O “crente” que foi pro céu


O “crente” que foi pro céu (cordel)

 

“Tem um “crente” aqui no céu!!!”
E a confusão se deu,
todos perguntavam: “Onde???”
O alerta se ascendeu,
a milícia foi chamada
pra ver onde se escondeu.

 

Logo o Anjo Gabriel,
deu a ordem de prisão,
e a busca e captura
foi em toda direção,
a primeira testemunha
deu-lhes esta descrição:

 

“Ele era baixo e gordo,
tinha um paletó lascado”.
Logo o anjo desenhista
fez um retrato falado,
e no céu distribuiu
com a cara do safado.

 

E os anjos comentavam,
fazendo especulação:
“será o  Edir Macedo?
Ou a bispa Sônia, então?
Ou R.R. Soares,
com a sua enganação?”
Era grande o comentário
no meio da multidão.

 

Disse o apóstolo Paulo:
“aqui não pode entrar
os que são de divisão,
é bom deles se afastar,
esses não servem a Cristo,
existem pra dispersar”. …………………..(Rm 16,17-18)

 

Pedro disse: ”esses indoutos
de Escrituras na mão
pegam os pontos difíceis
fazem deles confusão
distorcendo as Escrituras
pra a própria perdição.” ———(2 Pd 3,16) Leia o resto deste post »

Belo artigo do prof. Orlando – Montfort


Do gol de bicicleta à onipotência suplicante

Orlando Fedeli
 
“La gloria di Colui Che tutto move,
Per l ‘universo penetra e risplende
in una parte più e meno altrove”
 
(Dante, Divina Commedia, Paradiso I, 1-3).
              
“A glória dAquele que tudo move,
pelo universo penetra e resplandece,
numa parte mais e menos noutra”.
 
Esse magnífico terceto com que Dante inicia o primeiro canto de seu Paradiso é um dos mais belos da Divina Comédia e é prenhe de sabedoria. Com efeito, Deus, ato puro, move todas as coisas criadas, concedendo-lhes participação em graus e formas diversas em suas qualidades, fazendo-as passar de potência a ato.
 
Tudo o que se move, isto é, todas as criaturas compostas de ato e potência só podem se mover por uma ação de Deus, ato puro e, por isso mesmo, onipotente, que lhes permite passar de potência de uma qualidade para a posse daquela mesma qualidade em ato, normalmente por meio de uma causa eficiente segunda ou, por vezes, pela ação direta de Deus, causa eficiente primeira.
 
Parece haver uma contradição ao dizer que Deus, ato puro sem potência alguma, é também onipotente. Isto, porém, é correto porque, em Deus, não há potência passiva. Deus não pode receber qualidade alguma, porque possui todas as qualidades em ato e, portanto, tem todas as qualidades em grau máximo, não podendo perdê-las, nem aumentá-las e nem tê-las diminuídas.
 
E como Ele tem todas as qualidades em ato, Ele é capaz de transmitir essas qualidades a outros seres, que tenham potência para recebê-las, em forma e medida variada. Todo ser que tem uma qualidade em ato é capaz de atuar, passando a qualidade que possui em ato a outro ser que tenha potência de recebê-la. Assim, o fogo é quente em ato, e a panela tem potência de ser aquecida. Desse modo, o fogo aquece a panela passando-lhe calor, na medida e na forma em que a panela é capaz de receber essa qualidade.
 
Deus, tendo todas as qualidades em ato em grau absoluto, tem toda potência ativa de transmitir essas qualidades. Por isso Ele é onipotente ativo.
 
Portanto, temos que distinguir potência passiva de potência ativa.
 
Deus não tem nenhuma potência passiva. Deus tem toda potência ativa. Por isso, o Ato puro é Onipotente.
 
Toda potência, por assim dizer, deseja ser atualizada. E o ato, por assim dizer, deseja transmitir sua qualidade ao que está em potência para ela.
 
Ato e potência desejam-se mutuamente. Pode-se dizer, analogicamente, é claro, que o ato ama a potência, querendo passar-lhe um bem, e a potência deseja ser atualizada pelo ato.
 
Assim, é o amor que tudo move.
 
Por isso, o mesmo Dante finaliza a Divina Comédia, dizendo em seu último verso: “Amor che move Il Sol e le altre stelle”.
 
”Amor que move o Sol e as outras estrelas” (Dante, Divina Commedia, Paradiso, XXXIII, 143).
 
É o amor de Deus que tudo move.
 

São João da Cruz e Santa Tereza de Jesus nos ensinam


SÃO JOÃO DA CRUZ

Ora, importa saber que, não obstante poderem ser obras de Deus os efeitos extraordinários que se produzem nos sentidos corporais, é necessário que as almas não queiram admitir nem ter segurança neles; antes é preciso fugir inteiramente de tais coisas, sem querer examinar se são boas ou más. Porque quanto mais exteriores e corporais, menos certo é que são de Deus. Com efeito, é mais próprio de Deus comunicar-se ao espírito, e nisto há para a alma mais segurança e lucro, do que ao sentido, fonte de freqüentes erros e numerosos perigos. O sentido corporal, nessas circunstâncias, faz-se juiz e apreciador das graças espirituais julgando-as tais como sente. No entanto, há tanta diferença entre a sensibilidade e a razão como entre o corpo e a alma, e na realidade, o sentido corporal é tão ignorante das coisas espirituais como um jumento o é das coisas racionais, e mais ainda.” (JOÃO DA CRUZ. Subida ao Monte Carmelo. Livro II, capítulo XI, 2. Rio de Janeiro: Vozes, 1998, p. 217) Leia o resto deste post »

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Sobre a falsa acusação de idolatria


Gostaria de pedir licença para escrever o seguinte para os caríssimos irmãos separados que aqui chegam:

Sobre a falsa acusação de idolatria:

1º erro dos protestantes: não sabem fazer a distinção entre veneração e idolatria.

Venero MARIA, a Quem amo muitíssimo, muito mais que a mim mesmo! VENERO, porque do meu coração par MARIA, vem a maior forma de respeito e amor que e posso ceder a um ser humano, que é criatura, portanto. Ajoelhar-se diante de Sua imagem é igualemnte venerá-la, pois eu o faço por respeito e amor que lhe são corretamente tributados, uma vez que Aquela Criatura é a própria MÃE de DEUS! Sua imagem a representa, e DEUS mesmo se alegra e muito com toda a homenagem feita à Ela, mesmo que seja ajoelhar-se diante de Sua imagem.

Se vocês procurarem na história de José vendido pelos irmãos aos egípcios, verão que seus irmãos se prostraram diante dele quando ainda não sabiam quem ele era. Eles se prostraram como a um ídolo? Certamente que não. Se prostraram por respeito e não por adoração. Leia o resto deste post »

Para a RCC: Falar em línguas hoje – é de Deus?


Autor: Emerson de Oliveira
Fonte: http://www.veritatis.com.br/article/5517/falar-em-linguas-hoje-e-de-deus

“AS ESCRITURAS ensinam que o batismo do espírito, evidenciado pelo falar em línguas, é para a verdadeira igreja hoje”, afirma o ministro pentecostal Marvin A. Hicks.

“A doutrina básica do falar em línguas é antibíblica e errada”, contende o Dr. W. A. Criswell, da Primeira Igreja Batista de Dallas, EUA. Ele acrescenta: “Se essa for a fé cristã, então eu não sou cristão.”

Diante de tal controvérsia sobre a prática do falar em línguas, você talvez se pergunte: ‘O que dizem as Escrituras sobre o dom de línguas? Faz isto parte do cristianismo hoje?’ Para obtermos as respostas, será de proveito entender por que foi concedido o dom de línguas aos primitivos cristãos.

POR QUE FOI CONCEDIDO O DOM

Em primeiro lugar, o apóstolo Paulo explica em Hebreus 2.2-4 que os dons milagrosos, que incluiriam o dom de línguas, foram concedidos aos cristãos do primeiro século para confirmar que o favor de Deus havia-se transferido do antigo arranjo judaico de adoração para a recém-estabelecida Igreja cristã. A transferência do favor divino ficou bem firmada por volta da última parte do primeiro século, enquanto alguns dos apóstolos de Jesus Cristo ainda viviam.

Que o dom de línguas também serviu para outro propósito, pode-se ver nas palavras de Jesus aos seus discípulos, pouco antes de sua ascensão ao céu em 33. Ele disse: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.” (Atos 1:8) O pequeno grupo de discípulos não incluía pessoas que falavam as línguas de toda a parte da terra. Mas, em harmonia com a promessa de Jesus, cerca de 10 dias depois, no dia festivo de Pentecostes, o Espírito Santo foi derramado sobre cerca de 120 de seus discípulos reunidos num quarto de andar superior, em Jerusalém. Qual foi o resultado? “Principiaram a falar em línguas diferentes”, e assim puderam começar a executar imediatamente a obra designada de dar testemunho. — Atos 2.1-4. Leia o resto deste post »

Por acaso o Papa diz:"Repousem e orem em línguas que ninguém entente!"? Acho que não! Nunca disse e nem dirá! Nem Bento XVI e nem um outro Papa!


O ESPÍRITO SANTO JAMAIS PROVOCA A PERDA DA CONSCIÊNCIA

por Daniel André

 

   Espírito Santo

Caro católico, muito provavelmente você ouviu falar num tal de ‘repouso no espírito’, prática muito comum entre os pentecostais, e agora difundida em meios católicos por muitos adeptos da RCC. Sim, é aquela loucura em que a pessoa perde a consciência e cai no chão. Os adeptos dessa prática, contra toda tradição bíblica e apostólica, defendem com unhas e dentes sua legitimidade. Mas pode ser a perda da consciência sinal de ação do Espírito Santo? A tradição da Igreja diz que não. A perda da consciência jamais é provocada pelo Espírito Santo. Recorrendo aos padres gregos, ficaremos com o testemundo do mestre alexandrino, Orígenes. Mestre dos Padres gregos, Orígenes, ensinava que a inspiração divina jamais provoca a perda da consciência.  

“O Espírito dita às conciencias, mas Deus respeita o livre-arbítrio”. Orígenes combatia sempre a idéia de que sobreviesse ao extasiado uma perda da consciência, como acontecia comumente nos centros pagãos de consulta aos oráculos de sua época. A ‘divindade’ apoderava-se da Pitonisa pensavam os gregos.

Mas Orígenes, assim como os demais Padres da Igreja, viam na perda da conciencia uma prova da presença dos demônios, que se apossavam da alma para escravizá-la, pois, a presença do Espírito agudiza a consciência.

Orígenes expôe sua objeção aos oráculos gregos quando refere, a respeito da pitonisa, que ” profetizar até entrar em êxtase, numa atitude louca, sem que ela tenha de nenhuma maneira consciência dela mesma, não é obra do Espírito divino.” (Orígenes, Contra Celso, VII,3).

O demônio podia disfarçar-se em anjo de luz, donde o empenho do mestre alexandrino em que as consciências se mantivessem sempre claras e alertas e ‘exercitadas no discernimento do bem e do mal’ (Heb 5, 14), assim como no ‘discernimento dos espíritos’ (1Cor 12,10) para saber de quem lhes vinha a inspiração e sugestões.

Mas este discernimento não podia acontecer sem a ação do Espírito Santo, visto ser um carisma. Orígenes, comentando a inspiração profética, diz que “o toque daquele que chamamos Espírito Santo nas suas almas, tornava suas inteligências mais perspicaces e suas almas mais límpidas.” (Orígenes, Contra Celso, VII, 4)

Fontes:

MONTEIRO, Alina Torres. Os sentidos espirituais no comentário ao cântico dos cânticos de Orígenes, Universidade Católica Editora, Lisboa, 2004, p.348)
ORÍGENES, Contra Celso. ed. Paulus.

Feliz e Verdadeira Páscoa 2009!


Aos amigos e colegas de trabalho,

 

Desde a Criação o homem foi preparado para passar (fazer sua páscoa) para a Eternidade, e desde então ele aspira esta Eternidade, pois foi feito à “imagem e semelhança” (Cf. Gn1, 26) de Seu Eterno Criador.

E isto não foi mudado, ele continua destinado à Eternidade, no entanto houve um gravíssimo erro de utilização de um dos muitos presentes recebidos, o Livre Arbítrio. O homem decidiu por sir só rejeitar a Verdade negando a sua existência, negando e esquecendo a Sua Palavra para escutar uma palavra estranha: “Oh, não! – tornou a serpente – vós não morrereis (…) e sereis como deuses” (Cf. Gn3, 4-5).

Pior ainda o homem quis se tornar “a” Verdade e é por isso que A nega. Mas como disse, apesar disso, a Eternidade é o seu destino, e logo após o seu pecado vem a grande promessa: “Porei ódio entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça, e tu ferirás o calcanhar” (Gn3, 15), a única inimizade louvável é a entre os seguidores da geração da serpente e os seguidores da Geração da Mulher, pois dela veio O que esmagará a cabeça da serpente mentirosa que ensina o homem a querer ser como Deus e a negar a Verdade.

Durante séculos a serpente feriu o homem, e os sacrifícios ofertados a Deus não o agradavam e nem remiam a Primeira Culpa. Mas Deus não se esquece de Suas promessas e de uma Mulher, a Nova Eva, nasce o Novo Adão (Cf. ICor15, 21-22), aquele que aceita a Verdade e não se revolta contra Ela, pois assim como a Nova Eva que diz: “Eis aqui a serva do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc1, 38) o Novo Adão reafirma: “Meu Pai, se não é possível que este cálice passe sem que eu o beba, faça-se a tua vontade!” (Mt26, 42). Ele por amor a Sua Criação se doou por inteiro: “sabendo Jesus que chegara a sua hora de passar deste mundo ao Pai, como amasse os seus que estavam no mundo, até o extremo os amou” (Jo13, 1).

A Paixão e Morte de Jesus na Cruz e sua Ressurreição é a VERDADEIRA PÁSCOA! Mas infelizmente ainda hoje o homem, os da geração da serpente, continua a negar esta Verdade: “[O Verbo] era a verdadeira luz que, vindo ao mundo, ilumina todo homem. Estava no mundo e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o reconheceu. Veio para o que era seu, mas os seus não o receberam” (Jo1, 9-11). Desvirtuam a Páscoa como tempo disso e daquilo, de “sentimentos” bons, com coelhinhos de chocolate para enganar crianças e marmanjos, ocultando o nome da Verdade, pois não a suportam! Bebedeiras de vinho, festas intituladas de “aleluia”, com as velhas e falsas promessas da serpente! Tudo para quê? Para não receber a Verdade!

E você, caro colega de trabalho, amigo, conhecido, irmão…? E você? A qual geração você pertence? À geração que reconhece a Bem-Aventurada (Cf. Lc1, 48) e com ela segue a Cristo desde seu nascimento, passando pela Cruz á glória da Ressurreição? Ou à geração que nega a Verdade, que prefere o bem bom do sentimentalismo religioso, ou do ateísmo materialista,ou ainda da presunção iluminista com sua falsa “liberdade, igualdade e fraternidade”?

Não caiamos em sopros de doutrinas que pregam uma busca constante e infinita da verdade, que apesar de admitir sua existência, nega a possibilidade de alcançá-la. Caros colegas, a Verdade existe e é palpável: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo14, 6), e negá-la é cair no Primeiro Erro, não busca-la e ocultá-la, também é. Não existe um tal arquiteto “projetista do mundo” que não está nem aí pra nós, tampouco nós não somos capazes de sozinhos tudo fazer. Pelo contrário, há Um Único Deus em substância, em Três Pessoas infinitamente Santas, sob o véu do Mistério da Santíssima Trindade, Nele tudo podemos e fora Dele nada fazemos, pois Neste é que está a verdadeira liberdade de servos/escravos de Deus, igualdade de submissão a Ele, e fraternidade por sermos filhos adotivos do Pai Criador, conquistados pelo Filho Redentor e auxiliado pelo Espírito Santificador.

É, pois com estas palavras que desejo a todos uma Santa, Feliz e Verdadeira Páscoa, Passagem da Morte para a Vida, em Cristo Nosso Senhor!

Que Deus os abençoe e Maria nos guarde!

A todos desejo a paz de Jesus e o amor de Maria!

Atenciosamente, 

 Moisés Gomes de Lima

“A concórdia não é uniformidade de opiniões, mas concordância de vontades” (S. Tomas de Aquino).

 

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