Contra blasfêmias da 31a. Bienal de São Paulo


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Prezados Amigos

O IPCO – Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está promovendo uma campanha de protesto contra a 31a. Bienal de São Paulo, pelo seu caráter sacrílego e blasfemos da exposição. Entre no endereço abaixo e assista a descrição impressionante que faz o Cel Paes de Lira sobre a mesma e depois clique no link indicado para participar do envio de mensagens aos diretores dos colégios públicos e privados de São Paulo, bem como uma mensagem ao Clero de São Paulo pedindo-lhes que tomem medidas para impedir a continuação dessas blasfêmias.

https://www.youtube.com/watch?v=-dzRKA5gLmU&list=UUbOx4lvR9JmRG89Q5a8Ct7Q

Está se realizando em São Paulo a 31a. Bienal de Arte, na qual, a característica mais marcante é a blasfêmia, a cristianofobia. Algumas das fotos não são publicáveis quer sobre o aspecto moral, quer, sobretudo, pelo aspecto sacrílego.

O IPCO – Instituto Plinio Corrêa de Oliveira promove uma campanha de protesto contra essa bienal:

1. Para os Diretores dos colégios públicos e privados

http://ipco.org.br/ipco/noticias/aborto-blasfemia-e-sacrilegio-na-31a-bienal-de-artes-de-sao-paulo#.VCgfqyldUbQ

2. Para o Clero de São Paulo :

http://ipco.org.br/ipco/noticias/envie-sua-mensagem-ao-cardeal-bispos-e-ao-clero-de-sao-paulo-contra-cristianofobia-na-bienal#.VCgdkyldUbQ .

Convide seus amigos e parentes para fazerem o mesmo para impedir que nossas crianças se percam.

Atenciosamente

Diogo Waki

Coordenador Nacional do Brasil pela Vida

NOTA: Você está recebendo esta mensagem pois seu e-mail está cadastrado para receber Informativos da Campanha Brasil pela Vida ( http://www.brasilpelavida.org ). Caso seja de seu interesse interromper definitivamente o recebimento de clique aqui informe que é o email que deve ser removido

COERÊNCIA NA POLÍTICA


COERÊNCIA NA POLÍTICA

Dom Fernando Arêas Rifan*

A coerência é uma virtude cristã que deve penetrar todas as nossas ações e atitudes. Pensar, viver e agir conforme a nossa fé e nossas convicções cristãs. Caso contrário, seremos hipócritas e daremos um grande contra-testemunho do nosso cristianismo. A consciência é única e unitária, e não dúplice. Não se age como católico na Igreja e como pagão fora dela.
“O Concílio exorta os cristãos, cidadãos de ambas as cidades [terrena e celeste], a que procurem cumprir fielmente os seus deveres terrenos, guiados pelo espírito do Evangelho. Afastam-se da verdade os que, sabendo que não temos aqui na terra uma cidade permanente, mas que vamos em demanda da futura, pensam que podem por isso descuidar os seus deveres terrenos, sem atenderem a que a própria fé ainda os obriga mais a cumpri-los, segundo a vocação própria de cada um. Mas não menos erram os que, pelo contrário, opinam poder entregar-se às ocupações terrenas, como se estas fossem inteiramente alheias à vida religiosa, a qual pensam consistir apenas no cumprimento dos atos de culto e de certos deveres morais. Este divórcio entre a fé que professam e o comportamento quotidiano de muitos deve ser contado entre os mais graves erros do nosso tempo” (Gaudium et Spes, 43).
O ensinamento social da Igreja não é uma intromissão no governo de cada País. Não há dúvida, porém, que põe um dever moral de coerência aos fiéis leigos, no interior da sua consciência, que é única e unitária. “Não pode haver, na sua vida, dois caminhos paralelos: de um lado, a chamada vida ‘espiritual’, com os seus valores e exigências, e, do outro, a chamada vida ‘secular’, ou seja, a vida de família, de trabalho, das relações sociais, do empenho político e da cultura” (João Paulo II, Christif. Laici).
“Reconhecendo muito embora a autonomia da realidade política, deverão se esforçar os cristãos solicitados a entrarem na ação política por encontrar uma coerência entre as suas opções e o Evangelho” (Paulo VI, Octogésima Adveniens, 46).
“Também para o cristão é válido que, se ele quiser viver a sua fé numa ação política, concebida como um serviço, não pode, sem se contradizer a si mesmo, aderir a sistemas ideológicos ou políticos que se oponham radicalmente, ou então nos pontos essenciais, à sua mesma fé e à sua concepção do homem…” (cf. Paulo VI, Octogésima Adveniens, 26).
A Igreja proclamou São Tomás Moro padroeiro dos Governantes e dos Políticos, exatamente porque soube ser coerente com sua posição católica até ao martírio.
Nesse clima de corrupção e venalidade que invadiu o nosso sistema político, eleitoral e governamental, possa o exemplo de Santo Tomás More ensinar aos nossos governantes e políticos, atuais e futuros, que o homem não pode se separar de Deus, nem a política da moral, e que a consciência não se vende por nenhum preço, mesmo que isto nos custe caro e até a própria vida. Isso se aplica aos políticos, aos candidatos e a nós eleitores: voto não se vende nem se compra: mas tem grandes consequências. Use o critério moral e cristão na hora de votar.

*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney
http://domfernandorifan.blogspot.com.br/

Comissão em Defesa da Vida do Sul 1 da CNBB: Em defesa da vida ou a favor do aborto?


Texto aprovado na reunião da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 – CNBB, em 23/08/2014

Em janeiro de 2014, o papa Francisco, ao dirigir-se ao corpo diplomático sediado no Vaticano, declarou que «causa horror só o pensar que haja crianças que não poderão jamais ver a luz, vítimas do aborto», pecado que o santo padre qualificou de manifestação da «cultura do descarte» contemporânea e «negação da dignidade humana» (cf.http://w2.vatican.va/content/francesco/pt/speeches/2014/january/documents/papa-francesco_20140113_corpo-diplomatico.html).

A dignidade inviolável da vida humana inocente, em todas as suas fases, não é apenas um princípio do Evangelho como também um fundamento para a construção de uma sociedade que promova efetivamente a dignidade da pessoa humana. É com esse pensamento, e com o propósito de atender aos apelos do papa Francisco, como também dos papas anteriores, Bento XVI e S. João Paulo II, que a Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB vem a público, neste período de eleições, propor uma reflexão sobre esse assunto de vital importância, sem medo de exercer igualmente o papel profético da denúncia, convencida de que calar-se sobre este ponto equivaleria a omitir-se gravemente no cumprimento de sua missão.
Infelizmente, ao se fazer um balanço sobre a atuação do atual governo na questão da defesa da vida, os resultados obtidos foram indiscutivelmente sombrios. Neste período de governo, podemos assinalar os seguintes fatos:

01) A Presidente deu continuidade e renovou por três vezes o convênio com a Fundação Oswaldo Cruz, tendo por objeto o “estudo e pesquisa para legalizar o aborto no Brasil”; ao ser renovado pela presidente, o objeto passou a ser estrategicamente designado como “estudo e pesquisa sobre o aborto para fortalecer o Sistema Único de Saúde”, mas a equipe contratada continuava sendo a mesma, constituída pelos principais ativistas e representantes das ONGs que promovem, no Brasil, o reconhecimento dos “direitos sexuais e reprodutivos das mulheres”, expressão eufemística criada na Conferência do Cairo para abrir espaço ao direito do aborto.

02) Nomeou como ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres a socióloga Eleonora Menicucci, que fez diversos pronunciamentos públicos apoiando a legalização do aborto. Em 6 de junho de 2012, essa ministra declarou à Folha de São Paulo que «o governo entende que não é crime orientar uma mulher sobre como praticar o aborto». No mesmo dia a Secretaria de Atenção à Saúde do próprio Ministério declarou ao mesmo jornal que «o Sistema de Saúde brasileiro passará a acolher as mulheres que desejam fazer aborto e orientará como usar corretamente os métodos existentes para abortar» e que «Centros de aconselhamento indicarão quais são, em cada caso, os métodos mais eficazes».

03) Em fevereiro de 2013, o então ministro da Saúde, atualmente candidato ao governo do Estado de S. Paulo, em reunião com o presidente da Câmara Federal, solicitou que fosse votado em regime de urgência, um projeto de lei de autoria da deputada Iara Bernardi (PT), reapresentado em 2013 como PL 03/2013. Tal projeto de lei, apresentado simplesmente como dispondo sobre “atendimento obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”, não menciona explicitamente a palavra ‘aborto’, mas, conforme reconheceu sua própria autora, a deputada Iara Bernardi (PT), procura dar força de lei às normas técnicas do Ministério da Saúde que dispõem sobre o aborto supostamente legal, ainda que não haja no Brasil lei alguma definindo o aborto como direito em caso algum.

Após ter sido impulsionado em todas as etapas de tramitação por parlamentares da frente governista, este PL 03/2013 foi aprovado por unanimidade na Câmara dos Deputados em 5 de março e no Senado em 4 de julho, sendo transformado na Lei Federal n. 12.845/2013 após ter sido sancionado e promulgado pela presidente Dilma Rousseff (PT) no dia 1º de agosto de 2013. Essa Lei n. 12.845, que ganhou o apelido de Lei Cavalo de Troia pela forma enganosa como foi apresentada ao Congresso, institui o aborto como prática obrigatória em todos os hospitais públicos e conveniados com o SUS, sem respeito pela objeção de consciência dos hospitais mantidos pela Igreja Católica ou outras comunidades religiosas. Exige-se que o médico pratique o aborto, mesmo contra a própria consciência, quando não houver outro médico disposto a praticá-lo.

Outra novidade da Lei Cavalo de Troia é a definição de “violência sexual” como “qualquer relação sexual não consentida”, expressão que permite ser interpretada da maneira mais ampla possível e sem necessidade de apresentação de qualquer prova, nem mesmo boletim de ocorrência. Aliás, desde setembro de 2007, o PT assumiu em seu programa estatutário a legalização do aborto e a execução dessa prática em todos os casos no serviço público. Além do PT mais oito partidos políticos, registrados no Tribunal Superior Eleitoral, incluem explicitamente em seus estatutos ou programas a legalização do aborto, a saber: o Partido Comunista Brasileiro (PCB), o Partido Popular Socialista (PPS), o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), o Partido da Causa Operária (PCO), o Partido Democrático Trabalhista (PDT), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), o Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e o Partido Verde (PV).

Quanto à realização de um plebiscito sobre a legalização do aborto, em 2007, quando da visita do papa Bento XVI ao Brasil, o então secretário-geral da CNBB declarou que “Colocar em plebiscito o direito de matar é um absurdo. Ninguém gostaria que seu direito de viver dependesse do resultado de um plebiscito”. S. João Paulo II na sua encíclica “Evangelium Vitae” assim se expressa: “Quando uma maioria parlamentar ou social decreta a legitimidade da eliminação, mesmo sob certas condições, da vida humana ainda não nascida, porventura não assume uma decisão ‘tirânica’ contra o ser humano mais débil e indefeso? Porventura (os crimes contra a humanidade) deixariam de ser crimes, se, em vez de terem sido cometidos por tiranos sem escrúpulos, fossem legitimados por um consenso popular? Não se pode mitificar a democracia até fazer dela o substituto da moralidade.” (EV 70). Infelizmente, a candidata do PSB à Presidência da República apoia a realização de um plebiscito sobre a legalização do aborto no Brasil. Esse posicionamento contradiz o direito à inviolabilidade da vida humana desde a concepção até à morte natural, sempre defendido pela Igreja.

(Fontes:http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc1204200718.htm
http://congressoemfoco.uol.com.br/noticias/marina-defende-plebiscito-para-aborto-e-maconha/)

É bom que se recorde igualmente que os serviços de aborto, supostamente legal (sendo que não há lei que defina o aborto como direito no Brasil), começaram na prefeitura de São Paulo, em 1989, durante a gestão da atual coordenadora geral da campanha de Marina Silva, com a portaria n. 692/1989, do então Secretário Municipal de Saúde, hoje candidato do PV, que também apoia explicitamente o aborto em seu programa estatutário. (Fonte: http://noticias.r7.com/eleicoes-2014/pre-candidato-pelo-pv-eduardo-jorge-defende-legalizacao-do-aborto-e-da-maconha-14062014)

Em seu artigo sobre “Fé e Política”, o Bispo de Guarulhos SP, escreve:” Se um candidato…escolheu um partido que tem posições contrárias à defesa da vida, desde a sua concepção até à morte natural, e vincula e obriga os seus membros a esta posição, seria imoral para o cristão fazer tal opção política.” (Folha Diocesana de Guarulhos, n° 212, julho de 2014).

A Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB recomenda a todos os cidadãos muito discernimento nestas eleições, para que o nosso voto fortaleça a defesa da Vida Humana em todas as suas fases e não contribua a espalhar a “cultura do descarte” de seres humanos, denunciada pelo papa Francisco.

COMISSÃO EM DEFESA DA VIDA DO REGIONAL SUL-1 DA CNBB
ASSINAM ESTE FOLHETO OS COORDENADORES DAS COMISSÕES DIOCESANAS EM DEFESA DA VIDA (CDDVS) DAS (ARQUI)DIOCESES (EM ORDEM ALFABÉTICA) DE:
CAMPINAS – DIÁCONO JOÃO VICENTE DA SILVA;

GUARULHOS – MARIA LEÔNIA DA SILVA;
ITAPETININGA – IRMÃ APARECIDA REIS;
S. ANDRÉ – ROBERTO VERTAMATTI;
S. JOSÉ DOS CAMPOS – JOÃO PINHEIRO NETO;
TAUBATÉ – PROF. HERMES RODRIGUES NERY
COORDENADOR DA COMISSÃO EM DEFESA DA VIDA DO REGIONAL SUL 1- PE. BERARDO GRAZ

“Autorizam a divulgação deste texto o Presidente da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, DOM JOSÉ BENEDITO SIMÃO, e o Bispo Referencial da Pastoral Familiar do mesmo Regional Sul 1 DOM EMÍLIO PIGNOLI”

As eleições estão chegando. O que fazer?


A oração contribui para derrubar a corrupção
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Cerco da Misericórdia pela Ética na Política

“A força da oração derruba toda corrupção”
CERCO DA MISERICÓRDIA ÉTICA NA POLÍTICA
Conclamação geral aos brasileiros
DE 21 A 28 DE SETEMBRO DE 2014

Inspirado pela Palavra de Deus, movido pelos ensinamentos do magistério da Igreja e obediente às orientações da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) contidas nos documentos sobre as Eleições e a lei da Ficha Limpa, o Movimento Cerco da Misericórdia conclama todos os brasileiros e em especial os eleitores que votarão nas próximas eleições de outubro, a entrarem nesta Grande Maratona de Oração pelo resgate da ética na política Nosso Cerco se realizará de 21 a 28 de setembro de 2014, tendo como tema: A força da oração derruba toda corrupção.

Serão sete dias e sete noites, durante vinte e quatro horas ininterruptas de oração. Uma verdadeira aliança de solidariedade, em que cada unidade de nossa federação rezará durante uma hora do dia, revezando-se, assim, os vinte e seis estados brasileiros e o Distrito Federal.

Temos certeza de que iremos experimentar a força da misericórdia divina e sua ação na orientação de nossos passos, para nos ajudar a discernir e eleger os verdadeiros candidatos. Cuidando para escolher aqueles que estejam de acordo com a causa da valorização e defesa da vida em todas as suas dimensões, da civilização do Amor.

Nossa oração pela misericórdia divina é um clamor que brota com todo ardor do nosso coração, na certeza de que Deus ouvirá as súplicas deste seu povo.

Diante do quadro vergonhoso e sujo em que se move a política brasileira e das artimanhas e mentiras que os nossos governantes estão nos impingindo, somente nos resta seguir as determinações da Palavra de Deus: rezar, jejuar, esperar e confiar que agora é a hora de Deus.

A oração é o alimento e o discernimento que o Espírito Santo nos oferece para derrubarmos todos os embustes do inimigo e adquirirmos a sabedoria de Deus. Iluminados pela Palavra de Deus teremos a coragem de votar com consciência e ética nos candidatos que amam o Brasil e o seu povo. Votar com a profunda convicção do valor do voto, essa preciosa arma que temos nas mãos, que nos devolve o poder de cidadãos, para decidir nosso futuro e o da nação brasileira. Que saibamos escolher os candidatos que estejam comprometidos com a causa da Vida, com a Paz e a Justiça social. O Brasil precisa de políticos dignos e honestos, líderes capazes de dar o melhor de si, pela causa do bem comum e pelo povo brasileiro.

Chegou a hora: povo de fé e consciente vota em candidatos éticos e decentes. Abracemos para valer esta causa! Trabalhemos incansavelmente para eliminar do nosso quadro político brasileiro esses sanguessugas, vampiros e dançarinos políticos, aproveitadores, que chegaram ao ponto de fazer deste país um lamentável caos, objeto de charges e chacotas, num verdadeiro desrespeito à imagem e à boa índole dos brasileiros.

Conclamamos a sociedade em geral para que participe deste Cerco da Misericórdia pela Ética na Política.

Pediremos a Deus, que é rico em misericórdia, que nos dê os dons da Sabedoria e do Discernimento, a nós que somos eleitores, para podermos escolher com liberdade os políticos candidatos a cargos eletivos. Que sejam eles líderes comprometidos com a causa do Reino de Deus, e que abracem a causa da Vida e da Dignidade Humana como prioridade absoluta.

São chamados a esta moção de oração cidadãos de todas as classes e níveis socioeconômicos, inclusive e principalmente os políticos – estes para que se coloquem diante do Senhor para discernir se sua vontade e intenção está de acordo com os desígnios d’Ele, para um profícuo desempenho de seu ministério.

Dicas e orientações:

1 – Que as famílias, comunidades, entidades de bairros, paróquias, comunidades, movimentos, pastorais, clero e todo povo de Deus, em todo o território nacional, se lancem nesta missão e sejam os primeiros a organizar, difundir e fazer acontecer o nosso Cerco da Misericórdia pela Ética na Política.
2 – A proposta é que o período da campanha seja de 21 de setembro a 28 de setembro de 2014.
3 – O Cerco poderá se realizar nas igrejas, comunidades, paróquias, escolas, asilos, conventos e mosteiros, penitenciárias, hospitais, grupos de oração, movimentos pastorais, universidades, grupos de amigos e outros. Também poderá ser feito no ambiente familiar, escolar ou empresarial.
4 – Quanto ao Cerco feito em casa, o participante deverá escolher uma hora que mais lhe convier, e fielmente cumprirá o seu turno de oração pelas intenções do Cerco.
5 – A abertura do Cerco da Misericórdia pela Ética na Política, havendo possibilidades e condições, se fará com a Santa Missa ou Celebração da Palavra. É aconselhável que as pessoas participem da celebração da Eucaristia e comunguem pelas intenções do Cerco.
6 – Que os participantes, durante os 7 dias do Cerco, pratiquem, a cada dia, as obras de misericórdia , pelas intenções do Cerco, em atitude de solidariedade para com os pobres e excluídos.

Quais são essas obras de misericórdia?
Materiais: dar de comer a quem tem fome, dar de beber a quem tem sede, vestir os nus, acolher os peregrinos, visitar os enfermos, dedicar atenção aos encarcerados e sepultar os mortos.
Espirituais: aconselhar os indecisos, ensinar os ignorantes, admoestar os pecadores, consolar os aflitos, perdoar as ofensas, suportar com paciência as inconveniências do próximo e rezar pelos vivos e mortos.

7 – Este Cerco da Misericórdia pela Ética na Política poderá ser feito e adaptado por outras igrejas cristãs ou religiões, desde que sejam obedecidos os turnos de oração.
8 – Onde houver possibilidade, e de comum acordo entre os ministros e o povo, poderá ser organizada uma caminhada no dia do encerramento. Será a Caminhada da Misericórdia, com faixas e cartazes, cânticos e orações em sinal de louvor e gratidão à Santíssima Trindade.
9 – Este Cerco em intercessão pela Nação Brasileira deverá ser amplamente divulgada por todos os meios de comunicação viáveis: rádio, TV, jornais, boletins, Internet, revistas, painéis e redes sociais.
10 – Sugerimos seja usado como sinal de adesão a essa causa, uma tira de pano nas cores verde e amarelo, a ser afixado na lapela do casaco, paletó, jaqueta, ou estampado no peito da blusa, camisa, camiseta. Também será sinal ostensivo a bandeira do Brasil nas janelas e sacadas das nossas casas, e nos frontispícios de prédios. Este será o sinal de nosso engajamento nessa luta pela conscientização da sociedade sobre a premente necessidade de se mudar o atual quadro da atuação/ gestão política, num caminho aberto para a transparência, honestidade, Verdade, honestidade Justiça e solidariedade.
11 – Aos interessados solicitamos que nos comuniquem sua adesão ao movimento, enviando-nos, inclusive, material de divulgação sobre datas de eventos em sua cidade, estado, comunidade, igreja, grupo, para que possamos acompanhar e rezar pelo sucesso da empreitada.
12 – Que em cada grupo, comunidade, paróquia ou residência haja um vaso espiritual, onde serão depositados os pedidos e intenções do Cerco.
13 – O livro O Cerco da Misericórdia poderá ser adquirido nas livrarias católicas.

Distribuição dos Turnos de Oração por Estados da Federação:
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BIOGRAFIA PADRE LUIZ ROBERTO TEIXEIRA DI LASCIO
Pe. Di Lascio é sacerdote na Arquidiocese de Campinas, comunicador nato e criador dos projetos “Cerco da Misericórdia”, “Movimento Palmas para a Paz”, “Cerco pela Paz”, “Vamos Florir nossos jardins”, “Fraternidade Peregrinos de São José” e da Campanha “Abra as Portas a São José”.
Mais no link http://arquidiocesecampinas.com/clero/padre-luiz-roberto-teixeira-di-lascio.

CONTATOS:
Padre Luiz Roberto Teixeira Di Lascio
Telefone particular: (19) 99704.7070
Telefone Paróquia: (19) 3277.2128 e (19) 2512.1510
E-mail: padredilascio

open.php?u=8f72e1a22378496569771e3b4&id=ac0df23d3d&e=6484eeb573

Chega de político cara de pau. Veja aqui o que fazer


cara de pau
Se você também está cansado de político “cara de pau”…

…que mente, mas na verdade é contra a família e os princípios familiares cristãos…

Veja aqui o que fazer agora mesmo.

As eleições estão aí. Falta apenas 1 mês.

Não entregue nosso país nas mãos de falsos representantes.

Algo precisa ser feito imediatamente. Não deixe de ver aqui.

Associação Apostolado
do Sagrado Coração de Jesus

www.AveMariaPeloBrasil.com.br

FSSPX - Portugal

Tudo por amor a Jesus Cristo, Nosso Senhor.

Movimento Magistrados para a Justiça

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opiniões, considerações políticas e religiosas.

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Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

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