Feliz Páscoa!


JesusRessurecto

Desdobra-se no céu / a rutilante aurora. / Alegre, exulta o mundo; / gemendo, o inferno chora.

Pois eis que o Rei, descido / à região da morte, / àqueles que o esperavam / conduz à nova sorte.

Por sob a pedra posto, / por guardas vigiado, / sepulta a própria morte / Jesus ressuscitado.

Da região da morte / cesse o clamor ingente: / “Ressuscitou!” exclama / o Anjo refulgente.

Jesus, perene Páscoa, / a todos alegrai-nos. / Nascidos para a vida, / da morte libertai-nos.

Louvor ao que da morte / ressuscitado vem, / ao Pai e ao Paráclito / eternamente. Amém.

“O fel lhe dão por bebida sobre o madeiro sagrado. Espinhos, cravos e lança ferem seu corpo e seu lado.”


Jesus

O fel lhe dão por bebida
sobre o madeiro sagrado.
Espinhos, cravos e lança
ferem seu corpo e seu lado.
No sangue e água que jorram,
mar, terra e céu são lavados.

Ó cruz fiel sois a árvore
mais nobre em meio às demais,
que selva alguma produz
com flor e frutos iguais.
Ó lenho e cravos tão doces,
um doce peso levais.

Árvore, inclina os teus ramos,
abranda as fibras mais duras.
A quem te fez germinar
minora tantas torturas.
Leito mais brando oferece
ao Santo Rei das alturas.

Só tu, ó Cruz, mereceste
suster o preço do mundo
e preparar para o náufrago
um porto, em mar tão profundo.
Quis o cordeiro imolado
banhar-te em sangue fecundo.

Glória e poder à Trindade.
Ao Pai e ao Filho Louvor.
Honra ao Espírito Santo.
Eterna glória ao Senhor,
que nos salvou pela graça
e nos remiu pelo amor.

Projeto de oratório domiciliar

Ladainha a São José


Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, tende piedade de nós.

Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.

Jesus Cristo, atendei-nos.

Deus Pai, tende piedade de nós.

Deus Filho, Redentor do Mundo, tende piedade de nós.

Deus Espírito Santo, tende piedade de nós.

Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós.

Santa Maria, rogai por nós.

São José, rogai por nós.

Ilustre descendente de Davi, rogai por nós.

Luz dos Patriarcas, rogai por nós.

Esposo da Mãe de Deus, rogai por nós.

Guarda da Virgem pura, rogai por nós.

Pai nutrício do Filho de Deus, rogai por nós.

Insigne defensor de Cristo, rogai por nós.

Chefe da Sagrada Família, rogai por nós.

José justíssimo, rogai por nós.

José castíssimo, rogai por nós.

José prudentíssimo, rogai por nós.

José fortíssimo, rogai por nós.

José obedientíssimo, rogai por nós.

José fidelíssimo, rogai por nós.

Espelho de paciência, rogai por nós.

Amador da pobreza, rogai por nós.

Modelo dos operários, rogai por nós.

Honra da vida doméstica, rogai por nós.

Guarda das virgens, rogai por nós.

Amparo das famílias, rogai por nós.

Alívio dos infelizes, rogai por nós.

Esperança dos enfermos, rogai por nós.

Padroeiro dos moribundos, rogai por nós.

Terror dos demônios, rogai por nós.

Protetor da Santa Igreja, rogai por nós.

Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, perdoai-nos Senhor.

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, ouvi-nos Senhor.

Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.

“Deus o constituiu Senhor de sua casa.

E príncipe de toda a posteridade.”

Oremos:

Oh! Deus, que, por uma infalível providência, vos dignastes escolher o bem-aventurado São José para Esposo de Vossa Mãe Santíssima, concedei-nos que aquele mesmo, que na Terra veneramos como protetor, mereçamos tê-lo no Céu, como intercessor.

Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos. Amém.

Acrescentar estas breves súplicas à Santíssima Trindade:

Eterno Pai, pelo amor que tendes a São José, que entre todos o escolhestes para ser vosso representante aqui na terra, tende piedade de mim.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória.

Eterno Divino Filho, pelo amor que tendes a São José, vosso fidelíssimo guarda na terra, tende piedade de mim.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória.

Eterno Divino Espírito Santo, pelo amor que tendes a São José, que com tanta solicitude guardou a Maria Santíssima, vossa esposa predileta, tende piedade de mim.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória.

Termina-se com as seguintes invocações:

Oh! excelso Esposo de Maria e Pai Adotivo de Jesus, pelo tesouro de vossa perfeição, obediência a Deus, tende compaixão de mim.

Pela vossa santa vida cheia de méritos, ouvi-me.

Pelo vosso poderosíssimo nome, ajudai-me.

Pelo vosso clementíssimo coração, favorecei-me.

Pelas vossas santas lágrimas, tende compaixão das minhas.

Pelos vossos dolorosos suspiros, tende piedade do meu sofrer.

Pelas vossas sete dores, tende compaixão de mim.

Pelos vossos sete gozos, consolai-me o coração.

São José, ouvi-me!

São José, atendei-me!

São José, tende compaixão de mim!

De todo mal da alma e do corpo, livrai-me!

Socorrei-me com a vossa santa proteção e na vossa misericórdia e poder alcançai-me do Senhor aquilo que me é necessário e especialmente a graça que necessito.

Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória.

Finalmente, com grande devoção e convicção, diga-se o credo.

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Santo Terço meditado segundo S. Luiz de Montfort

Ladainha da Contrição Perfeita


Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo,
Deus Pai Celestial,
Deus Filho, Redentor do mundo,
Deus Espírito Santo,
Santíssima Trindade, que sois um só Deus,
Vós, que não desejais a morte do pecador,
Vós, que esperais com paciência a conversão do pecador,
Vós, que convidais os pecadores a que se convertam,
Vós, que acolheis benignamente o pecador arrependido,
Vós, que Vos regozijais com a conversão do pecador,
De Vos ter ofendido, pesa-me de todo coração, meu Deus.
De ter tantas vezes e tão gravemente pecado,
De ter pecado por pensamentos, palavras e ações,
De ter pecado pelos sentidos do meu corpo,
De ter pecado pelas potências de minha alma,
De ter pecado com tanta audácia,
De Vos ter abandonado pelas criaturas,
De ter preferido a Vós o que é ilusão e vaidade,
De ter menosprezado as Vossas perfeições infinitas,
De ter abusado de Vossos dons e benefícios,
De ter renovado os sofrimentos de Jesus Cristo,
De ter desprezado Vossos favores e amizade,
E somente por causa de Vós,
Por incorrer no Vosso desagrado,
Por ser ingrato à Vossa Bondade,
Não pelo temor do castigo,
Não pela esperança da recompensa,
Não constrangidamente,
Mas de puro amor para convosco,
Pelo respeito devido à Vossa Majestade Suprema,
Com o horror que Vos causam todos os pecados,
De tudo me pesa, meu Deus, com o mesmo pesar que os Santos choraram suas faltas,
Por que eu Vos amo, meu Deus.
Prometo emendar-me, com o auxílio de Vossa graça.
Prometo não mais Vos ofender desde o presente,
Prometo evitar toda ocasião de pecar,
Prometo resistir à todas as tentações,
Prometo reprimir em mim todos os maus pensamentos,
Prometo preferir perder tudo quanto possuo antes de tornar a ofender-Vos,
Prometo preferir sofrer tudo antes que pecar,
Prometo morrer antes que tornar a pecar,
Pai Nosso…
Oremos. Ó Deus, que sois a fonte dos bons propósitos e das obras santas, dai-me a Fortaleza que necessito para ter um verdadeiro arrependimento de meus pecados e para emendar sinceramente a minha vida, a fim de que possa alcançar de Vossa Misericórdia o perdão de todas as minhas culpas. Amém.

Como orar em línguas?


“Como orar em línguas?” – Este é o termo motor de buscas que mais aparece e dá fluxo a este pequeno, quase desconhecido blog. E ele aponta para um post onde faço uma simples brincadeira que muitos protestantes e carismáticos (irmãos siameses) não gostam muito. Bem, a intenção não era agradar mesmo, mas creio que fiquei no raso, e sinto que há a necessidade de se esclarecer algo mais sobre o assunto. Longe de ser um “expert” no assunto e tampouco ter qualquer autoridade, contribuo apenas com minha humilde conclusão baseada no que se segue, a qual sujeito à inteira correção da Mãe e Mestra Santa Igreja. Vamos lá.

O orar em línguas é um dom do Espírito Santo, mas não é um dom qualquer. A Igreja ensina que os dons do Espírito Santo se dividem em categorias diferentes, a saber:

a) Graça santificante ou habitual;

b) Graça atual;

c) Graça sacramental;

d) Graça especial ou carisma.

Estas podem ser conferidas no novo Catecismo da Igreja Católica entre os parágrafos 1999 e 2004.

O dom de línguas está entre a graça especial, ou carisma: “graças especiais, chamadas também ‘carismas’, segundo a palavra grega empregada por S. Paulo e que significa favor, dom gratuito, benefício. Seja qual for seu caráter, às vezes extraordinário, como o dom dos milagres ou das línguas, os carismas se ordenam à graça santificante e têm como meta o bem comum da Igreja” (Catecismo da Igreja Católica, 2003 – negritos meus).

Deste parágrafo, já podemos chegar à conclusão que o termo “como orar em línguas” se quer poderia existir caso o verdadeiro dom de línguas fosse bem compreendido. Ora, se é um dom gratuito, um benefício, então não se tem como aprender a orar em línguas e não há quem possa ensinar.[Este link apontava para o então padre, hoje monsenhor, Jonas Abib em vídeo ensinando como orar em línguas. Curiosamente foi retirado do ar, e em pesquisas na internet encontramos agora somente as imagens sem o áudio do tal ensinamento]

Outro detalhe importante é que assim como o dom de milagres, o das línguas também é extraordinário. Ou seja, não é algo que acontece normalmente ou a todo instante, ou ainda quando aperto um botãozinho ou alguém começa a “ministrar” um louvor. É extraordinário.

Resumindo, podemos concluir que a) o dom de línguas é um “dom” e b) que é extraordinário. Agora, será que estou falando do mesmo dom que você viu em algum lugar e está querendo aprender? Isto são cenas dos próximos capítulos…

Moisés Gomes

A concórdia não é uniformidade de opiniões, mas concordância de vontades” (S. Tomas de Aquino).

Oração para os impenitentes


via Blog do Frei Clemente Rojão de Frei Clemente Rojão OAAO

Senhor,

Sei que mereço as penas do Inferno por estar apegado ao pecado e longe de ti,

Meu justo lugar é com Satanás e seus anjos malignos,

Sei que estou contra a tua imutável Lei, retransmitida pela Santa Igreja

Sou como o publicano que bate a mão no peito pedindo clemência por ainda ser um pecador

E se a adúltera teve o gosto de ouvir de ti a reprimienda que fosse e não pecasse mais

Eu nem isto posso ouvir, porque não me arrependo de meu mal

Ah, como poderei fugir do Inferno, arriscando minha alma por tão pouco

Mas que não consigo me separar?

Sou como Esaú, que trocou a bênção do Pai por um prato de lentilhas,

Ah, quão triste será quando me esconderes a tua Face na hora de minha morte!

Esta dor e aflição de estar longe de ti já é o Inferno em vida!

Fico dividido, arrastado por dois amores,

Quero a ti,

Quero ao mundo,

E querendo ao mundo perco a ti

Sou o servo mal que sabendo que o Senhor chegará passa a bater nos outros empregados

E como o administrador infiel, vejo-te queixando-se de minha gestão

Mereço o Inferno, Mereço o Inferno,

É teu Santo Espírito que nos revela o tamanho de nosso crime,

Porque homem algum pode compreender sem tua ajuda a extensão do Mal.

E eu que não entendo nada, pequei ontem e pecarei amanhã

Com que cara chegarei na tua presença?

Mas se me incomodo por ser impenitente

Não é tua mão me incitando a conversão?

Completai, Senhor, a obra começada

E fazei que tenha um justo arrependimento

Celebrando minha reconciliação contigo!

4ª Parte da Medidação: Colóquio


"O colóquio consta de três coisas, a saber: ação de graças, oferecimento e petição. As graças se dão a Deus pelos bons propósitos que me der, os quais se hão de oferecer ao mesmo Deus e pedir seu auxílio para os por em execução e juntamente se hão de encomendar a Deus as necessidades públicas e particulares, dizendo no cabo um Pater Noster, e se a oração for dirigida à Virgem Nossa Senhora, se pode dizer uma Ave Maria"(Meditações para todos os dias da semana, pelo exercício das três potências da alma, conforme ensina sto. Inácio, pelo padre Alexandre de Gusmão, ano de 1689)

3ª Parte da Medidação: Meditação ou Consideração


"A terceira adição chamamos essa mesma meditação, ou consideração, a qual consta assim mesmo de quatro coisas: a primeira é aplicação das potências; a segunda, aplicação de si mesmo; a terceira, aplicação do mistério; a quarta, o fruto da meditação.

A aplicação das potências se faz desta forma: traz-se à memória o mistério, ou ponto, que há de meditar; logo vai o entendimento discorrendo sobre ele, até que a vontade se vai movendo a abraçar o que o entendimento meditou, de sorte que da memória é a representação do mistério, do entendimento à ponderação, e da vontade o tirar do fruto.

A aplicação de si se faz quando um acomoda a si, conferindo com sua vida e costumes o que medita.

A aplicação do mistério é que em tanto se há um de deter na consideração do mistério até que sinta mover-se a vontade e se sentir mover-se não tem que passar a outro ponto.

O fruto da oração são os bons propósitos e santos desejos que da consideração tirou" (Meditações para todos os dias da semana, pelo exercício das três potências da alma, conforme ensina sto. Inácio, pelo padre Alexandre de Gusmão, ano de 1689).

2ª Parte da Medidação: Preparação Próxima


"A segunda adição, que é a preparação próxima, contém quatro pontos: o primeiro é a preferência de Deus; segundo, oração preparatória; terceiro, composição de lugar; quarto, petição.

A preferência de Deus se há de fazer na maneira seguinte: estando em pé a um ou dois passos do lugar da meditação, por tempo de um ou dois Credos, me resolverei que estou na mesma presença de Deus, e que venho a tratar com Ele o negócio de minha salvação; feita uma profunda reverência com o coração, cabeça e joelhos em terra, faço o sinal da Cruz.

A oração preparatória é pedir a Deus Nosso Senhor graça para que todos os meus pensamentos e ações naquela oração sejam para glória Sua.

A composição de lugar é representar primeiro na imaginação o mistério que ei de meditar, logo imaginar-me-ei no lugar onde o tal mistério se obrou.

A petição é que peço a Deus graça para conhecer bem aquele mistério, e exemplo dele, para dele me aproveitar, conforme a matéria da meditação." (Meditações para todos os dias da semana, pelo exercício das três potências da alma, conforme ensina sto. Inácio, pelo padre Alexandre de Gusmão, ano de 1689).

1ª Parte da Medidação: Preparação Remota


"[A] preparação remota, contém duas coisas: a primeira é ler, ou ouvir, os pontos da meditação à noite, gravando-os na memória antes de dormir; a segunda, repeti-los logo que despertar pela manhã antes de outros pensamentos" (Meditações para todos os dias da semana, pelo exercício das três potências da alma, conforme ensina sto. Inácio, pelo padre Alexandre de Gusmão, ano de 1689).

Quais as partes da meditação?


"As adições da oração mental ou da meditação são cinco: preparação remota, preparação próxima, meditação, colóquio e exame"(Meditações para todos os dias da semana, pelo exercício das três potências da alma, conforme ensina sto. Inácio, pelo padre Alexandre de Gusmão, ano de 1689)

Como ter bom fruto da meditação?


"Para que da meditação se tenha bom fruto, há de preceder disposição e preparação. A disposição é a pureza da consciência e desejo ardente de nosso aproveitamento espiritual e, como diz Cassiano, a preparação que fizermos para ela.
As preparações para ser qual se requeiram se devem fugir [de] certos impedimentos que divergem [d]a meditação, e se hão de aplicar certas ajudas que a facilitam. Os impedimentos S. Bernardo os resumiram em poucas palavras: sentidos divertidos, cuidados que “picam” e culpas que “mordem”. As ajudas são as que comumente chamam de adições ou partes da meditação que para maior clareza e facilidade vão dispostas na forma seguinte [no próximo post]" (Meditações para todos os dias da semana, pelo exercício das três potências da alma, conforme ensina sto. Inácio, pelo padre Alexandre de Gusmão, ano de 1689)

O que é meditação?


"Meditação é uma diligente e afetuosa ação de nosso entendimento e vontade com que a alma procura conhecer alguma oculta verdade das coisas Divinas em ordem a fugir [d]o mal e abraçar o bem" (Meditações para todos os dias da semana, pelo exercício das três potências da alma, conforme ensina sto. Inácio, pelo padre Alexandre de Gusmão, ano de 1689)

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O que é oração?


"Oração se define como uma elevação da nossa mente a Deus por devoto e pio afeto. Esta oração, ou é vocal, ou é mental: a vocal é a que se faz com a palavra, e a mental é a que se faz com o entendimento, e vontade; a qual oração mental se divide em meditação e contemplação" (Meditações para todos os dias da semana, pelo exercício das três potências da alma, conforme ensina St. Inácio, pelo padre Alexandre de Gusmão, ano de 1689)

Santo Terço


Olá pessoal, a paz de Jesus e o amor de Maria a todos!

Abaixo segue uns arquivos de áudio em mp3 que gravei quando estava rezando o terço. Eles são caseiros e portanto não esperem nada profissional, mas creio que possa ajudar a quem queira rezar o santo terço e ainda não saiba.

Caso vocês encontrem algum erro nesta forma de rezar, peço que por favor me corrijam.

Mistérios Gozosos

Mistérios Gozosos

Mistérios Dolorosos

Mistérios Dolorosos

Mistérios Gloriosos

Mistérios Gloriosos

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Corpus Christi


Quando o Papa Urbano IV (1261 – 1264) estabeleceu pela primeira vez a Festa de Corpus Christi, ele pediu a Santo Tomás de Aquino (1225-1274) que compusesse seus hinos. Este é um dos cinco belos hinos que Santo Tomás compôs em honra a Jesus no Santíssimo Sacramento. Além de ‘Lauda Sion’, Santo Tomás redigiu ‘Adoro Te Devote’, ‘Pange Lingua’, ‘Sacris Sollemnis’ e ‘Verbum Supernum’. ‘Lauda Sion’ é a sequência antes do Evangelho no Corpus Christi. Os últimos dois versos incluem o conhecido ‘Bone pastor, panis vere’.

 

LAUDA Sion Salvatorem,
lauda ducem et pastorem,
in hymnis et canticis.
Quantum potes, tantum aude:
quia maior omni laude,
nec laudare sufficis.

Louva, Sião, o Salvador,
o teu pastor e o teu guia,
com hinos e com cantares.
Louva-O o mais que puderes:
supera todo o louvor,
nem bastante O louvarás!

Laudis thema specialis,
panis vivus et vitalis
hodie proponitur.
Quem in sacrae mensa cenae,
turbae fratrum duodenae
datum non ambigitur.

Não há mais sublime assunto,
que nos possa ser proposto:
o pão vivo que dá a vida!
O mesmo que já foi dado,
ao grupo dos doze Apóstolos,
quando da última Ceia!

Sit laus plena, sit sonora,
sit iucunda, sit decora
mentis iubilatio.
Dies enim solemnis agitur,
in qua mensae prima recolitur
huius institutio.

Seja perfeito e sonoro
este louvor e alegria
que brota das nossas almas:
Porque é solene este dia
que nos lembra a instituição
deste banquete divino!

In hac mensa novi Regis,
novum Pascha novae legis,
phase vetus terminat.
Vetustatem novitas,
umbram fugat veritas,
noctem lux eliminat.

Nesta mesa de um Rei novo,
a Páscoa da Nova Lei
fez findar a Páscoa antiga,
Suplantando os velhos ritos:
Dissipa a verdade as sombras como a luz dissipa a noite!

Quod in coena Christus gessit,
faciendum hoc expressit
in sui memoriam.
Docti sacris institutis,
panem, vinum in salutis
consecramus hostiam.

O que Cristo fez na Ceia,
ordenou que se fizesse
em memória de Si mesmo:
Com tão divinas lições,
realiza o sacrifício,
consagrando o pão e o vinho.

Dogma datur christianis,
quod in carnem transit panis,
et vinum in sanguinem.
Quod non capis, quod non vides,
animosa firmat fides,
praeter rerum ordinem.

É um dogma p’ra os cristãos:
Converte-se o pão em Carne,
e o vinho passa a ser Sangue!
Não se vê nem compreende;
mas a fé viva garante-o
p’ra além das leis naturais!

Sub diversis speciebus,
signis tantum, et non rebus,
latent res eximiae.
Caro cibus, sanguis potus:
manet tamen Christus totus
sub utraque specie.

Sob aparências diversas,
simples sinais e não coisas,
grandes mistérios se ocultam!
Carne é o pão e vinho é o Sangue;
mas sob as duas espécies
palpita Jesus inteiro!

A sumente non concisus,
non confractus, non divisus:
integer accipitur.
Sumit unus, sumunt mille:
quantum isti, tantum ille:
nec sumptus consumitur.

Não se parte nem divide
por aqueles que O recebem:
É tomado tal qual é!
Quer sejam mil, quer um só,
todos recebem o mesmo,
sem por isso O consumir!

Sumunt boni, sumunt mali:
sorte tamen inaequali,
vitae vel interitus.
Mors est malis, vita bonis:
vide paris sumptionis
quam sit dispar exitus.

Recebem-No os bons e os maus,
mas com efeitos diversos:
para a vida ou para a morte!
Morte aos maus e vida aos bons:
Quão diversos os efeitos
do mesmíssimo alimento!

Fracto demum sacramento,
ne vacilles, sed memento
tantum esse sub fragmento,
quantum toto tegitur.
Nulla rei fit scissura:
signi tantum fit fractura,
qua nec status, nec statura
signati minuitur.

Quando a hóstia é dividida,
não vacile a tua fé,
pois sob cada fragmento
está tanto como o todo!
Não se corta a coisa em si,
mas a aparência do pão,
sem que em nada se lhe altere,
ou o estado, ou a estatura!

Ecce Panis Angelorum,
factus cibus viatorum:
vere panis filiorum,
non mittendus canibus.
In figuris praesignatur,
cum Isaac immolatur,
agnus Paschae deputatur,
datur manna patribus.

Eis aqui o pão dos anjos,
dado em viático aos homens;
verdadeiro pão dos filhos,
nunca jamais para os cães!
Foi já predito em figuras:
Na imolação de Isaac,
e o Cordeiro pascal;
e no maná do deserto…

Bone pastor, panis vere,
Iesu, nostri miserere:
Tu nos pasce, nos tuere,
Tu nos bona fac videre
in terra viventium.
Tu qui cuncta scis et vales,
qui nos pascis hic mortales:
tuos ibi commensales,
coheredes et sodales
fac sanctorum civium.
Amen. Alleluia.

Ó bom Pastor, pão autêntico!
Ó Jesus, que olhais por nós!
Alimentai-nos! Valei-nos!
Dai-nos ver o bem supremo,
na Terra dos que já vivem!
Tudo sabeis e podeis,
Vós que nos alimentais:
Fazei-nos vossos convivas,
herdeiros e companheiros,
na pátria de vossos santos!
Amen. Alleluia

Ladainha para obter a Humildade


Ó Jesus, manso  e humilde de coração R. tende piedade de nós
Do desejo de ser estimado R. livrai-me, ó Jesus
Do desejo de ser mado R. livrai-me, ó Jesus
Do desejo de ser honrado R. livrai-me, ó Jesus
Do desejo de ser louvado, de ser preferido aos outros R. livrai-me, ó Jesus
Do desejo de ser consultado R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser humilhado R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser desprezado R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser recusado R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser difamado R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser esquecido R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser ridicularizado R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser tratado injustamente R. livrai-me, ó Jesus
Do temor de ser julgado suspeito R. livrai-me, ó Jesus
   
Que os outros sejam mais amados do que eu, ó Jesus R. concede-me a graça desse santo desejo
Que os outros cresçam, na estima do mundo e que eu diminua, ó Jesus R. concede-me a graça desse santo desejo
Que aos outros se dê mais confiança no trabalho e que eu seja deixado de lado, ó Jesus R. concede-me a graça desse santo desejo
Que os outros sejam preferidos a mim em tudo, ó Jesus R. concede-me a graça desse santo desejo
Que os outros se tornem mais santos do que eu, contanto que eu também me torne tão santo como puder, ó Jesus R. concede-me a graça desse santo desejo
 
Amém.  

Oração para antes das refeições


Oração para antes das refeições

O Senhor nos ensina que nem só de pão vive o homem, mas de toda Palavra que procede da boca de Deus! 

Oremos: Senhor nosso Deus, damo-vos graças por este alimento sobre nossa mesa, louvamo-Vos pela Vossa Providência, e Vos pedimos que ele venha nos fortalecer em nossa missão, para que sejamos perfeitos instrumentos na mão do Vosso Espírito, trabalhando com a fé a esperança e o amor de Maria, para que todos tenham o alimento necessário para alma e para o corpo, amém!

 São José, providenciai!

 Após a refeição: Bendigamos ao Senhor, demos graças a Deus!

 

PSL Cedro

Deus acima de tudo e Cedro para todos!

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