Mensagem para Dia de Finados


Por Dom Henrique Soares da Costa

Veja bem: o Dia de Finados é sempre excelente ocasião não somente para rezar pelos nossos irmãos já falecidos, mas também para pensarmos na nossa morte e na nossa vida, pois “tal vida, tal morte"!

Eis: Que sentido estou dando à minha vida? O que estou fazendo dela? Minhas escolhas, minhas decisões, minhas atitudes e ações grandes ou pequenas são semente de Eternidade, são vividos como um "sim" Àquele de Quem vim e para Quem vou?

Vivo minha existência como um dom que recebi e pelo qual devo, no Dia Final, prestar contas?

No que estou tornando minha vida: um Sim ou um Não a Deus que me criou e diante de Quem estarei um dia, naquele Dia?

Coisas para se pensar… Coisas urgentes… Realidades que realmente importam, pois moldam nossa vida neste mundo e a decidem por toda a Eternidade!

FALECIDOS, NÃO MORTOS


Dom Fernando Arêas

Rifan*

No próximo dia 2 celebraremos a memória dos fieis defuntos, dos nossos falecidos, daqueles que estiveram conosco e hoje estão na eternidade, os “finados”, aqueles que chegaram ao fim da vida terrena e já começaram a vida eterna. Portanto, não estão mortos, estão vivos, mais até do que nós, na vida que não tem fim, “vitam venturi saeculi”. Sua vida não foi tirada, mas transformada. Por isso, o povo costuma dizer dos falecidos: “passou desta para a melhor!” Olhemos, portanto, a morte com os olhos da fé e da esperança cristã, não com desespero pensando que tudo acabou. Uma nova vida começou eternamente.

Os pagãos chamavam o local onde colocavam os seus defuntos de necrópole, cidade dos mortos. Os cristãos inventaram outro nome, mais cheio de esperança, “cemitério”, lugar dos que dormem. É assim que rezamos por eles na liturgia: “Rezemos por aqueles que nos precederam com o sinal da fé e dormem no sono da paz”.

Os santos encaravam a morte com esse espírito de fé e esperança. Assim São Francisco de Assis, no cântico do Sol: “Louvado sejais, meu Senhor, pela nossa irmã, a morte corporal, da qual nenhum homem pode fugir. Ai daqueles que morrem em pecado mortal. Felizes dos que a morte encontra conformes à vossa santíssima vontade. A estes não fará mal a segunda morte”. “É morrendo que se vive para a vida eterna!”. S. Agostinho nos advertia, perguntando: “Fazes o impossível para morrer um pouco mais tarde, e nada fazes para não morrer para sempre?”

Quantas boas lições nos dá a morte. Assim nos aconselha o Apóstolo São Paulo: “Enquanto temos tempo, façamos o bem a todos” (Gl 6, 10). “Para mim o viver é Cristo e o morrer é um lucro… Tenho o desejo de ser desatado e estar com Cristo” (Fl 1, 21.23). “Eis, pois, o que vos digo, irmãos: o tempo é breve; resta que os que têm mulheres, sejam como se as não tivessem; os que choram, como se não chorassem; os que se alegram, como se não se alegrassem; os que compram, como se não possuíssem; os que usam deste mundo, como se dele não usassem, porque a figura deste mundo passa” (1 Cor 7, 29-31).

Diz o célebre livro A Imitação de Cristo que bem depressa se esquecem dos falecidos: “Que prudente e ditoso é aquele que se esforça por ser tal na vida qual deseja que a morte o encontre!… Não confies em amigos e parentes, nem deixes para mais tarde o negócio de tua salvação; porque, mais depressa do que pensas se esquecerão de ti os homens. Melhor é fazeres oportunamente provisão de boas obras e enviá-las adiante de ti, do que esperar pelo socorro dos outros” (Imit. I, XXIII). O dia de Finados foi estabelecido pela Igreja para não deixarmos nossos falecidos no esquecimento.

Três coisas pedimos com a Igreja para os nossos falecidos: o descanso, a luz e a paz. Descanso é o prêmio para quem trabalhou. O reino da luz é o Céu, oposto ao reino das trevas que é o inferno. E a paz é a recompensa para quem lutou. Que todos os que nos precederam descansem em paz e a luz perpétua brilhe para eles. Amém

*Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

http://domfernandorifan.blogspot.com.br/

artigo folha 505 II FALECIDOS, NO MORTOS.doc

Bento XVI e eu


Sou dele, e ele é meu

Sou dele e ele é meu, e nós somos da Igreja que é de Nosso Senhor Jesus Cristo

Bento XVI é o meu papa. Em 2005 quando assumiu o ministério petrino, em datas marcantes na minha vida particular, este papa era tão relevante pra mim quanto para um ateu. Não que eu fosse ateu. Pelo contrário, era membro da RCC, e procurava atuar na Igreja como um jovem “revolucionário”, no melhor sentido da palavra, e devo admitir, a RCC – da qual atualmente não sou tão “partidário” – me ajudava e impulsionava a isto. Sim caro leitor, é isso mesmo, estou elogiando a RCC, mas não é dela que estou tratando neste post. Não tive tempo suficiente para conhecer João Paulo II, apesar de na sua morte eu já contabilizar meus 18 anos, era um imaturo doutrinal.

O tempo passou, conheci a Montfort (apenas pelo site), deixei a RCC, virei “tiete” do saudoso professor Orlando, depois me solidifiquei mais um pouco na lista tradição católica e hoje cá estou eu a escrever neste blog que quase ninguém lê. Onde entra Bento XVI nesta história? Ora, toda esta trajetória de mudanças radicais em minha vida foi sob a sombra dele. O professor Orlando Fedeli me ensinou a amar este papa. Sim, há muitos contra o professor, há muitos contra algumas coisas que ele ensinou, mas não estou aqui a julgar o professor, também não é o assunto deste post – Orlando Fedeli não era perfeito, mas fincou alguns tijolos na catedral de minh’alma que está em construção. Bento XVI também. Muitos tijolos foram postos por Bento XVI em minh’alma. Spes salvi muito me ajudou neste período de mudanças em minha vida. Deus caritas est conheci quando ainda estava na RCC, e tentei ainda fazer com que se estudasse este documento por lá. Caritaits in veritati me foi elucidadora!

Bento XVI é o meu papa! O seu discurso à cúria de dezembro de 2005! A liberação da Santa Missa em 2007! A corajosa atitude do levantamento das excomunhões posteriormente! O valente combate a pedofilia e homossexualismo, este pai daquele. A defesa da família! A defesa do embrião! O valente combate à AIDS na África e no mundo! Os puxões de orelhas nos prevaricadores bispos brasileiros nas visitas ad limina! A facada na moribunda Teologia da Libertação, seja quando ainda cardeal ao lado de João Paulo II, seja na sua visita ao Brasil para a abertura do CELAM. A facada na ainda viva e atuante Maçonaria, quando ainda era cardeal da Congregação para Doutrina da Fé!  A defesa da vida e da civilização ocidental em processo de autodestruição. Ah Bento XVI… o meu papa! Meu! Que diria eu se diante dele pudesse estar? Obrigado! Era o que diria. Obrigado por me confirmar na fé. Ó doce Cristo na Terra! Sou muito grato, imerecedor, de ter em nossa época um Papa como este. Não, nós não merecemos Bento XVI. Precisamos, é verdade, mas não merecemos.

Quando em um sitiozinho próximo a minha cidade natal, a mais de 400km da capital Fortaleza, e a milhares de quilômetros da Europa do Vaticano recebo a notícia de minha esposa que por telefone havia recebido a notícia de uma prima minha que Bento XVI havia renunciado, o que pensei? Com espírito mundano e cheio de conspirações logo pensei: foi a Maçonaria! Eles deram um jeito de derrubar o papa. Mas quando, de volta a civilização (ou ao que resta dela), leio o discurso do santo padre logo me acalmo, inquieto, triste e frustrado é bem verdade, mas mais calmo. Assim que leio as suas palavras me vêm a mente aquele papa que havia renunciado para ser monge, o qual no momento se quer lembrava o nome, mas assim respondi para a minha esposa quando me perguntara se algum papa já havia tomado semelhante decisão. Acolhi conformado, pois não tinha mais jeito, a sua escolha. Me entristeci. Me senti órfão, abandonado ao relento de um mundo tomado por lobos modernistas. Temi pelo futuro da Igreja. Agora não temo mais. A promessa de Nosso Senhor Jesus Cristo me alenta, mas também as ultimas e fortes palavras do melhor pontificado da minha breve vida me acalmam, me conformam e me fazem ter confiança no sucessor do papa da minha vida!

Este texto está uma porcaria. Não é o que tinha em mente. Não consegui expor o que realmente queria. Mas não consigo mais do que isso. Não era somente isso que queria falar de Bento XVI. É muito mais. Mas não consigo. Não sei. Não tenho intelecto para mais. Sou um limitado cristão católico vítima da modernidade que viu em S.S. Bento XVI uma luz no fim do túnel. Sou um velho jovem de Bento XVI. Sou dele e ele é meu, e nós somos da Igreja que é de Nosso Senhor Jesus Cristo. É isto. Podem ir agora. Tchau.

Minha mensagem de Ano Novo


Recebemos de Deus um presente que se quer os Anjos receberam: o Tempo.

Eles, os Anjos, não tiveram Tempo de escolha. Decidiram “na hora” entre o Bem e a rejeição ao Bem.

Nós não, nós temos o Tempo, para alguns muito, para outros pouco, para outros nem um (fico a pensar nas crianças que são assassinadas no ventre de sua própria mãe, que tempo elas tiveram?).

Este Tempo que Deus nos dá também é para que façamos a nossa escolha entre o Bem e a rejeição do Bem, que chamamos de Mal. E caso escolhamos o Bem durante todo este Tempo que nos foi dado, trocaremos este presente que recebemos, o Tempo, por um melhor ainda: a Eternidade, que é o contrário do Tempo, aliás é a ausência do Tempo.

Quando este dia chegar não se precisará mais de marcar o Tempo, de dividi-lo, de mensurá-lo, de buscá-lo.

Até lá sigamos em frente… OTempo passa. Não fique aí parado, mova-se! Busque o BEM!

FELIZ 2012!

Mensagem de Natal 2011


Um Menino nos foi dado! Aleluia!

§ Mas o que tem Este Menino conosco?

§ Qual é a diferença pra você deste acontecimento em sua vida?

A resposta está em como você se abre ao maior acontecimento da História. Deus se fez homem. O Infinito tornou-se Ínfimo no seio de uma Virgem.

Mas, pra quê Ele fez isso? A história é longa… Mas pode ser resumida.

O homem quis se fazer Deus, quis ser como Deus, quis rejeitar Deus, logo Ele que o criara.

Com essa rejeição e negação de Deus o homem contraiu uma grande dívida para com Ele, dívida de proporção infinita, visto que o favor, o dom, que Deus havia lhe dado é infinito: a vida.

O homem escolheu o pecado, e como salário dele recebeu a morte. Não havia criatura no mundo inteiro que pudesse pagar esta dívida. Mas Deus, que ama a sua criação, se fez criatura, sem deixar de ser Criador, para se fazer fiador desta dívida infinita, que com seu mérito infinito a quitou para sempre.

A herança da Salvação perdida por Adão e Eva nos foi recuperada por Nosso Senhor Jesus Cristo e a Bem-Aventurada Virgem Maria.

Merecemos esta herança? Não, não merecemos.

Receberemos esta herança? Sim, se a buscarmos com Fé, Esperança e Amor. Principalmente Amor, amor a Deus e ódio ao pecado.

Para que amássemos a Deus, foi para isto que Nosso Senhor Jesus nasceu.

Para que odiássemos o pecado, foi para isto que Nosso Senhor Jesus nasceu.

Para que buscássemos e alcançássemos o Céu, foi para isto que Nosso Senhor Jesus nasceu.

Para que nos livrássemos do Inferno, foi para isto que Nosso Senhor Jesus Nasceu.

Sim, o Inferno. Ele existe. E não há como acreditar em um Nascimento Milagroso sem acreditar no Inferno. Quem não acredita no Inferno não acredita no Natal.

Natal e Inferno estão intimamente ligados. E ainda que eu não busque o Céu por amor a Deus, por ódio ao pecado, o medo do Inferno deveria ser um bom motivador para buscarmos a salvação, que não é fácil. Acredite, tem muita gente jogando contra isso.

Deus deve ser o centro de tudo! Uma sociedade que rejeita a Deus está fadada ao fracasso! Uma sociedade que relega Deus apenas ao foro íntimo de cada individuo cai no mesmo erro de Adão e Eva.

Vivemos em uma sociedade ANTROPOTEÍSTA, que adora ao homem, que se acha capaz de se “auto-esculpir” como em muitas figuras que estão estampadas em certas Lojas que dizem ter “boa vontade”. Mas sabemos que, de boas intenções, o Inferno está cheio. E aí de quem ouse levantar a voz para falar de Deus nessa sociedade! Não, isso só no Natal… Por enquanto. Criticar o assassinato de uma criança no ventre da mãe, não isso não pode. Criticar os atos antinaturais de sodomitas, não isso não pode. Criticar a devassidão, não isso não pode. Criticar os métodos antinaturais que impedem que ato conjugal atinja seu fim ultimo que é a procriação, não isso não pode. Criticar a prática do ato conjugal antes e/ou fora do casamento, não isso não pode. Enfim… está na hora de lhe desejar um feliz Natal?

Desejo-lhe sim um FELIZ NATAL e se de fato você o vivenciar, desejo-lhe também um FELIZ MARTÍRIO, claro, se você for reclamar sua herança.

Agora foi o Senador Eduardo Amorim


Agora o Senador Eduardo Amorim apagou a mensagem sem nem se quer ter lido…

Continuamos de olho…

De: Sen. Eduardo Amorim [mailto:EAMORIM@senado.gov.br]

Enviada em: quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 09:40

Para: Moisés Gomes Lima

Assunto: Não lida: Contra o PLC 122/2006

Sua mensagem foi excluída sem ser lida em quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Agora foi o Senador Wellington Dias

FSSPX - Portugal

Tudo por amor a Jesus Cristo, Nosso Senhor.

Movimento Magistrados para a Justiça

"Uma visão conservadora de temas relacionados ao Direito"

O Legado d'O Andarilho

opiniões, considerações políticas e religiosas.

Roberta Acopiara's Blog

Just another WordPress.com weblog

Blog do Curso Técnico em Informática do IFCE - Campus Iguatu

Blog do Curso Técnico em Informática do IFCE - Campus Iguatu

pregarevangelho

Só mais um site WordPress.com

:.:Paródias da Professora Décia:.:

Paródias de uma professora cedrense!

Fratres in Unum.com

Ecce quam bonum et quam jucundum habitare fratres in unum.

Compartilhar é preciso.

Sinta-se livre para conhecer, aprender e compartilhar

§|Olhar Católico|§

Um Olhar Católico sobre o mundo!

Pacientes na tribulação

Apologética católica

Grupo S. Domingos de Gusmão

Fiéis Católicos de Maringá

Missa Tridentina em Brasília

Santa Missa no Rito Romano Tradicional

Vida, dom de Deus

Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

%d blogueiros gostam disto: