Conflito de interesse ideológico


Por Raphael Câmara Medeiros Parente, retirado de Gazeta do Povo.

No momento polarizado ideologicamente em que o mundo se encontra, não é de causar espanto que isso também se reflita no mundo científico. As pessoas tendem a se preocupar somente com situações que envolvam aspectos econômicos, tais como: financiamentos de laboratórios ou trabalho para algum ente interessado. Mas existem outros importantes aspectos que também podem influenciar, dentre esses, o ideológico.

Conflito de interesse, de acordo com a definição clássica de Thompson, é um conjunto de condições nas quais o julgamento de um profissional a respeito de um interesse primário tende a ser influenciado indevidamente por um interesse secundário. Dependendo da área temática, talvez esse seja um problema maior do que o conflito econômico. Esta questão é aflorada em pesquisas que chamam interesse da mídia, tais como: agrotóxicos (como imaginar alimentar sete bilhões de pessoas sem eles?), mudanças climáticas, violência (estudos que relatam um suposto genocídio de pretos jovens e pobres sem nem sequer citarem que o mesmo estrato também é o que mais comete crimes violentos), dentre muitos outros.

Seria inimaginável uma revista científica conceituada aceitar para publicação um estudo que não mostre os motivos óbvios para estes achados, salvo haja um “afrouxamento” no rigor da submissão pelo conflito ideológico favorável de revisores e editores. Por outro lado, é muito mais difícil ter aceito um trabalho se ele for contra o viés ideológico dos editores por melhor que seja o trabalho. Como sou médico ginecologista-obstetra, conheço bastante os problemas ideológicos envolvidos em pesquisas relacionadas ao aborto e à via de parto.

É notória uma dominância de pensamento de esquerda e progressista nas universidades públicas brasileiras. E estou absolutamente convicto de que este pensamento muitas vezes afeta todas as etapas das pesquisas que envolvam estes temas. E é importante que encontremos formas de mitigar este problema.

É muito difícil ter aceito um trabalho se ele for contra o viés ideológico dos editores por melhor que seja o trabalho

Participei recentemente da audiência pública mais concorrida da história do STF que versou sobre a liberação do aborto numa proporção aproximada de dois expositores favoráveis à liberação para um contrário. Em mínimos 20 minutos, consegui mostrar diversas mentiras usadas pelos defensores da liberação do aborto que estão disponíveis em diversos vídeos com minha apresentação no STF que viralizaram, além de fraquezas gigantescas de estudos brasileiros sobre o tema que não são mostradas.

É fundamental que, doravante, haja um escrutínio com lupa destes estudos e das verbas públicas que os financiaram. Estudos esses que norteiam impressionantemente a discussão sobre aborto no Brasil. Eu me coloquei à disposição para ajudar. Chama extrema atenção como os estudos publicados em revistas científicas brasileiras que embasam e regem a discussão sobre o aborto são sofríveis do ponto de vista metodológico e, com resultados, ao meu ver, muitas das vezes, absolutamente descartáveis. Esta mesma situação ocorre em estudos relacionados à via de parto que quase que, invariavelmente, concluem que a culpa por tantas cesarianas é dos obstetras, colocando-nos como vilões e ignorando as outras dezenas de variáveis que impactam este desfecho, sendo a principal a saúde pública brasileira sofrível em todos os níveis.

O que causa mais preocupação e deveria chamar a atenção da mídia e da sociedade é que estas pesquisas custam milhares e, frequentemente, milhões de reais dos nossos cofres públicos e para nada servem seus resultados que não seja o de obnubilar nossa visão para uma real solução dos problemas. No caso do aborto, podemos citar os números completamente inventados que surgiram de publicações científicas e inundaram as matérias jornalísticas e, temos como exemplos, o número inventado de 11.000 mortes maternas por aborto ao ano e de 1,1 milhão de abortos clandestinos anuais que foram divulgados por uma revista de circulação nacional hebdomadária em editorial recente de junho de 2018 escrito por renomado professor de urologia, quando os dados oficiais mostram menos de 70 mortes anuais causadas por qualquer tipo de aborto e cerca de 100 a 200 mil abortos de qualquer espécie (legal, ilegal e natural) por ano.

Em questões de via de parto, os grupos que mais publicam no Brasil sobre o tema geralmente concluem que a taxa aumentada de cesarianas é uma das maiores causas da mortalidade materna vergonhosa do Brasil culpando os obstetras por isso. Em texto recente n’O Globo, mostrei baseado em dados oficiais que a mortalidade materna galopante na cidade do Rio de Janeiro estava correlacionada com a falta de obstetras e associada até a uma diminuição de cesarianas.

Como de nada serve detectar o problema sem sugerir soluções, proponho o início de um debate em que todos os aspectos relacionados ao problema sejam revisados. A responsabilidade de lidar com os conflitos de interesses na publicação científica é dividida entre autores, revisores, editores e leitores. Além disso, quem participa da elaboração de editais, liberação de verbas para pesquisa e gestores também devem estar atentos. Proponho que as pesquisas sejam categorizadas por possibilidade de conflito ideológico. Caso sejam passíveis, diversos passos devem ser seguidos. Não há de se imaginar que a caracterização da morfologia da orelha de um morcego seja sujeita a este problema. Portanto, foquemos naqueles que são suscetíveis.

Os editais para liberação de verbas para projetos devem exigir que, em pesquisas sensíveis a este problema, seja necessária a participação de pesquisadores de diferentes matizes ideológicas na mesma pesquisa ou liberação para grupos de pensamentos dissonantes. Há pesquisas sobre via de parto com todos os diversos pesquisadores tendo exatamente a mesma visão de mundo, a chamada “bolha” em nossos tempos maniqueístas. O que se nota é que, muitas das vezes, os grupos vencedores dos editais são sempre os mesmos e isso desestimula surgimento de novos grupos de pesquisa que em muito poderiam enriquecer o debate.

Necessário também que os estudos não sejam enviados para periódicos da mesma instituição de origem dos pesquisadores para que haja uma avaliação criteriosa de possíveis problemas metodológicos. Por mais que seja sério o processo de submissão, há uma possibilidade de conflito. Fundamental que haja, assim como existe no conflito econômico, a obrigatoriedade de o pesquisador declarar seu “lado”. Exemplo, em pesquisas sobre o aborto, deve estar clara sua posição contrária ou favorável à liberação e se recebe dinheiro de alguma instituição defensora ou contrária à liberação. O mesmo deve ocorrer na avaliação dos artigos para publicação, devendo ser ele avaliado por editores e revisores de ideologias diferentes para evitar o aceite de um artigo sem merecimento e a rejeição de um ótimo estudo, mas com o “pecado” de não ser do agrado do pensamento de editores e revisores. Todos sabemos que isso existe. É hora de resolver!

Sem ser minha intenção esgotar este tema em poucas linhas, clamo pelo início deste debate. Em muito poderá acrescentar para a melhora da qualidade de nossas pesquisas e publicações e para um melhor gasto de nosso já parco financiamento.

Raphael Câmara Medeiros Parente, especialista em Gestão em Saúde, mestre em Saúde Pública e doutor em Ginecologia, é médico ginecologista da UFRJ.

Justiça


Mais uma vez a Bíblia se revela como fonte de Palavras fiéis e verdadeiras.

Há duas injustiças que o SENHOR abomina: que o inocente seja condenado e que o culpado seja colocado em plena liberdade como justo. Provérbios 17;15

QUANDO EU VI O LULA…EU DISSE A DEUS…

Quando eu vi o Lula apoiar o Aborto de inocentes, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula levantar a Bandeira LGBT e apoiar Casamento Gay, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula apoiar a Marcha da Maconha e a liberação das drogas, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula ameaçar prender Pastores e Padres por não aceitar as práticas homoativistas, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula liberar 300 milhões para “paradas gays”, enquanto dizia não ter recurso para saúde, segurança e educação, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula vingativamente prejudicar policiais e beneficiar bandidos, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula apoiar o avanço dos Muçulmanos anti-cristãos no Brasil, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula apoiar a Ditadura genocida na Venezuela, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula ir a Israel e se negar a honrar à memória dos judeus do Holocausto mas, colocou flores para os palestinos terroristas, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula abraçar o Presidente do Irã Armadinejah, inimigo declarado de Israel, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula acabar com o Brasil com o Comunismo, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula se comparar a Jesus, eu disse a Deus: “APRESSA tua Justiça, Senhor!”.

E hoje, quando vi Lula preso na Polícia Federal, meus olhos se encheram de lágrimas e lembrei do que disse Jesus em Mateus 5 “Bem-aventurados os que tem fome e sede de Justiça, porque eles serão fartos”. E assim eu disse:

“Obrigado Senhor, por tua Justiça, reto Juiz dos Juízes.”

Engana-se quem acha que a Lava-jato começou em Curitiba. A Lava-jato começou no Céu de Justiça Plena!

Ricardo Ribeiro

Jornalista Cristão da AJESP – Associação de Jornalistas do Estado de São Paulo

Na calada da noite a Comissão de Direitos Humanos do Senado aprova duas sugestões legislativas nada democráticas


Então é Natal… E o que você fez… O ano termina… E nasce outra vez…

Enquanto você cantarolava estas musiquinhas de fim-de-ano a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado aprovava, na surdina, duas sugestões legislativas nada democráticas. Uma que permite a plantação de maconha e outra que torna crime o ainda mal definido termo “homofobia”.

Descriminalização do cultivo de maconha

Esta ideia teve o apoio de nada mais, nada menos, de 28.198 assinantes mas como sugestão legislativa que virou,  já consta atualmente com pelo menos 126.366 apoiadores contra apenas 13.892 discordantes.

A malfadada sugestão teve parecer negativo pelo senador Sérgio Petecão (PSD-AC) e contou inclusive com uma moção de repúdio da Câmara Municipal de Conceição dos Ouros, de Minas Gerais. Mas não teve jeito. A senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), a frente de tudo quanto não presta, ingressou com voto em separado pela aprovação da sugestão. Infelizmente foi acompanhada e saiu vitoriosa, sendo o parecer do sen. Sérgio Petecão rejeitado.

Crime de Homofobia

Esta ideia foi apoiada por 49.227 pessoas e como sugestão legislativa conta com apoio de 2.681 votantes contra 1.095 discordantes.

Para o cara que teve esta ideia, já não basta haver no nosso Código Penal a punição para todo e qualquer tipo de agressão a qualquer pessoa. Não, para ele o fato da pessoal sentir prazer na fricção anal lhe faz uma pessoal especial a ponto de ter crimes cometidos contra ele uma categoria especial de punição. Esta sugestão absurda cria uma casta especial de pessoas.

É óbvio que somos contra qualquer tipo de agressão praticada contra qualquer pessoa, independente de sexo, cor, religião. Mas havendo esta agressão a pessoa deve ser punida por ter agredido uma… PESSOA!

Esta sugestão teve o parecer da senadora Regina Sousa (PT-PI) aprovado e segue seu trâmite para as outras Comissões do senado.

Política: de uma tacada só, senadora de extrema-esquerda e presidente do PT investigada pela PF rejeita duas sugestões legislativas do povo brasileiro.


A senadora de extrema-esquerda investigada pela Polícia Federal, ré na Lava-Jato e atual presidente do Partido dos Trabalhadores, a senadora Gleisi Hoffman, foi designada como relatora de duas Sugestões Legislativas no mínimo polêmicas.

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A primeira é a SUG0007/2017 que torna a falsa acusação de estupro crime hediondo e inafiançável. Apesar de no seu relatório a senadora reconhecer que crime hediondo é uma “conduta delituosa revestida de excepcional gravidade” e que quem o pratica “revela amplo desprezo pela vítima e mostra-se insensível ao sofrimento físico ou moral a que a submete“, ignorando os que sofrem nos presídios aqueles que são acusados de estupro, falsamente ou não, a senadora arremata que lhe “parece excessivo (a falsa acusação de estrupro) qualificá-la como conduta hedionda, especialmente considerando que não envolve violência“, rejeitando, portanto, tal sugestão.

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A segunda é a SUG0011/2017 que anistia o deputado federal, pre-candidato à presidência da República, representante de maior destaque da direita e dos valores conservadores, como a ética, moral e honestidade na politica, e que já figura em alguns estados como o primeiro em intenções de votos, Jair Messias Bolsonaro (desbancando inclusive o presidente de honra do partido da senadora em questão, o Lula que também é réu em pelo menos cinco processos – e, recentemente também no mensalão). O deputado Jair Bolsonaro sofre ação no STF por ter cometido o suposto “crime” de afirmar que uma mulher não merece ser estuprada ao ser acusado primeiro por esta mesma mulher de ser um estuprador. A mulher em questão é a colega de partido da senadora, a conhecida defensora de “direitos humanos” de estupradores, Maria do Rosário. Como era de se esperar, a senadora também rejeitou esta sugestão do povo brasileiro.

Agora as duas sugestões devem entrar em pauta na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa para terem seus respectivos pareceres apreciados pelos senadores que a compõem.

Começou: terroristas no Brasil!

Rede Vida o canal da… Família?

Romaria da Terra: a romaria parasita.


No dia 02 de agosto próximo realizar-se-á a 17ª Romaria da Terra (e 1ª Romaria das Águas do Ceará) na Diocese de Tianguá, em Viçosa do Ceará, no Noroeste Cearense (mais precisamente na região da Ibiapaba). A mesma é realizada pela Comissão Pastoral da Terra, CPT, do Ceará.

RT

Num folheto contendo um “tríduo preparatório” para a tal romaria podemos encontrar o ritmo que ela terá, tal como uma ridícula oração que dirige-se a Deus por “Pai e Mãe” e compara de forma descabida o êxodo vivido pelo povo hebreu com a luta de classes socialista que a CPT quer implantar no Brasil. Como sempre o agronegócio está entre os grandes inimigos, ou segundo eles “dragões perseguidores”, mesmo sendo este o setor responsável por produzir boa parte do alimento que temos em nossa mesa e estar sempre alavancando a balança comercial do nosso País para cima. Ainda nesta mesma oração encontro um trecho perturbador que precede o sincrético “amém! axé! awere! aleluia!”:

“Que aos pés de Nossa Senhora da Assunção, sob a proteção da Senhora Santana, de São José e pelo sangue dos Mártires da terra, sejamos animados na esperança e alegria, para prática do evangelho da justiça e da boa nova da primavera eclesial que se anuncia agora e possa permanecer para sempre.”

RT_Oração

Quem seriam esses “mártires da terra”? Os criminosos invasores da propriedade alheia que pecam contra o quinto, o sétimo e o décimo mandamento? Mas o que me perturba mesmo é a tal “primavera eclesial”. O que seria tal “primavera”? Acredito saber o que venha a ser. E se tal “primavera” é considerada “boa nova” por setores que, como a CPT, promovem a luta de classes, o comunismo e o socialismo, o aborto, o “casamento” homossexual, e toda atrocidade desde que seja contrária a Doutrina Católica, esta tal “primavera” com certeza não é tão “boa nova” assim. Pelo menos para os católicos.

O povo nordestino é característico por ser pacato e valente, devoto e obediente. São estas as virtudes que forjaram e forjam os seguidores de Antonio Conselheiro, de Frei Damião, de Padre Cícero e de outros homens santos que pisaram nesta terra. Ouso citar o desconhecido Monsenhor Costa de minha querida Cedro. A devoção dessa gente, da qual faço parte, é responsável pelo erguer de cidades como Canindé, Crato e Juazeiro do Norte, onde movimentam milhares, talvez milhões, de pessoas em romarias. Pessoas comuns, simples, humildes, devotas, crentes, sem tantos conhecimentos teológicos mas que reconhecem o Extraordinário quando O vêem. O que a CPT faz com a Romaria das Terras é aproveitar-se destas virtudes do povo nordestino, da sua devoção, para infiltrar todo o veneno marxista da luta de classes e outros males do comunismo nesta população e arrebanhar multidões para os seus erros. Ela se aproveita de todo um aparato burocrático eclesial das Dioceses, já há muito aparelhadas também, para promover uma falsa romaria. Uma romaria não pela devoção a um santo, mas em adoração, idolátrica mesmo, à terra – que em sua oração recebe o nome de “mãe terra”. Apoiada por uma tal FASTENOPFER, aparente instituição católica da Suíça (a mesma Suíça dos encontros secretos) e pela Coordenadoria Ecumênica de Serviço – CESE (uma organização ecumênica que tem o selo Boff de aprovação – por aí já se dá para ter noção do que é)  a CPT é como um parasita que se apossa do hospedeiro e corrói tudo aquilo que ele têm de bom, manchando-o e deixando pra trás apenas suas fezes. É isto que a Romaria da Terra é: uma romaria parasita.

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