Por que os ultrajovens ainda vão destruir o país


Por Daniel Scott

Há alguns dias, a revista Época publicou uma edição que viralizou nas redes sociais. Centrando no tema dos ultrajovens, o grande destaque foi a capa criativa. Apesar de terem feito um bom trabalho com a ilustração, o artigo em destaque não foi à altura. Mas traz pontos interessantes, a partir dos quais é possível fazer algumas reflexões:

Enquanto países desenvolvidos estão focados em ensinar aos seus jovens inteligência artificial, machine learning, big data e outros assuntos pertinentes, por aqui ainda estamos presos em discussões que não têm relevância econômica alguma, como identidade de gênero ou saber se mulher branca usar turbante é apropriação cultural. São discussões que, embora sejam consideráveis, simplesmente não ajudam a desenvolver um país onde 70% da população é analfabeta funcional.

O resultado é que, pela ignorância gerada, nossos jovens crescem acreditando que salário é uma benevolência do empregador e não uma função da produtividade e da sua disposição de assumir riscos.

Com isso, creem que o fato de não conseguirem comprar coisas é porque as empresas não querem dar remunerações altas, quando a realidade é que nossos jovens são menos capacitados que beagles de laboratório.

Basta ver os cursos universitários mais concorridos nos EUA ou Europa e aqui no Brasil. Por lá é engenharia, business, management ou tecnologia. Já por aqui são cursos de humanas.

É claro, o adolescente que se formou no ensino médio sem saber a tabuada nem conseguir interpretar um artigo acadêmico não tem outra chance na vida a não ser fazer vestibular de Ciências Sociais ou Pedagogia na Uniskina ou qualquer outra coisa do tipo.

Não que não sejam profissões dignas, mas não geram valor econômico. Sobretudo por estarmos já saturados de profissionais desse mesmo perfil. Esses que, como num magnífico esquema de pirâmide, vão trabalhar ensinando mais jovens a entrarem nessas profissões e perpetuar o ciclo. Enfim nos tornaremos o país que não produz tecnologia, mas está repleto de sociólogos e pedagogos.

Quanto custa o outfit dos ultrajovens?

Mas não precisa nem ir tão longe para entender a idiotização dessa geração. Basta ver o vídeo que viralizou entre esses ultrajovens abastados nessa semana.

Intitulado “Quanto custa o outfit“, o vídeo entrevista jovens que falam sobre o valor das suas peças de vestuário. Entre cintos feitos com fitas daquelas de cena de crime e relógios que valem mais que um carro, adolescentes glorificam a ostentação, mesmo sem possuírem um capital cultural compatível ou sequer um trabalho que sustente esse estilo de vida. São jovens que não sabem conjugar o verbo “variar”, mas usam pulseiras de 4 mil reais para ir à balada.

Paralelamente, estamos na rabeira mundial do ranking de P&D, enquanto nossos melhores engenheiros, administradores e profissionais de tecnologia estão se mandando para fora em ritmo acelerado. Todos os dias, perdemos milhares dos nossos “cérebros”.

Veja, é uma equação simples: o tempo de um aluno é limitado. Quanto mais horas ele passa aprendendo sobre diversidade cultural, menos horas ele passa aprendendo sobre matemática, literatura, física, etc.

Como consequência, quando chegam no mercado de trabalho, os jovens descobrem que o resto do mundo não importa os dois maiores produtos brasileiros: textão no Facebook e vídeos motivacionais.

Ninguém lá fora está interessado em debater se devemos usar “x” no final de palavras com dois gêneros, muito menos em acampar no frio para apoiar criminosos condenados.

Lá no primeiro mundo, as pessoas só pensam em uma coisa: produzir. Produção gera riqueza, gera igualdade, reduz a violência e, em última instância, traz mais diversidade social do que de fato ensinar diversidade nas escolas.

Já por aqui, a nova geração estará preocupada em tirar selfies e engajar em lutas contra os canudinhos, enquanto espera que políticos populistas a sustente por toda vida. E assim seguiremos, com nossos jovens perpetuando eleições de Lulas, Bolsonaros, Dilmas e Temeres (sim, vice também é eleito) ainda por muitas décadas.

