Juventude católica francesa: cansada de progressismo eclesiástico e laicismo político, sedenta de uma sociedade com valores morais.


Inesperada: emerge na Franca uma nova geração de católicos cada vez mais conservadores e comprometidos coma renovação moral do país, que dá as costas ao clero progressista e aos decrépitos “valores republicanos” do laicismo, com um forte sentido de militância

Por Luis Dufaur / Alejandro Ezcurra Naón | Tradução: §|Olhar Católico|§ – Este fato não se restringe a França, mas é lá onde se manifesta com a face mais evidente de um fenômeno que é mundial (1): uma nova leva de católicos comprometidos na defesa da instituição familiar e na observância da moral na sociedade.

Pastores que se distanciam do rebanho

Por suas características, esta juventude tem causado consternação a Conferência Episcopal francesa, afirma o vaticanista Jean-Marie Guenóis na revista “Figaro Magazine”. Acontece – explica – que o episcopado francês está com “má consciência” por ter flertado durante décadas com o socialismo e o comunismo, sob o pretexto de “conquistar a classe operária”.

Mas depois de “modernizar-se” ao ponto de diluir a identidade eclesiástica tornando-a quase irreconhecível, ao fim do século XX a Conferência Episcopal percebeu que tinha perdido influência sobre uma classe trabalhadora cada vez mais conservadora e refratária à prática revolucionária.

Então o órgão episcopal mudou de estratégia, buscando uma nova imagem de “Igreja jovem”, dessacralizada e igualitária. Resultado? “hoje – diz Guénois – pode ter perdido sua própria juventude”, ou seja, o setor católico juvenil, incluindo boa parte do jovem clero.

Muitos bispos – acrescenta – até se gabaram de sua astúcia em ler os “sinais dos tempos”, têm mostrado uma inexplicável “cegueira” ao ignorar a imensa transformação ocorrida no espírito destes jovens, cada vez mais orientados aos valores familiares e tradicionais.

Podemos mencionar um fato característico, que temos acompanhado de perto: em meados de 2013 centenas de milhares de católicos, jovens em sua grande maioria, tomaram as ruas da França para protestar contra o projeto de lei socialista de “matrimônio” homossexual, o Conselho Família e Sociedade do Episcopado francês se movia em sentido exatamente oposto. E em vez de rechaçar categoricamente tais uniões antinaturais, exortava a que se valorizasse a “riqueza” contida na amizade homossexual e propunha outorgar aos pares do mesmo sexo uma “união civil melhorada”…

Que significa “melhorada” aqui? Para o católico, havendo uma situação de pecado a única forma possível de “melhorá-la” é abandoná-la, tal como mandou Nosso Senhor: “não peques mais” (Jo5, 14 e 8,11). Mas para o orão episcopal “melhorar” essas uniões pecaminosas e antinaturais parece favorece-las, dando-as um benefício legal para suas necessidades.

Saem a luz dissensões entre os bispos

Houve de certo, assinala Guénois, bispos que se pronunciaram a favor das grandes massas e mobilizações cidadãs a favor da moral familiar. Mas a maioria resistiu a participar delas, e vários seguirão inclusive cooperando com o governo socialista.

Finalmente os desacordos sobre o tema terminarão dividindo os bispos. Na sessão plenária anual da Conferência Episcopal, realizada em Lourdes em abril de 2014, os resistentes a linha progressista se manifestaram como nunca haviam feito antes.

A gota d’água foi o convite da Conferência Episcopal a uma líder feminista radical, Fabienne Brugère para dissertar em uma jornada nacional de responsáveis pela pastoral familiar diocesana.

Esta ativista revolucionária, explica Guénois, é “discípula de Judith Butler, a ‘papisa’ norte-americana da ideologia de gênero”, que chega a considerar que as diferenças entre os sexos não existem, são uma pura “ficção social”. Por isso o insólito convite “foi visto, com razão, como uma verdadeira provocação por vários bispos e delegados diocesanos”. E gerou um terremoto de reações de tal monta, que foi-se obrigado a cancelar o evento.

Cifras que retratam uma realidade profunda

Esta juventude conservadora não é um fenômeno surgido no nada, ou das grandes manifestações contra o “matrimônio” homossexual. Sua origem remonta a uma maior distância e é mais profunda.

Trata-se de uma geração formada em um ambiente de renovado apreço pela vida familiar. Ela quer a interioridade, a oração e a cultura, explica Guénois. Por isso não entende a desordem e a vulgaridade que se apoderou do clero e do culto em muitas paróquias.

Não nasceu de movimentos eclesiais e não se interessa pelas disputas da época pós-conciliar. No entanto, quer mostrar-se orgulhosa de sua catolicidade.

De acordo com duas pesquisas mencionadas por “Figaro Magazine”, 90% dos jovens participantes das gigantescas mobilizações denominadas La Manif pour Tous (“A manifestação para Todos”) são católicos praticantes entre 16 e 30 anos.

E seis por cento deles são a Missa todos os dias. Para 77%, a devoção eucarística ocupa um papel “essencial” ou “muito importante” na vida. E querem entender a Sagrada Eucaristia em um sentido genuinamente católico e não com as distorções modernistas.

Desta geração, 72% preferem o nome de “católico” em lugar de “cristão”, ao contrário do que se sucedia nos anos 70. E 58% se sentem cômodos com a educação moral da Igreja, sobretudo no que diz respeito a moral conjugal.

Espiritual e cultivada, esta nova geração que se afirma católica sem complexos perturba a uma parte dos bispos”, disse Guénois, porque ela atua livremente, segura de seus objetivos e desvinculada de um clero que abandonou a dimensão histórica da Cristandade e da cultura católica. 99% têm recebido sua formação católica no seio da família, e não em movimentos de Igreja.

Um novo sentido de militância católica

A presença desta nova corrente na França, o despertar de um catolicismo novamente militante, aquém dos clichês gastados da modernidade, e também desinteressado dos partidos políticos que, por sua vez, a buscam sem êxito.

Este desinteresse político-partidário alcança aos cidadãos de toda idade, e se revela claramente em uma sondagem de IFOP publicada em 11 de maio de 2015. Dois terços dos franceses (65%) já “não são mais sensíveis aos termos ‘república’ e ‘valores republicanos’”, que “não lhe dizem verdadeiramente nada porque (…) perderam seu valor e significado”.

Na raiz deste desinteresse está sobretudo o desinteresse ante “a falta de credibilidade da palavra ‘política’.  Os eleitores têm se visto muito desconfiados. E se espera que sejam ainda mais céticos quando os responsáveis políticos invocam grandes princípios”, disse Vicent Tournier, do Instituto de Estudos Políticos de Grenoble.

Decepcionada de um lado com os pastores convenientes com uma revolução cultural que agride a fé e a família, de outro lado com os políticos expoentes de uma democracia fraudulenta e esgotada, filha de um laicismo que só gera corrupção, esta juventude católica configura uma “geração inédita”, inesperada, que está surpreendendo a muita gente.

Ela se mostra, disse Guénois, como “um sinal precursor de um possível despertar do catolicismo na França. Cobiçada, surpreendente, inspirada, esta geração de insubmissos é um berçário de talentos que ainda não disse sua ultima palavra”. O que prevê, a médio prazo, um renascer religioso e cultural a partir do qual a França possa recuperar sua identidade histórica essencial, de “filha primogênita da Igreja”.

“Não se pode ceder em plena batalha”: Bispo Tissier de Mallerais da FSSPX revela existência de carta do Papa Bento XVI enviada ao Superior da Fraternidade puco antes do Capítulo


Existência de carta de Bento XVI é revelada durante conferência do bispo lefebvriano Tissier de Mallerais, que havia dado como impossível o acordo com a Santa Sé.

Por Andrea Tornielli – Vatican Insider | Tradução: §|Olhar Católico|§

Em 30 de junho, poucos dias antes do capítulo geral da Sociedade de São Pio X, Bento XVI escreveu uma carta ao superior lefrebvista, o bispo Bernard Fellay. A existência da carta foi revelada por Dom Bernard Tissier de Mallerais, um dos quatro bispos da Fraternidade de posições conhecidas contrárias ao acordo com Roma, durante uma conferência realizada em 16 de setembro, na França, Priorado St. Louis- . Maria Grignon de Montfort traduzida em italiano aqui.

O bispo disse que: “Em 30 de junho de 2012 – é um segredo que irá revelar, mas que será tornado público – o Papa escreveu de próprio punho uma carta ao nosso Superior Geral, monsenhor Fellay: ‘Lhe confirmo efetivamente que, para serem realmente reintegrados na Igreja precisa aceitar realmente o Concílio Vaticano II e do magistério pós-conciliar’”

“Trata-se propriamente – disse Tissier de Mallerais – de um ponto de parada, porque para nós não é aceitável, e não podemos assinar uma coisa dessas. Pode-se fazer alguns esclarecimentos, porque o Concílio é tão grande que você pode encontrar algumas coisas boas, mas esta não é a essência do Concílio. “

O bispo lefebvriano durante a conferência pronunciou palavras muito duras: “Não se pode ceder em plena batalha, não tentaremos o armistício [N.T.: trégua] enquanto a gerra seb enfurece: com Assis 3º ou 4º no ano passado; com a beatificação de um falso beato, o Papa João Paulo II. Uma coisa falsa, uma falsa beatificação. E com a exigência ,constantemente lembrada pelo Papa Bento XVI, de aceitar o Concílio e as reformas do magistério pós-conciliar. “

Tissier de Mallerais também disse que “a colegialidade, que destrói o poder do Papa, que já não se atreve a resistir às conferências epicscopais”; destrói “o poder dos bispos, que não ousam a resistir às conferências”. Acrescentou ainda que o ecumenismo “defende os valores da salvação de falsas religiões e do protestantismo, coisas que são falsas”, enquanto a liberdade religiosa “deixa de boa vontade construir livremente mesquitas em nossos países.”

“Obviamente – disse o bispo lefebvriano – estas questões não se pode assinar. Sobre este ponto não há acordo e não haverá acordo”. E não obstante a insistência da “Roma modernista”, Tissier assegura: “Pessoalmente, eu não vou assinar nunca estas coisas, é claro. Eu nunca vou dizer que a Missa Nova é legítima ou legal, vou dizer que muitas vezes é inválida, nas palavras do Arcebispo Lefebvre. Eu nunca vou dizer: ‘O Conícilio, se o interpreta-se bem, talvez fosse possível corresponder com a Tradição, se poderia encontrar um sentido aceitável’.”

Depois de definir como “mentiroso” o texto do preâmbulo doutrinal apresentado em 12 de junho pelo Cardeal William Levada para Fellay, o bispo lefebvriano disse que o Capítulo Geral da Sociedade reunido em julho passado tomou “decisões muito doce, suave”, de modo a “apresentar a Roma os obstáculos de Roma que ninguém se atreve a importunar”, dispondo de “condições praticamente impossíveis de impedir que nos leve a novas propostas. Mas o diabo é mau, e eu acho que eles vão voltar para o ataque e eu me preparo com cuidado também para proteger e defender a Fraternidade “.

Resposta a [Frutos do “Livre Exame” Protestante]


Queridos leitores, a paz de Jesus e o amor de Maria!

Publicamos os comentários feitos por um leitor protestante ao post Frutos do “Livre Exame” Protestante, e logo após a nossa resposta.

 

LEITOR PROTESTANTE

Caríssimo Moisés,você manifestou sua opinião acerca dos protestantes e eu gostaria de lhe fazer algumas perguntas acerca do assunto.A primeira: Quem lhe disse que a única instituição que tem Continue lendo »

Frutos do “Livre Exame” Protestante


          

Pra quem não sabe, o livre exame, é uma das teses do herege Lutero, que o mesmo inventou em sua revolta contra a Igreja de Jesus Cristo. Dentre outras teses, e resumidamente falando sobre esta (o livre exame), ele ensina que todo cristão é inspirado pelo Espírito Santo ao ler a Sagrada Escritura, e que não precisa de ninguém que o oriente e que cada interpretação dali retirada é válida (pelo fato deste estar “inspirado” pelo Espírito Santo). Ora, sabemos que o Espírito Santo não se contradiz (isso é impossível para Deus), então por que será que cada denominação protestante (pra dizer seita protestante mesmo) tem sua própria interpretação da Bíblia e cada uma diferente das outras? Será que o Espírito Santo se contradiz, ou será que o espírito que anima a interpretação dos protestantes não é o Santo? E se não é o Espírito Santo, de quem é o espírito que gera dúvidas, erros e divisões?

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O que significa “Igreja Católica”?


Se alguém lhe interrogar sobre sua religião, creio eu que você será pronto em responder: “-sou católico!”. O triste é que após essa pergunta vem logo outra: “-praticante?”. Mas o que quero analisar nesse breve artigo não é isso (quem sabe em outro), mas sim sobre a palavra católico. Também não é sobre o que é ser católico, mas restritamente, o significado desta palavra, e, para ser fiel ao título deste artigo, o siginificado de “Igreja Católica”.

Na Bíblia encontraremos a palavra “igreja”  85 vezes, e todas elas no Novo Testamento. A primeira vêz que esta palavra é citada na Bíblia é por nada mais, nada menos que Nosso Senhor Jesus Cristo, veja:
E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mt. 16, 18)

Recorrendo ao Catecismo da Igreja Católica, e esta sitação você poderá encontrar também lendo o post sobre Ser Igreja, temos que:
A palavra “Igreja” [“ekklésia”, do grego “ekkaléin” – “chamar fora”] significa “convocação”. Designa assembléias do povo, geralmente de caráter religioso. (…) Ao denominar-se “Igreja” a primeira comunidade dos que criam em Cristo se reconhece herdeira dessa assembléia. (CIC 751)

Então fica bem claro, que a palavra Igreja significa chamado, convocação, no nosso caso, convocados/chamados por Jesus Cristo. Aí entramos na segunda palavra: Católica.

Chamados por Jesus para fazer o quê e a quem? Êis a resposta:

Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.” (Mt. 28, 19)

“(…)e ensinai a todas as nações” ou seja a todo mundo, ao universo. Jesus confia a Sua Igreja sua missão, seu chamado, sua convocação de anunciar o Evangelho, repito, ao universo, e é aí que por este motivo sua Igreja recebe o nome de Igreja Católica. Ainda não ficou claro né. Lendo esta citação do Catecismo da Igreja Católica ficará melhor de entender:

• A palavra “católica” significa “universal” no sentido de “segundo a totalidade” ou “segundo a integralidade”. (…) (Confira CIC 830)” e consequentemente “Por ser “convocação” de todos os homens para a salvação, a Igreja é, por sua própria natureza, missionária enviada por Cristo a todos os povos para fazer deles discípulos. (CIC 767)

Repito mais uma vês: “A palavra “católica” significa “universal” .

 

Unindo então, caros leitores, o significado da palavra Igreja à palavra Católica temos que ela é “convocação” de todos os homens para a salvação“.

E é exatamente por isso que na Bula Unam Sanctam de 1302, o papa Bonifácio VIII diz: “Una, santa, católica e apostólica: esta é a Igreja que devemos crer e professar já que é isso o que a ensina a fé. Nesta Igreja cremos com firmeza e com simplicidade testemunhamos. Fora dela não há salvação, nem remissão dos pecados, como declara o esposo no Cântico: “Uma só é minha pomba sem defeito. Uma só a preferida pela mãe que a gerou” (Ct 6,9). Ela representa o único corpo místico, cuja cabeça é Cristo e Deus é a cabeça de Cristo.

Tendo em vista o expoto, se alguém se deparar com você e lhe interrogar: “-Onde existe a palavra católica na Bíblia?” você estará pronto a responder “-Leia Mt. 28, 19, e lá você verá, não a palavra católica, mas o seu significado:Universal, a todas as nações

Que Maria, Nossa Senhora, Nossa Mãe e Mãe da Igreja de Jesus Cristo, interceda por nós e pela salvação dos homens, Amém!

Qeu Deus nos abençoe e Maria nos guarde!

Moisés Gomes de Lima, catquista da Paróquia de S. João Batista, Cedro-CE.

Nascimento da Igreja


A Igreja Católica, como todos nós católicos sabemos, e o Mundo se nega a reconhecer, é a Esposa de Cristo, da qual Ele mesmo é a Cabeça e Ela seu Corpo Místico. Sabemos também que Ela é o Sacramento de nossa salvação. O que muitos de nós católicos ainda não sabemos é o exato momento em que Ela, a Igreja Católica (diga-se de passagem, Única e Verdadeira Igreja de Jesus Cristo), foi realmente fundada por Nosso Senhor.

•·Seria em Pentecostes?

 Pentecostes

•·Seria na Última Ceia?

 Última Ceia

•·Seria no Sacrifício Redentor da Cruz?

Crucificação

Creio que você deva ter dito “todo mundo sabe que foi em Pentecostes”. Se essa foi sua resposta ela está…

Ê…

Ê…

ÊRRADA.

Isso mesmo, mas não fique triste, pois quem nos esclarece isso é o Catecismo da Igreja Católica.

Na verdade, em Pentecostes a Igreja já havia sido fundada. Isso mesmo, inclusive estava reunida com Maria Santíssima no Cenáculo. O que houve em Pentecostes não foi o nascimento da Igreja, mas sim a sua manifestação ao Mundo. Veja o que diz o Catecismo da Igreja Católica:

Terminada a obra que o Pai havia confiado ao Filho para realizar na terra, foi enviado o Espírito Santo no dia de Pentecostes para santificar a Igreja permanentemente. Foi então que a Igreja se manifestou publicamente diante da multidão e começou a difusão do Evangelho com a pregação. Por ser “convocação” de todos os homens para a salvação, a Igreja é, por sua própria natureza, missionária enviada por Cristo a todos os povos para fazer deles discípulos“. (CIC 767).

Já na Santa Ceia, sabemos que houve a instituição do Sacramento da Eucaristia.

Então só nos resta o Sacrifício do Calvário. E exatamente isto que a Igreja ensina:

(Mas) a Igreja nasceu primeiramente do dom total de Cristo para nossa salvação, antecipado na instituição da Eucaristia e realizado na Cruz. “O começo e o crescimento da Igreja são significados pelo sangue e pela água que saíram do lado aberto de Jesus crucificado”. “Pois do lado de Cristo dormindo na Cruz é que nasceu o admirável sacramento de toda a Igreja. Da mesma forma que Eva foi formada do lado de Adão adormecido, assim a Igreja nasceu do coração traspassado de Cristo morto na Cruz”. (CIC 766)

 

Então, diante do exposto não há mais nada a acrescentar, fica bem claro que a Igreja nasceu do coração de Nosso Senhor Jesus Cristo, fundada não em idéias humanas, mas sim “do lado de Cristo dormindo na Cruz”.

 
Moisés Gomes de Lima
Catequista da Paróquia de S. João Batista, Cedro – Ce.
Que Deus te abençoe e Maria te guarde!

 

 

Catecismo de S. Pio X – “Credo” em geral


Qual é a primeira parte da Doutrina Cristã?

A primeira parte da Doutrina Cristã é o Símbolo dos Apóstolos, chamado vulgarmente Credo.

Por que chamamos ao Credo Símbolo dos Apóstolos?

O Credo chama-se Símbolo dos Apóstolos, porque é um compêndio das verdades da Fé, ensinadas pelos Apóstolos.

Quantos artigos têm o Credo?

O Credo tem doze artigos.

Dizei-os:

1) Creio em Deus Padre, todo-poderoso, Criador do céu e da terra.

2) E em Jesus Crista, um só seu Filho, Nosso Senhor.

3) qual foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu de Maria Virgem.

4) Padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado.

5) Desceu aos infernos, ao terceiro dia ressurgiu dos mortos.

6) Subiu ao Céu, está sentado à direita de Deus Padre todo-poderoso.

7) De onde há de vir a julgar os vivos e os mortos.

8) Creio no Espírito Santo.

9) Na Santa Igreja Católica; na comunhão dos Santos.

10) Na remissão dos pecados.

11) Na ressurreição da carne.

12) Na vida eterna. Amém

Que quer dizer a palavra Credo, eu creio que dizeis no começo do Símbolo?

A palavra Credo, eu creio quer dizer: eu tenho por absolutamente verdadeiro tudo o que nestes doze artigos se contém; e o creio mais firmemente do que se o visse com os meus olhos, porque Deus, que não pode nem enganar-Se nem enganar-nos, revelou estas verdades à Santa Igreja Católica, e por meio dEla eis revela também a nós.

Que contêm os artigos do Credo?

Os artigos do Credo contêm tudo o que de mais importante devemos crer acerca de Deus, de Jesus Cristo e da Igreja, sua Esposa.

É muito útil rezar freqüentemente o Credo?

É utilíssimo rezar freqüentemente o Credo, para imprimirmos cada vez mais no coração as verdades da Fé.

ABSURDO:”Missa em intenção da Loja Maçônica em Matipó”!


Matipó - MG

Paróquia de São João Batista na cidade de Matipó/MG, que está “sob a batuta” dos Padres José Bosco de Resende e Luiz Martins Neiva celebra Missa , vejam só, em intenção de uma Loja Maçônica.

A pergunta é: em intenção de quê cara pálida!? Da conversão destes excomungados à Verdadeira Fé? Em intenção da saída deles do Ocultismo para o Catolicismo? Não! Em “ação de graças”! Missa em ação de graças pela Loja Maçônica Paz e Liberdade João Mendes Magalhães. Isto é um ABSURDO!

Mais algumas perguntas:

Caberiam muitas outras perguntas…

Além de absurdo isso é entristecedor, pra não dizer escandaloso.

Aqui está a fonte desta notícia

A Comunhão sacrílega


De modo que qualquer que comer do pão, ou beber do cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice. Porque quem come e bebe, come e bebe para sua própria condenação, se não discernir o corpo do Senhor. Por causa disto há entre vós muitos fracos e enfermos, e muitos que dormem.(1 Cor 11, 27-30)
 
Santo António Maria Claret
Santo António Maria Claret
Não há praticamente nenhum crime que mais ofende a Deus que a comunhão sacrílega. Os Santos Padres o demonstram em palavras e exemplos extraordinários. O comungante em pecado mortal comete um crime maior que Herodes, diz Santo Agostinho, mais assustador do que Judas, diz São João Crisóstomo, mais terrível do que o cometido pelos judeus, crucificando o Salvador, dizem outros santos.E a tudo isso, acrescenta São Paulo, será réu do Corpo e Sangue de Cristo, que diz a Glosa: a ser punido como se, com as suas mãos, tivesse morto o Filho de Deus.
A comunhão sacrílega é um crime tão grande que Deus não espera para o punir no inferno. Ele já começa neste mundo a indignar-se com tamanho crime, permitindo a doença e a morte. No tempo dos Apóstolos, segundo São Paulo, muitos dos males de alguns derivaram de comunhões sacrílegas, sofrendo ferimentos muito graves e outros morreram. São Cipriano refere que alguns de seu tempo, não sendo dignos de receber a Sagrada Comunhão, depararam-se com uma dor intolerável nas entranhas e às portas da morte. São João Crisóstomo conhecia muitos possuídos por demónios por causa deste crime. O Papa São Gregório assegura que, em Roma, houve grandes estragos devido à peste que apareceu, por se terem continuado as diversões imorais e os espectáculos de impurezas após a Comunhão pascal.
Lemos na vida de um monge de São Bernardo se atreveu a comungar em pecado mortal. Algo terrível! Logo que o Santo lhe deu a Sagrada Hóstia, rebentou como Judas e como ele foi condenado eternamente.
Segundo o famoso P. Arbiol, havia uma senhora que, num evento solene foi à confissão e o confessor, a encontrando numa ocasião próxima de pecado, ele disse que não poderia absolver a menos que primeiro se afastasse da ocasião, e disse-lhe ainda que naquele dia não podia receber a Sagrada Comunhão. Mas ela quis receber o Corpo de Jesus, independentemente do que o confessor lhe tinha dito, e imediatamente tomou a Hóstia Sagrada na garganta, engasgada, caindo morta na mesma igreja, na presença de muitas pessoas.
Um grande número de casos desta natureza poderia referir-se não só antigo mas igualmente à idade moderna, mas isso não acontece muito, porque, creio eu, que os bons, com santo temor, se retraem de frequentar os Santos Sacramentos e Jesus, pelo amor que nos tem para o nosso bem, obviamente prefere deixar impune o sacrilégio e receber os bons muitas vezes, estes que não se atrevem a tomá-lo, assustados com a punição dos pecadores.
Mas se a estes últimos pecadores não os pune de forma visível, já o está a fazer invisivelmente: com a cegueira de entendimento, dureza de coração, do seu abandono neste mundo, e em seguida, no outro, com o castigo eterno do Inferno. Encomendemo-nos à Santíssima Virgem Maria, para que alcancemos a ajuda que precisamos para receber com frequência e dignamente os Sacramentos.
E para que conheçamos o quanto convém receber dignamente os Sacramentos e os diferentes efeitos causados por eles, um outro caso que li na vida dos Santos Padres:
Houve um Bispo muito virtuoso, que, tendo sido avisado duas pessoas que viviam de maneira ilegal aos olhos de Deus, suplicou ao Senhor que se dignasse a manifestar o pecado na consciência de cada um deles. Deus ouviu suas preces, e um dia depois de ter distribuído a Sagrada Comunhão a uma grande multidão, viu que cada um tinha seu rosto negro como o carvão, outros olhos brilhantes, e outros muito elegantes, vestidos de branco. O bom bispo repetiu a súplica, para que Deus lhe manifestasse aquele mistério. Naquele instante, apareceu um anjo, e disse: “Fica sabendo que os que têm a cara preta são impuros e desonestos, os olhos brilham outros são avarentos, usurários e vingativos, e aqueles que parecem tão bonitos, vestidos brancos são aqueles que estão adornados de graça e de virtudes.” Aproximaram-se então as duas pessoas acusadas de viverem em pecado e o Bispo também as viu bonitas e resplandecentes. O santo bispo pensou que fora enganado, mas o Anjo disse-lhe que de facto era verdade o que se dizia deles, mas tendo-se afastado do pecado e fazendo uma boa confissão, eles foram perdoados de todos os seus pecados.
Portanto irmão, amado em Jesus Cristo, eu imploro e peço para não receberes a Sagrada Comunhão em pecado mortal, mas não te preocupes se te encontras nesse tão miserável estado. Confessa-telogo que possas, exercita e pratica fervorosamente muitos actos de humildade, confiança e de amor a Deus e,com esta disposição, colherás grandes frutos celestiais que nos são dados na Sagrada Eucaristia, para aqueles que A recebem dignamente.
Os frutos principais da Sagrada Comunhão dignamente recebida:
1.º Aumenta a graça.
2.º Dá luz à alma para distinguir o bem do mal, para segui-lo e evitá-lo, respectivamente.
3.º Aviva fé e esperança.
4.º Estimula a caridade.
5.º Modera a raiva e outras paixões, preservando-nos do pecado.
6.º Estamos unidos com Jesus Cristo.
7.º Dá – nos dá um espírito manso.
8.º Repele os demónios, para que não nos tentem tantas vezes.
9.º Acalma o remorso da consciência.
10.º Dá-nos uma grande confiança em Deus, na hora da morte.
11.º Dá força e alimenta a alma.
12.º Finalmente, dá-nos uma ajuda especial para perseverar no bem e chegar à glória eterna, sendo penhor de salvação.
Fonte: Blog A Saúde da Alma

Martinho Lutero, homicida e suicida


Martinho Lutero, homicida e suicida

 

Eis alguns dados históricos da triste vida do fundador do protestantismo, e do fim trágico de seu fim trágico, depois de uma de suas muitas bebedeiras serestais com príncipes amigos.

Martinho Lutero nasceu em Eisleben, na Saxônia (Alemanha) em 1483, e pôs fim à próprio vida em 1546, cerca de 25 anos após a sua revolta contra a Igreja de Nosso Senhor. Sua mãe Margarida foi muito religiosa, porém, muito supersticiosa e dada a bruxarias e encantamentos, o que influiu muito no comportamento do filho. O jovem Lutero, depois de seus estudos de humanidades nas escolas locais de Mansfeld, foi estudar filosofia e direito na Universidade de Erfurt, onde se formou, no ano de 1505. Em junho deste ano entrou para o Convento dos Agostinianos, “não por vocação, mas por medo da morte”. Ele mesmo falou várias vezes desse “medo da morte” que determinou a sua entrada na religião, como o veremos.

LUTERO HOMICIDA

O Dr. Dietrich Emme, em seu livro: “Martinho Lutero – sua juventude e os seus anos de estudos, entre 1483 e 1505”, Bonn, 1983, afirma que Lutero entrou no Convento só para não ser submetido à justiça criminal, cujo resultado teria sido, provavelmente, a pena de morte, por ter matado em duelo um seu colega de estudos chamado Jerônimo Buntz. Daí o seu “medo da morte” ao qual se referia freqüentemente. Então um amigo o aconselhou a se refugiar no Convento dos Eremitas de Santo Agostinho, que então gozava do direito civil de asilo, que o colocava ao abrigo da justiça. Foi aí que se tornou monge e padre agostiniano.

Lutero parecia ter-se convertido. Mas não. Sempre perturbado e contraditório, ele se declara réu confesso em uma prédica em 1529: “Eu fui monge, eu queria seriamente ser piedoso. Ao invés, eu me afundava sempre mais: eu era um grande trapaceiro e homicida” (WAW, 29, 50, 18). E um discurso transcrito por Veit Dietrich, afirma: “Eu me tornei monge por um desígnio especial de Deus, a fim de que não me prendessem; o que teria sido muito fácil. Mas não puderam porque a Ordem se ocupava de mim” (isto é, os superiores do Convento o protegiam) (WA Tr 1, 134, 32). Portanto, Lutero foi réu de um homicídio que cometeu quando era estudante em Erfurt. E segundo os seus biógrafos, o motivo teria sido despeito por ter o seu colega obtido melhor nota nos exames.

LUTERO ÉBRIO E ÍMPIO

Ele o confessa: “Eu aqui me encontro insensato, e endurecido, ocioso e bêbado de manhã à noite… Em suma, eu que devia ter fervor de espírito, tenho fervor da carne, da lascívia, da preguiça e da sonolência”. No entanto, chamava o Papa de “asno”.

Sobre a oração dizia: “Eu não posso rezar, mas posso amaldiçoar. Em lugar de dizer ‘santificado seja o vosso nome’, direi: ‘maldito e injuriado seja o nome dos papistas…, que o papado seja maldito, condenado e exterminado’. Na verdade é assim que rezo todos os dias sem descanso”.

Sobre os mandamentos, dizia: “Todo o Decálogo deve ser apagado de nossos olhos, de nossa alma e de nos outros tão perseguidos pelo diabo… Deves beber com mais abundância, e cometer algum pecado por ódio e para molestar ao demônio…”. Lutero não só afirmava que as boas obras nada valem para a salvação como as amaldiçoava.

Mas sobre o pecado, ele dizia: “Sê pecador e peca fortemente, mas crê com mais força e alegra-te com Cristo vencedor do pecado e da morte… Durante a vida devemos pecar”.

Sobre a castidade, Lutero incentivou os monges, sacerdotes e religiosas a saírem de seus Conventos e se casarem. “O celibato – dizia – é uma invenção maldita”“Do mesmo modo que não posso deixar de ser homem, assim não posso viver sem mulher”.

Sobre a Virgem Maria, “a caneta” recusa a escrever as blasfêmias que proferiu contra a sua pureza (originalmente este texto foi publicado em forma de folheto, Nota do Editor).

Sobre Jesus Cristo, afirma que “cometeu adultério com a samaritana no poço de Jacó, com a mulher adúltera que perdoou…, e com Madalena…”.

Sobre Deus: “Certamente Deus é muito grande e poderoso, bom e misericordioso…, mas é muito estúpido; é um tirano”.

Seu último sermão em Wittenberg, em maio de 1546, foi um furioso ataque contra o Papa, o sacrifício da Missa e o culto a Nossa Senhora.

LUTERO SUICIDA

Lutero tinha um temperamento extremamente mórbido e neurótico. Depois de sua revolta contra a Igreja, a sua neurose atingiu os limites extremos. Estudos especializados lhe atribuem uma “neurose de angústia gravíssima”, do tipo que leva ao suicídio (Roland Dalbies, em “Angústia de Lutero”).

O suicídio de Lutero é afirmado tanto por católicos como por protestantes. Eis o depoimento do seu criado, Ambrósio Kudtfeld, que mais tarde se tornou médico:

“Martinho Lutero, na noite que antecedeu a sua morte, se deixou vencer por sua habitual intemperança, e com tal excesso, que fomos obrigados a carregá-lo totalmente embriagado, e colocá-lo em seu leito. Depois nos retiramos ao nosso aposento sem pressentir nada de desagradável. Pela manhã voltamos ao nosso patrão para ajudá-lo a vestir-se, como de costume. Mas, que dor! Vimos o nosso patrão Martinho pendurado de seu leito e estrangulado miseramente.

“Tinha a boca torta e a parte direita do rosto escura; o pescoço roxo e deformado. Diante de tão horrendo espetáculo, fomos tomados de grande terror. Corremos sem demora aos príncipes, seus convidados da véspera, para anunciar-lhes aquele execrável fim de Lutero. Eles ficaram aterrorizados como nós. E logo se empenharam com mil promessas e juramentos, que observássemos, sobre aquele acontecimento, eterno silêncio, e que colocássemos o cadáver de Lutero no seu leito, e anunciássemos ao povo que o ‘Mestre Lutero’ tinha improvisamente abandonado esta vida”.

Este relato do suicídio de Lutero foi publicado em Anversa, no ano de 1606, pelo sensato Sedúlius. Dois médicos comprovaram os sintomas de suicídio relatados pelo seu doméstico Kudtfeld. Foram eles Cester e Lucas Fortnagel. As informações desse último foram publicadas pelo escritor J. Maritain, em seu livro: “Os Três Reformadores”. Nesse livro o autor oferece ainda uma impressionante lista de amigos e companheiros de Lutero que se suicidaram.

Portanto, irmãos separados da Igreja Católica por esse falso e ébrio reformador, abram os olhos, e voltem à verdadeira Igreja de Jesus Cristo. É fácil de reconhecê-la. Está claro nos Santos Evangelhos que a verdadeira Igreja de Cristo é uma só (Mt. 16, 16). E o que aí lemos: “Tu és Pedro, e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja. (Cf “Folhetos Católicos” – nº 1).

Inútil imaginar que Cristo apontava para Si quando falava a Pedro. Sabemos que Cristo é a “Pedra Angular” principal da sua Igreja. Mas Ele tornou a Pedro participante dessa sua condição. Suas palavras “são palavras de vida e de verdade”. Só Ele, como único Mediador “de Redenção” (1 Tim 2, 5-6), pôde fundar, e realmente fundou a sua única e verdadeira Igreja tendo também por fundamento visível, neste mundo, a Pedro e seus sucessores, os Papas. Como há um só Senhor, uma só Fé, um só batismo (E.F. 4, 5), também uma só tem que ser a Igreja desse único Senhor. É a Igreja dos primeiros cristãos, é a Igreja dos mártires, é a Igreja católica de sempre, a única que é Apostólica, porque é a única que vem desde os Apóstolos.

É a única que existiu desde Cristo e dos Apóstolos até Lutero, e até hoje, e que existirá “até o fim dos séculos” (Mt 28, 28-30). Ao passo que as dos protestantes são “uma legião”. Elas começaram a partir desse falso reformador, no ano 1521, que foi o primeiro a se atrever a fazer o que só Deus pode fazer: fundar uma religião. A 1ª das religiões dessa “legião” de igrejas chamou-se igreja luterana. Mas, já no tempo de Lutero, alguns luteranos imitaram o seu mau exemplo.

Assim, Calvino fundou o calvinismo em Genebra. Logo surgiram os anabatistas, os anglicanos, os batistas, os metodistas, etc.etc. (Cf. “Folhetos Católicos”, nº 14). Calcula-se hoje em vários milheiros o número de seitas oriundas dos erros luteranos. E hoje a sua nova versão, com as suas “Lojas da bênção”, praticando um verdadeiro curandeirismo de Bíblias na mão. A má semente semeada pelo ébrio e neurótico monge continua a produzir seus maus frutos.

Mas a tentação de se pretender reformar a irreformável obra de Nosso Senhor Jesus Cristo, a sua Igreja, continua. E até nos meios católicos ditos progressistas, se está pretendendo reformar, não os homens da Igreja, mas a própria Igreja. Eles se assemelham hoje aos “católicos reformados” dos tempos de Lutero, com a sua falsa reforma. No entanto, a Bíblia afirma que a única Igreja de Cristo, em si mesma, “é… santa e imaculada” (Ef. 5, 27).

Nota: Os dados desse folheto são de “Martinho Lutero, homicida e suicida”, Pe. Luigi Villa, rev. “Chiesa Viva”, nº 258, Brescia, Itália; e de “Lutero”, Pe. Pedro de I. Muños, rev. “Tradicion Católica”, nº 137, Barcelona, Espanha.

Dom Licínio Rangel

Campos/RJ

Avulsos “Fé íntegra”, nº 09.

Catecismo de S. Pio X – Lição preliminar


1) Sois cristão?

Sim, sou cristão pela graça de Deus.

2) Por que dizeis pela graça de Deus?

Digo: pela graça de Deus, porque o ser cristão é um dom de Deus, inteiramente gratuito, que nós não podemos merecer.

3) E quem é verdadeiro cristão?

Verdadeiro cristão é aquele que é batizado, crê e professa a doutrina cristã e obedece aos legítimos Pastores da Igreja.

4) Que é a Doutrina Cristã?

A Doutrina Cristã é a doutrina que Jesus Cristo Nosso Senhor nos ensinou, para nos mostrar o caminho da salvação.

5) É necessário aprender a doutrina ensinada por Jesus Cristo?

Certamente, é necessário aprender a doutrina ensinada por Jesus Cristo, e cometem falta grave aqueles que se descuidam de o fazer.

6) Os pais e patrões estão obrigados a mandar ao catecismo os seus filhos e dependentes?

Os pais e patrões são obrigados a procurar que seus filhos e dependentes aprendam a Doutrina Cristã; e são culpados diante de Deus, se desprezarem esta obrigação.

7) De quem devemos nós receber e aprender a Dou trina Cristã?

Devemos receber e aprender a Doutrina Cristã da Santa Igreja Católica.

8) Como é que temos a certeza de que a Doutrina Cristã, que recebemos da Santa Igreja Católica, é verdadeira?

Temos a certeza de que a Doutrina Cristã, que recebemos da Igreja Católica, é verdadeira, porque Jesus Cristo, autor divino desta doutrina, a confiou por meio aos seus Apóstolos à Igreja Católica, por Ele fundada e constituída Mestra infalível de todos os homens, prometendo-Lhe a sua divina assistência até à consumação dos séculos.

9) Há mais provas da verdade da Doutrina Cristã?

A verdade da Doutrina Cristã é demonstrada ainda pela santidade eminente de tantos que a professaram e professam, pela heróica fortaleza dos mártires, pela sua rápida e admirável propagação no mundo, e pela sua plena conservação através de tantos séculos de muitas e contínuas lutas.

10) Quantas e quais são as partes principais e mais necessárias da Doutrina Cristã?

As partes principais e mais necessárias da Doutrina Cristã são quatro: o Credo, o Padre-Nosso, os Mandamentos e os Sacramentos.

11) Que nos ensina o Credo?

O Credo ensina-nos os principais artigos da nossa santa Fé.

12) Que nos ensina o Padre-Nosso?

O Padre-Nosso ensina-nos tudo o que devemos esperar de Deus, e tudo o que Lhe devemos pedir.

13) Que nos ensinam os Mandamentos?

Os Mandamentos ensinam-nos tudo o que devemos fazer para agradar a Deus; em resumo, amar a Deus sobre todas as coisas, e amar ao próximo como a nós mesmos, por amor de Deus.

14) Que nos ensina a doutrina dos Sacramentos?

A doutrina dos Sacramentos faz-nos conhecer a natureza e o bom uso desses meios que Jesus Cristo instituiu Para nos perdoar os pecados, comunicar-nos a sua graça, e infundir e aumentar em nós as virtudes da fé, da esperança e da caridade.

Dom Vital vs. Maçonaria


D. Vital
D. Vital – clique na imagem para ler o artigo

 

“A monarquia brasileira, protegida pelo Grande Oriente da rua do Lavradio, admitia ainda a união dos dois poderes e mantinha a Religião Católica como religião de Estado — ainda que esta situação significasse antes uma submissão perniciosa da Igreja à Coroa. Ora, o imperador Pedro II, apesar de ter formação católica, e apesar de dizer-se católico perante os bispos, era liberal, defendia a liberdade de pensamento, e acreditava que a maçonaria brasileira, diferentemente da Européia, não era perversa. Várias eram as leis do Império que prejudicavam e perseguiam a Igreja, como o fechamento dos noviciados, os decretos que reduziam os bispos a meros funcionários públicos, leis que limitavam inclusive a escolha dos professores dos seminários diocesanos” (continue lendo clicando neste link: http://www.permanencia.org.br/revista/politica/Intro.pdf ou na imagem acima)

Crise de pederastia na Igreja em 1.001 palavras e a resposta de Bento XVI


Por Marc Argemí*

ROMA, segunda-feira, 26 de abril de 2010 (ZENIT.org).- O New York Times (NYT) publica (12/3/10) que em 1980 a arquidiocese de Munique e Freising, sendo Joseph Ratzinger bispo, acolheu e finalmente reincorporou um sacerdote acusado de abusar sexualmente de crianças.

O padre perpetrou mais tarde novos abusos e foi processado. Como se demonstrou depois, quem tomou a decisão de readmitir não foi Ratzinger, mas o vigário geral: a reinserção aconteceu em setembro de 1982, quando Ratzinger já estava em Roma. No dia 5/03/10, tenta-se implicar o irmão de Ratzinger, mas a acusação não se sustenta.

A resposta de Bento XVI

Bento XVI (19/03/10) escreve uma carta aos bispos da Irlanda sobre os abusos a crianças e jovens por parte de clérigos, destapados pelos informes Murphy (julho de 2009) e Ryan (maio de 2009). A Irlanda é o segundo país após os Estados Unidos onde se investiga a fundo.

Na carta, Bento XVI aponta 8 causas deste desastre: 1) inadequada reposta à secularização, 2) descuido de práticas sacramentais e devocionais (confissão frequente, oração diária e retiros anuais), 3) tendência a adotar formas de pensamento e julgamento sem referência suficiente ao Evangelho, 4) tendência a evitar enfoques penais das situações canonicamente irregulares, 5) procedimentos inadequados para determinar a idoneidade dos candidatos ao sacerdócio e à vida religiosa, 6) insuficiente formação humana, moral, intelectual e espiritual nos seminários e noviciados, 7) tendência social a favorecer o clero e outras figuras de autoridade e 8) preocupação fora de lugar pelo bom nome da Igreja e para evitar escândalos.

Às vítimas, disse: “sofrestes tremendamente e por isto sinto profundo desgosto. Sei que nada pode cancelar o mal que suportastes (…). É comprensível que vos seja difícil perdoar ou reconciliar-vos com a Igreja. Em seu nome expresso abertamente a vergonha e o remorso que todos sentimos. Ao mesmo tempo peço-vos que não percais a esperança”. Aos sacerdotes e religiosos que abusaram de crianças: “por isto deveis responder diante de Deus omnipotente, assim como diante de tribunais devidamente constituídos”. Aos bispos: “não se pode negar que alguns de vós e dos vossos predecessores falhastes, por vezes gravemente, na aplicação das normas do direito canónico codificado há muito tempo sobre os crimes de abusos de jovens. Foram cometidos sérios erros no tratamento das acusações”.

Bento XVI propõe cinco medidas: 1) um ano de penitência, 2) redescobrir o sacramento da Reconciliação (a confissão), 3) fomentar a adoração eucarística, 4) uma Visita Apostólica (uma inspeção) em algumas dioceses, seminários e congregações religiosas, 5) uma missão para todos os bispos, sacerdotes e religiosos. Entre outras palavras: fazer a limpeza. 

Ainda mais

No dia 24/03/10, NYT aponta diretamente Bento XVI como responsável por um caso, quando ainda era cardeal: o de Lawrence Murphy, que abusos de crianças surdas nos anos 70 em Milwaukee e não foi condenado nem pela justiça ordinária nem pelo arcebispado. Como se viu depois, a falta de diligência na punição do malfeitor foi culpa do próprio arcebispado local: o caso não chegou ao Vaticano até os anos 90. A miopia da notícia jornalística pode-se explicar por erros de tradução e porque o artigo bebe de duas fontes: os advogados que denunciaram o arcebispado (um deles, Jeffrey Anderson, tem litígio aberto contra a Santa Sé) e o arcebispo emérito de Milwaukee, Rembert Weakland, no cargo quando tudo sucedeu.

A 2/2/10, Associated Press lançou outra acusação contra Bento XVI, cujas provas se demostraram falsas. A 9/4/10, voltou a artilharia do NYT, com mais acusaçõescom igual sorte.

Em resumo, as acusações contra a Igreja são três: 1) alguns sacerdotes católicos abusaram de crianças, 2) muitos bispos ocultaram e 3) Bento XVI seria pessoalmente responsável. Com dados na mão, o n.1 é, lamentavelmente, certo em uma ínfima minoria do coletivo; n. 2 se afirma em determinados prelados e n. 3 e totalmente falso.

As consequencias

Alguns pedem que se julgue o Papa por encobrimento e aproveitam para suspender o catolicismo em seu conjunto. Outros já haviam tentado, tempos atrás, usar os delitos de uns poucos para desacreditar toda a instituição. Alguns advogados tentam tirar proveito. Não faltam vozes amigas do Papa desde o judaísmo, o agnosticismo e, em geral, desde ambientes intelectuais. 

O Vaticano pôs sobre a mesa a informação que tem. Tal exercício de transparência chegou ao extremo de que o fiscal do Vaticano fale sobre os casos de abusos em uma entrevista documentada. A Santa Sé publicou os regulamentos pelos quais se julgam estes casos e abundante documentação.

Dentro da Igreja, tem havido partidários da ruptura e partidários da renovação. Ruptura: 1) algumas vozes reclamam uma revisão do celibato e da moral católica, ainda que especialistas e opinadores inclusive não católicos denunciem com dados a inexistência de tal vinculação causa-efeito, 2) expoentes antirromanos de certa idade reclamaram a demissão do Papa ou uma reforma.

Renovação: muitos aplaudiram o posicionamento de Bento XVI de tolerância zero, petição de perdão e penitência e conversão. Muitos católicos saíram da perplexidade buscando a verdade dos fatos. A operação limpeza iniciada anos atrás retomou impulso: desde a carta à Irlanda foram demitidos dois bispos irlandeses, um americano, um alemão, um norueguês e um belga. A liderança interna de Bento XVI é maior agora: percebe-se Bento XVI como parte da solução e não como parte do problema.

Além da Igreja, poucos priorizaram a proteção das vítimas e as medidas para acabar com a pederastia. É lamentável, tanto mais quando se constata que é um problema transversal: afeta mais gravemente muitos outros coletivos sociais. Países como Alemanha já o enfrentam globalmente. Alguns articulistas apontaram a culpa em que a extensão do fenômeno estivesse vinculada à revolução sexual dos anos 60 e sua simpatia declarada para a pedofilia.

Maçonaria – uma entrevista


Nosso convidado, um católico ao longo da vida, juntou-se a Loja Maçônica por causa de sua camaradagem e esforços filantrópicos. No entanto, como ele ascendeu na hierarquia, ele se tornou cada vez mais desconfortáveis com seus ensinamentos questionáveis, rituais misteriosos, e incompatibilidade com a fé católica. Neste programa, ele vai nos revelar a verdade surpreendente sobre os ritos, rituais e filosofia da maçonaria – sobre o que realmente acontece atrás da porta Lodge (tradução feito do original no Google Tradutor).

Dialogando com um maçon “eclético”


Prezados leitores, a paz de Jesus e o amor de Maria!
A seguir publico uma conversa com um maçom “aberto ao diálogo”.

2010/1/21 Francisco Fernando Filho <fernando>

Prezado Moisés, você me enviou um E-mail denigrindo a instituição maçônica a qual eu faço parte. Você não sabe o que é mçonaria, portanto pare de comentar um assunto que você não conhece. Acho que você é um dos fazem o site (Ollhar Católico). Se você pretende me enviar algo com relação a religião católica, recebo com o maior carinho, caso contr´rio, não me envie mais nenhum E-mail falando mal da maçonaria. O Aurélio define o fanatismo como:
Fanático: Que se considera inspirado por uma divindade, pelo espírito divino; iluminado. Que tem zelo religioso cego, excessivo; intolerante. Que tem zelo religioso cego, excessivo; intolerante. Que adere cegamente a uma doutrina, a um partido; que é partidário exaltado; faccioso. Que tem dedicação, admiração ou amor exaltado a alguém ou algo; entusiasmado, apaixonado.

Onde você está enquadrado de acordo com o Aurélio?
Grato.

Francisco Fernandes Filho

_________________________________________________________________

>>você me enviou um E-mail denigrindo a instituição maçônica a qual eu faço parte
Não Fernando, eu lhe enviei um e-mail com fatos reais sobre a Maçonaria, dos quais você não argumentou.
>>Você não sabe o que é mçonaria, portanto pare de comentar um assunto que você não conhece
Citei caro Fernando apenas documentos da própria Maçonaria. Você não leu?
>>Acho que você é um dos fazem o site (Ollhar Católico)
Eu sou o idealizador do §|Olhar Católico|§ e único proprietário deste blog.
>>Se você pretende me enviar algo com relação a religião católica, recebo com o maior carinho
Qual desses você quer:
1- Humanum Genus, Papa Leão XIII
2- Syllabus, Papa Pio IX
3- Lamentabili Sine Exitu, Papa S. Pio X
4- Declaração sobre a Maçonaria, Cardeal Joseph Ratzinger, atual PAPA BENTO VXI.
Receba estas “com carinho” então. São todos documentos da Igreja Católica.
>>E-mail falando mal da maçonaria
Falando a verdade sobre esta seita. Argumente caro Filho da Viúva. O e-mail que enviei anteriormente expõe claramente algo que a Maçonaria nega ser: SECRETA. Com base em documentos da própria Maçonaria. Você não tem argumentos? Entendo se não tiver, afinal contra fatos não há argumentos.
>>Onde você está enquadrado de acordo com o Aurélio?
E você Filho da Viúva? Onde você se enquadra? Será que você se considera “iluminado”? Eu não, eu sou apenas uma profano envolto em trevas, não é mesmo?
Você Filho da Viúva “adere cegamente a uma doutrina”? Você algum dia prometeu seguir a Maçonaria, mesmo sem saber o “que vem de cima”? Sim, você fez isso no seu juramento de Aprendiz, e depois vem me questionar se eu sou fanático com um “poderoso” e “impetuoso”… dicionário. Convenhamos, vocês maçons não sabem argumentar mesmo.

Passar bem senhor Fernandes.

Atenciosamente,
Moisés Gomes de Lima
“A concórdia não é uniformidade de opiniões, mas concordância de vontades” (S. Tomas de Aquino).

O machado de Dom Ranjith sobre os movimentos de “renovação”: um basta nas danças, palmas, arbitrariedades na liturgia, “louvor e adoração”.


Colombo (Sri Lanka), Dom Ranjith declara guerra aos desvios litúrgicos dos Neocatecumenais [e dos Carismáticos] : “Vetados os cantos e danças durante a missa, obrigatória a comunhão de joelhos”

CIDADE DO VATICANO (Petrus) – Dom Malcolm Ranjith é alguém que entende de Liturgia. Foi, de fato, Secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos antes de Bento XVI nomeá-lo, no ano passado, arcebispo de Colombo, no Sri Lanka. O Papa confia muito nele, a tal ponto que deve criá-lo Cardeal no próximo consistório. Dom Ranjith (na foto) se tornou muito admirado nos seus anos de serviço no Vaticano pela nobre defesa da gloriosa tradição litúrgica da Igreja, uma batalha que retomou energicamente em sua nova diocese, proibindo extravagância e improvisações durante a celebração da Eucaristia e “recomendando” a administração da Comunhão apenas sobre a língua e aos fiéis ajoelhados, como já é o caso durante a missa presidida pelo Pontífice. Mas aqui está o texto completo, rico em muitíssimos elementos, enviado pelo arcebispo de Colombo a seus sacerdotes e fiéis, com particular referência àqueles pertencentes aos movimentos (entre os quais recai seguramente o Caminho Neocatecumenal, mas Dom Ranjith não o cita explicitamente) que, habitualmente, se aproximam da Eucaristia de um modo diferente do estabelecido pela Igreja ou participam da missa com cantos e danças em torno do altar, permitindo, contudo, a pregação por leigos durante a celebração:

