Proposta de Reforma Política da CNBB: solenemente ignorada.


Deo gratias! CNBB é colhida por vexame, mesmo dominando uma máquina de Dioceses que envolve todo o Brasil.

Fratres in Unum.com

molon

Palavras do Deputado Federal Alessandro Molon (PT/RJ), choramingando porque a proposta da Coalizão pela Reforma Política, encabeçada pela CNBB, foi “solenemente ignorada” pela Câmara dos Deputados nas votações sobre o assunto atualmente em curso.

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Além de ignorada pelos deputados, a proposta foi rechaçada massissamente pelos católicos. Todo o esforço, aliado ao aparelhamento de paróquias e dioceses, rendeu míseras 630 mil assinaturas. Como bem notou um arguto leitor, a campanha “Filial súplica”, em condições incomparavelmente mais modestas, conseguiu quase metade disso. “Qualquer plebiscito que termine com um resultado de 99,6% contra 0,4% encerra [ou deveria encerrar…] qualquer debate“.

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Na última assembléia geral dos bispos da CNBB, ouvimos ad nauseam que o projeto da Coalizão não era petista nem favorecia o PT — especialmente de Dom Mol, grande mentor da campanha, e de Dom Odilo Scherer, que se envolveu em uma espinhosa polêmica a respeito.

É importante…

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Sinais do tempo: “Reunião confidencial para manobrar Sínodo a aceitar uniões do mesmo sexo”


Cerca de 50 participantes, entre bispos, teólogos e representantes da mídia, participaram do encontro realizado na Pontifícia Universidade Gregoriana.

Por EDWARD PENTIN, NC REGISTER | Tradução §|Olhar Católico|§ | ROMA – Uma reunião de estudo de um dia – aberta apenas a um seleto grupo de indivíduos – teve lugar na Pontifícia Universidade Gregoriana, na segunda-feira, com o objetivo de incitar “inovações pastorais” no próximo Sínodo dos Bispos sobre a Família em Outubro.

Cerca de 50 participantes, entre bispos, teólogos e representantes da mídia, participaram do encontro a convite dos presidentes das conferências Alemã, Suíça e Francesa dos bispos – Cardial Reinhard Marx, bispo Markus Büchel e Arcebispo Georges Pontier.

Um dos principais tópicos discutidos na reunião a portas-fechadas foi como a Igreja poderia melhor acolher aqueles que estão em uniões estáveis do mesmo sexo, e que supostamente “ninguém” se opõe que sejam reconhecidas como válidas pela Igreja.

Os participantes também falaram da necessidade de “desenvolver” o ensinamento da Igreja sobre a sexualidade humana, diferenciando de uma teologia do corpo, como a famosa ensinada por São João Paulo II, mas o desenvolvimento de uma “teologia do amor”.

Um padre suíço discutiu a “importância do instinto sexual humano”, enquanto outro participante, falando sobre a Santa Comunhão para os divorciados recasados, perguntou: “como podemos negá-lo, como se fosse um castigo para as pessoas que falharam  e encontraram um novo parceiro com quem começará uma nova vida?”

Marco Ansaldo, um repórter de jornal diário italiano La Repubblica, que estava presente na reunião, disse que as palavras pareciam “revolucionárias, expressadas por clérigos”.

Biblicista francesa Anne-Marie Pelletier elogiou o diálogo que teve lugar entre os teólogos e bispos como um verdadeiro “sinal dos tempos”. Segundo La Stampa, outro jornal diário italiano, Pelletier disse que a Igreja precisa entrar em “uma dinâmica de escuta recíproca”, no qual o magistério continua a guiar consciências, mas ela acredita que ele só pode efetivamente fazê-lo se ele “ecoa as palavras para o batizado”.

A reunião teve o “risco do novo, na fidelidade a Cristo”, afirmou ela. O artigo também citou um participante dizendo que o sínodo seria um “fracasso” se ele simplesmente continuar a afirmar o que a Igreja sempre ensinou.

A reunião a portas-fechadas, idealizada pelos bispos da conferência alemã sob a liderança do Cardeal Marx, foi proposto pela primeira vez na reunião anual dos chefes das três conferências episcopais, realizada em janeiro, em Marselha, França.

O dia de estudo teve lugar poucos dias depois de o povo da Irlanda ter referendado apoio ao “casamento” de pessoas do mesmo sexo e no mesmo dia em que o Conselho Ordinário do Sínodo dos Bispos reuniu-se em Roma. Alguns observadores não veem este timing como uma coincidência.

O Conselho do Sínodo é o responsável para elaboração do Instrumentum Laboris para o Sínodo de Outubro sobre a Família. Junto ao documento estarão as respostas ao questionário enviado aos leigos de todo o mundo. Essas respostas, particularmente da Suíça e Alemanha, aparentam ser esmagadoramente a favor da Igreja adaptar seus ensinamentos ao mundo secular.

Por que a falta de publicidade?

Ninguém sabe por que este dia de estudo se deu confidencialmente. Tão confidencial que nem mesmo jesuítas proeminentes da Faculdade Gregoriana ficaram sabendo completamente dele. The Register descobriu por um vazamento de Jean-Marie Guénois em uma história no Le Figaro.

Em declarações ao The Register, após a reunião, o Cardeal Marx insistiu que o dia de reunião não era secreto. Mas ficou irritado quando pressionado sobre por que ele não foi anunciado, dizendo que ele tinha simplesmente que vir a Roma para “assuntos privados” e que tinha todo o direito de fazê-lo. Próximo do papa Francisco e membro do conselho de nove cardeais, ele é conhecido por ser especialmente ansioso para reformar a abordagem da Igreja aos homossexuais. Durante a homilia de Pentecostes, domingo passado, o cardeal Marx falou de uma “cultura de acolhimento” na Igreja para os homossexuais, dizendo que “não são as diferenças que contam, mas o que nos une”.

Cardeal Marx também não é o único entre os participantes da reunião a pressionar por mudanças radicais para a vida da Igreja. O chefe dos bispos suíços, o bispo Büchel, tem falado abertamente em favor da ordenação de mulheres, dizendo em 2011 que a Igreja deveria “orar para que o Espírito Santo nos permita ler os sinais dos tempos”. Arcebispo Pontier, chefe dos bispos franceses, também é conhecido por ter tendências heterodoxas.

Os organizadores da reunião não estavam dispostos a revelar os nomes de todos os que participaram, mas o The Register obteve a lista completa dos participantes. Entre eles incluíam-se o padre jesuíta Hans Langendörfer, secretário-geral da Conferência Episcopal Alemã e na figura principal por trás da recente reforma das leis trabalhistas da Igreja alemã a controversa que permite que divorciados recasados e casais homossexuais trabalhem em instituições da Igreja.

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Juventude católica francesa: cansada de progressismo eclesiástico e laicismo político, sedenta de uma sociedade com valores morais.


Inesperada: emerge na Franca uma nova geração de católicos cada vez mais conservadores e comprometidos coma renovação moral do país, que dá as costas ao clero progressista e aos decrépitos “valores republicanos” do laicismo, com um forte sentido de militância

Por Luis Dufaur / Alejandro Ezcurra Naón | Tradução: §|Olhar Católico|§ – Este fato não se restringe a França, mas é lá onde se manifesta com a face mais evidente de um fenômeno que é mundial (1): uma nova leva de católicos comprometidos na defesa da instituição familiar e na observância da moral na sociedade.

Pastores que se distanciam do rebanho

Por suas características, esta juventude tem causado consternação a Conferência Episcopal francesa, afirma o vaticanista Jean-Marie Guenóis na revista “Figaro Magazine”. Acontece – explica – que o episcopado francês está com “má consciência” por ter flertado durante décadas com o socialismo e o comunismo, sob o pretexto de “conquistar a classe operária”.

Mas depois de “modernizar-se” ao ponto de diluir a identidade eclesiástica tornando-a quase irreconhecível, ao fim do século XX a Conferência Episcopal percebeu que tinha perdido influência sobre uma classe trabalhadora cada vez mais conservadora e refratária à prática revolucionária.

Então o órgão episcopal mudou de estratégia, buscando uma nova imagem de “Igreja jovem”, dessacralizada e igualitária. Resultado? “hoje – diz Guénois – pode ter perdido sua própria juventude”, ou seja, o setor católico juvenil, incluindo boa parte do jovem clero.

Muitos bispos – acrescenta – até se gabaram de sua astúcia em ler os “sinais dos tempos”, têm mostrado uma inexplicável “cegueira” ao ignorar a imensa transformação ocorrida no espírito destes jovens, cada vez mais orientados aos valores familiares e tradicionais.

Podemos mencionar um fato característico, que temos acompanhado de perto: em meados de 2013 centenas de milhares de católicos, jovens em sua grande maioria, tomaram as ruas da França para protestar contra o projeto de lei socialista de “matrimônio” homossexual, o Conselho Família e Sociedade do Episcopado francês se movia em sentido exatamente oposto. E em vez de rechaçar categoricamente tais uniões antinaturais, exortava a que se valorizasse a “riqueza” contida na amizade homossexual e propunha outorgar aos pares do mesmo sexo uma “união civil melhorada”…

Que significa “melhorada” aqui? Para o católico, havendo uma situação de pecado a única forma possível de “melhorá-la” é abandoná-la, tal como mandou Nosso Senhor: “não peques mais” (Jo5, 14 e 8,11). Mas para o orão episcopal “melhorar” essas uniões pecaminosas e antinaturais parece favorece-las, dando-as um benefício legal para suas necessidades.

Saem a luz dissensões entre os bispos

Houve de certo, assinala Guénois, bispos que se pronunciaram a favor das grandes massas e mobilizações cidadãs a favor da moral familiar. Mas a maioria resistiu a participar delas, e vários seguirão inclusive cooperando com o governo socialista.

Finalmente os desacordos sobre o tema terminarão dividindo os bispos. Na sessão plenária anual da Conferência Episcopal, realizada em Lourdes em abril de 2014, os resistentes a linha progressista se manifestaram como nunca haviam feito antes.

A gota d’água foi o convite da Conferência Episcopal a uma líder feminista radical, Fabienne Brugère para dissertar em uma jornada nacional de responsáveis pela pastoral familiar diocesana.

Esta ativista revolucionária, explica Guénois, é “discípula de Judith Butler, a ‘papisa’ norte-americana da ideologia de gênero”, que chega a considerar que as diferenças entre os sexos não existem, são uma pura “ficção social”. Por isso o insólito convite “foi visto, com razão, como uma verdadeira provocação por vários bispos e delegados diocesanos”. E gerou um terremoto de reações de tal monta, que foi-se obrigado a cancelar o evento.

Cifras que retratam uma realidade profunda

Esta juventude conservadora não é um fenômeno surgido no nada, ou das grandes manifestações contra o “matrimônio” homossexual. Sua origem remonta a uma maior distância e é mais profunda.

Trata-se de uma geração formada em um ambiente de renovado apreço pela vida familiar. Ela quer a interioridade, a oração e a cultura, explica Guénois. Por isso não entende a desordem e a vulgaridade que se apoderou do clero e do culto em muitas paróquias.

Não nasceu de movimentos eclesiais e não se interessa pelas disputas da época pós-conciliar. No entanto, quer mostrar-se orgulhosa de sua catolicidade.

De acordo com duas pesquisas mencionadas por “Figaro Magazine”, 90% dos jovens participantes das gigantescas mobilizações denominadas La Manif pour Tous (“A manifestação para Todos”) são católicos praticantes entre 16 e 30 anos.

E seis por cento deles são a Missa todos os dias. Para 77%, a devoção eucarística ocupa um papel “essencial” ou “muito importante” na vida. E querem entender a Sagrada Eucaristia em um sentido genuinamente católico e não com as distorções modernistas.

Desta geração, 72% preferem o nome de “católico” em lugar de “cristão”, ao contrário do que se sucedia nos anos 70. E 58% se sentem cômodos com a educação moral da Igreja, sobretudo no que diz respeito a moral conjugal.

Espiritual e cultivada, esta nova geração que se afirma católica sem complexos perturba a uma parte dos bispos”, disse Guénois, porque ela atua livremente, segura de seus objetivos e desvinculada de um clero que abandonou a dimensão histórica da Cristandade e da cultura católica. 99% têm recebido sua formação católica no seio da família, e não em movimentos de Igreja.

Um novo sentido de militância católica

A presença desta nova corrente na França, o despertar de um catolicismo novamente militante, aquém dos clichês gastados da modernidade, e também desinteressado dos partidos políticos que, por sua vez, a buscam sem êxito.

Este desinteresse político-partidário alcança aos cidadãos de toda idade, e se revela claramente em uma sondagem de IFOP publicada em 11 de maio de 2015. Dois terços dos franceses (65%) já “não são mais sensíveis aos termos ‘república’ e ‘valores republicanos’”, que “não lhe dizem verdadeiramente nada porque (…) perderam seu valor e significado”.

Na raiz deste desinteresse está sobretudo o desinteresse ante “a falta de credibilidade da palavra ‘política’.  Os eleitores têm se visto muito desconfiados. E se espera que sejam ainda mais céticos quando os responsáveis políticos invocam grandes princípios”, disse Vicent Tournier, do Instituto de Estudos Políticos de Grenoble.

Decepcionada de um lado com os pastores convenientes com uma revolução cultural que agride a fé e a família, de outro lado com os políticos expoentes de uma democracia fraudulenta e esgotada, filha de um laicismo que só gera corrupção, esta juventude católica configura uma “geração inédita”, inesperada, que está surpreendendo a muita gente.

Ela se mostra, disse Guénois, como “um sinal precursor de um possível despertar do catolicismo na França. Cobiçada, surpreendente, inspirada, esta geração de insubmissos é um berçário de talentos que ainda não disse sua ultima palavra”. O que prevê, a médio prazo, um renascer religioso e cultural a partir do qual a França possa recuperar sua identidade histórica essencial, de “filha primogênita da Igreja”.

Os dilemas da Igreja dos Pobres.


O nascimento da Teologia da Libertação em 1960 foi a tentativa de um grande e secreto “Programa de desinformação”

Fratres in Unum.com

“Padre sertanejo” é processado por dívida de R$ 9,6 mi com ex-empresário

“É uma coisa que acontece no showbiz”, afirma secretária do Padre.

O padre Alessandro Campos, processado por ex-empresário após quebra de contrato

O padre Alessandro Campos, processado por ex-empresário após quebra de contrato

UOL – Ex-empresário do padre e cantor Alessandro Campos, Leonardo Azevedo está processando o sacerdote por quebra de contrato, pedindo R$ 9,6 milhões. A ação, protocolada na semana passada na 2ª Vara Cível de Aparecida, é referente a uma multa de rescisão contratual e a dívidas trabalhistas, que não teriam sido pagas pelo “padre sertanejo”.

Segundo o empresário, o acordo com o padre Alessandro foi assinado em março de 2014, prevendo dez anos de exclusividade na parceria. Após desentendimentos, porém, o contrato foi rompido em outubro, sob justificativa de falta de empenho na divulgação e clareza da prestação de contas.

Leonardo Azevedo diz não ter recebido os 40% acordados sobre a carreira do artista, referentes…

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Ora pro nobis

Mude o mundo

O BEBÊ E A ÁGUA DO BANHO


Dom

Fernando Arêas Rifan*

Tem havido ultimamente insultos à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que me atingem também, pois dela faço parte por ser Bispo católico, pela graça de Deus, em plena comunhão com a Santa Igreja. A CNBB é o conjunto dos Bispos do Brasil que, exercem conjuntamente certas funções pastorais em favor dos fiéis do seu território (CIC cân. 447). Conforme explicou São João Paulo II na Carta Apostólica Apostolos suos, é “muito conveniente

que, em todo o mundo, os Bispos da mesma nação ou região se reúnam periodicamente em assembleia, para que, da comunicação de pareceres e experiências, e da troca de opiniões, resulte uma santa colaboração de esforços para bem comum das Igrejas”. “O Espírito Santo vos constituiu Bispos para pastorear a Igreja de Deus, que ele adquiriu com o seu próprio sangue” (At 20, 28).

Quero deixar bem claro que, por ser Bispo da Santa Igreja Católica, dou minha adesão a tudo o que ensina o seu Magistério, nas suas diferentes formas e na proporção da exigência de suas expressões doutrinárias, sem restrições mentais ou subterfúgios.

Em matéria de política ou questões sociais, minha posição é a da Doutrina Social da Igreja. Por isso, defendo a subordinação da ordem social à ordem moral estabelecida por Deus, a dignidade da pessoa humana, a busca do bem comum, a atenção especial aos pobres, a rejeição do socialismo e do marxismo, nas suas diferentes formas, o direito de propriedade, o princípio da subsidiariedade e os legítimos direitos humanos, principalmente a defesa da vida desde a concepção até o seu término natural.

Ademais, ainda na questão agrária, compartilho com a posição de São João Paulo II quando ensinou: “É necessário recordar a doutrina tradicional de que a posse da terra ‘é ilegítima quando não é valorizada ou quando serve para impedir o trabalho dos outros, visando somente obter um ganho que não provém da expansão global do trabalho humano e da riqueza social, mas antes de sua repressão, da exploração ilícita, da especulação e da ruptura da solidariedade no mundo do trabalho’ (Centesimus Annus 43). Mas recordo, igualmente, as palavras do meu predecessor Leão XIII quando ensina que ‘nem a justiça, nem o bem comum consentem danificar alguém ou invadir a sua propriedade sob nenhum pretexto’ (Rerum Novarum, 30). A Igreja não pode estimular, inspirar ou apoiar as iniciativas ou movimentos de ocupação de terras, quer por invasões pelo uso da força, quer pela penetração sorrateira das propriedades agrícolas” (Discurso aos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, na sua visita ad limina, 21março de 1995).
Assim, quem quer que defenda partidos ou grupos que pregam a revolução social, a luta de classes, o igualitarismo total, a negação do direito de propriedade e a ideologia de gênero, não me representa nem pode falar em meu nome nem em nome da Igreja.
Ademais, conforme ensina a Igreja, como Bispo, quero ter sempre uma “prudente solicitude pelo bem comum”
(Laborem exercens, 20), “não estou ligado a qualquer sistema político determinado” (Gaudium et Spes, 76), não me intrometo no trabalho político, “por este não ser competência imediata da Igreja”, “nem me identifico com os interesses de partido algum”, ensinando, porém, os grandes critérios e os valores irrevogáveis, orientando as consciências e oferecendo uma opção de vida que vai além do âmbito político” (Bento XVI, Aparecida, 13-5-2007, Disc. Inaug. do CELAM).
Defendo a mesma posição do Catecismo da Igreja Católica quando diz: “Não cabe aos pastores da Igreja intervir diretamente na construção política e na organização da vida social. Essa tarefa faz parte da vocação dos fiéis leigos, que agem por própria iniciativa com seus concidadãos” (n. 2442).
Compartilho também com a posição do Papa Bento XVI, hoje emérito, quando ensinou que “a Igreja não tem soluções técnicas para oferecer e não pretende de modo algum imiscuir-se na política dos Estados, mas tem uma missão ao serviço da verdade para cumprir, em todo o tempo…” (Caritas in Veritate, 9).
É claro que, na crise atual, há quem não siga nessa matéria o critério do Magistério da Igreja. Mas são vozes fora do caminho, mesmo que muitas. Não se pode apoiá-las.
Se há pessoas na Igreja que não seguem seus ensinamentos, temos a obrigação de não segui-las e, se tivermos ciência e competência para tal, de respeitosamente manifestar isso aos Pastores da Igreja (CIC cânon 212, §3), ressalvando a reverência que lhes é devida.

É nesse último ponto que pecam gravemente alguns que se intitulam católicos. Na ânsia de defender coisas corretas, perdem o respeito devido às autoridades da Igreja e as desprestigiam, para alegria dos inimigos dela.
Junto com o combate ao erro, até querendo fazer o bem, acabam destruindo a autoridade, com ofensas, exageros, meias verdades e até mentiras, caindo assim em outro erro. A meia verdade pode ser pior do que a mentira deslavada.

Não quero dizer que não existam os erros que combatem. O que é preciso é evitar as generalizações, ampliações e atribuições indevidas e injustas, onde acontecem faltas ou excessos. A justiça e a caridade, mesmo no combate, são imprescindíveis. Qualquer pessoa não católica que lesse certos sites e postagens de alguns católicos críticos, injuriando os Bispos e autoridades da Igreja, certamente iria raciocinar: “é impossível que tais pessoas sejam católicas, pois não se fala assim da própria família!”.

Como diz o provérbio: “Não se pode jogar fora o bebê, junto com a água suja do banho!”.

*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

http://domfernandorifan.blogspot.com.br/

Artigo folha 584 II O BEBÊ E A ÁGUA DO BANHO.doc

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