Ir à Missa é “remédio para melhorar a saúde física e mental”, assegura cientista de Harvard


(ACI).- Em uma coluna publicada no jornal americano ‘USA Today’, Tyler J. VanderWeele, professor de epidemiologia na Universidade de Harvard, e John Siniff, especialista em comunicações, qualificaram a participação regular na Missa como um “remédio para melhorar a saúde física e mental”.

O artigo do ‘USA Today’, intitulado “A religião poderia ser um medicamento milagroso”, aponta os resultados de um estudo liderado por VanderWeele e publicado em maio de 2016 na prestigiosa revista de psiquiatria JAMA Psychiatry, da Associação Americana de Medicina.

O estudo, intitulado “Associação entre assistência a serviços religiosos e menores taxas de suicídio entre mulheres norte-americanas”, concluiu que “a participação frequente nos serviços religiosos estava associada com uma taxa significativamente mais baixa de suicídio”.

VanderWeele e Siniff assinalaram que “a saúde e a religião estão muito ligadas” e, de acordo com o estudo publicado em meados deste ano, os adultos que vão à Missa pelo menos uma vez por semana, em comparação com aqueles que nunca vão, “apresentam um menor risco de morte na próxima década e meia”.

“Os resultados foram replicados em suficientes estudos e populações para ser considerados bastante confiáveis”, asseguraram.

Embora garantiram que “a ciência não se adere a uma fé ou outra, nem sugere o que a sociedade deve fazer com essa informação”, destacaram que tanto a sociedade como cada pessoa poderiam aproveitar estes resultados.

“Os meios informativos, a academia e o público em geral poderiam usar esta nova compreensão do grande valor social da religião”, indicaram. Já para cada pessoa, “esta investigação convida não tão sutilmente a reconsiderar o que a religião pode fazer por eles”.

As pessoas que participam da Missa, assinalaram, “estão menos propensas a fumar, ou mais propensos a parar de fumar, causando benefícios significativos para a saúde”.

Além disso, destacaram, “a investigação de Harvard e outras indicam que, possivelmente devido a uma mensagem de fé ou esperança, pessoas que participam da Missa são mais otimistas e têm menores taxas de depressão. A investigação de Harvard também mostrou que esta participação protege contra o suicídio”.

“Outros descobriram que as pessoas que vão à igreja asseguram ter um propósito maior na vida e desenvolvem mais autocontrole”.

Enquanto alguns norte-americanos substituíram a participação da Missa, que “é vista como ‘pitoresca e antiquada’, pela “espiritualidade”, VanderWeele e Siniff reforçaram que ir à igreja, e não a uma “espiritualidade privada ou prática solitária”, geram benefícios para a saúde.

“Algo na participação religiosa comunitária parece ser essencial”, assinalaram.

Participar da Missa, disseram, “demostrou que aumenta a probabilidade de um matrimônio estável, aumenta o sentido próprio de significado e se estende à própria rede social”, assim como “leva a maiores doações caritativas e um maior voluntariado e compromisso cívico”.

VanderWeele e Siniff destacaram que “algo na experiência e participação religiosa comunitária é importante. Algo poderoso parece suceder aí e melhora a saúde”.

“Isto tem importantes implicações para o grau em que a sociedade promove e protege as instituições religiosas”, entre outros, assinalaram.

Há compatibilidade entre a Teologia da Libertação e o Pe. Cícero?

Aos partidários da revolução…


 

Seja a Revolução Francesa, seja a Comunista e/ou Socialista. Há um velho sábio e com muitos seguidores aqui no meu Nordeste, tido por muitos como um revolucionário, que, no entanto, abomina a Revolução*. Ele apenas segue a Escritura que diz “Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!” (Mt 5,5) e ainda “Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas”. (Mt 11,29)

Então você, seguidorzinho de meia-pataca do Leonardo Boff e congêneres, que vê no Padre Cícero a imagem de um revolucionário e o usa como bucha de canhão para infectar a Igreja com suas mentiras materialistas imundas, escolha: ou a já condenada Teologia da Libertação ou Padre Cícero. Os dois não se misturam. E pare de enganar o humilde povo de Deus!

 

*Sobre Revolução, aconselho esta leitura:

A Cidade do Homem contra a Cidade de Deus – As Revoluções da Modernidade

 

 

 

Juventude católica francesa: cansada de progressismo eclesiástico e laicismo político, sedenta de uma sociedade com valores morais.


