Sobre 12 de abril

Uma república socialista?


Dom Aloísio Roque Oppermann

Arcebispo Emérito de Uberaba (MG)

Se os serviços públicos são geridos por empresas particulares, ou pelo governo, é uma questão de eficiência. Não é de ideologia política. Mas não esqueçamos que os serviços públicos “gratuitos” alguém os precisa pagar. A passagem de ônibus eu posso pagar do meu bolso, diretamente para a companhia particular, que presta esse serviço. Ou eu entrego essa mesma contribuição ao governo, para que ele a administre. Não existe jantar gratuito. O socialismo sempre fascinou a mente humana, porque parece ser mais justo, e atender melhor à parte mais pobre da humanidade. Isto, precisamente, sempre foi o ponto fraco do capitalismo: não ter plano de salvação para os perdedores.  Mas o socialismo carrega consigo uma mancha execrável. Não é capaz de respeitar o que é inerente ao ser humano, que é a sua liberdade. Como não conseguirá jamais se estabelecer com a concordância dos cidadãos, precisa se impor à força. As cabeças de quem pensa, e é cioso em permanecer livre, rolam inexoravelmente. Esse regime é o mais catastrófico da história, tendo assassinado mais de 80 milhões de rebeldes. Tornou-se uma mancha na história da humanidade.

No Brasil, alegremente estamos correndo para os braços das ditaduras. Sem pejo nenhum, e sem falsete no rosto dos nossos dirigentes, temos relações diplomáticas preferenciais com nações, onde as liberdades individuais são uma quimera. As visitas oficiais a certos países, de visceral princípio socialista, são uma constante. A importação de médicos estrangeiros (não quero duvidar de sua competência profissional), tem como objetivo acostumar nossa população com as belezas do socialismo. Os gastos financeiros com doações em favor de nações mais pobres (todas socialistas), são uma constante. Os Black Blocs, quebrando com grande satisfação os Bancos, mostram que já estão infectados com esse vírus, francamente anti-livre mercado. Os que querem os serviços públicos todos gratuitos, vivem de um delírio deplorável. Tudo está sendo feito à luz do sol. Os condutores da nação terão o direito de dizer: “eu avisei”. É muito provável que entre os condenados pelos crimes do mensalão, já se encontrem aqueles que, no futuro, serão os dirigentes da Nação.

http://www.cnbb.org.br/articulistas/dom-aloisio-roque-oppermann/13595-2014-02-04-17-43-48

Padre Marcelo Rossi: “Estamos voltando à Idade Média, o período mais terrível e negro da igreja”


O padre Marcelo Rossi quase nunca fala algo que se aproveite, mas quando fala alguma coisa que preste sempre vem acompanhado de algo pra melar o que disse. Acabo de ler aqui algumas declarações suas sobre a malfadada tentativa da CNBB (ou CNB do B como diria alguns 🙂 ) de revitalizar as moribundas CEB’s. Ao se referir sobre a participação de clérigos na disputa de cargos políticos solta a pérola que intitula este post.

Acho que o padre entende muito de como engordar, emagrecer, educação física, etc. e tal. Mas de História da Igreja anda muito desinformado e “fora de forma”. Acho que ele precisa de uma bela aula de introdução à Idade Média além da leitura de alguns livros sobre o assunto que não sejam seus “Ágape e agapinho” e verificar que a Idade Média não é isso que ele pinta ou lhe pintaram. Haveria muito mais o que falar sobre a Idade Média, aqui, aqui e aqui. Deixo estes poucos exemplos nestes link’s ao leitor para que se deliciem e talvez possa aparecer um discípulo do padre dos “animaizinhos subiram de dois-em-dois” e possa repassar para ele.

Abaixo a tal notícia:

Sacerdote católico mais famoso do país, o padre Marcelo Rossi, 45 anos, se mostrou contra o incentivo às Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e à candidatura de representantes religiosos a cargos políticos. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, padre Marcelo declarou que as CEBs – que tiveram seu auge nos anos 1980 combinando princípios cristãos a uma visão social de esquerda – apresentam o risco de estimular a “tentação à política”.

Segundo a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a igreja quer incentivar as CBEs para recuperar espaço em áreas pobres. “Nas CEBs, acaba se tornando mais política do que social. É mais perigoso a pessoa ter a tentação à política na CEB”, disse o religioso.

Sobre o uso da igreja como plataforma política, o padre fez uma crítica ao que os evangélicos começaram a fazer com a candidatura de pastores. “A Igreja Católica é apartidária, pelo menos deve ser. Os evangélicos, às vezes, determinam em quem votar. Estamos voltando à Idade Média, o período mais terrível e negro da igreja”, disse.

Marcelo Rossi  também se posicionou contra a presença do pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDH) da Câmara. “Ele nem deveria estar lá, na minha opinião. A partir do momento em que se diz um pastor, não dá para ser ao mesmo tempo um líder político. Acho importante ter uma bancada católica, como existe a evangélica. Mas não acho correto padre, bispo, pastor se candidatarem, porque aí estou transformando um púlpito num palanque”, falou.

The Walking Dead – versão CNBB


Por FABIANO MAISONNAVE

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Preocupada com a renovação das paróquias, a assembleia dos bispos, que terminou na última sexta, incluiu as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) entre as iniciativas para recuperar a presença da Igreja Católica nas áreas mais pobres, onde perde fiéis para evangélicos.

“É um jeito de fazer com que os leigos lá na base comecem novamente a se articular”, disse d. Severino Clasen, presidente para comissão para o laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), ao defender uma CEB menos ideológica.

Surgidas após o Concílio Vaticano 2º (1962-65), as CEBs foram impulsionadas pelo Documento de Medellín (1968) e pela Teologia da Libertação. Ligadas ao PT e movimentos sociais, seu auge foi nos anos 1980, em regiões pobres, com uma crítica que unia princípios cristãos a uma ótica de esquerda.

Em meio à oposição dos papas João Paulo 2º e Bento 16, que nomearam bispos contrários à aproximação com a esquerda, perderam força.

Para o padre Benedito Ferraro, assessor da Ampliada Nacional das CEBs, a volta da discussão é um reconhecimento de parte dos bispos de que a retração abriu espaço para as evangélicas, como a Assembleia de Deus.

Hoje, diz, as CEBs são minoria entre os grupos eclesiais na periferia. Ferraro diz que não há números precisos sobre as CEBs, mas que elas estão presentes em todo o país.

O início da retomada das CEBs foi em 2007, na Conferência do Episcopado Latino-Americano, onde foi aprovado um documento cujo relator foi o bispo argentino Jorge Mario Bergoglio, futuro papa Francisco, com trechos bastante favoráveis às CEBs.

Os elogios, porém, foram diluídos quando o Documento de Aparecida passou por uma revisão da Cúria Romana do papa Bento 16.

“O modo como aconteceu repercutiu negativamente”, disse o bispo italiano de Adriano Vasino. “Isso é um dos problemas que a Igreja está tentando resolver, ter maior transparência em tudo.”

Vasino diz que o tema continua a dividir a CNBB entre “bispos que acreditam claramente nesse modelo” e “outros que, por experiências negativas, resquícios, consideram as comunidades ligadas só ao social ou a ideias descritas como comunistas”.

Defensores das CEBs esperam mais apoio do papa Francisco. Tanto por ter participado do Documento de Aparecida quanto pela defesa de uma “igreja para os pobres” –embora sem viés esquerdista.

A retomada, porém, não deverá ter a mesma força de antes, avalia o ex-arcebispo do ABC, cardeal d. Cláudio Hummes. “[As CEBs] talvez representem uma época, da ditadura militar, e foi aí que o povo conseguiu ter voz”, disse. “Em 30 anos, se faz um longo caminho. Então eu não posso simplesmente repetir o discurso de 1980 nem a prática de 1980 ao pé da letra.”

Mais uma da CNBB


CNBB faz homenagem a Renato Aragão por valores cristãos?

É isso mesmo, a CNBB homenageou o sr. Renato Aragão por contribuir para difundir os valores cristãos… (Quais valores???)

Veja o que encontramos em sua biografia no site wikipedia.org:

Renato Aragão encontra-se no seu segundo casamento, com a fotógrafa Lílian Taranto. Tem uma filha, Lívian (1999), com a atual esposa além de outros quatro filhos do primeiro casamento com Marta Rangel (1936) – com quem Renato viveu por 34 anos (1957-1991): Paulo (1960), Ricardo (1962), Renato Jr. (1968), e Juliana (1977). Dois episódios marcantes evidenciaram o lado religioso de Renato Aragão: o humorista já escalou o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, para beijar a mão da estátua, um sonho que realizou no programa comemorativo de 25 anos, exibido no dia:27 de agosto de 1991, da formação dos Trapalhões, e fez uma caminhada de São Paulo a Aparecida, levando uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, para pagar uma promessa feita à santa, dias antes da exibição do projeto:Criança Esperança de julho de 1999.

Renato Aragão, depois de viver 34 anos com sua legítima esposa, abandona-a e junta-se com uma outra mulher 35 anos mais nova

Quais foram mesmo os valores cristãos difundidos por ele?

A maioria dos brasileiros conhece o sr. Renato Aragão, o famoso “Didi” dos trapalhões que durante muitos anos e até hoje promove na TV um humor de baixa categoria, cheio de pornografias e indecências, completamente inadequado para crianças, que são seu público alvo.

Voltando a sua biografia, vemos citado que o sr. Renato Aragão encontra-se em seu “segundo casamento”… Em outras palavras, atualmente ele encontra-se em adultério uma vez que fez o juramento “até que a morte nos separe…” para a sua legítima esposa(Sra. Marta Aragão). Entretanto, depois de 34 anos de casamento ele abandonou sua legítima esposa e atualmente vive com uma outra mulher, em uma prática contrária ao Evangelho e aos mandamentos de Deus. Quem vive assim, caso não se arrependa e continue a viver em estado de pecado, poderá ao morrer, ser precipitado no lago ardente de fogo e enxofre, como diz a palavra de Deus: “Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os difamadores, nem os assaltantes hão de possuir o Reino de Deus.”(I COR 6, 9-10)

Deus ainda avisa que virá julgar e ser Ele mesmo testemunha contra os adúlteros: “Virei ter convosco para julgar vossas questões e serei uma testemunha pronta contra os mágicos, os adúlteros, os perjuros, contra os que retêm o salário do operário, que oprimem a viúva e o órfão, que maltratam o estrangeiro e não me temem – diz o Senhor.” (MAL 3, 5)

O Senhor pede para todos honrarem o matrimônio e não macularem o leito conjugal:
“O matrimônio seja honrado por todos, e o leito conjugal, sem mancha; porque Deus julgará os fornicadores e os adúlteros.”(HEB 13, 4)

Recentemente também vimos o sr. Renato Aragão envolvido em uma polêmica na qual, supostamente, ele era o protagonista de um filme que tinha por enredo: “Jesus fracassou!”… Que graça a pressão dos cristãos o mesmo foi obrigado a recuar e disse que não mais iria fazer o filme(pelo menos por enquanto). Vejam detalhes aqui:http://reporterdecristo.com/pressao-dos-cristaos-faz-renato-aragao-desistir-de-filme-enredo-jesus-fracassou/

Nós católicos gostaríamos de saber o real motivo dessa homenagem tão contraditória, pelo que vimos na biografia do sr. Renato Aragão citada acima e dos demais trabalhos anti-cristãos promovidos e defendidos por ele, como os brasileiros conhecem…

O texto abaixo foi retirado de Contigo! Online

Renato Aragão e Raí são homenageados pala CNBB

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil reconheceu sete personalidades que contribuíram para difundir valores cristãos

Renato Aragão e Raí são homenageados pala CNBB

Renato Aragão e Raí são homenageados pala CNBB

Nesta terça-feira (14), Renato Aragão e Raí foram um dos homenageados pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por contribuírem para difundir valores cristãos através de suas ações. Renato recebeu o reconhecimento por seu trabalho no Criança Esperança, e o ex-jogador Raí, por sua fundação Gol de Letra. O evento, que aconteceu no Museu de Arte Sacra de São Paulo, também homenageou o cantor Roberto Carlos(representado pelo filho Dudu), a apresentadora Ana Maria BragaZilda Arns(representada pelo filho Nelson Arns), a beata Irmã Dulce(representada pela sobrinha Maria Rita) e o publicitário idealizador do projeto Anjinhos do BrasilSergio Valente.

O presidente da CNBB, Dom Raymundo Damasceno, abriu a cerimônia e, junto ao secretário-geral Dom Leonardo Steiner e ao arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, entregou esculturas em forma de asas de anjos para os homenageados. Emocionado, Renato Aragão disse que ficou surpreso e lisonjeado ao receber o convite do padre Valdeir Goulart. O evento ainda marcou o lançamento do projeto Anjinhos do Brasil, uma plataforma multimídia de evangelização para crianças de dois a oito anos de idade, que tem o objetivo de ensinar os valores da religião de maneira divertida na fase que vai do batismo até a primeira comunhão. (JA)

Dom Leonardo, Dom Odilo, Dom Damasceno e Pe. ValdeirDom Leonardo, Dom Odilo, Dom Damasceno e Pe. Valdeir
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Diz um santo: “Nada mais desleal que falar bem e viver mal.”
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Esta é bem melhor que o “grito dos excluídos”:


Fonte: Diário de Pernambuco

26/09/2010 | 14h07  |  Boa Viagem

Sessenta mil pessoas vão às ruas contra o aborto

 

Sessenta mil pessoas vão às ruas contra o aborto Imagem: Adíra Sene/ DP/D.A BR
Imagem: Adíra Sene/ DP/D.A BR

Cerca de 60 mil pessoas participaram hoje 4ª Caminhada Arquidiocesana Sim à Vida. Promovido pela Arquidiocese de Olinda e Recife, através da Comissão Pastoral para a Vida e a Família, em sintonia com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), na orla de Boa Viagem, o evento teve o objetivo de sensibilizar a população para a necessidade de lutar contra a legalização do aborto no Brasil.

Cinco trios elétricos participaram do cortejo, contando com a participação de artistas como Nando Cordel, Silvério Pessoa e Israel Filho. O arcebispo de Olinda e Recife, dom Antônio Fernando Saburido participou ativamente, caminhando ao lado das pessoas. A animação ficou por conta do frei Damião Silva e banda Guerreiros na Fé, Chiquinho de Jesus e Banda, Tribos de Jacó, Coração Novo e Banda Luz.

A caminhada faz parte da Semana da Vida, realizada de 1º a 7 de outubro, período em que serão feitas, em todo o país, ações que ajudem a valorizar a vida humana em todas as suas etapas. Além de abordar a defesa da vida em todas as suas fases, o evento tratará de temas como a preservação do meio ambiente, o combate às drogas e à violência.

Da Redação do DIARIODEPERNAMBUCO.COM.BR

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Grito dos Excluídos segundo Frei Rojão


Vão gritar é no Inferno!

Frei Rojão, fale do grito dos excluídos, patrocinado estranhamente pela CNBB, mas não pelos (bons) bispos?
Frei Rojão responde
  
O verdadeiro e único Grito dos Excluídos ocorre no Inferno! 
 
São os excluídos da graça pelo pecado, pelas suas decisões!
 
Lá ouvirão gritos, choro e ranger de dentes. Verão os condenados banhados em lágrimas, lava, fumo, fogo e enxofre, onde um segundo será como mil anos de dores, onde tudo será agonia e desesperança, infelicidade angústia, – sem mitigação, sem alívio, sem retorno…
 
Verão os demônios, castigadores mas também condenados, maldizendo a Trindade, trincando os dentes em sua punição e tirando desforra mesquinha perdendo os homens, flagelando aqueles mesmos que enganaram em vida.
 
É no Inferno que ocorre o verdadeiro Grito dos Excluídos. E quem participar da pantomima de todo sete de setembro, prostituição heterodoxa, escandalosa e comunista, vai parar é lá mesmo! E os bispos que o apoiam estão destinados também à Geena, para serem atirados de cabeça para baixo na lava, com os pés amarrados, vão passar a gritar no colo de Satanás, pastores malditos que são.
 
Senhor, mantenha-me sempre entre os incluídos da tua economia da salvação!!!
 
 

Lula e sua grande farsa


Fonte: Estadão

A grande farsa

Miguel Reale Júnior – O Estado de S.Paulo

Kerrie Howard, diretora da Anistia Internacional, ao comentar a posição do Brasil em face da morte do dissidente cubano Orlando Zapata, disse, com a mais absoluta razão: “Não se pode criticar a questão dos direitos humanos apenas quando é conveniente.”

 

Todavia, essa submissão da defesa dos direitos humanos pelo governo Lula a outros interesses não é novidade, como revela a posição assumida em órgãos internacionais. Assim, quando da vigência da Comissão de Direitos Humanos da ONU, substituída depois pelo Conselho de Direitos Humanos, o país de Lula votou favoravelmente à no-action motion para proteger a China na questão dos direitos humanos. O Brasil, em 2003 e em 2004, votou contra as resoluções que condenavam a Rússia pela lesão a direitos humanos na República da Chechênia.

Recentemente, como um dos 47 membros do Conselho de Direitos Humanos, o Brasil acompanhou a proposta cubana de não reprovar o Sri Lanka, país onde cerca de 70 mil pessoas haviam sido mortas em perseguição política e centena de milhares, deslocadas internamente.

Apesar da violação sistemática de direitos humanos na Coreia do Norte, com execuções e torturas de dissidentes políticos, o Brasil se absteve, em 2008 e em 2009, na Assembleia-Geral da ONU e no Conselho de Direitos Humanos, quanto à tomada de medidas e sanções em face dessas ofensas gritantes. O mesmo com o Congo e o Sudão.

Na linha de desprezo aos direitos humanos, vistos como válidos apenas quando interessa, o “diplomata” Marco Aurélio Garcia banalizou a morte de Orlando Zapata, em greve de fome, ao relativizar: “Há problemas de direitos humanos no mundo inteiro.” Essa declaração é um gravíssimo desrespeito a valores fundamentais, pois cinicamente justifica a sua afronta por ser usual.

Discípulo do “diplomata” Marco Aurélio, o presidente Lula, em El Salvador dois dias após a morte de Zapata, disse: “Não se pode fazer julgamento de um país ou julgar a atitude de um governo por uma atitude de um cidadão que resolve entrar em greve de fome.”

Lula tratou como um cidadão qualquer o dissidente Zapata, em greve de fome como ato de resistência civil silenciosa e preso de consciência conforme a Anistia Internacional, dando ao fato cores de ato de cidadão tresloucado, ao qual se refere como um qualquer, ignorando ter sido preso em vista de seus escritos e suas manifestações de oposição política.

Em entrevista à Associated Press, Lula explicitou toda a sua “sensibilidade” aos direitos humanos de presos políticos: “Greve de fome não pode ser um pretexto dos direitos humanos para libertar as pessoas.” “Imaginem se todos os bandidos presos em São Paulo fizerem um jejum para pedirem sua libertação.”

O que espanta não é Lula ter dito isso. Os absurdos presidenciais têm sido reiterados, apesar deste não ferir apenas a nossa inteligência, mas a nossa sensibilidade moral. O que espanta é o contraste: o Lula de ontem e o de hoje.

Lula teve o exemplo de dois de seus próximos colaboradores, Paulo Vannuchi e Frei Betto, que, como presos políticos, empreenderam greve de fome em 1972 em busca da justa reivindicação de não serem separados em diversos estabelecimentos, como medida de segurança pessoal. Essa greve com emoção é relatada por Frei Betto nos livros Cartas da Prisão e Diário de Fernando. Nesse último livro, que reproduz o testemunho de outro preso, Frei Fernando Brito, registra-se que até os carcereiros vieram solidarizar-se com eles em greve de fome.

O secretário da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Ivo Lorscheiter, enviou à época carta ao ministro da Justiça pedindo que as reivindicações dos presos em greve de fome fossem atendidas. Conta Frei Fernando: “A greve de fome aprofunda-nos a vida espiritual… o sentido evangélico de nosso gesto.” Em Cartas da Prisão, Frei Betto, com seu estilo preciso, diz sobre a greve de fome: “Não é fácil controlar o apetite da imaginação. Ainda bem que o espírito se mostra mais forte que a carne.”

Em 11 de dezembro de 1989, às vésperas do segundo turno entre Lula e Collor, Abílio Diniz foi sequestrado por ativistas políticos (argentino, chileno e canadense) que desejavam arrecadar fundos para a guerrilha em El Salvador. Condenados, passados dez anos, entraram em greve de fome exigindo o retorno a seus países. Lula foi visitá-los no Hospital das Clínicas. Ligou, então, para o presidente Fernando Henrique para pleitear que fossem atendidos, argumentando que a morte mancharia a biografia do presidente.

José Gregori, secretário nacional de Direitos Humanos, em conjugação com o Itamaraty, promovia a assinatura de tratado de troca de prisioneiros com a Argentina e o Chile, a permitir o envio dos presos a seus países. Durante o tempo em que havia as tratativas para essa troca de prisioneiros, a Secretaria de Direitos Humanos, conta José Gregori, recebia telefonemas de Marco Aurélio Garcia em campanha pela expulsão dos presos em greve de fome.

Em 2000, professores paranaenses entraram em greve de fome para reivindicar melhoria salarial e em Curitiba receberam a visita de solidariedade de Lula.

Lula mesmo, quando preso político, fizera greve de fome.

Se não fosse evidente a distinção entre preso político e preso comum, a experiência vivida por Lula deveria tê-lo instruído sobre a diferença entre as duas classes de presos. Para Lula, o respeito a merecer os presos políticos estava à mão, nos livros e na vida de amigos acima lembrados. Mas Lula preferiu, com relação a Zapata, seguir o determinado pela versão do jornal oficial de Cuba, o Granma, que o descreveu como preso comum insubordinado.

Lula pôs no mesmo saco presos políticos e comuns para desculpar Cuba. Antes, já ignorara as ignomínias praticadas na China, na Coreia do Norte, na Rússia e no Sri Lanka.

Como se vê, não passa de uma grande farsa defender os direitos humanos a serem desprezados conforme a conveniência.

 

ADVOGADO, PROFESSOR TITULAR DA FACULDADE DE DIREITO DA USP, MEMBRO DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS, FOI MINISTRO DA

JUSTIÇA

Uma sugestão para a CNBB – 2011


CF 2011 – Letra para o hino
Tema: MAIS VERDADE E ORTODOXIA NO PLANETA
Lema: A FÉ CATÓLICA GEME EM DORES DE PARTO (citação minha)

 L.: Emerson de Oliveira

 1.       Olha meu povo, esta bela fé católica:
Esta riqueza de teologia, de ensinamentos milenares!
Ela foi inspirada por Deus,
Para ser uma agência de salvação. (Cf. opus cit)
Nossa fé católica, Senhor,
Geme de dor noite e dia.
Será de parto essa dor?
 Ou simplesmente agonia?!
 Vai depender só de nós!
 Vai depender só de nós!…
 Até quando agüentar,
 Até quando suportar,
 As infâmias e estragos
 Que a TL quer implantar?
 Faz cessar, Senhor.
 Essa mazela impudica
 Que a que tudo indica
 Faz-nos chorar de dó.
 Que haja menos influência
 Dos Boff, dos Bettos e Sem-Terra.
 Que o que tudo impera
 Seja tua vontade, Senhor.
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13º ENP – Padres? Presbíteros? Aonde!?

Eles juram que não discutem política


  

Leiam a notícia a seguir, mais na frente eu volto:

  

Maçônicos se mobilizam por pacto federativo

 

Novo Hamburgo – Os maçônicos de todo o Brasil estão mobilizados na busca de um pacto federativo que mude a distribuição de recursos públicos. Ainda sem data definida, a iniciativa que partiu da Loja Maçônica do Rio Grande do Sul quer distribuir um abaixo-assinado para colher a assinatura de cinco milhões de brasileiros, número suficiente para que a ação popular consiga entrar no Congresso Nacional. Segundo o grão-mestre gaúcho Gilberto Moreira Mussi e o assessor Flávio Moraes, a mobilização está buscando apoio da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

“Há muito tempo sabemos que a arrecadação de impostos em nosso País está crescendo. Em contrapartida, os serviços nas áreas da Segurança, Saúde e Educação estão cada vez piores. Isso se deve a má distribuição de verbas públicas”, opinou Mussi. Ele defende a imediata rediscussão do tema com todos os setores da sociedade. “Há seis meses iniciamos esta caminhada, pois acreditamos que a maioria da população está insatisfeita com isso. Então, nossa meta é mobilizar os deputados para que alguma coisa mude”, acrescentou.

Fonte: Diário de Canoas  

 

Voltei… 

Não vou nem tocar no assunto do fato deles procurarem o apoio da CNBB, tendo em vista que a Campanha da Fraternidade do ano passado foi inspirada por eles e o escancarado “contato” que a CNBB tem com esta seita perniciosa (eu já ouvi da boca de um maçon “católico” que a CNBB chegou a realizar um encontro nacional com a Maçonaria. É claro que isso não foi divulgado, talvez fosse… secreto).

 

O que quero expor com base nesta notícia é que a vasta propaganda maçônica sempre faz questão de dizer que em suas Oficinas é terminantemente proibido discutir política e religião.

 

Ora, se é proibido, então de onde partiu essa decisão? Onde eles “conspiraram” esta iniciativa? Não estou dizendo que é uma iniciativa boa ou má, não estou julgando a iniciativa em questão, o que quero demonstrar é que, ao contrário do que eles propagam aos sete ventos, eles discutem política sim. A notícia acima não me deixa mentir, pra não citar outros fatos.  

 

Pois bem, agora uma pergunta que não quer calar,  que sempre faço: 

  

 

E religião, será que eles discutem!?

 

 

Discurso aos bispos dos Regionais Sul 3 e 4 da CNBB


Venerados Irmãos no Episcopado,

Dou as boas-vindas e saúdo a todos e cada um de vós, ao receber-vos colegialmente no quadro da vossa visita ad limina. Agradeço a Dom Murilo Krieger as expressões de devotada estima que me dirigiu em nome de todos vós e do povo confiado aos vossos cuidados pastorais nos Regionais Sul 3 e 4, expondo também os seus desafios e esperanças. Ouvindo estas coisas, sinto elevarem-se do meu coração ações de graças ao Senhor pelo dom da fé misericordiosamente concedido às vossas comunidades eclesiais e por elas zelosamente conservado e arduamente transmitido, em obediência ao mandato que Jesus nos deixou de levar a sua Boa Nova a toda a criatura, procurando impregnar de humanismo cristão a cultura atual.

Referindo-me à cultura, o pensamento dirige-se para dois lugares clássicos onde a mesma se forma e comunica – a universidade e a escola –, fixando a atenção principalmente nas comunidades acadêmicas que nasceram à sombra do humanismo cristão e nele se inspiram, honrando-se do nome «católicas». Ora «é precisamente na referência explícita e compartilhada de todos os membros da comunidade escolar – embora em graus diversos – à visão cristã que a escola é “católica”, já que nela os princípios evangélicos tornam-se normas educativas, motivações interiores e metas finais» (Congr. para a Educação Católica, Doc. A escola católica, n. 34). Possa ela, numa convicta sinergia com as famílias e com a comunidade eclesial, promover aquela unidade entre fé, cultura e vida que constitui a finalidade fundamental da educação cristã.

Entretanto também as escolas estatais, segundo diversas formas e modos, podem ser ajudadas na sua tarefa educativa pela presença de professores crentes – em primeiro lugar, mas não exclusivamente, os professores de religião católica – e de alunos formados cristãmente, assim como pela colaboração das famílias e pela própria comunidade cristã. Com efeito, uma sadia laicidade da escola não implica a negação da transcendência, nem uma mera neutralidade face àqueles requisitos e valores morais que se encontram na base de uma autêntica formação da pessoa, incluindo a educação religiosa.

A escola católica não pode ser pensada nem vive separada das outras instituições educativas. Está ao serviço da sociedade: desempenha uma função pública e um serviço de pública utilidade, não reservado apenas aos católicos, mas aberto a todos os que queiram usufruir de uma proposta educativa qualificada. O problema da sua paridade jurídica e econômica com a escola estatal só poderá ser corretamente impostado se partirmos do reconhecimento do papel primário das famílias e subsidiário das outras instituições educativas. Lê-se no artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos do Homem: «Os pais têm direito de prioridade na escolha do gênero de educação a ser ministrada aos próprios filhos». O empenho plurissecular da escola católica situa-se nesta direção, impelido por uma força ainda mais radical, ou seja, a força que faz de Cristo o centro do processo educativo.

Este processo, que tem início nas escolas primária e secundária, realiza-se de modo mais alto e especializado nas universidades. A Igreja foi sempre solidária com a universidade e com a sua vocação de conduzir o homem aos mais altos níveis do conhecimento da verdade e do domínio do mundo em todos os seus aspectos. Apraz-me tributar aqui a mais viva gratidão eclesial às diversas congregações religiosas que entre vós fundaram e suportam renomadas universidades, lembrando-lhes, porém, que estas não são uma propriedade de quem as fundou ou de quem as freqüenta, mas expressão da Igreja e do seu patrimônio de fé.

Neste sentido, amados Irmãos, vale a pena lembrar que em agosto passado, completou 25 anos a Instrução Libertatis nuntius da Congregação da Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, nela sublinhando o perigo que comportava a assunção acrítica, feita por alguns teólogos de teses e metodologias provenientes do marxismo. As suas seqüelas mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas. Suplico a quantos de algum modo se sentiram atraídos, envolvidos e atingidos no seu íntimo por certos princípios enganadores da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece de mão estendida; a todos recordo que «a regra suprema da fé [da Igreja] provém efetivamente da unidade que o Espírito estabeleceu entre a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, numa reciprocidade tal que os três não podem subsistir de maneira independente» (João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 55). Que, no âmbito dos entes e comunidades eclesiais, o perdão oferecido e acolhido em nome e por amor da Santíssima Trindade, que adoramos em nossos corações, ponha fim à tribulação da querida Igreja que peregrina nas Terras de Santa Cruz.

Venerados Irmãos no episcopado, na união a Cristo precede-nos e guia-nos a Virgem Maria, tão amada e venerada nas vossas dioceses e por todo o Brasil. Nela encontramos, pura e não deformada, a verdadeira essência da Igreja e assim, através dela, aprendemos a conhecer e a amar o mistério da Igreja que vive na história, sentimo-nos profundamente uma parte dela, tornamo-nos por nossa vez «almas eclesiais», aprendendo a resistir àquela «secularização interna» que ameaça a Igreja e os seus ensinamentos.

Enquanto peço ao Senhor que derrame a abundância da sua luz sobre todo o mundo brasileiro da escola, confio os seus protagonistas à proteção da Virgem Santíssima e concedo a vós, aos vossos sacerdotes, aos religiosos e religiosas, aos leigos empenhados, e a todos os fiéis das vossas dioceses paterna Bênção Apostólica.

Mas é pra seguir qual Filho?

A verdade que a Teologia da Libertação não prega


Para comentar, acesse:

 http://noticias-lepanto.blogspot.com/2009/11/infanticidio-indigena-tragedia.html

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada.

Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

Você sabia que a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) está de acordo com essa prática nefanda, em nome do respeito à “cultura indígena”?

Você sabia que o CIMI (Conselho Indigenista Missionário da Igreja Católica)
concorda com a atitude da FUNAI e se recusa a ajudar os índios a abandonar
tais práticas?

As denúncias são muitas, os fatos são facilmente verificáveis, a verdade está aí diante de todos. Só os que se cegaram voluntariamente não a podem – ou não querem – ver. Muitos dos próprios índios já se opõem ao morticínio. Entretanto, a FUNAI e o CIMI ignoram suas vozes e são contra um projeto de lei que visa acabar com o infanticídio.

O livro eletrônico Infanticídio indígena no Brasil — a tragédia silenciada, da lavra de Raymond de Souza, visa alertar os brasileiros, as autoridades civis e especialmente religiosas, para que façam um compromisso com a “cultura da vida” e se empenhem para que acabe de uma vez o infanticídio em nossas tribos indígenas.

Para fazer o download gratuito do livro, visite o site: http://SaintGabriel-International.com/infanticidio.htm

Infanticídio indígena no Brasil — a tragédia silenciada termina com um apelo ao Papa Bento XVI, pedindo sua intervenção junto aos bispos do Brasil, a fim de que ajam em conjunto para extinguir de uma vez esse crime, que brada aos Céus: o assassinato de crianças recém-nascidas, sob o olhar cúmplice do Conselho Indigenista Missionário, da CNBB.

A obra respeitosamente lembra ao Sumo Pontífice que, há 121 anos, o Papa
Leão XIII dirigiu-se aos bispos brasileiros a fim de que trabalhassem em conjunto para terminar a escravidão. Os bispos ouviram o Papa, e a princesa
Isabel assinou a Lei Áurea.

Chegou a hora de falar para terminar o morticínio!

Segundo Raymond de Souza:

1) Uma nova ideologia de desrespeito à Constituição do País – a qual garante o direito à vida de todos os brasileiros, inclusive o das crianças índias recém-nascidas – está sendo defendida pela FUNAI, com toda a impunidade;

2) Entre os missionários do CIMI, uma nova religião está sendo promovida, defendendo o paganismo, a superstição, a barbárie e o infanticídio como se fossem expressões culturais autênticas, dignas de um missionário cristão;

3) A Lei natural não conta, os Dez Mandamentos não contam, a grande missão que Jesus Cristo outorgou à Igreja, de ensinar e batizar, não conta;

4) Entrementes, sob o pretexto de procurar manter a “cultura indígena”, milhares de crianças inocentes são assassinadas.

CPI do Aborto – DIVULGUEM!


A SITUAÇÃO DA DEFESA DA VIDA
sdv@pesquisasedocumentos.com.br

DIFUNDA ESTA MENSAGEM.

EXPLIQUE A SEUS CONTATOS QUE A DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO É NECESSÁRIA PARA A DEFESA DA VIDA.

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IGREJA CATÓLICA PEDE APOIO À INSTALAÇÃO DA CPI DO ABORTO

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APRESENTAÇÃO E RESENHA

O Deputado Luiz Bassuma requisitou a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara dos Deputados para investigar quem está financiando a promoção do aborto no Brasil e qual o envolvimento do governo nesta agenda internacional depois que o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão além de outras declarações, afirmou diante das Câmaras da TV Cultura que, mesmo faltando recursos básicos no sistema de saúde, em caso de aprovar-se a legalização do aborto não haveria necessidade de preocupar-se sobre como financiar a prática de um milhão e meio de abortos por ano, pois não faltariam recursos internacionais para tanto. Pode-se ouvir em aúdio o próprio deputado depondo a respeito na audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, na quarta feira dia 10 de outubro de 2007.
http://www.pesquisasedocumentos.com.br/audienciapublica.mp3

Se instalada, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) descobriria facilmente não apenas que há um projeto internacional
interessado em promover o aborto no Brasil mas que, mais ainda, a partir do momento em que chegou ao poder, a cúpula do Partido dos Trabalhadores, contrariando suas próprias bases eleitorais e os interesses que afirma representar, quis transformar-se no principal aliado deste projeto que pretende negar a personalidade jurídica antes do nascimento, remover completamente todos os tipos de aborto do Código Penal, reconhecer o aborto como um novo direito humano e tornar a prática totalmente livre em qualquer momento da gestação.

Por causa desta e de outras atividades em defesa da vida, o Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores, em julgamento ocorrido no dia 17 de setembro de 2009, condenou por unanimidade os Deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso, à suspensão de suas atividades legislativas, acusados de haverem violado gravemente o Código de Ética Partidária por haverem militado contra a descriminalização do aborto.

É o que afirma claramente o comunicado apresentado no site oficial do PT sobre o julgamento, onde se encontra também a íntegra da sentença proferida:

“O DIRETÓRIO NACIONAL DO PT, REUNIDO NESTA QUINTA-FEIRA (17), ANALISOU OS
PARECERES DAS COMISSÕES DE ÉTICA INSTAURADAS CONTRA OS DEPUTADOS
FEDERAIS LUIZ BASSUMA (PT-BA) E HENRIQUE AFONSO (PT-AC). POR
UNANIMIDADE, OS MEMBROS DO DN ENTENDERAM QUE OS DOIS DEPUTADOS
INFRINGIRAM A ÉTICA-PARTIDÁRIA AO “MILITAREM” CONTRA RESOLUÇÃO DO 3º
CONGRESSO NACIONAL DO PT A RESPEITO DA DESCRIMINALIZAÇÃO DO ABORTO”.

http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=81962&Itemid=195

A difusão mundial do aborto nos anos recentes transformou-se em um dos maiores casos de corrupção de toda a história.

As organizações que financiam internacionalmente o aborto não apenas investem milhões de dólares para transformarem a prática do aborto em um novo direito humano, como também, nos países onde suprimir a vida de um ser humano antes do nascimento é definido pela lei como crime, patrocinam também a própria disseminação e a impunidade do aborto
clandestino.

A CPI do aborto, já criada na Câmara no dia 8 de dezembro de 2008, não foi instalada até o momento apenas porque as
organizações que recebem dinheiro do exterior para promoverem o aborto no Brasil estão exigindo dos líderes das bancadas partidárias que não indiquem os deputados necessários para que a Comissão Parlamentar de Inquérito possa começar seus trabalhos.

Neste domingo encerrou-se em Itaici a 31ª Assembléia das Igrejas do Regional I da CNBB. Entre os dias 16 e 18 de
outubro de 2009, 46 Dioceses da Igreja Católica no Estado de São Paulo elaboraram um documento manifestando

“INDIGNAÇÃO PELO ACONTECIDO COM OS DOIS DEPUTADOS”,

denunciando o PT

“PELA ATITUDE DE INTRANSIGÊNCIA E RETROCESSO NA CONSTRUÇÃO DO ESTADO DEMOCRÁTICO, EM CONTRADIÇÃO COM DIVERSOS DOCUMENTOS INTERNACIONAIS SOBRE DIREITOS HUMANOS E OS PRINCÍPIOS DO EVANGELHO”,

e pedindo

“APOIO À CPI DO ABORTO PARA INVESTIGAR O FINANCIAMENTO DO CRIME DO ABORTO
SUSTENTADO POR INTERESSES ESTRANGEIROS QUE QUEREM IMPOR AO BRASIL E AMÉRICA LATINA A POLÍTICA PERVERSA DO CONTROLE DEMOGRÁFICO”.

Leia a seguir o texto completo da moção.

EM SEGUIDA TELEFONE AOS DEPUTADOS FEDERAIS QUE COMPÕEM A FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DA VIDA, EXPLICANDO-LHES COM SUAS PRÓPRIAS PALAVRAS O QUE ESTÁ ACONTECENDO E PEDINDO-LHES QUE EXIJAM A IMEDIATA INSTALAÇÃO DA COMISSÃO PARLAMENTAR DE INQUÉRITO SOBRE O ABORTO.

Os mails e telefones dos membros da Frente Parlamentar em Defesa da Vida seguem após o documento de Itaici.

Em uma democracia não se pode tolerar que um dos maiores casos de corrupção da história, envolvendo uma aliança do governo nacional com uma agenda internacional para subverter desde as raízes, o direito humano fundamental à vida, não seja investigado apenas porque os próprios envolvidos estão pedindo para que o assunto seja arquivado.

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MOÇÃO APOIO APROVADA EM ITAICI PELAS 46 DIOCESES DA REGIONAL SUL 1 DA CNBB
Publicação autorizada pela Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB

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“Na Trigésima Primeira Assembléia das Igrejas Particulares do Regional Sul 1 da CNBB, nós, Povo de Deus, reunidos de 16 a 18 de outubro de 2009 em Itaici, Indaiatuba, SP, viemos a público manifestar nossa indignação diante do sucedido com os
deputados federais Luis Bassuma (PT-BA) e Henrique Afonso (PT-AC), que foram processados, julgados e condenados pela Comissão de Ética de seu partido à pena de suspensão de suas atividades parlamentares, retirados da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados e ainda instados a retirarem todas as suas iniciativas legislativas que defendem e promovem a vida humana.

Os deputados foram punidos por assumirem a defesa do direito humano primário: o direito à vida do inocente indefeso, desde a concepção.

O proceder do Partido dos Trabalhadores, como de qualquer outro partido, que se comporte da mesma forma, demonstra intolerância e desrespeito à liberdade de consciência, garantida pela Constituição Federal, provocando um retrocesso na construção do Estado Democrático, além de violar o direito fundamental à vida desde a concepção, garantido pela Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica), homologado pelo nosso Congresso Nacional em 1992, e contrariando frontalmente a a mensagem central do Evangelho.

[…]

Manifestamos nossa solidariedade e apoio aos deputados pelo testemunho exemplar de cidadania e profunda consciência humana e cristã, bem como apoiamos a instalação na Câmara dos Deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Aborto, para investigar a prática do aborto clandestino, sustentado pelo financiamento e interesses estrangeiros, que querem impor ao Brasil e à América Latina a política perversa do controle populacional.

Se quisermos sustentar um fundamento sólido e inviolável para os Direitos Humanos, é indispensável reconhecer que a vida humana deve ser defendida sempre, desde o momento da fecundação (Documento de Aparecida, nº 467)”.

 
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CORREIO ELETRONICO DA FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DA VIDA

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Hoje a Nova Igreja não pode salvar, está fechada para reformas


Escrito por:Gederson Falcometa Zagnoli Pinheiro de Faria

A Igreja próxima a minha casa, está sempre em reformas, por isso ela vive frequentemente fechada. Incrívelmente a cada semana as suas paredes são pintadas de uma cor; uma semana ela esta branca e na outra verde. O Padre nunca se decide por uma cor, ele quer sempre que um fiel escolha a cor. E nós acabamos ficando sem Missa e Eucaristia.

Em seu interior as coisas também sempre são mudadas. Não se decidiram ainda qual Santo deve estar no altar, a cada dia colocam um santo para depois trocar por outro. Diz o Padre que cada fiel tem seu santo de devoção, por isto não é justo consagrar a Igreja a um santo ou nomeá-la com o nome de apenas um. Assim, resolveu que a cada dia ela teria no altar a imagem de um santo e que nomearia a Igreja naquele dia. Segundo ele, é preciso agradar os fiéis.

Bom, isto é apenas uma estorinha para ilustrar a Nova Igreja dos modernistas e dos teólogos da libertação. Trata-se de uma Igreja fechada para a salvação e aberta para reformas, fechada para o povo e aberta para os teólogos. É uma Igreja onde o sal perdeu o sabor e que se tornou insípida; ela não reforma e nem salva o homem, porque está sempre em reformas.

Ocupando-se apenas com a econômia e a política, nunca consigo mesma e com seu Senhor, quem poderá ela salvar?

Abramos os olhos, não sejamos tolos, não queiramos reformar a Igreja quando somos nós que necessitamos de mudanças. É claro, extremamente claro que uma Igreja que esta em continua reforma não salva nada e nem ninguém, porque não é a Igreja de Cristo, mas a Sinagoga de Satanás. Se a Igreja é “Semper Reformanda”, quando vai abrir para transformar seus fiéis? Quando ela cumprirá a sua máxima lei que é a salvação das almas?

