Católicos do Mundo inteiro apelam ao Santo Padre preocupados com o próximo Sínodo


bg_01_a.jpg Caros amigos,

Não é novidade para ninguém:
– o último Sinodo dos Bispos instalou a polêmica e a dúvida no seio da Igreja.
A grande mídia deleitou-se em abordar de forma inadequada temas como o chamado "casamento homossexual" e comunhão aos divorciados em segunda união, além de proclamar uma pretensa liberação geral que estaria nas conclusões do Sínodo.
Assine a Filial Súplica
ao Papa Francisco e participe dessa
mobilização mundial em defesa da família

Enquanto isso, católicos do mundo inteiro, perplexos, aguardavam uma palavra do Pastor que lhes iluminasse o caminho. Agora, temem pelo que acontecerá no próximo mês de outubro quando um novo Sínodo continuará a tratar desses mesmos temas.
Temor que nasce de uma revolução sexual de décadas promovida por uma aliança de organizações poderosas, forças políticas e os meios de comunicação que sempre trabalham contra a própria existência da família como a unidade básica da sociedade.
Entretanto:

  • A maioria dos católicos discorda da moral relativista de nossos dias, que ensina a abominável "teoria de gênero" para crianças pequenas em muitos países.
  • A maioria dos católicos tem no Sexto Mandamento da Lei de Deus o farol que os ilumina nesse panorama ideológico sinistro.
  • A maioria dos católicos se sente esmagada pela propaganda hedonista que quer destruir o modelo de família casta e fecunda ensinada pelo Evangelho e conforme à lei natural.
  • maioria dos católicos está angustiada com o que pode acontecer no próximo Sínodo, em função das informações até agora publicadas.

E muitos suplicam:
"Santidade, dizei uma só palavra
e tudo ficará claro".

Assine a Filial Súplica
ao Papa Francisco e participe dessa
mobilização mundial em defesa da família

Temos pouco tempo para agir.
O "lobby" homossexual está mobilizado, os teólogos da libertação já estão preparados para justificar qualquer dessas barbaridades. A grande mídia, sedenta, aguarda para desinformar a opinião pública, especialmente a católica.
Como então, eu e você, simples leigos, podemos fazer frente a essa guerra anticristã e anti-família?
​​
Unindo-se a católicos do mundo inteiro na Filial Mensagem a Sua Santidade.
Nessa mensagem ao Papa Francisco manifestamos nosso desejo de que ele reafirme de modo categórico o ensinamento da Igreja segundo o qual os católicos divorciados e civilmente recasados não podem receber a Sagrada Comunhão e de que uniões homossexuais são contrárias às leis divina e natural.
Conto com sua participação.

No longo caminho desse Calvário da Igreja, sua assinatura será como a ajuda do Cirineu, que aliviou Nosso Senhor ao carregar sua Cruz.

PS – Veja aqui a lista das personalidades que já assinaram a Filial Súplica e una-se a elas nessa moderna Cruzada do Século XXI.

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Caso não esteja visualizando corretamente esta mensagem, acesse este link.

A IGREJA E A SOCIEDADE


Dom Fernando Arêas Rifan*

O tema da Campanha da Fraternidade desse ano “Fraternidade: Igreja e Sociedade”, com o lema “Eu vim para servir” (cf. Mc 10, 45), escolhido para recordar a vocação e missão de todo o cristão e das comunidades de fé na sociedade, como sal da terra e luz do mundo, é propício para excelentes reflexões. Mas, infelizmente, pode também ser usado para favorecer a ideologias heterodoxas. A Igreja não é uma entidade apenas ou simplesmente filantrópica ou política. Ela vai muito além do corpo e da visão terrestre.
Em sua mensagem, o Papa Francisco recorda o principal da Quaresma, nossa união e identificação com Cristo, e a sua consequência, identificarmo-nos com os irmãos: “Um tempo propício para nos deixarmos servir por Cristo e, deste modo, tornarmo-nos como Ele. Verifica-se isto quando ouvimos a Palavra de Deus e recebemos os sacramentos, nomeadamente a Eucaristia. Nesta, tornamo-nos naquilo que recebemos: o corpo de Cristo”. Como consequência, aprendemos que “neste corpo, não encontra lugar a tal indiferença que, com tanta frequência, parece apoderar-se dos nossos corações, porque, quem é de Cristo, pertence a um único corpo e, n’Ele, um não olha com indiferença o outro. ‘Assim, se um membro sofre, com ele sofrem todos os membros; se um membro é honrado, todos os membros participam da sua alegria’ (1 Cor 12, 26)”.
Entre as manipulações possíveis do tema, está a de querer ressuscitar o viés marxista da Teologia da Libertação. Essa ideologia teológica surgiu como reação às escravidões sociais e econômicas, que todos lamentamos, mas muitas vezes enfatizou demasiadamente a linha social em detrimento da espiritual, tentando reduzir o Evangelho da salvação a um evangelho terrestre e, pior, dentro de uma análise marxista, com rejeição da doutrina social da Igreja.
Ao receber Bispos do Brasil em visita ad limina, em dezembro de 2009, o Papa Bento XVI recordou a “Instrução Libertatis nuntius da Congregação para a Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, que sublinha o perigo que comportava a aceitação acrítica, realizada por alguns teólogos, de tese e metodologias provenientes do marxismo”. Bento XVI advertiu que as sequelas da teologia marxista da libertação “mais ou menos visíveis de rebelião, divisão, desacordo, ofensa, anarquia, ainda se fazem sentir, criando em suas comunidades diocesanas um grande sofrimento e grave perda de forças vivas”. Por essa razão, o Santo Padre exortou “aos que de algum modo se sintam atraídos, envolvidos e afetados no íntimo por certos princípios enganosos da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece com mão estendida”.
No Credo do Povo de Deus, Paulo VI exprimiu bem o pensamento equilibrado da Igreja: “Nós professamos que o Reino de Deus iniciado aqui na Terra, na Igreja de Cristo, não é deste mundo, cuja figura passa, e que seu crescimento próprio não se pode confundir com o progresso da civilização…, mas consiste em conhecer cada vez mais profundamente as insondáveis riquezas de Cristo, em esperar cada vez mais corajosamente os bens eternos, em responder cada vez mais ardentemente ao amor de Deus e em difundir cada vez mais amplamente a graça e a santidade entre os homens. Mas é este mesmo amor que leva a Igreja a preocupar-se constantemente com o bem temporal dos homens,… suas necessidades, alegrias e esperanças, seus sofrimentos e seus esforços…”.

*Bispo

da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney
http://domfernandorifan.blogspot.com.br/

artigo folha 574 II A IGREJA E A SOCIEDADE.doc

Obama Começa a Ordenar que Grupos Religiosos Encaminhem Crianças Refugiadas para Abortos


Friday Fax

Caro Colega

Numa reportagem exclusiva, Susan Yoshihara trata das novas normas do governo federal dos EUA que exigirão que organizações religiosas encaminhem crianças refugiadas para aborto. Isso afetará diretamente organizações católicas e outros grupos cristãos que atuam em questões de refugiados.

Frequentemente nos perguntam o que as pessoas podem fazer sobre os casos que cobrimos. Eis algo que você pode fazer. O governo americano está pedindo comentários públicos. Dê os seus. Eis a mensagem:

“Os requisitos para as organizações religiosas fornecerem, fazerem parceria com organizações que realizam, ou encaminham para abortos são uma violação dos direitos de consciência e deveriam ser removidos.”

Você pode enviar essa mensagem online ou contatando Elizabeth Sohn na UACPolicy ou por telefone em (202) 260-6829. Os surdos e deficientes auditivos podem ligar para o Serviço Federal de Telecomunicações Facilitadas em 1-800-877-8339 entre 8h e 19h no horário do Leste.

Nossa Rebecca Oas também tem uma história importante, sobre uma conferência na ONU sobre as utilizações éticas das células-tronco.

Divulgue esta notícia. Tenha coragem.

Sinceramente,

Austin Ruse
Presidente

​​
Obama Diz às Organizações Religiosas que Elas Têm de Encaminhar Crianças Refugiadas para Abortos

Dra. Susan Yoshihara

NOVA IORQUE, EUA, 20 de fevereiro (C-Fam) O governo de Obama está se aprontando para introduzir novas normas que exigem que as instituições de caridade forneçam abortos para crianças refugiadas que entram nos EUA sem seus pais. Organizações religiosas dizem que isso é uma violação dos direitos dos pais e uma violação dos direitos de consciência das organizações religiosas que ajudam no reassentamento das crianças.

O público tem até segunda-feira para comentar sobre as novas normas rápidas, que foram introduzidas na véspera de Natal. O governo diz que seria “contrário ao interesse do público” aguardar “até um aviso público e a finalização do processo de sugestões.” O governo também afirma que não é necessária nenhuma revisão do Congresso e que não há nenhuma questão com o federalismo ou qualquer impacto sobre as famílias nas novas normas. Leia mais

Direitas & Esquerdas


Orlando Fedeli

Nas análises políticas contemporâneas, os termos esquerda e direita aparecem com freqüência. Com eles se etiquetam políticos, partidos, jornais, sacerdotes, artistas. Entretanto, os conceitos de esquerda e direita são nebulosos. Poucos sabem precisamente o que eles significam. Em geral, diz-se que os socialistas são de esquerda e que o nazismo e o fascismo foram movimentos de direita. A imprensa – em geral esquerdista – aureola o conceito de esquerda com um nimbo de simpatia. Ser de esquerda, na imprensa, é ser humano, compreensivo, científico, favorável ao progresso; é ser amigo, igualitário; é ser aberto e anti-ditatorial. É ainda ser favorável a uma moral mais moderna e ter gostos jovens. Ser esquerdista é apresentado como ser intelectual, desinibido, descomplexado, simples. Democrático.

Ser de direita, ao contrário, para essa imprensa, é ser radical, favorável ao uso da força, ditatorial, totalitário, imperativo e autoritário. É ser defensor de preconceitos e de tudo quanto é retrógrado. E ser fechado e contra o progresso. Esses são os rótulos.

Corresponderão, contudo, essas etiquetas – fabricadas pela esquerda – à realidade?

Vejamos inicialmente a origem dessas designações.

Os termos na História

Em setembro de 1792, após a derrubada da monarquia francesa, inaugurou-se a Convenção, eleita para dar à França uma nova constituição. Os convencionais se reuniram em uma sala com bancos dispostos em forma de hemiciclo, frente à mesa da presidência.

Ao entrar na sala pela primeira vez, Marat, um dos líderes do golpe de 10 de agosto, que derrubara a monarquia, correu para os bancos mais altos à esquerda da mesa presidencial. Seus amigos e seguidores acorreram para junto dele. Os girondinos, por horror à Marat, ocuparam a posição extrema oposta, à direita da mesa.

Marat era um maníaco de aspecto repugnante, coberto de feridas e de sujeira, a ponto de causar asco até a seus companheiros de partido. Dizia que para salvar a França era preciso matar duzentas e sessenta mil pessoas. Que fossem inocentes ou não, pouco importava. Desde que se matasse esse número de pessoas, a França estaria salva.

Marat, com os jacobinos mais radicalmente igualitários, formaram o partido da Montanha.

Em oposição à Montanha estavam os girondinos. Eram, em geral, advogados românticos que sonhavam com uma república idealmente igualitária. O que eles sonhavam e declamavam, Marat, Robespierre e Danton realizavam. E vendo seus sonhos cruelmente realizados, os girondinos estremeciam. Marat os expurgou da Convenção. Uma moça girondina os vingou, matando Marat. Os girondinos acabaram na guilhotina. Sua mentora, Madame Roland, vendo os sonhos da gironda transformados em sangue, exclamou, antes de morrer guilhotinada: “Liberdade, liberdade, quantos crimes se cometem em teu nome”. Até hoje é assim.

Desde então, os termos esquerda e direita passaram a designar a posição político-social dos grupos em relação à igualdade. Aqueles que desejam maior igualdade são chamados de esquerda, enquanto de direita seriam os que se opõe a um maior nivelamento dos homens.

Como se vê, os termos direita e esquerda são relativos. É-se de direita ou de esquerda em relação a outro grupo. Os próprios girondinos haviam sido a extrema esquerda da Assembléia Legislativa até setembro de 1792. Feitas as eleições para a Convenção, os girondinos ficaram sendo a extrema direita porque os demais deputados eram mais radicalmente igualitários do que eles.

No Brasil da Regência, o Partido Liberal foi de extrema esquerda. Hoje, o liberalismo é a direita.

Em um país onde houvesse três partidos: o anarquista, o comunista e o socialista, este último seria a direita por ser o menos igualitário dos três.

A chave do problema

A nota essencial para a classificação dos movimentos políticos é, portanto, o grau de igualitarismo que eles defendem em relação a outros.

É do igualitarismo que decorrem outras características do esquerdismo como, por exemplo, o coletivismo, o estatismo, o anti-elitismo, o populismo, o nacionalismo, a proletarização dos costumes e dos estilos, o materialismo, o humanismo naturalista, a fé no homem, na ciência e no progresso, o utopismo.

Por outro lado, não é verdade que o ditatorialismo seja a nota característica da direita. O comunismo sempre foi ditatorial e define a si mesmo como “ditadura do proletariado”. Fidel Castro é esquerdista e ditador. Gorbachev, Deng Ciao Ping, Daniel Ortega e tantos outros são ditadores e são de esquerda. As chamadas Repúblicas Democráticas Populares nada têm de democráticas. São ditaduras comunistas. Esquerda e ditadura são quase sinônimos. Esquerda e totalitarismo são necessariamente ligados, porque o igualitarismo leva naturalmente ao Estado totalitário.

Também não é verdade que o militarismo seja sempre de direita. Fidel, Mao, Stalin, Daniel Ortega só se apresentam, ou se apresentavam, fardados.

Outro grave equívoco é designar os regimes nazista e fascista como direitistas. Nazismo e fascismo foram movimentos igualitários. Defenderam o socialismo e estatizaram a economia e a educação. Foram totalitários e anti-aristocráticos. Hitler odiava a elite militar alemã. Foi para combater a influência e o poder do exército que ele criou as milícias SA e SS.

Direita e esquerda na Igreja

Recentemente, com a infiltração das ideologias políticas nos meios religiosos, passou-se a falar em direita e esquerda católicas. De fato, os chamados católicos progressistas sempre se mostraram favoráveis aos partidos políticos de esquerda e, logicamente, querem que a Igreja seja mais igualitária. Por isso são contra a monarquia papal e seus símbolos: tiaras, sédias gestatórias, soberania do Vaticano, etc. Paulo VI vendeu uma de suas tiaras e fez cunhar uma medalha comemorativa do encerramento do Concílio Vaticano II, em que aparece depondo a tiara diante de um crucifixo. Aparentemente devoto. Realmente igualitário. Politicamente esquerdista.

Por serem igualitários, os progressistas querem que na Igreja todo poder seja colegiado e o Papa, apenas o “primus inter pares” dos bispos. Inventaram as Conferências Episcopais que, como afirma o Cardeal Ratzinger, não têm nenhuma base teológica e cujas decisões não têm força de lei.

Por serem igualitários, os progressistas querem a democratização de toda a Igreja, nivelando o povo ao sacerdote, a Igreja discente à docente. Daí a liturgia progressista ser contrária a toda pompa. Por seu igualitarismo artificial, quando se apresenta como popular, a Nova Igreja só consegue ser vulgar, na liturgia, nos cânticos, nas suas manifestações, na sua retórica e até na sua piedade.

O esquerdismo eclesiástico, ao combater a autoridade monárquica do Papa, ao se mostrar hostil a uma Igreja hierárquica tal como Deus a fez, ao defender a igualdade entre o leigo e o sacerdote, é herético.

Por isto, o uso da terminologia política direita e esquerda na Igreja tem o grave inconveniente de mascarar uma posição herética. Além disso, o relativismo dessas correntes políticas é fonte de não poucas confusões e ambigüidades.

Que dizer então da chamada direita política católica? Desde a Revolução Francesa, os que se mantiveram na defesa das tradições políticas e religiosas, defendendo a desigualdade de direitos – ensinada, aliás, por todos os Papas – foram chamados direitistas. A etiqueta “direita” acabou englobando, entretanto, desde os “ultra” monarquistas da Restauração até os católicos que apoiaram o nazi-fascismo socialista totalitário e pagão. Isto é, “oves, boves et serpentes”. Muitas serpentes. E muitas “oves” tradicionalistas, piedosas, que são, na verdade, lobos rapaces.

Com efeito, há na direita, tanto política quanto eclesiástica, todo um largo veio que, no fundo, quer a igualdade. Na política, tal veio se apresenta como anti-comunista, mas defende um Estado totalitário, socialista e igualitário. Foi o que fez o nazismo. Foi o que fez o fascismo.

A corrente esotérica que controla grande parte dos movimentos de direita se apresenta como continuadora e defensora de uma “tradição” proveniente de revelação feita a Adão e transmitida secretamente através dos tempos. Ela afirma que todas as religiões possuem com maior ou menor densidade essa revelação primitiva. Por isso, todas teriam algo de verdade que englobasse em si toda a tradição, respeitando o que de verdadeiro existisse em cada religião. Nisso coincidem o tradicionalista Joseph de Maistre e o esquerdismo ecumênico do Concílio Vaticano II.

Por fim, uma última observação. A esquerda sonha com a realização da Utopia, isto é, com uma República Universal democrática, na qual não haveria nem nações, nem fronteiras, nem cercas, nem propriedades, nem guerra, nem exércitos, nem prisões, nem ladrões. Utopia em que a ciência e a técnica eliminariam a miséria e a ignorância, a doença e a dor e, quem sabe, até a morte.

Não é menos delirante o sonho da direita “tradicionalista”. Esta sonha em restabelecer o paraíso terrestre. Ela quer voltar ao Éden e afirma que haverá o Reino de Deus na Terra. Por uma intervenção milagrosa da graça divina, todo o mal seria banido do mundo. Todos voltariam ao estado de inocência. Não haveria mais guerras, nem dor, nem morte, nem pecado. Seria o Reino do Amor. E duraria mil anos. Joaquim de Flora foi um dos pais desse sonho milenarista. O III Reich de Hitler foi uma das tentativas de ralizar o milênio.

Frei Boff, hoje, com o apoio dos primos Lorscheider, anuncia que o Reino de Deus está próximo. Nesse Reino os homens serão cristificados e divinizados. O Reino de Deus boffista advirá com o fim do capitalismo e o estabelecimento de uma sociedade socialista e de uma igreja espiritual, democrática e igualitária. Uma Igreja popular e não divina. Como se vê, “tradicionalistas” e boffistas têm o mesmo sonho.

Direita e esquerda são irmãs gêmeas dialéticas.

Publicado no Jornal Veritas, no 5 – janeiro de 1986 – ano2

Filial Súplica ao Papa Francisco pelo futuro da família.


Com vistas ao Sínodo sobre a Família a realizar-se em outubro de 2015 em Roma, um grupo de leigos católicos e de associações pró-vida preocupados se reuniram, para pedir filialmente ao Papa Francisco que reafirme de modo categórico o ensinamento tradicional da Igreja segundo o qual os católicos divorciados e recasados civilmente não podem receber a Sagrada Comunhão, e de que as uniões homossexuais são contrárias às leis divina e natural.

Fratres in Unum.com

filial

Com vistas ao Sínodo sobre a Família a realizar-se em outubro de 2015 em Roma, um grupo de leigos católicos e de associações pró-vida preocupados se reuniram, para pedir filialmente ao Papa Francisco que reafirme de modo categórico o ensinamento tradicional da Igreja segundo o qual os católicos divorciados e recasados civilmente não podem receber a Sagrada Comunhão, e de que as uniões homossexuais são contrárias às leis divina e natural.

A iniciativa já conta com mais de 100.000 assinaturas, entre as quais estão personalidades eclesiásticas como o Cardeal Raymond Leo Burke, Cardeal Walter Brandmüller, Cardeal Jorge Arturo Medina Estevez, Dom Athanasius Schneider, Dom Aldo Pagotto (arcebispo da Paraíba), Dom Milton Kenan Junior (bispo de Barretos), Dom Alano Maria Pena (arcebispo emérito de Niterói).

Clique na imagem acima para assinar e não deixe de divulgar!

Ver o post original

PT concede lugar estratégico para terroristas do Hamas se infiltrarem no Brasil. Ou: por isso Dilma mandou dial ogar com os terroristas do Estado Islâmico, ela já vinha fazendo isso com os terroristas do Hamas


Por Felipe Moura Brasil
Embaixada Palestina Brasília pronta 2

As obras da embaixada palestina em Brasília em seu estágio atual, em foto enviada a este blog

“Esse Israel tem de desaparecer. E não é o embaixador do Irã nem o presidente [Mahmoud] Ahmadinejad quem está falando”.

Era o embaixador palestino no Brasil, Ibrahim Alzeben, em palestra de outubro de 2011 a universitários, mas podiam ser também os terroristas do Hamas, parceiros da Autoridade Nacional Palestina no governo de unidade nacional. A pregação é a mesma.

“Israel está preparando provocações para um novo conflito. Duvidem da origem dos próximos foguetes partindo da Palestina.”

Era o mesmo Albezen acusando Israel de infiltrar agentes em Gaza para disparar mísseis contra a própria população, assim como o tesoureiro da campanha eleitoral de Dilma Rousseff, Edinho Silva, acusava o PSDB em 2010 de infiltrar “falsos” militantes petistas para causar tumultos nos atos tucanos, como arremessar um rolo de fita crepe no então candidato José Serra.

Abbas e Ibrahim

O embaixador Ibrahin Alzeben (ao microfone), ao lado de Abbas, durante o lançamento da pedra fundamental em dezembro de 2010

A afinidade entre os guerrilheiros do PT e os representantes da Autoridade Nacional Palestina é tanta que o moderadíssimo senhor Albezen recebeu do governo Lula em dezembro daquele ano um presente: a doação de um terreno de 16 mil metros quadrados em zona privilegiada de Brasília para a construção de uma embaixada palestina, cuja pedra fundamental foi inaugurada na ocasião pelo presidente da ANP, Mahmoud Abbas.

Agora, os três prédios em estilo arquitetônico oriental previstos no projeto da empresa jordano-palestina Jerdana estão ficando de pé: um para a embaixada em si, outro para a residência do embaixador e um terceiro para a moradia de funcionários diplomáticos. No prédio principal, o da embaixada, há uma cúpula dourada inspirada nos santuários islâmicos e cristãos que existem na Palestina, segundo Alzeben – mas a aparência é mesmo de uma mesquita. A empresa construtora é a Sox Engenharia Ltda; o custo, 13,3 milhões de reais, com parte do dinheiro vindo da Palestina e outra parte que Albezen esperava receber em doações.

Embaixada Palestina terreno Google Earth

Imagem de 4 anos atrás do Google Earth, com a marcação vermelha no terreno então baldio da embaixada palestina. Local estratégico no coração do Planalto

Millitares demonstram preocupação com o empreendimento dos amigos radicais do PT em um “terreno imenso para os padrões de Brasília e mesmo do setor de embaixadas”, com vista para o Lago Norte:

“Os veículos e pessoas, por serem diplomáticos, não podem ser revistados. E a embaixada é área soberana do Hamas agora”, diz a este blog um militar que prefere não ser identificado.

“O local é estratégico. Fica em uma rua de serviço que dá acesso aos alojamentos da guarda da Presidência e do batalhão de Polícia Militar, além de acesso à via expressa que liga ao Eixo Monumental e ao Palácio da Alvorada. A pista ainda liga a via N2 às entradas de serviço dos Ministérios, do Senado e do Palácio do Planalto. E do outro lado da rua, em frente ao complexo palestino, fica a estação elétrica de toda a esplanada dos Ministérios, do Congresso Nacional, do STF e da Presidência da República”, alerta ele.

Terroristas poderiam, na prática, apagar o Planalto?

“Sim. E acessar todas as estruturas de governo em questão de meia hora. Inclusive de segurança”, responde o militar.

Depois dos vínculos do PT com as Farc (e desta com o jihadismo africano pelo território brasileiro) e com o PCC (e deste com o Hezbollah), agora temos um canal aberto para infiltração do Hamas no coração da capital federal. Na eventualidade de um impeachment de Dilma ou da perda total do poder, o PT já tem um quartel anexo à disposição.

NÓS, OS DOENTES


+ Dom Fernando Arêas Rifan

NÓS, OS DOENTES

Dom Fernando Arêas Rifan*

Hoje, dia 11 de fevereiro, festa de Nossa Senhora de Lourdes, se comemora também o Dia Mundial do Enfermo, porque, em Lourdes, na França, milhares de enfermos de todos os países e continentes ali vão para pedir a cura e a consolação, pela intercessão de Nossa Senhora, que a muitos tem curado e a todos consolado. Muitos milagres de cura ali acontecem. Mas os maiores milagres em Lourdes são as conversões dos milhares de pecadores.
Jesus, durante a sua vida pública, curou alguns, mas não curou todos os doentes do seu tempo. Porque para alguns Deus quer que se salvem e façam o bem com a saúde; outros, com a sua doença. A doença pode ser uma graça de Deus. O mais importante é a cura da alma.
Em sua mensagem para o XXIII Dia Mundial do Doente, neste ano, o Papa Francisco se dirige a todos os que carregam o peso da doença e aos profissionais e voluntários da saúde.
“O tema deste ano convida-nos a meditar uma frase do livro de Jó: ‘Eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo’ (29, 15). Gostaria de o fazer na perspectiva da ‘sapientia cordis’, da sabedoria do coração”.
“Sabedoria do coração é servir o irmão. No discurso de Jó que contém as palavras ‘eu era os olhos do cego e servia de pés para o coxo’, evidencia-se a dimensão de serviço aos necessitados por parte deste homem justo… Também hoje quantos cristãos dão testemunho – não com as palavras, mas com a sua vida radicada numa fé genuína – de ser ‘os olhos do cego’ e ‘os pés para o coxo’! Pessoas que permanecem junto dos doentes que precisam de assistência contínua, de ajuda para se lavar, vestir e alimentar. Este serviço, especialmente quando se prolonga no tempo, pode tornar-se cansativo e pesado; é relativamente fácil servir alguns dias, mas torna-se difícil cuidar de uma pessoa durante meses ou até anos, inclusive quando ela já não é capaz de agradecer. E, no entanto, que grande caminho de santificação é este! Em tais momentos, pode-se contar de modo particular com a proximidade do Senhor, sendo também de especial apoio à missão da Igreja”.
Sabedoria do coração é estar com o irmão. O tempo gasto junto do doente é um tempo santo. É louvor a Deus, que nos configura à imagem do seu Filho, que ‘não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para resgatar a multidão’ (Mt 20, 28). Foi o próprio Jesus que o disse: ‘Eu estou no meio de vós como aquele que serve’ (Lc 22, 27)”.
“Sabedoria do coração é sair de si ao encontro do irmão. Às vezes, o nosso mundo esquece o valor especial que tem o tempo gasto à cabeceira do doente, porque, obcecados pela rapidez, pelo frenesim do fazer e do produzir, esquece-se a dimensão da gratuidade, do prestar cuidados, do encarregar-se do outro”.
“Mesmo quando a doença, a solidão e a incapacidade levam a melhor sobre a nossa vida de doação, a experiência do sofrimento pode tornar-se lugar privilegiado da transmissão da graça e fonte para adquirir e fortalecer a sapientia cordis”.

*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney
http://domfernandorifan.blogspot.com.br/

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Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

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