Alegrias e dores do magistério de Francisco


Segue comentário feito pelo vaticanista Sandro Magister a análise de um teólogo católico australiano a exortação apostólica “Evangelii Gaudium” do Papa Francisco. A tradução do comentário é do §|Olhar Católico|§. O original foi publicado em seu blog chiesa.espressoonline.it. O comentário do teólogo segue logo após sem tradução.

A novidade do método da “Evangelii Gaudium” comentada por um teólogo australiano. Mas nem sempre o Papa é interpretado corretamente. Nem mesmo pelo diretor de “La Civiltà Cattolica”. O caso emblemático do batismo de Córdoba.

ROMA, 15 de abril de 2014 – Dos chefes do discatério da cúria romana, chamados pelo papa para fazer um relatório no começo deste mês de abril, o Papa Francisco quer saber uma única coisa, assim resumido em comunicado oficial: “as reflexões e reações suscitadas pela Exortação Apostólica ‘Evangelii Gaudium’ e as perspectivas que se abrem para sua implementação”.

Que a “Evangelii Gaudium” é efetivamente o roteiro programático do pontificado de Jorge Mario Bergoglio está agora fora de qualquer dúvida.

Por isso é importante sua compreensão. E ao mesmo tempo é difícil, porque a forma em que está escrita a “Evangelii Gaudium” não é nada conforme aos cânones clássicos do magistério eclesiástico, bem como tampouco o é o discurso público cotidiano do papa Francisco.

No ensaio exclusivo publicado nas linhas abaixo, Paul-Anthony McGavin sustenta que Francisco evita a abstrações, proíbe o que chama de “silogismos frios”, ama um pensamento e uma ação “holísticos”, ou seja, global. E mostra como precisamente esta é a novidade do método da “Evangelii Gaudium”.

McGavin, australiano, de 70 anos de idade, é sacerdote da Diocese de Camberra e Golburn e assistente eclesiástico na Universidade de Camberra. Publicou em 2010 no L’Osservatore Romano um comentário amplo e profundo a encíclica “Caritates in veritate” Ed Bento XVI.

No papa Francisco – escreve McGavin – “encontramos uma mentalidade arraigada no empirismo pastoral, que integra as circunstâncias concretas de uma compreensão estruturada e fundamental do Evangelho”.

Mas o mesmo McGavin reconhece que esta mentalidade “não fragmentada” expõe o Papa a consideráveis riscos de mal-entendidos, especialmente quando algumas de suas afirmações são tomadas pelos grandes meios de comunicação como aforismos autônomos e transformados em chaves interpretativas globais do atual pontificado.

Dois exemplos recentes constituem uma prova destes mal-entendidos.

*

Num período de 36 horas, entre os dias de quinta-feira, 10, e sexta-feira 11 de abril, o Papa Francisco lançou-se acima de tudo – e não é a primeira vez – contra a “ditadura do pensamento único” que suprime “a liberdade dos povos, das pessoas e das consciências”.

Depois defendeu com força “o direito das crianças a crescer em uma família com um pai e uma mãe, em relação com o que é a masculinidade e a feminilidade de um pai e de uma mãe, preparando assim a maturidade afetiva”.

Em seguida também expressou condenações duríssimas “[a]os horrores da manipulação educativa” que “com a pretensão de modernidade obriga jovens e crianças a trilhar o caminho da ditadura do pensamento único”. E acrescentava o testemunho de um “grande educador” que disse a poucos dias “As vezes não se sabe se com estes projetos – referindo-se a projetos concretos de educação – se manda a criança à escola ou a uma campo de reeducação”.

Por fim, ele manifestou sua contrariedade em relação ao assassinato de todo “nascituro no seio materno”, citando a lapidar declaração do Concílio Vaticano II: “O aborto e o infanticídio são crimes abomináveis”.

As referências a fatos, leis, sentenças judiciais, campanhas de opinião que levam à ideologia de gênero, presente em recentes reportagens de jornais na Itália, França e outros países foram evidentes nas palavras do Papa Francisco.

