Conflito de interesse ideológico


Por Raphael Câmara Medeiros Parente, retirado de Gazeta do Povo.

No momento polarizado ideologicamente em que o mundo se encontra, não é de causar espanto que isso também se reflita no mundo científico. As pessoas tendem a se preocupar somente com situações que envolvam aspectos econômicos, tais como: financiamentos de laboratórios ou trabalho para algum ente interessado. Mas existem outros importantes aspectos que também podem influenciar, dentre esses, o ideológico.

Conflito de interesse, de acordo com a definição clássica de Thompson, é um conjunto de condições nas quais o julgamento de um profissional a respeito de um interesse primário tende a ser influenciado indevidamente por um interesse secundário. Dependendo da área temática, talvez esse seja um problema maior do que o conflito econômico. Esta questão é aflorada em pesquisas que chamam interesse da mídia, tais como: agrotóxicos (como imaginar alimentar sete bilhões de pessoas sem eles?), mudanças climáticas, violência (estudos que relatam um suposto genocídio de pretos jovens e pobres sem nem sequer citarem que o mesmo estrato também é o que mais comete crimes violentos), dentre muitos outros.

Seria inimaginável uma revista científica conceituada aceitar para publicação um estudo que não mostre os motivos óbvios para estes achados, salvo haja um “afrouxamento” no rigor da submissão pelo conflito ideológico favorável de revisores e editores. Por outro lado, é muito mais difícil ter aceito um trabalho se ele for contra o viés ideológico dos editores por melhor que seja o trabalho. Como sou médico ginecologista-obstetra, conheço bastante os problemas ideológicos envolvidos em pesquisas relacionadas ao aborto e à via de parto.

É notória uma dominância de pensamento de esquerda e progressista nas universidades públicas brasileiras. E estou absolutamente convicto de que este pensamento muitas vezes afeta todas as etapas das pesquisas que envolvam estes temas. E é importante que encontremos formas de mitigar este problema.

É muito difícil ter aceito um trabalho se ele for contra o viés ideológico dos editores por melhor que seja o trabalho

Participei recentemente da audiência pública mais concorrida da história do STF que versou sobre a liberação do aborto numa proporção aproximada de dois expositores favoráveis à liberação para um contrário. Em mínimos 20 minutos, consegui mostrar diversas mentiras usadas pelos defensores da liberação do aborto que estão disponíveis em diversos vídeos com minha apresentação no STF que viralizaram, além de fraquezas gigantescas de estudos brasileiros sobre o tema que não são mostradas.

É fundamental que, doravante, haja um escrutínio com lupa destes estudos e das verbas públicas que os financiaram. Estudos esses que norteiam impressionantemente a discussão sobre aborto no Brasil. Eu me coloquei à disposição para ajudar. Chama extrema atenção como os estudos publicados em revistas científicas brasileiras que embasam e regem a discussão sobre o aborto são sofríveis do ponto de vista metodológico e, com resultados, ao meu ver, muitas das vezes, absolutamente descartáveis. Esta mesma situação ocorre em estudos relacionados à via de parto que quase que, invariavelmente, concluem que a culpa por tantas cesarianas é dos obstetras, colocando-nos como vilões e ignorando as outras dezenas de variáveis que impactam este desfecho, sendo a principal a saúde pública brasileira sofrível em todos os níveis.

O que causa mais preocupação e deveria chamar a atenção da mídia e da sociedade é que estas pesquisas custam milhares e, frequentemente, milhões de reais dos nossos cofres públicos e para nada servem seus resultados que não seja o de obnubilar nossa visão para uma real solução dos problemas. No caso do aborto, podemos citar os números completamente inventados que surgiram de publicações científicas e inundaram as matérias jornalísticas e, temos como exemplos, o número inventado de 11.000 mortes maternas por aborto ao ano e de 1,1 milhão de abortos clandestinos anuais que foram divulgados por uma revista de circulação nacional hebdomadária em editorial recente de junho de 2018 escrito por renomado professor de urologia, quando os dados oficiais mostram menos de 70 mortes anuais causadas por qualquer tipo de aborto e cerca de 100 a 200 mil abortos de qualquer espécie (legal, ilegal e natural) por ano.

Em questões de via de parto, os grupos que mais publicam no Brasil sobre o tema geralmente concluem que a taxa aumentada de cesarianas é uma das maiores causas da mortalidade materna vergonhosa do Brasil culpando os obstetras por isso. Em texto recente n’O Globo, mostrei baseado em dados oficiais que a mortalidade materna galopante na cidade do Rio de Janeiro estava correlacionada com a falta de obstetras e associada até a uma diminuição de cesarianas.

Como de nada serve detectar o problema sem sugerir soluções, proponho o início de um debate em que todos os aspectos relacionados ao problema sejam revisados. A responsabilidade de lidar com os conflitos de interesses na publicação científica é dividida entre autores, revisores, editores e leitores. Além disso, quem participa da elaboração de editais, liberação de verbas para pesquisa e gestores também devem estar atentos. Proponho que as pesquisas sejam categorizadas por possibilidade de conflito ideológico. Caso sejam passíveis, diversos passos devem ser seguidos. Não há de se imaginar que a caracterização da morfologia da orelha de um morcego seja sujeita a este problema. Portanto, foquemos naqueles que são suscetíveis.

Os editais para liberação de verbas para projetos devem exigir que, em pesquisas sensíveis a este problema, seja necessária a participação de pesquisadores de diferentes matizes ideológicas na mesma pesquisa ou liberação para grupos de pensamentos dissonantes. Há pesquisas sobre via de parto com todos os diversos pesquisadores tendo exatamente a mesma visão de mundo, a chamada “bolha” em nossos tempos maniqueístas. O que se nota é que, muitas das vezes, os grupos vencedores dos editais são sempre os mesmos e isso desestimula surgimento de novos grupos de pesquisa que em muito poderiam enriquecer o debate.

