Aborto: dados reais

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Gilberto Carvalho, suposto cristão, petista de coração, é contrariado por estudantes em Minas Gerais

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Curtas sobre o aborto: duas opiniões em dois jornais


Na Folha de São Paulo quem opina é Luiz E. Garcez Leme, professor da Faculdade de Medicina da USP: Para todos aqueles que têm interesse por ética de pesquisa e bioética, alguns temas são familiares. A questão do aborto é típica.

A favor do aborto (ou de seus sinônimos adocicados) esgrime-se com o pacote de argumentos dos direitos de autonomia da mulher, sem se conceder direitos ao embrião; da imaginada impessoalidade do embrião, sem explicar o que seriam então essas curiosas células que se desenvolvem e estruturam com um genoma distinto do da mãe; da conveniência social e de saúde pública. Continue lendo.

Na Gazeta do Povo de Paraná quem opina é Jônatas Dias Lima, repórter desta: Desde o fim de 2012 a Irlanda enfrenta pressões tremendas para legalizar o aborto. O lobby da descriminalização instrumentalizou o caso de Savita Halappanavar, uma dentista indiana que morreu devido, supostamente, a complicações na gestação. Enfatizo o “supostamente”, porque esse foi o mote das pressões abortistas que tomaram a hipótese como fato. Foi assim pelo menos até a semana passada, quando uma comissão médica, responsável por investigar as causas da morte de Savita, concluiu que o motivo era uma septicemia (infecção generalizada) agravada por erro médico. Continue lendo.

 

Boa leitura 😉

Bebês nascidos vivos depois de aborto chocam e são relatados por enfermeiras


PorSarah Curty | Correspondente do The Christian Post

Diversos abortos terminam em bebês que chegam a nascer mas são deixados à mercê à espera da morte. Em certos casos o próprio abortista mata a criança nascida e em algumas ocasiões eles recebem a oportunidade de serem cuidados.

  • feto
    A enfermeira Kathleen Malloy, de Jacksonville, na Flórida, contou ao Live Action News sua experiência em um hospital que praticava o aborto na cidade. Ela afirma que muitos bebês, mesmo após o processo de aborto, saem do ventre de suas mães ainda vivos e morrem em berços no hospital, sem nenhum cuidado.

Ela conta que uma noite, quando trabalhava no turno da madrugada, se deparou com uma recém-nascida em um berço fora do berçário. “Essa menina parecia que tinha sido mergulhada em uma bacia de água fervente. Nenhum médico, nenhuma enfermeira, nenhum parente para confortar essa criança queimada e machucada”, lembra Kathleen.

As queimaduras no corpo do bebê, lembra Kathleen, são efeitos de um tipo de aborto praticado na década de 1970, no qual o médico inseria uma solução salina no líquido amniótico da gestante. O bebê, já no sexto mês de gestação, ingere a solução, que queima seus pulmões, sua pele e força o trabalho de parto. A mãe entra em trabalho de parto e dá à luz a uma criança morta ou moribunda.

Joan S. Smith, outra enfermeira, conta que recebeu das mãos de uma médica um bebê de 22 semanas que ainda estava vivo. O bebê estava envolto em papel toalha e, sem saber o que fazer, Joan pediu ajuda a um médico. Ele disse a ela que ocupasse seu tempo com outra coisa enquanto esperava o bebê morrer.

“Eu estava lá, rodeada de tecnologia, e nada estava disponível para aquela criancinha (…) Aquilo ali era toda a vida que aquele bebê conheceria. Ele nunca saberia o que é um abraço de mãe. Ninguém nunca celebraria seu aniversário. Ele nunca teria um nome”, lembra Joan.

Segundo a escritora Linda Bird Francke, que escreveu o livro “Ambivalência do Aborto”, muitas mulheres se arrependem do aborto não só pelo que causa à mãe, mas, especialmente, pelo sofrimento que causa ao bebê.

Outra que deu seu depoimento foi Hannah Smith. Hannah conta que, quando descobriu que estava grávida, sua vida mudou de rumo. O namorado e a família viraram as costas para Hannah e ela decidiu abortar. Alguns anos mais tarde, Hannah se casou e escondeu o aborto do marido.

Ela afirma que leu em uma revista um depoimento sobre uma experiência de quase-morte na qual um homem se viu prestes a ser lançado no inferno. O motivo teria sido por ter escolhido amar e servir a si mesmo em vez dos que tinham sido colocados em sua vida por Deus.

Hannah lembra que a história a comoveu muito e viu que a responsabilidade pelo aborto de anos antes era toda dela. No entanto, ela acredita que seu filho que não teve a oportunidade de nascer está ao lado de Deus no céu.

Ela agora espera que um dia possa se unir ao filho, quando Deus “enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou” (Apocalipse 21:4).

Os médicos entrevistados pelo site acreditam que, quando um bebê consegue sobreviver, ainda que por pouco tempo, após o aborto, fica óbvio que é o assassinato de um ser humano. 

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Senador João Costa realiza pronunciamento contra o aborto e justifica motivos


Conexão Tocantins 18/04/2013 – O senador João Costa Ribeiro Filho (PPL-TO) realizou pronunciamento na tarde desta quinta-feira, 18, na tribuna do Senado, sobre a criminalização do aborto.

Atualmente, tramita no Senado Federal o Projeto de Lei nº 236, de 2012, conhecido como Anteprojeto do futuro Código Penal que, nos artigos 125 a 127, cria quatro formas de criminalização do aborto e, no artigo 128, sete formas de exclusão desse crime.

Frente às questões sociais inerentes ao tema e a responsabilidade do legislador, ao exigir exatidão conceitual e principiológica do texto do Projeto de Lei em estudo, o senador João Costa solicitou aos Professores Hélcio Maciel França Madeira, da Universidade de São Paulo, e Pierangelo Catalano, da Universidade de Roma La Sapienza, pareceressobre os direitos do nascituro à luz do sistema do Direito Romano atual e do ordenamento jurídico brasileiro.

“O aborto é a interrupção da gravidez com a morte do nascituro, assim considerado o ser humano que está por nascer e que aguarda seu nascimento no ventre materno. Essa interrupção pode ser feita de forma espontânea ou induzida, por meio do uso de medicamentos ou da realização de cirurgias. A gravidez  começa com a fecundação de um óvulo pelo espermatozoide e termina com o nascimento da criança. No aborto, o bem jurídico tutelado é a vida do ser humano em formação, e, quando for provocado por terceiro, a incolumidade pública. É uma agressão não só contra aquele que está por nascer, em todos os casos, mas também contra a gestante,  quando realizado sem o seu consentimento. Nesse ponto, a sociedade também é alvo dessa agressão, em face de seu dever em proteger a vida do ser humano em formação no útero materno”, considera João Costa. 

Em seu pronunciamento, o senador destacou que no sistema jurídico romano, o direito do nascituro à vida se construiu autonomamente – “não como questão religiosa, biológica, científica ou filosófica”.

“A vida daquele que está por nascer indica a existência de um ser humano em formação, e para o Direito, onde houver vida, exige-se, no mínimo, respeito, defesa e proteção. Por maior que seja a dependência afetiva, física ou nutricional que o nascituro tenha da gestante, de remédios ou de recursos decorrentes dos avanços tecnológicos, cabe ao jurista defender os direitos fundamentais dele, especialmente o direito à vida e à integridade física”, afirmou.

João Costa aponta que, após criterioso exame dos direitos do nascituro, os Professores Hélcio Madeira e Pierangelo Catalano foram unânimes ao consignar, em seus Pareceres, que a vida começa com a concepção, e o nascituro é titular de inúmeros direitos.

“O ordenamento jurídico brasileiro é explícito com relação a existência de vida e de direitos a partir da concepção: primeiro, o Código Civil, em seu art. 2º, que adotou a teoria concepcionista, deixando claros e a salvo não só esses direitos, como o momento em que eles têm origem; segundo, a Constituição Federal, no art. 5º, XXXVIII, ‘d’, que incluiu o aborto entre os crimes dolosos contra a vida; terceiro, o atual Código Penal e o próprio Projeto de Lei nº 236, de 2012, que incluíram o aborto entre os crimes praticados contra a pessoa, de maneira especial na subclasse dos crimes dolosos contra a vida , ao lado do homicídio, da indução, instigação ou auxílio ao suicídio, bem como do infanticídio”, considera o senador.

O pepelista ainda destacou durante seu discurso que “a toda evidência, ao definirem o crime de aborto, o Código Penal e o citado Projeto de Lei não se referiram ao aborto como um crime doloso” contra a morte ou contra um objeto ou coisa – “Ao contrário, admitiram, expressamente, que o aborto é um crime doloso contra a vida do nascituro, até porque caracteriza a prática de crime impossível matar alguém sem vida”, garante.

Os direitos do Nascituro

João Costa considera que no exame ao Anteprojeto do futuro Código Penal nota-se a consideração aos direitos do nascituro: 1) direito à vida e proibição do aborto (CF, art. 5º, caput, e art. 5º, inciso XXXVIII,‘d’); 2) outros direitos da personalidade, quando compatíveis com a condição de nascituro, como: direito à integridade física, à imagem e à honra; 3) direito à filiação e ao reconhecimento da paternidade (CC, arts.1596, 1597 e 1609); 4) direito à curatela (CC, art.1779); 5) direito à sucessão (CC, art. 1798); 6) direito à posse dos bens herdados (CPC, art. 878); 7) direito a receber a doação (CC, art. 542); 8) direito a alimentos; 9) direito de consumidor; 10) direitos tributários .

“Não há dúvida de que a vida é pressuposto dos demais direitos do nascituro. Logo, ao se subtrair dele a origem de seus direitos, retira-se-lhe, a um só tempo, os demais, seus frutos. Já ao se lhe assegurar o direito à vida, não se está garantindo apenas o direito dele, que está por nascer, mas também os direitos da família e os da república”, atesta João Costa e complementa, “O aborto é um crime contra a continuidade e a integridade de uma estirpe, pois ele não destrói, apenas, uma vida indefesa; toda uma geração é assassinada brutalmente (filhos, netos, bisnetos etc).  Por isso, só defendem o aborto aqueles que tiveram o direito de nascer”.

O senador também destacou que enquanto o art. 125 do citado Projeto de Lei faz referência ao aborto provocado pela gestante ou com seu consentimento, que comina com pena de seis meses a dois anos, o art. 126 descreve o aborto consensual provocado por terceiro, cuja pena de prisão é de seis meses a dois anos, e o art. 127 indica o aborto provocado por terceiro, sem o consentimento da gestante, tendo como pena a prisão de quatro a dez anos.

“Note-se que das quatro formas apresentadas, em apenas uma delas o aborto é feito sem o consentimento da gestante: a do art. 127; nas demais, ela consente ou provoca o aborto em si mesma. Se os art. 125 a 127 do Projeto de Lei nº 236 qualificam quatro condutas como criminosas, o art. 128, do mesmo Projeto de Lei, se encarrega de afastá-las com as respectivas causas de exclusão. Com o reconhecimento e a aplicação de uma das formas que exclui o aborto, a conduta antes considerada criminosa ou abortiva deixa de ser considerada crime. As excludentes do crime de aborto representam uma clara influência dos pandectistas”, afirmou da tribuna. 

Causas de Exclusão /Aborto / Crime

João Costa ainda relacionou hipóteses relacionadas às causas de exclusão desse crime. O art. 128 do Anteprojeto do novo Código Penal apresenta indica sete hipóteses que afastam da conduta tida como criminosa a característica de crime. São elas: I) se houver risco à vida ou II) à saúde da gestante; III) se a gravidez resultar da violação da dignidade sexual ou IV) de emprego não consentido de técnica de reprodução assistida; V) se comprovada a anencefalia, atestada por 2 médicos ou VI) quando o feto padecer de graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida extrauterina, fato atestado por 2 médicos; VII) se por vontade da gestante, até a 12ª semana da gestação, quando o médico ou psicólogo constatar que a mulher não apresenta condições psicológicas de arcar com a maternidade.

“É como se com uma mão se criasse o crime de aborto e a um só tempo, com a outra, esse crime fosse desfeito. Aparentemente, restou apenas o crime de aborto previsto no art. 127, caracterizado como provocar aborto sem o consentimento da gestante. Isso porque, ao dispensar o consentimento da gestante ou de seu representante legal, se ela não puder se manifestar, o parágrafo único do art. 128 do Projeto de Lei do Senado nº 236 desfaz a forma de aborto do art. 127. Ou seja, na hipótese de risco à vida da gestante, o autor do aborto não será penalizado, ainda que o faça sem o consentimento dela ou de seu representante legal”, registrou.

O senador ainda considerou que de acordo com o atual Código Penal e com o Projeto de Lei nº 236, todos os crimes – exceto o aborto – se submetem às mesmas formas de exclusão do fato criminoso, também chamadas excludentes de ilicitude ou de antijuridicidade (arts. 23 e 28, respectivamente). A conduta deixa de ser ilícita ou criminosa quando o crime é praticado: I) no estrito cumprimento do dever legal; II) no exercício regular de direito; III) em estado de necessidade; IV) em legítima defesa.

“A pergunta que se faz, então, é a seguinte: por que somente o aborto não se submete às excludentes de ilicitude indicadas no art. 23 do atual Código Penal e no art. 28 do Projeto de Lei nº 236? Por que alguém que mata outrem fora do útero materno (criança ou adulto, não importa), de maneira hedionda, ignóbil e mesquinha, se submete a tais excludentes, e o autor ou autora do crime de aborto se submete às excludentes especiais do art. 128 do atual Código Penal, as quais estão sendo ampliadas pelo art. 128 do Projeto de Lei 236? Por que um peso e duas medidas?”, questionou João Costa.

Para o senador,a resposta é “singela”: “se os autores do crime de aborto se submetessem, apenas, às excludentes do art. 23 do Código Penal e do artigo 28 do Projeto de Lei 236, somente o estado de necessidade excluiria a ilicitude do crime de aborto. Assim, só na hipótese de risco à vida da gestante o direito excluiria o crime; nas demais, não. Por isso é que, nesse caso, a excludente é chamada de aborto necessário, uma vez que é realizado em decorrência do estado de necessidade. As outras excludentes de ilicitude –  estrito cumprimento do dever legal, exercício regular de direito e legítima defesa – são incompatíveis com crime de aborto”.

Gravidez em decorrência de Violência Sexual

Com relação à gravidez decorrente de violência sexual, João Costa ressaltou que o princípio de Direito Romano, “que poderia resolver o impasse”, é objetivo, concreto e fundamental: Calamitas matris non potest nocere ei qui in ventre est (“A calamidade da mãe não pode prejudicar aquele que está no seu ventre”) e opõe-se à excludente do crime de aborto – afirmou.

João Costa considera que, no Brasil, a criação de novas causas excludentes da ilicitude do crime de aborto é a prova de que os ativistas pró-aborto buscam, a exemplo do que tem sido feito em outros países, “uma aproximação da cultura da morte e consequente afastamento da cultura da vida; da política que apregoa a morte no lugar da vida e o sangue no lugar da paz”.

Interrupção / Gravidez

No entendimento do senador João Costa, a interrupção da gravidez, ainda que realizada por um especialista, em um bom hospital, não deixa de representar uma séria e grave intervenção no organismo da gestante. 

“A garantia de acesso à informação e aos serviços de assistência à saúde reprodutiva, bem como iniciativas de conscientização contrárias ao abortamento voltadas para gestantes que, num primeiro momento, estão decididas a interromper a gravidez, representa uma forma de proteção à vida e à saúde da própria gestante. Em inúmeros casos, a criação de alternativas e opções pelos governos, para abrigar, proteger as crianças após o nascimento e assegurar o sigilo da gravidez, pode defender a vida e evitar a morte, riscos, consequências e complicações, causados por abortamentos realizados em condições precárias de higiene, por pessoas não qualificadas e com o emprego de métodos perigosos”, finalizou. (Assessoria de Imprensa)

Diga sim a vida

Conselho Federal de Medicina a favor do crime


Por Reinaldo Azevedo, da Veja.

A cultura da morte avança. Leio na Folha o seguinte título: “Médicos defendem aborto até 12ª semana de gestação”. Indaguei cá comigo o óbvio: “Quais médicos?” Segundo informa Johanna Nublat, “o entendimento foi aprovado pela maioria dos conselheiros federais de medicina e dos presidentes dos 27 CRMs (Conselhos Regionais de Medicina) reunidos em Belém (PA) no início do mês.”  O texto não informa de quanto é essa “maioria” dos conselheiros federais nem quais são os conselhos regionais que a endossam. Ficamos sabendo que um terço dos CRMs não concordou —  entre eles, o de Minas. Se conseguir detalhes, informo aqui.  Vamos lá.

Entre os defensores da legalização do aborto até a 12ª semana está o próprio presidente do Conselho Federal de Medicina, Roberto D´Ávila. “Defendemos o caminho da autonomia da mulher. Precisávamos dizer ao Senado a nossa posição”. Uma boa forma de esconder o fato de que o aborto implica a morte do feto é falar em “autonomia da mulher” — afinal, quem pode ser contra essa autonomia? Doutor D’Ávila é médico. Salvar vidas é a essência do compromisso ético de sua profissão. Das duas uma: ou ele não concorda com isso, ou acha que u feto não vive. Não há uma terceira hipótese.

“Precisávamos dizer isso ao Senado”, afirma ele. Ao Senado? Ele está se referindo àquele projeto aloprado de reforma do Código Penal, elaborado por uma comissão formada pelo senador José Sarney (PMDB-PA), que tramita na Casa. É aquele texto que considera mais grave abandonar um cachorro do que abandonar uma criança. É aquele texto que, ao definir uma quantidade que caracterizaria tráfico de drogas, acaba, na prática, por legaliza-lo. É aquele texto que banaliza a eutanásia (parece que doutor D’Ávila nada tem a dizer a respeito). É aquele texto que reconhece como legítimas ações terroristas praticadas por movimentos sociais. É aquele texto que quer mandar para a cadeia quem desfaz um ninho de passarinho, mas deixa sem punição quem mata fetos humanos. Donde se conclui que, para seus formuladores — e, desconfio, também para o doutor D’Ávila — existe uma hierarquia entre o ovo do pardal e o ovo de gente…

Dr. D’Ávila perfila-se, assim, com um texto eticamente asqueroso. Mas, como ele confessa, “precisávamos (eles) dizer isso ao Senado”. Ok, doutor, está dito! O senhor também acha que ovo de pardal é superior a ovo de gente. Está plenamente compreendido. Só não queira escapar imune à lógica, doutor. Não tentarei lhe prova que o feto é vida porque essa aula quem deveria me dar é Vossa Senhoria. O senhor prefere, no entanto, ignorar essa evidência em nome da, como é mesmo?, “autonomia da mulher”. Então o senhor não seja intelectualmente covarde e defenda o aborto na sua plenitude.

Se é a autonomia da mulher que conta, até que o feto não seja expulso do ventre materno ou de lá não seja retirado por uma cesariana, quem tem o comando é a mãe. Por que, então, essa história de “12 semanas”?  Seja corajoso, doutor; faça como aqueles dois acadêmicos italianos que defenderam o assassinato também de recém-nascidos. Afinal, também o feto que acaba de sair do útero é um nada, certo? Ousados, eles escreverem um artigo intitulado “After-birth abortion: why should the baby live?“ – literalmente: “Aborto pós-nascimento: por que o bebê deveria viver?” O texto asqueroso foi publicado no “Journal of Medical Ethics”. Escrevi um post a respeito no dia 2 de março do ano passado. O casal é potencialmente homicida, mas lhe assiste certa razão prática: os motivos evocados para justificar o aborto não são muito distintas dos evocados por eles para justificar o assassinato de recém-nascidos. Doutor D´Ávila deve saber que, assim como não existe meia gravidez, também não existe meia vida humana, não é mesmo? Se o feto não é coisa, então é vida. Dia desses tentaram me convencer que, até o limite de 12 semanas, o feto não sente dor. Uma galinha sente dor quando abatida, suponho, e não defendo a criminalização da morte de galinhas. Não é a existência da dor que define uma vida humana.

Na Folha, Claúdia Collucci escreve um artigo apoiando o CFM — há um outro crítico. Afirma ela: “A decisão do CFM (Conselho Federal de Medicina) de apoiar a proposta de descriminalizar o aborto até a 12ª semana de gestação é corajosa, mas tende a enfrentar resistência no próprio quintal -entre os médicos.” Ai, ai… “Corajosa” por quê? Corajosa contra quem? O que há de corajoso em interromper a vida? Não sei. A propósito: defender a posição contrária também entra na categoria da coragem ou aí já seria covardia?

Segundo a autora, nos países em que há descriminação do aborto, há menos ocorrências do que naqueles em que ele é proibido. Reproduzo trecho:
“A favor dos que defendem a descriminalização, estão pesquisas recentes mostrando que as mais altas taxas de aborto estão justamente em regiões com leis restritivas.
Um estudo publicado na revista médica “The Lancet” no ano passado analisou dados de 1995 a 2008 e revelou que na América Latina, onde a maioria dos países criminaliza a interrupção da gravidez, estão concentradas os maiores números.
Em 2008, uma média de 32 entre 1.000 mulheres latino-americanas (entre 15 e 44 anos) abortaram. No mesmo ano, a taxa na África foi de 29. Na Europa Ocidental, onde a lei é mais permissiva, o número é de 12 a cada 1.000.”

Esse tipo de raciocínio é fabuloso! Ainda que esses números sejam verdadeiros, apontem uma só razão, uma só implicação racional e lógica, para que se façam menos abortos em países onde a prática é descriminada. Muito provavelmente, há menos ocorrências na Europa Ocidental porque há mais educação, mais saúde, mais renda… Para que a hipótese fosse ao menos examinada, seria preciso comparar países em igual estágio de desenvolvimento e com condições sociais semelhantes, mas com legislações distintas. E, ainda assim, seria preciso ver a coisa com cuidado porque há fatores de outra natureza, como os culturais e religiosos.

É uma sandice, uma estupidez — e se costuma fazer o mesmo raciocínio falacioso em relação à descriminação das drogas — sugerir que uma legislação que facilita determinada prática concorre para a sua diminuição. Sei que o argumento enfurece muita gente, mas não há como evitá-lo: leis que descriminassem a pedofilia e o estupro poderiam ter o efeito positivo de provocar a diminuição de ocorrências, ou esse raciocínio especioso só vale para o aborto e as drogas ilegais? “Ah, são coisas diferentes”. Claro que são! Eu estou é me ocupando do princípio que sustenta a tese.

O texto volta à ladainha de que há, por ano, um milhão de abortos provocados n o Brasil. Bem, isso é chute militante. Se alguém me disser de onde sai esse número, qual é a fonte, aí começo a examinar a questão. Hospitais públicos e privados não dispõem de um formulário, ficha ou algo assim que informe: “curetagem decorrente de aborto provocado”. Essa é mais uma das mentiras que se espalham por aí, como aquela, que circulava até outro dia, que sustentava que 200 mil mulheres morriam por ano vítimas de abortos clandestinos.

Segundo uma pesquisa do Instituto do Coração, da USP, entre 1995 e 2007, a curetagem depois do procedimento de aborto foi a cirurgia mais realizada pelo SUS: 3,1 milhões de registros. Observem: 3,1 milhões de procedimentos em 13 anos. E é impossível saber o que é aborto provocado e o que é aborto espontâneo. Aquele milhão é número mágico, militante, sem base na realidade.

Os defensores do aborto têm de deixar de ser covardes e de defender o seu ponto de vista sem ficar apelando para falsas questões. Este blog aguarda, e publicará com destaque, um texto demonstrando por que a legalização ou descriminação de uma determinada prática implicaria a diminuição de sua incidência.

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Elba convence meninas contra o aborto


Diário de São Paulo, 03 de fevereiro – Às vésperas de lançar um novo álbum, “Vambora Lá Dançar”, Elba Ramalho vai continuar dividindo o seu tempo entre a carreira e o trabalho assistencial.  A cantora  virou uma espécie de porta-voz de associações antiaborto, como a Ong Provisa. “Eu não vim nesse mundo só para fazer firula. Eu faço ‘larari e larará’, mas eu também leio o evangelho e busco justiça nas minhas ações”, afirma  ela,  justificando à coluna os motivos pelos quais abraçou o voluntariado.

Junto com a equipe da Provisa, Elba  busca dar assistência social e psicológica a adolescentes que pretendem realizar aborto.  A prática é condenada pela Igreja Católica e Elba é seguidora da doutrina pregada por ela. “Coloco Deus à frente das minhas ações. Eu sei que a vida não acaba no túmulo, que a gente segue adiante. Mas eu defendo a vida. Não estou criticando ninguém. Mas hoje as feministas  aconselham o contrário”,  diz.

No ano passado, a cantora causou polêmica quando declarou na imprensa que era contra o aborto, inclusive os legais, em casos previstos pela lei.  À época, soube de um caso de uma menina e conseguir demovê-la da ideia. “Eu a ajudei, ela teve a criança e dou apoio até hoje. Na maioria das vezes, são pessoas muito pobres”, afirma ela, que  acompanha outras oito garotas.

Os filhos da artista, as três meninas que ela adotou – Maria Esperança, de 8 anos, Maria Paula, de 5, e Maria Clara, de 9 –,  e Luã,  de 25 anos, fruto do relacionamento com  o ator Maurício Mattar, apoiam a cantora. “Quando alguma menina segue em frente com o aborto, eles ficam tristes junto comigo.”

Em tempo, Elba também está sem namorado. “Há dois anos estou solteiríssima. Estou vivendo a castidade, por causa da religião católica. Eu estou em paz.”

Agressor de gestante pode ser acusado de tentativa de aborto

E a mulher que está dentro tem que direitos?

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Campanhas Abortistas Mundiais Exploram Trágica Morte na Irlanda


Fonte:  C-FAM

Stefano Gennarini, J.D.
NOVA IORQUE, 23 de novembro (C-FAM) Grupos pró-vida irlandeses estão assombrados com o dilúvio de pressões que está jorrando sobre a Irlanda para mudar suas leis de aborto depois da morte trágica de Savita Halappanavar de uma complicação de aborto espontâneo em 28 de outubro no Hospital Universitário Galway.

Apesar da escassez de informações em torno da morte de Savita, os meios de comunicação e os ativistas de aborto estão culpando as leis que proíbem o aborto e até a Igreja Católica pela morte dela, apoiando-se em relatos emocionais de Praveen, o marido de Savita. A tribulação do casal indiano teve publicidade no jornal Irish Times de 14 de novembro depois que Kitty Holland do Irish Times fez contato com Praveen em 8 de novembro.

Praveen disse para o Irish Times que sua esposa solicitou e foi-lhe negado um aborto provocado durante o aborto espontâneo que levou à morte dela depois que ela contraiu septicemia e a bactéria E. Coli. O aborto espontâneo durou quatro dias. O casal foi, ao que se alega, orientado pelos médicos que não poderia haver indução ao aborto enquanto o bebê em gestação tivesse batida de coração.

Grupos pró-vida irlandeses estão assombrados com o modo como a morte de Savita foi explorada por defensores do aborto e meios de comunicação. Patrick Carr, consultor bioético na organização Vida e Família, disse ao Friday Fax que se os fatos ocorreram conforme foram noticiados no Irish Times, a solicitação de Savita de ter uma indução prematura logo que o aborto espontâneo havia começado não devia ter sido negada. As normas do Conselho Médico da Irlanda não excluem uma terminação da gravidez nessas circunstâncias.

Duas investigações sobre a tragédia estão ainda em andamento, e nenhum resultado foi publicado. Holland, um renomado defensor do aborto na Irlanda, admite que a morte de Savita pode não ter sido causada pelas leis de aborto irlandesas. Sir Sabaratnam Arulkumaran é o principal investigador do governo. Ele é conhecido por exortar países a considerar legalizar o aborto em vista dos riscos que os abortos legais representam para as mulheres.

O jornal Irish Independent descobriu uma trama de defensores do aborto para explorar a morte de Savita. Os defensores do aborto estavam cientes do caso de Savita três dias antes que saiu no Irish Times, e consequentemente eles se organizaram, fazendo comícios que foram noticiados nos meios de comunicação como “espontâneos”, e divulgando declarações condenando as leis de aborto da Irlanda.

O Observatório de Direitos Humanos, o Centro de Direitos Reprodutivos e outros grupos internacionais aproveitaram a ocasião para apresentar o aborto como um direito humano, apesar do fato de que não existe nenhum consenso sobre tal direito nas leis internacionais.

Na esfera política, a Índia mobilizou seu aparato diplomático e transmitiu mensagens a Irlanda indicando que esperava que isso jamais ocorreria de novo. Salman Khurshid, primeiro-ministro da Índia, menosprezou as leis da Irlanda como “enraizadas na religião” numa entrevista de televisão.

Aqueles que levantam questionamentos sobre as práticas médicas irlandesas em relação à saúde materna enfrentam uma batalha difícil. A Irlanda tem sistematicamente sido classificada como um dos melhores países do mundo no fornecimento de assistência de saúde materna por mais de trinta anos.

As chances de Savita eram melhores na Irlanda do que em outros países. Os dados mais recentes da OMS (2010) indicam que de cada 100.000 mulheres, apenas 6 morrem na Irlanda como consequência de complicações relativas à gravidez. Isso representa metade das mulheres que morrem na Inglaterra (12), um terço a menos do que nos EUA (21), e trinta e três vezes menos do que na Índia (200), todos os países em que o aborto é legal.

Tradução: Julio Severo

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Júri popular condena mulher por aborto de feto com cinco meses


Do R7 | 20/11/2012 às 19h52

O Tribunal do Júri de Taguatinga, região administrativa do Distrito Federal, condenou nesta terça-feira (20) uma mulher acusada de cometer aborto em 2004. Ela abortou, com o uso de medicamentos, um feto de cinco meses, que chegou a sobreviver por três dias.
A mulher recebeu pena de um ano de detenção, a ser cumprido em regime inicial aberto. Ela respondia ao processo em liberdade, e chegou a ter homologada a suspensão o processo mediante o cumprimento de algumas regras.
A acusada não poderia “frequentar boates, inferninhos e congêneres e de ausentar-se do DF sem autorização do Juízo”. Ela também deveria prestar serviços comunitários no Hospital Regional de Taguatinga por dois anos, oito horas por semana. Como as exigências não foram cumpridas, o processo foi mantido.
De acordo com a denúncia, o crime foi cometido em setembro de 2004. A mulher teria utilizado um medicamento abortivo. O pai da criança, que era casado, insistiu que ela provocasse o aborto. O homem teve o processo suspenso mediante o cumprimento de exigências.

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Dia 11/11 Fortaleza terá marcha em favor da vida


Pesquisa revela que 82% da população do País é contra a prática do aborto realizado por livre escolha

A Capital cearense terá, no próximo domingo, 11, um movimento em prol da vida. Será realizado, na Avenida Beira-Mar, um dos maiores cartões postais da cidade, a primeira Marcha pela Vida Contra o Aborto. O objetivo do evento é chamar a atenção da sociedade para a proposta de legalização da prática do aborto que encontra-se em discussão no Congresso Nacional.


A ideia é chamar a atenção da sociedade para a proposta de legalização da prática do aborto que encontra-se em discussão no Congresso Nacional

A iniciativa é do Movimento em Favor da Vida (Movida) e do Brasil sem Aborto e conta com apoio de nomes significativos no País, como a cantora Elba Ramalho e a ex-senadora Heloísa Helena. A concentração começa às 16 h, no Aterro da Praia de Iracema, e a caminhada seguirá até a Praça dos Estressados. Espera-se, com a ação, de acordo com os organizadores, conseguir apoio da população contra mudanças na legislação do aborto, que está sendo debatida dentro da reforma do Código Penal Brasileiro, em tramitação no Senado.

Segundo Karla Montenegro, integrante do Movida, são duas grandes modificações em discussão no Senado Federal: A primeira, se aprovada, permitirá a prática do aborto até a 12ª semana de gestação, nos casos em que a mulher não tiver condições psicológicas de arcar com a gravidez, bastando, para isso, um laudo médico ou de um psicólogo.

A segunda, acrescenta ela, dá direito ao aborto em casos de anomalias graves e incuráveis que se verifiquem incompatíveis com a vida extrauterina, precisando do laudo de dois médicos. Para ela, a grande problemática acerca dessas liberações está na facilidade com que esses laudos possam ser produzidos.

“Isso deixa muitas brechas, já que fica ao arbítrio apenas do avaliador médico ou do psicólogo de saúde. E se uma mulher tiver uma gravidez indesejada e quiser abortar? Por isso, estamos nos movimentando contra essa discussão”, afirma.

Karla Nascimento chama atenção, ainda, para pesquisa realizada pelo DataSenado e divulgada em setembro, que aponta rejeição de 82% da população do País em relação à descriminalização do aborto quando realizado por livre escolha, sem que a gestação seja fruto de estupro ou implique em risco de vida para a mãe.

“Não é um dado fácil de se ignorar. É interesse de todos os cidadãos que a vida seja protegida e esperamos que as leis de nosso País reflitam os nossos valores, porque não está refletindo com os anseios da população.

Movimento

O Movida é um movimento suprapartidário e suprarreligioso que conta com o apoio de instituições e entidades católicas, espíritas, evangélicas, entre outras. Durante a Marcha pela Vida Contra o Aborto, ocorrerá o colhimento de assinaturas para o Estatuto da Criança por Nascer, Projeto de Lei brasileiro de 2005, que garante a proteção ao feto.

RENATO BEZERRA

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É proibido dizer que Abortista é Abortista


Retirado de “O Salmão”

Sacerdote é condenado pela justiça , por chamar uma abortista…..de abortista!!
Um sacerdote católico é condenado pela justiça de Brasília por chamar de “abortista” uma antropóloga que promove o aborto legal. O caso vem repercutindo na mídia brasileira e no exterior. Transcrevemos a nota da agência ACI.
Um tribunal de Brasília abriu um perigoso e para alguns absurdo precedente contra os que defendem a vida no Brasilao condenar a um sacerdote a pagar uma multa por usar a palavra “abortista” para referir-se à antropóloga Débora Diniz Rodrigues, conhecida defensora do aborto e diretora do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero.
Na semana passada, a 1º turma de recursos dos tribunais especiais do DF condenou ao presidente da Associação Pro-vida de Anápolis, Padre Luiz Carlos Lodi da Cruz, a pagar uma indenização de quatro mil e 200 reais por supostos danos morais contra Diniz.
Além disso, os juizes proibiram ao pe. Lodi utilizar a palavra “abortista” para qualificar a quem defende o aborto
Ao conhecer a sentença, o consternado sacerdote não teve outro remédio a não ser perguntar qual “adjetivo utilizar então, para alguém que defende o aborto, pois certamente quem defende o divórcio não se ofende ao ser chamado divorcista, nem o partidário do comunismo por ser chamado comunista”.
Segundo o pe. Lodi, “faltou indicar aos magistrados qual é palavra aceita em nossa língua que tenha o mesmo significado sem ser ofensiva, para designar a quem é abertamente defensor do aborto”.
A sentença foi questionada por sua falta de sustentação lógica e jurídica. A corte de apelações desprezou um pedido de revisão e o único recurso possível para o sacerdote é o Supremo Tribunal Federal (STF).
Em um artigo recente, o pe. Lodi assinalou que a decisão judicial é histórica, pois é a primeira vez que um grupo de juizes condenam a uma entidade de beneficência, sem fins de lucro, a pagar uma quantidade capaz de levá-la à insolvência, ao mesmo tempo, é a primeira vez que uma decisão colegiada impõe silêncio aos que defendem a vida.
__________________
Nota de Nithapele:
Para quem não sabe, o Padre Lodi, é um grande defensor da vida e é presidente da Associação Pró-Vida de Anápolis (http://www.providaanapolis.org.br/index1.htm). Esta decisão, coloca a todos os que são Pró-Vida e que utilizam a palavra “ABORTISTA” para definir que é “ABORTISTA” na mira dos tribunais.
Devemos nos mobilizar e escrever para o Tribunal de Justiça do DF e reclamar sobre esta situação. O endereço é:http://www.tjdft.jus.br/fale-conosco
Visite a página e deixe sua reclamação diante desta injustiça.
Paz e bem
o número do processo é: (ACJ 2005016000494-1, 1ª TRJE, PUBL. EM 01/12/05; DJ 3, P. 321)

Fortaleza] 2º turno e aborto


Por: Vanderlúcio Souza | Blog Ancoradouro

No primeiro turno o ANCORADOURO perguntou aos candidatos a prefeito de Fortaleza qual sua opinião sobre a descriminalização do aborto. As respostas foram publicadas e repercutiram bastante. O assunto foi endossado e entrou de vez no debate com o lançamento da Campanha “A vida depende do seu voto” promovido pelo Movimento apartidário e supra-religioso Brasil Sem Aborto.

Neste segundo momento das Eleições na capital cearense o assunto volta à discussão. Os dois candidatos responderam ao questionamento do blog. Elmano de Freitas (PT) é favorável ao aborto nos casos prescitos pela lei. “Defendo o cumprimento da lei em vigor, que prevê a realização de aborto nos casos de estupro e nos casos de gestação com risco de morte”, disse.  Dos 876 caracteres de resposta sobre o assunto específico, o candidato petista utilizou mais de 600 para falar sobre o Hospital da Mulher.

Roberto Claudio (PSB) na ocasião não enviou resposta. Sua assessoria informou que o tema estava na pauta e na oportunidade não tinha como enviar de pronto uma resposta à questão. Dias depois Roberto Claúdio assinou o termo de compromisso com firma  reconhecida em cartório  se comprometendo a promover, caso seja eleito, políticas em favor da vida humana desde a sua concepção.

Elmano de Freitas não assinou o termo mesmo tendo sido procurado por representantes do Movimento Pró-vida.

Acompanhe a resposta na íntegra de Elmano de Freitas:

“Defendo o cumprimento da lei em vigor, que prevê a realização de aborto nos casos de estupro e nos casos de gestação com risco de morte. O gestor público está subordinado ao princípio da legalidade conforme prevê a nossa Constituição Federal. Também pretendo garantir o Hospital da Mulher como referência de atendimento de qualidade para mulheres da nossa cidade, inclusive quanto a uma reprodução segura e assistida. A estrutura possui 184 leitos, centro de parto normal e parto cirúrgico, Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) adulta e neonatal, centro de imagem e muitos outros espaços de atendimento. O equipamento será referência municipal para o programa federal Rede Cegonha, garantindo a assistência nos casos de gestação de alto risco e contribuindo para a redução da mortalidade materna e neonatal que, já no governo da prefeita Luizianne Lins, foram reduzidas em 50%”.

Acompanhe o termo em favor da vida assinado por Roberto Claúdio.

Cientistas que promovem uso de células tronco adultas recebem Prêmio Nobel de Medicina


ESTOCOLMO, 09 Out. 12 / 02:43 pm (ACI/Europa Press).- O japonês Shinya Yamanaka e o britânico John Gourdon obtiveram o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia de 2012 por terem descoberto que as células especializadas amadurecidas podem ser reprogramadas para converter-se em células capazes de desenvolver-se em qualquer tipo de tecido do corpo.

Um descobertas que “revolucionou nossos conhecimentos sobre como se desenvolvem as células e os organismos” e que ajudou a melhorar o estudo das enfermidades e a desenvolver novos “métodos de diagnose e terapia”, informou esta segunda-feira, 8 de outubro, a Assembléia Nobel do Instituto Karolinska.

Continuem lendo aqui…

Marcha contra aborto no Recife


Marcha contra aborto reúne 500 pessoas no Recife | Vida Urbana: Diario de Pernambuco.

Passeata contra a legalização do aborto representantes de várias religiões. Foto: Bernardo Dantas/DP/D.A Press (Bernardo Dantas/DP/D.A Press)
Passeata contra a legalização do aborto representantes de várias religiões. Foto: Bernardo Dantas/DP/D.A Press

O Movimento Nacional da Cidadania pela Vida fez uma caminhada de protesto contra a descriminalização do aborto, neste domingo, das 14h às 17h, na Avenida Boa Viagem. O ato que reuniu cerca de 500 pessoas de várias religiões saiu do Castelinho em direção ao Segundo Jadim, acompanhado por um trio elétrico. Artistas como Nando Cordel, Silvério Pessoa, Almir Rouche, Ana Alves e Patrícia Cruz participaram da manifestação.


Os religiosos são contra a reformulação do artigo 124 do Código Penal, que permitirá a interrupção da gravidez até 12 semanas de gestação, caso um médico ou psicólogo avalie que ela não tem condições “para arcar com a maternidade”. A mudança também garante às mulheres que possam interromper uma gestação até os dois meses de um anencéfalo ou de um feto que tenha graves e incuráveis anomalias para viver.

Segundo Iraponan Arruda, coordenador do Movimento Nacional da Cidadania pela Vida, a Marcha em Defesa da Vida reuniu evangélicos, espíritas, católicos, marçons e umbandistas. “A Marcha já ocorreu em Brasília, Manaus, Goiana, Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro. O evento de hoje foi menor e mais direcionado aos líderes do Movimento Pró-Vida. Serviu como uma preparação para a Marcha Sim à Vida, que iremos realizar no dia 21, com cinco trios elétricos e 80 mil pessoas”, conta ele.

O movimento está colhendo assinaturas para um documento que será entregue ao senador Armando Monteiro, pernambucano que integra a comissão que está analisando a reforma do Código Penal. “A maior parte do povo pernambucano é contra o aborto. E queremos mostrar isso ao senador”, diz Arruda.

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O aborto direto não é necessário, do ponto de vista médico, para salvar a vida da mãe


Vi isto aqui. O que os esquerdistas abortistas vão dizer agora? Ah estes obscurantistas retrógrados que insistem em impor sua ideologia de morte à sociedade brasileira! Leiam:

 

Especialistas médicos reunidos num simpósio na Irlanda concluíram que “o aborto directo não é necessário, do ponto de vista médico, para salvar a vida da mãe”. Portanto, o argumento da Esquerda segundo o qual “o aborto deve ser permitido para salvar a vida da mãe”, é anti-científico.

Os médicos reunidos no simpósio declararam também que “a proibição legal do aborto não afecta, de modo nenhum, a possibilidade de um óptimo cuidado médico da mulher grávida”.

Recorde-se que em Inglaterra foram feitos mais de 6 milhões de abortos desde 1967 — ano da legalização do aborto neste país —, e apenas 0,006% do total de abortos foram realizados com a intenção de “salvar a vida da mãe”: todos os outros abortos foram feitos a pedido discricionário e arbitrário da mulher.

Más notícias sobre o aborto e o novo código penal brasileiro

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Ministério da Saúde estuda forma oblíqua de legalizar e patrocinar o aborto. E o faz às escondidas, contra a vontade da sociedade. Dilma precisa saber que democracias não podem ter agenda secreta

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Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

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