A Igreja está “cega pelo mistério da iniquidade”, afirma Cardeal Sarah em novo livro.


Por LifeSiteNews, 19 de março de 2019 | Tradução: FratresInUnum.comEm seu último livro,  Le soir approche et déjà le soir baisse (“Já é tarde e a noite vem chegando”, citação do episódio dos peregrinos de Emaus, no Evangelho de São Lucas), o Cardeal Robert Sarah decidiu “se manifestar” para os “católicos desorientados” atingidos pela profunda crise pela qual passa a Igreja.

Sarah

“Não consigo mais ficar em silêncio. Eu não posso mais ficar em silêncio”, escreveu o Cardeal Sarah em seu parágrafo inicial. Ele fez uma análise ampla da “noite escura” da Igreja e de que ela “está envolvida e cega pelo mistério da iniquidade”.

Diante antes da publicação do livro na França, em 20 de março, uma introdução foi publicada online, dando o aperitivo de um texto verdadeiramente arrebatador que aborda os problemas atuais de frente: abusos sexuais, mas também relativismo doutrinal, ativismo social e falta de oração, falsas acusações de homossexualidade e hipocrisia generalizadas, e as dúvidas dos fiéis que vêem os inimigos da Igreja em seu próprio meio.

O Cardeal Sarah, Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, não oferece estratégias, diz ele. Pelo contrário, ele anuncia as respostas atemporais sem as quais todos os esforços são inúteis — uma vida profundamente arraigada de oração, fidelidade ao ensinamento transmitido pela Igreja, ao invés de subestimar a doutrina católica como “muitos pastores” estão fazendo, caridade fraterna e amor a Pedro.

Mas as suas palavras não são, de forma alguma, do suplício pelo qual a Igreja está passando.

O Cardeal Sarah não hesita em falar — nas palavras de Paulo VI — da “fumaça de Satanás” que invadiu a Igreja, apontando abertamente os “traidores” que, como Judas Iscariotes, tornaram-se “agentes do Mal”. “Eles buscaram profanar as puras almas dos pequeninos. Humilharam a imagem de Cristo presente em cada criança”, ao mesmo tempo em que humilharam e traíram a tantos padres fiéis, escreveu.

“A Igreja está passando pelo mistério da flagelação” pelas mãos daqueles que “deveriam amá-la e protege-lá”, advertiu o Cardeal.

Mas a causa do escândalo dos abusos sexuais, ele acrescentou, só pode ser encontrada em traições anteriores: “A crise pela qual o clero, a Igreja e o mundo estão passando é radicalmente uma crise espiritual, uma crise de fé”.

O cardeal africano recorda que o “mistério de Judas” — palavras tomadas do Papa Francisco — reside em se distanciar do ensinamento de Jesus, e pode, portanto, ser comparado ao mistério do mal em nosso tempo.

“Jesus o chamou tal como os outros apóstolos. Jesus o amava! Ele o enviou para anunciar a Boa Nova. Mas, pouco a pouco, o coração de Judas foi sendo tomado pelas dúvidas. Sem perceber, ele começou a julgar o ensinamento de Jesus. Ele disse a si mesmo: esse Jesus é muito exigente, e não eficiente o bastante. Judas queria fazer o reino de Deus vir à terra imediatamente, por meios humanos e de acordo com seus planos pessoais”. Ele deixou de rezar com Jesus e “buscou refúgio nas coisas do mundo, provavelmente murmurando em seu coração ‘não servirei’ quando Jesus lavou seus pés na última ceia”, escreveu o Cardeal Sarah.

“Ele recebeu a comunhão quando seus planos já estavam completos. Foi a primeira comunhão sacrílega da história. E ele traiu”.

Segundo o Cardeal Sarah, as mesmas faltas, as mesmas traições, são cometidas hoje: “Nós abandonamos a oração. O mal do ativismo eficiente se infiltrou em todo lugar. Nós buscamos imitar a organização das grandes empresas. Esquecemo-nos que só a oração é o sangue que irriga o coração da Igreja… Aquele que não reza já traiu. Já está preparado para toda concessão ao mundo. Ele segue os passos de Judas”.

O cardeal tem palavras duras quanto ao abandono da doutrina católica. Eis onde ele vê a causa dos atuais escândalos de abusos sexuais:

“Nós toleramos qualquer questionamento. A doutrina católica é desafiada e, em nome de posturas pretensamente intelectuais, teólogos sentem prazer em desconstruir o dogma e em esvaziar a moral de seu conteúdo profundo. O relativismo é a máscara de Judas disfarçada de intelectual. Como podemos nos surpreender de que tantos padres rompem os seus compromissos? Nós depreciamos o significado do celibato, nós exigimos o direito a uma vida privada, o que é oposto à missão sacerdotal. Alguns vão tão longe, a ponto de reivindicar o direito ao ato homossexual. Um escândalo segue o outro, envolvendo padres e bispos”.

O Cardeal Sarah prossegue, advertindo seus irmãos padres de que todos serão prejudicados por acusações que são verdadeiras apenas para uma minoria. Mas “não se inquiete os seus corações”, acrescentou, recordando que o próprio Cristo foi atingido pelas palavras “Crucifica-O!” e pede-lhes que não se inquietem por “investigações tendenciosas” que apresenta os pastores no topo da Igreja como “clérigos irresponsáveis com uma vida interior anêmica”.

“Padres, bispos e cardeais sem moral não vão, de maneira alguma, manchar o testemunho luminoso de mais de 400 mil padres no mundo que, todos os dias, leal, alegre e santamente servem ao Senhor. Apesar da violência dos ataques que ela suporta, a Igreja não morrerá. Esta é a promessa do Senhor, e Sua palavra é infalível”.

Dirigindo-se especificamente aos católicos que são levados à duvidas, ele falou do “sutil veneno de Judas” da traição. O demônio “quer nos ver (a Igreja) como uma organização humana em crise” quando ela é “Cristo perpetuando-Se”. Satanás leva os fiéis à divisão e ao cisma “ao nos fazer crer que a Igreja traiu”. “Mas a Igreja não trai. A Igreja, cheia de pecadores, é, ela mesma, sem pecado. Sempre haverá luz suficiente nela para aqueles que buscam a Deus”.

O Cardeal Sarah advertiu os fiéis católicos contra a tentação de “resolver as coisas com nossas próprias mãos” — uma tentação que levaria à divisão através da crítica e divisão. “Não hesitemos (…) em denunciar o pecado, a começar pelos nossos próprios”.

“Eu tremo com a ideia de que a túnica inconsútil de Cristo possa uma vez mais ser despedaçada. Jesus sofreu a agonia ao ver antecipadamente as divisões dos cristãos. Não O crucifiquemos novamente”, implorou o cardeal.

Sarah não está procurando popularidade ou sucesso, ele insistiu. “Este livro é um pranto de minha alma! Um pranto de amor a Deus e a meus irmãos. Eu devo a vós, cristãos, a única verdade que salva. A Igreja está morrendo porque os pastores têm medo de falar com toda a verdade e clareza. Estamos com medo da mídia, da opinião pública, de nossos próprios irmãos. O bom pastor dá a vida por suas ovelhas”.

Aos católicos confusos a quem se dirige, o Cardeal Sarah exorta, especialmente aos padres, à oração: “Quem não reza se condena”, escreveu, citando Santo Afonso. “Não é uma questão de acumular devoções. É uma questão de guardar silêncio e adorar, de estar de joelhos, de entrar com temor e respeito na liturgia. É a obra de Deus, não um teatro”.

E ele prossegue sua meditação: “Caros amigos, querem colocar a Igreja em seu devido lugar? Caiam de joelhos! É o único caminho! Se fizer diferente, o que fizer não será de Deus (…) Se não encostarmos nossas cabeças, como São João, no Coração de Cristo, não teremos forças para segui-lO até a Cruz. Se não tivermos tempo de ouvir as batidas do Coração de nosso Deus, nós O abandonaremos, nós O trairemos como os apóstolos fizeram”.

Junto com as orações, na atual crise, é necessária a fidelidade à doutrina. O Cardeal Sarah está claramente consciente das razões da confusão dos dias de hoje. “Como podemos aceitar que conferências episcopais contradigam uma a outra? Onde reina a confusão, Deus não está!, escreveu.

“A unidade de fé supõe a unidade do magistério no espaço e no tempo. Quando um novo ensinamento nos é dado, deve ser sempre interpretado em coerência com o ensinamento que o precedeu. Se nós introduzimos rupturas e revoluções, rompemos a unidade que governa a Santa Igreja pelos séculos”, insistiu. “Aqueles que bradam em voz alta a mudança e ruptura são falsos profetas. Eles não procuram o bem do rebanho”.

Fidelidade à verdade significa aceitar a Cruz, escreveu o Cardeal Sarah, acrescentando que Cristo exige aquela fidelidade mais uma vez.

“Ele nos olha diretamente nos olhos e pergunta a cada um de nós: você me abandonará? Você renunciará o ensinamento da fé em toda sua plenitude? Terá coragem de pregar minha presença real na Eucaristia? Terá coragem de convidar os jovens à vida consagrada? Quando você terá força para dizer que sem a confissão frequente, a comunhão sacramental corre o risco de perder seu sentido? Você terá a audácia de recordar a verdade sobre a indissolubilidade do matrimônio? Terá a caridade de fazer o mesmo àqueles que ameaçam culpá-lo por isso? Você prefere o sucesso ou me seguirá? Queira Deus que respondamos com São Pedro, cheios de amor a humildade, ‘Senhor, a quem iremos? Só vós tendes palavras de vida eterna’. (João 6:68).”

Tudo isso exige “amor a Pedro”, escreveu o Cardeal Sarah. “O mistério de Pedro é um mistério de fé. Jesus escolheu confiar sua Igreja a um homem. Não nos esqueçamos, Ele permitiu a este homem trair três vezes à frente de todos, antes de lhe entregar as chaves de Sua Igreja. Nós sabemos que a barca da Igreja não foi confiada a um homem por causa de suas habilidades extraordinárias. Mas sabemos que este homem seria sempre assistido pelo Divino Pastor, a fim de guardar a regra da fé”.

Essa é a razão pela qual não devemos ter medo, acrescentou, falando do “fio de ouro das definições infalíveis dos pontífices, sucessores de Pedro” em oposição ao “fio negro dos atos humanos e imperfeitos dos Papas, sucessores de Simão”, nos quais ainda “sentimos a pequena agulha guiada pela mão invisível de Deus”.

Na mesma direção de sua introdução, Sarah deixou claro que não se espera que os católicos sejam cegos:

“Queridos amigos, os seus pastores estão cobertos de faltas e imperfeições. Mas não é desprezando esse fato que se construirá a unidade da Igreja. Não tenham medo de pedir a eles a fé católica, os sacramentos da vida divina. Lembrem-se das palavras de Santo Agostinho: ‘Quando Pedro batiza, é Jesus que batiza. Quando Judas batiza, ainda é Jesus que batiza!”.

E prosseguiu: “Se você pensa que seus padres e bispos não são santos, seja santo por eles. Faça penitência, jejum para reparar as faltas e covardia. É a única maneira de carregar o fardo do outro”.

A quarta exortação do cardeal é sobre a “caridade fraterna”, refletindo sobre a Igreja como mãe que abre seus braços a nós: “Em seu seio, nada pode nos ameaçar. Cristo abriu Seus braços de uma vez por todas na Cruz para que a Igreja pudesse abrir os seus a fim de nos reconciliar com ela, com Deus e conosco mesmo”, um chamado contra a divisão que “persegue a Jesus”.

Em resumo, o Cardeal Sarah está chamando os fiéis a reconhecer “a grandeza e a transcendência de Deus”, a quem devemos amar até a morte — a única condição que pode nos permitir ouvir as palavras ditas por São Francisco de Assis: “Vai e reconstrói a minha Igreja”. Ainda afirmou o Cardeal: “Vai, reconstrói pela sua fé, esperança e caridade. Vai e reconstrói pela sua o oração e fidelidade. Graças a você, minha Igreja novamente se tornará minha casa”.

Essas palavras foram assinadas em 22 de fevereiro, durante o encontro sobre abusos sexuais no Vaticano, no momento em que acusações horríveis começaram a se acumular contra a Igreja, especialmente contra aqueles membros mais fiéis a seu ensinamento perene.

Na calada da noite a Comissão de Direitos Humanos do Senado aprova duas sugestões legislativas nada democráticas


Então é Natal… E o que você fez… O ano termina… E nasce outra vez…

Enquanto você cantarolava estas musiquinhas de fim-de-ano a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado aprovava, na surdina, duas sugestões legislativas nada democráticas. Uma que permite a plantação de maconha e outra que torna crime o ainda mal definido termo “homofobia”.

Descriminalização do cultivo de maconha

Esta ideia teve o apoio de nada mais, nada menos, de 28.198 assinantes mas como sugestão legislativa que virou,  já consta atualmente com pelo menos 126.366 apoiadores contra apenas 13.892 discordantes.

A malfadada sugestão teve parecer negativo pelo senador Sérgio Petecão (PSD-AC) e contou inclusive com uma moção de repúdio da Câmara Municipal de Conceição dos Ouros, de Minas Gerais. Mas não teve jeito. A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), a frente de tudo quanto não presta, ingressou com voto em separado pela aprovação da sugestão. Infelizmente foi acompanhada e saiu vitoriosa, sendo o parecer do sen. Sérgio Petecão rejeitado.

Crime de Homofobia

Esta ideia foi apoiada por 49.227 pessoas e como sugestão legislativa conta com apoio de 2.681 votantes contra 1.095 discordantes.

Para o cara que teve esta ideia, já não basta haver no nosso Código Penal a punição para todo e qualquer tipo de agressão a qualquer pessoa. Não, para ele o fato da pessoal sentir prazer na fricção anal lhe faz uma pessoal especial a ponto de ter crimes cometidos contra ele uma categoria especial de punição. Esta sugestão absurda cria uma casta especial de pessoas.

É óbvio que somos contra qualquer tipo de agressão praticada contra qualquer pessoa, independente de sexo, cor, religião. Mas havendo esta agressão a pessoa deve ser punida por ter agredido uma… PESSOA!

Esta sugestão teve o parecer da senadora Regina Sousa (PT-PI) aprovado e segue seu trâmite para as outras Comissões do senado.

URGENTÍSSIMO!!!! O PLC 122 voltará à pauta nesta semana!


Nesta quarta-feira, dia 04/12, o PLC 122 será votado outra vez! Na semana retrasada, o projeto foi retirado da pauta por causa da pressão feita por todos os que defendem a vida, a família e a verdadeira liberdade. Porém, o lobby LGBT pressionou o governo nas duas últimas semanas para que o projeto fosse votado o mais rápido possível. Portanto, é necessário fazer pressão para que o projeto seja arquivado!

Se você já assinou a campanha, divulgue-a para pessoas que ainda não assinaram. Se você ainda não assinou, clique no link e assine agora:

http://www.citizengo.org/pt-pt/813-pelo-arquivamento-do-plc-122-lei-da-mordaca-gay

Qual é a malícia desse projeto?

Continue lendo em: http://www.lepanto.com.br/lepanto/urgentissimo-o-plc-122-voltara-pauta-nesta-semana/

Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão. Estamos nos tempos das pedras, onde protestantes saem em defesa da Igreja Católica como o belo exemplo do Silas Malafaia

Vídeo: marcha feminista agride católicos que defendiam a catedral de Posadas


Fonte: Blog Sou conservador sim e dai?

Na noite de ontem (7/10/2012), realizou-se em Posadas, Argentina, a marcha de encerramento do XXVII Encontro Nacional de Mulheres que, como de costume, deixou por onde passava muita sujeira, depredações, pichações e violência, especialmente contra os católicos que se reuniram em um cordão humano para defender a fachada da catedral da cidade.

Segundo Pe. Barros, a atitude das
feministas e dos “católicos extremistas”
que defendiam a catedral é similar.

Contra a vontade do pároco Pe. Alberto Barros, cerca de 100 pessoas se posicionaram nas escadarias da catedral para rezar o terço e impedir a depredação da igreja. Pe. Barros tentou em vão evitar a presença dos católicos pedindo para que se retirassem porque, segundo sua visão, a presença deles “constituía uma provocação”.

O sacerdote, fazendo papel do mau pastor que agrada o lobo e bate em suas ovelhas, disse à imprensa que aqueles heróis que defendiam a catedral eram “católicos extremistas” que “não são grupos católicos, são grupos ideologizados com um verniz católico, porque isto não é o evangelho” e que o grupo de mulheres que agrediram os fiéis “não eram representativas da multidão que participava do encontro”.

Vejam abaixo a entrevista que o Pe. Alberto Barros concedeu à TVA dias antes e suas perspectivas de “diálogo” com as feministas embora critique os extremismos que “alguns grupos minoritários” praticaram contra as catedrais das cidades anteriores que sediaram o Encontro Nacional de Mulheres. Mas também criticou os “católicos fundamentalistas” que, na opinião dele, se colocam “no mesmo nível das feministas” por tentar defender a igreja.

Agora vejam qual foi a atitude dos “católicos extremistas” que o Pe. Barros vê como similar a das feministas.

Entrevista do professor Carlos Ramalhete na CBN Curitiba


Abaixo link da entrevista do professor Carlos Ramalhete concedida à CBN Curitiba referente a seu artigo publicado na quinta-feita passada sobre adoção gay:

O Jorge Ferraz do Deus lo Vult! em um de seus post’s sobre o assunto fez interessantes comentários dos quais transcrevo abaixo e você pode ler por completo aqui:

 

Dentre as coisas muito bem ditas por ele a despeito da patente má vontade do entrevistador, eu destaco:

  • A questão não é se o matrimônio gay é feliz ou não é feliz, ou existe ou não existe: a questão é botar uma criança na ponta de lança de uma luta que não é a luta dela.
  • O Estado está avançando muito além dos seus limites – inclusive de maneira impopular, por isso que isso tá sendo feito só por tribunais, cartórios, nunca por representanes eleitos da população: porque a maior parte da população não concorda com esse tipo de coisa – ao ficar tentando desmontar a família tradicional, tentando impôr como se fosse exatamente equivalente qualquer tipo de união.
  • Olha, eu não acho que o Estado deva organizar a sociedade, eu acho que o Estado deva reconhecer como a sociedade se organiza. A sociedade se organiza naturalmente. (…) As uniões, tanto uniões de vida em comum, quanto uniões (pra voltar ao tema) religiosas, quer dizer, as pessoas que se agrupam em denominações religiosas, tudo isso existe: e é isso que gera a ordem da sociedade. Ao Estado compete manter esta ordem, ao Estado compete impedir que haja violência contra quem quer que seja: violência contra a maioria silenciosa que aceita preceitos religiosos, no Brasil em geral cristãos, ou a violência contra os homossexuais, ou a violência de qualquer tipo. O Estado está aí justamente para impedir que esta ordem se desfaça, não pra tentar construir uma ordem nova.

Oferecemos, mais uma vez, o nosso apoio e solidariedade ao professor Carlos. E se você ainda não o fez, assine (e divulgue) agora o abaixo-assinado “em favor da liberdade de expressão do prof. Carlos Ramalhete”. Vamos desmascarar o hipócrita discurso de ódio dos que só sabem se fazer de vítimas clamando por tolerância mas, ao primeiro sinal de discordância, põem as garras de fora e buscam calar na marra o seu interlocutor. Já basta deste inverno estéril no qual querem transformar o Brasil à força de truculência ideológica. Que floresçam as flores, pois já é tempo. Força, prof. Carlos! Nós estamos com você.

Lei da mordaça gay: nem foi aprovada, mas a Globo já põe em prática


Por Reinaldo Azevedo, da Veja.

O “Fantástico” levou ontem ao ar uma reportagem preconceituosa. Sim, é o “preconceito a favor”. A questão é saber se o “preconceito a favor de uma causa” provoca ou não danos a terceiros. A dúvida é meramente retórica porque a resposta é óbvia. O vídeo com a reportagem está aqui. Eu a reproduzo abaixo (em vermelho). Leiam com atenção. Volto em seguida.

Dois domingos atrás, o Fantástico foi a Santos conhecer um curso que se destina a formar drag queens. Durante a gravação, um aluno se destacou e, quando voltou ao trabalho, o aprendiz de drag teve uma surpresa. E não foi nada agradável. Foi Ailton aparecer no Fantástico na semana passada. “Sou psicólogo, administrador, professor da área de logística e quase drag.”, disse ele na reportagem. No dia seguinte, tudo mudou. “Um dos meus chefes simplesmente chegou para mim e disse que não era condizente com ele, que aquilo não era bom para empresa, não era bom para a imagem”, conta o professor.

A reportagem era sobre um curso de drag queen, e Ailton era um dos alunos. Ele andou de salto alto, dançou, cantou. Ele era professor de logística em uma escola, no centro de São Vicente, litoral de São Paulo. Ficou dois anos e meio no emprego. Na segunda-feira depois da reportagem, recebeu o aviso do chefe, antes mesmo de chegar ao trabalho. “Ele falou abertamente: ‘você está demitido’”, diz conta. A carta de demissão diz que Ailton foi despedido “sem justa causa”, mas ele acha que o motivo está claro. “Sofri um ato homofóbico”, desabafa.

Por isso, o professor registrou um boletim de ocorrência por “injúria”. Contou à polícia que o patrão disse que ele era uma “mancha para sua empresa”. Ailton ficou apenas com o segundo emprego, em uma entidade que oferece cursos profissionalizantes de graça. O professor é homossexual assumido e alega que o agora ex-chefe sabia disso. “Eu não imaginava que fosse gerar essa polêmica toda”, se emociona Ailton.

Procuramos o dono da empresa. Ele conversou com nossa equipe, mas não quis gravar entrevista. Em uma nota, o advogado da escola contesta a versão de Ailton. Afirma que a empresa está “indignada com as inverdades mencionadas e que tomará medidas judiciais para proteger sua honra”. O ex-patrão de Ailton negou qualquer tipo de preconceito, disse que já vinha pensando em demitir o ex-funcionário, porque o rendimento dele estava caindo e que Ailton também estava faltando. Ele achou melhor fazer o desligamento, depois que Ailton não apareceu na escola durante dois dias, porque estava participando do curso de drag queen.

Repórter: Você faltava?
Ailton: O único dia que eu faltei, foi exatamente no Sábado de Aleluia. Na quinta-feira, eu havia deixado uma atividade.

Para a presidente da Comissão Nacional de Diversidade Sexual da Ordem dos Advogados do Brasil, demitir por causa de duas faltas é exagero. “Não houve nenhuma advertência e simplesmente a demissão? Dois dias de falta não ensejam a demissão desta forma como foi feito. Acho que isso fica evidenciado, que foi uma demissão causada por homofobia.”, afirma Maria Berenice Dias.  Chateados, os colegas do curso de drag queen mandaram recados para o ex-patrão de Ailton.

“Agora você deveria conversar com o Ailton e trazer ele de volta. Faz isso que eu to te pedindo. Chama ele de volta que eu acho que vai ser melhor pra todo mundo.”
“Eu aproveitaria o marketing que o Ailton teve, colocaria ele montado de drag na frente da loja. Eu garanto que ia ter muito mais público. Pensa nisso. Contrata ele agora como drag!”, sugere Zé Carlos Gomes, coordenador do curso .

Segundo a representante da OAB, Ailton pode pedir indenização por danos morais. Mas ele não se decidiu. “Eu não sei te dizer até que ponto a indenização é interessante. Eu só sei de uma coisa: preconceito não pode existir.”

Voltei
Se a tal lei tivesse sido aprovada, a chance de o ex-patrão de Ailton ir para a cadeia seria enorme. Dispensa “por homofobia” rende pena de 2 a 5 anos de reclusão. Caso o empregador seja acusado de não contratar alguém pela mesma a razão, a coisa é ainda pior: pena de três a cinco anos. No caso em questão, a lei nem existe, mas a sentença já está dada: pela reportagem do Fantástico — não há como negar — e pela representante da OAB, todos convertidos em juízes.

Aílton não tem dúvida de que foi vítima de homofobia, claro!, embora, vejam que fantástico (!), ele seja homossexual assumido e seu patrão soubesse disso. Assim, devemos entender que seu patrão “homofóbico” contratou um homossexual assumido. Entenderam???

Muito bem! Aílton diz que faltou ao emprego num dia e deixou de “cumprir uma atividade em outro”… Mas, se ele é gay e aparece na televisão se comportando como uma drag queen, é claro que só isso pode ter decidido a sua demissão. Temos, então, que um gay não poderá mais ser dispensado por incompetência, negligência, sei lá o quê. Será sempre homofobia. Fosse ele hétero e tivesse aparecido na TV como aluno de um curso para machões, aí não haveria como alegar preconceito.

Reitero: a lei nem foi aprovada, e já há gente sendo demonizada na televisão. Ademais, pergunto: uma escola — estou falando de “escola”, não de uma empresa da área de entretenimento — tem o direito de não querer uma drag queem como professora caso considere que isso a prejudica na disputa pelo mercado? Uma pré-escola pode decidir não contratar a Tia Swellen Wonderful — que, na verdade, é o Tio João Evangelista de Souza —porque isso deixaria as crianças um pouco confusas? Segundo a lei que querme aprovar, não! Cadeia!

Essa é a mesma lei que poderia mandar para a cadeia um padre ou pastor que coibisse a expressão da “homoafetividade” dentro de uma igreja. Atenção! Se um líder religioso desse um pito num casal hétero que estivesse trocando um beijo de língua dentro do templo, a lei o protegeria. Afinal, nos seus domínios, cabe-lhe impor o padrão moral de sua crença. Caso fizesse o mesmo com parceiros gays, poderia ficar cinco anos trancafiado. E olhem que nem seria preciso dizer palavras duras: caso os parceiros gays se sentissem psicologicamente constrangidos — uma coisa, assim, subjetiva… —, já haveria motivos para a acusação de homofobia. O texto trata até do “constrangimento filosófico”, seja lá o que isso signifique.

O que quer essa gente? Que os empregadores comecem a ficar com receio de contratar gays, já que podem estar se expondo a uma futura acusação de homofobia?

Seja homem! #RetrateSeDepJeanWyllys


É hoje! Um grande Twittaço dos católicos que exige do Deputado gay, que é fã de Che Guevara (o assassino de homossexuais, que paradoxo não?), que se retrate das m(…) que pronunciou contra S.S. o Papa Bento XVI.

Em uma verborréia incontrolável a metralhadora do “acadêmico” e deputado eleito indiretamente por votos aproveitados de outro candidato não poupou o Papa Bento XVI de ofensas, injúrias e mentiras. Ai ai ai homem, que coisa feia. Seja macho, seja homem, e #RetrateSeDepJeanWyllys . Faça jus ao que você tem entre as pernas cabra macho! Tome vergonha na sua cara!

Então é isso pessoal, a partir das 18h de hoje, 17h para nós nordestinos, metam o aço pra cima! #RetrateSeDepJeanWyllys

PS: lembrem-se, o twitter não contabiliza somente a tag #RetrateSeDepJeanWyllys, tem que vir algo escrito junto, como por exemplo: “#RetrateSeDepJeanWyllys – intolerante cristofóbico perseguidor de religiões!”

Votação do PLC 122/2006 ficará para 2012


De acordo com o radialista da Rádio Senado, Sérgio Vieira, o PLC 122/2006 teve sua votação adiada a pedido da própria relatora, a senadora abortista gyzista Marta Suplicy, do PT – o partido do aborto. A mesma afirmou que buscará um texto de consenso entre os senadores e se disse preocupada com os casos de violência contra homossexuais.

Nós também senadora, e pra isso é que se deve aplicar o rigor da lei tal qual ela já existe, seja para crimes contra homossexuais, cristãos, idosos, crianças, etc. Não há a necessidade da criação de uma casta super-favorecida e intocável pelo simples fato de ter escolhido atritar a parte final do seu aparelho digestivo com qualquer outra coisa. É questão de [mal] gosto deles, mas isso não lhes dá nem um direito a mais que qual quer outro cidadão, além é claro de um tratamento contra hemorróidas, talvez.

Agora a população brasileira pode ir se preparando para o bombardeio midiático sodomita que receberá fruto de um acordo Governo-ONU-PT-Globo para tentar ludibriar modificar a opinião pública e menos informados de nosso país, como denuncia Júlio Severo.

Já o senador Magno Malta do PR-ES afirma que aceita buscar um texto de consenso, mas avisa que o PLC 122/2006 jamais será aprovado.

No Senado: novo ataque do Dragão contra a Mulher


NOVO ATAQUE DO DRAGÃO CONTRA A MULHER
(aborto e homossexualismo no dia da Imaculada Conceição)

No dia 8 de dezembro, solenidade da Imaculada Conceição da Bem-aventurada Sempre Virgem Maria, a Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado Federal deverá votar dois projetos anticristãos.

· O primeiro é o PLC 122/2006 (item 3 da pauta), que reconhece direitos ao vício contra a natureza, incrimina quem criticar o homossexualismo e instaura a perseguição religiosa no país. A relatora é a senadora Marta Suplicy (PT-SP), com parecer favorável. Para enganar os cristãos, ela inseriu um artigo 3º, totalmente inócuo, uma espécie de "concessão" à pregação religiosa sobre a castidade.

A CNBB emitiu nota desmentindo o suposto "acordo" que ela teria feito com a senadora pela aprovação da infame proposta (http://www.cnbb.org.br/site/imprensa/noticias/8262-nota-de-esclarecimento-sobre-projeto-de-criminalizacao-da-homofobia).

· O segundo é o PLS 050/2011 (item 5 da pauta), de autoria do deputado Morazildo Cavalcanti (PTB/RR), que pretende não punir o aborto de crianças anencéfalas (o mesmo tema da ADPF 54, que está para ser votada no Supremo Tribunal Federal). O relator Sen. Marinor Brito (PSOL/PA) emitiu parecer favorável.

Ligue para o Alô Senado [0800 61 22 11] e deixe a seguinte mensagem (ou outra análoga).

Solicito à Vossa Excelência que vote CONTRA o PLC 122/2006, que glorifica o homossexualismo e CONTRA o PLS 050/2011, que deixa de punir o aborto de crianças anencéfalas. A família e a vida têm proteção constitucional.

Se o telefonista perguntar para quais senadores você quer enviar a mensagem, diga: aos membros da Comissão de Direitos Humanos.

Mande também mensagens para os senadores usando o sítio do Senado em http://www.senado.gov.br/senado/alosenado/fale_senado.asp
Selecione "Solicitação", "Comissão e Liderança" e "Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa – CDH".

Mãe Imaculada, protegei nosso país contra o aborto e o homossexualismo.

Nota de esclarecimento sobre projeto de criminalização da homofobia .


Como sempre apática e sem identidade católica a CNBB explica o inexplicável…
Segue nota:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Brasília, 07 de dezembro de 2011

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por fidelidade a Cristo e à Igreja, no firme propósito de ser instrumento da verdade, vem esclarecer que, atendendo à solicitação da senadora Marta Suplicy, a recebeu em audiência, no dia 1º de dezembro de 2011, e ouviu sua apresentação sobre o texto substitutivo para o PL 122/2006.

A presidência da CNBB não fez acordo com a senadora, conforme noticiou parte da imprensa. Na ocasião, fez observações, deu sugestões e se comprometeu com a senadora a continuar acompanhando o desenrolar da discussão sobre o projeto. Reiterou, ainda, a posição da Igreja de combater todo tipo de discriminação e manifestou, por fim, sua fraterna e permanente disposição para o diálogo e colaboração em tudo o que diz respeito ao bem da pessoa humana.

Cardeal Raymundo Damasceno Assis

Arcebispo de Aparecida

Presidente da CNBB

Reaja agora contra a “lei da homofobia”, o PLC 122, que pode ser votado amanhã

Padre Paulo Ricardo sobre a Mordaça Gay

Agora foi o Senador Eduardo Amorim


Agora o Senador Eduardo Amorim apagou a mensagem sem nem se quer ter lido…

Continuamos de olho…

De: Sen. Eduardo Amorim [mailto:EAMORIM@senado.gov.br]

Enviada em: quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 09:40

Para: Moisés Gomes Lima

Assunto: Não lida: Contra o PLC 122/2006

Sua mensagem foi excluída sem ser lida em quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Agora foi o Senador Wellington Dias

Mais senadores apagam minhas mensagens


Agora foram os Senadores Garibaldi Alves e Paulo Paim.

Eles não querem saber da opinião do povo brasileiro.

MANIFESTE-SE!

Ligue!

Escreva!

Faça sinal de fumaça!

Bata numa lata!

Mas faça alguma coisa. Não podemos engolir incólume este projeto vulgar e sem-vergonha que é o PLC122

Senadores Gim Argello e Eduardo Amorim não leram mensagem enviada sobre PLC122


Eles estão obstinados e se quer querem ouvir nossos argumentos.

Guardem estes nomes para as próximas eleições: Senador Gim Argello e Eduardo Amorim apagaram a mensagem que enviei manifestando minha opinião contra o PLC122/2006. Senadores que não ouvem o povo brasileiro. É deste naipe que estamos “munidos” para defensores dos interesses públicos.

Não deixem de enviar suas mensagens, por mais que eles não leiam, há os que nos ouvem. Façamos pressão. Leiam como no post abaixo.

Atenciosamente,

Moisés Gomes.

URGENTE: Senado prestes a aprovar a Lei da Mordaça Gay no dia da Imaculada Conceição! Proteste!


Atenção! Está na pauta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa para o próximo dia 08 de dezembro (depois de amanhã) a apreciação do Projeto de Lei da Câmara nº 122, de 2006 – a famigerada Lei da Mordaça Gay. O texto segue para os senadores com relatório “[p]ela aprovação da matéria, na forma da Emenda (Substitutivo) que apresenta”. Ou seja, é possível que este projeto que enaltece e glorifica a imoralidade seja aprovado depois de amanhã, no dia em que a Igreja celebra a Imaculada Conceição da Virgem Mãe de Deus!

Pretender glorificar a impureza por meio de uma canetada e conceder um super-status legal ao vício contra a natureza no mesmo dia em que a Igreja celebra a concepção da mais pura criatura de Deus é um acinte, um verdadeiro desaforo, uma desfaçatez sem medidas.

O parecer da Marta Suplicy é pela aprovação do substitutivo. O artigo 3º – «O disposto nesta Lei não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente da fé e da moral fundada na liberdade de consciência, de crença e de religião de que trata o inciso VI do art. 5º daConstituição Federal.»é para inglês ver, uma vez que continuamos impedidos de rejeitar travestis para serem babás de nossos filhos (art. 4º), de proibir em nossos estabelecimentos comerciais que dois marmanjos resolvam se agarrar e constranger os presentes (art. 5º) e mesmo de simplesmente pregar contra o homossexualismo sim, uma vez que o art. 7º nos proíbe de “[i]nduzir alguém à prática de violência de qualquer natureza, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero” sob pena de reclusão [pena, aliás, aumentada em um terço graças à
maliciosa alteração do art. 286 do Código Penal constante no art. 8º] – e qualquer homossexual pode alegar que é uma “violência” sentir-se “excluído” ou ter o seu estilo de vida classificado como “imoral” ou “pecaminoso”. Portanto, o projeto continua merecendo perfeitamente a sua alcunha de “Lei da Mordaça Gay” e continua sendo um perigo para o Brasil e uma afronta ao Direito, uma vez que transforma um comportamento imoral e socialmente danoso em fonte de direitos e privilégios.

Muita gente já começou a se mobilizar contra isto: o Shalom, a Canção Nova, o Julio Severo (denunciando inclusive uma peça de propaganda a ser veiculada em breve pela Rede Globo, a favor da criminalização da homofobia), o Voto Católico, o Sou Conservador e Daí? e até mesmo o recém-saído do forno Milícia de Cristo, do já conhecido Gustavo Souza. É urgente se manifestar contra esta infâmia.

1. Enviem emails pessoais para os senadores que fazem parte da Comissão de Direitos Humanos, pedindo que se posicionem contra o PLC 122/2006; escrevam com suas próprias palavras mesmo, em um texto curto, dizendo apenas “oi, eu sou fulano de tal, de tal lugar, e gostaria de pedir aos membros da comissão que se posicionem contra o PLC 122/2006, por tal e tal motivo [ou mesmo sem especificar motivo algum], obrigado”. Simples assim. Os emails dos senadores são os seguintes (basta copiar e colar):

ana.rita; martasuplicy; paulopaim; wellington.dias; cristovam; crivella; simon; eduardo.amorim; garibaldi; sergiopetecao; paulodavim; clovis.fecury; mozarildo; gim.argello; magnomalta; marinorbrito

2. Entrem no site do IPCO para assinar a carta contra a “Lei da Homofobia”: preencham nome, email e RG e cliquem em enviar.

3. Entrem em contato telefônico direto com a CDH ou com o Alô Senado, pedindo para que os senadores rejeitem o PLC 122/2006:

Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa – CDH

Secretário(a): Altair Gonçalves Soares

Tel Secretário(a): 3303-4251/3303-2005

Fax Secretário(a): 3303-4646

Alô Senado: 0800 612211

4. Manifestem-se no “Fale com o Senado” do site do Senado Federal, pedindo a rejeição do PLC 122/2006.

Façam, agora, uma destas coisas ou (melhor ainda) todas elas. Peçam para que as pessoas próximas – familiares, vizinhos e amigos – também o façam. Não se omitam, não deixem para depois porque depois pode ser tarde demais. O Brasil está ameaçado, e é dever de cada um levantar-se em defesa da Pátria. Que os Céus nos ajudem.

Os “von Galen” brasileiros


Os “von Galen” brasileiros
(“Eu vos digo, se eles se calarem, as pedras gritarão” — Lc 19,40)

A história está repleta de omissos, no meio dos quais, de vez em quando, surge uma voz inquietante. No século XVI, na Inglaterra, um rei resolve separar-se do Papa e criar sua própria Igreja em seu país. A omissão é generalizada. Excetuam-se algumas vozes, como a de São João Fischer e São Tomas Morus, que derramam seu sangue pela verdade.

O atual Papa Bento XVI, na época Cardeal Ratzinger, em 1985 recordava que na Alemanha existia uma conferência episcopal já nos anos 30: “Pois bem, os textos realmente vigorosos contra o nazismo foram os que vieram individualmente de prelados corajosos. Os da Conferência, no entanto, pareciam um tanto abrandados, fracos demais com relação ao que a tragédia exigia”[1].

Um dos prelados corajosos daquela época foi o Cardeal Clemens August von Galen (1878-1946), bispo de Münster, apelidado por sua bravura “o leão de Münster”[2]. Recebeu a consagração episcopal em 1933, o mesmo ano em que Hitler subia ao poder. Escolheu como tema “Nec laudibus nec timore”, o que significa que “nem por louvores nem por temor” ele estava disposto a se desviar dos caminhos de Deus. Em sua primeira carta pastoral, na Quaresma de 1934, desmascarou a ideologia nacional socialista (“nazista”). Em um sermão na Catedral de Xanten, em 1936, acusou abertamente o regime nazista de discriminar os cristãos, encarcerá-los e até matá-los. Von Galen foi um dos bispos que Pio XI convidou a Roma em janeiro de 1937 para conversar sobre a situação na Alemanha e preparar a encíclica “Mit Brennender Sorge” (“Com grande preocupação”) em que o Papa acusou o nazismo perante a opinião mundial. O ponto culminante da resistência aberta de Clemens von Galen ao nazismo foram três famosos sermões, que pronunciou no verão de 1941, em que condenou os abusos do Estado e reclamou o direito à vida, à inviolabilidade e à liberdade dos cidadãos. Fustigou severamente o assassinato de deficientes físicos e mentais por considerá-los “improdutivos”.

Os sermões provocaram sensação internacional[3]: Cópias foram enviadas para os soldados alemães nas linhas de frente; a BBC [emissora de rádio
inglesa] leu trechos no ar. O líder nazista local exigiu que von Galen fosse executado. A irmã do bispo, uma freira, foi detida e trancada no porão do convento, do qual ela escapou subindo e saindo pela janela.

O próprio von Galen esperava ser martirizado. Mas algo extraordinário ocorreu: Os nazistas recuaram. Os sermões do bispo estimularam o público: enfermeiras e assistentes hospitalares começaram a obstruir o programa. Então, Hitler decretou uma ordem suspendendo que adultos deficientes fossem mortos nas câmaras de gás.

Embora os nazistas tivessem continuado a matar os deficientes, principalmente as crianças, eles mataram menos e faziam todo o possível para esconder o que faziam. Conforme Evans escreveu, não fosse pelas ações de von Galen, os nazistas teriam prosseguido sem impedimentos em sua meta de livrar a sociedade alemã “daqueles que continuavam a ser um peso sobre ela”.

O Bispo, que esperava ser martirizado, “sofreu muito porque em seu lugar levaram a campos de concentração 24 membros do clero secular e 18 do clero regular, dos quais 10 perderam a vida”[4].

O Papa Pio XII criou-o cardeal em 18 de fevereiro de 1946, como reconhecimento por sua atitude intrépida frente ao nazismo. Retornando a Münster, pronunciou seu último discurso nas ruínas da Catedral em 16 de março diante do entusiasmo de uma grande multidão. No dia seguinte, caiu gravemente doente. Morreu em 22 de março do mesmo ano. Foi beatificado pelo Papa Bento XVI em 9 de outubro de 2005.

Nesse mesmo ano, a Human Life International criou o “prêmio Beato von Galen” para homenagear aqueles que se destacam na coragem em defender a vida humana.

Dois bispos brasileiros já foram agraciados com esse prêmio. O primeiro foi Dom José Cardoso Sobrinho, na época arcebispo de Olinda e Recife, que em 2009 lutou com todas as suas forças para defender a vida de três crianças: uma menina de nove anos, vítima de violência sexual, e dois bebês em seu ventre. Apesar de todo o empenho do arcebispo, os gêmeos, cada um com cerca de vinte semanas de vida, foram cruelmente assassinados por médicos do CISAM (Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros) em 04/03/2009 contra a vontade do pai da menina. O crime de Recife foi amplamente elogiado pela imprensa e o Ministério Público omitiu o seu dever de oferecer denúncia. Dom José Cardoso foi criticado não só pelos abortistas, mas por alguns de seus próprios irmãos no episcopado, de tal modo que foi necessário um “esclarecimento” oficial por parte da Congregação para a Doutrina da Fé em 11/07/2009, reafirmando a doutrina da Igreja e defendendo o corajoso arcebispo.

O segundo brasileiro a receber esse prêmio foi Dom Luiz Gonzaga Bergonzini, Bispo de Guarulhos (SP), que durante as eleições presidenciais de 2010, teve a coragem de instruir seus diocesanos a negarem seu voto à candidata Dilma Rousseff (PT), por sua postura favorável à liberação do aborto[5]. O prêmio foi entregue em 14 de novembro de 2011, durante o II Encontro Internacional pela Verdade e pela Vida, promovido pela Human Life International em São Paulo[6].

A postura de Dom Bergonzini foi admirável. Em 26 de agosto de 2010 a Presidência e a Comissão Representativa dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, aprovaram um documento intitulado “Apelo a todos os brasileiros e brasileiras[7], recomendando a sua “ampla difusão”.

O texto do “Apelo” dizia: “Recomendamos encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras […] que, nas próximas eleições, dêem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalização do aborto”. Além disso, o texto trazia também vários fatos demonstrando que o Partido dos Trabalhadores é favorável à descriminalização do aborto.

A pedido de Dom Bergonzini, dois milhões de exemplares do temível documento foram impressos em uma gráfica de São Paulo. Incomodada pela divulgação daqueles fatos – contra os quais não havia argumentos – a candidata Dilma requereu ao Tribunal Superior Eleitoral que apreendesse o material impresso. Lamentavelmente o Ministro Henrique Dias (TSE) concedeu uma liminar arbitrária determinando a apreensão de todo aquele material informativo. A ilegalidade da liminar foi reconhecida pelo Ministério Público Eleitoral em 30/10/2010[8]. Somente em 01/03/2011, por decisão do Ministro Arnaldo Versiani, os folhetos foram devolvidos à Mitra Diocesana de Guarulhos.

Dom Luiz Gonzaga permanece firme em sua missão de anunciar a verdade e denunciar o erro. Em 22 de outubro de 2010 ele havia escrito que “o PT é o partido da mentira e da morte[9], referindo-se ao recurso do partido à inverdade para obter seus propósitos abortistas. Agora, em 22 de outubro de 2011, afirma com todas as letras que “PT e Dilma são o pai e a mãe das mentiras e da corrupção[10]. E diz destemidamente:

As pessoas estão com medo de dar os nomes dos responsáveis. Não tenham medo de dizer: Fora PT, Fora Dilma, Fora (Fulano de Tal), seja governador, prefeito, deputado, vereador, enfim, fora todos os que consomem até 69 bilhões de reais em atos de corrupção, sugados dos impostos pagos com muito sacrifício pelos brasileiros. Fora os que querem afastar o povo dos princípios morais cristãos e mantê-lo sem educação, sem segurança e, principalmente, sem atendimento de saúde suficiente para garantir uma vida digna para cada brasileiro – a vida é uma dádiva divina –, desde o momento da fecundação até a morte natural na velhice. […] Não tenham medo! Vamos, juntos, restaurar os princípios morais cristãos e Mudar o Brasil”.

Na Alemanha a era nazista passou, deixando atrás de si milhões de vítimas, graças a resistência de heróis como o Bem-aventurado Clemens von Galen.

No Brasil, a era petista também há de passar, deixando atrás de si uma multidão de bebês abortados, de crianças e adolescentes corrompidos e de famílias desestruturadas. Mas o fim do atual pesadelo dependerá da atitude de heróis como Dom Luiz Gonzaga Bergonzini.

Anápolis, 4 de dezembro de 2011.

Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz.

Presidente do Pró-Vida de Anápolis

www.providaanapolis.org.br

Perito deplora que na luta contra a AIDS não se combata a promiscuidade


ROMA, 07 Jun. 11 (ACI/EWTN Noticias) .- O sacerdote Juan José Pérez-Soba, professor de teologia moral na Faculdade de Teologia São Damaso de Madrid e do Pontifício Instituto João Paulo II para estudos sobre Matrimônio e Família, lamentou que as campanhas contra a AIDS não combatam a promiscuidade e se concentrem em promover o consumo de preservativos porque não atacam a raiz do problema.

Em uma entrevista concedida à agência em espanhol do grupo ACI, a ACI Prensa, na ocasião dos 30 anos do descobrimento da doença, Pérez-Soba indicou que "é absurdo rechaçar desde o início o fato de que dentro de uma enfermidade de transmissão sexual a maior causa de sua extensão e contágio é a promiscuidade e não se tomem medidas eficazes para reduzi-la".

"É ainda mais grave na medida em que se oculta informação e se transmite a idéia de que o preservativo é absolutamente eficaz para evitar o contágio o qual é falso", já que se assim fosse "qualquer empresa farmacêutica se veria obrigada a retirar um fármaco que tivesse a efetividade do preservativo em relação ao contágio da AIDS", considerou.

O sacerdote usou o exemplo da diferença na luta farmacológica entre a AIDS e o tabagismo, "seria um engano profundo querer enfrentar o problema de saúde que o tabagismo supõe repartindo piteiras com filtro aos fumantes obstinados porque se considera impossível que eles deixem de fumar e se abandone o objetivo".

O perito indicou que a Igreja Católica não contempla o preservativo como a verdadeira solução contra a AIDS já que esta "é uma enfermidade de transmissão sexual", e "por isso, a autêntica visão ante a pandemia é a da redução das condutas de risco de expansão e não a diminuição do risco dentro destas condutas".

Além disso, "se oferece uma falsa idéia de segurança que aumenta as condutas de risco, o qual é de fato prejudicial para o tratamento do fenômeno da AIDS como uma questão de saúde pública", acrescentou.

A enfermidade da AIDS, disse Pérez-Soba à ACI Prensa, "se vive na atualidade dentro de uma revolução sexual que insiste na idéia de que é impossível não ter relações sexuais, que estas são eticamente neutras e que simplesmente deve-se oferecer informação para que haja um ‘sexo seguro’", "é evidente que querem dar uma solução técnica a um problema moral que é o do significado verdadeiro da sexualidade humana", sublinhou.

Em um mundo onde a sexualidade se reduz "a um mero material manipulável, uma sociedade de mercado que favorece por múltiplos meios um ‘consumo de sexo’ e uns recursos técnicos que prometem uma eficácia máxima em relação às conseqüências dos atos sexuais", é fácil deplorar a postura da Igreja que "insiste na responsabilidade das pessoas e no significado moral dos atos humanos, pode apresentar-se com facilidade como retrógrada, fora do mundo, e incapaz de responder aos desafios da ciência", denunciou.

A AIDS é um dos temas "no qual se aprecia com maior facilidade a terrível ideologização de nossa sociedade", concluiu.

No último 24 de maio, o perito publicou um artigo no jornal vaticano L’Osservatore Romano no qual explicou que o melhor que podem fazer os esposos quando um deles tem AIDS é viver a abstinência já que o uso do preservativo não constitui uma solução ao problema mas não só isso, este também suporta um problema ético.

No artigo precisou que "é bom recordar que embora o uso do preservativo em um só ato sexual poderia ter certa eficácia na prevenção do contágio da AIDS, isto não garante uma segurança absoluta nem sequer no ato em questão e, menos ainda, no âmbito da vida sexual inteira do casal".

Deste modo explicou que seu uso não é recomendável porque suporta propõe um problema ético: "um ato sexual realizado com o preservativo não pode ser considerado um ato plenamente conjugal na medida em que foi voluntariamente privado de seus significados intrínsecos".

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