Necessário também que os estudos não sejam enviados para periódicos da mesma instituição de origem dos pesquisadores para que haja uma avaliação criteriosa de possíveis problemas metodológicos. Por mais que seja sério o processo de submissão, há uma possibilidade de conflito. Fundamental que haja, assim como existe no conflito econômico, a obrigatoriedade de o pesquisador declarar seu “lado”. Exemplo, em pesquisas sobre o aborto, deve estar clara sua posição contrária ou favorável à liberação e se recebe dinheiro de alguma instituição defensora ou contrária à liberação. O mesmo deve ocorrer na avaliação dos artigos para publicação, devendo ser ele avaliado por editores e revisores de ideologias diferentes para evitar o aceite de um artigo sem merecimento e a rejeição de um ótimo estudo, mas com o “pecado” de não ser do agrado do pensamento de editores e revisores. Todos sabemos que isso existe. É hora de resolver!

Sem ser minha intenção esgotar este tema em poucas linhas, clamo pelo início deste debate. Em muito poderá acrescentar para a melhora da qualidade de nossas pesquisas e publicações e para um melhor gasto de nosso já parco financiamento.

Raphael Câmara Medeiros Parente, especialista em Gestão em Saúde, mestre em Saúde Pública e doutor em Ginecologia, é médico ginecologista da UFRJ.

Justiça


Mais uma vez a Bíblia se revela como fonte de Palavras fiéis e verdadeiras.

Há duas injustiças que o SENHOR abomina: que o inocente seja condenado e que o culpado seja colocado em plena liberdade como justo. Provérbios 17;15

QUANDO EU VI O LULA…EU DISSE A DEUS…

Quando eu vi o Lula apoiar o Aborto de inocentes, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula levantar a Bandeira LGBT e apoiar Casamento Gay, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula apoiar a Marcha da Maconha e a liberação das drogas, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula ameaçar prender Pastores e Padres por não aceitar as práticas homoativistas, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula liberar 300 milhões para “paradas gays”, enquanto dizia não ter recurso para saúde, segurança e educação, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula vingativamente prejudicar policiais e beneficiar bandidos, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula apoiar o avanço dos Muçulmanos anti-cristãos no Brasil, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula apoiar a Ditadura genocida na Venezuela, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula ir a Israel e se negar a honrar à memória dos judeus do Holocausto mas, colocou flores para os palestinos terroristas, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula abraçar o Presidente do Irã Armadinejah, inimigo declarado de Israel, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula acabar com o Brasil com o Comunismo, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula se comparar a Jesus, eu disse a Deus: “APRESSA tua Justiça, Senhor!”.

E hoje, quando vi Lula preso na Polícia Federal, meus olhos se encheram de lágrimas e lembrei do que disse Jesus em Mateus 5 “Bem-aventurados os que tem fome e sede de Justiça, porque eles serão fartos”. E assim eu disse:

“Obrigado Senhor, por tua Justiça, reto Juiz dos Juízes.”

Engana-se quem acha que a Lava-jato começou em Curitiba. A Lava-jato começou no Céu de Justiça Plena!

Ricardo Ribeiro

Jornalista Cristão da AJESP – Associação de Jornalistas do Estado de São Paulo

Dom Antonio Keller: quem pratica aborto ou promove, mesmo políticos, comete pecado grave.


REDAÇÃO CENTRAL, 03 Abr. 17 / 12:00 pm (ACI).- O aborto é o homicídio voluntário de um inocente e quem pratica, promove ou colabora com tal prática incorre em pecado grave, reforçou o Bispo de Frederico Westphalen, Dom Antonio Carlos Rossi Keller, em uma nota pastoral sobre a questão do aborto, publicada no site da Diocese.

“Frente a novas tentativas da implantação de leis que, de certa forma, tornam mais flexíveis e ampliadas as possibilidades da realização de abortos em nosso país, como bispo desta Diocese não posso calar-me”, afirmou o Prelado.

No início de março, o PSOL e o Instituto Anis protocolaram no Supremo Tribunal Federal (STF) uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF), solicitando a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação. Na ação, o partido pede ainda a concessão de liminar para que, enquanto a ADPF não seja julgada, o aborto até os 3 meses de gravidez já seja liberado.

A ação está sob a relatoria da ministra Rosa Weber, a qual, em novembro de 2016, se manifestou favorável a descriminalização do aborto até os três meses de gestação, durante o julgamento de um habeas corpus na Primeira Turma do STF.

Outra ação no Supremo que diz respeito à questão do aborto é a que pede a descriminalização da prática em caso de infecção da gestante pelo vírus Zika, apresentando como argumento a possibilidade de malformação do feto.

Por outro lado, na Câmara dos Deputados, há o Projeto de Lei 7371/2014, que trata do combate à violência contra a mulher e fala da criação de um fundo para comprar equipamentos e custear treinamento com esta finalidade.  Porém, segundo denunciam grupos pró-vida, esta iniciativa possibilitará o aporte de verbas de organizações internacionais para que sejam feitos abortos no Brasil.

Diante dessa realidade no Brasil, Dom Keller considera que “é preciso dizer as coisas com clareza: o aborto nada mais é do que o homicídio voluntário de um inocente. E quem nele participa incorre na excomunhão latae sententiae, que significa que a própria pessoa se coloca em um estado de separação grave da comunhão eclesial, ainda que seja necessário avaliar o grau individual de responsabilidade”.

O Prelado assinala ainda que “para todos, inclusive para os políticos que apoiam e sustentam tão iníqua desobediência à Lei de Deus, votando favoravelmente leis que ampliam permissividades em relação à realização do aborto, também se aplicam as graves palavras do Apóstolo São Paulo na 1ª Carta aos Coríntios: ‘Aquele que come o pão ou bebe o cálice do Senhor indignamente… come e bebe a sua condenação’ (1º Coríntios 11,27.29)”.

Em sua nota pastoral, o Bispo de Frederico Westphalen recorda “o juízo da Igreja Católica em relação ao aborto querido, buscado e realizado não foi modificado”. Ele cita a Encíclica Humanae Vitae, na qual o Beato Paulo VI afirma: “Em conformidade com estes pontos essenciais da visão humana e cristã do matrimônio, devemos, uma vez mais, declarar que é absolutamente de excluir, como via legítima para a regulação dos nascimentos, a interrupção direta do processo generativo já iniciado, e, sobretudo, o aborto querido diretamente e procurado, mesmo por razões terapêuticas”.

Refere-se também à Carta Apostólica “Misericordia et Misera”, na qual o Papa Francisco manteve a sua orientação para o Jubileu da Misericórdia de conceder a todos os sacerdotes “a faculdade de absolver a todas as pessoas que incorreram no pecado do aborto”, mas afirma: “Quero reiterar com todas as minhas forças que o aborto é um grave pecado, porque põe fim a uma vida inocente”.

Entretanto, Dom Keller alerta que “o assim chamado “delito abominável” (Gaudium et spes, n.51) assume hoje, na cultura do início do século XXI uma perda da consciência de sua gravidade”.

“A aceitação do aborto na mentalidade, nos costumes e principalmente, na legislação permissiva é um sinal eloquente de uma grave crise de sentido moral, que faz dos nossos tempos um período obscuro da história humana, onde predomina a incapacidade de distinguir entre o bem e o mal, mesmo quando o que está em jogo é o direito fundamental e elementar da vida, da existência”, acrescenta.

Diante disso, o Prelado lembra que “os interventos do Magistério da Igreja” “vão sempre na linha da reafirmação do mal objetivo do aborto, bem como da gravidade do pecado para quem o comete, para quem auxilia na sua realização e para quem com ele coopera”.

“Tal posicionamento severo do Magistério da Igreja, em relação ao aborto, não é uma contradição à sua pregação de misericórdia e perdão. A razão pela qual a Igreja considera excluído dela a quem realiza, sustem ou apoia o aborto está em coerência com seu ensinamento moral”, completa.

Para ler a íntegra da nota pastoral de Dom Antonio Keller, acesse o site da Diocese de Frederico Westphalen.

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Aborto: dados reais

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Novas matérias no site do Brasil pela Vida


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Prezados Participantes

Bom Dia!

Continuando nossa luta em defesa da Vida indicamos neste boletim duas matérias recém publicadas no site O Brasil pela Vida:

Haverá, nos próximos dias, um seminário promovido pela Comissão de Seguridade Social e Família que, eufemísticamente está sendo noticiado como sendo seminário sobre a saúde materna e infantil. A conferência magna será promovida por pessoa ligada à IPPF e o seminário é promovido por deputados abortistas. Não se trata de seminário da vida, mas da morte.http://pt.gloria.tv/?

Intervenção do Prof. Hermes Rodrigues Nery na Câmara dos Deputados.

Apresentamos a íntegra do pronunciamento do Prof. Hermes Rodrigues Nery (Coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté), em Audiência Pública de 4 de dezembro de 2013, às 14h, na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, Brasília (DF), Plenário 09.

POR UM BRASIL DESENVOLVIDO, QUE NÃO EXIJA O SANGUE DO SER HUMANO INOCENTE E INDEFESO

hermes

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Mandela e o aborto


Que ainda em vida Nelson Mandela tenha se tornado uma referência ética, não me surpreende… Não por quem ele fosse, mas por quem dá tais títulos nos dias atuais. Aos “santos” dos dias atuais – gente como Al Gore, Bill Gates, Steven Jobs e outros mais – basta-lhes apenas agradar ao mundo. Mandela, sai deste mundo e mesmo antes de sair já constava nos livros de história como um santo destes “santos”.

Sinto discordar da onda de unanimidade que provavelmente varrerá nossa imprensa e principalmente a mídia social, alvo fácil de todo pensamento politicamente correto produzido atualmente.

Mandela e seu partido, African National Congress (ANC), por décadas têm uma relação muito próxima ao Partido Comunista da África do Sul, que, como é corriqueiro entre os esquerdistas, encara o aborto como direito da mulher, sem, claro, fazer qualquer referência à humanidade do nascituro. Eis um trecho do posicionamento deste partido em relação ao assunto:

“The South African Communist Party believes that every woman has the right to control over her own body and thus the right to make independent reproductive decisions.

In addition, every woman therefore should have the right to choose whether or not she wishes to terminate a pregnancy.”

“[O Partido Comunista da África do Sul acredita que toda mulher tem direito ao controle sobre seu próprio corpo e também direito a tomar decisões independentes sobre sua vida reprodutiva.

Somado a isto, toda mulher deveria ter o direito a escolher se ou não deseja terminar uma gravidez.]”

Já Mandela, que sempre direcionou politicamente o ANC, deu a seguinte declaração sobre o aborto:

“As mulheres têm o direito de decidir o que querem fazer com seus corpos.”

Tanto a declaração do Partido Comunista Sul-Africano como as palavras de Nelson Mandela reverberam o discurso do abortismo internacional, que se lixa para os “corpos” dos nascituros, seres humanos como qualquer um de nós.

Mas Mandela não ficou apenas nas palavras… Após ganhar a histórica eleição na qual foi eleito presidente em 1994, Mandela e seu então ministro da Saúde, Nkosazana Dlamini-Zuma, apresentaram ao parlamento de seu país um projeto de legislação, posteriormente aprovado, que tornou a legislação sul-africana relacionada ao aborto uma das mais liberais do mundo. Adicionado a isto, Mandela, seu partido e coligados tiveram um preponderante papel na confecção da nova constituição sul-africana, por ele assinada em 1996, que deu relevante papel aos “direitos reprodutivos”, um conhecido eufemismo para abortos, esterilizações, etc.

Para se ter uma idéia da liberalidade da legislação introduzida por Mandela, até 12 semanas de gestação nem mesmo é necessário um médico para fazer o procedimento, sequer uma enfermeira, bastando para tanto uma simples parteira. Mais um detalhe: o acesso ao aborto é garantido para mulheres de qualquer idade, mesmo menores. Resultado disto? O número de abortos na África do Sul teve um aumento gigantesco enquanto que, bem ao contrário do que previam os abortistas, também o número de mortes maternas teve aumento.

Esta é a obra de Nelson Mandela em relação aos seres humanos mais fragilizados que estão entre nós, os não-nascidos. Suas ações tiveram, tem e terão um efeito desastroso para seu país e para a humanidade em geral. Se muitas mulheres se vêem pressionadas e em momento de desespero e falta de perspectiva recorrem ao aborto, é exatamente esta mulher que deveria ser amparada pela sociedade. E são políticos como Nelson Mandela, que têm os instrumentos para minimizar este drama e escolhem não agir assim, preferindo muito mais o caminho fácil dos tais “direitos reprodutivos” enquanto lavam as mãos pelo sangue derramado dos inocentes, qual um Pilatos do mundo pós-moderno.

Que Nelson Mandela encontre a misericórdia e a proteção do Senhor Deus, a mesma proteção que ele negou aos não-nascidos através de sua atuação política.

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Em São Paulo dois eventos importantes


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Prezados Participantes da Campanha O Brasil pela Vida

Esta próxima semana teremos dois importantes eventos na cidade de São Paulo:

1. Forum pela Vida na Câmara Municipal de São Paulo, na segunda-feira dia 4, das 13 às 17 hs, por iniciativa do Vereador Calvo. http://www.brasilpelavida.org/bpv/materias.php?CT=31&TE=3937PA=31

2. Na terça-feira, dia 05 de novembro, de 19 às 21,30 hs, Workshop com Ignácio Arsuaga do Hazteoir – Espanha, no auditório do Mosteiro de São Bento em São Paulo – capital. http://www.brasilpelavida.org/bpv/materias.php?TE=3939

3. Assista o programa A Voz do Brasil pela Vida, do Cel Paes de Lira, desta semana:

http://pt.gloria.tv/?media=520031

Atenciosamente

Diogo Waki

Coordenador Nacional de O Brasil pela Vida

Brasilpelavida.org

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Holanda: eutanásia de recém nascidos!


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Eutanásia de recém nascido na Holanda = aborto post parto Cel Paes de Lira 27/10/2013 19:30:18 Há na Holanda um projeto de lei para ser votado a qualquer momento que prevê o que eufemisticamente estão chamando de eutanásia de recém nascido. Se uma criança passar pelos exames pré-natais mas nascer com uma doença como a síndrome de down, por exemplo, de acordo com o projeto de lei a criança poderá ser eutanasiada. Cel Paes de Lira mostra como é o mesmo que aborto post parto, é o mesmo que eugenia, infanticídio. Para assistir clique aqui.

Brasilpelavida.org

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Assista ao filme da Caminhada Pela Vida no Rio


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Prezados participantes do Brasil pela Vida

Já está no ar o filme da Primeira Caminhada Pela Vida. Clique aqui para assistir ao filme no Gloria.tv

A 1ª Caminhada em Defesa da Vida, por um Brasil sem Aborto, no Rio de Janeiro, ocorreu no dia 5 p.p., contando com aproximadamente 2 mil participantes. Iniciada na praça em frente à igreja da Candelária, encerrou-se no Largo da Carioca. Ocasião em que personalidades civis e religiosas, como Dom Orani Tempesta, incentivaram os presentes à luta contra a legalização do aborto no Brasil.

Com seus estandartes e sua fanfarra, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira participou da manifestação anti-aborto portando num andor uma bela imagem de Nossa Senhora de Fátima. Os cooperadores do Instituto levaram também uma grande faixa com os dizeres: “A força dos maus está na fraqueza dos bons” — Lutar contra o aborto sem hesitação: Eis a chave da Vitória!”

Brasilpelavida.org

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convocação para manifestação no Rio


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Participe da 1ª Caminhada em Defesa da Vida, por um Brasil Sem Aborto, no Rio de Janeiro

Será realizada no próximo dia 5 de Outubro, no centro da cidade do Rio de Janeiro, a 1ª Caminhada em Defesa da Vida, por um Brasil sem Aborto, contra a “Cultura da Morte”, em defesa da vida, desde a fecundação até a morte natural.

O evento começará às 9hs em frente da Igreja da Candelária e seguirá para a praça da Cinelândia para um ato Público.

Contamos com a participação de todos, bem como de seus familiares e amigos.

Segue todos os dados necessários:

BLOGUE/SITE:

http://caminhadavidario.blogspot.com.br

Email:

caminhadavidario

PÁGINA NO FACEBOOK:

https://www.facebook.com/messages/100000090631717#!/caminhadavidario

CAPA PARA COLOCAR E DIVULGAR NO FACEBOOK (MUDE SUA CAPA E COLOQUE ESTA):

https://docs.google.com/file/d/0B-AXnFuPEof1Q2JleC02UjBpaTg/edit?usp=sharing

Cartaz para impressão em tamanho A3 (PARA QUEM QUISER IMPRIMIR):
https://docs.google.com/file/d/0B-AXnFuPEof1NjQxY1VlOVAxeTA/edit?usp=sharing

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Defensoria Pública de SP defende o aborto?


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Prezados participantes do Brasil pela Vida

Cel Paes de Lira grava mais um programa A Voz do Brasil pela Vida.

A Defensoria Pública do Estado de São Paulo, programou para o dia 26 de setembro uma audiência para, pretensamente, ouvir a opinião pública, mas a parceria com movimento feminista, declaradamente favorável ao aborto, leva a crer que as cartas estão marcadas.

ou assista o programa pelo site http://www.brasilpelavida.org

Atenciosamente

Diogo Waki

Coordenador Nacional de O Brasil pela Vida

Brasilpelavida.org

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Visite nosso site nosso canal no YouTube


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Prezados Participantes de O Brasil Pela Vida

No sentido de incrementar nossa campanha em defesa da vida desde a concepção até a morte natural, estamos convidando os nossos participantes a visitar os seguintes endereços:

1. nosso site: http://www.brasilpelavida.org

2. Nosso canal no YouTube:http://www.youtube.com/user/AvozdoBrasilpelaVida

3. Nosso twitter : https://twitter.com/BRASILPELAVIDA1

3. Nosso Facebook : http://www.facebook.com/diogo.waki.5

4. No Glória.TV ; http://www.gloria.tv/?user=84469

Visite e divulgue nossa campanha. Lembre-se que os maus são fortes porque muitas vezes os bons são omissos.

Atenciosamente

Diogo Waki

Coordenador Nacional de O Brasil pela Vida

Brasilpelavida.org

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Boletim de Campanha 04/2013


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1. Visite o site de O Brasil pela Vida em www.brasilpelavida.org temos novidades.

2. Recebemos do Prof. Hermes Rodrigues Nery um apelo especial para os paulistas e paulistanos. Esta campanha só é válida para eleitores do Estado de São Paulo, uma vez que visa alterar a constituição Estadual de São Paulo.

Portanto, paulistas e paulistanos, à luta!

Atenciosamente

Diogo Waki

Coordenador Nacional de o Brasil pela Vida

Brasilpelavida.org

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Dilma aprovou a lei do aborto para o Brasil


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Prezados participantes da Campanha Brasil pela Vida

No dia 01 de agosto de 2013, aconteceu o que não desejávamos e receávamos que pudesse acontecer: a Presidente Dilma sancionou o PLC 3/2013 e, em consequência o aborto está virtualmente implantado no Brasil.

Alguém poderia me perguntar, de que adiantou todo o esforço no abaixo-assinado promovido pelo Brasil pela Vida? Não adiantou de nada e acabou que o Papa não falou e a Dilma sancionou a lei… Não foi perda de tempo?

A esta pessoa eu diria o seguinte:

Realmente o que terá acontecido com o nosso abaixo-assinado? D. Orani Tempesta terá sabido? S. Revma terá tido ocasião de falar com o Papa Francisco sobre nosso apelo?

Como saber? Deus o sabe.

Mas uma coisa é certa, as assinaturas virtuais chegaram à caixa de e-mail de D. Orani e para dirimir qualquer dúvida, entregamos no dia 22 de julho, o primeiro lote de assinaturas impressas ao Secretário do arcebispo, Pe. Fábio Luiz de Souza e no sábado, dia 27 daquela mesma semana, protocolamos o segundo lote de assinaturas na secretaria da Mitra, perfazendo um total de 7.158 assinaturas.

Outra coisa certa é que SS. perguntado por repórteres, que o acompanhavam no vôo de volta à Roma, sobre o porquê ele não havia dito nada sobre o aborto –segundo o jornalista Fabiano Maisonnave da Folha de São Paulo – ele apenas respondeu:

A igreja já se expressou perfeitamente sobre isso. Não era necessário voltar a isso. Também não falei sobre o roubo, a mentira. Para isso a igreja tem uma doutrina clara. Queria falar de coisas positivas, que abrem caminho aos jovens. Os jovens sabem perfeitamente a posição da igreja.” (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/121397-gays-precisam-ser-integrados-a-sociedade-afirma-francisco.shtml

Talvez o Papa não soubesse da emergência em que estávamos e daí deduzirmos que talvez D. Orani não tenha tido oportunidade para falar com o Papa sobre este assunto.

Uma coisa é certa, o então projeto – hoje lei – foi aprovado e a tragédia aconteceu. Entretanto, temos a certeza do dever cumprido pois apelamos para a mais alta autoridade da Igreja e ao arcebispo D. Orani, que foi o anfitrião de SS.

Dora em diante – de acordo com o parecer da Comissão de Bioética e Defesa da Vida – Arquidiocese de Campinas – “a lei que, à primeira vista, trata do atendimento às vítimas de violência sexual, contudo obriga qualquer hospital, inclusive os confessionais, a “oferecer atendimento emergencial e integral decorrentes da violência sexual e o encaminhamento, se for o caso, aos serviços de assistência social”, que tem por objetivo, segundo a mesma lei, “a profilaxia da gravidez” e o “fornecimento de informações às vítimas sobre os direitos legais”, que em outras palavras, quer dizer o aborto.

Ora, a presente lei é uma tentativa de ampliar as brechas existentes na legislação atual em vigor a qual considera o aborto um crime, mas que em casos de estupro não é punido. É importante salientar que embora não seja punido, não deixa de ser crime e, portanto, não deve ser incentivado pelo estado.

Com a legislação aprovada, qualquer mulher que chegue a um hospital integrante da rede do SUS, poderá alegar, sem a necessidade de denunciar o agressor, ter sofrido uma violência sexual, ficando o estabelecimento obrigado a realizar o aborto mesmo diante de uma gravidez já avançada.

A nova lei afrouxa o critério para que o Estado permita que a vítima aborte sem ser criminalizada. Pois, por redefinir ‘violência sexual’ como ‘relações sexuais não consentidas’, as evidências exigidas para que a vítima prove que de fato ocorreu a violência sexual serão ínfimas. Tal critério relaxado aumentará os casos que se qualificam para a ajuda do Estado. Este aumento de encargos afetará vários seguimentos da população:

1. as próprias mulheres, que ao cometerem o aborto sofrerão física e psicologicamente,

2. os nascituros, pessoasinocentes que pagarão com suas vidas por decisões errôneas e apressadas

3. os profissionais da área da saúde que se oponham em suas consciências a cometer abortos serão penalizados por ‘desobedecerem’ uma lei federal,

4. os hospitais — especialmente os confessionais, que naturalmente se opõem ao aborto por questões de princípios – serão responsabilizados por não obedecerem a lei, além de se sobrecarregarem com mais um serviço a prover.”( http://brasilpelavida.org/bpv/materias.php?TXID=68 )

Meus prezados amigos, lembremos que vencer sem luta é triunfar sem glória e que, se é verdade que perdemos uma batalha a guerra está longe de terminar e teremos muitas outras pela frente, pelo que convidamos a todos a permanercmos atentos e preparados para novos embates.

Pedindo a Providência que tenha piedade do Brasil que cometeu este imenso pecado de Nação e que Deus nos ajude a reverter esta situação.

Atenciosamente

Diogo Waki

Coordenador Nacional de O Brasil pela Vida

Brasilpelavida.org

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Brasil Pela Vida: recomendo…


Visitei o blog da Associação Brasil Pela Vida que trata do aborto e achei que você poderia se interessar. O blog apresenta uma série de argumentos e informações em defesa da vida. Se você quiser e estiver de acordo, poderá fazer o cadastro e participar de suas campanhas.

Clique no link http://www.brasilpelavida.org/bpv/

Atenciosamente
Moisés Gomes de Lima

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Conselho Federal de Medicina a favor do crime


Por Reinaldo Azevedo, da Veja.

A cultura da morte avança. Leio na Folha o seguinte título: “Médicos defendem aborto até 12ª semana de gestação”. Indaguei cá comigo o óbvio: “Quais médicos?” Segundo informa Johanna Nublat, “o entendimento foi aprovado pela maioria dos conselheiros federais de medicina e dos presidentes dos 27 CRMs (Conselhos Regionais de Medicina) reunidos em Belém (PA) no início do mês.”  O texto não informa de quanto é essa “maioria” dos conselheiros federais nem quais são os conselhos regionais que a endossam. Ficamos sabendo que um terço dos CRMs não concordou —  entre eles, o de Minas. Se conseguir detalhes, informo aqui.  Vamos lá.

Entre os defensores da legalização do aborto até a 12ª semana está o próprio presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D´Ávila. “Defendemos o caminho da autonomia da mulher. Precisávamos dizer ao Senado a nossa posição”. Uma boa forma de esconder o fato de que o aborto implica a morte do feto é falar em “autonomia da mulher” — afinal, quem pode ser contra essa autonomia? Doutor D’Ávila é médico. Salvar vidas é a essência do compromisso ético de sua profissão. Das duas uma: ou ele não concorda com isso, ou acha que u feto não vive. Não há uma terceira hipótese.

“Precisávamos dizer isso ao Senado”, afirma ele. Ao Senado? Ele está se referindo àquele projeto aloprado de reforma do Código Penal, elaborado por uma comissão formada pelo senador José Sarney (PMDB-PA), que tramita na Casa. É aquele texto que considera mais grave abandonar um cachorro do que abandonar uma criança. É aquele texto que, ao definir uma quantidade que caracterizaria tráfico de drogas, acaba, na prática, por legaliza-lo. É aquele texto que banaliza a eutanásia (parece que doutor D’Ávila nada tem a dizer a respeito). É aquele texto que reconhece como legítimas ações terroristas praticadas por movimentos sociais. É aquele texto que quer mandar para a cadeia quem desfaz um ninho de passarinho, mas deixa sem punição quem mata fetos humanos. Donde se conclui que, para seus formuladores — e, desconfio, também para o doutor D’Ávila — existe uma hierarquia entre o ovo do pardal e o ovo de gente…

Dr. D’Ávila perfila-se, assim, com um texto eticamente asqueroso. Mas, como ele confessa, “precisávamos (eles) dizer isso ao Senado”. Ok, doutor, está dito! O senhor também acha que ovo de pardal é superior a ovo de gente. Está plenamente compreendido. Só não queira escapar imune à lógica, doutor. Não tentarei lhe prova que o feto é vida porque essa aula quem deveria me dar é Vossa Senhoria. O senhor prefere, no entanto, ignorar essa evidência em nome da, como é mesmo?, “autonomia da mulher”. Então o senhor não seja intelectualmente covarde e defenda o aborto na sua plenitude.

Se é a autonomia da mulher que conta, até que o feto não seja expulso do ventre materno ou de lá não seja retirado por uma cesariana, quem tem o comando é a mãe. Por que, então, essa história de “12 semanas”?  Seja corajoso, doutor; faça como aqueles dois acadêmicos italianos que defenderam o assassinato também de recém-nascidos. Afinal, também o feto que acaba de sair do útero é um nada, certo? Ousados, eles escreverem um artigo intitulado “After-birth abortion: why should the baby live?“ – literalmente: “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?” O texto asqueroso foi publicado no “Journal of Medical Ethics”. Escrevi um post a respeito no dia 2 de março do ano passado. O casal é potencialmente homicida, mas lhe assiste certa razão prática: os motivos evocados para justificar o aborto não são muito distintas dos evocados por eles para justificar o assassinato de recém-nascidos. Doutor D´Ávila deve saber que, assim como não existe meia gravidez, também não existe meia vida humana, não é mesmo? Se o feto não é coisa, então é vida. Dia desses tentaram me convencer que, até o limite de 12 semanas, o feto não sente dor. Uma galinha sente dor quando abatida, suponho, e não defendo a criminalização da morte de galinhas. Não é a existência da dor que define uma vida humana.

Na Folha, Claúdia Collucci escreve um artigo apoiando o CFM — há um outro crítico. Afirma ela: “A decisão do CFM (Conselho Federal de Medicina) de apoiar a proposta de descriminalizar o aborto até a 12ª semana de gestação é corajosa, mas tende a enfrentar resistência no próprio quintal -entre os médicos.” Ai, ai… “Corajosa” por quê? Corajosa contra quem? O que há de corajoso em interromper a vida? Não sei. A propósito: defender a posição contrária também entra na categoria da coragem ou aí já seria covardia?

Segundo a autora, nos países em que há descriminação do aborto, há menos ocorrências do que naqueles em que ele é proibido. Reproduzo trecho:
“A favor dos que defendem a descriminalização, estão pesquisas recentes mostrando que as mais altas taxas de aborto estão justamente em regiões com leis restritivas.
Um estudo publicado na revista médica “The Lancet” no ano passado analisou dados de 1995 a 2008 e revelou que na América Latina, onde a maioria dos países criminaliza a interrupção da gravidez, estão concentradas os maiores números.
Em 2008, uma média de 32 entre 1.000 mulheres latino-americanas (entre 15 e 44 anos) abortaram. No mesmo ano, a taxa na África foi de 29. Na Europa Ocidental, onde a lei é mais permissiva, o número é de 12 a cada 1.000.”

Esse tipo de raciocínio é fabuloso! Ainda que esses números sejam verdadeiros, apontem uma só razão, uma só implicação racional e lógica, para que se façam menos abortos em países onde a prática é descriminada. Muito provavelmente, há menos ocorrências na Europa Ocidental porque há mais educação, mais saúde, mais renda… Para que a hipótese fosse ao menos examinada, seria preciso comparar países em igual estágio de desenvolvimento e com condições sociais semelhantes, mas com legislações distintas. E, ainda assim, seria preciso ver a coisa com cuidado porque há fatores de outra natureza, como os culturais e religiosos.

É uma sandice, uma estupidez — e se costuma fazer o mesmo raciocínio falacioso em relação à descriminação das drogas — sugerir que uma legislação que facilita determinada prática concorre para a sua diminuição. Sei que o argumento enfurece muita gente, mas não há como evitá-lo: leis que descriminassem a pedofilia e o estupro poderiam ter o efeito positivo de provocar a diminuição de ocorrências, ou esse raciocínio especioso só vale para o aborto e as drogas ilegais? “Ah, são coisas diferentes”. Claro que são! Eu estou é me ocupando do princípio que sustenta a tese.

O texto volta à ladainha de que há, por ano, um milhão de abortos provocados n o Brasil. Bem, isso é chute militante. Se alguém me disser de onde sai esse número, qual é a fonte, aí começo a examinar a questão. Hospitais públicos e privados não dispõem de um formulário, ficha ou algo assim que informe: “curetagem decorrente de aborto provocado”. Essa é mais uma das mentiras que se espalham por aí, como aquela, que circulava até outro dia, que sustentava que 200 mil mulheres morriam por ano vítimas de abortos clandestinos.

Segundo uma pesquisa do Instituto do Coração, da USP, entre 1995 e 2007, a curetagem depois do procedimento de aborto foi a cirurgia mais realizada pelo SUS: 3,1 milhões de registros. Observem: 3,1 milhões de procedimentos em 13 anos. E é impossível saber o que é aborto provocado e o que é aborto espontâneo. Aquele milhão é número mágico, militante, sem base na realidade.

Os defensores do aborto têm de deixar de ser covardes e de defender o seu ponto de vista sem ficar apelando para falsas questões. Este blog aguarda, e publicará com destaque, um texto demonstrando por que a legalização ou descriminação de uma determinada prática implicaria a diminuição de sua incidência.

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Núncio Apostólico dos EUA caminha para a vida


POR JOAN FRAWLEY DESMOND | Tradução §|Olhar Católico|§

Núncio Apostólico nos EUA Carlo Maria Viganò

SÃO FRANCISCO – Pela primeira vez o núncio apostólico para os Estados Unidos se juntou à linha de católicos e líderes pró-vida na Caminhada Anual para a Vida da Costa Oeste, que este ano marcou o 40 º aniversário de Roe versus Wade, em São Francisco.

No comício anterior a caminhada de 26 de janeiro, o arcebispo Carlo Maria Viganò, nomeado representante pessoal do Papa para os EUA em outubro de 2011, leu a bênção do Papa Bento XVI para a multidão de 50 mil pró-vida que se reuniram na cidade Civic Center Plaza.

O arcebispo Viganò foi calorosamente recebido pelo recém-instalado Arcebispo Salvatore Cordileone de São Francisco, que disse que estava agradecido pelo apoio do núncio. Viganò disse ao Register que ele tem procurado oportunidades para familiarizar-se com a Igreja nos Estados Unidos.

“Uma das funções da missão do núncio apostólico e sua equipe é proporcionar e oferecer [informações] para o Papa sobre a situação da Igreja nos Estados Unidos e apresentar a ele os candidatos adequados para ser bispos,” disse Viganò.

“Esta é uma responsabilidade muito importante, e, como o país é tão grande, eu procuro estar presente em qualquer ocasião ou reunião importante.”

Ele lembrou de uma audiência privada com o Papa Bento em 7 de novembro de 2011, pouco antes do núncio vir assumir suas funções em Washington. Durante o encontro, o Papa “me disse: ‘Você vai encontrar alguns problemas nos Estados Unidos’. Ele me dissera aquilo para, de alguma forma, me deixar a par da realidade” disse o núncio ao Register.

Ele chegou nos EUA dias depois, a tempo para a reunião anual de novembro da Conferência dos Bispos dos EUA, onde o então arcebispo Timothy Dolan, de Nova York, o presidente da conferência, lançou planos para combater as ameaças emergentes à liberdade religiosa.

Durante a longa carreira do arcebispo Viganò no Vaticano como um diplomata em regiões delicadas, como o Iraque e Nigéria, o arcebispo italiano tem testemunhado uma série de situações políticas que por vezes desencadeiam conflitos Igreja-Estado.

“Cada um de nós traz para estes encontros a experiência de seus anos de vida e missão. Que foi afetada pelo meu primeiro trabalho diplomático em 1973 no Iraque… antes da primeira Guerra do Golfo… na ditadura de Saddam Hussein”, disse ele durante a entrevista de 26 jan.

Mas as lutas ideológicas que varreram a Europa durante o século 20, também formou a sua visão atual da Igreja-Estado e tensões nas democracias ocidentais.

“Uma democracia não é algo que se ganha para sempre”, disse ele. “Como o Beato João Paulo II e o Papa Bento têm dito, ‘Uma democracia que está privada de valores, muito em breve vai se tornar uma ditadura e uma situação para perseguição’”.

Em Notre Dame

Ele expressou preocupação semelhante em 04 de novembro na Universidade de Notre Dame, onde ele deu o alarme sobre as novas correntes políticas “[n]as grandes democracias do mundo.”

“As evidências que estão surgindo demonstram que a ameaça à liberdade religiosa não é apenas uma preocupação para os regimes não-democráticos e totalitários”, disse ele na Catedral de Notre Dame. “Infelizmente, isso está vindo à tona com maior regularidade no que muitos consideram as grandes democracias do mundo”.

A perseguição religiosa é muitas vezes acompanhada por uma “relutância em aceitar o papel público da religião”, disse ele em seu discurso, especialmente quando as instituições religiosas defendem “crenças que os poderosos da sociedade política não compartilham”.

A Caminhada pela Vida, que atraiu cerca de 100 contraprotestos que atacaram ativistas pró-vida como “fascistas”, insinuou a política polarizada que cada vez mais dominam a vida pública nos EUA e pode resultar, um dia, em medidas que restringem drasticamente a liberdade religiosa.

“Durante o século 20, não havia democracia na Itália – e em um determinado momento, houve um regime fascista”, observou o arcebispo Viganò, de pé perto do palco onde se dirigiu à multidão da Caminhada pela Vida.

Hoje, disse ele, “os valores humanos proclamados na [Declaração Internacional dos Direitos Humanos] após a Segunda Guerra Mundial estão sendo violados, a fim de criar novos valores”.

Joan Frawley Desmond, editor sênior do National Catholic Register,

Mãe do cantor popular americano Justin Bieber faz filme pro-vida


 

Do G1, em São Paulo

Pattie Mallette divulgou na quinta-feira (17) um vídeo em que promove o filme ‘Crescendo’, do qual é produtora executiva. O curta-metragem foi feito em apoio à causa chamada nos EUA de ‘pro-life’, de militantes contrários ao aborto. No vídeo, Pattie mostra imagens antigas dela com o filho Justin Bieber. Assista ao vídeo.

Justin Bieber e sua mãe, Pattie, em vídeo divulgado por ela no YouTube na quinta-feira (17) (Foto: Reprodução / YouTube)Justin Bieber e sua mãe, Pattie, em vídeo divulgado por ela no YouTube na quinta-feira (17) (Foto: Reprodução / YouTube)

A mãe de Bieber diz que no vídeo que o filme vai “encorajar mulheres jovens em todo o mundo, assim com ela, a saber que elas têm um lugar para ir e pessoas para ajudar e um lar seguro se elas estiverem grávidas e pensarem que não há aonde ir”. Ela divulga também uma ação promocional em que divulga centros de apoio a mulheres grávidas na América do Norte.

Justin Bieber e sua mãe, Pattie, em vídeo divulgado por ela no YouTube na quinta-feira (17) (Foto: Reprodução / YouTube)Justin Bieber e sua mãe, Pattie, em vídeo divulgado por ela no YouTube na quinta-feira (17) (Foto: Reprodução / YouTube)

O curta-metragem “Crescendo” estreia no dia 28 de fevereiro nos EUA. Assista ao trailer do filme.

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E a mulher que está dentro tem que direitos?

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Quer ser um bom defensor do aborto? Simples: se mate! – Pecado por pecado, este é mais “coerente”.

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