ESCÂNDALO DA MAÇONARIA: Ministro João Noronha barra tentativa de Ferreira Leite, seu filho Marcos, e Marcelo de Barros de manterem ação penal contra eles tramitando no STJ. Tentativa da juiza Juanita Duarte de arquivar ação também se frustra. Todos serão julgados em Cuiabá, na Vara em que pontifica juiz José Arimatéia


Por Enock Cavalcanti

Depois da punição determinada pelo CNJ, que os afastou de suas funções, Juanita Clait Duarte, Ferreira Leite e Marcelo Souza de Barros passam a enfrentar ação penal que pode ampliar a punição que receberam, tirando-lhes a aposentadoria que vem sendo paga pelo TJMT, se vierem a ser condenados

STJ rejeita recursos de magistrados do TJ-MT aposentados pelo CNJ

De Brasília – Catarine Piccioni
OLHAR DIRETO

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) barrou tentativa do desembargador José Ferreira Leite e dos juízes Marcelo Souza de Barros e Marcos Aurélio dos Reis Ferreira de reverter a última decisão proferida em ação penal que tramitou na Corte até o ano passado. Os quatro foram aposentados compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A decisão questionada foi proferida pelo ministro João Otávio de Noronha, do STJ, em setembro último, quando ele determinou o encaminhamento do processo ao juízo de Cuiabá (vara especializada em crime organizado e crimes contra a ordem tributária e econômica e contra a administração pública). Noronha considerou que Ferreira Leite não ocupa mais o cargo de desembargador. Desembargadores têm foro especial perante o STJ.

A Corte Especial do STJ analisou nesta quarta (17) agravos regimentais apresentados por Ferreira Leite, Barros e Reis Ferreira. Eles queriam que a ação penal continuasse tramitando no tribunal superior, conforme informado pela assessoria do órgão. Mas os ministros do STJ negaram provimento aos agravos.

Em meados do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, a aposentadoria compulsória de dez magistrados de Mato Grosso acusados de desviar verbas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) para socorrer uma instituição da maçonaria.

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia contra José Ferreira Leite, Marcelo Souza de Barros, Marcos Aurélio dos Reis Ferreira e Antônio Horácio da Silva Neto por peculato. Em 2011, Noronha chegou a determinar a notificação dos quatro para que eles apresentassem resposta à denúncia, encerrando a fase de inquérito.

Pedido ignorado

Também nesta quarta, a Corte Especial não aceitou embargos de declaração apresentados pela juíza aposentada Juanita Cruz da Silva Clait Duarte. Nos embargos, segundo a assessoria do STJ, ela alegou que, quando a denúncia foi oferecida, havia um pedido de arquivamento da ação penal que não chegou a ser apreciado.

Finalmente um maçom coerente


Pois é, encontrei um.

É bem sabido que este blog sempre denunciou abertamente a gritante incompatibilidade entre a Doutrina Católica e a filosofia maçônica. Isto sempre esteve exposto aqui. Também sempre denunciei que negar tamanha obviedade sempre foi uma artimanha, pra não dizer tremenda mentira, da propaganda maçônica para pescar os incautos e mornos católicos que tivessem algum receio de se inscreverem nela. Isso foi exposto nos post’s: Mentira estampada da propaganda maçônicaSou um católico fervoroso, devoto de Nossa Senhora, Temente a Deus e MAÇONINCONCILIABILIDADE ENTRE FÉ CRISTÃ E MAÇONARIA, dentre muitos outros post’s que você pode encontrar aqui.

Mas finalmente apareceu um maçom confirmando exatamente o que venho dito aqui e muitos maçons vêm negando: de que não há compatibilidade entre a Doutrina Católica e a Maçonaria. Ou se opta por um e renega a outro, ou renega um e opta por outro. Evidentemente este maçom opta pela Maçonaria, e mais evidente ainda critica o sistema de dogmas da Igreja. E muito mais evidente ainda é que opto pela Igreja e não concordo em nada com ele em suas críticas a Santa Madre Igreja, mas, contudo, no entanto, todavia concordamos que Igreja e Maçonaria são incompatíveis. Finalmente um maçom coerente! Não por que concordamos neste ponto, mais porque esta é a mais objetiva das realidades!

Quem é este cara? Não sei, mas sei que ele escreveu isto que vai abaixo:

Inconciliabilidade Entre Fé Cristã e Maçonaria

Charles Evaldo Boller

Sinopse: Religiões e Maçonaria inconciliáveis.
Por conta da Maçonaria Operativa os atuais maçons antigos livres e aceitos possuem em sua base profunda influência da Igreja Católica Apostólica Romana e do Judaísmo.
Símbolos, documentos e leis maçônicas antigas ressaltam a doutrina judaico-cristã como base moral.
O que quebrou a linha doutrinária teísta foi a gradual imposição do deísmo pelos maçons especulativos, os maçons aceitos.
O pensamento iluminista influiu nesta mudança e o Racionalismo dentro da Filosofia Moderna de René Descartes, Spinoza e Leibniz, complementa a adoção do Deísmo pelos maçons.
A intolerância contra a Maçonaria de parte da Igreja Católica Apostólica Romana é evidente nas palavras recentes do padre Paulo Ricardo de Azevedo Junior, o qual interpreta que segundo a disciplina da Igreja Católica Apostólica Romana, “um católico não pode pertencer, de forma alguma, à Maçonaria”, declaração apoiada em “Reflexões a um Ano de Distância da Declaração para a Doutrina da Fé, em Inconciliabilidade Entre Fé Cristã e Maçonaria” (L’Osservatore Romano, 10 de Março de 1985, páginas 115-117, escrito pelo cardeal Joseph Aloisius Ratzinger, Papa Bento XVI. Desta e da parte de outras instituições religiosas, filosoficamente, a Maçonaria é, de fato, inconciliável com elas!
O irmão Voltaire, uma das mentes mais brilhantes do Iluminismo francês, ao afirmar que “a certeza é mais agradável do que a dúvida”, insinua o quanto “é mais fácil simplesmente aceitar as declarações oficiais” – como as da monarquia ou da Igreja Católica Apostólica Romana de sua época – do que “desafiá-las e pensar por si mesmo”, andar sobre as próprias pernas, refletindo a iluminação (“Aufklärung”, Kant).
O abismo entre religiões e Ordem Maçônica formou-se em 1717, ano em que a Maçonaria Especulativa declarou-se deísta. De lá para cá, por conta de outras controvérsias a separação só se aprofundou, como no conflito brasileiro entre a Maçonaria e a Igreja Católica Apostólica Romana, conhecido como “Questão Religiosa”.
Por ocasião da adoção do Deísmo pelos maçons evolucionistas houve rompimento com os maçons operativos.
Maçons operativos, teístas, fundam a Grande Loja dos Antigos.
Maçons evolucionistas, deístas, passam a ser reconhecidos como Modernos e fundam a Grande Loja de Londres.
Depois de inúmeros acordos aconteceu a união destas duas grandes lojas, filosoficamente discordantes, culminando em 1813, na formação da Grande Loja Unida da Inglaterra. Nesta união prevaleceu a filosofia deísta para a Maçonaria Moderna e desta resultaram todas as lojas reconhecidas atualmente como justas e perfeitas pela Grande Loja Unida da Inglaterra.
Se entre maçons houve rompimento não poderia ser diferente com a Igreja Católica Apostólica Romana, a qual a partir de 1884 passa a detratar a atividade maçônica em todos os sítios longínquos ou próximos.
Não existe meio de conciliação no campo filosófico – a Maçonaria Universal “de forma alguma” se alinha a dogmas de qualquer religião. Seria o mesmo que negar o princípio de sua existência. Além de deísta a Maçonaria preconiza a liberdade de pensar e duvidar.
Se existem esforços de conciliação nos bastidores, isto nega os fundamentos da Maçonaria. É assemelhado à prática comum em todos os tempos, onde a prostituição entre religiões e estados políticos corre por conta da sede de poder a qualquer preço, é ação de “inclinação política militante”, é movida por “interesses inconfessáveis” (Ritual do Grau de Aprendiz Maçom, Grande Loja do Paraná).
A fornicação religioso-política em todos os tempos nunca existiu com objetivo da busca de Deus porque sempre fomentou vaidade e poder. Mesmo entre cacique e pajé sempre aconteceu a luxúria da troca de favores.
Conspirar para conciliar o inconciliável, tanto da parte de religiosos como de maçons que remanescem na escuridão, é negar a origem da Maçonaria. Os artifícios conciliatórios sempre foram utilizados espertamente pelos retóricos para iludir a boa-fé do povo e submete-los, pelo medo, à tirania dos déspotas religiosos e políticos.
Ao maçom universal cabe seguir em frente em sua caminhada marcada pelos desígnios definidos pelo Grande Arquiteto do Universo. Mesmo que as lendas e ícones utilizados pela Maçonaria sejam de origem judaica e cristã, as religiões compatíveis com estas linhas filosóficas são irremediavelmente inconciliáveis com a ordem maçônica.
Retirado de Segredo Maçônico
Então a você, ó grande maçom universal, filho da luz, grande iluminado, deixe estas trevas e saia do armário: renegue de vez a Igreja Católica e para de fingir ser um. Ou, melhor ainda!, renegue a Maçonaria e venha para a Luz, a Verdadeira Luz que liberta e nos dá a vida, a Vida Eterna. Arrependa-se de seus pecados, confesse-os a um sacerdote e abjure esta nefasta associação. A decisão é sua.

