ESCÂNDALO DA MAÇONARIA: Ministro João Noronha barra tentativa de Ferreira Leite, seu filho Marcos, e Marcelo de Barros de manterem ação penal contra eles tramitando no STJ. Tentativa da juiza Juanita Duarte de arquivar ação também se frustra. Todos serão julgados em Cuiabá, na Vara em que pontifica juiz José Arimatéia


Por Enock Cavalcanti

Depois da punição determinada pelo CNJ, que os afastou de suas funções, Juanita Clait Duarte, Ferreira Leite e Marcelo Souza de Barros passam a enfrentar ação penal que pode ampliar a punição que receberam, tirando-lhes a aposentadoria que vem sendo paga pelo TJMT, se vierem a ser condenados

STJ rejeita recursos de magistrados do TJ-MT aposentados pelo CNJ

De Brasília – Catarine Piccioni
OLHAR DIRETO

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) barrou tentativa do desembargador José Ferreira Leite e dos juízes Marcelo Souza de Barros e Marcos Aurélio dos Reis Ferreira de reverter a última decisão proferida em ação penal que tramitou na Corte até o ano passado. Os quatro foram aposentados compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A decisão questionada foi proferida pelo ministro João Otávio de Noronha, do STJ, em setembro último, quando ele determinou o encaminhamento do processo ao juízo de Cuiabá (vara especializada em crime organizado e crimes contra a ordem tributária e econômica e contra a administração pública). Noronha considerou que Ferreira Leite não ocupa mais o cargo de desembargador. Desembargadores têm foro especial perante o STJ.

A Corte Especial do STJ analisou nesta quarta (17) agravos regimentais apresentados por Ferreira Leite, Barros e Reis Ferreira. Eles queriam que a ação penal continuasse tramitando no tribunal superior, conforme informado pela assessoria do órgão. Mas os ministros do STJ negaram provimento aos agravos.

Em meados do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, a aposentadoria compulsória de dez magistrados de Mato Grosso acusados de desviar verbas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) para socorrer uma instituição da maçonaria.

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia contra José Ferreira Leite, Marcelo Souza de Barros, Marcos Aurélio dos Reis Ferreira e Antônio Horácio da Silva Neto por peculato. Em 2011, Noronha chegou a determinar a notificação dos quatro para que eles apresentassem resposta à denúncia, encerrando a fase de inquérito.

Pedido ignorado

Também nesta quarta, a Corte Especial não aceitou embargos de declaração apresentados pela juíza aposentada Juanita Cruz da Silva Clait Duarte. Nos embargos, segundo a assessoria do STJ, ela alegou que, quando a denúncia foi oferecida, havia um pedido de arquivamento da ação penal que não chegou a ser apreciado.

Finalmente um maçom coerente


Pois é, encontrei um.

É bem sabido que este blog sempre denunciou abertamente a gritante incompatibilidade entre a Doutrina Católica e a filosofia maçônica. Isto sempre esteve exposto aqui. Também sempre denunciei que negar tamanha obviedade sempre foi uma artimanha, pra não dizer tremenda mentira, da propaganda maçônica para pescar os incautos e mornos católicos que tivessem algum receio de se inscreverem nela. Isso foi exposto nos post’s: Mentira estampada da propaganda maçônicaSou um católico fervoroso, devoto de Nossa Senhora, Temente a Deus e MAÇONINCONCILIABILIDADE ENTRE FÉ CRISTÃ E MAÇONARIA, dentre muitos outros post’s que você pode encontrar aqui.

Mas finalmente apareceu um maçom confirmando exatamente o que venho dito aqui e muitos maçons vêm negando: de que não há compatibilidade entre a Doutrina Católica e a Maçonaria. Ou se opta por um e renega a outro, ou renega um e opta por outro. Evidentemente este maçom opta pela Maçonaria, e mais evidente ainda critica o sistema de dogmas da Igreja. E muito mais evidente ainda é que opto pela Igreja e não concordo em nada com ele em suas críticas a Santa Madre Igreja, mas, contudo, no entanto, todavia concordamos que Igreja e Maçonaria são incompatíveis. Finalmente um maçom coerente! Não por que concordamos neste ponto, mais porque esta é a mais objetiva das realidades!

Quem é este cara? Não sei, mas sei que ele escreveu isto que vai abaixo:

Inconciliabilidade Entre Fé Cristã e Maçonaria

Charles Evaldo Boller

Sinopse: Religiões e Maçonaria inconciliáveis.
Por conta da Maçonaria Operativa os atuais maçons antigos livres e aceitos possuem em sua base profunda influência da Igreja Católica Apostólica Romana e do Judaísmo.
Símbolos, documentos e leis maçônicas antigas ressaltam a doutrina judaico-cristã como base moral.
O que quebrou a linha doutrinária teísta foi a gradual imposição do deísmo pelos maçons especulativos, os maçons aceitos.
O pensamento iluminista influiu nesta mudança e o Racionalismo dentro da Filosofia Moderna de René Descartes, Spinoza e Leibniz, complementa a adoção do Deísmo pelos maçons.
A intolerância contra a Maçonaria de parte da Igreja Católica Apostólica Romana é evidente nas palavras recentes do padre Paulo Ricardo de Azevedo Junior, o qual interpreta que segundo a disciplina da Igreja Católica Apostólica Romana, “um católico não pode pertencer, de forma alguma, à Maçonaria”, declaração apoiada em “Reflexões a um Ano de Distância da Declaração para a Doutrina da Fé, em Inconciliabilidade Entre Fé Cristã e Maçonaria” (L’Osservatore Romano, 10 de Março de 1985, páginas 115-117, escrito pelo cardeal Joseph Aloisius Ratzinger, Papa Bento XVI. Desta e da parte de outras instituições religiosas, filosoficamente, a Maçonaria é, de fato, inconciliável com elas!
O irmão Voltaire, uma das mentes mais brilhantes do Iluminismo francês, ao afirmar que “a certeza é mais agradável do que a dúvida”, insinua o quanto “é mais fácil simplesmente aceitar as declarações oficiais” – como as da monarquia ou da Igreja Católica Apostólica Romana de sua época – do que “desafiá-las e pensar por si mesmo”, andar sobre as próprias pernas, refletindo a iluminação (“Aufklärung”, Kant).
O abismo entre religiões e Ordem Maçônica formou-se em 1717, ano em que a Maçonaria Especulativa declarou-se deísta. De lá para cá, por conta de outras controvérsias a separação só se aprofundou, como no conflito brasileiro entre a Maçonaria e a Igreja Católica Apostólica Romana, conhecido como “Questão Religiosa”.
Por ocasião da adoção do Deísmo pelos maçons evolucionistas houve rompimento com os maçons operativos.
Maçons operativos, teístas, fundam a Grande Loja dos Antigos.
Maçons evolucionistas, deístas, passam a ser reconhecidos como Modernos e fundam a Grande Loja de Londres.
Depois de inúmeros acordos aconteceu a união destas duas grandes lojas, filosoficamente discordantes, culminando em 1813, na formação da Grande Loja Unida da Inglaterra. Nesta união prevaleceu a filosofia deísta para a Maçonaria Moderna e desta resultaram todas as lojas reconhecidas atualmente como justas e perfeitas pela Grande Loja Unida da Inglaterra.
Se entre maçons houve rompimento não poderia ser diferente com a Igreja Católica Apostólica Romana, a qual a partir de 1884 passa a detratar a atividade maçônica em todos os sítios longínquos ou próximos.
Não existe meio de conciliação no campo filosófico – a Maçonaria Universal “de forma alguma” se alinha a dogmas de qualquer religião. Seria o mesmo que negar o princípio de sua existência. Além de deísta a Maçonaria preconiza a liberdade de pensar e duvidar.
Se existem esforços de conciliação nos bastidores, isto nega os fundamentos da Maçonaria. É assemelhado à prática comum em todos os tempos, onde a prostituição entre religiões e estados políticos corre por conta da sede de poder a qualquer preço, é ação de “inclinação política militante”, é movida por “interesses inconfessáveis” (Ritual do Grau de Aprendiz Maçom, Grande Loja do Paraná).
A fornicação religioso-política em todos os tempos nunca existiu com objetivo da busca de Deus porque sempre fomentou vaidade e poder. Mesmo entre cacique e pajé sempre aconteceu a luxúria da troca de favores.
Conspirar para conciliar o inconciliável, tanto da parte de religiosos como de maçons que remanescem na escuridão, é negar a origem da Maçonaria. Os artifícios conciliatórios sempre foram utilizados espertamente pelos retóricos para iludir a boa-fé do povo e submete-los, pelo medo, à tirania dos déspotas religiosos e políticos.
Ao maçom universal cabe seguir em frente em sua caminhada marcada pelos desígnios definidos pelo Grande Arquiteto do Universo. Mesmo que as lendas e ícones utilizados pela Maçonaria sejam de origem judaica e cristã, as religiões compatíveis com estas linhas filosóficas são irremediavelmente inconciliáveis com a ordem maçônica.
Retirado de Segredo Maçônico
Então a você, ó grande maçom universal, filho da luz, grande iluminado, deixe estas trevas e saia do armário: renegue de vez a Igreja Católica e para de fingir ser um. Ou, melhor ainda!, renegue a Maçonaria e venha para a Luz, a Verdadeira Luz que liberta e nos dá a vida, a Vida Eterna. Arrependa-se de seus pecados, confesse-os a um sacerdote e abjure esta nefasta associação. A decisão é sua.

Maçonaria no DF: Grão-mestre e outros dois membros foragidos


Fonte: CenárioMT

Polícia Civil do DF está à procura do grão-mestre da Maçonaria no DF, Jafé Torres, e de outros dois ex-dirigentes da Fundação Gonçalves Ledo acusados de desvios de recursos do Programa DF Digital.

Eles são considerados foragidos da Justiça, já que o Tribunal de Justiça decretou a prisão preventiva dos três. A medida inclui Jafé, Stuart do Rego Barros Carício e Reginaldo Silva Pereira Filho. A decisão foi tomada por unanimidade pela 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do DF e Territórios, sob a relatoria do desembargador Humberto Ulhôa.
A Polícia Federal já foi comunicada de que os três estão foragidos, para evitar fuga pelas fronteiras. Além de suspeitos de desvios de recursos públicos, o trio foi denunciado pelo crime de “denunciação caluniosa”, uma vez que, segundo o Ministério Público do DF e a Polícia Civil, eles tentaram envolver uma das testemunhas numa trama criminosa na tentativa de desacreditá-la. …
Para a Polícia Civil, essa tentativa representa uma forma de obstruir a investigação e o trabalho da Justiça, uma das causas previstas em lei para determinar a prisão preventiva. Os advogados dos acusados acompanharam a sessão da 3º Turma Criminal na tarde de quinta-feira.
O pedido tramita desde antes do Carnaval. O relator havia concordado com a medida preventiva, mas a desembargadora Nilsoni de Freitas Custódio pediu vista. O julgamento foi concluído na sessão desta semana.
Reincidentes
Em agosto de 2012, a Justiça decretou a prisão temporária de Jafé, de Stuart, de Reginaldo e de outros suspeitos de envolvimento nos desvios, durante a Operação Firewall, da Divisão de Combate ao Crime Organizado (Deco), da Polícia Civil do DF. Jafé Torres também fugiu na ocasião. Depois, teve o pedido de detenção revogado pelo Tribunal de Justiça.
A Deco e o Ministério Público investigam contrato sem licitação firmado em 2009 entre a Gonçalves Ledo e a Fundação de Amparo à Pesquisa (FAP), do GDF. A apuração mostrou que o Programa DF Digital funcionava precariamente, com cifras altíssimas. O contrato era de R$ 135 milhões para cinco anos.

Escândalo da Maçonaria: juiz que inocentou maçons pede sigilo para sua sentença


A decisão que extingue um processo contra 2 desembargadores e um juiz foi retirada do portal do TJMT

Thiago Bergamasco/MidiaNews-Reprodução

Juiz Roberto Seror (detalhe) decidiu pela extinção de processos contra um juiz e dois desembargadores

LAURA NABUCO
DO MIDIAJUR

O juiz Roberto Teixeira Seror exigiu confidencialidade para a sua sentença que extingui um processo contra os desembargadores aposentados José Tadeu Cury e José Ferreira Leite e o juiz Marcelo Souza de Barros.,

Os três magistrados, aposentados compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), são acusados de envolvimento no que se convencionou chamar de “Escândalo da Maçonaria”.

A decisão, proferida no dia 28 de fevereiro e que até segunda-feira (4) constava no site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, foi retirada do ar.

O MídiaJur, no entanto, teve acesso ao conteúdo e divulgou o teor da sentença no início da semana (Leia AQUI).

Ao beneficiar os magistrados, Seror alegou “inépcia” e extinguiu a inicial contra Tadeu Cury sem julgamento de mérito.

Já nos casos de Ferreira Leite e Marcelo Barros, o juiz julgou a ação improcedente em decorrência da prescrição.

Contra os três magistrados pesava uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual  (MPE), requerendo a suspensão dos direitos políticos, perda da função pública e dos valores supostamente acrescidos ilicitamente aos seus patrimônios, além de ressarcimento integral do dano ao erário.

O processo chegou à Primeira Instância depois que Cury, Ferreira Leite e Barros foram aposentados compulsoriamente pelo CNJ, em março de 2010.

Durante a tramitação, diversos pedidos de suspeição foram apresentados, até que a ação chegasse nas mãos do juiz Roberto Seror.

Desde que o pedido de sigilo do magistrado foi atendido, a movimentação mais recente do processo tem data de segunda-feira (4). É um impulsionamento por certidão que esclarece um equívoco de troca de nomes de juízes.

O documento esclarece que a ação chegou até Seror depois que o juiz Marcos Faleiros da Silva teve sua suspeição reconhecida.

Na sentença suprimida do portal do TJMT, constava o nome do juiz Luiz Aparecido Bertolucci Júnior.

Velho escândalo da Maçonaria em MT é abafado


MPE pedia perda da função pública e ressarcimento ao erário de Ferreira Leite, Tadeu Cury e Marcelo de Barro

Fonte: MidiaNews

Ferreira Leite, Marcelo Barros e Tadeu, que tiveram os processos extintos pelo juiz Seror

LAURA NABUCO
DO MIDIAJUR

O juiz Roberto Teixeira Seror julgou extintos os processos contra os desembargadores José Tadeu Cury e José Ferreira Leite e o juiz Marcelo Souza de Barros, referentes à ação civil pública proposta pelo MPE (Ministério Público Estadual), no que se convencionou denominar de “Escândalo da Maçonaria”.

Os três magistrados foram aposentados compulsoriamente, por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em junho de 2012, acusados de integrar um suposto esquema de desvio de dinheiro público, durante a gestão de Ferreira Leite, no comando do Tribunal de Justiça, para socorrer uma loja maçônica.

A descoberta ocorreu após uma auditoria interna contratada pelo próprioTribunal, durante a gestão do desembargador Paulo Lessa, que já se aposentou.

Na ação, o MPE requeria a suspensão dos direitos políticos, perda da função pública e dos valores supostamente acrescidos ilicitamente aos patrimônios de Ferreira Leite, Tadeu Cury e Marcelo Barros, além de ressarcimento integral do dano ao erário.

Numa decisão interlocutória de fevereiro de 2009, o juiz responsável pelo caso, Luís Aparecido Bertolucci, alegou que não havia “a possibilidade deste Juízo julgar apenas uma parcela das pretensões, sobretudo, ante ao fato de que a ação é única e um dos principais objetivos perseguidos pelo Ministério Público atrai a competência para a instância superior”, visto que a perda do cargo só poderia ser julgada pelo Pleno do TJMT.

Após uma série de declarações de suspeições, no entanto, o processo acabou retornando à Primeira Instância.

O juiz Seror, então, indeferiu a inicial contra Cury, sob o argumento de inépcia, e extinguiu o processo sem julgamento de mérito.

Já nos casos de Ferreira Leite e Barros, o magistrado julgou a ação improcedente, em decorrência da prescrição.

O escândalo

O levantamento do TJ indicou que o dinheiro supostamente desviado chegava a uma cooperativa de crédito ligada à Maçonaria por meio de magistrados que recebiam pagamentos, com a condição de destinar parte do valor à instituição, que havia entrado em processo de falência.

No total, 10 magistrados, sendo três desembargadores e sete juízes, foram aposentados compulsoriamente pelo CNJ, em março de 2010.

Em 2012, o STF (Supremo Tribunal Federal) confirmou a decisão, por meio de liminar.

Um agravo de instrumento, no entanto, ainda aguarda o julgamento do mérito na Corte Superior.

Na época, conforme MidiaNews revelou, foi levantada a suspeita de que um suposto superfaturamento na aquisição de materiais para a construção do Fórum de Cuiabá poderia ter financiado a construção da sede da Loja Maçônica Grande Oriente do Estado de Mato Grosso, na Avenida do CPA, em Cuiabá.

A obra do Fórum custou aos cofres públicos R$ 55 milhões e o MPE alegou que havia fortes indícios de superfaturamento. Leia mais AQUI.

Também na época, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) manifestou sua preocupação em relação ao encaminhamento do caso e levantou a suspeita de impunidade no chamado “Escândalo da Maçonaria”. Leia mais AQUI.

“os maçons não pensam que venceram; os maçons constatam isso…”


É minha gente, esta é a afirmação de um blog, maçom obviamente, sobre os frutos do Concílio Vaticano II.

Com o título “47º Aniversário do Triunfo Solene da Maçonaria sobre a Igreja Católica: Declaração Dignitatis Humanae” o tal blog faz afirmações como esta:

“após inúmeros contatos da Maçonaria com personalidades de destaque da Igreja Católica, e após inúmeras discussões entre as próprias autoridades desta no decurso do Concílio Vaticano II (1962-65), promulga-se um documento aceitando como parte do próprio Magistério da Igreja os princípios do Liberalismo maçônico”

bode

E finaliza triunfantemente assim:

Nós agradecemos a Deus, portanto, neste dia, pela mudança operada em nossa Infame Adversária com a Declaração Dignitatis Humanae, e rogamos ao Bom Deus que ela continue a progredir rumo ao Grande Oriente, onde o Sol da Razão sem cessar espalha, generosamente, luz e calor” (com negrito e tudo!)

Isso mesmo, o negrito é deles lá. E no original está em um vermelho, digamos assim, festivo.

Mas constato também junto com os maçons que eles não venceram somente ai. É evidente que o novo Código de Direito Canônico, de 1983, que suprime a explícita excomunhão daqueles que se associam à Maçonaria do código anterior, também é uma “bela” de uma vitória. Não importa, ou quase não importa, o esclarecimento que posteriormente veio dar o então cardeal Joseph Ratzinger que as restrições à Maçonaria permaneciam, pois o estrago já estava feito.

Prova disso?  A realidade atual. Nas paróquias que frequento (São João Batista, em Cedro/CE e Nossa Senhora do Rosário, em Icó/CE) a presença dos maçons “infiltrados” na Igreja é marcante e escandalosa, idem para toda a Diocese (que tem sua sede na Catedral de São José em Iguatu/CE). Ora, o que esperar dua uma Diocese que foi fundada exatamente na época do Concílio Vaticano II e que teve como primeiro bispo, e ainda hoje vivo, um Padre Conciliar?

Quais as consequências de tudo isso? A morte eterna de muitas almas. Isso mesmo, pois com a infiltração da Maçonaria e de sua filosofia na Igreja os leigos passaram a querer ser padres, e os padres passaram a querer ser leigos, em um igualitarismo desenfreado os Sacramentos vão para o beleleu. Confissões, são artigos de raridade. Peças de museu que são distribuídas somente na Semana Santa, aos que ainda o buscam. Confessionários?  Pra que? O padre é igual ao leigo, e vice-versa, e além do mais, isso é coisa do passado. E a Santa Missa então? Quanto mais bico e babado, melhor. De preferência é sempre bom ter uma menininha entrando dançando lá do pórtico principal da igreja até o Altar. Os leigos, claro, devem entrar fantasiados de padre, e o padre… Ah o padre… Este tem que ser um belo animador de auditório para não perder os “fiéis”.

É senhores maçons, de fato vocês venceram. Venceram mesmo. Mas o que vocês têm que se perguntar é: “vencemos a guerra?” Ah não, não a guerra. Esta Sr. Iluminado vocês não poderão vencer nunca. Ainda que milhares de almas rumem para o Inferno com a atual crise da Igreja, triste de mim se a minha estiver em meio a um delas, ainda sim, aquele Livro que vocês abrem em algumas de suas sessões para ludibriar os novatos pescados pela propaganda maçônica contêm duas grandes promessas, em apena um verso, em favor de vossa “Infame Adversária”:

“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. (Mt16, 18).

Ok

Padre vai à maçonaria receber homenagem de despedida para ser reitor de seminário em Espírito Santo


É isto o que informam o site “SiteBarra” e o jornal “Vox Populi“, este primeiro com direito a muitas fotos, sobre o reverendo padre Edson que, segundo o site da Diocese de São Mateus, é “Pároco de Barra de São Francisco e Vigário Forâneo da Forania Mineira”.

Ao centro o Padre Edson rodeado pelos seus Ao centro o Padre Edson rodeado pelos seus “filhos” espirituais

O SiteBarra informa ainda que o padre deixará seu atual posto no dia 19 de dezembro para ser, vejam só!, reitor do seminário Maria Mãe da Igreja em Carapina na cidade de Serra/ES onde lá “fará o acompanhamento dos dos seminaristas”. Pobres seminaristas. Aprenderão eles sobre os males da Maçonaria?

Teria tomado conhecimento desta visita à maçonaria Sua Excelência Dom Zanoni Demettino Castro, bispo diocesano de São Mateus? Não sei, mas caso queriam os leitores perguntarem podem fazê-lo aqui no site da Diocese. Eu particularmente não perderei meu tempo.

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