; porém se queremos, facilmente podemos atrai-lo pela oração.” São João Crisóstomo

“Ora et Labora!”Reza e trabalha! São Bento

“Sabe viver bem quem sabe rezar bem.” Santo Afonso Maria de Ligório

“A oração consiste em tratar a Deus como um pai, um irmão, um Senhor e um Esposo.” Santa Teresinha

“Quem começou a rezar não deve interromper a oração, em que pesem os pecados cometidos.”

“Com a oração poderá logo soerguer-se, ao passo que sem ela ser-lhe-á muito difícil. Não deixe que o demônio o tente a abandonar a oração por humildade” Santa Teresinha

Podemos perceber então que tal distinção não fazia e nunca fez parte da vida religiosa dos santos e santas da Igreja, como então continuarmos com esse paralelismo que, até entre os católicos hoje existe? Basta parar de acreditar na primeira besteira que se ouve e buscar a Sabedoria da Igreja de dois mil anos, que tem todas as respostas necessárias.

Ainda neste contexto perceberemos que nem mesmo o Catecismo da Igreja Católica difere uma coisa da outra, pois ao utilizar ambas demonstra que não existe e nunca existiu diferentes significados, podendo assim serem usadas sem problema algum de cometer um dito “erro”, vejamos:

“A Oração é a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus nos bens convenientes. De onde falamos nós, ao rezar?…” CIC 2559

“[…] Os Salmos alimentam e exprimem a oração do povo de Deus como assembléia, por ocasião das grandes festas em Jerusalém e cada sábado nas sinagogas. […] Rezados e realizados em Cristo, os Salmos são sempre essenciais à oração de Sua Igreja.” CIC 2586

“A oração não se reduz ao surgir espontâneo de um impulso interior; para rezar é preciso querer. Não basta saber o que as Escrituras revelam sobre a oração; também é indispensável aprender a rezar, E é por uma transmissão viva (a Sagrada Tradição) que o Espírito Santo, na ‘Igreja crente e orante’, ensina os filhos de Deus a rezar.” CIC 2650

Fica evidente então a Sabedoria da Igreja e a Verdade que nela, através de Nosso Senhor, se expressa. Em outra Crítica protestante acerca da prática de tais palavras veremos, a seguir, o cuidado que devemos ter.

A CRÍTICA PROTESTANTE A RESPEITO DAS PALAVRAS REPETIDAS

Para sustentar que “não devemos orar repetidas vezes”, os protestantes, como diz a missivista, apelam para a Bíblia. Provavelmente se referem ao Evangelho de São Mateus (6,7): “Nas vossas orações, não queirais usar muitas palavras, como os pagãos, pois julgam que, pelo seu muito falar, serão ouvidos”.

A interpretação deste texto de São Mateus não é entretanto a que os protestantes lhe dão. Ele significa simplesmente que a eficácia da oração não decorre da loquacidade, mas sobretudo das boas disposições do coração. As disposições sendo boas, em princípio, quanto mais se reza, melhor! E o próprio Jesus Cristo Nosso Senhor deu o exemplo de uma oração longa e repetitiva no Horto das Oliveiras, quando, prostrado com o rosto em terra, rezou por mais de uma hora, dizendo: Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice; mas não se faça a minha vontade, e sim a vossa (cfr. Mt 26, 39-44; Lc 22, 41-45).

Quanto à necessidade da insistência na oração, no Evangelho de São Lucas (11, 5-8) se lê a impressionante lição do Divino Mestre: “Se algum de vós tiver um amigo, e for ter com ele à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, porque um meu amigo acaba de chegar a minha casa de viagem, e não tenho nada que lhe dar; e ele, respondendo lá de dentro, disser: Não me sejas importuno, a porta já está fechada, e os meus filhos estão deitados comigo; não me posso levantar para te dar coisa alguma. E, se o outro perseverar em bater, digo-vos que, ainda que ele se não levantasse a dar-lhos por ser seu amigo, certamente pela sua importunação se levantará, e lhe dará quantos pães precisar”.

A reiteração de nossos pedidos a Deus deve pois chegar a esse ponto da importunação, segundo o conselho do mesmo Nosso Senhor. E por aí se vê como os protestantes, abandonando a sabedoria da Igreja e arrogando-se o direito ao livre exame, se afastam da reta interpretação das Sagradas Escrituras, fazendo ilações lineares, sem levar em conta outras passagens sobre o mesmo tema, o que é indispensável para chegar ao verdadeiro sentido de todas elas.

Que possamos com esta elucidação parar de fazer esse paralelismo errôneo e protestante e de uma vez por todas também aprender a nos defender nesta questão de fé, sempre com a caridade e piedade cristã que nos é lícita mas sem nunca deixarmos de anunciar a Verdade a nós revelada.

Que Nosso Senhor sempre vos Ilumine e que vosso coração sempre tenha espaço para a Santíssima Virgem Maria!

Por que confessar-me a um padre? O Papa responde.


Brilhante resposta de Sua Santidade Bento XVI à pergunta de um detento italiano quando da sua visita a alguns presos. É sobre a necessidade de confessar-se a um sacerdote em vez de “diretamente” com Deus. Reposta simples, rápida e didática. Típica de um Papa Professor! Retirei da ACI:

ROMA, 19 Dez. 11 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Bento XVI respondeu na prisão de Rebibbia em Roma uma série de perguntas dos presidiários. Respondendo à pergunta de um réu que sofre de AIDS sobre a forma em que algumas pessoas se referem a eles, o Santo Padre disse que também há quem fale mal do Papa, porém isso não deve desanimar-nos mas levar-nos a seguir adiante.

Pergunta 5 – absolvição dos pecados

Chamo-me Gianni, da Seção G8. Santidade, foi-me ensinado que o Senhor vê e lê o nosso interior. Pergunto-me porque a absolvição foi delegada aos padres? Se eu a pedisse de joelhos, sozinho, dentro de um quarto, dirigindo-me ao Senhor, me absolveria? Ou seria uma absolvição com um valor diferente? Qual seria a diferença?

Resposta
Sim: é uma grande e verdadeira questão aquela que me coloca. Eu diria duas coisas. A primeira: naturalmente, se vos coloca de joelhos e com verdadeiro amor a Deus reza para que Ele vos perdoe, Ele perdoa. Sempre foi Doutrina da Igreja que, se alguém, com verdadeiro arrependimento, isto é, não somente para evitar as penas e dificuldades, mas por amor ao bem, por amor a Deus, pede perdão, recebe o perdão de Deus. Essa é a primeira parte. Se eu realmente reconheço que fiz o mal e se, em mim, é reavivado o amor pelo bem, a vontade do bem, o arrependimento de não ter respondido a esse amor, e peço a Deus, que é o Bem, o perdão, Ele o dá. Mas há um segundo elemento: o pecado não é somente algo "pessoal", individual, entre mim e Deus; o pecado tem sempre também uma dimensão social, horizontal. Com o meu pecado pessoal, no entanto, ainda que ninguém saiba sobre ele, danifiquei também a comunhão com a Igreja, suja a comunhão com a Igreja, suja a humanidade. E, por isso, essa dimensão! Social, horizontal do pecado, exige que seja absolvido também no nível da comunidade humana, da comunidade da Igreja, quase corporalmente. Então, essa segunda dimensão do pecado, que não é somente contra Deus, mas concerne também a comunidade, exige o sacramento, que é o grande dom em que posso, na confissão, libertar-me disso e posso realmente receber o perdão no sentido também de uma plena readmissão na comunidade da Igreja viva, do Corpo de Cristo. E assim, nesse sentido, a absolvição requerida da parte do sacerdote, o sacramento, não é uma imposição que limita a bondade de Deus, mas, ao contrário, é uma expressão da bondade de Deus, porque me demonstra que também concretamente, na comunhão da Igreja, recebi o perdão e posso recomeçar de novo. Portanto, diria que é preciso manter presentes estas duas dimensões: a vertical, com Deus, e a horizontal, com a comunidade da Igreja e da humanidade. A absolvição do padre, a absolvição sacramental é necessária para, realmente, resolver-me, absolve-me desta prisão do mal e reintegrar-me na vontade de Deus, na óptica de Deus, completamente na sua Igreja, e dar-me a certeza, também quase corpórea, sacramental: Deus me perdoa, recebe-me na comunidade dos seus filhos. Penso que devemos aprender a compreender o sacramento da penitência neste sentido: a possibilidade de encontrar, quase corporalmente, a bondade do Senhor, a certeza da reconciliação.

Sentir com a Igreja: “desejo dos abortados”

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Questão de escolha OU toda ação gera uma reação, por mais tardia que seja…

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A INEFICIÊNCIA DO GOVERNO DO PT TAMBÉM NA SEGURANÇA PÚBLICA


PT e PSDB são partidos cheios de peculiaridades, digamos, espelhadas: similares, mas invertidas. O PT sabe fazer propaganda de si mesmo; o PSDB também sabe fazer propaganda… do PT! O PT vive disparando alguns petardos contra o PSDB. O PSDB também vive disparando alguns petardos contra si mesmo. O PT diz que tudo o que o PSDB faz é ruim. O PSDB se mostra incapaz de dar visibilidade às coisas boas que faz.

O fato de setores consideráveis da imprensa terem passado por um processo de “petização” colabora pra isso? Sim. As pautas favoráveis aos adversários do PT costumam ficar na gaveta. Acontece o contrário. A eficiente polícia de São Paulo apanha quase todo dia do noticiário. Se existem números virtuosos, eles são quase ignorados.

Foi divulgado ontem o Mapa da Violência, com dados de 2001 a 2010. Nas campanhas eleitorais de 2006 e 2010, por incrível que pareça, os petistas atacaram a segurança pública em São Paulo. Não foram os únicos. Marina Silva, com a paixão pela precisão que lhe é peculiar, chegou a afirmar que a situação estava “fora do controle”.

Pois bem. O link está aí. Os números são públicos. Em 2000, São Paulo tinha 42,2 homicídios por 100 mil habitantes; em 2010, 13,9 — uma queda de 67% (de fato, hoje, está abaixo de 10). Mas Dilma não achava isso nada bom! Nem Marina! Bem, então é o caso de saber o desempenho dos petistas na área, certo? Vamos lá.

Bahia
Na Bahia do falante Jaques Wagner, está em curso uma tragédia na segurança pública. O partido chegou ao poder, em 2007, com 23,5 mortos por 100 mil habitantes; no ano passado, eles eram 37,7, um crescimento de 60,4%

Pará
No Pará, o petismo mostrou do que é capaz em matéria de segurança pública. Júlia Carepa chegou ao governo em 2007 com 29,2 mortos por 100 mil habitantes. Quando deixou o governo, derrotada pelo PSDB, no ano passado, eles eram 45,9, um crescimento de 57,2%!

Piauí
O PT governou o estado de 2003 a 2010, quando venceu o PSB, em coligação com os petistas. Quando assumiu o governo, havia 10,9 homicídios por 100 mil; no ano passado, 13,7, um crescimento de 25,7%.

Sergipe
Quando o partido começou a governar, em 2007, os mortos eram 29,8 por 100 mil habitantes. No ano passado, atingiu a marca de 33,3, um crescimento de 11,7%.

Acre
O PT chegou ao governo em 1999. Marina, lá, é poder, é bom lembrar. Em 2000, havia no estado 19,4 homicídios por 100 mil habitantes. Em 2010, continuava no mesmíssimo patamar: 19,4

Eis aí. Isso é o que o PT sabe fazer em matéria de segurança pública.

Essa é a turma boa de conversa e ruim de serviço. Há ainda algumas questões a destacar sobre o assunto.

#tenso


Bispos brasileiros realizam revisão do Missal Romano em português

BRASILIA, 15 Dez. 11 (ACI) .- Segundo informou este 15 de dezembro a CNBB, a Comissão Episcopal para os Textos Litúrgicos (CETEL) está reunida para a revisão da 3ª edição típica do Missal Romano.

Segundo o Arcebispo de Mariana (MG), Dom Geraldo Lírio Rocha, que há pouco deixou a presidência da entidade, na liturgia, celebra-se não somente a vida de cada pessoa e de cada comunidade, mas o mistério pascal de Cristo.

"É importante reconhecer a necessidade de formação litúrgica mais intensa e mais profunda para favorecer uma participação mais ativa, mais consciente e mais proveitosa como ensinou o Concílio Vaticano II. E o empenho nessa formação deve atingir o clero, os religiosos e os leigos", ressaltou Dom Geraldo em declarações reunidas pelo portal da CNBB.

O trabalho de revisão iniciou nesta quarta-feira, 14. Estão presentes o presidente da comissão Dom Armando Bucciol, bispo de Livramento de Nossa Senhora (BA), além do Arcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira, do Arcebispo de Mariana, Dom Geraldo Lírio Rocha, Dom Manoel João Francisco, bispo de Chapecó (SC) e do Arcebispo de Porto Alegre, Dom Dadeus Grings.

A comissão é responsável por fazer a revisão dos textos litúrgicos. Para auxiliar nas traduções, os membros contam com a colaboração do Padre Gregório Lutz, do Padre José Carlos Sala, assessor de Música e do Padre Hernaldo Pinto Farias, assessor de Liturgia.

Para os que gostam de números: A INEFICIÊNCIA DO GOVERNO DO PT


A ineficiência do governo da ditadura atual não vem só da parte moral e espiritual, mas também da econômica. Parte esta que foi “avorossadamente” posta em evidência em detrimento das demais no período eleitoral. Leia o que se segue:

Por Gabriel Castro, na VEJA Online:

O governo aplicou em 2011 muito menos do que o previsto para alguns dos principais programas mantidos pelo Executivo. O ritmo lento de execução atinge o carro-chefe da gestão petista: dos 40,9 bilhões autorizados para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) neste ano, 6,9 bilhões (16,9%) foram pagos. Outros 16,6 bilhões foram usados para cobrir restos a pagar da primeira etapa do PAC, ainda no governo Lula.

O índice de execução é ainda menor quando são levados em conta outros programas, como o Minha Casa, Minha Vida (0,79%), o Luz para Todos (0,27%), a implantação de sistemas de esgoto (0,41%) e a Polícia Nacional sobre Drogas (16,37%). Um dos raros setores com aplicação razoável dos recursos previstos foi o Programa de Agricultura Familiar (Pronaf), com pagamento de 50,9% do destinado.

Algumas despesas, entretanto, aumentaram. O gasto com pessoal subiu 11,8% na comparação com 2010. Ao todo, foram gastos 732 bilhões de reais com salários e encargos trabalhistas. O balanço foi apresentado nesta quinta-feira pelo líder do PSDB na Câmara, Duarte Nogueira (SP). Os dados foram obtidos do Siafi, o sistema de acompanhamento de gastos do governo, e levaram em conta o período entre 1º de janeiro e 12 de dezembro.

“A presidente Dilma está menos eficiente até do que o Lula”, disse o líder tucano durante a divulgação dos dados. “Isso é reflexo do congelamento da máquina. E esse é o maior desafio da presidente: enxugar, qualificar e botar para funcionar”. Duarte Nogueira defende a redução do número de ministérios – hoje são 39. “O país funcionaria bem com 27 ou 28 ministérios. Eles receberam 26 do governo Fernando Henrique”, afirmou.

Ao fazer um balanço da relação do Planalto com o Congresso, Duarte Nogueira disse que o resultado foi frustrante. “O ano começou com uma expectativa muito grande: a presidente falando em reforma polícia, tributária, em combate implacável à corrupção. O que se viu foi totalmente o contrário”, disse.

Reinaldo Azevedo: “Afinal, o que quer o Supremo?”


Tenho mais umas coisinhas a dizer sobre o Supremo Tribunal Federal.

O mensalão é certamente o caso mais importante que já passou pela corte. É esse julgamento que vai nos dizer o que é e o que não é considerado aceitável numa República. Se os principais envolvidos no maior escândalo da República saírem com os ombros leves, então o baixíssimo padrão de moralidade pública se degrada ainda mais. Se forem punidos — POR CRIMES COMETIDOS, É BOM FICAR CLARO! —, resta ao menos a força do exemplo.

Já não basta, convenham, que esse troço dormite lá há quase seis anos? O escândalo estourou em meados de 2005. Vejam quanta coisa se deu na República depois disso. Já não basta, convenham, que o principal beneficiário do mensalão e chefe inconteste do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, não tenha sido nem sequer citado? Permitir, agora, que as coisas “se resolvam” por falta de tempo é um esculacho!

O que pretende ser o Supremo? Uma casa que gosta de debater temas moralmente polêmicos — e nada além disso?

O que pretende ser o Supremo?

– Uma Casa conhecida por ignorar a letra da Constituição no caso da união estável? Afinal, o Supremo é progressista!

– Uma Casa conhecida por ignorar o Código Penal no caso das marchas que fazem a apologia da maconha? Afinal, o Supremo é progressista!

– Uma Casa que, não tarda, há de relativizar o direito à vida no debate sobre o aborto? Afinal, o Supremo é progressista!

O que pretende ser o Supremo? Uma espécie de Madre Superiora liberada, assim, um tantinho porra-louca, capaz de confundir a vontade de queimar um mato com uma tertúlia sobre direitos civis, MAS INCAPAZ DE DAR UMA RESPOSTA PARA UMA SÚCIA QUE ASSALTA A CONSTITUIÇÃO?

Sim, o Supremo atuou em questões importantes: o alcance da Lei da Anistia, o caso Cesare Battisti, os arroubos autoritários da Polícia Federal etc. De toda sorte, para a larga maioria dos brasileiros, eram temas um tanto arcanos.

O julgamento do mensalão tem um efeito também didático. Não estou aqui cobrando que a corte decida segundo o clamor desse ou daquele grupo. Tenho a minha opinião, como sabem. Mas estou cobrando simplesmente é que decida! Estou cobrando é que seja “progressista” cumprindo a letra a Constituição.

Fonte

Frei Rojão: Deus quer o Natal sem pecado


É muito mais fácil renunciar do que se moderar. Por isso que é mais fácil para o casado pecar por luxúria que o celibatário, que em tese vive "na seca" como se fala por ai. É mais difícil beber meio copo de água que passar sede ou beber dois copos de água. Temperança, temperança, temperança, virtude cardeal, como és difícil!!!

Vejo com preocupação uma campanha que anda se alastrando pelas paróquias católicas. Uma campanha que, como todo vício, pode se revestir de virtude. Mas é uma campanha bucéfala, é uma daquelas soluções simples, fáceis e erradas em que o Brasil é mestre entre as nações. Refiro-me a campanha NATAL SEM ÁLCOOL.

Fico embriagado de raiva só de ouvir. Dá-me uma ressaca no bom senso.

Meu São Corbiniano! É verdade que o mau uso do álcool gera males inegáveis. Assim como o mau uso de automóveis (especialmente com álcool), armas de fogo, pipas, internet, televisão, dinheiro, sexualidade, pedaços de cano de ferro (bata com um pedaço de cano de ferro na cabeça de alguém e você entenderá meu ponto)… até a liberdade, valor absoluto, é ruim se for mal usada. Satanás e seus anjos estão até hoje em pleno exercício de sua liberdade…

Como é mais fácil proibir que moderar, muitos católicos vem com este papinho: "Natal sem álcool", emulando seitas heréticas (como os hipócritas adventistas, que se abstém de beber álcool, mas não de contar mentiras sobre a Igreja católica).

Esta campanha é especialmente perigosa porque uma bebida alcoólica é material de sacramento, sim, o vinho – alcoólico por natureza – torna-se verdadeiramente o sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, igual em tudo ao mesmo sangue jorrado na cruz, exceto nos acidentes da aparência física e dos fenômenos. Ataque o álcool, e estarás atacando material de sacramento, o Santíssimo Sacramento. Perigoso. Muito perigoso. Será que os distintos sacerdotes que proclamam o Natal sem álcool, na missa do dia 24, não serão chamados de hipócritas???

A Escritura não condena o álcool em si. Condena a bebedeira, não o álcool. Aliás, no Antigo Testamento, beber do fruto de sua vinha era uma bem-aventurança, uma benção do Senhor. Mesmo Israel era a vinha do Senhor. Finalmente, o próprio verbo, Nosso Senhor Jesus Cristo, diz que o vinho é bom, inclusive misturado com água. Como se não bastasse, ele mesmo faz seu primeiro milagre transformando água em vinho. E é difamado pelos fariseus como beberrão. Até a oração na missa comentando as ofertas muitas vezes diz que o vinho alegra o coração.

Se bebida alcoólica é algo intrinsecamente ruim, Jesus Cristo errou transformando água em vinho. Ele não gritou "BODAS SEM ÁLCOOL". Muito pelo contrário, fez da água o vinho, e vinho bom, de excelente qualidade, o vinho do dono da vinha que era Israel. O vinho bom sendo que ele mesmo era a videira, e nós os ramos ligados a ele. Será que houve bêbados nas bodas de Caná? Será que pecaram bêbados? Irão culpar Jesus Cristo por isso?

O abuso do álcool é apenas uma das muitas facetas da gula, o vício capital que é o apego excessivo aos alimentos e o prazer deles. A gula é a irmã gêmea da luxúria, que é o apego excessivo aos prazeres (não só sexuais) e da cobiça que é o apego excessivo aos bens. A cobiça quer coisas, a luxúria quer gozo, a gula quer o prazer de comer e beber, ou de acumular o que comer e beber.

O que Nosso Senhor quer é a campanha NATAL SEM PECADO, porque foi para destruir o pecado é que houve Natal.

Muitas pessoas estarão se abstendo de álcool no Natal, mas estarão invejando seu próximo (INVEJA)

Muitas pessoas estarão se abstendo de álcool no Natal, mas estarão se empanturrando de comer (GULA)

Muitas pessoas estarão se abstendo de álcool no Natal, mas estarão se ardendo de desejos impuros pelos colegas (LUXÙRIA)

Muitas pessoas estarão se abstendo de álcool no Natal, mas estarão se mostrando e se exibindo por suas posses ou talentos (SOBERBA)

Muitas pessoas estarão se abstendo de álcool no Natal, mas estarão maquinando como mais possuir (COBIÇA)

Muitas pessoas estarão se abstendo de álcool no Natal, mas estarão desejando o mal a seu próximo (IRA)

Muitas pessoas estarão se abstendo de álcool no Natal, mas estarão sem tomar parte nos preparativos da festa, nem da limpeza depois (PREGUIÇA)

Sem contar a vaidade, maledicência, hipocrisia, mundanismo, e outros mil pecados que podem haver até mesmo numa festa de Natal.

E vão restringir um vinho, um champanhe, ou mesmo a cerveja?

Hipócritas!

Há crimes e assassinatos no Natal, como os mais terríveis dos pecados. Vão num pronto socorro no Natal e vejam o lado negro dos festejos. Sim, muitas vezes causado pelo mau uso do álcool. Mas não pelo álcool em si. In suma, uma festa, mesmo uma de Natal, pode ser o compêndio de todos os vícios. Alias, eu queria ver estes padrecos terem culhões (sim, culhões) de propor o CARNAVAL SEM ÁLCOOL. É fácil se abster de um vinhozinho ou uma cidra no Natal. Proibamos é no carnaval a cerveja e a cachaça, vamos lá, novos fariseus! Querem revolucionar o mundo, hein? Querem vencer a cultura? Ótimo, comecem no carnaval. O álcool mal usado mais mata no carnaval que no natal…

Carros matam, proibamos os carros!

Bolachas engordam, proibamos as bolachas!

Fumar dá câncer, proibamos o cigarro!

Hidrelétricas alagam, proibamos as usinas!

Viver polui, proibamos a geração da vida!

Os outros atrapalham o mundo novo e perfeito, proibamos aos outros o direito de existir! (A Solução comunista)

Enfim, Natal sem álcool uma pinóia! Nosso Senhor que é NATAL COM TEMPERANÇA, NATAL SEM PECADO!

A Carta de San José percorre o mundo


Manifesto pró-vida é apresentado no Uruguai, Itália e Filipinas

ROMA, quarta-feira, 30 de novembro de 2011 (ZENIT.org) – Um documento pró-vida batizado de "San Jose Articles" (www.sanjosearticles.org) está se espalhando por vários países. Também conhecido como a "Carta de San José", o manifesto foi apresentado recentemente na Itália, nas Filipinas e no Uruguai.

Os artigos contêm uma série de declarações sobre a inviolabilidade da vida humana e insistem na inexistência em âmbito internacional de um suposto "direito" ao aborto. O documento foi concebido como um auxílio para combater as agências e representantes da Organização das Nações Unidas que continuam proclamando a existência de um tal direito.

O documento foi assinado por um grupo de estudiosos de renome internacional, incluindo Robert George, da Universidade de Princeton (EUA), John Haldane, da Universidade de St. Andrews (Escócia), e Finnes John, da Universidade de Oxford (Inglaterra). O texto também tem o apoio de vários políticos importantes, como a europarlamentar Anna Zaborska e a ex-ministra francesa Christine Boutin, candidata às presidenciais de 2012.

De acordo com a última edição do Friday Fax (23 de novembro) do Catholic Family & Human Rights Institute (C-FAM), a Carta foi divulgada recentemente em Cebu, nas Filipinas, durante o Congresso Nacional das Filipinas para a Vida. A reunião contou com a presença do ex-líder da maioria no Senado filipino, Francisco Tatad, e do arcebispo de Cebu, Dom José Serofia Palma.

"Os artigos de San José têm basicamente a função de combater as falsas alegações de um direito internacional ao aborto, mas também constituem um grande incentivo na luta contra a contracepção e a esterilização imposta de fora", disse Tatad ao Friday Fax.

O Friday Fax publica uma lista “impressionante” de personalidades que lançaram recentemente a Carta no parlamento do Uruguai, incluindo desde parlamentar até jogador de futebol famoso.

O texto também foi lançado no mês passado em Madri, Londres e Estrasburgo, e, no início de novembro, em Roma. Entre os apoiadores há personalidades como Giuseppe Benagiano, professor da Universidade La Sapienza e Secretário-Geral da Federação Internacional de Ginecologia e Obstetrícia, e Luca Volontè, líder do Partido Popular Europeu (PPE) na Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa.

*** MDV – MOVIMENTO EM DEFESA DA VIDA – www.defesadavida.com.br
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*** Diga NÃO a legalização do Aborto no Brasil
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*** Defenda a vida desde a sua concepção

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13.000 crianças salvas da interrupção da gravidez


Um Centro de Auxílio à Vida de Milão conta a sua história

Padre Piero Gheddo

ROMA, segunda-feira 12 dezembro, 2011 (ZENIT.org) – Nunca terminamos de conhecer e de admirar as personagens e as muitas iniciativas que nascem da fé em Cristo e na Igreja. No sábado passado, 03 de dezembro, no "Círculo da Imprensa ", ponto de encontro dos jornalistas da rua Veneza 48 em Milão, conheci a Sra. Paola Marozzi Bonzi, fundadora e diretora do Centro de Assistência à Vida (CAV) da clínica Mangiagalli em Milão, que em 27 anos já salvou 13 mil crianças do aborto.

O encontro no Círculo da Imprensa celebrou o primeiro aniversário do jornal online "La bussola quotidiana ", cujo diretor Riccardo Cascioli lançou a guerra cultural contra o aborto que, após a intervenção oportuna de Massimo Introvigne e de Luigi Amicone (diretor do semanal Tempi), atingiu seu ápice com o testemunho comovente e convincente de Paula Bonzi, conselheira familiar e mãe de três filhas, fundadora e diretora do Centro de Assistência à Vida.

Conheci brevemente a senhora Paola que se apresentou depois que eu tinha, por uma hora, respondido às perguntas de Gerolamo Fazzini sobre o porquê da missão ad gentis hoje e sobre o que as jovens Igrejas no Sul do mundo ensinam à nossa Igreja italiana. Paola me disse: "O senhor, padre, falou dos missionários que dão à luz a Igreja, onde ela não existe ainda; eu falo de voluntários e voluntárias do CAV que convencem e ajudam mães, em dificuldades e muitas vezes tentadas a abortar, a gerarem o filho".

O entusiasmo desta mãe carismática pela missão de salvar as crianças e as suas respectivas mães me comoveu. Também esta é uma "missão" querida e abençoada por Deus. Depois eu li o seu livro "Oggi è nata una mamma – Storie e sfide del Centro di Aiuto alla Vita Mangiagalli", com prefácio de Giuliano Ferrara (São Paulo 2009). O CAV em Milão tem uma sólida fama e vive por causa da ajuda de muitos voluntários e voluntárias e benfeitores.

Nasceu em 1984 a fim de ajudar cada mulher a escolher a vida e cada criança a ser acolhida com alegria. Uma maternidade imprevista, a dificuldade econômica, a ausência ou o afastamento de amigos e parentes, a possível falta de um cônjuge, podem fazer que a ausência de um filho seja vivida com medo, ânsia, preocupação e um profundo senso de solidão. O objetivo da associação é de acompanhar as mulheres à nova condição de mãe, sustentar psicologicamente e materialmente até um ano de vida da criança, ajudando-os a superar as dificuldades contingentes e a estabelecer o relacionamento com seu próprio filho.

O plano de ajuda proposto, adaptado para atender as necessidades de cada mulher, pode envolver diferentes intervenções: o apoio psicológico, o aconselhamento do educador e da parteira para ajudar a mãe e o bebê a crescerem bem juntos, oferecendo tudo que o bebê necessita (fraldas, enxovais, equipamentos) e o que se precisa para assegurar o bem-estar da família ("bolsa despesa", um subsídio de 200 euros por mês pagos por 18 meses), o alojamento temporário.

O CAV funciona desde 1984 dentro da clínica Mangiagalli em Milão. Os resultados alcançados em 26 anos são: 15.204 mulheres encontradas, 13.120 bebês nascidos, 272 núcleos famíliares hospedados até conseguirem uma casa própria; 127 crianças matriculadas em creches geridas pela associação, abertas em 2004; 6,600,064.49 euros destinados em subsídios em dinheiro. Em 2010 as novas usuárias foram 1.688, as crianças nascidas e seguidas com o projeto de ajuda 995.

Paola Bonzi comoveu falando de modo apaixonado das "meninas que tiveram uma gravidez indesejada, os sentimentos de insegurança e de medo que sentem, as incertezas e incapacidades de levarem adiante uma vida, a necessidade de serem ouvidas e compreendidas." E acrescentava: "Nós pensamos imediatamente em julgar casos como estes, que as vezes terminam no aborto, porque a sociedade não as ajuda. Eu digo: não julguemos, porque todos somos responsáveis​​".

Tocou os corações de todos. Enquanto Paola fala eu penso: Olha quão grande é o mundo e quão diversificadas as missões da Igreja. Esta manhã falei das missões aos povos, que é a minha vida, agora venho conhecer a missão de ajudar as jovens mulheres a não abortarem, a deixarem nascer as crianças e também isto é Evangelho vivido!

A "nova evangelização" dos povos que são cristãos há muitos séculos será discutida em outubro de 2012 pelo Sínodo Episcopal da Igreja e terá necessidade de muitos leigos que tomem iniciativas para dar testemunho de Cristo em todas as esferas da sociedade italiana. Nenhum batizado pode mais ser um cristão passivo, todos devemos dedicar tempo, paixão, inteligência e dinheiro para dar uma mão, também com a oração, se queremos que a Itália possa voltar a ser um país cristão.