Maçonaria no DF: Grão-mestre e outros dois membros foragidos


Fonte: CenárioMT

Polícia Civil do DF está à procura do grão-mestre da Maçonaria no DF, Jafé Torres, e de outros dois ex-dirigentes da Fundação Gonçalves Ledo acusados de desvios de recursos do Programa DF Digital.

Eles são considerados foragidos da Justiça, já que o Tribunal de Justiça decretou a prisão preventiva dos três. A medida inclui Jafé, Stuart do Rego Barros Carício e Reginaldo Silva Pereira Filho. A decisão foi tomada por unanimidade pela 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do DF e Territórios, sob a relatoria do desembargador Humberto Ulhôa.
A Polícia Federal já foi comunicada de que os três estão foragidos, para evitar fuga pelas fronteiras. Além de suspeitos de desvios de recursos públicos, o trio foi denunciado pelo crime de “denunciação caluniosa”, uma vez que, segundo o Ministério Público do DF e a Polícia Civil, eles tentaram envolver uma das testemunhas numa trama criminosa na tentativa de desacreditá-la. …
Para a Polícia Civil, essa tentativa representa uma forma de obstruir a investigação e o trabalho da Justiça, uma das causas previstas em lei para determinar a prisão preventiva. Os advogados dos acusados acompanharam a sessão da 3º Turma Criminal na tarde de quinta-feira.
O pedido tramita desde antes do Carnaval. O relator havia concordado com a medida preventiva, mas a desembargadora Nilsoni de Freitas Custódio pediu vista. O julgamento foi concluído na sessão desta semana.
Reincidentes
Em agosto de 2012, a Justiça decretou a prisão temporária de Jafé, de Stuart, de Reginaldo e de outros suspeitos de envolvimento nos desvios, durante a Operação Firewall, da Divisão de Combate ao Crime Organizado (Deco), da Polícia Civil do DF. Jafé Torres também fugiu na ocasião. Depois, teve o pedido de detenção revogado pelo Tribunal de Justiça.
A Deco e o Ministério Público investigam contrato sem licitação firmado em 2009 entre a Gonçalves Ledo e a Fundação de Amparo à Pesquisa (FAP), do GDF. A apuração mostrou que o Programa DF Digital funcionava precariamente, com cifras altíssimas. O contrato era de R$ 135 milhões para cinco anos.

Escândalo da Maçonaria: juiz que inocentou maçons pede sigilo para sua sentença


A decisão que extingue um processo contra 2 desembargadores e um juiz foi retirada do portal do TJMT

Thiago Bergamasco/MidiaNews-Reprodução

Juiz Roberto Seror (detalhe) decidiu pela extinção de processos contra um juiz e dois desembargadores

LAURA NABUCO
DO MIDIAJUR

O juiz Roberto Teixeira Seror exigiu confidencialidade para a sua sentença que extingui um processo contra os desembargadores aposentados José Tadeu Cury e José Ferreira Leite e o juiz Marcelo Souza de Barros.,

Os três magistrados, aposentados compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), são acusados de envolvimento no que se convencionou chamar de “Escândalo da Maçonaria”.

A decisão, proferida no dia 28 de fevereiro e que até segunda-feira (4) constava no site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, foi retirada do ar.

O MídiaJur, no entanto, teve acesso ao conteúdo e divulgou o teor da sentença no início da semana (Leia AQUI).

Ao beneficiar os magistrados, Seror alegou “inépcia” e extinguiu a inicial contra Tadeu Cury sem julgamento de mérito.

Já nos casos de Ferreira Leite e Marcelo Barros, o juiz julgou a ação improcedente em decorrência da prescrição.

Contra os três magistrados pesava uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual  (MPE), requerendo a suspensão dos direitos políticos, perda da função pública e dos valores supostamente acrescidos ilicitamente aos seus patrimônios, além de ressarcimento integral do dano ao erário.

O processo chegou à Primeira Instância depois que Cury, Ferreira Leite e Barros foram aposentados compulsoriamente pelo CNJ, em março de 2010.

Durante a tramitação, diversos pedidos de suspeição foram apresentados, até que a ação chegasse nas mãos do juiz Roberto Seror.

Desde que o pedido de sigilo do magistrado foi atendido, a movimentação mais recente do processo tem data de segunda-feira (4). É um impulsionamento por certidão que esclarece um equívoco de troca de nomes de juízes.

O documento esclarece que a ação chegou até Seror depois que o juiz Marcos Faleiros da Silva teve sua suspeição reconhecida.

Na sentença suprimida do portal do TJMT, constava o nome do juiz Luiz Aparecido Bertolucci Júnior.

Velho escândalo da Maçonaria em MT é abafado


MPE pedia perda da função pública e ressarcimento ao erário de Ferreira Leite, Tadeu Cury e Marcelo de Barro

Fonte: MidiaNews

Ferreira Leite, Marcelo Barros e Tadeu, que tiveram os processos extintos pelo juiz Seror

LAURA NABUCO
DO MIDIAJUR

O juiz Roberto Teixeira Seror julgou extintos os processos contra os desembargadores José Tadeu Cury e José Ferreira Leite e o juiz Marcelo Souza de Barros, referentes à ação civil pública proposta pelo MPE (Ministério Público Estadual), no que se convencionou denominar de “Escândalo da Maçonaria”.

Os três magistrados foram aposentados compulsoriamente, por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em junho de 2012, acusados de integrar um suposto esquema de desvio de dinheiro público, durante a gestão de Ferreira Leite, no comando do Tribunal de Justiça, para socorrer uma loja maçônica.

A descoberta ocorreu após uma auditoria interna contratada pelo próprioTribunal, durante a gestão do desembargador Paulo Lessa, que já se aposentou.

Na ação, o MPE requeria a suspensão dos direitos políticos, perda da função pública e dos valores supostamente acrescidos ilicitamente aos patrimônios de Ferreira Leite, Tadeu Cury e Marcelo Barros, além de ressarcimento integral do dano ao erário.

Numa decisão interlocutória de fevereiro de 2009, o juiz responsável pelo caso, Luís Aparecido Bertolucci, alegou que não havia “a possibilidade deste Juízo julgar apenas uma parcela das pretensões, sobretudo, ante ao fato de que a ação é única e um dos principais objetivos perseguidos pelo Ministério Público atrai a competência para a instância superior”, visto que a perda do cargo só poderia ser julgada pelo Pleno do TJMT.

Após uma série de declarações de suspeições, no entanto, o processo acabou retornando à Primeira Instância.

O juiz Seror, então, indeferiu a inicial contra Cury, sob o argumento de inépcia, e extinguiu o processo sem julgamento de mérito.

Já nos casos de Ferreira Leite e Barros, o magistrado julgou a ação improcedente, em decorrência da prescrição.

O escândalo

O levantamento do TJ indicou que o dinheiro supostamente desviado chegava a uma cooperativa de crédito ligada à Maçonaria por meio de magistrados que recebiam pagamentos, com a condição de destinar parte do valor à instituição, que havia entrado em processo de falência.

No total, 10 magistrados, sendo três desembargadores e sete juízes, foram aposentados compulsoriamente pelo CNJ, em março de 2010.

Em 2012, o STF (Supremo Tribunal Federal) confirmou a decisão, por meio de liminar.

Um agravo de instrumento, no entanto, ainda aguarda o julgamento do mérito na Corte Superior.

Na época, conforme MidiaNews revelou, foi levantada a suspeita de que um suposto superfaturamento na aquisição de materiais para a construção do Fórum de Cuiabá poderia ter financiado a construção da sede da Loja Maçônica Grande Oriente do Estado de Mato Grosso, na Avenida do CPA, em Cuiabá.

A obra do Fórum custou aos cofres públicos R$ 55 milhões e o MPE alegou que havia fortes indícios de superfaturamento. Leia mais AQUI.

Também na época, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) manifestou sua preocupação em relação ao encaminhamento do caso e levantou a suspeita de impunidade no chamado “Escândalo da Maçonaria”. Leia mais AQUI.

“os maçons não pensam que venceram; os maçons constatam isso…”


É minha gente, esta é a afirmação de um blog, maçom obviamente, sobre os frutos do Concílio Vaticano II.

Com o título “47º Aniversário do Triunfo Solene da Maçonaria sobre a Igreja Católica: Declaração Dignitatis Humanae” o tal blog faz afirmações como esta:

“após inúmeros contatos da Maçonaria com personalidades de destaque da Igreja Católica, e após inúmeras discussões entre as próprias autoridades desta no decurso do Concílio Vaticano II (1962-65), promulga-se um documento aceitando como parte do próprio Magistério da Igreja os princípios do Liberalismo maçônico”

bode

E finaliza triunfantemente assim:

Nós agradecemos a Deus, portanto, neste dia, pela mudança operada em nossa Infame Adversária com a Declaração Dignitatis Humanae, e rogamos ao Bom Deus que ela continue a progredir rumo ao Grande Oriente, onde o Sol da Razão sem cessar espalha, generosamente, luz e calor” (com negrito e tudo!)

Isso mesmo, o negrito é deles lá. E no original está em um vermelho, digamos assim, festivo.

Mas constato também junto com os maçons que eles não venceram somente ai. É evidente que o novo Código de Direito Canônico, de 1983, que suprime a explícita excomunhão daqueles que se associam à Maçonaria do código anterior, também é uma “bela” de uma vitória. Não importa, ou quase não importa, o esclarecimento que posteriormente veio dar o então cardeal Joseph Ratzinger que as restrições à Maçonaria permaneciam, pois o estrago já estava feito.

Prova disso?  A realidade atual. Nas paróquias que frequento (São João Batista, em Cedro/CE e Nossa Senhora do Rosário, em Icó/CE) a presença dos maçons “infiltrados” na Igreja é marcante e escandalosa, idem para toda a Diocese (que tem sua sede na Catedral de São José em Iguatu/CE). Ora, o que esperar dua uma Diocese que foi fundada exatamente na época do Concílio Vaticano II e que teve como primeiro bispo, e ainda hoje vivo, um Padre Conciliar?

Quais as consequências de tudo isso? A morte eterna de muitas almas. Isso mesmo, pois com a infiltração da Maçonaria e de sua filosofia na Igreja os leigos passaram a querer ser padres, e os padres passaram a querer ser leigos, em um igualitarismo desenfreado os Sacramentos vão para o beleleu. Confissões, são artigos de raridade. Peças de museu que são distribuídas somente na Semana Santa, aos que ainda o buscam. Confessionários?  Pra que? O padre é igual ao leigo, e vice-versa, e além do mais, isso é coisa do passado. E a Santa Missa então? Quanto mais bico e babado, melhor. De preferência é sempre bom ter uma menininha entrando dançando lá do pórtico principal da igreja até o Altar. Os leigos, claro, devem entrar fantasiados de padre, e o padre… Ah o padre… Este tem que ser um belo animador de auditório para não perder os “fiéis”.

É senhores maçons, de fato vocês venceram. Venceram mesmo. Mas o que vocês têm que se perguntar é: “vencemos a guerra?” Ah não, não a guerra. Esta Sr. Iluminado vocês não poderão vencer nunca. Ainda que milhares de almas rumem para o Inferno com a atual crise da Igreja, triste de mim se a minha estiver em meio a um delas, ainda sim, aquele Livro que vocês abrem em algumas de suas sessões para ludibriar os novatos pescados pela propaganda maçônica contêm duas grandes promessas, em apena um verso, em favor de vossa “Infame Adversária”:

“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. (Mt16, 18).

Ok

Padre vai à maçonaria receber homenagem de despedida para ser reitor de seminário em Espírito Santo


É isto o que informam o site “SiteBarra” e o jornal “Vox Populi“, este primeiro com direito a muitas fotos, sobre o reverendo padre Edson que, segundo o site da Diocese de São Mateus, é “Pároco de Barra de São Francisco e Vigário Forâneo da Forania Mineira”.

Ao centro o Padre Edson rodeado pelos seus Ao centro o Padre Edson rodeado pelos seus “filhos” espirituais

O SiteBarra informa ainda que o padre deixará seu atual posto no dia 19 de dezembro para ser, vejam só!, reitor do seminário Maria Mãe da Igreja em Carapina na cidade de Serra/ES onde lá “fará o acompanhamento dos dos seminaristas”. Pobres seminaristas. Aprenderão eles sobre os males da Maçonaria?

Teria tomado conhecimento desta visita à maçonaria Sua Excelência Dom Zanoni Demettino Castro, bispo diocesano de São Mateus? Não sei, mas caso queriam os leitores perguntarem podem fazê-lo aqui no site da Diocese. Eu particularmente não perderei meu tempo.

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Mentira estampada da propaganda maçônica


[A propaganda maçônica sempre fêz questão de estampar “que ela proíbe expressamente discutir sobre política e religião”, no entanto como é típico desta Ordem, a mentira e enganação, principalmente direcionada aos neófitos, é a regra que a conduz. A notícia abaixo exprime muito bem que a Maçonaria discute sim política e é óbvio que ela influencia de maneira poderosa a sociedade levando-a cada vez mais para o caos. Ora, se política ela discute, é lógico crer que também religão é discutida nos ambientes maçônicos. E como! Bastam ver as ultimas declarações do GOF. Não são poucas as especulaçãoes da infiltração da Maçonaria no Concílio Vaticano II que explodiu a bomba que hoje é a crise da Igreja]

 

Maçonaria quer influir na política do País

Ricardo Santana

Os maçons da Grande Oriente do Brasil (GOB) estão em processo de campanha para a eleição de um novo Grão-mestre geral. O senador Francisco Mozarildo de Melo Cavalcanti concorre ao posto e fez campanha na última segunda-feira com os maçons da Loja Maçônica Arquitetos de Ormuzd, de Bauru.

A GOB é um ramo da maçonaria brasileira mais tradicional. Cavalcanti é senador da República pelo Estado de Roraima. O senador do PTB comenta que a maçonaria tem como objetivo retomar sua atuação política decisiva nos rumos da política do Brasil sem partidarização. Cavalcanti contextualiza que a maçonaria contribuiu nos principais eventos históricos do Brasil. O senador cita a influência de membros da maçonaria na Proclamação da Independência, Abolição da Escravatura e Proclamação da República. Ele detalha que os três movimentos foram planejados e executados por membros da maçonaria. Atualmente, os maçons têm atuado fortemente contra a corrupção. Cavalcanti cita que, pela inserção social dos membros maçons, a instituição tem muito a contribuir com o processo político brasileiro. “É um século para batalhar pela educação, contra a corrupção, a liberdade, igualdade e fraternidade”, cita o senador.

Formalmente, a maçonaria existe no Brasil desde 1822 e no mundo é uma instituição milenar. A atuação da maçonaria também se destaca no campo assistencial com manutenção de creches e escolas.

Cavalcanti está visitando as lojas do Estado de São Paulo em que a GOSP está muito presente, em todas as regiões. Conforme informação do site da GOSP, são mais de 746 Lojas, com mais de 21 mil obreiros e presente em cerca de 230 municípios (36% das 645 cidades paulistas).  A renovação de Grão-mestre geral é realizada a cada cinco anos e a próxima eleição está agendada para o dia 9 de março de 2013.

Fonte: JCNET

De novo o Grande Oriente da França


Retirei de: http://freirojao.blogspot.com.br/2012/11/a-maconaria-mostra-sua-cara.html
“A definição dos direitos humanos depende só da vontade coletiva dos homens.”
 
“O Grande Oriente da França condena energicamente as declarações da Igreja Católica acerca do projeto de lei sobre a abertura do matrimônio civil a todos os parceiros, que será apresentado na quarta ao Conselho de Ministros.”
(…)
“A referência feita pelo cardeal André Vingt-Trois de que ‘as profundas mudanças legislativas poderiam transformar radicalmente as relações que sustentam nossa sociedade’ refletem posturas obscurantistas completamente descompassadas das necessárias evoluções sociais e políticas de nosso tempo.”
(…)
“Em nome da laicidade, o Grande Oriente da França recorda que as igrejas devem estar restritas unicamente à esfera espiritual [grifos meus], e não devem interferir, com imprecações e declarações violentas e detestáveis, no legítimo debate público e democrático (…).”
(Projet de loi sur le mariage pour tous,
disponível em francês no site do Grande Oriente da França)
Pois é, mon chers, eu não vou relembrar as sucessivas declarações da Igreja de incompatibilidade da fé católica com a maçonaria. Eis ai suas cores sendo demonstradas. Se vocês não acreditam na Igreja, acreditem na maçonaria contra a Igreja em suas próprias palavras.
Repito aqui as palavras indignadas e corretas do blog Ecclesia Una:
“A nota segue. As declarações do cardeal de Paris, Vingt-Trois, condenando o casamento gay, são, no linguajar maçônico, “posturas obscurantistas”, “declarações violentas e detestáveis”. Ah, o velho anticlericalismo maçônico… O mesmo que tentou destruir a Igreja Católica no século XVIII; o mesmo que tirou a educação religiosa de nossas escolas; o mesmo que atacou a família, militando por todas as vias possíveis a favor do divórcio… o mesmo que, agora, quer restringir as igrejas “unicamente à esfera espiritual”! E depois vêm alguns – bispos, até! – dizer que, ah!, deve havercomunhão fraterna entre os católicos e os maçons… Que comunhão fraterna, cara-pálida? Estão querendo tirar nossa liberdade de entrar na esfera política, de participar do debate público! Estão querendo calar a nossa boca! E, no fim, ainda falam de “democracia”… Só se for a democracia do demônio: todo mundo pode “dar pitaco”, menos os bispos, padres e leigos católicos.”

Interessante análise do filme Anjos e Demônios


O vídeo abaixo eu o encontrei no siteAnti Nova Ordem Mundial” e achei sóbrio o suficiente para compartilhar com meus poucos leitores. Ele faz uma breve análise das intenções “conspiratórias” do filme que, na minha opinião, fazem sentido. Só não gostei do final do filme onde aparentemente o autor insinua uma passado sujo da Igreja, o que não deixa de ser normal tratando-se de um protestante (isso, pelo que presumi, o cara é protestante).

Para deixar claro: não indico a leitura ou seguimento deste site e autor do vídeo, e convido ao caro (e raro) leitor a, caso interesse em lê-los mesmo assim, olhá-los critica e “católicamente”.

Maçons de todo o mundo em Lisboa


A notícia é do site português “Sol”. O interessante é o que os portugueses acham da Maçonaria por lá. Notem nos comentários que copio logo após a notícia.

500 maçons de todo o mundo são esperados hoje na tomada de posse do líder português da maçonaria regular.

Mais de 35 grão-mestres das maçonarias regulares de vários países estão em Portugal para assistir à cerimónia de instalação do líder da Grande Loja Legal de Portugal (GLLP), José Moreno – reeleito em Junho para um novo mandato de dois anos.

A ‘tomada de posse’ do grão-mestre realiza-se amanhã, em Lisboa, e contará com a presença de mais de 500 maçons, estando entre eles várias comitivas estrangeiras. É do Brasil que vem o maior número de ‘irmãos’: «Estão cá cerca de 20 grão-mestres brasileiros», adianta fonte da GLLP, recordando que no Brasil há uma Grande Loja (obediência) por estado, tendo cada uma delas o seu líder.

Nesta reunião magna de maçons regulares estarão presentes, entre outros, os grão-mestres da maçonaria de Moçambique, do Gabão, dos EUA, de Madagáscar, da Argentina e do Paraguai. Da Europa esperam-se os líderes suíço, búlgaro, croata, russo, alemão e espanhol. Já de Inglaterra virá um representante do Duque de Kent, que lidera a maçonaria inglesa. A cerimónia de instalação contará com uma sessão exclusiva para maçons, onde será realizado o ritual de instalação do grão-mestre. José Moreno fará um juramento e os grão-mestres estrangeiros farão as suas intervenções. Depois será realizado um jantar num hotel de Lisboa, onde já poderão ser convidadas outras pessoas que não pertencem às lojas, incluindo mulheres.

Segundo o SOL apurou, do conjunto das cerimónias previstas para amanhã consta ainda a inauguração formal da nova sede da maçonaria regular em Portugal, que se situa no Palacete da Quinta de Sant’Ana, na Estrada de Telheiras, e que a GLLP comprou à EPUL por um milhão de euros.

catarina.guerreiro@sol.pt

Estes são os comentários que, pode-se dizer, representam o sentimento dos portugueses para com a Maçonaria. Curiosamente o Brasil é o “parceiro” de maior presença. Aos comentários:

paralelo40
15.09.2012 – 19:44
Sociedades secretas só se percebem para a corrupção, roubo, tráfico de influencias, independentemente de se apregoarem istou aquilo.

GALAICOLUSITANO
15.09.2012 – 19:01
TODOS OS PODEROSOS SÃO MAÇONS. A MAÇONARIA DOMINA TUDO ACORDA MEU POVO ACORDA OU MORRE Á FOME.

atalaia
15.09.2012 – 18:55
Como é que um país livre pode tolerar sociedades secretas? Se são secretas é porque têm algo a esconder.Deveria ser exigido aos comentadores políticos que têm importância na opinião pública se são maçons ou nãoJá viram por exemplo a infuência que o sr Balsemão tem nos meios de comunicação social e não só? Este sr. é Maçónico,pedreiro livre.Ele tem muito mais poder em Portugal do que qalquer governo eleito pelo nosso povo.Para não falar noutros.

GabrielOrfaoGoncalves
15.09.2012 – 18:36

Tenho uma bomba em casa que já não me faz falta (LOL)

Onde decorre a reunião?

LLLLLLLLLLLLLLLOOOOOOOOOOOOOOLLLLLLLLLLLLL!!!

GALAICOLUSITANO
15.09.2012 – 18:33
CORRAMOS COM OS MAÇONS DE PORTUGAL. ROUBAM-NOS E TÊM CORAGEM DE CÁ VIR? MORTE A TIRO JÁ.

esteves
15.09.2012 – 18:02
Devem estar a fazer comboinho e a apitar…Na idade média tinham um objetivo, combater obscurantismo da igreja católica, agora que há liberdade são uma figuras imaturas que tem necessidade de brincar às sociedades secretas, como os meninos pequeninos na casinha ao fundo do jardim…Ridículos mas perigosos…

OrdensDoMedico
15.09.2012 – 18:00
A maçonaria é acima de tudo, uma plataforma facilitadora e propiciadora da corrupção. Não vale a pena negá-lo: a maçonaria não serve para mais nada. A sua finalidade é defender os interesses dos maçons em detrimento do resto da população.
A maçonaria dilui a separação de poderes (já por si muito fraca em Portugal), promovendo a promiscuidade entre os ricos e poderosos.O facto dos políticos não ilegalizarem a maçonaria demonstra o Estado de corrupção a que Portugal chegou.

joseduarte
15.09.2012 – 17:48
WebDot – 15.09.2012 – 16:21A privacidade desta canalha termina onde começa o seu efeito nocivo na sociedade.