“Queridos irmãos e irmãs,

Recentemente, algumas pessoas e movimentos católicos de renovação desenvolveram muitos exercícios para-litúrgicos não previstos pelo calendário paroquial ordinário. Apreciando as numerosas conversões, o valor do testemunho, o entusiasmo renovado pela oração, a participação dinâmica e a sede da Palavra de Deus, como bispo diocesano e administrador geral dos mistérios de Deus na igreja local a mim confiada, sou o moderador, o promotor e o guardião da vida litúrgica da arquidiocese de Colombo. Como tal, vos convido a refletir sobre os aspectos litúrgicos e eclesiológicos relacionados a esta nova situação e vos peço insistentemente que respeiteis as diretrizes enunciadas na presente circular de efeito imediato. A Eucaristia é a celebração do mistério pascal por excelência dado à Igreja pelo próprio Jesus Cristo. Jesus Cristo é o princípio de toda liturgia na Igreja e por esta razão toda liturgia é essencialmente de origem divina. Ela é o exercício da Sua função sacerdotal e, portanto, não é certamente um simples empreendimento humano ou uma inovação piedosa. Na verdade, é incorreto definí-la uma simples celebração da vida. É muito mais do que isso. É a fonte e o ápice do qual todas as graças divinas enchem a igreja. Este sagrado mistério foi confiado aos apóstolos pelo Senhor e a Igreja cuidadosamente preservou a celebração ao longo dos séculos, dando vida à tradição sagrada e a uma teologia que não cedem à interpretação individual ou privada. Nenhum padre, conseqüentemente, diocesano ou religioso que seja, proveniente de uma outra arquidiocese ou mesmo do exterior, está autorizado a modificar, adicionar ou suprimir qualquer coisa no rito sagrado da missa. Não se trata de uma novidade, mas de uma decisão tomada em 1963 pela Constituição “Sacrosanctum Concilium” (22, 3), a Constituição Dogmática sobre a Sagrada Liturgia do Concílio Vaticano II, posteriormente reiterada várias vezes em documentos como “Sacramentum Caritatis”, de Sua Santidade Bento XVI, e “Ecclesia de Eucharistia” do Papa João Paulo II, de venerada memória. A este respeito, convém mencionar explicitamente alguns elementos: os sacerdotes não estão autorizados a modificar ou improvisar a Oração Eucarística ou outras orações imutáveis da Missa — mesmo quando se trata de dar detalhes sobre um elemento já presente — cantando respostas ou explicações diferentes. Devemos compreender que a liturgia da Igreja é estreitamente ligada à sua fé e sua tradição: “Lex orandi, lex credendi”, a regra da oração é a regra de fé! A liturgia nos foi dada somente pelo Senhor, ninguém mais, portanto, tem o direito de mudá-la; as manifestações do tipo “Praise and Worship” (literalmente “louvor e adoração”, mas aqui diz respeito a uma corrente musical de estilo gospel, NdT) não são permitidos no rito da Missa. A música desordenada e ensurdecedora, as palmas, os longos discursos e os gestos que perturbam a sobriedade da celebração não são autorizados. É muito importante que compreendamos a sensibilidade cultural e religiosa do povo do Sri Lanka. A maioria dos nossos compatriotas são budistas e por este motivo estão habituados a um culto profundamente sóbrio; por sua vez, nem os muçulmanos nem os hindus criam agitação em sua oração. Em nosso país, além do mais, há uma forte oposição às seitas cristãs fundamentalistas e nós, como católicos, nos esforçamos para fazer compreender que os católicos são diferentes dessas seitas. Alguns destes chamados exercícios de louvor e adoração se assemelham mais aos exercícios religiosos fundamentalistas que a um culto católico romano. Que seja permitido respeitar a nossa diversidade cultural e a nossa sensibilidade; a Palavra de Deus prescrita não pode ser alterada aleatoriamente e o Salmo responsorial deve ser cantado e não substituído por cantos de meditação. A dimensão contemplativa da Palavra de Deus é de suma importância. Em alguns serviços para-litúrgicos as pessoas hoje têm a tendência a se tornar extremamente faladoras e tagarelas. Deus fala e nós devemos escutá-Lo; para ouvir bem, o silêncio e a meditação são mais necessários que a exuberância cacofônica; os sacerdotes devem pregar a Palavra de Deus sobre os mistérios litúrgicos celebrados. É expressamente proibido aos leigos pregar durante as celebrações litúrgicas; a Santíssima Eucaristia deve ser administrada com extremo cuidado e máximo respeito, e exclusivamente por aqueles autorizados a fazê-lo. Todos os ministros, ordinários e extraordinários, devem estar revestidos dos ornamentos litúrgicos apropriados. Recomendo a todos os fiéis, inclusive religiosos, receber a comunhão com reverência, de joelhos e na boca. A prática da auto-comunhão é proibida e pediria humildemente a cada sacerdote que a permite que suspendesse imediatamente esta prática; todos os sacerdotes devem seguir o rito da missa como determinado, de modo a não dar espaço a comparações ou opor as Missas celebradas por alguns sacerdotes às outras Missas ditas pelo resto dos sacerdotes; as bênçãos litúrgicas são reservadas exclusivamente aos ministros da liturgia: bispos, sacerdotes e diáconos. Todos podem rezar uns pelos outros. Recomenda-se insistentemente, entretanto, não usar gestos que podem provocar fantasias, confusões ou uma interpretação errônea”.

 

Fonte: Fratres in Unum http://fratresinunum.com/2010/03/04/o-machado-de-dom-ranjith-sobre-os-movimentos-de-renovacao-nao-as-dancas-palmas-arbitrariedades-na-liturgia-louvor-e-adoracao/>

Doutrina Maçônica versus Doutrina Católica (III)


A seguir as ultimas cinco comparações entre a doutrina maçônica e a Doutrina Católica, das quinze publicadas anteriormente (“I” e “II”) retiradas do livro “A Maçonaria no Brasil – orientação para os católicos” do Dr. Boaventura Kloppenburg.

 

Doutrina Maçônica Doutrina Católica
11. A Maçonaria reconhece que todas as religiões são boas e iguais perante Deus. 11. A Igreja Católica reconhece
que, perante Deus, só é boa e aceitável a religião ensinada pelo próprio Deus, me diante Cristo Jesus. “Nem todo aquele que me disser: Senhor! Senhor! entrará no reino dos céus; mas somente aquele que fizer a vontade de meu Pai celeste” (Mt 7, 21).
12. A Maçonaria não exige a necessidade da fé cristã e do batismo cristão. 12. “Quem crer e for batizado, será salvo; mas quem não crer será condenado” (Mt 16, 16).
13. A Maçonaria não exige a necessidade de “comer a carne de Cristo e beber o seu sangue” (a Comunhão ou Eucaristia). 13. “Se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós” (Jo 6, 53).
14.  A Maçonaria condena como contrária à moral, retrógrada e anti-social a existência de corporações religiosas que segregam seres humanos da sociedade e da família. 14. “Se queres ser perfeito, vai, vende todos os teus bens e dá-os aos pobres, e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me” (Mt 19, 21); “em verdade vos digo que todo aquele que por causa de mim e do evangelho deixar casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filho, ou campo, receberá, já nesta vida, no meio de perseguições, o cêntuplo em casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos e campos; e no mundo futuro terá a vida eterna” (Mt 19, 29-30).
15. A Maçonaria proclama que o Matrimônio não é sacramento e que o divórcio, em certos casos, é uma exigência da lei natural. 15. A Igreja Católica ensina que o Matrimônio é um vínculo santo e sagrado, verdadeiro sacramento (quer dizer: meio de santificação) e que, em caso algum, é permitido o divórcio.

 

Poderíamos continuar desta forma a lista e o paralelismo. A frontal oposição entre uma e outra doutrina é manifesta: a Igreja e sua doutrina dum lado, a Maçonaria e seus “grandes e imutáveis princípios” doutro lado. São, como se vê, dois campos opostos. São duas sociedades irreconciliáveis em sua doutrina: ou a Igreja ou a Maçonaria. Querer aceitar a doutrina de uma e de outra é impossível. E’ por isso que o maçon, que tem o dever essencial de professar perfeita adesão aos princípios da Maçonaria, se quiser ser conseqüente, se quiser conservar o bom senso e a lógica, deve necessariamente renegar as doutrinas da Igreja. Mas é também por isso que o católico, que igualmente tem como dever imprescindível professar perfeita adesão à doutrina da Igreja, deve consequentemente renegar os princípios da Maçonaria.

 

 

§||§

Sacramento da Eucaristia


Catequese retirada do Catecismo de São Pio X:

Qual é o maior de todos os Sacramentos?

O maior de todos os Sacramentos é o Sacramento da Eucaristia, porque contém não só a graça, mas também ao mesmo Jesus Cristo, autor da graça e dos Sacramentos.

Que é o Sacramento da Eucaristia?

A Eucaristia é um Sacramento que, pela admirável conversão de toda a substância do pão no Corpo de Jesus Cristo, e de toda a substância do vinho no seu precioso Sangue, contém verdadeira, real e substancialmente o Corpo, Sangue, Alma Divindade do mesmo Jesus Cristo Nosso Senhor, debaixo das espécies de pão e de vinho, para ser nosso alimento, espiritual.

Está na Eucaristia o mesmo Jesus Cristo que está no Céu e que nasceu, na terra, da Santíssima Virgem?

Sim, na Eucaristia está verdadeiramente o mesmo Jesus Cristo que está no Céu e que nasceu, na terra, da Santíssima Virgem Maria.

Por que acreditais que no Sacramento da Eucaristia está verdadeiramente Jesus Cristo?

Eu acredito que no Sacramento da Eucaristia está verdadeiramente presente Jesus Cristo, porque Ele mesmo o disse, e assim no-lo ensina a Santa Igreja.

Que é a hóstia antes da consagração?

A hóstia antes da consagração é pão de trigo.

Depois da consagração, que é a hóstia?

Depois da consagração, a hóstia é o verdadeiro Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo, debaixo das espécies de pão.

Que está no cálice antes da consagração?

No cálice, antes da consagração, está vinho com algumas gotas de água.

Depois da consagração, que há no cálice?

Depois da consagração, há no cálice o verdadeiro Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, debaixo das espécies de vinho.

Quando se faz a mudança do pão no Corpo, e do vinho no Sangue de Jesus Cristo?

A conversão do pão no Corpo, e do vinho no Sangue de Jesus Cristo, faz-se precisamente no ato em que o sacerdote, na santa Missa, pronuncia as palavras da consagração.

Que é a consagração?

A consagração é a renovação, por meio do sacerdote, do milagre operado por Jesus Cristo na última Ceia, quando mudou o pão e o vinho no seu Corpo e no seu Sangue adorável, por estas palavras: Isto é o meu Corpo; este é o meu Sangue.

Como é chamada pela Igreja a miraculosa conversão do pão e do vinho no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo?

A miraculosa conversão, que todos os dias se opera sobre os nossos altares é chamada pela Igreja transubstanciação.

Quando Jesus está na hóstia, deixa de estar no Céu?

Quando Jesus está na hóstia, não deixa de estar no Céu, mas encontra-se ao mesmo tempo no Céu e no Santíssimo Sacramento.

Quando instituiu Jesus Cristo o Sacramento da Eucaristia?

Jesus Cristo instituiu o Sacramento da Eucaristia na última ceia que celebrou com seus discípulos, na noite que precedeu sua Paixão.

Por que instituiu Jesus Cristo a Santíssima Eucaristia?

Jesus Cristo instituiu a Santíssima Eucaristia, por três razões principais:

1º para ser o sacrifício da nova lei;

2º para ser alimento da nossa alma;

3º para ser um memorial perpétuo da sua Paixão e Morte, e um penhor precioso do seu amor para conosco e da vida eterna.

Que efeitos produz em nós a Santíssima Eucaristia?

Os principais efeitos que a Santíssima Eucaristia produz em quem a recebe dignamente são estes:

1º conserva e aumenta a vida da alma, que é a graça, como o alimento material sustenta e aumenta a vida do corpo;

2º perdoa os pecados veniais e preserva dos mortais; produz consolação espiritual.

Quantas coisas são necessárias para fazer uma comunhão bem feita?

Para fazer uma comunhão bem feita, são necessárias três coisas:

1º estar em estado de graça;

2º estar em jejum desde uma hora antes da comunhão;

3º saber o que se vai receber e aproximar-se da sagrada Comunhão com devoção.

Que quer dizer: comungar com devoção?

Comungar com devoção quer dizer: aproximar-se da sagrada Comunhão com humildade e modéstia, tanto na própria pessoa como no vestir, e fazer a preparação antes e a ação de graças depois da Comunhão.

Em que consiste a preparação antes da Comunhão?

A preparação antes da Comunhão consiste em nos entretermos algum tempo a considerar quem é Aquele que vamos receber e quem somos nós; e em fazer atos de fé, de esperança, de caridade, de contrição, de adoração, de humildade e de desejo de receber a Jesus Cristo.

Em que consiste a ação de graças depois da Comunhão?

A ação de graças depois da Comunhão consiste em nos conservarmos recolhidos a honrar a presença do Senhor dentro de nós mesmos, renovando os atos de fé, de esperança, de caridade, de adoração, de agradecimento, de oferecimento e de súplica, pedindo sobretudo aquelas graças que são mais necessárias para nós e para aqueles por quem somos obrigados a orar, sobretudo licença especial em razão de moléstia

Como devemos apresentar-nos no ato de receber a sagrada Comunhão?

No ato de receber a sagrada Comunhão devemos estar de joelhos, com a cabeça medianamente levantada, com os olhos modestos e voltados para a sagrada Hóstia, com a boca suficientemente aberta e com a língua um pouco estendida sobre o lábio inferior. Senhoras e meninas devem estar com a cabeça coberta.

Se a sagrada Hóstia se pegar ao céu da boca, que se deve fazer?

Se a sagrada Hóstia se pegar ao céu da boca, é preciso despegá-la com a língua, nunca porém com os dedos.

Deve considerar-se a Eucaristia só como Sacramento?

A Eucaristia não é somente um Sacramento; é também o sacrifício permanente da

Nova Lei, que Jesus Cristo deixou à Igreja, para ser oferecido a Deus pelas mãos dos seus sacerdotes.

Como se chama este sacrifício da Nova Lei?

Este sacrifício da Nova Lei chama-se a santa Missa.

Que é então a santa Missa?

A santa Missa é o sacrifício do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo, oferecido sobre os nossos altares, debaixo das espécies de pão e de vinho, em memória do sacrifício da Cruz.

É o Sacrifício da Missa o mesmo que o da Cruz?

O Sacrifício da Missa é substancialmente o mesmo que o da Cruz, porque o mesmo Jesus Cristo, que se ofereceu sobre a Cruz, é que se oferece pelas mãos dos sacerdotes seus ministros, sobre os nossos altares.

Para que fins se oferece o Santo Sacrifício da Missa?

Oferece-se a Deus o Santo Sacrifício da Missa para quatro fins:

1º para honrá-Lo como convém, e sob este ponto de vista o sacrifício é latrêutico;

2º para Lhe dar graças pelos seus benefícios, e sob este ponto de vista o sacrifício é eucarístico;

3º para aplacá-Lo, dar-Lhe a devida satisfação pelos nossos pecados, para sufragar as almas do Purgatório, e sob este ponto de vista o sacrifício é propiciatório;

4º para alcançar todas as graças que nos são necessárias, e sob este ponto de vista o sacrifício é impetratório.

Quantas coisas são necessárias para ouvir bem e com fruto a santa Missa?

Para ouvir bem e com fruto a santa Missa são necessárias duas coisas: 1º modéstia exterior; 2º devoção interior.

Terminada a Missa, que se deve fazer?

Terminada a Missa, devemos dar graças a Deus por nos ter concedido a graça de assistir a este grande sacrifício e pedir-Lhe perdão das faltas cometidas enquanto a assistíamos.

Doutrina Maçônica versus Doutrina Católica (II)


A seguir a continuação do post “Doutrina Maçônica vesus Doutrina Católica” com mais cinco comparações, das quinze retiradas do livro “A Maçonaria no Brasil – orientação para os católicos” do Dr. Boaventura Kloppenburg.

Doutrina Maçônica Doutrina Católica
6. Qualquer coação ou influência externa, seja de ordem física, seja de ordem moral, no sentido de dirigir ou orientar o pensamento do indivíduo, deve ser considerado como atentado contra um direito natural e sagrado e por isso deve ser denunciado como violência e injustiça. A Maçonaria considera seu dever principal combater esta violência, ambição e fanatismo. 6. Ninguém deve ser coagido contra sua vontade a abraçar a fé na Revelação Cristã; mas pelo ensino, pela educação e formação, o homem pode e deve ser influenciado e melhorado por outros; e isso não só não é violência alguma, ou injustiça, mas é excelente obra
de caridade cristã. A Igreja Católica considera seu dever principal trabalhar na instrução e
na educação moral e religiosa de todos os homens.
7. O meio ambiente em que vive e respira o indivíduo humano deve manter-se rigorosamente neutro, sem hostilizar nem favorecer religião alguma determinada, nem mesmo a religiãocristã. 7. O meio ambiente em que vive e respira o indivíduo humano deve estar impregnado dos princípios religiosos e morais certamente revelados e ordenados por Deus.
8. A sociedade e mormente o Estado devem manter-se oficialmente indiferentes perante qualquer religião concreta. 8. O ideal seria que a sociedade e mormente o Estado dessem oficialmente aos cidadãos os meios e as facilidades de passarem sua vida inteiramente segundo as leis e prescrições de Deus.
9. O ensino público, dado e mantido pelo Estado, deve ser absolutamente leigo ou neutro em assuntos religiosos. 9. O ensino público, dado e mantido pelo Estado, não pode abstrair de Deus e de Suas leis e determinações. Concretamente, o ensino leigo ou neutro é impossível e resvala para o ateísmo.
10. A Maçonaria aceita e defende os elementos da religião natural e abstrai da religião cristã, mas sem hostilizá-la. 10. A Igreja Católica aceita e defende os elementos verdadeiros da religião natural e abraça com amor e gratidão areligião cristã, sabendo ser impossível permanecer indiferente perante Cristo: “Quem não for por mim, será contra mim” (Lc 11, 23).

Doutrina Maçônica versus Doutrina Católica (I)


A seguir as primeiras cinco comparações, das quinze que retirei do livro “A Maçonaria no Brasil – orientação para os católicos” do Dr. Boaventura Kloppenburg (mesmo livro de onde foi tirado o conteúdo do post Maçonaria: sociedade discreta ou secreta?) entre a enganadora doutrina maçônica e a Doutrina Católica. Este livro é muito bom e vale a pena ler.

Abaixo fica clara a inconpatibilidade. O que prova que o maçom não é vedadeiro católico e vice-versa.

Doutrina Maçônica Doutrina Católica
1. Existe um Ser Supremo, convenientemente denominado “Grande Arquiteto do Universo”. 1. Existe um Ser Supremo, Criador e Conservador de todos os seres contingentes, que com sua paternal Providência vela sobre cada uma de suas criaturas.
2. Para o conhecimento da natureza íntima do Ser Supremo a razão humana permanece entregue às suas próprias luzes e forças naturais; pois não consta que Deus se tenha revelado aos homens. 2. Para o conhecimento da natureza íntima do Ser Supremo a razão humana, entregue apenas às suas próprias luzes e forças naturais, é radicalmente insuficiente; foi por isso que o próprio Deus, principalmente por Seu Filho Unigênito, Jesus Cristo, Se dignou de falar sobre Si aos homens.
3. É sagrado e inviolável, em todo indivíduo humano, o direito de pensar livremente. 3. É sagrado e inviolável, em todo indivíduo humano, o direito de orientar livremente o seu pensamento de acordo com a realidade objetiva preexistente; não, porém, contra esta realidade, porquanto o erro não tem direitos.
4. O homem deve dirigir seus atos e sua vida exclusivamente de acordo com a sua própria razão e consciência. 4. O homem deve dirigir seus atos e sua vida de acordo com a sua própria consciência e, sobretudo, de acordo com os mandamentos revelados positivamente por Deus.
5. É o próprio indivíduo que deve regular suas relações com o Ser Supremo, o modo como cultua-1’O. 5. É em primeiro lugar o próprio Deus que regula o modo como deve ser cultuado pelo homem, sua criatura; e o homem deve acomodar-se às determinações divinas.
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