Inesperada: emerge na Franca uma nova geração de católicos cada vez mais conservadores e comprometidos coma renovação moral do país, que dá as costas ao clero progressista e aos decrépitos “valores republicanos” do laicismo, com um forte sentido de militância

Por Luis Dufaur / Alejandro Ezcurra Naón | Tradução: §|Olhar Católico|§ – Este fato não se restringe a França, mas é lá onde se manifesta com a face mais evidente de um fenômeno que é mundial (1): uma nova leva de católicos comprometidos na defesa da instituição familiar e na observância da moral na sociedade.

Pastores que se distanciam do rebanho

Por suas características, esta juventude tem causado consternação a Conferência Episcopal francesa, afirma o vaticanista Jean-Marie Guenóis na revista “Figaro Magazine”. Acontece – explica – que o episcopado francês está com “má consciência” por ter flertado durante décadas com o socialismo e o comunismo, sob o pretexto de “conquistar a classe operária”.

Mas depois de “modernizar-se” ao ponto de diluir a identidade eclesiástica tornando-a quase irreconhecível, ao fim do século XX a Conferência Episcopal percebeu que tinha perdido influência sobre uma classe trabalhadora cada vez mais conservadora e refratária à prática revolucionária.

Então o órgão episcopal mudou de estratégia, buscando uma nova imagem de “Igreja jovem”, dessacralizada e igualitária. Resultado? “hoje – diz Guénois – pode ter perdido sua própria juventude”, ou seja, o setor católico juvenil, incluindo boa parte do jovem clero.

Muitos bispos – acrescenta – até se gabaram de sua astúcia em ler os “sinais dos tempos”, têm mostrado uma inexplicável “cegueira” ao ignorar a imensa transformação ocorrida no espírito destes jovens, cada vez mais orientados aos valores familiares e tradicionais.

Podemos mencionar um fato característico, que temos acompanhado de perto: em meados de 2013 centenas de milhares de católicos, jovens em sua grande maioria, tomaram as ruas da França para protestar contra o projeto de lei socialista de “matrimônio” homossexual, o Conselho Família e Sociedade do Episcopado francês se movia em sentido exatamente oposto. E em vez de rechaçar categoricamente tais uniões antinaturais, exortava a que se valorizasse a “riqueza” contida na amizade homossexual e propunha outorgar aos pares do mesmo sexo uma “união civil melhorada”…

Que significa “melhorada” aqui? Para o católico, havendo uma situação de pecado a única forma possível de “melhorá-la” é abandoná-la, tal como mandou Nosso Senhor: “não peques mais” (Jo5, 14 e 8,11). Mas para o orão episcopal “melhorar” essas uniões pecaminosas e antinaturais parece favorece-las, dando-as um benefício legal para suas necessidades.

Saem a luz dissensões entre os bispos

Houve de certo, assinala Guénois, bispos que se pronunciaram a favor das grandes massas e mobilizações cidadãs a favor da moral familiar. Mas a maioria resistiu a participar delas, e vários seguirão inclusive cooperando com o governo socialista.

Finalmente os desacordos sobre o tema terminarão dividindo os bispos. Na sessão plenária anual da Conferência Episcopal, realizada em Lourdes em abril de 2014, os resistentes a linha progressista se manifestaram como nunca haviam feito antes.

A gota d’água foi o convite da Conferência Episcopal a uma líder feminista radical, Fabienne Brugère para dissertar em uma jornada nacional de responsáveis pela pastoral familiar diocesana.

Esta ativista revolucionária, explica Guénois, é “discípula de Judith Butler, a ‘papisa’ norte-americana da ideologia de gênero”, que chega a considerar que as diferenças entre os sexos não existem, são uma pura “ficção social”. Por isso o insólito convite “foi visto, com razão, como uma verdadeira provocação por vários bispos e delegados diocesanos”. E gerou um terremoto de reações de tal monta, que foi-se obrigado a cancelar o evento.

Cifras que retratam uma realidade profunda

Esta juventude conservadora não é um fenômeno surgido no nada, ou das grandes manifestações contra o “matrimônio” homossexual. Sua origem remonta a uma maior distância e é mais profunda.

Trata-se de uma geração formada em um ambiente de renovado apreço pela vida familiar. Ela quer a interioridade, a oração e a cultura, explica Guénois. Por isso não entende a desordem e a vulgaridade que se apoderou do clero e do culto em muitas paróquias.

Não nasceu de movimentos eclesiais e não se interessa pelas disputas da época pós-conciliar. No entanto, quer mostrar-se orgulhosa de sua catolicidade.

De acordo com duas pesquisas mencionadas por “Figaro Magazine”, 90% dos jovens participantes das gigantescas mobilizações denominadas La Manif pour Tous (“A manifestação para Todos”) são católicos praticantes entre 16 e 30 anos.

E seis por cento deles são a Missa todos os dias. Para 77%, a devoção eucarística ocupa um papel “essencial” ou “muito importante” na vida. E querem entender a Sagrada Eucaristia em um sentido genuinamente católico e não com as distorções modernistas.

Desta geração, 72% preferem o nome de “católico” em lugar de “cristão”, ao contrário do que se sucedia nos anos 70. E 58% se sentem cômodos com a educação moral da Igreja, sobretudo no que diz respeito a moral conjugal.

Espiritual e cultivada, esta nova geração que se afirma católica sem complexos perturba a uma parte dos bispos”, disse Guénois, porque ela atua livremente, segura de seus objetivos e desvinculada de um clero que abandonou a dimensão histórica da Cristandade e da cultura católica. 99% têm recebido sua formação católica no seio da família, e não em movimentos de Igreja.

Um novo sentido de militância católica

A presença desta nova corrente na França, o despertar de um catolicismo novamente militante, aquém dos clichês gastados da modernidade, e também desinteressado dos partidos políticos que, por sua vez, a buscam sem êxito.

Este desinteresse político-partidário alcança aos cidadãos de toda idade, e se revela claramente em uma sondagem de IFOP publicada em 11 de maio de 2015. Dois terços dos franceses (65%) já “não são mais sensíveis aos termos ‘república’ e ‘valores republicanos’”, que “não lhe dizem verdadeiramente nada porque (…) perderam seu valor e significado”.

Na raiz deste desinteresse está sobretudo o desinteresse ante “a falta de credibilidade da palavra ‘política’.  Os eleitores têm se visto muito desconfiados. E se espera que sejam ainda mais céticos quando os responsáveis políticos invocam grandes princípios”, disse Vicent Tournier, do Instituto de Estudos Políticos de Grenoble.

Decepcionada de um lado com os pastores convenientes com uma revolução cultural que agride a fé e a família, de outro lado com os políticos expoentes de uma democracia fraudulenta e esgotada, filha de um laicismo que só gera corrupção, esta juventude católica configura uma “geração inédita”, inesperada, que está surpreendendo a muita gente.

Ela se mostra, disse Guénois, como “um sinal precursor de um possível despertar do catolicismo na França. Cobiçada, surpreendente, inspirada, esta geração de insubmissos é um berçário de talentos que ainda não disse sua ultima palavra”. O que prevê, a médio prazo, um renascer religioso e cultural a partir do qual a França possa recuperar sua identidade histórica essencial, de “filha primogênita da Igreja”.

Já que a Argentina está em alta…

A eficácia do socialismo


 Um experimento socialista

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.

Após calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.

O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso.”

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Texto adaptado por: Rodrigo Campanini Rubio

FSSPX - Portugal

Tudo por amor a Jesus Cristo, Nosso Senhor.

O Legado d'O Andarilho

opiniões, considerações políticas e religiosas.

Roberta Acopiara's Blog

Just another WordPress.com weblog

Blog do Curso Técnico em Informática do IFCE - Campus Iguatu

Blog do Curso Técnico em Informática do IFCE - Campus Iguatu

pregarevangelho

Só mais um site WordPress.com

:.:Paródias da Professora Décia:.:

Paródias de uma professora cedrense!

Fratres in Unum.com

Ecce quam bonum et quam jucundum habitare fratres in unum.

Compartilhar é preciso.

Sinta-se livre para conhecer, aprender e compartilhar

§|Olhar Católico|§

Um Olhar Católico sobre o mundo!

Pacientes na tribulação

Apologética católica

Grupo S. Domingos de Gusmão

Fiéis Católicos de Maringá

Missa Tridentina em Brasília

Santa Missa no Rito Romano Tradicional

Vida, dom de Deus

Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

%d blogueiros gostam disto: