Sacramento da Penitência


Pode a Igreja perdoar toda a espécie de pecados?
Sim, a Igreja pode perdoar todos os pecados, por numerosos e graves que sejam, porque Jesus Cristo Lhe concedeu pleno poder de ligar e desligar.

Quem são os que na Igreja exercem este poder de perdoar os pecados?
Os que na Igreja exercem o poder de perdoar os pecados são, em primeiro lugar, o Papa que é o único que possui a plenitude de tal poder; depois os Bispos e, sob a dependência dos Bispos, os Sacerdotes.

Como perdoa a Igreja os pecados?
A Igreja perdoa os pecados pelos merecimentos de JesusCristo, administrando os Sacramentos por Ele instituídos para esse fim, especialmente o Batismo e a Penitência.

Que nos manda a Igreja com as palavras do segundo preceito: confessar-se ao menos uma vez cada ano?
Com as palavras do segundo preceito: confessar-se ao menos uma vez cada ano, a Igreja obriga todos os cristãos que chegaram ao uso da razão, a receber, uma vez ao menos em cada ano, o Sacramento da Penitência.

Qual é o tempo mais próprio para cumprir o preceito da confissão anual?
O tempo mais próprio para cumprir o preceito da confissão anual é a Quaresma, segundo o uso introduzido e aprovado em toda a Igreja.

Por que diz a Igreja que nos confessemos ao menos uma vez cada ano?
A Igreja diz ao menos, para dar a conhecer o seu desejo de que nos aproximemos deste Sacramento com mais freqüência.

É pois útil confessar-nos com freqüência?
É muito útil confessar-nos com freqüência, sobretudo porque é difícil que se confesse bem e se conserve isento de pecado mortal, quem se confessa raras vezes.

Que é o Sacramento da Penitência?
A Penitência, chamada também Confissão, é o Sacramento instituído por Jesus Cristo para perdoar os pecados cometidos depois do Batismo.

Por que se dá a este Sacramento o nome de Penitência?
Dá-se a este Sacramento o nome de Penitência, porque, para obter o perdão dos pecados, é necessário detestá-los com arrependimento e porque quem cometeu uma falta deve sujeitar-se à pena que o Sacerdote impõe.

Catequese retirada do Catecismo de São Pio X

Como romper com a Maçonaria (II)


Continuando o post “Como romper com a Maçonaria (I)”…

Como, porém, se há de romper com a Maçonaria?

Entre os maçons vale o adágio seguinte: “O caráter maçônico é indelével”. Perante a Maçonaria, portanto, o nosso ex-maçon continuará sempre maçon, embora “inativo”, e ficará sujeito à Lei Penal. Mas a Igreja exige, e com muita razão, que o maçon se separe completamente da seita. Perante a lei maçônica esta separação pode ser feita de diversas maneiras: ou violenta ou amigavelmente. Não vemos razão por que deva o nosso maçon convertido desligar-se de modo violento da sociedade secreta, sobretudo quando deve temer vingança e perseguição. Lembramos, por isso, a possibilidade de uma separação em base amistosa; os artigos 202-205 do vigente Regulamento Geral da Maçonaria Brasileira prevêem esta possibilidade. Eis aí o texto da lei maçônica:

“Art. 202 — O Obreiro que quiser afastar-se da Loja a que pertencer solicitará à Oficina seu desligamento por petição acompanhada de certidão do que constar de sua matrícula ou folha e prova da quitação de suas obrigações pecuniárias.

Art. 203 — Lidos esses documentos em sessão e não sendo mencionados os motivos dessa resolução, ou, se a causa alegada for considerada pela Oficina suscetível de entendimento ou conciliação, o Ven.’. nomeará Com.’. para tratar de demover o peticionário dessa intenção e poderá presidir a Com.’. se não preferir agir por si.

Art. 204 — Declarando a petição que a resolução é inabalável ou se o motivo for mudança de residência ou outro de conveniência do peticionário que não envolva desarmonia no seio da Loja; ou ainda querer passar a exercer sua atividade em outra Loja, o Ven.’. determinará a expedição do Título de desligamento independente de resolução da Oficina, por tratar-se de direito constitucional do Maçon.

Art. 205 -— O Título de desligamento conterá o que constar da matrícula, que deve mencionar toda a vida do Obreiro na Loja, sua quitação, a data e a declaração de ter o Maçon se desligado no pleno gozo de seus direitos maçônicos.

§ único — O Título de desligamento vigorará por seis meses, após esse prazo o maçon passará a inativo, e sujeito às exigências da regularização”

Maçonaria Ou também, de acordo com o art. 198, o maçon poderá pedir a demissão de membro ativo, pedido este que pode ser dado verbalmente em sessão, “ou comunicado por escrito, assinado e remetido ao Venerável“. É então concedido o prazo de um mês para retirar o pedido e, “findo este prazo e não tendo retirado a demissão, a Loja lhe enviará o seu placet, se estiver quite“. E assim acabou-se tudo em paz. “Placet“, explica a Pequena Enciclopédia Maçônica. p. 523, “é o documento passado por uma Oficina em favor de um Irmão, no qual se declara haver o mesmo se desligado do quadro“. O mais prático, portanto, seria que o nosso maçon, antes mesmo de procurar um sacerdote, adquira o Placet de sua loja, que já seria também um documento que atestasse a sinceridade de seu arrependimento e a lealdade de seu propósito.

Retorna, assim, à casa paterna o filho pródigo que se perdera entre os Irmãos de Hiram, os Filhos da Viúva… “O pai avistou-o de longe, e, movido de compaixão, correu-lhe ao encontro, lançou-se-lhe ao pescoço e beijou-o. Disse-lhe o filho: “Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. O pai, porém, ordenou a seus servos: Depressa, trazei o vestido mais precioso e vesti-lho; ponde-lhe um anel no dedo e sapatos nos pés. Buscai também o novilho gordo e carneai-o. Comamos e nos banqueteemos! porque este meu filho estava morto, e ressuscitou; andava perdido, e foi encontrado” (Lc 15, 20-24). 

 

   

 

 

 

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