Em carta circular, bispo de Iguatu, CE, proíbe Missas e eventos de “cura e libertação”, orações em línguas e “repouso” no Espírito.


Deus seja louvado por esta corajosa decisão!

Fratres in Unum.com

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Padre Marcelo Rossi: “Estamos voltando à Idade Média, o período mais terrível e negro da igreja”


O padre Marcelo Rossi quase nunca fala algo que se aproveite, mas quando fala alguma coisa que preste sempre vem acompanhado de algo pra melar o que disse. Acabo de ler aqui algumas declarações suas sobre a malfadada tentativa da CNBB (ou CNB do B como diria alguns 🙂 ) de revitalizar as moribundas CEB’s. Ao se referir sobre a participação de clérigos na disputa de cargos políticos solta a pérola que intitula este post.

Acho que o padre entende muito de como engordar, emagrecer, educação física, etc. e tal. Mas de História da Igreja anda muito desinformado e “fora de forma”. Acho que ele precisa de uma bela aula de introdução à Idade Média além da leitura de alguns livros sobre o assunto que não sejam seus “Ágape e agapinho” e verificar que a Idade Média não é isso que ele pinta ou lhe pintaram. Haveria muito mais o que falar sobre a Idade Média, aqui, aqui e aqui. Deixo estes poucos exemplos nestes link’s ao leitor para que se deliciem e talvez possa aparecer um discípulo do padre dos “animaizinhos subiram de dois-em-dois” e possa repassar para ele.

Abaixo a tal notícia:

Sacerdote católico mais famoso do país, o padre Marcelo Rossi, 45 anos, se mostrou contra o incentivo às Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e à candidatura de representantes religiosos a cargos políticos. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, padre Marcelo declarou que as CEBs – que tiveram seu auge nos anos 1980 combinando princípios cristãos a uma visão social de esquerda – apresentam o risco de estimular a “tentação à política”.

Segundo a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a igreja quer incentivar as CBEs para recuperar espaço em áreas pobres. “Nas CEBs, acaba se tornando mais política do que social. É mais perigoso a pessoa ter a tentação à política na CEB”, disse o religioso.

Sobre o uso da igreja como plataforma política, o padre fez uma crítica ao que os evangélicos começaram a fazer com a candidatura de pastores. “A Igreja Católica é apartidária, pelo menos deve ser. Os evangélicos, às vezes, determinam em quem votar. Estamos voltando à Idade Média, o período mais terrível e negro da igreja”, disse.

Marcelo Rossi  também se posicionou contra a presença do pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDH) da Câmara. “Ele nem deveria estar lá, na minha opinião. A partir do momento em que se diz um pastor, não dá para ser ao mesmo tempo um líder político. Acho importante ter uma bancada católica, como existe a evangélica. Mas não acho correto padre, bispo, pastor se candidatarem, porque aí estou transformando um púlpito num palanque”, falou.

RCC: a guardiã dos carismas


“temos que ser os guardiões da chama para que ela permaneça sempre acesa”

RCC: a guardiã do castelo de grayskull

Ela tem o poder!

Não, não é a Santa Igreja Católica que recebeu do próprio Nosso Senhor Jesus Cristo o Espírito Santo Paráclito (Jo14, 26).

Não, não é o Santo Padre, sucessor de São Pedro a quem Nosso Senhor Jesus Cristo confiou as chaves da Igreja (Mt16, 19).

Não, não é nem um cardeal ou bispo, Sucessor dos Apóstolos de Nosso Senhor Jesus Cristo (At1, 24-26).

É a velha pretensão da renovação carismática pseudocatólica de ser a guardiã e depositária dos carismas do Santo Espírito. Dela, da RCC, é que depende a permanência acessa da existência dos carismas. E sabe como eles chegaram a esta conclusão? Ora, através de algumas “moções proféticas reveladas pelo Senhor durante a última reunião do Conselho Nacional”. Isso mesmo senhores. Eles têm lá as “visage” deles, como se diz aqui no nordeste, e atribuem este negócio ao Senhor Jesus! Colocam palavras na boca de Nosso Senhor Jesus Cristo! Já não bastassem os grunhidos que se sabe lá quem põe na boquinha deles, pois o Espírito Santo com certeza não é, agora querem que Nosso Senhor Jesus Cristo reze na cartilhinha deles! “Foi o Senhor que disse”, “foi o Senhor que falou”, “o Senhor mandou fazer assim”, “o Senhor mandou fazer assado”… Essa é de lascar! Eu disse que “agora” querem fazer assim, apenas por força de expressão, mas é evidente que esta é uma prática velha da tal renovadora dos carismas.

