Saudação do Papa aos fiéis de língua portuguesa no Angelus de 25/11/09


Queridos irmãos e irmãs:

No século XII, a abadia de São Vítor, em Paris, contava entre os seus mestres Hugo e Ricardo, duas figuras exemplares de teólogos e filósofos crentes que se empenharam em mostrar a concórdia entre a razão e a fé. Hugo de São Vítor estimulava a uma sã curiosidade intelectual, considerando como o mais sábio quem tiver procurado aprender qualquer coisa de todos. Quem aprendeu o sentido da história descrito na Bíblia, sabe que as vicissitudes humanas não são guiadas por um destino cego, mas age nelas o Espírito Santo que suscita um diálogo maravilhoso dos homens com Deus, seu amigo. Deste Deus que é amor, fala Ricardo de São Vítor na sua obra sobre a Trindade. A divindade é como uma onda amorosa que jorra do Pai, flui e reflui no Filho para ser depois felizmente difusa no Espírito Santo. 

Carta do Secretário da Congregação para o Clero sobre Obediência


A seguir carta do secretário da Congregação para o Clero aos Presbíteros.

Que ouçam os desobedientes a S.S. Bento XVI e à Doutrina Católica, tanto os Presbíteros quanto os Bispos, principalmente os da Teologia da Libertação e seguidores do Boff.

 

“Prometes filial respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?”

(Pontificale Romanum De Ordinatione Episcopi, presbyterorum et diaconorum,

editio typica altera, Typis Polyglottis Vaticanis 1990).

Caríssimos irmãos no sacerdócio

         Ainda que não estejam vinculados pelo voto solene de obediência, os ordinandos fazem a promessa de “filial respeito e obediência” ao próprio Bispo e aos seus sucessores. Se, por um lado, é diferente o estatuto teológico entre um voto e uma promessa, idêntico é o compromisso moral definitivo e total, idêntica é a oferta da própria vontade à vontade de um Outro: à vontade Divina, eclesialmente mediada.

         Num tempo como o nosso, fortemente marcado pelo relativismo e pelo democratismo, com vários autonomismos e libertarismos, parece ser sempre mais incompreensível uma tal promessa de obediência. Normalmente é concebida como uma diminutio da liberdade humana, como um perseverar em formas obsoletas, típicas de uma sociedade incapaz da autêntica emancipação.

         Nós, que vivemos a obediência autêntica, bem sabemos que não é assim. A obediência na Igreja não é contrária à dignidade e ao respeito da pessoa e não deve ser concebida como uma subtração de responsabilidade ou como uma alienação.

         O Ritual latino utiliza um adjetivo fundamental para a justa compreensão de tal promessa. Define a obediência somente depois de ter inserido o “respeito”, devidamente adjetivado com “filial”. Ora, o termo “filho” em todas as línguas é um nome relativo, que implica a relação entre o pai e o filho. Justamente neste contexto relacional deve ser compreendida a obediência que um dia prometemos. O pai, neste contexto, é chamado a ser realmente pai, e o filho, a reconhecer a própria filiação e a beleza da paternidade que lhe é doada. Tal como informa a lei natural, ninguém escolhe o próprio pai e, da mesma forma, ninguém escolhe os próprios filhos. Somos, portanto, todos chamados – pais e filhos – a ter uma visão sobrenatural, de grande misericórdia recíproca e de grande respeito. Trata-se de ter a capacidade de olhar ao outro tendo presente o Mistério bom que o gerou e que sempre, ultimamente, o constitui. O respeito é, em linha de máxima, simplesmente este: olhar a alguém tendo presente a um Outro!

         Só em um contexto de “respeito filial” é que se torna possível uma autêntica obediência, que não será apenas formal, mera execução de ordens, mas apaixonada, completa, atenta e capaz de gerar frutos de conversão e de “vida nova” naquele que a vive.

         A promessa é feita ao Bispo do tempo da Ordenação e aos seus “sucessores”, justamente porque a Igreja procura evitar os excessos personalistas. Coloca no centro a pessoa, mas não os subjetivismos que desvinculam da força e da beleza – histórica e teológica – da Instituição. Também na Instituição, que é de origem divina, habita o Espírito Santo. A instituição é, por sua própria natureza, carismática e, neste sentido, estar livremente ligada a ela, no tempo (sucessores) significa poder “permanecer na verdade”, permanecer n’Ele, presente e operante no seu corpo vivo que é a Igreja, na beleza da continuidade temporal, no passar dos séculos, que nos une indivisivelmente a Cristo e aos Apóstolos.

         Peçamos à Ancilla Domini – que é a obediência por excelência, Aquela que também na fatiga exultou dizendo: “Eis-me aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a vossa palavra” – a graça de uma obediência filial, plena, alegre e pronta; uma obediência que nos livre de todo protagonismo e que possa mostrar ao mundo que é realmente possível doar tudo a Cristo e ser plenamente realizados e autenticamente homens.

 

 

 

 

X Mauro Piacenza

Arcebispo tit. de Victoriana

Secretário

A fé sem obras não é verdadeira


Intervenção por ocasião do Ângelus

CASTEL GANDOLFO, domingo, 13 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos as palavras que Bento XVI dirigiu neste domingo por ocasião do Ângelus aos peregrinos congregados na residência pontifícia de Castel Gandolfo.

* * *

Queridos irmãos e irmãs:

Neste domingo, o vigésimo quarto do Tempo Comum, a Palavra de Deus nos interpela com duas perguntas cruciais que resumiremos assim: “Quem é Jesus de Nazaré para você?” e “Sua fé se traduz em obras ou não?”. A primeira pergunta encontramos no Evangelho do dia, quando Jesus pergunta a seus discípulos: “E vós, quem dizeis que eu sou?”(Marcos 8, 29). A resposta de Pedro é clara e imediata: “Tu és o Cristo”, ou seja, o Messias, o consagrado de Deus, enviado para salvar seu povo. Pedro e os demais apóstolos, portanto, diferentemente da maior parte das pessoas, crêem que Jesus não só é um grande mestre, ou um profeta, mas muito mais. Têm fé: crêem que nele Deus está presente e atua. Imediatamente depois desta profissão de fé, contudo, quando Jesus anuncia abertamente pela primeira vez que terá que sofrer e morrer, o próprio Pedro se opõe à perspectiva de sofrimento e morte. Então Jesus tem de repreendê-lo com vigor para dar-lhe a entender que não basta crer que Ele é Deus, mas que movidos pela caridade é necessário segui-lo por seu mesmo caminho, o da cruz (cf. Marcos 8, 31-33). Jesus não veio para ensinar-nos uma filosofia, mas para mostrar-nos um caminho, e mais, o caminho que leva à vida.

Este caminho é o amor, que é a expressão da verdadeira fé. Se alguém ama o próximo com coração puro e generoso, quer dizer que conhece verdadeiramente Deus. Se, pelo contrário, alguém diz que tem fé, mas não ama os irmãos, não é um verdadeiro crente. Deus não vive nele. São Tiago afirma claramente na segunda leitura da missa deste domingo: “se não está acompanhada de obras [a fé], está completamente morta” (Tiago 2, 17). Neste sentido, quero citar uma passagem de São João Crisóstomo, um dos grandes padres da Igreja, que o calendário litúrgico nos convida a recordar hoje. Ao comentar a passagem citada da Carta de São Tiago, escreve: “alguém pode ter uma reta fé no Pai e no filho, assim como no Espírito Santo, mas se não segue a reta via, sua fé não lhe servirá para a salvação. Portanto, quando se lê no Evangelho: ‘A vida eterna é que eles te conheçam a ti, o único verdadeiro Deus’ (João 17, 3), não pense que este versículo basta para salvar-nos: requer-se uma vida e um comportamento puríssimo (citado in J. A. Cramer, Catenae graecorum Patrum in N.T., vol. VIII: In Epist. Cath. et Apoc., Oxford 1844).

Queridos amigos, amanhã celebraremos a festa da Exaltação da Santa Cruz, e no dia seguinte Nossa Senhora das Dores. A Virgem Maria, que acreditou na palavra do Senhor, não perdeu sua fé em Deus quando viu seu Filho rejeitado, ultrajado e crucificado, mas permaneceu ao seu lado, sofrendo e orando, até o final. E viu a aurora radiante de sua Ressurreição. Aprendamos com Ela a testemunhar nossa fé com uma vida de humilde serviço, dispostos a pagar o preço necessário para permanecer fiéis ao Evangelho da caridade e da verdade, seguros de que não se perde nada do que fazemos.

Enciclopédia Canção Nova x Bíblia: com quem ficar?


 

Com quem ficar?

Com quem ficar? Eu fico com a Igreja!

Agora a Canção Nova despeja suas heresias protestante-modernistas através de uma “enciclopédia“.

Não foi preciso pesquisar muito para encontrar distorções neste mais novo instrumento eletrônico “evangélico”.

Na pesquisa que fiz bastou apenas procurar sobre a palavra “língua”. O que se encontra logo de cara é uma versão romantizada, pra não dizer algo pior, do Mistério de Pentecostes. Vejamos a seguir.

 

“O primeiro dom que se manifestou foi o de línguas. Em pentecostes, os discípulos, junto com Maria, ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a orar, a louvar, a cantar numa língua nova, a língua do Espírito. Alguns interpretaram o acontecimento e disseram: Eles louvam a Deus, estão cantando as glórias de Deus, e nós estamos entendendo com o coração. Outros estavam ali como curiosos, brincando, zombando, dizendo que os discípulos estavam bêbados. Pedro explicou: Não estamos bêbados; pelo contrário, está se cumprindo a profecia de Joel. O primeiro dom criou confusão.”

(retirado de: http://wiki.cancaonova.com/index.php/Dom_de_l%C3%ADnguas; on-line em 06/09/2009 as 10:20 hrs – os destaques em vermelho e negrito são meus).

Agora comparemos a “estoriazinha” contada pela enciclopédia com o verdadeiro acontecimento de Pentecostes retratado na Bíblia:

Chegando o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar. De repente, veio do céu um ruído, como se soprasse um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam sentados. Apareceu-lhes então uma espécie de línguas de fogo que se repartiram e pousaram sobre cada um deles. Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. Achavam-se então em Jerusalém judeus piedosos de todas as nações que há debaixo do céu. Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar na sua própria língua. Profundamente impressionados, manifestavam a sua admiração: Não são, porventura, galileus todos estes que falam? Como então todos nós os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna? Partos, medos, elamitas; os que habitam a Macedônia, a Judéia, a Capadócia, o Ponto, a Ásia, a Frígia, a Panfília, o Egito e as províncias da Líbia próximas a Cirene; peregrinos romanos, judeus ou prosélitos, cretenses e árabes; ouvimo-los publicar em nossas línguas as maravilhas de Deus! Estavam, pois, todos atônitos e, sem saber o que pensar, perguntavam uns aos outros: Que significam estas coisas? Outros, porém, escarnecendo, diziam: Estão todos embriagados de vinho doce. Pedro então, pondo-se de pé em companhia dos Onze, com voz forte lhes disse: Homens da Judéia e vós todos que habitais em Jerusalém: seja-vos isto conhecido e prestai atenção às minhas palavras.” (At2, 1-14)

Confrontemos agora a mentira com a verdade:

  • ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a orar, a louvar, a cantar numa língua nova, a língua do Espírito

Em nem um momento eles cantaram ou  louvaram em uma língua nova, tampouco falaram em uma língua do Espírito, o que a Bíblia atesta é o seguinte: “Ficaram todos cheios do Espírito Santo e começaram a falar em línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem“. Qual seria a intenção da enciclopédia Canção Nova em deturpar este trecho tão sutilmente?

