Projeto de oratório domiciliar

Ainda sobre 2012…

Olhar no Face

Ministério da Saúde estuda forma oblíqua de legalizar e patrocinar o aborto. E o faz às escondidas, contra a vontade da sociedade. Dilma precisa saber que democracias não podem ter agenda secreta

Curtam a fanpage do blog no Facebook!

Santo Terço meditado segundo S. Luiz de Montfort

Aplicativo Boa Nova – Bíblia Católica

Resposta a um comentário sobre oração em linguas


Rodrigo diz:
27/01/2010 às 1:00 am

Prezado Moises,

Conforme respostas anteriores pudi perceber que há uma certa revolta em não aceitar o dom de Línguas, que de fato é o menor dos dons.
Em Atos dos Apóstolos 19,1-8, Paulo percebe que aquele povo tinha necessidade de ser batizado no Espírito Santo. Eram pessoas boas, queriam acertar, mas lhes faltava o Espírito Santo. Paulo explicou isso a eles, impôs-lhes as mãos e sobre eles desceu a terceira Pessoa da Trindade. Começaram, a partir daí, a falar em línguas e a profetizar.
Quando nos falta palavras de adoração, oração e louvor ao nosso Deus devemos pedir que o Espírito Santo venha em nosso auxílio para que ele possa orar em nós, para que possa falar por nós, tudo aquilo que que já não conseguimos expressar para Deus em palavras, com isso na oração em línguas é o Espírito Santo que vem em soccorro a nossa fraqueza, pois com certeza Ele sabe o que é bom para nós e para nossa família, Ele já conhece a nossa dor e nossas alegrias.

Está na hora de deixarmos os preconceitos e a indgnação de lado, pois o mundo precisa de um novo pentencostes, a todo momento.

Moises observei que você enfantizou um pouco a questão de entender e/ou interpretar o que se fala ao orar em línguas, em Rm 8,26
“O Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis”

Enfim, a oração em línguas é o cumprimento da palavra: “falarão novas línguas” (Mc 16,17b), que o próprio Senhor Jesus proferiu aos onze discípulos após ressuscitar.

Amado uma coisa é certa, podemos perceber que o dom de línguas é plenamente uma inspiração dada pelo Espírito Santo. É uma forma de chegarmos a Deus, pois para orarmos e louvarmos em línguas é preciso que estejamos abertos a ação do Espírito Santo.

Fique com a paz do Nosso Senhor Jesus Cristo e não se limite para ação do Espírito Santo em sua vida, e em todos os momentos de sua vida em que não terás forças ou até mesmo palavras para louvar e bendizer ao nosso Deus, experimente essas força do alto, pois QUANDO O ESPÍRITO SANTO DE DEUS AGE, ELE SURPREENDE.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Moisés Gomes diz:
29/01/2010 às 12:28 pm

Prezado Rodrigo, a paz de Jesus e o amor de Maria.

Não, eu não me revolto com o verdadeiro falar em línguas, ocorrido em Pentecostes, onde todos os que estavam naquele acontecimento compreendiam o que os Apóstolos falavam.

Este dom caro Rodrigo é extraordinário, e não ordinário como o falso dom da RCC e que ninguém entende nada.

Rodrigo, para que o Espírito Santo interceda por nós junto a Deus não se faz necessário que Ele o faça em nosso ser, e grunhindo línguas ininteligíveis. Não. Deus se revela ao homem através de sua razão, e Deus não fere a nossa razão.

O que São Paulo diz na passagem citada (Rm8, 26) é que o Espírito Santo intercede junto ao Pai (pois Ele é o Nosso Advogado) por coisas que nem nós sabemos pedir, necessidades que nem nós sabemos que temos. Mas isto é um colóquio entre Duas Pessoas da Santíssima Trindade, não um punhado de gemidos ininteligíveis que nem Deus entende.
Ou seja, estes “gemidos inexprimíveis” (e não ininteligíveis) não são os “gemidos espremidos” (e ininteligíveis) praticados nas seitas neopentecostais, como na RCC, e sim um diálogo eterno e infinito entre o Espírito Santo e Deus Pai. Grunhidos ininteligíveis são sinais sim de possessão demoníaca (ou safadeza e fingimento mesmo) e não presença do Santo Espírito.

Recomendo-lhe a leitura destes post’s:
De: Bento XVI Para: os que oram em línguas ININTELIGÍVEIS
Enciclopédia Canção Nova x Bíblia: com quem ficar?
De: Papa S. Gregório/Para: RCC
Os Pais da Igreja também ensinam
Para a RCC: Falar em línguas hoje – é de Deus?

Facebook

O Tradicionalismo é uma Afirmação.


Por Irmão André Marie | Tradução: Fratres in Unum.com

A pequena aldeia de Villatalla, na diocese italiana de Albenga-Imperia, onde os Beneditinos da Imaculada vivem e onde o pequeno campanário ainda convoca as pessoas para assistir à Missa Tradicional em Latim.

Uma das coisas mais importantes que uma pessoa tem é a identidade. Isso explica porque os nomes são tão importantes para nós. Adão recebeu poder para designar as coisas no Jardim do Édem, mostrando que ele tinha domínio sobre o restante da criação, incluindo Eva, a quem nomeou. Quando uma criança descobre que um grande animal de olhar estranho tem um nome, ela encontra conforto neste fato, e se o papai pode identificá-lo, a coisa não deve ser tão terrível. Ela é conhecida.

Os católicos tradicionais, ou tradicionalistas, designam a si mesmos dessa forma por causa de sua adesão às tradições da Igreja; uma vez que eles o fazem em vista do abandono em larga escala daquelas tradições por parte da hierarquia, assim como clero e fiéis, este é o motivo pelo qual a expressão “católicos” nem sempre é suficiente, embora devesse ser. Além desse conceito muito genérico do que é o tradicionalismo, há compreensões múltiplas e discrepantes do que exatamente define a identidade do tradicionalista. Evitando um dogmatismo rígido onde a Igreja não nos deu ainda uma definição dogmática — precisamos estar preparados para morrer pelo dogma católico, porém não por nossas próprias opiniões — gostaria de considerar o que o tradicionalismo é em sua essência.

O contraste clareia a mente, então começarei com o que o tradicionalismo não é. O tradicionalismo não é uma negação. Ele não é uma recusa. Ele não é um apontar de dedos seguido de “você está errado!”. Existe um nome para essa ideologia: protestantismo. O protestantismo não é um conteúdo, mas sim um anti-conteúdo. Ele não é uma afirmação, mas sim uma negação.

Certamente, o católico deve concordar com as condenações da Igreja, bem como com as suas definições, mas uma existência de condenação é contingente a duas coisas: a verdade que veio primeiro, e um erro que nega a verdade. Em outras palavras, uma condenação, embora boa e necessária, somente surge porque algum vilão (talvez o próprio Satanás) elaborou uma negação da verdade de Deus. Mas a verdade de Deus chegou primeiro.

Os textos do Concílio de Trento nos dão uma ilustração disso. Trento afirma a verdade católica em seus decretos, que são textos comparativamente longos que explicam a doutrina católica em detalhes. Ao final daqueles decretos de rico conteúdo, em seguida, o Concílio condena os diversos erros em seus breves cânones.

Assim, a curta resposta à pergunta referente à identidade do tradicionalista é que ele é um católico que afirma as verdades dogmáticas, os ensinamentos morais e às tradições litúrgicas da Igreja. Isso é substancial e primário. O fato de agir assim em face de oposição, não somente do mundo, mas de outras pessoas que se chamam católicos, é secundário e acidental. Não vamos inverter a ordem, se não permitiremos que o inimigo imponha a nossa identidade.

Uma palavra sobre a busca por uma identidade: acredito que isso seja algo muito moderno, um produto da falta de raízes da cultura moderna, que nos serve a partir de nossas tradições, nossa terra e nossa gente. A modernidade nos homogeneíza, efetivamente desenraizando costumes e culturas locais. O católico é um membro da Igreja universal, mas ele não é um cidadão do universo por causa disso. Ele está localizado, e seu encontro com a Fé está no contexto de lugar, idioma e costume. Um católico do século quatorze na França e seu correligionário do quarto século no Egito possuíam a mesma fé, moral e religião (com padres, bispos, Missa, sacramentos, etc.), mas a variedade de idioma, ritual e costume era grande.

Isso é como deveria ser. Recebemos a fé em nível local. Nós a vivemos em nossas famílias. Nós a pronunciamos em nossos idiomas. Nós a praticamos no prédio daquela igreja, com as pessoas daquela comunidade. (A noção italiana de campanirismo e a concepção Carlista de fueros são expressões culturais e políticas dessa realidade.) A vivência da fé verdadeira é o que produz uma cultura católica, e essa cultura é o que deve impressionar por si mesma nossos jovens, formando as suas convicções, inspirando as suas ações, comandando as suas reações. Uma identidade – genuína, em todo caso – é formada dessa maneira orgânica. Nós não as colocamos e retiramos como um aluno de faculdade indeciso faz com sua carreira universitária. Isso é o que o homem moderno, sem raízes e sem descanso, faz, e essa é uma das causas de sua insanidade.

Em nossos dias, é claro, a Fé não está sendo vivida em lugares onde habitualmente estava. Os campanários italianos, que proporcionam àqueles que os ouvem um sentido de lar, ainda soam, mas freqüentemente anunciam o oferecimento de uma liturgia bizarra, a pregação de uma doutrina aguada e uma religiosidade de conformidade aos padrões do mundo. Assim, o campanirismo, “espírito do campanário”, não representa totalmente o que fazia outrora. E isso vale para outros lugares na Igreja universal. Assim, essa é a razão pela qual os tradicionalistas viajam, às vezes grandes distâncias, para ouvir uma Missa tradicional, com a catequese e a cultura que a acompanham.

Mas ainda podemos fazer muito para viver a Fé em nossas famílias e nossas comunidades. Ao fazê-lo, devemos resistir à tentação de transformar o tradicionalismo em uma ideologia, uma reação ou uma negação do que as outras pessoas fazem. O tradicionalismo é aquilo que somos, aquilo que sabemos, e aquilo que fazemos. Aqui, então, catalogaremos algumas das coisas que os tradicionalistas afirmam ou devem afirmar:

Afirmamos o credo católico em toda a sua integridade.

Afirmamos que a Igreja Católica é a única esposa de Cristo, e que a sua Fé e a sua religião são os únicos caminhos divinamente revelados para se acreditar e servir ao Deus vivo. Conseqüentemente, a Igreja Católica é o único caminho para a salvação.

Afirmamos que a verdade divina é atacada por inimigos da Igreja de Deus, e que os fiéis devem “pelejar pela fé, confiada de uma vez para sempre aos santos.” (Judas 1, 3).

Afirmamos a constituição sobrenatural da Igreja, a hierarquia natural da família e o domínio de Cristo Rei na sociedade. Na medida de nossas possibilidades, trabalharemos para preservar ou restaurar essas coisas em nossas próprias famílias e comunidades; porque o mundo, a carne e o demônio estão minando esta ordem estabelecida por Deus.

Afirmamos que o louvor público de Deus pela Igreja e sua liturgia nos foram entregues com grande cuidado por nossos pais na Fé. Isso foi feito em uma bela variedade de ritos. É errôneo jogar fora esses tesouros de séculos de desenvolvimento cuidadoso sob a proteção do Espírito Santo. Assim, nós os praticaremos, honraremos, amaremos e ensinaremos aos nossos filhos.

A resposta autêntica ao mal é uma vida de virtude e santidade cristã, que nada mais é do que a resposta fiel à vocação básica (o chamado batismal à santidade), vivida de acordo com o modo da “vocação secundária” (ou seja, sacerdócio, vida religiosa, matrimônio, o celibato no mundo).

Há muita coisa obscura e má na vida, mas se optarmos por permitir a nós mesmos sermos consumados por essas coisas, então, que vergonha. São Paulo observa que o que perdemos em Adão é muitíssimo superado por aquilo que ganhamos em Cristo (cf. Romanos 5: 15 seg.). Não é necessário ter Fé para ver a maldade e o desespero; eles são óbvios demais aos sentidos. A grande maravilha é a quantidade de bem que realmente existe, e para ver isso é necessário ter Fé: a água regenerando pecadores como filhos de Deus e herdeiros do Céu, o Próprio Deus descendo em nossos altares nas aparências de pão e vinho, o Evangelho sendo pregado aos pobres.

E o próprio Evangelho, Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo! Esta é a “Boa Nova”: Boa, porque procede do bom Deus, e nova, porque precisa ser dita.

Temos um tesouro na liturgia tradicional da Igreja. Também temos grandes comentários sobre ela, nenhum melhor do que o Ano Litúrgico de Dom Gueranger. Também temos a Sagrada Escritura, os escritos dos Padres e Doutores, e os grandes monumentos intelectuais e artísticos da cultura católica que nasceram com as sociedades cristãs. Tudo o que temos, mais o Próprio Deus, os Anjos, os Santos, e a promessa de glória futura se perseverarmos! E não nos esqueçamos que temos Nossa Senhora, a Causa de Toda a nossa Alegria.

Se, com tudo isso, precisarmos sair em busca de uma identidade, ou defini-la em termos puramente negativos contra alguma outra classe de pessoas, então, realmente, não temos idéia alguma sobre o que seja a Tradição.

Mulheres líderes da sociedade medieval


Algo inédito e que nos dias de hoje ‒ tão democráticos ‒ jamais aconteceria:

No século XII, Robert d’Arbrissel, um dos maiores pregadores de todos os tempos resolveu fixar a multidão de seguidores seus na região de Fontevrault.

Para isso ele criou um convento feminino, um masculino e entre os dois uma Igreja que seria o único local aonde os monges e as monjas poderiam se encontrar.

Ora, este mosteiro duplo foi colocado sob a autoridade, não de um abade, mas de uma abadessa.

Esta, por vontade do fundador, devia ser viúva, tendo tido a experiência do casamento.

Mosteiro de Santa María la Real de las Huelgas, Burgos

Para completar, a primeira abadessa que presidiu os destinos da Ordem de Fontevrault, Petronila de Chemillé, tinha 22 anos.

(Um parêntesis: nos dias de hoje alguém imaginaria um acontecimento destes sequer ser considerado? Pois ele aconteceu na época em que os ignorantes costumam taxar como “Idade das trevas”).

No período feudal o lugar da mulher na Igreja apresentou algumas diferenças daquele ocupado pelo homem, mas este foi um lugar iminente, que simboliza, por outro lado, perfeitamente o culto, insigne também, prestado à Virgem Maria entre os santos.

E não é curioso como a época termine por uma figura de mulher ‒ Joana D’Arc, que seja dito de passagem, não poderia, jamais, nos séculos seguintes obter a audiência do rei, sendo ela mulher, plebéia e ignorante, conseguindo mesmo assim suscitar a confiança que conseguiu, afinal.

Pobre Joana D’Arc!

Luc Besson fez um filme de Santa Joana D’Arc digna dos melhores hospícios, completamente esquizofrênica e que confundia sua vingança pessoal com o que seria a voz de Deus. Sem comentários.

(Autor: Régine Pernoud, “Idade Média ‒ o que não nos ensinaram”).

Novos álbuns na nossa página do Facebook


Ultimamente tenho interagido muito no Facebook, e me espanta o alcance que essa ferramenta social tomou, bem como as pessoas encontraram formas simples, as vezes profundas, as vezes nem tanto, de manifestar seus sentimentos e opiniões: através de imagens. Afinal, uma imagem vale mais que mil palavras.

E tentando acompanhar esta tendência o §|Olhar Católico|§ em sua página no Facebook vem publicando alguns álbuns que tentam expor, defender e explicar a Doutrina Católica. Cliquem na imagem abaixo e confiram!

Não se esqueçam:

www.facebook.com/olharcatolico

 

 

Ano Novo, mídia nova!


Olá pessoal, a paz de Jesus e o amor de Maria!

Acompanhando as tendências sociais entramos 2012 com a nossa nova página no Facebook. Tá, tudo bem, já veio tarde… Mas antes tarde do que nunca, ok?

Então vão lá e curtam: www.facebook.com/olharcatolico

Curtao §|Olhar Católico|§ no Facebook!

Lembrando ainda que estamos no Orkut e no Twitter.

Tentarei ser mais atencioso aos pouquíssimos leitores deste velho e pequeno blog neste seu quarto ano.

II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida: participe!

Comunicado da Santa Sé sobre a FSSPX


Sala de Imprensa da Santa Sé
http://press.catholica.va/news_services/bulletin/news/28010.php?index=28010〈=po

Tradução: Fratres in Unum.com http://fratresinunum.com/

Em 14 de setembro de 2011, na sede da Congregação para a Doutrina da Fé, teve lugar um encontro entre Sua Eminência Reverendíssima, o Cardeal William Levada, Prefeito desta Congregação e Presidente da Comissão Pontifícia Ecclesia Dei, Sua Excelência Dom Luis Ladaria, s.j., Secretário desta Congregação, e Monsenhor Guido Pozzo, Secretário da Comissão Pontifícia Ecclesia Dei, com Sua Excelência Dom Bernard Fellay, Superior Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, e os Senhores Padres Niklaus Pfluger e Alain-Marc Nély, Assistentes Gerais da Fraternidade.

Após a súplica dirigida em 15 de dezembro de 2008 pelo Superior Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio à Sua Santidade, o Papa Bento XVI, o Santo Padre tomou a decisão de levantar a excomunhão dos quatro bispos sagrados por Dom Marcel Lefebvre e de abrir, ao mesmo tempo, colóquios doutrinais com a Fraternidade, a fim de superar as dificuldades e os problemas de ordem doutrinal, e chegar à superação da ruptura existente.

Obedecendo à vontade do Santo Padre, uma comissão mista de estudos, composta de peritos da Fraternidade Sacerdotal São Pio X e peritos da Congregação para a Doutrina da Fé, reuniu-se por oito vezes para encontros que tiveram lugar em Roma, entre o mês de outubro de 2009 e o mês de abril de 2011. *Estes colóquios, cujo objetivo era expor e aprofundar as dificuldades doutrinais essenciais sobre temas controversos, atingiram o seu objetivo, que era esclarecer as respectivas posições e as suas motivações*.

Tendo em conta as preocupações e as instâncias apresentadas pela Fraternidade Sacerdotal São Pio X a propósito do respeito da integridade da fé católica em face da “hermenêutica da ruptura” do Concílio Vaticano II em relação à Tradição — hermenêutica mencionada pelo Papa Bento XVI em seu discurso à cúria romana de 22 de dezembro de 2005 –, a Congregação para a Doutrina da Fé toma por base fundamental para a plena reconciliação com a Sé Apostólica a aceitação do *Preâmbulo Doutrinal* que foi entregue durante o encontro de 14 de setembro de 2011. Este preâmbulo enuncia alguns dos princípios doutrinais e os critérios de interpretação da doutrina católica necessários para garantir a fidelidade ao Magistério da Igreja e o *sentire cum Ecclesia*, deixando, ao mesmo tempo, *abertos a uma legítima discussão o estudo e a explicação teológica de expressões ou de formulações específicas presentes nos textos do Concílio Vaticano II e do Magistério que o seguiu. *

Durante a mesma reunião, foram propostos *alguns elementos em vista de uma solução canônica para a Fraternidade Sacerdotal São Pio X, que seguiria a eventual e esperada reconciliação*.

Este mensaje de correo electronico y sus documentos adjuntos estan dirigidos EXCLUSIVAMENTE a los destinatarios especificados. La informacion contenida puede ser CONFIDENCIAL y/o estar LEGALMENTE PROTEGIDA y no necesariamente refleja la opinion de ENDESA. Si usted recibe este mensaje por ERROR, por favor comuniqueselo inmediatamente al remitente y ELIMINELO ya que usted NO ESTA AUTORIZADO al uso, revelacion, distribucion, impresion o copia de toda o alguna parte de la informacion contenida. Gracias.

This e-mail message and any attached files are intended SOLELY for the addressee/s identified herein. It may contain CONFIDENTIAL and/or LEGALLY PRIVILEGED information and may not necessarily represent the opinion of ENDESA. If you receive this message in ERROR, please immediately notify the sender and DELETE it since you ARE NOT AUTHORIZED to use, disclose, distribute, print or copy all or part of the contained information. Thank you.

Frase de caminhão


Quando ia ao trabalho ví esta frase em um caminhão e achei interessante publicar aqui:

"O alfabeto de Deus é OBDC"

Quem diria hein!? E muitos buscando o ABC… Dai-me a graça Senhor de aprender este santo alfabeto!

"A concórdia não é uniformidade de opiniões, mas concordância de vontades" (S. Tomas de Aquino).

As menos lidas da semana

§|Menos Lidas|§ – Vale a pena ler de novo!

§|Olhar Católico|§ indica

§|Olhar Católico|§ indica

PSL Cedro

Deus acima de tudo e Cedro para todos!

FSSPX - Portugal

Tudo por amor a Jesus Cristo, Nosso Senhor.

O Legado d'O Andarilho

opiniões, considerações políticas e religiosas.

Roberta Acopiara's Blog

Just another WordPress.com weblog

Blog do Curso Técnico em Informática do IFCE - Campus Iguatu

Blog do Curso Técnico em Informática do IFCE - Campus Iguatu

pregarevangelho

Só mais um site WordPress.com

:.:Paródias da Professora Décia:.:

Paródias de uma professora cedrense!

Fratres in Unum.com

Ecce quam bonum et quam jucundum habitare fratres in unum.

Compartilhar é preciso.

Sinta-se livre para conhecer, aprender e compartilhar

§|Olhar Católico|§

Um Olhar Católico sobre o mundo!

Pacientes na tribulação

Apologética católica

Grupo S. Domingos de Gusmão

Fiéis Católicos de Maringá

Missa Tridentina em Brasília

Santa Missa no Rito Romano Tradicional

Vida, dom de Deus

Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

%d blogueiros gostam disto: