Minha mensagem de Ano Novo


Recebemos de Deus um presente que se quer os Anjos receberam: o Tempo.

Eles, os Anjos, não tiveram Tempo de escolha. Decidiram “na hora” entre o Bem e a rejeição ao Bem.

Nós não, nós temos o Tempo, para alguns muito, para outros pouco, para outros nem um (fico a pensar nas crianças que são assassinadas no ventre de sua própria mãe, que tempo elas tiveram?).

Este Tempo que Deus nos dá também é para que façamos a nossa escolha entre o Bem e a rejeição do Bem, que chamamos de Mal. E caso escolhamos o Bem durante todo este Tempo que nos foi dado, trocaremos este presente que recebemos, o Tempo, por um melhor ainda: a Eternidade, que é o contrário do Tempo, aliás é a ausência do Tempo.

Quando este dia chegar não se precisará mais de marcar o Tempo, de dividi-lo, de mensurá-lo, de buscá-lo.

Até lá sigamos em frente… OTempo passa. Não fique aí parado, mova-se! Busque o BEM!

FELIZ 2012!

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Partido Alternativa Espanhola pede fim da lei que permite aborto


Que venha 2012! Com o Uruguai fazendo a m… que fez, a notícia que leio agora mostra que 2012 promete lá na Europa. Aqui na América Latina devemos continuar vigilantes, atuantes, “reacionariantes”, “chatantes” e todos os “antes” e “istas” pelos quais somos rotulados.

O partido Alternativa Espanhola quer que o Governo revogue a legislação que autoriza a interrupção voluntária da gravidez, e, por isso, está esta tarde a promover concentrações antiaborto em 15 cidades do país, às quais se seguirá a entrega de uma carta ao presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso. As manifestações surgem depois de o Executivo ter anunciado que ia rever a lei que regula a interrupção voluntária da gravidez [leia-se
ABORTO, ou ASSASSINATO VOLUNTÁRIO DE FETO
], que, como explica o jornalista Nuno Felício, foi alterada pelo Governo anterior há pouco mais de um ano”

Fonte

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Péssimo fim de ano no Uruguai


MONTEVIDÉU – O Senado uruguaio aprovou nesta terça-feira a lei que descriminaliza o aborto no país, em meio a manifestações de religiosos e organizações feministas. Três anos atrás, o governo anterior vetou a legalização da prática.

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A votação final, após quase dez horas de debate, marcou 17 votos a favor e 14 contra. Agora, a iniciativa passará para a Câmara dos Deputados, que só analisará a proposta após o recesso parlamentar. Caso a lei também seja aprovada pela câmara, o presidente José Mujica já declarou que não usará seu poder de veto. A Igreja Católica já avisou que deve excomungar os legisladores católicos que votarem a favor do projeto.

Fonte

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28 de Dezembro – Santos Inocentes, Mártires


28 de Dezembro
Santos Inocentes, Mártires

Neste dia a Igreja recorda os meninos inocentes de Belém e arredores, de
idade inferior a dois anos, os quais, conforme o relato do Evangelho, foram
arrancados de suas mães e assassinados cruelmente, por ordem de Herodes.
Embora não tivessem uso da razão, morreram por Cristo Jesus, e por isso a
Igreja os honra com o título de mártires. Em nossos dias, assistimos a
uma nova matança dos inocentes, desta vez — é triste reconhecê-lo —
tantas e tantas vezes perpetrada pelas próprias mães desnaturadas! De
fato, em que consiste o aborto voluntariamente provocado? Consiste, pura e
simplesmente, no assassinato do filho pela própria mãe. O feto, ou seja,
o ser humano desde o momento da concepção até o do nascimento, é um ser
distinto de sua mãe. Eliminar o embrião, seja em que fase for de seu
desenvolvimento, é um assassinato que viola os direitos humanos. Ora, com
toda a naturalidade se vai disseminando a prática pecaminosa do aborto,
consagrada e protegida pelas legislações! E em alguns casos são
legalmente punidos médicos ou enfermeiras católicos que em consciência
se recusam a participar desses crimes!

A história de cada santo é extraída do livro: Cada dia tem seu Santo
Com autorização do autor: A. de França Andrade

Para adquirir esse ou outros livros e colaborar com a
Frente Universitária Lepanto, visite a nossa página:
http://www.lepanto.com.br/patroc.html

Leia a história completa sobre a vida de vários santos:
http://www.lepanto.com.br/Hagiog.html

“Chegou a hora”, pelo “retorno da verdadeira liturgia da Igreja”


Desejo expressar, primeiramente, minha gratidão a todos vós pelo zelo e entusiasmo com que promoveis a causa da restauração das verdadeiras tradições litúrgicas da Igreja.

Como sabeis, é a liturgia que aperfeiçoa a fé e sua heróica realização na vida. Ela é o meio com que os seres humanos são elevados ao nível do transcendente e do eterno: o lugar de um profundo encontro entre Deus e o homem.

A liturgia, por esta razão, nunca pode ser criada pelo homem. Pois se rezamos da forma como queremos e ajustamos as normas a nós mesmos, corremos, então, o risco de recriar o bezerro de ouro de Aarão. Devemos constantemente insistir na liturgia enquanto participação naquilo que o próprio Deus faz, correndo o risco, de outra forma, de cair na idolatria. O simbolismo litúrgico nos ajuda a nos elevarmos acima do que é humano, em direção ao divino. A esse respeito, é minha firme convicção de que o Vetus Ordo representa em grande extensão e de maneira mais satisfatória aquele chamado místico e transcendente a um encontro com Deus na liturgia. Portanto, chegou para nós a hora de não só renovarmos, por mudanças radicais, o conteúdo da nova Liturgia, mas de também encorajarmos mais e mais o retorno do Vetus Ordo, como um caminho para uma verdadeira renovação da Igreja, que foi o que os Padres da Igreja assentados no Concílio Vaticano II tanto desejaram.

A cuidadosa leitura da Constituição Conciliar sobre a Sagrada Liturgia, Sacrosanctum Concilium, demonstra que as imprudentes mudanças introduzidas posteriormente na Liturgia nunca estiveram nas mentes dos Padres do Concílio.

Assim, chegou a hora de sermos corajosos no trabalho por uma verdadeira reforma da reforma e também pelo retorno da verdadeira liturgia da Igreja, que se desenvolveu por sua história bimilenar em um contínuo fluxo. Desejo e rezo para que isso ocorra.

Possa Deus abençoar os vossos esforços com sucesso.

+Malcolm Cardeal Ranjith

Arcebispo de Colombo

24/8/2011

Carta do Cardeal Ranjith à 20ª Assembléia Geral da Foederatio Internationalis Una Voce, ocorrida em 5 e 6 de novembro de 2011, em Roma. Tradução: Fratres in Unum.com

Atenciosamente,

Moisés Gomes.

Depto. de Distribuição Centro-Sul

Centro de Serviço de Icó, Projetos e Obras
Fone: (88) 3561-1894 Ramal: 833-2207.

moises

“Onde os sentidos são senhores as almas são escravas, e a escravidão da alma é a pior das calamidades” (H. Colas).

Mensagem de Natal 2011


Um Menino nos foi dado! Aleluia!

§ Mas o que tem Este Menino conosco?

§ Qual é a diferença pra você deste acontecimento em sua vida?

A resposta está em como você se abre ao maior acontecimento da História. Deus se fez homem. O Infinito tornou-se Ínfimo no seio de uma Virgem.

Mas, pra quê Ele fez isso? A história é longa… Mas pode ser resumida.

O homem quis se fazer Deus, quis ser como Deus, quis rejeitar Deus, logo Ele que o criara.

Com essa rejeição e negação de Deus o homem contraiu uma grande dívida para com Ele, dívida de proporção infinita, visto que o favor, o dom, que Deus havia lhe dado é infinito: a vida.

O homem escolheu o pecado, e como salário dele recebeu a morte. Não havia criatura no mundo inteiro que pudesse pagar esta dívida. Mas Deus, que ama a sua criação, se fez criatura, sem deixar de ser Criador, para se fazer fiador desta dívida infinita, que com seu mérito infinito a quitou para sempre.