No entanto nos meios de comunicação em geral, estas advertências têm tido impacto praticamente nulo. Como se fossem pura abstração, sem nenhuma influência na realidade e desligadas de qualquer juízo, porque a chave de explicação de tudo – na narração que os meios de comunicação fazem do Papa Francisco – converteu-se agora em “quem sou eu para julgar?”, pronunciado pelo mesmo Papa pela primeira vez na conferência de imprensa realizada no avião em que regressava do Rio de Janeiro e pela segunda vez na entrevista a “La Civiltà Cattolica”, ao referir-se ao homossexual “que busca ao Senhor e tem boa vontade”.

*

O segundo exemplo mostra como um uso distorcido e extenso do “quem sou eu para julgar?” tem aberto brechas também dentro da igreja e inclusive em quem deveria ser intérprete confiável do pensamento do Papa Francisco.

Em 01 de abril, numa conferência lotada em Roma, o diretor de “La Civiltà Cattolica” e entrevistador do Papa, o padre Antonio Spadaro, disse textualmente:

“se não  Francisco Papa não teria sido fácil batizar uma criança nascida de um casal de lésbicas”.

O jesuíta se referia ao batismo anunciado com grande ênfase e logo efetivamente administrado em 5 de abril na Argentina, na catedral de Córdoba, a filha de uma mulher unida em “matrimônio” civil com outra mulher, ambas presentes no rito como “mães” e assistidas com “madrinha” pela presidente Cristina Kirchner.

Mas isso, segundo o padre Spadaro, era a feliz novidade propiciada pelo papa Francisco, dizendo que não há nada de novo, mas sim algo muito antigo e tradicional no batismo de uma recém-nascida, recém-chegada ao mundo. São somente algumas correntes católicas progressistas e anticonstantinianas que se opõem a prática multissecular do batismo de crianças.

A novidade, para a Igreja, foi, fora todo o resto, a muito solicitada cerimônia de Córdoba, onde tudo – desde a “família” antinatural com as duas mães, a “madrinha” Kirchner, ativa promotora da lei que permitiu às mulheres unirem-se em “matrimônio”, e o pai biológico oculto da recém-nascida – expressava submissão total justamente a este “pensamento único” tão enfrentado pelo Papa Francisco.

¿QUÉ ES LO NUEVO EN “EVANGELII GAUDIUM”?

por Paul-Anthony McGavin

El papa Francisco atrajo muy fuertemente la atención de los grandes medios de comunicación con sus enunciaciones cortas y sus entrevistas en estilo coloquial, propio de las revistas. La prensa popular ha elogiado muchísimo sus expresiones, escuchando lo que se quiere oir, propagando lo que se desea escuchar y omitiendo su estribillo recurrente: “soy hijo de la Iglesia”.

“Evangelii gaudium” es la primera declaración extensa y puesta por escrito que incluye mucho de lo que el Santo Padre ha estado diciendo en formato oral. Lo que pretendo mostrar es que lo nuevo en la “Evangelii gaudium” es lo que llamo método, el modo de pensar y de razonar.

El papa Francisco no se presenta a sí mismo como un intelectual, y sus comentarios breves y deslizados en forma simple en una conversación son frecuentemente realizados con un lenguaje llano y sencillo. Pero lo que se torna evidente en la “Evangelii gaudium” es que él posee una inteligencia acrisolada. Su forma de pensar es sofisticada y tiene un método o metodología distintos que pueden ser visualizados en la “Evangelii gaudium”. Este método no es nuevo, lo que es nuevo es la simplicidad y claridad de sus afirmaciones.

Pero lo irónico es que este método suyo es a la vez simple y complejo.

Es simple porque es llano, franco. Es simple porque hay referencias constantes a situaciones concretas, más que a abstracciones que abarcan todas las situaciones o varias de ellas.

Es complejo porque está situado en un conjunto de conceptualizaciones. Los comentarios cortos y sencillos del Papa, citados con frecuencia, se sitúan de hecho en una mente que ve un conjunto de conceptualizaciones, y no simplemente perspectivas unidireccionales que se corresponden con la mentalidad que encontramos en la lógica del silogismo. El papa Francisco es un pensador sistemático.

Decir “un pensador sistemático” parece abstruso, cuando el papa Francisco no es un hombre abstruso. Dicho en otros términos, el papa Francisco tiende a pensar “holísticamente”. Él tiende a ubicar las cuestiones con las que trata observándolas en el contexto de la comprensión global de la obra de Dios en Cristo (el Evangelio, “Evangelium”), y visualiza esa comprensión global en las diversas situaciones que se suscitan, es decir, en las circunstancias concretas en las que él está considerando la recepción y vivencia de lo que Dios ha hecho y está haciendo en la Iglesia. Su pensamiento está situado siempre pastoralmente, nunca es abstracto. Pero al mismo tiempo ve y examina las cuestiones que lo obligan a concentrarse en una forma de visión integral que es compleja.

Veamos un ejemplo de esto en la “Evangelii gaudium”:

“Existe también una tensión bipolar entre la idea y la realidad. La realidad simplemente es, la idea se elabora. Entre las dos se debe instaurar un diálogo constante, evitando que la idea termine separándose de la realidad. Es peligroso vivir en el reino de la sola palabra, de la imagen, del sofisma. De ahí que haya que postular un tercer principio: la realidad es superior a la idea. Esto supone evitar diversas formas de ocultar la realidad: los purismos angélicos, los totalitarismos de lo relativo, los nominalismos declaracionistas, los proyectos más formales que reales, los fundamentalismos ahistóricos, los eticismos sin bondad, los intelectualismos sin sabiduría” (n. 231).

Uno podría colgarse de la lista de ejemplos de amplio espectro que está al final de este párrafo, una lista diversificada que incluye cosas que muy probablemente provoquen un “Ouch!” en la mayoría de los lectores. Pero nuestra atención debe focalizarse en la distinción entre la idea y la realidad.

El Papa propone que la idea se construye o es “producida”, mientras que la realidad simplemente “es”. En sentido estricto, su dicotomía puede ser cuestionada, porque el sujeto debe focalizarse visualmente en la “realidad”, debe asumir una epistemología en orden a comprender la “realidad”, pero a la vez el sujeto debe asumir una epistemología en orden a dar forma mental a algo que es noético, es decir, a la “idea”. Pero introducir estas cuestiones estrictamente filosóficas y psicológicas podría desviarnos del punto central que el Papa está tratando.

Lo fundamental de lo que está diciendo es que hay una tensión entre el mundo conceptual y el mundo práctico, y que esta tensión nos llama a dialogar. Es un ejemplo de lo que antes he mencionado como algo a la vez simple y complejo. Las personas pueden captar rápidamente que muchas veces hay una disyuntiva entre el mundo de las ideas y el mundo de la realidad. Es una proposición simple, pero una vez que se asume esta perspectiva, ella lleva a la complejidad. Ésta podría ser la complejidad del conflicto o la de las sendas que llevan a una resolución. El Papa propone esto último, propone un diálogo que es típicamente complejo y culturalmente situado.

Para mencionar simplemente tres de los ejemplos del Papa, simplemente pensemos lo complejo que es moderar la posición de alguien que ha edificado un ascetismo que no está encarnado (“purismo angelical”); o moderar la posición de alguien que ve el orden moral en su totalidad como auto-definido (los “totalitarismos de lo relativo”); o moderar la posición de alguien cuya postura se sitúa fuera de la comprensión histórica de la providencia de Dios en el mundo (una “versión ahistórica del cristianismo”).

El Papa desciende al plano de la “realidad”, al decir que “la realidad es superior a la idea”. Esto parecería estar en desacuerdo con su énfasis sobre la tensión y sobre el diálogo. Pero no es en realidad una desviación de los puntos de tensión y diálogo, es un acercamiento que proviene del Evangelio como arraigado primero en la “realidad”, antes que en las “ideas”.

