Por que os ultrajovens ainda vão destruir o país


Por Daniel Scott

Há alguns dias, a revista Época publicou uma edição que viralizou nas redes sociais. Centrando no tema dos ultrajovens, o grande destaque foi a capa criativa. Apesar de terem feito um bom trabalho com a ilustração, o artigo em destaque não foi à altura. Mas traz pontos interessantes, a partir dos quais é possível fazer algumas reflexões:

Enquanto países desenvolvidos estão focados em ensinar aos seus jovens inteligência artificial, machine learning, big data e outros assuntos pertinentes, por aqui ainda estamos presos em discussões que não têm relevância econômica alguma, como identidade de gênero ou saber se mulher branca usar turbante é apropriação cultural. São discussões que, embora sejam consideráveis, simplesmente não ajudam a desenvolver um país onde 70% da população é analfabeta funcional.

O resultado é que, pela ignorância gerada, nossos jovens crescem acreditando que salário é uma benevolência do empregador e não uma função da produtividade e da sua disposição de assumir riscos.

Com isso, creem que o fato de não conseguirem comprar coisas é porque as empresas não querem dar remunerações altas, quando a realidade é que nossos jovens são menos capacitados que beagles de laboratório.

Basta ver os cursos universitários mais concorridos nos EUA ou Europa e aqui no Brasil. Por lá é engenharia, business, management ou tecnologia. Já por aqui são cursos de humanas.

É claro, o adolescente que se formou no ensino médio sem saber a tabuada nem conseguir interpretar um artigo acadêmico não tem outra chance na vida a não ser fazer vestibular de Ciências Sociais ou Pedagogia na Uniskina ou qualquer outra coisa do tipo.

Não que não sejam profissões dignas, mas não geram valor econômico. Sobretudo por estarmos já saturados de profissionais desse mesmo perfil. Esses que, como num magnífico esquema de pirâmide, vão trabalhar ensinando mais jovens a entrarem nessas profissões e perpetuar o ciclo. Enfim nos tornaremos o país que não produz tecnologia, mas está repleto de sociólogos e pedagogos.

Quanto custa o outfit dos ultrajovens?

Mas não precisa nem ir tão longe para entender a idiotização dessa geração. Basta ver o vídeo que viralizou entre esses ultrajovens abastados nessa semana.

Intitulado “Quanto custa o outfit“, o vídeo entrevista jovens que falam sobre o valor das suas peças de vestuário. Entre cintos feitos com fitas daquelas de cena de crime e relógios que valem mais que um carro, adolescentes glorificam a ostentação, mesmo sem possuírem um capital cultural compatível ou sequer um trabalho que sustente esse estilo de vida. São jovens que não sabem conjugar o verbo “variar”, mas usam pulseiras de 4 mil reais para ir à balada.

Paralelamente, estamos na rabeira mundial do ranking de P&D, enquanto nossos melhores engenheiros, administradores e profissionais de tecnologia estão se mandando para fora em ritmo acelerado. Todos os dias, perdemos milhares dos nossos “cérebros”.

Veja, é uma equação simples: o tempo de um aluno é limitado. Quanto mais horas ele passa aprendendo sobre diversidade cultural, menos horas ele passa aprendendo sobre matemática, literatura, física, etc.

Como consequência, quando chegam no mercado de trabalho, os jovens descobrem que o resto do mundo não importa os dois maiores produtos brasileiros: textão no Facebook e vídeos motivacionais.

Ninguém lá fora está interessado em debater se devemos usar “x” no final de palavras com dois gêneros, muito menos em acampar no frio para apoiar criminosos condenados.

Lá no primeiro mundo, as pessoas só pensam em uma coisa: produzir. Produção gera riqueza, gera igualdade, reduz a violência e, em última instância, traz mais diversidade social do que de fato ensinar diversidade nas escolas.

Já por aqui, a nova geração estará preocupada em tirar selfies e engajar em lutas contra os canudinhos, enquanto espera que políticos populistas a sustente por toda vida. E assim seguiremos, com nossos jovens perpetuando eleições de Lulas, Bolsonaros, Dilmas e Temeres (sim, vice também é eleito) ainda por muitas décadas.

Ir à Missa é “remédio para melhorar a saúde física e mental”, assegura cientista de Harvard


(ACI).- Em uma coluna publicada no jornal americano ‘USA Today’, Tyler J. VanderWeele, professor de epidemiologia na Universidade de Harvard, e John Siniff, especialista em comunicações, qualificaram a participação regular na Missa como um “remédio para melhorar a saúde física e mental”.

O artigo do ‘USA Today’, intitulado “A religião poderia ser um medicamento milagroso”, aponta os resultados de um estudo liderado por VanderWeele e publicado em maio de 2016 na prestigiosa revista de psiquiatria JAMA Psychiatry, da Associação Americana de Medicina.

O estudo, intitulado “Associação entre assistência a serviços religiosos e menores taxas de suicídio entre mulheres norte-americanas”, concluiu que “a participação frequente nos serviços religiosos estava associada com uma taxa significativamente mais baixa de suicídio”.

VanderWeele e Siniff assinalaram que “a saúde e a religião estão muito ligadas” e, de acordo com o estudo publicado em meados deste ano, os adultos que vão à Missa pelo menos uma vez por semana, em comparação com aqueles que nunca vão, “apresentam um menor risco de morte na próxima década e meia”.

“Os resultados foram replicados em suficientes estudos e populações para ser considerados bastante confiáveis”, asseguraram.

Embora garantiram que “a ciência não se adere a uma fé ou outra, nem sugere o que a sociedade deve fazer com essa informação”, destacaram que tanto a sociedade como cada pessoa poderiam aproveitar estes resultados.

“Os meios informativos, a academia e o público em geral poderiam usar esta nova compreensão do grande valor social da religião”, indicaram. Já para cada pessoa, “esta investigação convida não tão sutilmente a reconsiderar o que a religião pode fazer por eles”.

As pessoas que participam da Missa, assinalaram, “estão menos propensas a fumar, ou mais propensos a parar de fumar, causando benefícios significativos para a saúde”.

Além disso, destacaram, “a investigação de Harvard e outras indicam que, possivelmente devido a uma mensagem de fé ou esperança, pessoas que participam da Missa são mais otimistas e têm menores taxas de depressão. A investigação de Harvard também mostrou que esta participação protege contra o suicídio”.

“Outros descobriram que as pessoas que vão à igreja asseguram ter um propósito maior na vida e desenvolvem mais autocontrole”.

Enquanto alguns norte-americanos substituíram a participação da Missa, que “é vista como ‘pitoresca e antiquada’, pela “espiritualidade”, VanderWeele e Siniff reforçaram que ir à igreja, e não a uma “espiritualidade privada ou prática solitária”, geram benefícios para a saúde.

“Algo na participação religiosa comunitária parece ser essencial”, assinalaram.

Participar da Missa, disseram, “demostrou que aumenta a probabilidade de um matrimônio estável, aumenta o sentido próprio de significado e se estende à própria rede social”, assim como “leva a maiores doações caritativas e um maior voluntariado e compromisso cívico”.

VanderWeele e Siniff destacaram que “algo na experiência e participação religiosa comunitária é importante. Algo poderoso parece suceder aí e melhora a saúde”.

“Isto tem importantes implicações para o grau em que a sociedade promove e protege as instituições religiosas”, entre outros, assinalaram.

Há compatibilidade entre a Teologia da Libertação e o Pe. Cícero?

Aos partidários da revolução…


 

Seja a Revolução Francesa, seja a Comunista e/ou Socialista. Há um velho sábio e com muitos seguidores aqui no meu Nordeste, tido por muitos como um revolucionário, que, no entanto, abomina a Revolução*. Ele apenas segue a Escritura que diz “Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!” (Mt 5,5) e ainda “Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas”. (Mt 11,29)

Então você, seguidorzinho de meia-pataca do Leonardo Boff e congêneres, que vê no Padre Cícero a imagem de um revolucionário e o usa como bucha de canhão para infectar a Igreja com suas mentiras materialistas imundas, escolha: ou a já condenada Teologia da Libertação ou Padre Cícero. Os dois não se misturam. E pare de enganar o humilde povo de Deus!

 

*Sobre Revolução, aconselho esta leitura:

A Cidade do Homem contra a Cidade de Deus – As Revoluções da Modernidade

 

 

 

Juventude católica francesa: cansada de progressismo eclesiástico e laicismo político, sedenta de uma sociedade com valores morais.


Inesperada: emerge na Franca uma nova geração de católicos cada vez mais conservadores e comprometidos coma renovação moral do país, que dá as costas ao clero progressista e aos decrépitos “valores republicanos” do laicismo, com um forte sentido de militância

Por Luis Dufaur / Alejandro Ezcurra Naón | Tradução: §|Olhar Católico|§ – Este fato não se restringe a França, mas é lá onde se manifesta com a face mais evidente de um fenômeno que é mundial (1): uma nova leva de católicos comprometidos na defesa da instituição familiar e na observância da moral na sociedade.

Pastores que se distanciam do rebanho

Por suas características, esta juventude tem causado consternação a Conferência Episcopal francesa, afirma o vaticanista Jean-Marie Guenóis na revista “Figaro Magazine”. Acontece – explica – que o episcopado francês está com “má consciência” por ter flertado durante décadas com o socialismo e o comunismo, sob o pretexto de “conquistar a classe operária”.

Mas depois de “modernizar-se” ao ponto de diluir a identidade eclesiástica tornando-a quase irreconhecível, ao fim do século XX a Conferência Episcopal percebeu que tinha perdido influência sobre uma classe trabalhadora cada vez mais conservadora e refratária à prática revolucionária.

Então o órgão episcopal mudou de estratégia, buscando uma nova imagem de “Igreja jovem”, dessacralizada e igualitária. Resultado? “hoje – diz Guénois – pode ter perdido sua própria juventude”, ou seja, o setor católico juvenil, incluindo boa parte do jovem clero.

Muitos bispos – acrescenta – até se gabaram de sua astúcia em ler os “sinais dos tempos”, têm mostrado uma inexplicável “cegueira” ao ignorar a imensa transformação ocorrida no espírito destes jovens, cada vez mais orientados aos valores familiares e tradicionais.

Podemos mencionar um fato característico, que temos acompanhado de perto: em meados de 2013 centenas de milhares de católicos, jovens em sua grande maioria, tomaram as ruas da França para protestar contra o projeto de lei socialista de “matrimônio” homossexual, o Conselho Família e Sociedade do Episcopado francês se movia em sentido exatamente oposto. E em vez de rechaçar categoricamente tais uniões antinaturais, exortava a que se valorizasse a “riqueza” contida na amizade homossexual e propunha outorgar aos pares do mesmo sexo uma “união civil melhorada”…

Que significa “melhorada” aqui? Para o católico, havendo uma situação de pecado a única forma possível de “melhorá-la” é abandoná-la, tal como mandou Nosso Senhor: “não peques mais” (Jo5, 14 e 8,11). Mas para o orão episcopal “melhorar” essas uniões pecaminosas e antinaturais parece favorece-las, dando-as um benefício legal para suas necessidades.

Saem a luz dissensões entre os bispos

Houve de certo, assinala Guénois, bispos que se pronunciaram a favor das grandes massas e mobilizações cidadãs a favor da moral familiar. Mas a maioria resistiu a participar delas, e vários seguirão inclusive cooperando com o governo socialista.

Finalmente os desacordos sobre o tema terminarão dividindo os bispos. Na sessão plenária anual da Conferência Episcopal, realizada em Lourdes em abril de 2014, os resistentes a linha progressista se manifestaram como nunca haviam feito antes.

A gota d’água foi o convite da Conferência Episcopal a uma líder feminista radical, Fabienne Brugère para dissertar em uma jornada nacional de responsáveis pela pastoral familiar diocesana.

Esta ativista revolucionária, explica Guénois, é “discípula de Judith Butler, a ‘papisa’ norte-americana da ideologia de gênero”, que chega a considerar que as diferenças entre os sexos não existem, são uma pura “ficção social”. Por isso o insólito convite “foi visto, com razão, como uma verdadeira provocação por vários bispos e delegados diocesanos”. E gerou um terremoto de reações de tal monta, que foi-se obrigado a cancelar o evento.

Cifras que retratam uma realidade profunda

Esta juventude conservadora não é um fenômeno surgido no nada, ou das grandes manifestações contra o “matrimônio” homossexual. Sua origem remonta a uma maior distância e é mais profunda.

Trata-se de uma geração formada em um ambiente de renovado apreço pela vida familiar. Ela quer a interioridade, a oração e a cultura, explica Guénois. Por isso não entende a desordem e a vulgaridade que se apoderou do clero e do culto em muitas paróquias.

Não nasceu de movimentos eclesiais e não se interessa pelas disputas da época pós-conciliar. No entanto, quer mostrar-se orgulhosa de sua catolicidade.

De acordo com duas pesquisas mencionadas por “Figaro Magazine”, 90% dos jovens participantes das gigantescas mobilizações denominadas La Manif pour Tous (“A manifestação para Todos”) são católicos praticantes entre 16 e 30 anos.

E seis por cento deles são a Missa todos os dias. Para 77%, a devoção eucarística ocupa um papel “essencial” ou “muito importante” na vida. E querem entender a Sagrada Eucaristia em um sentido genuinamente católico e não com as distorções modernistas.

Desta geração, 72% preferem o nome de “católico” em lugar de “cristão”, ao contrário do que se sucedia nos anos 70. E 58% se sentem cômodos com a educação moral da Igreja, sobretudo no que diz respeito a moral conjugal.

Espiritual e cultivada, esta nova geração que se afirma católica sem complexos perturba a uma parte dos bispos”, disse Guénois, porque ela atua livremente, segura de seus objetivos e desvinculada de um clero que abandonou a dimensão histórica da Cristandade e da cultura católica. 99% têm recebido sua formação católica no seio da família, e não em movimentos de Igreja.

Um novo sentido de militância católica

A presença desta nova corrente na França, o despertar de um catolicismo novamente militante, aquém dos clichês gastados da modernidade, e também desinteressado dos partidos políticos que, por sua vez, a buscam sem êxito.

Este desinteresse político-partidário alcança aos cidadãos de toda idade, e se revela claramente em uma sondagem de IFOP publicada em 11 de maio de 2015. Dois terços dos franceses (65%) já “não são mais sensíveis aos termos ‘república’ e ‘valores republicanos’”, que “não lhe dizem verdadeiramente nada porque (…) perderam seu valor e significado”.

Na raiz deste desinteresse está sobretudo o desinteresse ante “a falta de credibilidade da palavra ‘política’.  Os eleitores têm se visto muito desconfiados. E se espera que sejam ainda mais céticos quando os responsáveis políticos invocam grandes princípios”, disse Vicent Tournier, do Instituto de Estudos Políticos de Grenoble.

Decepcionada de um lado com os pastores convenientes com uma revolução cultural que agride a fé e a família, de outro lado com os políticos expoentes de uma democracia fraudulenta e esgotada, filha de um laicismo que só gera corrupção, esta juventude católica configura uma “geração inédita”, inesperada, que está surpreendendo a muita gente.

Ela se mostra, disse Guénois, como “um sinal precursor de um possível despertar do catolicismo na França. Cobiçada, surpreendente, inspirada, esta geração de insubmissos é um berçário de talentos que ainda não disse sua ultima palavra”. O que prevê, a médio prazo, um renascer religioso e cultural a partir do qual a França possa recuperar sua identidade histórica essencial, de “filha primogênita da Igreja”.

Já que a Argentina está em alta…

A eficácia do socialismo


 Um experimento socialista

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.

Após calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.

O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso.”

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Texto adaptado por: Rodrigo Campanini Rubio

Frei Boff renega e abjura a Teologia da Libertação


O @freirojao tem que saber disso!

É isso mesmo minha gente que acabo de informar. O frei Boff renega a malfadada Teologia da Libertação.

Mas calma, não é o frei Leonardo Boff, e sim seu irmão frei Clodovis Boff, que com o primeiro foi um dos “fundadores” da Teologia da Libertação. Abaixo publico um texto de sua pena:

(…)
Que acontece então na prática teórica da Teologia da Libertação (TdL)? Acontece uma “inversão” de primado epistemológico. Não é mais Deus, mas o pobre, o primeiro princípio operativo da teologia. Mas, uma inversão dessas é um erro de prioridade; por outras, é um erro de princípio e, por isso, de perspectiva. E isso é grave, para não dizer fatal.

Que o pobre seja um princípio da teologia ou uma perspectiva (ótica ou enfoque), é possível, legítimo e mesmo oportuno. Mas apenas como princípio segundo, como prioridade relativa. Se assim é, a teologia que arranca daí, como é a TdL, só pode ser um “discurso de segunda ordem”, que supõe em sua base uma “teologia primeira”.

Contudo, não parece que a TdL tenha essa consciência, pois se pensa, para todos os efeitos, como uma teologia inteira à parte, substituindo ou dispensando a “teologia primeira” e fundindo ou, melhor, confundindo o nível “transcendental” com o “categorial”. Em sua prática teórica, continua a pôr o “pobre” como seu princípio, centro e fim. E ainda que não o faça com plena consciência e consentimento epistemológico, o resultado, na prática, é o mesmo, e isso, como dissemos, por causa da ambiguidade com que esta questão essencial é aí tratada.

Ora, quando o pobre adquire o estatuto de primum epistemológico, o que acontece com a fé e sua doutrina no nível da teologia e também da pastoral? Acontece a instrumentalização da fé em função do pobre. Cai-se no utilitarismo ou funcionalismo em relação à Palavra de Deus e à teologia em geral.

Que a fé seja útil, isso é certo, mas essa não é sua parte maior nem a mais importante. Uma fé usada principalmente de modo instrumental, sofre fatalmente uma capitis diminutio: é submetida a uma seleção e a uma interpretação de acordo com o que interessa à “ótica do pobre”. Sem dúvida, a fé preenche plenamente também esta ótica, mas também dela transborda por todos os lados, infinitamente.

Contra as críticas de que estaria usando “olheiras ideológicas”, a TdL apela para ideias como “margens de gratuidade” e “reserva escatológica” para afirmar seu respeito à transcendência da fé. Na verdade, a parte da transcendência é, nesta teologia, a parte menor e menos relevante, a “parte de leão” cabendo, como sempre, à “leitura libertadora” da fé.

O resultado inevitável é a redução da fé e, em especial, sua politização. Fala?se aqui também, criticamente, da transformação da fé em ideologia. Isso procede toda a vez que se dá à ideologia o sentido preciso que lhe dá o Magistério: o de uma fé que decai de seu nível transcendente para a imanência da política.

De onde eu tirei isso? Lá do Reinaldo Azevedo. Clique no link e lá você lerá também uma interessante entrevista do frei Boff, o católico 🙂 , sobre a renúncia de S.S. Bento XVI, bispo emérito de Roma.

Carnaval com Cristo! Carnaval com Cristo?


Por Fábio Botto do portal: http://www.catolicismoromano.com.br

O que podemos dizer sobre o dito “Carnaval com Cristo”, onde muitos protestantes e carismáticos fazem questão de associar o nome Santo de Cristo com a festa pagã e profana que é o carnaval. É uma verdadeira blasfêmia e heresia, muitas paróquias católicas dedicarem seus ditos ministérios para danças e encenações.

O VERDADEIRO CATÓLICO, faz do carnaval, uma preparação para a Quaresma que deve ser realizada com muita oração, penitência e caridade.

O carnaval não é uma festa católica. Era uma festa pagã que os romanos realizavam em fevereiro, as februália.

Como os cristãos iam passar quarenta dias sem comer carne, o nome carnaval se entendeu como “carne vale”, isto é, os últimos dias em que se podia comer carne antes da Quaresma.

O Carnaval é uma festa profana (contrário ao respeito devido às coisas sagradas) mais antiga que se tem registro, provavelmente há mais de três mil anos. As suas raízes mais remotas encontram-se na Grécia Antiga, no culto a Dionísio, o deus da vinha, do êxtase, também conhecido como o deus do Baco, mais tarde celebrado em Roma, espalhando-se para os países de cultura neolatina. Ele (Dionísio), era representado como uma figura humana, só que de chifres, barbas, pés de bode e um olhar meio embriagado. Segundo o que verificamos na história, os primeiros seguidores do deus Dionísio foram as mulheres, isso há mais de três mil anos atrás, que viam nesses dias que lhe eram dedicados um momento para escapar da vigilância dos maridos, irmãos e pais, para poderem cair na folia, nas danças e gritos de júbilos. Os homens não demoraram a aderir as “procissões” das mulheres. A festança que se estendia por

Três dias, encerravam-se com uma bebedeira coletiva.

Nos primórdios do culto a Dionísio, as autoridades (a corte, os sacerdotes e os ricos) não gostavam nada daqueles festejos. Uma de suas razões é porque eram vítimas das sátiras.

Os festejos além de serem uma teatralização coletiva da inversão de tudo, serviam de um acerto de contas do povo com os seus governantes. O povo (pobre) vestia-se de rei, o libertino como guia religiosa, a prostituta local posava como donzela e homens reconhecidos como tal, vestiam-se de mulheres.

No século VI ªC, Pisístrato, o tirano de Atenas, oficializou homenagens a Dionísio. Construiu-lhe um templo (teatro Dionísio) na Acrópole, que está lá até hoje. Aí, começou a ter concursos de peças cômicas ou dramáticas para celebrá-lo no palco, iniciando assim em Atenas a política do amparo as artes cênicas pelo Estado. Nessa época, a subversão dos costumes, fazia com que as pessoas ficassem soltas pelos campos provocando “loucuras”. O povo caía na desordem e no deboche às autoridades, eles usavam essa festa da colheita dedicada ao deus Dionísio, como um subterfúgio para fazerem tudo aquilo que lhes eram prazeroso. Quando o carnaval foi trazido pelos portugueses para o Brasil no século XVII, o povo colonizado rapidamente aderiu como a maior festa popular brasileira, como um imperdível momento de inverter, ainda que simbolicamente, as dificuldades em que viviam pela ganância da Coroa. Todos os festejos giravam em torno do Rei Momo (deus pagão, que presidia os festejos carnavalescos em Roma).

A partir de 1935 começaram a sufocar essa festa popular, submetendo os desfiles populares a regulamentos, horários e trajetos a serem cumpridos a risca. Ë a ordem da desordem! Com isso houve uma troca da contestação divertida para a sensualidade exposta.

Núncio Apostólico dos EUA caminha para a vida


POR JOAN FRAWLEY DESMOND | Tradução §|Olhar Católico|§

Núncio Apostólico nos EUA Carlo Maria Viganò

SÃO FRANCISCO – Pela primeira vez o núncio apostólico para os Estados Unidos se juntou à linha de católicos e líderes pró-vida na Caminhada Anual para a Vida da Costa Oeste, que este ano marcou o 40 º aniversário de Roe versus Wade, em São Francisco.

No comício anterior a caminhada de 26 de janeiro, o arcebispo Carlo Maria Viganò, nomeado representante pessoal do Papa para os EUA em outubro de 2011, leu a bênção do Papa Bento XVI para a multidão de 50 mil pró-vida que se reuniram na cidade Civic Center Plaza.

O arcebispo Viganò foi calorosamente recebido pelo recém-instalado Arcebispo Salvatore Cordileone de São Francisco, que disse que estava agradecido pelo apoio do núncio. Viganò disse ao Register que ele tem procurado oportunidades para familiarizar-se com a Igreja nos Estados Unidos.

“Uma das funções da missão do núncio apostólico e sua equipe é proporcionar e oferecer [informações] para o Papa sobre a situação da Igreja nos Estados Unidos e apresentar a ele os candidatos adequados para ser bispos,” disse Viganò.

“Esta é uma responsabilidade muito importante, e, como o país é tão grande, eu procuro estar presente em qualquer ocasião ou reunião importante.”

Ele lembrou de uma audiência privada com o Papa Bento em 7 de novembro de 2011, pouco antes do núncio vir assumir suas funções em Washington. Durante o encontro, o Papa “me disse: ‘Você vai encontrar alguns problemas nos Estados Unidos’. Ele me dissera aquilo para, de alguma forma, me deixar a par da realidade” disse o núncio ao Register.

Ele chegou nos EUA dias depois, a tempo para a reunião anual de novembro da Conferência dos Bispos dos EUA, onde o então arcebispo Timothy Dolan, de Nova York, o presidente da conferência, lançou planos para combater as ameaças emergentes à liberdade religiosa.

Durante a longa carreira do arcebispo Viganò no Vaticano como um diplomata em regiões delicadas, como o Iraque e Nigéria, o arcebispo italiano tem testemunhado uma série de situações políticas que por vezes desencadeiam conflitos Igreja-Estado.

“Cada um de nós traz para estes encontros a experiência de seus anos de vida e missão. Que foi afetada pelo meu primeiro trabalho diplomático em 1973 no Iraque… antes da primeira Guerra do Golfo… na ditadura de Saddam Hussein”, disse ele durante a entrevista de 26 jan.

Mas as lutas ideológicas que varreram a Europa durante o século 20, também formou a sua visão atual da Igreja-Estado e tensões nas democracias ocidentais.

“Uma democracia não é algo que se ganha para sempre”, disse ele. “Como o Beato João Paulo II e o Papa Bento têm dito, ‘Uma democracia que está privada de valores, muito em breve vai se tornar uma ditadura e uma situação para perseguição’”.

Em Notre Dame

Ele expressou preocupação semelhante em 04 de novembro na Universidade de Notre Dame, onde ele deu o alarme sobre as novas correntes políticas “[n]as grandes democracias do mundo.”

“As evidências que estão surgindo demonstram que a ameaça à liberdade religiosa não é apenas uma preocupação para os regimes não-democráticos e totalitários”, disse ele na Catedral de Notre Dame. “Infelizmente, isso está vindo à tona com maior regularidade no que muitos consideram as grandes democracias do mundo”.

A perseguição religiosa é muitas vezes acompanhada por uma “relutância em aceitar o papel público da religião”, disse ele em seu discurso, especialmente quando as instituições religiosas defendem “crenças que os poderosos da sociedade política não compartilham”.

A Caminhada pela Vida, que atraiu cerca de 100 contraprotestos que atacaram ativistas pró-vida como “fascistas”, insinuou a política polarizada que cada vez mais dominam a vida pública nos EUA e pode resultar, um dia, em medidas que restringem drasticamente a liberdade religiosa.

“Durante o século 20, não havia democracia na Itália – e em um determinado momento, houve um regime fascista”, observou o arcebispo Viganò, de pé perto do palco onde se dirigiu à multidão da Caminhada pela Vida.

Hoje, disse ele, “os valores humanos proclamados na [Declaração Internacional dos Direitos Humanos] após a Segunda Guerra Mundial estão sendo violados, a fim de criar novos valores”.

Joan Frawley Desmond, editor sênior do National Catholic Register,

Os números de 2012


Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

4,329 films were submitted to the 2012 Cannes Film Festival. This blog had 46.000 views in 2012. If each view were a film, this blog would power 11 Film Festivals

Clique aqui para ver o relatório completo

FBI revela relatório com 68 crimes anti-católicos em 2011


Ofensas incluem três assaltos simples, três atos de intimidação, quatro roubos, 11 atos de furto, um ataque incendiário e 46 atos de danos, destruição ou vandalismo.

Por Kevin J. JONES/CNA |N. C. Register |Tradução §|Olhar Católico|§

18/12/2012 WASHINGTON – O Federal Bureau of Investigation mostrou estatísticas da criminalidade em 2011 apontando 68 crimes de ódio anti-católicos que ocorreram nos EUA ano passado.

Em 2011, destes 68 delitos anti-católicos e 21 criminosos conhecidos, houvebram 84 vítimas. Ofensas incluem três assaltos simples, três atos de intimidação, quatro roubos, 11 atos de furto-roubo, um ataque incendiário e 46 atos de danos, destruição ou vandalismo.

Os novos números, divulgados em 10 de dezembro, vêm do “Uniform Crime Reporting” do FBI, que recolhe incidentes de agências de aplicação da lei em todos os EUA.

Em 2010, haviam sido registrados 61 crimes anti-católicos, incluindo cinco assaltos simples, sete atos de intimidação, seis furtos, 10 atos de furto-roubo, um roubo de veículo e 31 atos de danos, destruição ou vandalismo.

No entanto, o FBI alerta contra os dados estatísticos comparando ano a ano por causa da “natureza pouco frequentes e subjetiva de crimes de ódio”, foi o que disse a EWTN, William Estok, um assessor de imprensa da divisão de Serviços de Informação de Justiça Criminal da FBI em 14 de dezembro.

Ele disse que a conscientização da comunidade e educação melhoraria os relatórios de crimes de ódio.

Estok disse que os crimes de ódio mais relatados são investigados nos níveis estadual e local. O governo federal é capaz de investigar e julgar “crimes de preconceito” como violações dos direitos civis e que não estão sob jurisdição do Estado.

“Todos os crimes crimes de ódio têm penas mais duras se os infratores destes crimes são considerados culpados”, disse ele.

Crimes de ódio são crimes tradicionais “motivados por preconceito do agressor”, explicou Estok. Diretrizes federais dizem que esses preconceitos devem ser relatados somente se a investigação revelar “fatos objetivos suficientes” de que o autor foi motivado, no todo ou em parte, por preconceito.

As penalidades para os crimes de ódio que não incluem tentativa de homicídio ou tentativa de sequestro podem ser de até 10 anos de prisão.

(…)

Além de crimes de ódio cometidos contra os católicos, o registro de estatísticas 2011 relatou 820 ofensas anti-semitas, 175 ofensas anti-islâmicos, 139 crimes contra outras religiões, 63 crimes contra religiões múltiplas, 49  ofensas anti-protestante e quatro ofensas contra os ateus e agnósticos .

Cerca de 4,4% de preconceito motivados crimes ocorreram em igrejas, sinagogas ou templos.

Um congresso teológico sem Missa. Ou: Teologia da Libertação: viva e atuante no Brasil


Como podem notar a Teologia da Libertação continua viva e atuante na América Latina. Seria talvez seu último extrebucho? Acho que não. A notícia é do Vatican Insider, os negritos e a tradução são meus.

 

Por ANDRÉS BELTRAMO ÁLVAREZ – Vatican Insider | Tradução: §|Olhar Católico|§

A Teologia da Libertação marxista não está morta na América Latina. Apesar de suas teses e slogans terem evoluído, escondem os mesmos objetivos de sempre: demolir o “pensamento único romano” e propondo “outra igreja possível”. Seus expoentes mais polêmicos se reunirão de 7 a 11 de outubro no Brasil, com a desculpa de recordar o Concílio Vaticano II. Embora, na realidade, será uma oportunidade para afinar a agenda do “progressismo católico”.

Na Santa Sé se acenderam os alarmes, e não é para menos. O congresso Continental de Teologia, que será acolhido pelo Instituto Humanitas Unisinos da Companhia de Jesus, na cidade brasileira de São Leopoldo, também tem como objetivo celebrar o 40 º aniversário do livro “Teologia da Libertação. Perspectivas” de Gustavo Gutiérrez . Um texto que foi corrigido em muitas passagens a mando da Congregação para a Doutrina da Fé.

Entre os palestrantes estão Jon Sobrino e Leonardo Boff, sobre os quais se mantém vigentes as sanções eclesiásticas por difundirem doutrinas contrárias ao magistério da Igreja. Mas outros teólogos também de ortodoxia duvidosa como Andrés Torres Queiruga, que – em março ultimo – foi convocado pelos bispos espanhóis a esclarecer seu pensamento que, em vários aspectos, não pode ser considerado católico.

Embora os organizadores tenham se esforçado para sustentar que o congresso não procura provocar um “duelo teológico” com o Vaticano, na prática, será. Porque iniciar-se-á no mesmo dia da abertura em Roma do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização, durante o qual Bento XVI abrirá o Ano da Fá, em uma cerimônia pelo aniversário de 50 anos do Concílio.

Nestes termos a Unisinos vai fortalecer ainda mais seu caráter dissidente. Não apenas por uma questão de datas coincidentes, mas especialmente pelos temas em que as discussões vão girar nesses dias.

A Fundação Ameríndia, organismo convocante, incluiu no programa os temas mais defendidos pelos movimentos radicais da esquerda: desde a ideologia de gênero até os direitos humanos, da justiça à migração, desde a miscigenação até à “releitura libertadora da história latinoamericana”, da economia e ecologia aos sistemas políticos emergentes.

Apesar do número discreto de sacerdotes que assistirão aos trabalhos, não está agendada qualquer celebração religiosa. Não há Missa prevista , se quer no domingo. Tampouco foi considerada uma cerimônia ecumênica. Apenas se reservou meia hora para um “momento de espiritualidade” dedicado, cada dia, a uma situação diferente: a “entronização da Bíblia”, “o ecumênismo”, o “testemunho do martírio” e “os indígenas”.

O movimento teológico que vai dar vida ao Congresso Continental é discreto em seus números e atrevido em suas doutrinas. Nenhuma das quatro reuniões preparatórias para a conferência, realizadas em 2011 na Guatemala, México, Chile e Colômbia somou mais de 300 participantes. O resultado destas é um teste das idéias a serem impostas em São Leopoldo.

Por exemplo, na Guatemala o padre brasileiro Ermanno Alegri, coordenador da agência Adital, sustentou “a necessidade de elaborar uma agenda teológica para o futuro que nos levará a abrir-nos a um Deus vivo e livre, ao contrário da visão de um Deus preso em dogmas , ritos, normas morais e patriarcalismos” [Nota do §|Olhar|§: esse “deus” já existe: foi o que se rebelou e bradou “non serviam!”]. O jesuíta Sobrino disse: “fora dos pobres não há salvação” e “a Igreja traiu Jesus Cristo”.

Em suma: o encontro do Brasil será uma mistura de algumas idéias teológicas, pensamentos ecléticos vários e propostas culturais que são como uma manta de retalhos, com um forte matiz política. Tudo acolhido por uma instituição católica, dirigida por uma congregação religiosa cujo quarto voto é o de fidelidade ao Papa (os jesuítas).

Uma situação que preocupa a Cúria Romana. Como assim o confirmou Boff através de sua conta no Twitter em 14 de setembro: “Vejam a vontade persecutória do Vaticano: pressionam para queo Congresso sobre a Teol.da Lib.a se realizar em outubro no Sul não se realize. O Vaticano pensa que com os dois documentos(ruins)que escreveram sobre aTeol da Libertação a mataram e enterraram.Mas os oprimidos continuam. Enquanto houver um oprimido gritando vale se engajar por sua libertação,inspirados pelo Cristo Libertador.Só uma Igreja cínica se faz surda.”

Interessante análise do filme Anjos e Demônios


O vídeo abaixo eu o encontrei no siteAnti Nova Ordem Mundial” e achei sóbrio o suficiente para compartilhar com meus poucos leitores. Ele faz uma breve análise das intenções “conspiratórias” do filme que, na minha opinião, fazem sentido. Só não gostei do final do filme onde aparentemente o autor insinua uma passado sujo da Igreja, o que não deixa de ser normal tratando-se de um protestante (isso, pelo que presumi, o cara é protestante).

Para deixar claro: não indico a leitura ou seguimento deste site e autor do vídeo, e convido ao caro (e raro) leitor a, caso interesse em lê-los mesmo assim, olhá-los critica e “católicamente”.

Aplauda esta campanha!

Presidente da CNBB diz que mensalão está comprovado


Presidente da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) e arcebispo de Aparecida, dom Raymundo Damasceno, 75, diz que a existência do esquema do mensalão petista está comprovada.

“O processo aí no Supremo está nos dizendo que o fato existiu. Ou então estão fazendo um julgamento fictício”, disse anteontem à Folha, ao ser questionado sobre recentes negativas do ex-presidente Lula sobre o esquema.

Sobre o resultado do julgamento até agora, o líder da Igreja Católica no Brasil disse apenas que respeita as decisões do Supremo Tribunal Federal. “Ele [STF] que tem o processo na mão, analisa, e nós confiamos na decisão final da Justiça”, declarou.

Em conversa com a reportagem no Seminário Bom Jesus, ele comparou o efeito pedagógico do mensalão com a Lei da Ficha Limpa.

“Acho que [a Lei da Ficha Limpa] tem um sentido pedagógico. Assim como quando me perguntavam sobre a questão do mensalão, dizia que tinha uma função pedagógica para o Brasil, no sentido de que isso exposto publicamente reforça a educação da sociedade para a tolerância zero com relação à corrupção”, afirmou.

Veja mais aqui: http://www.jornalfloripa.com.br/politica/index1.php?pg=verjornalfloripa&id=7533.

Elba Ramalho vai bancar menina grávida do pai


Copiei daqui: Rede Bom Dia

Católica fervorosa, Elba disse ao BOM DIA que se comoveu com o drama da adolescente e que está imensamente feliz por ela ter optado por não interromper a gravidez. Com isso, a cantora afirma que irá prestar ajuda financeira, religiosa e psicológica à jovem. “O aborto não é digno, não é ético, não é humano”, avalia a cantora.

BOM DIA – Como soube do caso desta adolescente? O que sentiu naquele momento?

Elba Ramalho – Soube pelas parceiras com pessoas de bem e que dedicam suas vidas a salvar outras vidas. Estou integrada ao Pró-Vida há quatro anos e compartilhamos, na nossa missão, todas as ações que nos aproximam de meninas que, como esta jovem, após uma violência sexual, são aconselhadas a cometer outra violência maior, que é matar seu próprio filho. Senti e sinto o desejo compulsivo de lutar por aquela VIDA, com todas as forças, pois sabemos que o aborto é um crime que, infelizmente é legalizado em mais de trinta países e, nos casos estupro e anencefalia, já oficialmente autorizado no nosso país.

Quando você soube que esta jovem desistiu do aborto?

Nosso grupo a visitou e no instante em que ela se sentiu amparada, consciente da sua responsabilidade, assim como sua família, resolveram não matar, mas deixar nascer. Assim como ela, temos dezenas de casos todos os dias, lamentavelmente. Outras meninas também assumem corajosamente seu destino e depois que dão a luz a seus filhos, nos são eternamente gratas.

Elba, você manterá contato com esta  família? Irá prestar algum tipo de ajuda ou apoio financeiro?

Farei o que for preciso para não deixá-la sozinha, em todos os sentidos! Material, emocional, espiritual. Faremos o que o governo não faz. Infelizmente! Porém, não quero entrar em detalhes sobre isso, pois é algo entre ela, a família e eu.

Você acredita que em nenhum momento a mulher tenha a autonomia para optar por interromper uma gestação?

Somos livres para as escolhas. A mulher tem toda autonomia para agir como quiser. Não coagimos ninguém. Aconselhamos, amparamos e se ela opta mesmo pelo aborto, nosso trabalho é acolher sua decisão e ampará-la. O

Adolescente começa a receber acompanhamento médico

Desde o anúncio do cancelamento do aborto, a jovem de 14 anos iniciou o tratamento médico pré-natal, segundo membros da família.

Quando os abusos sofridos pelo padrasto vieram à tona, ela passou a receber ajuda psicológica, além do apoio das irmãs, tias e tios. Ela está no quinto mês de gestação de um bebê considerado saudável.

Desde que a mulher abandonou a família, em fevereiro de 2011, o pedreiro Alexandre Vieira, 37 anos, passou a manter relações sexuais com suas três filhas adolescentes, principalmente com a jovem de 14 anos, que acabou engravidando. Ele foi preso em flagrante na noite do dia 14 de agosto. Quatro dias antes, a jovem havia registrado um boletim de ocorrência na companhia da tia, relatando a provável gravidez do pai.

Mesmo antes do flagrante, a DDM (Delegacia de defesa da Mulher) iniciou o trabalho para realizar exames na jovem e pedir a prisão preventiva de Alexandre. Dias depois do flagrante, a delegada Ana Luiza Salomone obteve o mandado para garantir que o criminoso permaneça atrás das grades, na Cadeia de Pilar do Sul, até o dia do julgamento.

Maçons de todo o mundo em Lisboa


A notícia é do site português “Sol”. O interessante é o que os portugueses acham da Maçonaria por lá. Notem nos comentários que copio logo após a notícia.

500 maçons de todo o mundo são esperados hoje na tomada de posse do líder português da maçonaria regular.

Mais de 35 grão-mestres das maçonarias regulares de vários países estão em Portugal para assistir à cerimónia de instalação do líder da Grande Loja Legal de Portugal (GLLP), José Moreno – reeleito em Junho para um novo mandato de dois anos.

A ‘tomada de posse’ do grão-mestre realiza-se amanhã, em Lisboa, e contará com a presença de mais de 500 maçons, estando entre eles várias comitivas estrangeiras. É do Brasil que vem o maior número de ‘irmãos’: «Estão cá cerca de 20 grão-mestres brasileiros», adianta fonte da GLLP, recordando que no Brasil há uma Grande Loja (obediência) por estado, tendo cada uma delas o seu líder.

Nesta reunião magna de maçons regulares estarão presentes, entre outros, os grão-mestres da maçonaria de Moçambique, do Gabão, dos EUA, de Madagáscar, da Argentina e do Paraguai. Da Europa esperam-se os líderes suíço, búlgaro, croata, russo, alemão e espanhol. Já de Inglaterra virá um representante do Duque de Kent, que lidera a maçonaria inglesa. A cerimónia de instalação contará com uma sessão exclusiva para maçons, onde será realizado o ritual de instalação do grão-mestre. José Moreno fará um juramento e os grão-mestres estrangeiros farão as suas intervenções. Depois será realizado um jantar num hotel de Lisboa, onde já poderão ser convidadas outras pessoas que não pertencem às lojas, incluindo mulheres.

Segundo o SOL apurou, do conjunto das cerimónias previstas para amanhã consta ainda a inauguração formal da nova sede da maçonaria regular em Portugal, que se situa no Palacete da Quinta de Sant’Ana, na Estrada de Telheiras, e que a GLLP comprou à EPUL por um milhão de euros.

catarina.guerreiro@sol.pt

Estes são os comentários que, pode-se dizer, representam o sentimento dos portugueses para com a Maçonaria. Curiosamente o Brasil é o “parceiro” de maior presença. Aos comentários:

paralelo40
15.09.2012 – 19:44
Sociedades secretas só se percebem para a corrupção, roubo, tráfico de influencias, independentemente de se apregoarem istou aquilo.

GALAICOLUSITANO
15.09.2012 – 19:01
TODOS OS PODEROSOS SÃO MAÇONS. A MAÇONARIA DOMINA TUDO ACORDA MEU POVO ACORDA OU MORRE Á FOME.

atalaia
15.09.2012 – 18:55
Como é que um país livre pode tolerar sociedades secretas? Se são secretas é porque têm algo a esconder.Deveria ser exigido aos comentadores políticos que têm importância na opinião pública se são maçons ou nãoJá viram por exemplo a infuência que o sr Balsemão tem nos meios de comunicação social e não só? Este sr. é Maçónico,pedreiro livre.Ele tem muito mais poder em Portugal do que qalquer governo eleito pelo nosso povo.Para não falar noutros.

GabrielOrfaoGoncalves
15.09.2012 – 18:36

Tenho uma bomba em casa que já não me faz falta (LOL)

Onde decorre a reunião?

LLLLLLLLLLLLLLLOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLL!!!

GALAICOLUSITANO
15.09.2012 – 18:33
CORRAMOS COM OS MAÇONS DE PORTUGAL. ROUBAM-NOS E TÊM CORAGEM DE CÁ VIR? MORTE A TIRO JÁ.

esteves
15.09.2012 – 18:02
Devem estar a fazer comboinho e a apitar…Na idade média tinham um objetivo, combater obscurantismo da igreja católica, agora que há liberdade são uma figuras imaturas que tem necessidade de brincar às sociedades secretas, como os meninos pequeninos na casinha ao fundo do jardim…Ridículos mas perigosos…

OrdensDoMedico
15.09.2012 – 18:00
A maçonaria é acima de tudo, uma plataforma facilitadora e propiciadora da corrupção. Não vale a pena negá-lo: a maçonaria não serve para mais nada. A sua finalidade é defender os interesses dos maçons em detrimento do resto da população.
A maçonaria dilui a separação de poderes (já por si muito fraca em Portugal), promovendo a promiscuidade entre os ricos e poderosos.O facto dos políticos não ilegalizarem a maçonaria demonstra o Estado de corrupção a que Portugal chegou.

joseduarte
15.09.2012 – 17:48
WebDot – 15.09.2012 – 16:21A privacidade desta canalha termina onde começa o seu efeito nocivo na sociedade.

Já que muitos deles MAMAM no povão, então no mínimo o povão deve acabar-lhes com os segredinhos.

Isto nem devia ser uma mera notícia: devia ser uma lista com todos os nomes envolvidos, e respectivos cargos – sobretudo se forem públicos.

ASS1719
15.09.2012 – 17:20
CORRER IMEDIATAMENTE COM ESTA SEITA SATÂNICA. A LISTAGEM DOS PORTUGUESES, JÁ É CONHECIDA. PORTUGAL ANDA A DORMIR, TODA A ESTRUMEIRA, FAZ O QUE QUER. PEGAR EM ARMAS SE NECESSÁRIO, E ESTOIRAR OS MIOLOS A ESTES CRÁPULAS.
Não preciso dizer que não endosso todos os comentários. O da bomba, apesar de irônico, é um deles.

Imagem de Nossa Senhora verte lágrimas de sangue concomitante a visita do Papa ao Líbano


Copiei e colei daqui: Terra.

 

Uma imagem de Nossa Senhora na cidade de Byblos, ao norte de Beirute, começou a chorar sangue e óleo, segundo meios de comunicação libaneses, que destacaram que o fenômeno coincide com a visita do papa Bento XVI ao país.

A estátua, que está no santuário de Nossa Senhora dos Mares em Byblos, considerada a cidade mais antiga do mundo e que deu seu nome à Bíblia, supostamente solta sangue e óleo pelo olho direito, pela boca e pelo pescoço.

A emissora de rádio A Voz do Líbano detalhou que a imagem começou a chorar ontem às 20h (14h de Brasília). O sacerdote da igreja, o padre Charbel Beirute, assinalou a essa rádio que, embora ele mesmo tenha comprovado que a estátua libera óleo e sangue, espera que as autoridades eclesiásticas mandem um comitê para averiguar se este fenômeno pode ser classificado como um milagre.

Bento XVI chegou ontem ao Líbano para uma visita de três dias, a primeira a este país em seus sete anos de Pontificado

Maçom terrorista é condenado a 21 anos na Noruega


“De acordo com o movimento nacional-socialista, os maçons são uma organização sionista. Sendo eu um maçom, eu sei que isto é não somente uma afirmação falsa, mas realmente bastante ridícula”

É, é ele mesmo. Este cara é um maçom. Evidentemente a mídia não iria publicar tamanho fato para que todos saibam.

Ele foi pintado de cristão, diga-se de passagem que nunca leu a Bíblia e nem estudou o cristianismo, e “ultradireitista”, vejam só! Mas a verdadeira identidade de Anders Behring Breivik permanece oculta à grande maioria, convenientemente é claro.

Pois bem, o rapaz iluminado acima, filho da Viúva, foi condenado a 21 anos de prisão, pena máxima em seu país, e caso seja comprovado seu perigo à sociedade após estes 21 anos pode ainda permanecer preso.

PSL Cedro

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Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

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