Comunicado da Casa Geral da Fraternidade São Pio X sobre a eleição de S.S. Francisco


No anúncio da eleição do Papa Francisco, a Sociedade de São Pio X ora a Deus para dar abundantemente para o novo Pontífice as graças necessárias para o exercício de sua pesada carga.

Que sustentado pela Divina Providência, o novo papa possa “confirmar os irmãos na fé” [1] , com a autoridade que São Pio X declarou no início do seu pontificado: “Nós não queremos ser, e com a ajuda de Deus, Nós não seremos mais nada, no meio da sociedade humana, o ministro de Deus para nós autoridade revestida. Seus interesses são os nossos interesses para dedicar nossa força e vida, esta é a nossa determinação inabalável. ” [2]

São Francisco de Assis com o novo pontífice chamado, ouviu o divino crucificado o dizer: “Vai, Francisco, e repara a minha Igreja”. É com esse espírito que os bispos, sacerdotes e religiosos da Sociedade de São Pio X fornecem o Santo Padre seu desejo filial para “restaurar todas as coisas em Cristo, para que Cristo seja tudo em todos” [ 3] , de acordo com seus meios, por amor da Santa Igreja Católica Romana.

Menzingen, 13 de março, 2013

Mons. Williamson expulso da FSSPX?


O blog francês “Les Intransigeants” noticia que Monsenhor Williamsom, um dos bispos ordenados por Monsenhor Lefebvrbe, tenha recebido um ultimato do Superior Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, Monsenhor Bernard Fellay, para que cesse a difusão de seus “Comentários Eleison” e envie uma carta de desculpas pela confusão que os mesmos causaram entre os fiéis e sacerdotes da FSSPX, sob pena de expulsão da Fraternidade, em um prazo de dez dias.

Ainda de acordo com o blog tal ultimato havia sido dado em 04 de outubro ultimo. Consequentemente hoje este prazo já estaria estourado, no entanto até o momento nada foi noticiado pelo orgão oficial da Fraternidade, o DICI, e muito menos pelos sites da FSSPX do Brasil e da América Latina.

Tudo indica que não passe apenas de boatos. Esta “estratégia” tem sido, infelizmente, patente nos meios que se dizem tradicionais. Muitos boatos e conversas de internet serviram apenas para acalorar os ânimos a acentuar uma rachadura que há na Fraternidade entre “acordistas” e “anti-acordistas”. O fato é que o acordo não foi feito, e aparentemente não o será. Mas mesmos assim “anti-acordistas” insistem em suas redes de boatos. Isso é triste pois divide a tradição e torna seu crescente fortalecimento mais lento.

De minha parte, espero que isto não passe de um boato. Espero que os bispos da Fraternidade estejam juntos, unidos. Espero que um dia retornem à Roma. Espero que eles, estando de volta canonicamente à Igreja, iniciem um processo de restauração e amenização da crise de fé que abala toda  a Barca de Pedro. E enquanto isso não aconteça, que um acordo não seja buscado a qualquer custo sob pena de amordaçar e impedir a Fraternidade de ser o que ela é.

Que eu alcance a salvação de minha alma neste deserto onde vivo no interior do Ceará rodeado por Teologia da Libertação e carismatismo sentimantalista, sem falar nas outras tentações de fora que tentam me impedir de alcançar a salvação.

[Atualização em 24/10/2012, 07:50 – O boato não era boato e infelizmente se confirmou:]

Por DICI | Tradução: Fratres in Unum.com

Dom Richard Williamson, tendo se distanciado da direção e do governo da FSSPX há vários anos, e negando-se a manifestar o respeito e a obediência devidos aos seus superiores legítimos, foi declarado expulso da FSSPX por decisão do Superior Geral e do Conselho, em 4 de outubro de 2012. Um último prazo lhe havia sido concedido para se conformar ao disposto, ao termo do qual anunciou a difusão de uma “carta aberta” pedindo ao Superior Geral que renunciasse.

Esta dolorosa decisão se fez necessária em atenção ao bem comum da Fraternidade São Pio X e de seu governo, em conformidade com o que Dom Lefebvre denunciava: “É a destruição da autoridade. Como se pode exercer a autoridade se é necessário que ela peça a todos os membros que participem do exercício da autoridade?” (Ecône, 29 de junio de 1987).

Dado em Menzingen, 24 de outubro de 2012.

Superior do distrito alemão da FSSPX: “Se quiser chegar a uma acordo Roma tem que mudar suas exigências”


Por Andrea Tornielli – Vatican Insider | Tradução: §|Olhar Católico|§

 

FRANZ SCHMIDBERGERFranz Schmidberger, superior do distrito alemão da Fraternidade São Pio X e primeiro sucessor de Dom Lefebvre na guia dos lefebvrianos, explicou o estado da questão sobre as relações com a Santa Sé, e revelou alguns detalhes sobre a carta que Bento XVI enviou ao bispo Bernard Fellay em junho deste ano. A entrevista de 18 de setembro é esta aqui.

Schmidberger insistiu sobre as exigências feitas pela Fraternidade para chegar à normalização das relações com Roma: "Acima de tudo, que haja a permissão para continuar a denunciar certos erros do Concílio Vaticano II, ou seja, para falar abertamente. Segundo, que concordem em não usar os livros litúrgicos de 1962, incluindo o missal. Em terceiro lugar, que sempre haja um bispo na hierarquia da Fraternidade, escolhido em seu interior."

O superior do distrito alemão, próximo de Fellay e representante da ala mais aberta ao diálogo da Fraternidade, também falou na entrevista de uma "mudança" que teriam ocorrido em 13 de junho, durante a última reunião entre Fellay e o Cardeal William Levada, então Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. "Nos apresentou um documento doutrinário novo que, por um lado, concorda com o texto proposto pelo bispo Fellay, mas por outro lado, contém algumas mudanças significativas que nos colocam em um problema real: Isto criou uma situação nova."

Franz Schmidberger confirmou ademais que a carta de Bento XVI à Fellay é "uma resposta a uma pergunta que havíamos formulado ao Papa". E, pela primeira vez, revela o conteúdo desta pergunta: "Nós queríamos saber se estes novos requisitos foram adicionados com a sua aprovação, se provinha realmente dele ou se, em vez disso, provinha de algum de seus colaboradores". O Papa, afirmou o religioso tradicionalista, "assegurou-nos que era sua vontade que tivéssemos de aceitar essas novas demandas".

Schmidberger também criticou o novo prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Dom Gerhard Ludwig Müller, que seria "hostil" à fraternidade. Ele expressou o seu apreço pelo vice-presidente da Comissão Ecclesia Dei, Dom Augustine Di Noia, com quem a Fraternidade está em contato constante. Também atacou o novo secretário da Congregação para o Culto Divino, Dom Arthur Roche, dizendo que era um dos que se opuseram ao motu proprio que havia liberalizado a Missa Antiga.

O lefebvriano acrescentou que não acha que uma nova excomunhão acontecerá no caso da FSSPX responder negativamente a dois pontos (sobre a validade da Missa Nova e continuidade da doutrina) exigidos no preâmbulo: "O Papa, em 2009, retirou a excomunhão que pesava sobre os quatro bispos da Fraternidade", sendo assim uma nova excomunhão "representaria uma falta de coerência entre o seu pensamento e suas ações… Visto que a Fraternidade é, de certa forma, a coluna vertebral, o ponto de referência para todos que apoiam a tradição da Igreja", uma nova excomunhão "seria um desastre". Não tanto para a Fraternidade, "mas para a igreja".

“Não se pode ceder em plena batalha”: Bispo Tissier de Mallerais da FSSPX revela existência de carta do Papa Bento XVI enviada ao Superior da Fraternidade puco antes do Capítulo


Existência de carta de Bento XVI é revelada durante conferência do bispo lefebvriano Tissier de Mallerais, que havia dado como impossível o acordo com a Santa Sé.

Por Andrea Tornielli – Vatican Insider | Tradução: §|Olhar Católico|§

Em 30 de junho, poucos dias antes do capítulo geral da Sociedade de São Pio X, Bento XVI escreveu uma carta ao superior lefrebvista, o bispo Bernard Fellay. A existência da carta foi revelada por Dom Bernard Tissier de Mallerais, um dos quatro bispos da Fraternidade de posições conhecidas contrárias ao acordo com Roma, durante uma conferência realizada em 16 de setembro, na França, Priorado St. Louis- . Maria Grignon de Montfort traduzida em italiano aqui.

O bispo disse que: “Em 30 de junho de 2012 – é um segredo que irá revelar, mas que será tornado público – o Papa escreveu de próprio punho uma carta ao nosso Superior Geral, monsenhor Fellay: ‘Lhe confirmo efetivamente que, para serem realmente reintegrados na Igreja precisa aceitar realmente o Concílio Vaticano II e do magistério pós-conciliar’”

“Trata-se propriamente – disse Tissier de Mallerais – de um ponto de parada, porque para nós não é aceitável, e não podemos assinar uma coisa dessas. Pode-se fazer alguns esclarecimentos, porque o Concílio é tão grande que você pode encontrar algumas coisas boas, mas esta não é a essência do Concílio. “

O bispo lefebvriano durante a conferência pronunciou palavras muito duras: “Não se pode ceder em plena batalha, não tentaremos o armistício [N.T.: trégua] enquanto a gerra seb enfurece: com Assis 3º ou 4º no ano passado; com a beatificação de um falso beato, o Papa João Paulo II. Uma coisa falsa, uma falsa beatificação. E com a exigência ,constantemente lembrada pelo Papa Bento XVI, de aceitar o Concílio e as reformas do magistério pós-conciliar. “

Tissier de Mallerais também disse que “a colegialidade, que destrói o poder do Papa, que já não se atreve a resistir às conferências epicscopais”; destrói “o poder dos bispos, que não ousam a resistir às conferências”. Acrescentou ainda que o ecumenismo “defende os valores da salvação de falsas religiões e do protestantismo, coisas que são falsas”, enquanto a liberdade religiosa “deixa de boa vontade construir livremente mesquitas em nossos países.”

“Obviamente – disse o bispo lefebvriano – estas questões não se pode assinar. Sobre este ponto não há acordo e não haverá acordo”. E não obstante a insistência da “Roma modernista”, Tissier assegura: “Pessoalmente, eu não vou assinar nunca estas coisas, é claro. Eu nunca vou dizer que a Missa Nova é legítima ou legal, vou dizer que muitas vezes é inválida, nas palavras do Arcebispo Lefebvre. Eu nunca vou dizer: ‘O Conícilio, se o interpreta-se bem, talvez fosse possível corresponder com a Tradição, se poderia encontrar um sentido aceitável’.”

Depois de definir como “mentiroso” o texto do preâmbulo doutrinal apresentado em 12 de junho pelo Cardeal William Levada para Fellay, o bispo lefebvriano disse que o Capítulo Geral da Sociedade reunido em julho passado tomou “decisões muito doce, suave”, de modo a “apresentar a Roma os obstáculos de Roma que ninguém se atreve a importunar”, dispondo de “condições praticamente impossíveis de impedir que nos leve a novas propostas. Mas o diabo é mau, e eu acho que eles vão voltar para o ataque e eu me preparo com cuidado também para proteger e defender a Fraternidade “.

A imprensa já começa a soltar os cachorros…

A volta dos que não foram…


É com grande alegria que, via Fratres in Unum, podemos anunciar que em breve a FSSPX estará de volta à Santa Igreja. De onde nunca saiu 🙂

Como se volta de onde nunca saiu? – Perguntar-me-ia o nobre e raro leitor deste blog. Pois é, eu não sei, só sei que foi assim 😉

Na minha humilde e desautorizada opinião nunca estiveram fora aqueles que sempre declararam obediência ao Santo Papa e a Doutrina Católica que SEMPRE foi ensinada, ao contrário de muitos “católicos” que há por aí.

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!

E que Nosso Senhor Jesus Cristo se compadeça da FSSPX e do Santo Padre, o Papa Bento XVI, pois a ira dos lobos cairá sobre suas cabeças.

Fazendo uma previsão dos próximos noticiários poderemos ter:

-Papa readmite ultra-conservadores à Igreja Católica;

-Depois de retirar excomunhão de bispo negacionista, Papa o readmite na Igreja;

-Levrevistas que negam o Concílio Vaticano II, que renovou e atualizou a Igreja com o mundo, são readmitidos na Igreja;

-Teólogo e ex-colega do Papa Bento XVI, Hans Kung pede renúncia do Papa;

-No seu sétimo ano de pontificado o Papa Bento XVI entra em nova polêmica: readmite bispo negacionista na Igreja;

Então caros (e raros!) leitores, qual das opções acima vocês acham que mais vão, como se diz aqui no Ceará, virviar nos noticiários?

Se vocês acham que faltou alguma, indiquem nos comentários…

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Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

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