Caríssimos leitores, estamos diante de um momento sem igual na história da Igreja. No Brasil, todas as classes que compõem a Igreja mantém uma relação de auto-suficiência, ou seja, cada uma em particular julga-se a própia Igreja. Não se contempla mais nas próprias Igrejas algumas das famosas vias tomistas para se demonstrar a existência de DEUS. Como a segunda via onde Frei Tomás apresenta uma relação de ordenação entre moventes e movidos. Cada qual se julga movente e para isto tem encontros anuais para decidirem pelas própias diretrizes, como o vergonhoso 12° ENP que provou que não são mais os Bispos que ordenam os presbíteros ao seu majestoso fim. Agora os presbíteros se auto-ordenam, como todas as outras classes que compunham a Igreja. Tudo isto para nossa angústia e tristeza, demonstra que não temos mais um corpo na Igreja no Brasil, como o descrito em 1 Corintíos 12.

O que temos dentro da própia Igreja são corpos particulares e independentes que lutam entre si. No Brasil isto se deve a teologia da libertação que, com a ajuda do Episcopado, seja pelo apoio ou pelo silêncio dos Bispos, implantou na Igreja a dinâmica da luta de classes. Exemplo disto foi a recente proibição do episcopado do Espírito Santo e de Minas Gerais a candidatura política de Padres e o motim promovido por um dos membros da vanguarda da Teologia da Libertação, Frei Gilvander (tem programa de rádio), da Igreja do Carmo em Belo Horizonte que se reuniu com mais 20 Padres. Diga-se de passagem, todos comunistas e auto-excomungados. É caríssimos, existem rebanhos nas mãos de lobos e o episcopado, o que faz? Cuida da reforma agrária e da política…

A salvação das nossas almas, atualmente não tem importância, o que tem importância é reformar a Igreja e a Sociedade. O homem para eles não precisa de reformas, só a Igreja. Seria cômico se não fosse trágico, esses tais julgam-se salvos e a Igreja perdida, por isso clamam por mudanças, eles não estão em Cristo e na Igreja, estão no mundo, dando voltas, e esquecem-se que a cruz permanece firme, como diz o lema dos cartuxos.

Bem digo quando afirmo que para a nova teologia e para a TL a Trindade é o mundo, a matéria (Logus) e a evolução. Há quem duvide, mas a prova esta mais do que evidente, visitem o site da CNBB, lá pode-se ler artigos de marxistas, humanistas, economistas e um tanto de outro “istas”. Catolicista, meus caros, não existe e nem textos genuinamente católicos naquele site.

Cuidado, muito cuidado, porque nosso Senhor morreu e ressuscitou pela salvação de nossas almas. Não para reformar a sociedade ou para servir a humanidade, mas para fundar na terra a Jerusalém celestial que é a Igreja, capital do Reino de DEUS. Vós sois cidadãos do Reino de DEUS, não vos deixeis enganar, por aqueles que pregam a democracia na Igreja. Nosso Senhor falou-nos do REINO, isto mesmo REINO e não REPÚBLICA de DEUS.

Em tempos em que a autoridade eclesiástica é morna e pensa ser rica a ponto de abandonar o ensino para dialogar com os tradicionais inimigos de DEUS (Ap 3,5), todo cuidado é pouco. Rezemos pela santificação e fidelidade dos clérigos, especialmente dos Bispos. E rezemos principalmente pelo Papa que atualmente é maior vitíma da infidelidade do clero. Nosso Senhor nos proteja e nos guarde, hoje e sempre.

Nota da CNBB sobre aprovação das pesquisas com embriões no Brasil


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lamenta a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que julgou a validade constitucional do artigo 5o e seus parágrafos da Lei de Biossegurança, n. 11.105/2005, que permite aos pesquisadores usarem, em pesquisas científicas e terapêuticas, os embriões criados a partir da fecundação in vitro e que estão congelados há mais de três anos em clínicas de fertilização.

A decisão do STF revelou uma grande divergência sobre a questão em julgamento, o que mostra que há ministros do Supremo que, nesse caso, têm posições éticas semelhantes à da CNBB. Portanto, não se trata de uma questão religiosa, mas de promoção e defesa da vida humana, desde a fecundação, em qualquer circunstância em que esta se encontra.

Reconhecer que o embrião é um ser humano desde o início do seu ciclo vital significa também constatar a sua extrema vulnerabilidade que exige o empenho nos confrontos de quem é fraco, uma atenção que deve ser garantida pela conduta ética dos cientistas e dos médicos, e de uma oportuna legislação nacional e internacional.

Sendo uma vida humana, segundo asseguram a embriologia e a biologia, o embrião humano tem direito à proteç&at ilde;o do Estado. A circunstância de estar in vitro ou no útero materno não diminui e nem aumenta esse direito. É lamentável que o STF não tenha confirmado esse direito cristalino, permitindo que vidas humanas em estado embrionário sejam ceifadas.

No mundo inteiro, não há até hoje nenhum protocolo médico que autorize pesquisas científicas com células-tronco obtidas de embriões humanos em pessoas, por causa do alto risco de rejeição e de geração de teratomas.

Ao contrário do que tem sido veiculado e aceito pela opinião pública, as células-tronco embrionárias não são o remédio para a cura de todos os males. A alternativa mais viável para essas pesquisas científicas é a utilização de células-tronco adultas, retiradas do próprio paciente, que j&aacu te; beneficiam mais de 20 mil pessoas com diversos tipos de tratamento de doenças degenerativas.

Reafirmamos que o simples fato de estar na presença de um ser humano exige o pleno respeito à sua integridade e dignidade: todo comportamento que possa constituir uma ameaça ou uma ofensa aos direitos fundamentais da pessoa humana, primeiro de todos o direito à vida, é considerado gravemente imoral.

A CNBB continuará seu trabalho em favor da vida, desde a concepção até o seu declínio natural.

Brasília, 29 de maio de 2008.

Dom Geraldo Lyrio Rocha

Arcebispo de Mariana

Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira

Arcebispo de Manaus

Vice-Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa

Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro

Secretário-Geral da CNBB

PSL Cedro

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FSSPX - Portugal

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Ecce quam bonum et quam jucundum habitare fratres in unum.

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§|Olhar Católico|§

Um Olhar Católico sobre o mundo!

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Apologética católica

Grupo S. Domingos de Gusmão

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Santa Missa no Rito Romano Tradicional

Vida, dom de Deus

Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

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