“AIDS: o câncer gay”


Olavo de Carvalho

(…)

Vejam o que aconteceu com o dr. Joseph Sonnabend, epidemiologista e um dos criadores da prestigiosa Foundation for AIDS Research.

Um belo dia ele recebeu um press release emitido pelo próprio departamento que ele chefiava. A coisa dizia que a Aids assumira proporções epidêmicas, já não era um risco limitado à parcela mais vulnerável da comunidade homossexual, mas era um perigo iminente para toda a humanidade. “Que besteira é essa? Eu nunca assinei essa porcaria!”, protestou o perplexo doutor.

Antes que ele obtivesse uma explicação, a mentira alarmista já tinha virado capa da revista Life, com o título: “Aids: Ninguém está a salvo”.

Só quando a farsa já havia se espalhado pelos quatro quadrantes da Terra como verdade científica incontestável uma alma caridosa explicou ao dr. Sonnabend que tudo era um plano da Foundation e da indústria farmacêutica para arrancar verbas do governo americano (v. http://www.youtube.com/watch?v=lfnYciuXeB4).

Na verdade, a Aids nunca foi um perigo sério para a população heterossexual e, hoje, não é absolutamente risco nenhum. Confirma-se assim, linha por linha, a denúncia que em 1993 o jornalista Michael Fumento apresentou em seu livro The Myth of Heterosexual Aids (v. http://www.fumento.com/myth.html).

Mas dizer indústria farmacêutica é dizer Rockefeller, e dizer Rockefeller é dizer Council of Foreign Relations, Bilderberg Club e, no fim das contas, Nova Ordem Mundial – as mesmas organizações e entidades que estão por trás doclimategate, das campanhas mundiais abortista e gayzista, da nova religião global biônica, da proposta do governo Obama para o controle universal da circulação de capitais, etc. etc. – a lista das maravilhas não tem mais fim.

Quem vai dar um basta em tudo isso? Ninguém. A imposição da bestialidade organizada vem precedida de programas educativos calculados para desarmar a inteligência humana, desde a mais tenra infância, contra a força hipnótica das mais tolas mentiras de polichinelo. Henrique VIII mandou cortar a cabeça de Thomas More quando este se recusou a continuar fazendo vista grossa. A Nova Ordem Mundial não corta cabeças: zela para que elas não cresçam até um ponto em que precisem ser cortadas.

http://www.olavodecarvalho.org/semana/100506dc.html

O Papa tem razão!


Reconhecido cientista assegura: Papa tinha razão sobre a AIDS

Declaração de Edward Green, diretor do Aids Prevention Research Project de Harvard

RÍMINI, quarta-feira, 26 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- O diretor do Aids Prevention Research Project da Harvard School of Public Health, Edward Green, assegurou que na polêmica sobre a Aids e o preservativo Bento XVI tinha razão.

Ao intervir no “Meeting pela amizade entre os povos” de Rímini o cientista, considerado como um dos máximos especialistas na matéria, confessou que “lhe chamou a atenção como cientista a proximidade entre o que o Papa disse no mês de março passado no Camarões e os resultados das descobertas científicas mais recentes”.  Continue lendo »

Perita norte-maricana revela: "Homossexualidade não é normal nem benigna"


WASHINGTON DC, 13 Ago. 09 (ACI) .- Uma enfermeira norte-americana que trabalhou durante anos no hospital da faculdade de medicina na Universidade de Stanford na Califórnia (Estados Unidos) publicou recentemente um revelador ensaio onde assinala como se veio ocultando, por razões ideológicas, as graves conseqüências para a saúde individual e pública das condutas homossexuais.

O artigo, publicado em espanhol pelo Comitê Independente Anti-AIDS, foi escrito pela enfermeira profissional Kathleen Melonakos, quem revela o que observou no mundo da saúde 30 anos depois da controvertida decisão da Associação Psiquiátrica Americana (APA) de suprimir a homossexualidade como patologia, cedendo às pressões dos grupos militantes homossexuais.
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Igreja propõe aproximação mais eficaz à AIDS


Fonte: ACIdigital.com 

 

TARAZONA, 12 Ago. 08 / 05:28 am (ACI).- Em sua recente carta pastoral titulada “A luta contra o AIDS e a Igreja Católica“, Dom Demetrio Fernández, Bispo de Tarazona (Espanha), assinalou que enquanto o preservativo é só “um tampão”, a Igreja propõe uma aproximação integral e mais eficaz para enfrentar a pandemia do AIDS.
Com ocasião da 17º Conferência Internacional do AIDS que concluiu no México, Dom Fernández lembra que “a enfermidade alcançou cifras alarmantes -mais de 33 milhões de contagiados-, morreram mais de 2 milhões de pessoas em 2007 e nesse mesmo ano o contraíram de novo 2,5 milhões de pessoas. Nunca houve uma peste tão exagerada, ameaçando ao mundo inteiro”.

Frente à epidemia, o Prelado propõe as respostas que deve dar a Igreja. “Em primeiro lugar, atender aos doentes”.

“Não pode dizer-se -lembra- que a Igreja Católica se desentende do tema. Como em tantas outras enfermidades, inclusive contagiosas, o amor de Cristo levou a atender com risco da própria vidaàs pessoas afetadas”. “Também aos doentes de AIDS os ama a Igreja e os cuida com amor”, assinala.

Entretanto, Dom Fernández destaca que “a batalha está na prevenção do contágio”.
A respeito, o Prelado lembra que “a postura mais freqüente é a de propiciar o ‘sexo seguro‘ mediante o uso do preservativo. A Igreja Católica, entretanto, propõe outros caminhos mais positivos. E isso a coloca contracorrente, procurando o bem integral das pessoas. O preservativo é um tampão, não sempre eficaz. A proposta deve levar a educar no amor verdadeiro”.
“A sexualidade não é um brinquedo. A sexualidade é a expressão carnal do amor humano, que Deus pôs no coração humano”; por isso “neste campo do AIDS, como em todos os que incluem o reto uso da sexualidade, a Igreja apresenta a proposta do amor verdadeiro, que leva consigo uma boa educação na virtude da castidade”.

O Bispo de Tarazona sublinha que “não se pode propor aos adolescentes e jovens o uso sem freio de sua própria sexualidade, em prol de uma maior liberdade. Isso pode até no início soar bem aos ouvidos, mas por este caminho, o homem se torna escravo de seus próprios egoísmos e não aprenderá nunca a amar de verdade”.
“Curiosamente, as cifras de contágio do AIDS se disparam com estas propostas. Por este caminho vamos à ruína moral”, adverte.
O Prelado lembra que “experiências concretas como a de Uganda, onde através dos hospitais católicos se pôs em prática esta proposta, reduziram as cifras do AIDS de 80% aos 10%. Nenhum outro programa conseguiu uma redução tão drástica”.
“A solução de AIDS virá por se acolher ao plano de Deus, que dotou ao homem (homem/mulher) do dom da sexualidade para expressar o amor verdadeiro. Aprender a amar é a verdadeira educação”, conclui o Bispo de Tarazona

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