Há compatibilidade entre a Teologia da Libertação e o Pe. Cícero?


Esta frase sua pode esclarecer:

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Aos partidários da revolução…


 

Seja a Revolução Francesa, seja a Comunista e/ou Socialista. Há um velho sábio e com muitos seguidores aqui no meu Nordeste, tido por muitos como um revolucionário, que, no entanto, abomina a Revolução*. Ele apenas segue a Escritura que diz “Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra!” (Mt 5,5) e ainda “Tomai meu jugo sobre vós e recebei minha doutrina, porque eu sou manso e humilde de coração e achareis o repouso para as vossas almas”. (Mt 11,29)

Então você, seguidorzinho de meia-pataca do Leonardo Boff e congêneres, que vê no Padre Cícero a imagem de um revolucionário e o usa como bucha de canhão para infectar a Igreja com suas mentiras materialistas imundas, escolha: ou a já condenada Teologia da Libertação ou Padre Cícero. Os dois não se misturam. E pare de enganar o humilde povo de Deus!

 

*Sobre Revolução, aconselho esta leitura:

A Cidade do Homem contra a Cidade de Deus – As Revoluções da Modernidade

 

 

 

Primeiro de maio é dia de São José Operário


O TRABALHO DIGNIFICADO

Dom Fernando Arêas Rifan*

Dia 1º de maio celebramos a festa de São José operário, patrono e modelo dos trabalhadores. Esta festa foi instituída pelo Papa Pio XII, desejoso de ajudar os trabalhadores a santificar o seu dia, já mundialmente comemorado. De origem nobre da Casa de Davi, ganhando a vida como simples carpinteiro, São José harmoniza bem a união de classes que deve existir em uma sociedade cristã, onde predominam a justiça e a caridade.

O trabalho é obra de Deus. Deus, ao criar o homem, colocou-o no jardim do Éden para nele trabalhar. O trabalho existe, portanto, antes do pecado. Depois deste, passou a ter a conotação de penitência, pois adquiriu uma nota de dificuldade e o necessário esforço para desempenhá-lo: “Comerás o pão com o suor do teu rosto” (Gn 3,19).

Assim, o trabalho tem o aspecto natural necessário para o nosso sustento e o aspecto adicional de penitência, pois ele contraria nossa tendência, exacerbada pelo pecado, à preguiça e ao relaxamento. O trabalho é algo muito digno e nobre, seja ele qual for, desde que seja honesto e nos encaminhe para Deus, seu autor.

Um dos pontos salientes da Doutrina Social da Igreja é a superioridade do trabalho, pelo seu caráter pessoal, a todo e qualquer outro fator de produção, em particular sobre o capital, embora ambos sejam complementares e não antagônicos. De nada vale o capital sem o trabalho, nem o trabalho sem o capital. É inteiramente falso atribuir ou só ao capital ou só ao trabalho o produto do concurso de ambos, e é deveras injusto que um deles, negando a eficácia do outro, se arrogue a si todos os frutos (cf. Laborem exercens, Rerum novarum, Quadragesimo anno).

O trabalho é também expressão do amor.  “A expressão quotidiana deste amor na vida da Família de Nazaré é o trabalho. O texto evangélico especifica o tipo de trabalho mediante o qual José procurava garantir a sustentação da Família: o trabalho de carpinteiro… Aquele que era designado como o ‘filho do carpinteiro’, tinha aprendido o ofício de seu ‘pai’ adotivo. Se a Família de Nazaré, na ordem da salvação e da santidade, é exemplo e modelo para as famílias humanas, é-o analogamente também o trabalho de Jesus ao lado de José carpinteiro… O trabalho humano, em particular o trabalho manual, tem no Evangelho uma acentuação especial. Juntamente com a humanidade do Filho de Deus ele foi acolhido no mistério da Encarnação, como também foi redimido de maneira particular. Graças ao seu banco de trabalho, junto do qual exercitava o próprio ofício juntamente com Jesus, José aproximou o trabalho humano do mistério da Redenção… Trata-se, em última análise, da santificação da vida quotidiana, no que cada pessoa deve empenhar-se, segundo o próprio estado, e que pode ser proposta apontando para um modelo accessível a todos: São José é o modelo dos humildes, que o Cristianismo enaltece para grandes destinos; é a prova de que para serem bons e autênticos seguidores de Cristo não se necessitam grandes coisas, mas requerem-se somente virtudes comuns, humanas, simples e autênticas” (B. João Paulo II, Ex. Apost. Redemptoris Custos).

                                   *Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney

http://domfernandorifan.blogspot.com.br/

A eficácia do socialismo


 Um experimento socialista

Um professor de economia em uma universidade americana disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira.

Esta classe em particular havia insistido que o socialismo realmente funcionava: com um governo assistencialista intermediando a riqueza ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e justo.

O professor então disse, “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.” Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Todos receberão as mesmas notas, o que significa que em teoria ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “A”.

Após calculada a média da primeira prova todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Já aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”. Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”. As notas não voltaram a patamares mais altos mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala. Portanto, todos os alunos repetiram aquela disciplina… Para sua total surpresa.

O professor explicou: “o experimento socialista falhou porque quando a recompensa é grande o esforço pelo sucesso individual é grande. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros para dar aos que não batalharam por elas, então ninguém mais vai tentar ou querer fazer seu melhor. Tão simples quanto isso.”

1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade do mais rico;
2. Para cada um recebendo sem ter de trabalhar, há uma pessoa trabalhando sem receber;
3. O governo não consegue dar nada a ninguém sem que tenha tomado de outra pessoa;
4. Ao contrário do conhecimento, é impossível multiplicar a riqueza tentando dividi-la;
5. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

Texto adaptado por: Rodrigo Campanini Rubio

Frei Boff renega e abjura a Teologia da Libertação


O @freirojao tem que saber disso!

É isso mesmo minha gente que acabo de informar. O frei Boff renega a malfadada Teologia da Libertação.

Mas calma, não é o frei Leonardo Boff, e sim seu irmão frei Clodovis Boff, que com o primeiro foi um dos “fundadores” da Teologia da Libertação. Abaixo publico um texto de sua pena:

(…)
Que acontece então na prática teórica da Teologia da Libertação (TdL)? Acontece uma “inversão” de primado epistemológico. Não é mais Deus, mas o pobre, o primeiro princípio operativo da teologia. Mas, uma inversão dessas é um erro de prioridade; por outras, é um erro de princípio e, por isso, de perspectiva. E isso é grave, para não dizer fatal.

Que o pobre seja um princípio da teologia ou uma perspectiva (ótica ou enfoque), é possível, legítimo e mesmo oportuno. Mas apenas como princípio segundo, como prioridade relativa. Se assim é, a teologia que arranca daí, como é a TdL, só pode ser um “discurso de segunda ordem”, que supõe em sua base uma “teologia primeira”.

Contudo, não parece que a TdL tenha essa consciência, pois se pensa, para todos os efeitos, como uma teologia inteira à parte, substituindo ou dispensando a “teologia primeira” e fundindo ou, melhor, confundindo o nível “transcendental” com o “categorial”. Em sua prática teórica, continua a pôr o “pobre” como seu princípio, centro e fim. E ainda que não o faça com plena consciência e consentimento epistemológico, o resultado, na prática, é o mesmo, e isso, como dissemos, por causa da ambiguidade com que esta questão essencial é aí tratada.

Ora, quando o pobre adquire o estatuto de primum epistemológico, o que acontece com a fé e sua doutrina no nível da teologia e também da pastoral? Acontece a instrumentalização da fé em função do pobre. Cai-se no utilitarismo ou funcionalismo em relação à Palavra de Deus e à teologia em geral.

Que a fé seja útil, isso é certo, mas essa não é sua parte maior nem a mais importante. Uma fé usada principalmente de modo instrumental, sofre fatalmente uma capitis diminutio: é submetida a uma seleção e a uma interpretação de acordo com o que interessa à “ótica do pobre”. Sem dúvida, a fé preenche plenamente também esta ótica, mas também dela transborda por todos os lados, infinitamente.

Contra as críticas de que estaria usando “olheiras ideológicas”, a TdL apela para ideias como “margens de gratuidade” e “reserva escatológica” para afirmar seu respeito à transcendência da fé. Na verdade, a parte da transcendência é, nesta teologia, a parte menor e menos relevante, a “parte de leão” cabendo, como sempre, à “leitura libertadora” da fé.

O resultado inevitável é a redução da fé e, em especial, sua politização. Fala?se aqui também, criticamente, da transformação da fé em ideologia. Isso procede toda a vez que se dá à ideologia o sentido preciso que lhe dá o Magistério: o de uma fé que decai de seu nível transcendente para a imanência da política.

De onde eu tirei isso? Lá do Reinaldo Azevedo. Clique no link e lá você lerá também uma interessante entrevista do frei Boff, o católico 🙂 , sobre a renúncia de S.S. Bento XVI, bispo emérito de Roma.

Um congresso teológico sem Missa. Ou: Teologia da Libertação: viva e atuante no Brasil


Como podem notar a Teologia da Libertação continua viva e atuante na América Latina. Seria talvez seu último extrebucho? Acho que não. A notícia é do Vatican Insider, os negritos e a tradução são meus.

 

Por ANDRÉS BELTRAMO ÁLVAREZ – Vatican Insider | Tradução: §|Olhar Católico|§

A Teologia da Libertação marxista não está morta na América Latina. Apesar de suas teses e slogans terem evoluído, escondem os mesmos objetivos de sempre: demolir o “pensamento único romano” e propondo “outra igreja possível”. Seus expoentes mais polêmicos se reunirão de 7 a 11 de outubro no Brasil, com a desculpa de recordar o Concílio Vaticano II. Embora, na realidade, será uma oportunidade para afinar a agenda do “progressismo católico”.

Na Santa Sé se acenderam os alarmes, e não é para menos. O congresso Continental de Teologia, que será acolhido pelo Instituto Humanitas Unisinos da Companhia de Jesus, na cidade brasileira de São Leopoldo, também tem como objetivo celebrar o 40 º aniversário do livro “Teologia da Libertação. Perspectivas” de Gustavo Gutiérrez . Um texto que foi corrigido em muitas passagens a mando da Congregação para a Doutrina da Fé.

Entre os palestrantes estão Jon Sobrino e Leonardo Boff, sobre os quais se mantém vigentes as sanções eclesiásticas por difundirem doutrinas contrárias ao magistério da Igreja. Mas outros teólogos também de ortodoxia duvidosa como Andrés Torres Queiruga, que – em março ultimo – foi convocado pelos bispos espanhóis a esclarecer seu pensamento que, em vários aspectos, não pode ser considerado católico.

Embora os organizadores tenham se esforçado para sustentar que o congresso não procura provocar um “duelo teológico” com o Vaticano, na prática, será. Porque iniciar-se-á no mesmo dia da abertura em Roma do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização, durante o qual Bento XVI abrirá o Ano da Fá, em uma cerimônia pelo aniversário de 50 anos do Concílio.

Nestes termos a Unisinos vai fortalecer ainda mais seu caráter dissidente. Não apenas por uma questão de datas coincidentes, mas especialmente pelos temas em que as discussões vão girar nesses dias.

A Fundação Ameríndia, organismo convocante, incluiu no programa os temas mais defendidos pelos movimentos radicais da esquerda: desde a ideologia de gênero até os direitos humanos, da justiça à migração, desde a miscigenação até à “releitura libertadora da história latinoamericana”, da economia e ecologia aos sistemas políticos emergentes.

Apesar do número discreto de sacerdotes que assistirão aos trabalhos, não está agendada qualquer celebração religiosa. Não há Missa prevista , se quer no domingo. Tampouco foi considerada uma cerimônia ecumênica. Apenas se reservou meia hora para um “momento de espiritualidade” dedicado, cada dia, a uma situação diferente: a “entronização da Bíblia”, “o ecumênismo”, o “testemunho do martírio” e “os indígenas”.

O movimento teológico que vai dar vida ao Congresso Continental é discreto em seus números e atrevido em suas doutrinas. Nenhuma das quatro reuniões preparatórias para a conferência, realizadas em 2011 na Guatemala, México, Chile e Colômbia somou mais de 300 participantes. O resultado destas é um teste das idéias a serem impostas em São Leopoldo.

Por exemplo, na Guatemala o padre brasileiro Ermanno Alegri, coordenador da agência Adital, sustentou “a necessidade de elaborar uma agenda teológica para o futuro que nos levará a abrir-nos a um Deus vivo e livre, ao contrário da visão de um Deus preso em dogmas , ritos, normas morais e patriarcalismos” [Nota do §|Olhar|§: esse “deus” já existe: foi o que se rebelou e bradou “non serviam!”]. O jesuíta Sobrino disse: “fora dos pobres não há salvação” e “a Igreja traiu Jesus Cristo”.

Em suma: o encontro do Brasil será uma mistura de algumas idéias teológicas, pensamentos ecléticos vários e propostas culturais que são como uma manta de retalhos, com um forte matiz política. Tudo acolhido por uma instituição católica, dirigida por uma congregação religiosa cujo quarto voto é o de fidelidade ao Papa (os jesuítas).

Uma situação que preocupa a Cúria Romana. Como assim o confirmou Boff através de sua conta no Twitter em 14 de setembro: “Vejam a vontade persecutória do Vaticano: pressionam para queo Congresso sobre a Teol.da Lib.a se realizar em outubro no Sul não se realize. O Vaticano pensa que com os dois documentos(ruins)que escreveram sobre aTeol da Libertação a mataram e enterraram.Mas os oprimidos continuam. Enquanto houver um oprimido gritando vale se engajar por sua libertação,inspirados pelo Cristo Libertador.Só uma Igreja cínica se faz surda.”

Cúpula do PT acha religião perigosa


Sabe aquele petista que ganhou programa na Canção Nova, e depois foi retirado repentinamente do ar após pressões de vários católicos? Não sabe!? Veja aqui.

Pois é, ele afirmou que:

A religião não pode ir para o embate político, isso é muito ruim, muito perigoso. Não devemos instigar a disputa religiosa em processo eleitoral

 Curioso, não? Por que será que o PT tem tanto medo da religião? Seria porque seus valores e princípios batem de frente com a maioria dos valores religiosos da população?

E você cidadão, vai deixar o PT fazer com que sua religião seja perseguida, ofendida e escondida debaixo do seu “foro íntimo e pessoal“. Por que seria um “retrocesso democrático” falar de religião na opinião do ex-quase-apresentador da Canção Nova – a maior rede católica de televisão do país- hein?

FSSPX - Portugal

Tudo por amor a Jesus Cristo, Nosso Senhor.

Movimento Magistrados para a Justiça

"Uma visão conservadora de temas relacionados ao Direito"

O Legado d'O Andarilho

opiniões, considerações políticas e religiosas.

Roberta Acopiara's Blog

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Blog do Curso Técnico em Informática do IFCE - Campus Iguatu

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:.:Paródias da Professora Décia:.:

Paródias de uma professora cedrense!

Fratres in Unum.com

Ecce quam bonum et quam jucundum habitare fratres in unum.

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§|Olhar Católico|§

Um Olhar Católico sobre o mundo!

Pacientes na tribulação

Apologética católica

Grupo S. Domingos de Gusmão

Fiéis Católicos de Maringá

Missa Tridentina em Brasília

Santa Missa no Rito Romano Tradicional

Vida, dom de Deus

Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

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