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Papa pede respeito pelo direito a vida


Cidade do Vaticano, 11 dez 2011 (Ecclesia) – Bento XVI deixou hoje um apelo em favor do respeito pela “vida”, assinalando no Vaticano o aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, firmada a 10 de dezembro de 1948.

“O primeiro entre todos os direitos é o [direito] à vida”, disse o Papa a representantes de movimentos e associações pró-vida de países europeus, incluindo Portugal, reunidos em Roma para a entrega do prémio ‘Madre Teresa de Calcutá’, que este ano distinguiu a título póstumo Chiara Lubich, fundador do movimento dos Focolares.

Perante dezenas de milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro, para a recitação do Angelus, Bento XVI apresentou uma reflexão sobre a proximidade do Natal, num domingo chamado ‘Gaudete’ (alegrai-vos), em que se substitui o roxo pelo rosa nas celebrações de Advento, tempo que antecede a celebração do nascimento de Jesus.

“O ambiente exterior propõe as tradicionais mensagens de tipo comercial, mesmo que num tom menor, por causa da crise económica. O cristão é convidado a viver o Advento sem se deixar distrair pelas luzes, mas sabendo dar o justo valor às coisas, para fixar o olhar interior em Cristo”, disse.

O Papa saudou, em seguida, um grupo de crianças que levaram ao Vaticano as imagens do Menino Jesus, para serem ali abençoadas.

“Queridas crianças, quando rezardes diante dos vossos presépios, recordai-vos também de mim, como eu me lembro de vós”, pediu.

Horas antes, Bento XVI tinha tido outro encontro com meninos e meninos na paróquia de Santa Maria das Graças, em Roma, que visitou esta manhã.

“Sabemos que o Natal está próximo: preparemo-nos não só com os presentes, mas com o nosso coração”, afirmou, então, desejando aos presentes “toda a alegria do Natal e toda a alegria da presença do Menino Jesus Cristo que é Deus”.

Na homilia da missa a que presidiu na paróquia romana, o Papa falou do tempo litúrgico do Advento como um momento de “esperança” e de anúncio de Jesus, a exemplo da figura de São João Baptista.

Bento XVI apelou a um testemunho da “caridade”, do “amor e da fraternidade”, sem deixar de lado o compromisso de “purificar e reforçar a própria fé diante dos perigos e das insídias que a podem ameaçar”.

O calendário do Papa até à celebração do Natal inclui, na quinta-feira, um encontro com os universitários de Roma, para a recitação da oração de vésperas na basílica de São Pedro, Vaticano, apontamento que o próprio quis hoje destacar, após o Angelus, convidando os jovens a participarem.

Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=88612

O conto do aborto legal


Acabo de ler uma notícia publicada ontem em um jornal de Tocantins onde informa que a Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres (SPM), do governo da abortista Dilma Rousseff e do PT – o partido do aborto, aponta as prioridades para políticas públicas para mulheres, dentre elas, vejam só!, um tal de “aborto seguro”. Seguro pra quem cara-pálida? Para a criança? Claro que não, para os assassinos da criança, óbvio.

Ignorando o que diz a Constituição Federal em seu artigo 5º a ainda o Código Penal Brasileiro em seus artigos 124, 125 e 126, onde afirmam claramente que todos têm direito a vida e que qualquer tipo de aborto é crime, esta Secretaria promove e encoraja a prática ilegal do atentado contra a vida de inocentes ainda no seio de suas genitoras atentando também contra o artigo 287 do CPB que torna crime a apologia ao crime, neste caso o aborto.

Em um dos eixos destas prioridades é citado que “Mesmo com a prática do aborto prevista em lei em dois casos específicos (estupro e risco de vida para a gestante), algumas mulheres encontram dificuldades para serem atendidas devido à falta de informação entre médicos ou a demora nas decisões judiciais” como se tal prática fosse “prevista em lei”. NÃO, NÃO É NÃO! No Brasil qual quer prática de aborto é considerada crime. Infelizmente, apenas não se torna punível o que não significa dizer que deixa de ser crime e que passe a ser um direito, ou mesmo legal. Dar um pulo de algo que, apesar de ser crime, não é punível para ser um direito é de uma desonestidade medonha. Típico dos métodos comuno-petistas em voga ultimamente.

Mas há muita gente de olho aberto para tais métodos, e não, não vamos permitir esta desgraça, que mais sangue de inocentes caia sobre esta Terra de Santa Cruz de braços cruzados. Que Nossa Senhora da Imaculada Conceição nos proteja e proteja a estes pequeninos inocentes do martelo e da foice desses Herodes chamados feminismo e PT – o partido do aborto.

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Imaculada Conceição segundo Lutero