  • Eles louvam a Deus, estão cantando as glórias de Deus, e nós estamos entendendo com o coração

Entendendo com o coração!? Que absurdo! Eles estavam entendendo com a razão mesmo! Pois o Espírito concedeu aos Apóstolos que eles falassem em diversas línguas! Basta confrontar a Bíblia: “Achavam-se então em Jerusalém judeus piedosos de todas as nações que há debaixo do céu. Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar na sua própria língua. Profundamente impressionados, manifestavam a sua admiração: Não são, porventura, galileus todos estes que falam? Como então todos nós os ouvimos falar, cada um em nossa própria língua materna? Partos, medos, elamitas; os que habitam a Macedônia, a Judéia, a Capadócia, o Ponto, a Ásia, a Frígia, a Panfília, o Egito e as províncias da Líbia próximas a Cirene; peregrinos romanos, judeus ou prosélitos, cretenses e árabes; ouvimo-los publicar em nossas línguas as maravilhas de Deus!“.

Eles entendiam a sua língua materna, não uma “língua do Espírito”, ou tampouco uma “língua do coração”, mas “cada um os ouvia falar na sua própria língua“.

  • O primeiro dom criou confusão

Pelo contrário, o dom de falar em línguas manifestou a universalidade da Igreja, sendo que todos compreendiam o que cada Apóstolo pregava. O que causa confusão hoje são os “shoriacantalalá”e  “ierecantala-la-la” da RCC & CIA, que nem eles mesmos entendem o que dizem, nem quem está ao seu redor. Esse “dom” sim é que causa confusão, aliás é uma confusão com o verdadeiro dom de línguas.

Mas será que a Canção Nova não sabe disso? Qual a intenção de deturpar tão claramente a compreensão da Igreja sobre este dom? Por que afirmar que um dom tão maravilhoso como este causou confusão, quando os próprios que ouviram os Apóstolos afirmar que entendiam? O que pretende ensinar esta “enciclopédia”?

Vejamos o que diz alguns Santos da Igreja sobre este dom:

São Tomás de Aquino

Quanto ao dom de línguas, devemos saber que como na Igreja primitiva eram poucos os consagrados para pregar ao mundo a Fé em Cristo, a fim de que mais facilmente e a muitos se anunciasse a palavra de Deus, o Senhor lhes deu o dom de línguas(S. Tomas de Aquino, Comentario a la primera espistola a los Conrintios, Tomo II, pag 178.)

São Gregório Nazianzeno

Eles falaram com línguas estranhas, e não aquelas de sua terra nativa; e a maravilha era grande, uma língua falada por aqueles que não as aprenderam”. Gregório ainda argumenta que o dom foi de falarem línguas estrangeiras e não dos ouvintes as entenderem. Segundo ele, se fosse assim, o milagre não seria dos que falamem línguas, mas dos que ouvem”. (Do Pentecostes, oração XLI:16)

Orígenes

Orígenes (c.195-254) em sua época, se opôs a um certo Celso, que clamava ser divino, e falava línguas incompreensíveis: “A estas promessas, são acrescentadas palavras estranhas, fanáticas e completamente ininteligíveis, das quais nenhuma pessoa racional poderia encontrar o significado, porque elas são tão obscuras, que não têm um significado em seu todo.(Contra Celso, VII:9)

Fica claro então que a enciclopédia da Canção Nova tenta sutilmente, as vezes não tão sutilmente assim, modificar a Doutrina da Igreja, transformá-la, amaciá-la, ou como diria uma padre muito em voga nas TV’s  hoje: evoluí-la, ao seu bel prazer, para que as almas inocentes abocanhadas por ela caiam também nesta falácia de falar em línguas que ninguém entende, como eu um dia caí, mas graças a Deus e Nossa Senhora das Graças me livrei, e hoje a língua que desejo escultar é  o Latim da Santa Missa. Esta língua a Canção Nova parece boicotar.

Com quem ficar então? Com a enciclopédia da Canção Nova ou com Orígenes, São Tomás, São Gregório, etc.? Óh dúvida cruel!

Que Deus nos abençoe e Maria nos guarde!

Moisés Gomes de Lima

Icó-CE, 06 de setembro de 2009.

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Os trechos citados sobre os Santos e Doutores da Igreja foram retirados do blog “Adversus Haereses“;

O trecho do Livro dos Atos dos Apóstolos foi retirado da Bíblia Católica Boa Nova, versão 1.30 (uma versão digital da Bíblia, que salvo engano, usa a tradução Ave Maria).

Página Principal da Enciclopédia CN aqui.

RCC e a "maldição Hereditária"


Fonte: “Identidade Católica“.

ENQUANTO OS BISPOS DORMEM…PREVARICAM… A RCC E A CN CONTINUAM SE ALIMENTANDO DE ERVAS DANINHAS E INTOXICANDO OS FIÉIS COM O VENENO DA HERESIA

RCC E A CRENÇA PROTESTANTE DAS MALDIÇÕES HEREDITÁRIAS

 

É sabido que a crença herética das maldições hereditárias é uma das marcas da seita pentecostal Renascer em Cristo e de muita importância também na seita de Edir Macedo, a IURD (Cf. MARIANO, Ricardo. Neopentecostalismo: sociologia do novo pentecostalismo no Brasil; São Paulo: Loyola; 1999, p.137).

Além de ser crença compartilhada por outras “igrejolas” neopentecostais, é compartilhada também por diversos grupos da RCC e alguns padres da Canção Nova. Aliás, a RCC e a CN compartilha com a heresia protestante diversos elementos heterodoxos(Batismo no Espírito Santo, Oração em Línguas, repouso no espírito, etc…). Aqui citaremos apenas afirmações sobre a crença nas maldições hereditárias. (E muitos ainda insistem em negar que RCC e CN são veículos da heresia protestante. Não há como negar)

 

A primeira referência desta crença na RCC foi no IX Cenáculo de Maria da RCC de São Sebastião – SP, em que a pregadora, vinda da diocese de Lorena (mesma diocese da Canção Nova), discursou: “Vamos orar para expulsar o espírito de pobreza, o espírito de Satanás, para tirar a maldição que colocaram na sua vida. Vamos todos orar: eu renuncio a toda depressão, a toda opressão maligna, vamos orar em línguas, eu rejeito toda miséria, eu rejeito toda maldição hereditária, toda feitiçaria, toda macumbaria (…)” (ALVES, Sônia Cantão; Testemunho dado no IX Cenáculo de Maria da RCC de São Sebastião, SP em 09/10/2005)

É possível encontrar toda uma oração dedicada à expulsão das maldições hereditárias maternais de autoria do Padre Marcelo Rossi. (Cf. REVISTA SALMOS E ANJOS, 2006) e o próprio Pe. Jonas Abib também afirma a existência das maldições hereditárias. (Cf. ABIB, Jonas. Sim, Sim! Não, Não! Cachoeira Paulista: Editora Canção Nova; 2005; 21ª ed)

Nos acampamentos de “cura e libertação” ainda se insiste nisso e ainda se confere “poder” à macumba ! (que mentalidade supersticiosa).

Vejam no link abaixo, a oração do Padre Manoel Sabino, Fundador da Comunidade Servos do Bom Pastor:

http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?cod=107&pre=345&tit=Para%20Deus%20nada%20%C3%A9%20imposs%C3%ADvel

e mais, pelo Padre Vagner Baia, aqui:

http://blog.cancaonova.com/padrevagnerbaia/2008/11/24/oracoes-para-libertaces-de-maldicoes/

E uma “missa de quebra de maldições”, aqui:

http://blog.cancaonova.com/cuiaba/archives/tag/padre-vagner-baia

e aqui:

http://blog.cancaonova.com/cuiaba/archives/4156

e logo no link abaixo, uma oração do Missionário da Comunidade Canção Nova, Márcio Mendes (marciomendes@cancaonova.com) formado em “teologia”, autor dos livros “Quando só Deus é a resposta” e “Vencendo aflições, alcançando milagres”.