Eu não preciso de uma renovadora: Cristo já fez nova todas as coisas (Ap21, 5).

Eu não preciso de uma guardiã dos carismas: Nosso Senhor Jesus Cristo nos deu a Sua Igreja (Mt16, 19).

Eu não preciso de “moções proféticas reveladas pelo Senhor”: Deus se revelou ao homem por completo desde a morte do ultimo Apóstolo (e revelações particulares só com aprovação da Igreja).

De onde estou tirando esta notícia? Pois é, andei dando uma olhada neste negócio aqui: http://www.rccbrasil.org.br/espiritualidade-e-formacao/index.php/artigos/896-palavras-profeticas-para-a-renovacao-carismatica-catolica-do-brasil

Não sei se D. Alberto estava presente no momento destas pseudorevelações, mas é triste que não oriente estes pobres coitados de que esta prática da RCC já há muito foi desencorajada pela, quem diria!, própria CNBB.

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Carnaval com Cristo! Carnaval com Cristo?


Por Fábio Botto do portal: http://www.catolicismoromano.com.br

O que podemos dizer sobre o dito “Carnaval com Cristo”, onde muitos protestantes e carismáticos fazem questão de associar o nome Santo de Cristo com a festa pagã e profana que é o carnaval. É uma verdadeira blasfêmia e heresia, muitas paróquias católicas dedicarem seus ditos ministérios para danças e encenações.

O VERDADEIRO CATÓLICO, faz do carnaval, uma preparação para a Quaresma que deve ser realizada com muita oração, penitência e caridade.

O carnaval não é uma festa católica. Era uma festa pagã que os romanos realizavam em fevereiro, as februália.

Como os cristãos iam passar quarenta dias sem comer carne, o nome carnaval se entendeu como “carne vale”, isto é, os últimos dias em que se podia comer carne antes da Quaresma.

O Carnaval é uma festa profana (contrário ao respeito devido às coisas sagradas) mais antiga que se tem registro, provavelmente há mais de três mil anos. As suas raízes mais remotas encontram-se na Grécia Antiga, no culto a Dionísio, o deus da vinha, do êxtase, também conhecido como o deus do Baco, mais tarde celebrado em Roma, espalhando-se para os países de cultura neolatina. Ele (Dionísio), era representado como uma figura humana, só que de chifres, barbas, pés de bode e um olhar meio embriagado. Segundo o que verificamos na história, os primeiros seguidores do deus Dionísio foram as mulheres, isso há mais de três mil anos atrás, que viam nesses dias que lhe eram dedicados um momento para escapar da vigilância dos maridos, irmãos e pais, para poderem cair na folia, nas danças e gritos de júbilos. Os homens não demoraram a aderir as “procissões” das mulheres. A festança que se estendia por

Três dias, encerravam-se com uma bebedeira coletiva.

Nos primórdios do culto a Dionísio, as autoridades (a corte, os sacerdotes e os ricos) não gostavam nada daqueles festejos. Uma de suas razões é porque eram vítimas das sátiras.

Os festejos além de serem uma teatralização coletiva da inversão de tudo, serviam de um acerto de contas do povo com os seus governantes. O povo (pobre) vestia-se de rei, o libertino como guia religiosa, a prostituta local posava como donzela e homens reconhecidos como tal, vestiam-se de mulheres.

No século VI ªC, Pisístrato, o tirano de Atenas, oficializou homenagens a Dionísio. Construiu-lhe um templo (teatro Dionísio) na Acrópole, que está lá até hoje. Aí, começou a ter concursos de peças cômicas ou dramáticas para celebrá-lo no palco, iniciando assim em Atenas a política do amparo as artes cênicas pelo Estado. Nessa época, a subversão dos costumes, fazia com que as pessoas ficassem soltas pelos campos provocando “loucuras”. O povo caía na desordem e no deboche às autoridades, eles usavam essa festa da colheita dedicada ao deus Dionísio, como um subterfúgio para fazerem tudo aquilo que lhes eram prazeroso. Quando o carnaval foi trazido pelos portugueses para o Brasil no século XVII, o povo colonizado rapidamente aderiu como a maior festa popular brasileira, como um imperdível momento de inverter, ainda que simbolicamente, as dificuldades em que viviam pela ganância da Coroa. Todos os festejos giravam em torno do Rei Momo (deus pagão, que presidia os festejos carnavalescos em Roma).

A partir de 1935 começaram a sufocar essa festa popular, submetendo os desfiles populares a regulamentos, horários e trajetos a serem cumpridos a risca. Ë a ordem da desordem! Com isso houve uma troca da contestação divertida para a sensualidade exposta.

Quem diria Canção Nova!


Pois é… Missa Tridentina na Canção Nova. Quem diria? Eu, confesso, nunca diria. Mas aconteceu.

No entanto, elogiar a Canção Nova é como elogiar bandeirinha ou juiz de futebol antes do jogo acabar. É um perigo!

Mas tenho que correr o risco: parabéns Canção Nova!

Agora só falta que acabem os grunhidos que ninguém entende, as dancinhas e “espetáculos” nas outras Missas, os desmaios tresloucados atribuídos ao Santo Espírito, etc.

Resposta a um comentário sobre oração em linguas


Rodrigo diz:
27/01/2010 às 1:00 am

Prezado Moises,

Conforme respostas anteriores pudi perceber que há uma certa revolta em não aceitar o dom de Línguas, que de fato é o menor dos dons.
Em Atos dos Apóstolos 19,1-8, Paulo percebe que aquele povo tinha necessidade de ser batizado no Espírito Santo. Eram pessoas boas, queriam acertar, mas lhes faltava o Espírito Santo. Paulo explicou isso a eles, impôs-lhes as mãos e sobre eles desceu a terceira Pessoa da Trindade. Começaram, a partir daí, a falar em línguas e a profetizar.
Quando nos falta palavras de adoração, oração e louvor ao nosso Deus devemos pedir que o Espírito Santo venha em nosso auxílio para que ele possa orar em nós, para que possa falar por nós, tudo aquilo que que já não conseguimos expressar para Deus em palavras, com isso na oração em línguas é o Espírito Santo que vem em soccorro a nossa fraqueza, pois com certeza Ele sabe o que é bom para nós e para nossa família, Ele já conhece a nossa dor e nossas alegrias.

Está na hora de deixarmos os preconceitos e a indgnação de lado, pois o mundo precisa de um novo pentencostes, a todo momento.

Moises observei que você enfantizou um pouco a questão de entender e/ou interpretar o que se fala ao orar em línguas, em Rm 8,26
“O Espírito vem em auxílio à nossa fraqueza; porque não sabemos pedir, nem orar como convém, mas o Espírito mesmo intercede por nós com gemidos inefáveis”

Enfim, a oração em línguas é o cumprimento da palavra: “falarão novas línguas” (Mc 16,17b), que o próprio Senhor Jesus proferiu aos onze discípulos após ressuscitar.

Amado uma coisa é certa, podemos perceber que o dom de línguas é plenamente uma inspiração dada pelo Espírito Santo. É uma forma de chegarmos a Deus, pois para orarmos e louvarmos em línguas é preciso que estejamos abertos a ação do Espírito Santo.

Fique com a paz do Nosso Senhor Jesus Cristo e não se limite para ação do Espírito Santo em sua vida, e em todos os momentos de sua vida em que não terás forças ou até mesmo palavras para louvar e bendizer ao nosso Deus, experimente essas força do alto, pois QUANDO O ESPÍRITO SANTO DE DEUS AGE, ELE SURPREENDE.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo.

Moisés Gomes diz:
29/01/2010 às 12:28 pm

Prezado Rodrigo, a paz de Jesus e o amor de Maria.

Não, eu não me revolto com o verdadeiro falar em línguas, ocorrido em Pentecostes, onde todos os que estavam naquele acontecimento compreendiam o que os Apóstolos falavam.

Este dom caro Rodrigo é extraordinário, e não ordinário como o falso dom da RCC e que ninguém entende nada.

Rodrigo, para que o Espírito Santo interceda por nós junto a Deus não se faz necessário que Ele o faça em nosso ser, e grunhindo línguas ininteligíveis. Não. Deus se revela ao homem através de sua razão, e Deus não fere a nossa razão.

O que São Paulo diz na passagem citada (Rm8, 26) é que o Espírito Santo intercede junto ao Pai (pois Ele é o Nosso Advogado) por coisas que nem nós sabemos pedir, necessidades que nem nós sabemos que temos. Mas isto é um colóquio entre Duas Pessoas da Santíssima Trindade, não um punhado de gemidos ininteligíveis que nem Deus entende.
Ou seja, estes “gemidos inexprimíveis” (e não ininteligíveis) não são os “gemidos espremidos” (e ininteligíveis) praticados nas seitas neopentecostais, como na RCC, e sim um diálogo eterno e infinito entre o Espírito Santo e Deus Pai. Grunhidos ininteligíveis são sinais sim de possessão demoníaca (ou safadeza e fingimento mesmo) e não presença do Santo Espírito.

Recomendo-lhe a leitura destes post’s:
De: Bento XVI Para: os que oram em línguas ININTELIGÍVEIS
Enciclopédia Canção Nova x Bíblia: com quem ficar?
De: Papa S. Gregório/Para: RCC
Os Pais da Igreja também ensinam
Para a RCC: Falar em línguas hoje – é de Deus?

Frei Rojão: Mentes insanas em corpos sanos


Acima vai um dos meus mais lacônicos, porém mais importantes, posts ironizando uma das figuras cuja atitude é uma das mais deletérias jamais surgidas na Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo na Terra de Santa Cruz, o padre Fábio de Melo. Considero sua vida em muito diferente dos grandes santos dos tempos de outrora… e dos nossos, porque Jesus continua tendo muitos santos em sua Igreja. Não critico apenas seu ensinamento aguado, porque sua psicologia barata é tão rala que nem para levar ao Inferno serve. Eu me refiro ao ensinamento do exemplo mesmo, com uma vida de popstar que esconde o sacerdócio, canta músicas mundanas e em tons prenhes de luxúria e vaidade.

E como a má árvore não pode dar bons frutos, como crème de la crème Fábio de Melo admite que votou na abortista Dilma Rousseff. Com sacerdotes assim, para que a Igreja precisa de inimigos, não? Curioso é que em demagogia barata ele diz que colocaria todas as mulheres no poder. Hum… Até a idólatra rainha Jezabel, que quis degolar Elias? A golpista rainha Atalia de Judá que massacrou a casa de Davi? A princesa Salomé que pediu a cabeça de Batista? A falsa profetisa da igreja de Tiatira (Ap 2,20) ? Finalmente, a prostituta Babilônia, embrigada com a sangue dos cristãos?

Um aspecto que me escandaliza pessoalmente é justamente a aparência do Fabio de Melo. Aquela foto foi especialmente auspiciosa. O Tórax. Oh meu Jesus cujo peito foi maltratado pelos tormentos da Paixão, aquilo é tórax de um sacerdote? Aquilo foi cuidadosamente cultivado. Foi exercitado. Levou tempo. E tempo de um sacerdotes são almas salvas!

E cultivado para quê? Os peitorais desenvolvidos de Fabio de Melo são para amar melhor a Nosso Senhor Jesus Cristo? É para melhor acolher os pobres em seu seio? É para amamentar os órfãos? É para caber um coração inchado pelas dores da Paixão de Cristo?

Para que servem peitorais bem definidos na vida cristã? Para nada de bom, só servem para alimentar a vaidade masculina, mal que neste século até aos filhos de Adão atinge.

São Tomás de Aquino, obeso que era, deveria ter peitões bem brancos e caídos. São Jerônimo deveria ter peitos fundos, de tanto estar curvado sobre as Escrituras. São Francisco, que mal tinha outra roupa senão seu hábito surrado, tinha as chagas de Cristo impressas ao lado do peito. Santo Antão do Egito nem peitos deveria ter, magros de jejuns e vigílias que era. São Clemente teve um peito inchado de afogado, atirado ao mar que foi. São Lourenço teve o peito cozido. São Bento deveria ter cicatrizes horrendas em seus peitos, por haver se jogado nu num espinheiro, para espantar a tentação de uma lembrança de uma mulher… Eu me pergunto o que São Bento acharia de cantar num palco músicas mundanas e ter fãs jogadas aos pés. Bento se atirou aos espinheiros, Fábio se atira aos palcos.

Culto ao Corpo é uma porcaria. Para que gastar tempo e esforço com algo que virará comida dos vermes? Triste destino tem nosso corpo, ou será devorado pelas minhocas, ou vai ser incinerado feito lixo (alguém já se interessou para saber a fortuna de gás que se gasta num crematório? Nossos defuntos não são “carbono-zero”).

(Alias, academias de Ginástica pululam. E se chamam apenas “Academias”! Ora bolas, a Academia de Atenas era puxação de ferro? )

Manter a saúde é bom? É justo e nobre. Mas no devido limite. Ninguém quer estragar sua saúde assim como ninguém quer dirigir e estragar seu carro. O desejo de fugir da morte é universal

Porém o argumento da saúde é um belo esconderijo para a vaidade do culto ao corpo. Até hoje não se achou correlação nenhuma entre o que se chama de fitness e longevidade. Volta e meia, fugindo da curva normal da expectativa de vida, acha-se um centenário. Estes centenários ora fumam feito chaminés, ora vivem feito anacoretas. Não tem regra. É aleatório. Ninguém descobriu ainda quem controla o dado de Matusalém, que demorou muito, mas teve sua cova. É irônico que o salmo 89 continua atual após quinze séculos, poucos passam dos oitenta. Mais pessoas chegam aos setenta, mas parece que o velho relógio continua desligando na batida fatal do “Se comeres do fruto, morrerás”. E se morre mesmo! Não se achou quem tenha fugido a esta regra (salvo Henoc, Elias, e, de acordo com algumas leituras do Dogma da Assunção, a Virgem Maria. Mesmo assim três pessoas em bilhões e bilhões de homens estatisticamente não vale muito, não?)

É verdade que não cai um pardal sem que permita Deus. Mas admitamos, caem pardais velhos e despenados, caem pardais na flor da idade, caem pardaizinhos, caem até ovos com o ninho e tudo. Uma coisa é fato, os pardais cairão mais cedo ou mais tarde. E cairão também as águias e os urubus! Enfim, adianta se esforçar por manter algo que vai se acabar em algumas décadas, que é nosso corpo? A beleza então é mais fugidia, passaram os trinta e cinco e já era, nos tornamos caricaturas. E passando dos setenta e poucos, como diria a grande Emília, a Marquesa de Rabicó, viramos hipótese… Parodiando o salmo 48:

Morrem os personal trainers e os atletas igualmente

Morrem os gordos e também os sedentários

E deixam tudo o que possuem aos estranhos…

Pode-se gastar o que quiser nas Academias (não a de Atenas). Uma bala ou um acidente de carro matam hoje em dia quase tanto quanto um belo infarto. Um avião despencando do céu mata os saudáveis e doentes, não importa o colesterol, os triglicérides, a massa muscular, o índice de gordura corporal… Na trincheira da vida, não sobrevive o soldado mais bravo nem mais forte, mas aquele a quem a granada esporádica da fatalidade não chegou.

Deus deu nosso belo cérebro e nossa alma não para sermos fortes feito ursos, ou rápidos feito leopardos. É para sermos espertos feito homens. Tantos cuidam do corpo e esquecem a mente. Mentes insanas abundam em corpos sanos. E quantos mais esquecem da alma… e nada como um belo jejum ou uma bela disciplina no corpo rebelde para domar a alma também… E se para um leigo o culto ao corpo é perigoso, quanto mais a um sacerdote que deveria mais ainda ter obrigação de mortificar e domar sua carne…

Se te olho te leva a pecar, corte-o fora. Se seu corpo sarado te leva a pecar, engorde!

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