Já que muitos deles MAMAM no povão, então no mínimo o povão deve acabar-lhes com os segredinhos.

Isto nem devia ser uma mera notícia: devia ser uma lista com todos os nomes envolvidos, e respectivos cargos – sobretudo se forem públicos.

ASS1719
15.09.2012 – 17:20
CORRER IMEDIATAMENTE COM ESTA SEITA SATÂNICA. A LISTAGEM DOS PORTUGUESES, JÁ É CONHECIDA. PORTUGAL ANDA A DORMIR, TODA A ESTRUMEIRA, FAZ O QUE QUER. PEGAR EM ARMAS SE NECESSÁRIO, E ESTOIRAR OS MIOLOS A ESTES CRÁPULAS.
Não preciso dizer que não endosso todos os comentários. O da bomba, apesar de irônico, é um deles.

Sou um católico fervoroso, devoto de Nossa Senhora, Temente a Deus e MAÇON


Sou um católico fervoroso, devoto de Nossa Senhora, Temente a Deus e MAÇON.
Confesso-me diretamente com Ele, e sempre que posso, comungo.
Essa “birra” da igreja não tem qualquer embasamento. NÓS sabemos o porque.
A maçonaria não é uma religião.
“È um conjunto de ensinamentos relativos à moral, apresentados e explicados sob a forma de símbolos e alegorias”.
Não tentem misturar as coisas…

Quer saber mais? Dá uma olhada nestes comentários aqui.

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Freud e os Illuninati


“A carreira de Sigmund Shlomo Freud mostra como um culto satânico, os Illuminati, lançou seu feitiço mórbido sobre a humanidade.
Os Illuminati se originaram da heresia judaica sabatiana do século XVII.
Sigmund Freud (1856-1939) foi um sabatiano que vendeu suas crenças satânicas pervertidas ao mundo como se fossem ciência e medicina. Os meios de comunicação e o sistema educacional controlados pelos Illuminati aclamaram-no como um grande profeta.
Os sabatianos cultuavam o sexo e se entregavam a todas as perversões sexuais imagináveis como forma de cuspir no olho de Deus. Isto é o que os satanistas fazem: incesto, pedofilia, orgias, homossexualidade, tudo que for contra a natureza e a saúde.
Freud e seus patrocinadores da B’nai Brith (Illuminati) convenceram o mundo de que o desejo sexual (libido) é a motivação primordial da vida humana e que o sexo é uma panacéia universal. Ele ensinava que a repressão dos desejos sexuais é prejudicial e resulta em neuroses e que os homens sentem ansiedade de castração e as mulheres sofrem de inveja do pênis.
Como introdução ao incesto e à pedofilia, Freud ensinava que os filhos têm sentimentos sexuais pelo genitor do sexo oposto e sentem hostilidade ao do mesmo sexo. Chegou ao extremo de afirmar que, em razão do “Complexo de Édipo”, um garoto deseja subconscientemente matar o próprio pai e estuprar a própria mãe.
O filósofo Karl Popper estava convencido de que a psicanálise freudiana tinha tão pouco método científico como a leitura da palma da mão. Para Popper, o Complexo de Édipo freudiano não tinha absolutamente nenhum fundamento científico.
Freud negava, como é típico dos satanistas, a dimensão espiritual do homem, nossa fome de Deus representado nos absolutos espirituais de harmonia, amor, verdade e beleza. A Cabala ensina que Deus não tem características. Influenciado pela Cabala, Freud ensinava que Deus é simplesmente a projeção de uma figura paterna imaginária destinada a fazer-nos reprimir nossos desejos sexuais.
Segundo a Wikipédia, Freud “é considerado um dos principais pensadores da primeira metade do século XX, em termos de originalidade e influência intelectual.”
Aprendendo com um satanista
Após entrar para a maçônica B’nai Brith em 1897, a carreira abortada de Freud começou a subir vertiginosamente.
O professor de psicologia David Bakan descreve a psicanálise freudiana como uma derivação da Cabala Luriânica e do Zohar. A Cabala Luriânica é uma formulação gnóstica do século II que foi retomada pelo herege judeu Sabbatai Levi. [Sigmund Freud e a Tradição Mística Judaica. Beacon Press, Boston 1958]
Freud conversou sobre a Cabala com um certo rabi Chaim Bloch em 1920. O rabi disse ao Prof. Bakan que os dois homens discutiram quando Freud propôs que Moisés tinha sido um faraó egípcio e não um judeu. Freud se levantou e saiu, deixando o rabi sozinho em seu estúdio. Foi aí que Bloch viu livros nas prateleiras que identificavam Freud como um seguidor de Sabbatai Levi (o fundador dos sabatianos).
Freud agradeceu aos membros da loja da B’nai Brith por seu apoio. De fato, muitos membros da loja formaram o quadro de iniciados que fundaram o charlatanismo da psicanálise.
Segundo E. Michael Jones, a Associação Psicanalítica de Freud foi estruturada como uma sociedade secreta. (Libido Dominandi, p. 122) É provável que tivesse os mesmos objetivos secretos da B’nai Brith, de subverter, explorar e escravizar.
As cartas de Freud revelam que ele considerava seus clientes como idiotas.
Ele se comparava a um leão que tinha visto em um cartum. O leão ficava olhando o relógio na hora de comer e perguntava: “onde estão meus negros?” Freud dizia que seus pacientes eram seus negros. (Jones, p. 116)
Recusando um convite de viagem, Freud escreveu que uma de suas clientes ricas “talvez se curasse durante minha ausência.”
“Meu humor depende bastante de meus ganhos. O dinheiro é um gás hilariante para mim”, escreveu (116).
Chamada de “cura pela fala”, a psicanálise era uma fraude. No dizer de Michael Jones, em troca de uma taxa, as pessoas ricas recebiam a absolvição de seus prazeres culpados e a permissão para prosseguir.
Jones acredita que a psicanálise se baseou no ritual iniciático dos Illuminati e é uma forma de controle mental.
“Ambos se baseavam em conseguir do paciente ou adepto “exames de consciência” profundos e quase confessionais, durante os quais este contava ao controlador iluminista ou ao psicoterapeuta detalhes de sua vida pessoal que poderiam ser mais tarde usados contra si. Tanto o Iluminismo como a psicanálise acabaram sendo formas disfarçadas de controle psicológico, através das quais o controlador aprendia qual era a paixão dominante dos adeptos e conseqüentemente os manipulava.” (p. 127)
No fim das contas, os psiquiatras, quer saibam ou não, fazem parte dessa sociedade secreta satânica. A verdadeira meta dos Illuminati é manter as pessoas doentes e tomar seu dinheiro. Isso explicaria por que os psiquiatras estão dopando milhões de pessoas, inclusive crianças.
O modelo de sociedade secreta pode aplicar-se à profissão médica como um todo, assim como a outras profissões.
Freud foi um precursor de Alfred Kinsey, o pervertido que se matou enquanto tentava se masturbar. Kinsey encheu seu famoso estudo, que foi patrocinado pelos Rockefellers, com padrões de comportamento de seus amigos homossexuais. Foi assim que ele convenceu os americanos de que promiscuidade e aberração eram a norma.
De modo semelhante, Freud teve um caso com a irmã de sua mulher, Minna Bernays, que dele engravidou. Suas teorias psiquiátricas sobre incesto e sexo eram tentativas de inocentar-se a si mesmo. Ironicamente, Adam Weishaupt, o organizador dos Illuminati, também engravidou a cunhada.
Freud passou por um período em que se enamorou das qualidades salutares da cocaína. Quando alguns de seus amigos ficaram viciados, ele supostamente abandonou o hábito. Contudo, segundo a Wikipédia, “alguns críticos sugeriram que a maior parte da teoria psicanalítica de Freud foi um produto colateral do seu uso de cocaína.”
Conclusão
Sigmund Freud é um exemplo de como a cultura moderna está controlada por um culto satânico cujo objetivo é degradar e escravizar a humanidade. Fomos ludibriados em nome da ciência e da medicina.
Os satanistas promovem excessos sexuais e aberrações para escravizar a humanidade. “Vale tudo” é a divisa satânica. Freud deu à sociedade permissão para se esbaldar.
O sexo livre esmaga o casamento e a família, instituições necessárias para a estabilidade e saúde da sociedade. Ele rebaixa todo relacionamento humano ao mínimo denominador comum, que é o sexo. Ele apresenta o sexo e “relacionamentos” como o único caminho para o desenvolvimento pessoal e a felicidade.
Nos últimos 200 anos, progresso e esclarecimento foram medidos em termos de aumento de licença sexual, até o ponto em que hoje nos ajoelhamos às palhaçadas dos manifestantes nus e obesos das paradas do “orgulho gay”.
Isso é “progresso” em termos satânicos. Nós somos vítimas de uma conspiração diabólica multigeracional que a cada dia fica mais desavergonhada.”
(Henry Makow, Freud’s Part in Our Satanic Possession)

INCONCILIABILIDADE ENTRE FÉ CRISTÃ E MAÇONARIA


do Vida sim, aborto não! de Wagner Moura

INCONCILIABILIDADE ENTRE FÉ CRISTÃ E MAÇONARIA

26 de Novembro de 1983 (Fonte aqui)

Permanece portanto imutável o parecer negativo da Igreja a respeito das associações maçónicas, pois os seus princípios foram sempre considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja e por isso permanece proibida a inscrição nelas.

Os fiéis que pertencem às associações maçónicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão.

Comentário de L’Osservatore Romano 10 de Março de 1985 (Fonte: aqui)

E X C E R T O S ( e e d i ç ã o e m f o rm a d e e n t r e v i s t a )

A posição da Igreja tem a ver com o modo de actuar da Maçonaria?

Desde que a Igreja começou a pronunciar-se a respeito da maçonaria o seu juízo negativo foi inspirado por múltiplas razões, práticas e doutrinais.
Ela não julgou a maçonaria responsável apenas de actividades subversivas a seu respeito, mas desde os primeiros documentos pontifícios sobre o assunto e em particular na Encíclica Humanum Genus de Leão XIII (20 de Abril de 1884), o Magistério da Igreja denunciou na Maçonaria ideias filosóficas e concepções
morais opostas à doutrina católica.

Pode haver fiéis que se sintam bem na Maçonaria.

Ao menos para eles não será legítimo estar na Maçonaria?

Prescindindo portanto da consideração da atitude prática das diversas lojas, de hostilidade ou não para com a Igreja, a S.C.D.F., com a sua declaração de 26.11.83,
pretendeu colocar-se no nível mais profundo e por outro lado essencial do problema: isto é, sobre o plano da inconciliabilidade dos princípios, o que significa no plano da fé e das suas exigências morais.

A partir deste ponto de vista doutrinal, em continuidade, de resto, com a posição tradicional da Igreja, como testemunham os documentos acima citados de Leão XIII, derivam depois as necessárias consequências práticas, que são válidas para todos aqueles fiéis que estivessem eventualmente inscritos na maçonaria.

Mas então, quais são os principais problemas que tornam
a Maçonaria inconciliável com o Cristianismo?

Embora se afirme que o relativismo não é assumido como dogma, todavia propõe-se de facto uma concepção simbólica relativística, e portanto o valor “relativizante” de uma tal comunidade moral-ritual longe de poder ser eliminado, resulta pelo contrário determinante.

Neste contexto, as diversas comunidades religiosas, a que pertence cada um dos membros das Lojas, não podem ser consideradas senão como simples institucionalizações de uma verdade mais ampla e incompreensível. O valor destas instituições parece, portanto, inevitavelmente relativo, em relação a esta verdade mais ampla, a qual se manifesta antes na comunidade da boa vontade, isto é na fraternidade maçónica. Para um cristão católico, todavia, não é possível viver a sua relação com Deus numa dúplice modalidade, isto é, dividindo-a numa forma humanitária – super-confessional e numa forma interior – cristã. Não pode cultivar relações de duas espécies com Deus, nem exprimir a sua relação com o Criador através de formas simbólicas de duas espécies. Isto seria algo de completamente diverso daquela colaboração, que para ele é óbvia, com todos aqueles que estão empenhados na prática do bem, embora a partir de princípios diversos.

Por outro lado, um cristão católico não pode participar ao mesmo tempo na plena comunhão da fraternidade cristã e, por outro lado, olhar para o seu irmão cristão, a partir da perspectiva maçónica, como para um “profano”.

Fonte: É o Carteiro!

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“À mocidade é que devemos dirigirnos, a ela é que devemos seduzir, sem que disso desconfie, sob o estandarte das sociedades secretas”


 

Você jovem que se interessa pelo secreto, que vê na Maçonaria uma instituição curiosa e interessante de ser seguida, ou tal vez até mesmo algo bom, veja os métodos desta instituição. Veja que não vem de agora:

Esmagai o inimigo quem quer que ele seja, esmagai o poderoso à força de maledicência ou de calúnias; mas principalmente esmagai-o no ovo. À mocidade é que devemos dirigirnos, a ela é que devemos seduzir, sem que disso desconfie, sob  o estandarte das sociedades secretas. Para caminhar com passos contados, mas seguros, nesta via perigosa, duas coisas são indispensáveis. Deveis simular a simplicidade das pombas e a prudência das serpentes. Vossos pais, filhos e mulheres, até, devem sempre ignorar os segredos que guardais no peito; e se vos aprouvesse, para melhor iludir as vistas inquisitoriais, ir muitas vezes à confissão, estais como de direito autorizados a guardar o silêncio mais absoluto sobre estas coisas. Vós sabeis que a mínima revelação, o mais leve indício que escape no tribunal da Penitência ou em outra qualquer parte, pode acarretar grandes calamidades, e que o revelador voluntário ou involuntário assina a sua sentença de morte.

Documento da Loja Maçônica Alta Venda apreendido pela Polícia dos Estados Pontifícios em 1846.

“Envolvei-o com todos os laços que puderdes armar-lhe debaixo dos pés”


Êis os métodos daquela que se diz uma ordem de justiça e verdade:

Uma palavra que se inventa com habilidade e se tem a arte de derramar no seio de certas famílias honradas e escolhidas para que daí desça aos botequins e destes às ruas: uma palavra pode algumas vezes matar um homem. Se um padre chegar de Roma para exercer alguma função pública nos confins da província, indagai logo qual é o seu caráter, antecedentes, qualidades e defeitos principalmente. É ele um inimigo declarado? (…) Envolvei-o com todos os laços que puderdes armar-lhe debaixo dos pés: criai-lhe uma dessas reputações que atemorizam as crianças e as velhas; pintai-o cruel e sanguinário, contai alguns feitos de crueldade que possam facilmente gravar-se na memória do povo. Quando os jornais, por intervenção nossa, se aproveitarem destas narrações, que eles aformosearão inevitavelmente, pelo respeito à verdade, mostrai ou antes fazei mostrar por algum respeitável imbecil, essas folhas onde estão relatados os nomes dos indivíduos e os excessos inventados. Na Itália não faltarão, como não faltam para as mentiras úteis à boa causa. Com jornal, cuja língua ele não compreende, mas onde encontrar o nome do seu juiz ou delegado, o povo não precisa de outras provas. Ele está na infância do liberalismo, crê nos liberais como depois crera em nós, não sabemos muito em que.

Documento da Loja Maçônica Alta Venda apreendido pela Polícia dos Estados Pontifícios em 1846.

“para destruirmos o rochedo sobre o qual fundou Deus a sua Igreja”


Planos maçonicos do século XIX que aparentemente, repito: aparentemente, estão bem encaminhados. Por que tanto silêncio do clero brasileiro quanto a esta maldita sociedade? Leia o que se segue:

(…)O Papa, seja ele quem for, não virá para as sociedades secretas: a estas é que cumpre dar os primeiros passos para a Igreja, a fim de vencê-los a ambos (o Papa e a Igreja).

O trabalho que vamos empreender não é obra nem de um dia, nem de um mês ou ano: pode durar muitos anos, um século talvez; mas, em nossas fileiras, morre o soldado e o combate continua. Não está em nossa mente angariar os Papas para a nossa causa, fazer deles neófitos para os nossos princípios, propagadores de nossas idéias. Seria sonho ridículo e por qualquer modo que os sucessos volteiem, que os cardeais e prelados, por exemplo, hajam entrado por vontade ou surpresa em uma parte dos nossos segredos, não é isto uma razão para desejarmos a sua elevação à cadeira de Pedro. Esta elevação perder-nos-ia: bastava a ambição para os impelir à apostasia, a necessidade do poder havia de forçá-los a imolar-nos. O que devemos pedir, procurar e encontrar, como os judeus esperam o Messias, é um Papa adaptado às nossas necessidades.

(…)

Assim marcharemos com mais firmeza ao assalto da Igreja, do que por meio dos escritos de nossos irmãos da França, e até do ouro da Inglaterra. Quereis saber a razão? É porque, deste modo, para destruirmos o rochedo sobre o qual fundou Deus a sua Igreja, não precisamos de vinagre corrosivo, pólvora, ou mesmo de nossos braços: teremos o dedinho do sucessor de Pedro envolvido na conspiração e este dedinho vale, em tal cruzada, todos os Urbanos II e S. Bernardos da Cristandade.

Não duvidamos chegar a este termo supremo de nossos esforços; mas quando e como? Ainda se não acha desembaraçada a incógnita. Sem embargo, como nada nos deve desviar do plano traçado e, pelo contrário, tudo deve concorrer para ele, como se o êxito feliz devesse coroar desde o dia de amanhã a obra apenas planejada, queremos nesta instrução que ficará secreta para os simples iniciados, dar aos prepostos da Alta Venda conselhos que eles deverão transmitir à universidade dos irmãos, sob a forma de doutrina ou memorandum. Importa principalmente, usando de certa discrição cujos motivos são palpáveis, nunca deixar pressentir que estes conselhos dimanam das ordens desta Venda. Manobra-se aí em demasia com o clero para que possamos a esta hora brincar com ele como com um desses pequenos soberanos ou príncipes que um sopro faz desaparecer.

Documento da Loja Maçônica Alta Venda apreendido pela Polícia dos Estados Pontifícios em 1846.

“Com este passaporte podemos conspirar à vontade”


Porque tantos maçons infiltrados na Igreja? Eles mesmos respondem:

O Papado exerceu sempre ação decisiva nos negócios da Itália. Pelo braço, voz, pena e coração dos seus numerosos Bispos, padres, frades, religiosos e fiéis de todos os países, o Papado tem sempre pessoas dedicadas para o martírio e para o entusiasmo. Em toda parte onde os chama, encontra amigos que morrem por ele ou de tudo se privam por sua causa. É uma imensa alavanca, cuja força só alguns papas avaliaram, empregando-a todavia com muita parcimônia. Não se trata hoje para isso de restabelecer esse poder, cujo prestígio momentaneamente se acha debilitado; o nosso fim principal é o de Voltaire e da Revolução Francesa: o aniquilamento perpétuo do catolicismo e até da idéia cristã, que, no caso de permanecer de pé sobre as ruínas de Roma, viria perpetuar-se mais adiante. Para atingir porém com mais certeza esse fim e não prepararmos com satisfação reveses, que adiam indefinidamente e comprometem no futuro o êxito de uma boa causa, não devemos escutar esses franceses vaidosos, nem os nebulosos alemães, nem os melancólicos ingleses, que julgam uns e outros matar o Catolicismo ora com uma canção obscena, ora com uma dedução ilógica, ora com um sarcasmo insolente, que passa como contrabando, como os algodões da Inglaterra. O Catolicismo tem vida mais tenaz do que isto. Viu inimigos mais implacáveis e terríveis e diverte-se em lançar água benta no túmulo dos mais furiosos. Deixemos, pois, nossos irmãos daqueles países entregar-se às intemperanças estéreis de seu zelo anticatólico: consintamos-lhes até que zombem das nossas Imagens de Nossa Senhora e da nossa aparente devoção. Com este passaporte podemos conspirar à vontade, e pouco a pouco chegar ao termo proposto.

Documento da Loja Maçônica Alta Venda apreendido pela Polícia dos Estados Pontifícios em 1846.

Papa maçom?


Para mostrar que não existe absolutamente nenhuma incompatibilidade entre a Igreja e a Maçonaria, as obras e os folhetos de propaganda maçônica virão indefectivelmente com este argumento: até Papas, bispos e padres entraram na Maçonaria! E citam os clássicos exemplos: Pio IX foi maçon (…)

Pio IX maçon? — Vejamos primeiramente a argumentação dos Filhos da Viúva. O maçon A. Cavalcanti de Albuquerque, em O que é a Maçonaria, Rio 1955, p. 37, escreve textualmente:

"Dentre os Papas, destacou-se pelo ódio anticristão contra a Maçonaria Pio IX. Mostrou-se rancoroso contra a Instituição, depois de papa. Pio IX chamava-se Giovanni’ Ferreti Mastai. Ele foi maçon, tendo pertencido ao quadro de obreiros da Loja Eterna Cadena, de Palermo (Itália). Sob o nº 13715 foi arquivada, em 1839 na Loja Fidelidade Germânica, do Oriente de Nuremberg, uma credencial de que foi portador o Irmão Giovanni Ferreti Mastai, devidamente autenticada, com selo da Loja Luce Perpétua, de Nápoles. Como Irmão, como maçon, Giovanni Ferreti Mastai foi recebido na Loja Fidelidade Germânica!"

O nome verdadeiro do Papa Pio IX era Giovanni Mastai-Ferretti e não Giovanni Ferreti Mastai. Toda a acusação provém da maliciosa confusão de nomes, afirmando-se que Ferreti Mastai, jovem de vida solta, conhecido em Roma pelos seus desvarios, era o mesmo conde Mastai-Ferreti, bispo de Imola e mais tarde Papa Pio IX.

Informa um autor que o primeiro que publicou esta infame balela foi Carlos Gasola, no Positivo de Roma, a 23 de Março de 1849; e na mesma folha retratou-se aos 18 de Junho de 1857. Por causa de tão torpe calúnia foi o Frondeur de Lyon condenado no tribunal, em 18 de Novembro de 1875, a requisitório do Sr. Lourens, advogado e delegado da insuspeita república francesa.

Outros contam a história de maneira diferente: Dizem que Pio IX foi recebido numa loja maçônica de Filadélfia e citam seus discursos aí proferidos e bom número de autógrafos arquivados na loja. Para tornar ainda mais verídica a história, chegaram a publicar a fotografia de Pio IX com insígnias maçônicas. Mas, desgraçadamente para o caso, Filadélfia está no mundo civilizado, onde se sabe ler e escrever. Averiguou-se que nem sequer existe naquela cidade uma loja com o nome dado; encontrou-se que nenhuma loja de Filadélfia havia recebido jamais a Giovanni Mastai-Ferretti; nenhuma loja foi capaz de apresentar nem discursos nem autógrafos, e isso pelo simples fato que Giovanni Mastai-Ferretti nunca esteve em Filadélfia. O próprio Grão Mestre do Oriente de Filadélfia desmentiu a ridícula invenção, como também o Monde Maçonique de Paris a desmentiu.

Retirado do livro “A Maçonaria no Brasil – orientação para católicos” do frei D. Boaventura Kloppenburg.

A Igreja e a Maçonaria


via Missa Tridentina em Brasília de Missa Tridentina em Brasília em 15/08/11

No último documento pontifício sobre a Maçonaria, datado de 11 de março de 1985, sob o título de INCONCIABILIDADE ENTRE FÉ CRISTÃ E MAÇONARIA, a Congregação da Doutrina da Fé reafirma a Doutrina Católica de que é impossível a um fiel católico se inscrever em alguma Loja Maçônica e continuar a ser católico: “(…) a Sagrada Congregação indica aos fiéis que tal inscrição constitui objectivamente um pecado grave e, precisando que os aderentes a uma associação maçónica não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão (…)”.

Antes de tudo deve recordar-se que a comunidade dos “pedreiros-livres” (NOTA: O nome maçonaria, ou franco-maçonaria, deriva do termo francês franc-maçonnerie, “pedreiros livres” ou do Latim “Sculptores Lapidum Liberorum”, e as suas obrigações morais se apresentam como um sistema progressivo de símbolos de carácter extremamente absorvente (nota minha: a maçonaria segue uma filosofia vinculante, sendo esta oposta à Católica). A rígida disciplina do arcano que nela predomina reforça ulteriormente o peso da interação de sinais e de idéias. Este clima de segredo (constante nas lojas maçônicas) comporta, além de tudo, para os inscritos o risco de se tornarem instrumento de estratégias que lhes são desconhecidas.”. “Para um cristão católico, todavia, não é possível viver a sua relação com Deus numa dúplice modalidade, isto é, dividindo-a numa forma humanitária – super-confessional e numa forma interior – cristã. Não pode cultivar relações de duas espécies com Deus, nem exprimir a sua relação com o Criador através de formas simbólicas de duas espécies.” Eis a íntegra do documento do Vaticano: Aqui.

Cabe aqui uma nota muito esclarecedora quanto a Doutrina Católica sobre a Maçonaria. Tanto o Rotary, fundado pelo maçon Paul Harris; o Lions, fundado pelo maçon Melvin Jones; o DeMolay fundado pelo maçon Frank Sherman Land e os Escoteiros fundado pelo maçon Robert Baden Powell, são entidades ligadas a maçonaria. (a fonte destas informações pode ser obtida neste site da Maçonaria de Pelotas/RS. Ou seja, qualquer católico que ingressar numa destas entidades estará ingressando numa Maçonaria e assim sendo estarão em pecado mortal, conforme esta nota da Congregação para a Doutrina da Fé: “Os fiéis que pertencem às associações maçónicas estão em estado de pecado grave e não podem aproximar-se da Sagrada Comunhão.” . Ou seja, o maçon não é católico e portanto não pode comungar. Em outro documento esta Congregação reafirma que o católico que se inscrever em maçonaria está excomungado: “não foi, portanto, ab-rogada a excomunhão nem as outras penas previstas;

Ao longo da história, vários Romanos Pontífices empreenderam luta contra a Maçonaria. Mas talvez o documento mais importante da Igreja sobre a Maçonaria seja a Carta Encíclica HUMANUS GENUS do Papa Leão XIII, que iremos destacar agora.

No item 2 destaca-se: “(…) Nesta época, entretanto, os partisans (guerrilheiros) do mal parecem estar se reunindo, e estar combatendo com veemência unida, liderados ou auxiliados por aquela sociedade fortemente organizada e difundida chamada os Maçons. Não mais fazendo qualquer segredo de seus propósitos, eles estão agora abruptamente levantando-se contra o próprio Deus. Eles estão planejando a destruição da santa Igreja publicamente e abertamente, e isso com o propósito estabelecido de despojar completamente as nações da Cristandade, se isso fosse possível, das bênçãos obtidas para nós através de Jesus Cristo nosso Salvador.(…)”

No item 6: “Tão logo a constituição e o espírito da seita maçônica foram claramente descobertos (…) esta Sé apostólica denunciou a seita dos Maçons, e publicamente declarou sua constituição como contrária à lei e ao direito, perniciosa tanto à Cristandade como ao Estado; e proibiu qualquer um de entrar na sociedade, sob as penas que a Igreja costuma infligir sobre as pessoas excepcionalmente culpadas. (…).”

Item 9: “(…) para ser alistado, é necessário que os candidatos prometam e assumam ser daí em diante estritamente obedientes aos seus líderes e mestres com a mais completa submissão e fidelidade, e estar de prontidão para cumprir suas ordens(…) se desobedientes, submeter-se aos mais penosos castigos e à própria morte. (…).”

Item 10: “(…) a razão e a própria verdade tornam claro que a sociedade da qual nós estamos falando está em antagonismo com a justiça e a retidão natural. (…), a seita maçônica produz frutos que são perniciosos e do mais amargo sabor.(…)”

Neste item 12, fica bem clara várias das doutrinas maçônicas condenadas pela Igreja: “(…) a doutrina fundamental dos naturalistas, que eles tornam suficientemente conhecida em seu próprio nome, é que a natureza humana e a razão humana deveria em todas as coisas ser senhora e guia. Eles ligam muito pouco para os deveres para com Deus, ou os pervertem por opiniões errôneas e vagas. Pois eles negam que qualquer coisa tenha sido ensinada por Deus; eles não permitem qualquer dogma de religião ou verdade que não possa ser entendida pela inteligência humana, nem qualquer mestre que deva ser acreditado por causa de sua autoridade. (…)”

Item 13: “(…) eles rejeitam das leis e da nação a saudável influência da religião Católica (…)”

Item 15: “(…) abertamente declaram, o que em segredo entre eles mesmos eles têm por um longo tempo planejado, que o poder sagrado dos Pontífices deve ser abolido, e que o próprio papado, fundado por direito divino, deve ser totalmente destruído.(..)”

Item 17: “(…) eles não mais consideram como certas e permanentes aquelas coisas que são totalmente entendidas pela luz natural da razão, tais como certamente são – a existência de Deus, a natureza imaterial da alma humana, e sua imortalidade. (…). Nem eles escondem que esta questão sobre Deus é a maior fonte e causa de discórdias entre eles; (…) a seita permite grande liberdade aos seus membros juramentados por voto, de modo que para cada lado é dado o direito de defender a sua própria opinião, ou de que há um Deus, ou de que não há nenhum; (…)”

Item 19: “(…) Nós falamos agora dos deveres que têm a sua origem na retidão natural. Que Deus é o Criador do mundo e seu providente Governador; que a lei eterna exige que a ordem natural seja mantida, e proíbe que ela seja perturbada; que o fim último do homem é um destino muito acima das coisas humanas e além desta parada sobre a terra: estas são as fontes e estes são os princípios de toda justiça e moralidade.(…) Se eles forem removidos, como os naturalistas e Maçons desejam, imediatamente não haverá nenhum conhecimento quanto ao que constitui justiça e injustiça, ou sobre qual princípio a moralidade é fundada. (…).”

Item 20: “(…) os naturalistas e Maçons, não tendo fé naquelas coisas que nós aprendemos pela revelação de Deus, negam que nossos primeiros pais (Adão e Eva) tenham pecado, e conseqüentemente pensam que o livre desejo não é de modo algum enfraquecido e inclinado ao mal (…).”

Item 21: Negam “(…) que o casamento pertence ao gênero dos contratos humanos, que pode ser legalmente revogado pelo desejo daqueles que o fizeram(…)”

Aos bispos, no nº 31 o Papa faz um apelo: “(…) Nós desejamos que o vosso primeiro ato seja arrancar a máscara da Maçonaria, e deixar que ela seja vista como realmente é; e por sermões e cartas pastorais instruir o povo quanto aos artifícios usado pelas sociedades deste tipo para seduzir os homens e persuadi-los a entrar em suas fileiras, e quanto à perversidade de suas ações e à maldade de seus atos.(…) Pode parecer a alguns que os Maçons não exigem nada que seja abertamente contrário à religião e à moral; mas, como todo princípio e objetivo da seita está naquilo que é vicioso e criminoso, ajuntar-se com estes homens ou em algum modo ajudá-los não pode ser legítimo.”

Item 37: “(…) A seita da Maçonaria mostra-se insolente e orgulhosa de seu sucesso, e parece que ela não colocará limites à sua pertinácia. Seus seguidores, ajuntados por perversos acordos e por conselhos secretos, ajudam-se uns aos outros, e excitam-se uns aos outros a uma audácia nas coisas malignas.(…)”

Íntegra deste documento: Aqui.

In Jesu, Mariae et Joseph,

Rodney, colaborador do blog.

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