Cito um trecho: “Senhor Jesus, peço que quebres todo julgo hereditário que pesa sobre mim, todas as maldições, taras, tendências para o mal… Que tudo o que me foi comunicado pelos meus antepassados seja tocado pelo Teu sangue redentor” confira aqui:

http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=8311

 

 

 

Os Pais da Igreja também ensinam


O DOM DAS LÍNGUAS NÃO É BLÁ BLÁ BLÁ
O VERDADEIRO DOM DAS LÍNGUAS (TEXTO ATUALIZADO)

A virgem Santíssima e o dom das línguas
Questão IV: Se a Virgem recebeu o dom de línguas, chamado por alguns “glossolalia”.
a) “Afirmativamente, porque recebeu este dom com os apóstolos no dia dePentecostes, e, como disse Santo Alberto Magno: A Virgem estava com eles quando apareceram as línguas repartidas como de fogo, logo recebeu o dom das línguas com eles” (Mariale, q. CXVII); b) Ademais, ainda que não tivesse de ir pregar o Evangelho as diversas nações e gentes, todavia, no principio da Igreja nascente se concedia com freqüência este dom aos fiéis, ainda a aqueles a quem não se havia conferido o ministério de pregar e propagar o Evangelho como consta (At, XIX, 6); c) E assim convinha, porque acudindo Maria muitos fiéis de diversas nações, já por piedade filial, e que buscavam de instruções, devia conhecer seus idiomas para entendê-los e instruí-los plenamente nas coisas da fé. d) Finalmente, Suarez julga provável que ainda antes dePentecostes, Maria já tivesse usado desta graça, caso a necessidade ou a ocasião tivesse exigido, como quando Cristo foi adorado pelos magos, é de crer que Mariaentendeu a sua linguagem, como é também crível que, quando foi ao Egito, entendia e falava a língua dos egípcios. (In 3, disp. XX) – (ALASTRUEY, Gregório. Tratado de la Virgen Santíssima. Madrid: BAC, 1945, p. 350-351) Continue lendo »

Protestante questiona culto à Maria e acusa a Igreja de assasina de inocentes


Comentário Protestante:

 Uma vez, quando Jesus estava falando, uma mulher na multidão proclamou: “Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste” (Lucas 11:27). Nunca houve melhor oportunidade para Jesus declarar que Maria era verdadeiramente digna de louvor e adoração. Mas qual foi a resposta de Jesus? “Antes bem aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam” (Lucas 11:28). Para Jesus, a obediência à Palavra de Deus era MAIS IMPORTANTE do que ser a mulher que o pôs no mundo. Muitos já morreram por guerras religiosas, guerra que principalmente a Igreja Católica em sua caça as bruxas na santa inquisição matou muitos inocentes, então caros, nem Maria, José ou Sebastião… só Jesus morreu na cruz para nos salvar, maria meramente é nossa irmã em cristo e devemos respeito por isso, porém somente Jesus é o caminnho…

Resposta Olhar Católico: 

Prezado Marcelo, a paz de Jesus e o amor de Maria!

Meu caro, e quem mais guardou e ouviu a Palavra de Deus melhor do que a Mãe de Deus? Que outra criatura que já pisou esta Terra mais glorificou o Senhor, senão sua Mãe? Acaso você não lê a Bíblia? Estaria Nosso Senhor em contradição com a Escritura, pois no ventre de Sua Santa Mãe escutou Ela mesma dizer: “desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações” (Lc1, 48b)? E pouco antes o Espírito Santo na boca de Santa Izabel, sua prima: “Donde me vem esta honra de vir a mim a mãe de meu Senhor?” (Lc1, 43) ou ainda “bem-aventurada és tu que creste” (Lc1, 45a)? Ou será que você arrancou este trecho de sua Bíblia como fez Lutero com os outros, inclusive com a epístola de São Tiago? Continue lendo »

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