A herança da Salvação perdida por Adão e Eva nos foi recuperada por Nosso Senhor Jesus Cristo e a Bem-Aventurada Virgem Maria.

Merecemos esta herança? Não, não merecemos.

Receberemos esta herança? Sim, se a buscarmos com Fé, Esperança e Amor. Principalmente Amor, amor a Deus e ódio ao pecado.

Para que amássemos a Deus, foi para isto que Nosso Senhor Jesus nasceu.

Para que odiássemos o pecado, foi para isto que Nosso Senhor Jesus nasceu.

Para que buscássemos e alcançássemos o Céu, foi para isto que Nosso Senhor Jesus nasceu.

Para que nos livrássemos do Inferno, foi para isto que Nosso Senhor Jesus Nasceu.

Sim, o Inferno. Ele existe. E não há como acreditar em um Nascimento Milagroso sem acreditar no Inferno. Quem não acredita no Inferno não acredita no Natal.

Natal e Inferno estão intimamente ligados. E ainda que eu não busque o Céu por amor a Deus, por ódio ao pecado, o medo do Inferno deveria ser um bom motivador para buscarmos a salvação, que não é fácil. Acredite, tem muita gente jogando contra isso.

Deus deve ser o centro de tudo! Uma sociedade que rejeita a Deus está fadada ao fracasso! Uma sociedade que relega Deus apenas ao foro íntimo de cada individuo cai no mesmo erro de Adão e Eva.

Vivemos em uma sociedade ANTROPOTEÍSTA, que adora ao homem, que se acha capaz de se “auto-esculpir” como em muitas figuras que estão estampadas em certas Lojas que dizem ter “boa vontade”. Mas sabemos que, de boas intenções, o Inferno está cheio. E aí de quem ouse levantar a voz para falar de Deus nessa sociedade! Não, isso só no Natal… Por enquanto. Criticar o assassinato de uma criança no ventre da mãe, não isso não pode. Criticar os atos antinaturais de sodomitas, não isso não pode. Criticar a devassidão, não isso não pode. Criticar os métodos antinaturais que impedem que ato conjugal atinja seu fim ultimo que é a procriação, não isso não pode. Criticar a prática do ato conjugal antes e/ou fora do casamento, não isso não pode. Enfim… está na hora de lhe desejar um feliz Natal?

Desejo-lhe sim um FELIZ NATAL e se de fato você o vivenciar, desejo-lhe também um FELIZ MARTÍRIO, claro, se você for reclamar sua herança.

Oração ou reza?


Fonte: Apostolado Spiritus Paraclitus

Quantas vezes você já não ouviu esse paralelo ignorante que alguns protestantes fazem em relação a essas palavras? Quantas vezes você já não foi questionado a respeito de seu uso e desuso e, por fim, quantos de nós católicos também caem nessa falácia de que uma difere e profana a outra. ESTUPIDEZ e IGNORÂNCIA. Veremos que isso nada tem haver com que uma grande parte da população atual menciona como certo e errado.

Vermelho ou encarnado? Um termo vale o outro, com a diferença de que “vermelho” é da língua literária, “encarnado” da língua popular. Igualmente, “oração” é palavra clássica, ao passo que “reza” é da língua caseira. Mas o mesmíssimo significado: A elevação da mente e do coração a Deus, para o adorar, agradecer e pedir-lhe as graças de que necessitamos. É somente isto a vontade de Deus, não lhe interessa o som das palavras, diferentes nas várias línguas.

Isso vale aqueles que, destituídos de um mínimo de cultura ou honestidade intelectual, fazem das duas palavras, “oração” e “reza”, um cavalo de batalha. “Nós oramos os católicos rezam: logo, os católicos estão errados”. Os desinformados e/ou desonestos precisam saber que “oração” “orar” (sem necessidade de remontar ao hebraico “Or” (Luz)), são palavras originadas do latim, língua de Roma e, portanto, língua legítima da Igreja Católica: (Oratio , orare). Até a aparição dos primeiros protestantes (1520), foram de exclusividade nossa, na liturgia da Igreja Ocidental. Querer vender-nos o que é nosso é crime de estelionato!