El Evangelio asume primero la “realidad” – los hechos – de la encarnación de Nuestro Señor, su vida terrenal, su pasión, su resurrección y su ascensión. Es decir, el Evangelio asume primero los hechos de la acción de Dios en Cristo. “¡Ha resucitado!” no es inicialmente la proclamación de una idea sino de un hecho, un hecho experimentado (n. 7, en el que cita “Deus Caritas est,” n. 217). El Evangelio es predicado por un testigo: “lo que hemos oído, lo que hemos visto con nuestros ojos, lo que hemos contemplado y tocado con nuestras manos acerca de la Palabra de Vida” (1 Jn 1, 1). El poder maravilloso de la idea cristiana es que articula la realidad del hecho histórico con lo atestiguado por los testigos.

Esta es la “realidad” que precede a la “idea” en el esquema cristiano de las cosas. Para el cristiano – utilizando simplemente tres de los ejemplos del Papa – el pecado es una realidad; la salvación en Cristo es una realidad; las injusticias son una realidad (por supuesto, muchos piensan erróneamente en las injusticias como algo perceptivo más que objetivo, pero no me refiero a eso); la falta de amabilidad es una realidad (aunque, por supuesto, sensibilidades desorientadas pueden atribuir erróneamente carencia de amabilidad). En cada uno de estos tres ejemplos, se puede ver el peligro que encierra el separar de la cuestión empírica de los hechos las nociones de pecado, injusticia o falta de amabilidad: “Es peligroso vivir en el reino de la sola palabra…” (n. 231).

Estos comentarios suscintos del Papa se sitúan en una perspectiva general, en una perspectiva holística que está apoyada sobre una experiencia fundamental del Evangelio y de su reconocimiento. Es una perspectiva que es a la vez simple y compleja. Es una perspectiva que implica diálogo. Es una perspectiva que desenmascara actitudes arrogantes de una u otra especie (ya sean las arrogancias de una religiosidad artificial o de un relativismo humanista). El “evitar [las] diversas formas de ocultar la realidad” (n. 231) puede parecer una forma desagradable de expresarse, y aquí yo me remitiría a la imagen no textual del lenguaje corporal del papa Francisco (n. 140): es difícil que él pueda mantener una postura corporal cerrada, la cual está constantemente abierta; el gesto típico suyo es hacia un encuentro, hacia una conversación, hacia un diálogo. Tomando de nuevo esa parte del texto, es un diálogo honesto, de una honestidad que va con naturalidad al encuentro de la realidad.

Se ve en este ejemplo que la dirección del modo de pensar y actuar del Santo Padre no es lo que llamo unilineal. Él no está atenazado por proposiciones unilineales (“fríos silogismos”, n. 142), sino que tiende hacia el pensamiento y la acción que son holísticos –hacia una comprensión total del Evangelio, y a asentar esa comprensión total en circunstancias reales que evitan las abstracciones. Él no está atado a una “teología de escritorio” (n. 133). Su instinto lo lleva hacia una teología pastoral.

Se puede hacer evidente el centro de la teología pastoral del papa Francisco con otras dos citas claves:

“Una pastoral en clave misionera no se obsesiona por la transmisión desarticulada de una multitud de doctrinas que se intenta imponer a fuerza de insistencia” (n. 35). “Ante todo hay que decir que en el anuncio del Evangelio es necesario que haya una adecuada proporción” (n. 38).

Nuevamente vemos en estas breves citas una implícita comprensión holística del Evangelio; de nuevo vemos que los significados de aspectos de la proclamación o de los corolarios de la proclamación se sitúan en una totalidad que les da proporción. Lo que el Papa presenta se deriva de la comprensión sistemática. No se trata de una sistematización intelectualista, sino de una comprensión sistemática que se funda en la experiencia pastoral.

Se malinterpretará al Papa si se toman sus diversas declaraciones (particularmente las que se apropian los medios de comunicación como “frases pegadizas”) como dictados unilineales, pues el intelecto del Papa no es el de una mente fragmentada. En el papa Francisco encontramos un intelecto que se sustenta en el empirismo pastoral, pero un empirismo que está en diálogo totalmente sistemático con los fundamentos de la fe católica, de tal forma que inserta las circunstancias concretas en el interior de una comprensión estructurada y fundamental del Evangelio.

Esto no quiere decir que en cada uno de los aspectos y en todos ellos sea perfecta esta inserción. Una Exhortación Apostólica forma parte del magisterio pontificio, pero no es inmutable. El papa Francisco conserva un pasaporte argentino y su contexto cultural más amplio es Latinoamérica. Y América latina y América central están compuestas sin excepción por naciones que están marcadas por la pobreza y la inestabilidad política. La propia perspectiva del Papa sobre esto (su propia “visión”) está más bien “culturalmente formada”, es decir, está formada en la experiencia, más que conceptualmente. En síntesis, el papa Francisco no es un científico social, y no presenta una visión científico-social de la pobreza y de la inestabilidad política de su ámbito cultural. Se lo podría escuchar decir que la comprensión tiene que comenzar “con la realidad”, no “con la idea”. Pero los “hechos” de un siglo atrás es que Argentina y Australia tenían similares configuraciones de la economía y de la sociedad, pero ahora Australia está materialmente más avanzada, y es más igualitaria y con relativamente poca pobreza. Considero que las razones para esta divergencia entre Australia y Argentina (mi hogar y el hogar del Papa) son principalmente “culturales”, y son divergencias culturales que reflejan conceptualizaciones (“ideas”) muy diferentes de la economía y de la sociedad civil.

No voy a lanzarme a un excursus sobre economía y sociedad. Hago estas observaciones para subrayar que todo lo dicho en “Evangelii gaudium” no está dicho con igual firmeza. Son puntos que, como científico social y como teólogo, he comentado ampliamente la “Evangelii gaudium” en algunos pasajes de calidad (particularmente nn. 48-50 y 144-147, y 152 y ss.). Pero inclusive en las secciones así comentadas se encuentra una reafirmación de la tesis central del papa Francisco. Por ejemplo:

“¿Para qué complicar lo que es tan simple [como las exhortaciones bíblicas a dar limosna]? Los aparatos conceptuales están para favorecer el contacto con la realidad que pretenden explicar, y no para alejarnos de ella [y desalentar la acción directa para aliviar la pobreza]” (n. 194).

Se puede ver en esta afirmación condensada la urgencia del llamado del Papa para teorizar en forma fundamentada, lo cual coincide con las generalizaciones que hice antes. Pero en su contexto textual se puede ver una perspectiva que no está bien informada en términos científicos sociales (no quizás en términos bíblicos, si la perspectiva en las parábolas lucanas es tomada como paradigma).

Esto sugiere que al leer “Evangelii gaudium” debemos involucrarnos en una “conversación”, en un diálogo (nn. 31, 133, 137, 142, 165). Es decir, no debemos tomar al texto como “la última palabra”, sino que debemos tratar de involucrarnos con las tensiones presentes en el texto en la forma de una conversación que modera las posiciones.

En la Exhortación hay muchas cosas que reflejan las posiciones personales del Papa (su “personalidad”) y su cultura latinoamericana (el principio de la fundamentación cultural es crucial a su paradigma: ver nn. 115, 123, 132-33). Sus lectores tendrán personalidades diferentes y perspectivas culturales diferentes. La fuerte contribución de “Evangelii gaudium” es la forma que demuestra un método holístico que tiene diversas aplicaciones para la vida y para comunicar la alegría del Evangelio. Ya se trate de la comprensión de temas de economía, sociedad y ciencias sociales; o con temas de herencia litúrgica y expresión contemporánea; o con temas complicados de discernimiento moral; o con temas complicados en los que hay que dar buenos argumentos en situaciones particulares de la fe de la Iglesia… necesitamos encontrar tanto la simplicidad como la complejidad que implican tensión y que llaman a un diálogo comprensivo.

Éste es un llamado a la caridad, y la “caridad cubre multitud de pecados” (St 5, 20). La Exhortación del papa Francisco es, por cierto, un llamado a la caridad y a la alegría –la alegría en el Evangelio, “Evangelii gaudium”.

Uma resposta to “Alegrias e dores do magistério de Francisco”

  1. Moisés Gomes Says:

    Republicou isso em §|Olhar Católico|§.


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