Sendo um pouco mais específico Orar vem do latim orare; e rezar, do latim recitare, que também deu em português recitar. Já em latim, os verbos orare e recitare têm sentidos muito próximos: o primeiro significa “pronunciar uma fórmula ritual, uma oração, uma defesa em juízo”; o segundo, “ler em voz alta e clara” (portanto, o mesmo que em português recitar). Entretanto, para orare prevaleceu na latinidade e nas línguas românicas o sentido de rezar, isto é, dizer ou fazer uma oração ou súplica religiosa (cfr. A. Ernout–A. Meillet,Dictionnaire étymologique de la langue latine — Histoire des mots, Klincksieck, Paris, 4ª ed., 1979, p. 469). Nós, católicos, damos ao verbo rezar um sentido bastante amplo e genérico, e reservamos a palavra oração mais especialmente — mas não exclusivamente — para os diversos gêneros de oração mental, como a meditação, a contemplação etc. Não há razão, portanto, para fazer dessa ligeira diferença, comum nos sinônimos, um tema de disputas.

Os protestantes, entretanto, salientam a diferença por dois motivos. Primeiro, porque para eles serve de senha. Com efeito, acentuando arbitrariamente essa pequena diferença de matiz entre as palavras, eles utilizam orar em vez de rezar, e assim imediatamente se identificam como crentes (como diziam até há pouco) ou evangélicos (como preferem dizer agora). Isso tem a vantagem, para eles, de detectar entre os circunstantes os outros protestantes que ali estejam. É um expediente ao qual recorrem todas as seitas dotadas de um forte desejo de expansão, como é o caso dos protestantes no Brasil.

Por outro lado, a oração, para os protestantes, não tem o mesmo alcance que para nós, católicos. Enquanto para nós o termo oração engloba todos os gêneros de oração — desde a oração de petição até as orações de louvor e glorificação de Deus — os protestantes esvaziam a necessidade da oração de petição, que para eles tem pouco ou nenhum sentido. Com efeito, como nós, católicos, sabemos, a vida nesta Terra é uma luta árdua, em que devemos pedir a Deus em primeiro lugar os bens eternos, e depois os bens terrenos de que temos necessidade. É o que ensinou Nosso Senhor Jesus Cristo.

Até ontem, quando a Missa era em latim, assim como ainda hoje em boa língua portuguesa, o termo clássico era de uso comum, esses ignorantes deveriam verificar entre qualquer Igreja Católica, durante a Missa e ouvirão, mais de uma vez, o convite do celebrante: “Oremos!” E, uma vez o solene: “Orai irmãos para que nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai, Todo Poderoso”. Dizer que a Igreja não ora é no mínimo preguiça de pesquisar a verdade, a Igreja nunca fez distinção entre uma coisa e outra, pois via e continua a ver o mesmo significado em ambas as palavras, o que sempre foi real, os santos e santas que nos antecederam assim já nos demonstravam:

“Depois que ficava em oração, via que saia dela muito melhorada e mais forte.” Santa Teresa d’Ávila

“Assim como necessitamos continuamente da respiração, assim também temos necessidade do auxílio de Deus; porém se queremos, facilmente podemos atrai-lo pela oração.” São João Crisóstomo

“Ora et Labora!”Reza e trabalha! São Bento

“Sabe viver bem quem sabe rezar bem.” Santo Afonso Maria de Ligório

“A oração consiste em tratar a Deus como um pai, um irmão, um Senhor e um Esposo.” Santa Teresinha

“Quem começou a rezar não deve interromper a oração, em que pesem os pecados cometidos.”

“Com a oração poderá logo soerguer-se, ao passo que sem ela ser-lhe-á muito difícil. Não deixe que o demônio o tente a abandonar a oração por humildade” Santa Teresinha

Podemos perceber então que tal distinção não fazia e nunca fez parte da vida religiosa dos santos e santas da Igreja, como então continuarmos com esse paralelismo que, até entre os católicos hoje existe? Basta parar de acreditar na primeira besteira que se ouve e buscar a Sabedoria da Igreja de dois mil anos, que tem todas as respostas necessárias.

Ainda neste contexto perceberemos que nem mesmo o Catecismo da Igreja Católica difere uma coisa da outra, pois ao utilizar ambas demonstra que não existe e nunca existiu diferentes significados, podendo assim serem usadas sem problema algum de cometer um dito “erro”, vejamos:

“A Oração é a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus nos bens convenientes. De onde falamos nós, ao rezar?…” CIC 2559

“[…] Os Salmos alimentam e exprimem a oração do povo de Deus como assembléia, por ocasião das grandes festas em Jerusalém e cada sábado nas sinagogas. […] Rezados e realizados em Cristo, os Salmos são sempre essenciais à oração de Sua Igreja.” CIC 2586

“A oração não se reduz ao surgir espontâneo de um impulso interior; para rezar é preciso querer. Não basta saber o que as Escrituras revelam sobre a oração; também é indispensável aprender a rezar, E é por uma transmissão viva (a Sagrada Tradição) que o Espírito Santo, na ‘Igreja crente e orante’, ensina os filhos de Deus a rezar.” CIC 2650

Fica evidente então a Sabedoria da Igreja e a Verdade que nela, através de Nosso Senhor, se expressa. Em outra Crítica protestante acerca da prática de tais palavras veremos, a seguir, o cuidado que devemos ter.

A CRÍTICA PROTESTANTE A RESPEITO DAS PALAVRAS REPETIDAS

Para sustentar que “não devemos orar repetidas vezes”, os protestantes, como diz a missivista, apelam para a Bíblia. Provavelmente se referem ao Evangelho de São Mateus (6,7): “Nas vossas orações, não queirais usar muitas palavras, como os pagãos, pois julgam que, pelo seu muito falar, serão ouvidos”.

A interpretação deste texto de São Mateus não é entretanto a que os protestantes lhe dão. Ele significa simplesmente que a eficácia da oração não decorre da loquacidade, mas sobretudo das boas disposições do coração. As disposições sendo boas, em princípio, quanto mais se reza, melhor! E o próprio Jesus Cristo Nosso Senhor deu o exemplo de uma oração longa e repetitiva no Horto das Oliveiras, quando, prostrado com o rosto em terra, rezou por mais de uma hora, dizendo: Pai, se é possível, afaste-se de mim este cálice; mas não se faça a minha vontade, e sim a vossa (cfr. Mt 26, 39-44; Lc 22, 41-45).

Quanto à necessidade da insistência na oração, no Evangelho de São Lucas (11, 5-8) se lê a impressionante lição do Divino Mestre: “Se algum de vós tiver um amigo, e for ter com ele à meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, porque um meu amigo acaba de chegar a minha casa de viagem, e não tenho nada que lhe dar; e ele, respondendo lá de dentro, disser: Não me sejas importuno, a porta já está fechada, e os meus filhos estão deitados comigo; não me posso levantar para te dar coisa alguma. E, se o outro perseverar em bater, digo-vos que, ainda que ele se não levantasse a dar-lhos por ser seu amigo, certamente pela sua importunação se levantará, e lhe dará quantos pães precisar”.

A reiteração de nossos pedidos a Deus deve pois chegar a esse ponto da importunação, segundo o conselho do mesmo Nosso Senhor. E por aí se vê como os protestantes, abandonando a sabedoria da Igreja e arrogando-se o direito ao livre exame, se afastam da reta interpretação das Sagradas Escrituras, fazendo ilações lineares, sem levar em conta outras passagens sobre o mesmo tema, o que é indispensável para chegar ao verdadeiro sentido de todas elas.

Que possamos com esta elucidação parar de fazer esse paralelismo errôneo e protestante e de uma vez por todas também aprender a nos defender nesta questão de fé, sempre com a caridade e piedade cristã que nos é lícita mas sem nunca deixarmos de anunciar a Verdade a nós revelada.

Que Nosso Senhor sempre vos Ilumine e que vosso coração sempre tenha espaço para a Santíssima Virgem Maria!