Sinais do tempo: “Reunião confidencial para manobrar Sínodo a aceitar uniões do mesmo sexo”


Cerca de 50 participantes, entre bispos, teólogos e representantes da mídia, participaram do encontro realizado na Pontifícia Universidade Gregoriana.

Por EDWARD PENTIN, NC REGISTER | Tradução §|Olhar Católico|§ | ROMA – Uma reunião de estudo de um dia – aberta apenas a um seleto grupo de indivíduos – teve lugar na Pontifícia Universidade Gregoriana, na segunda-feira, com o objetivo de incitar “inovações pastorais” no próximo Sínodo dos Bispos sobre a Família em Outubro.

Cerca de 50 participantes, entre bispos, teólogos e representantes da mídia, participaram do encontro a convite dos presidentes das conferências Alemã, Suíça e Francesa dos bispos – Cardial Reinhard Marx, bispo Markus Büchel e Arcebispo Georges Pontier.

Um dos principais tópicos discutidos na reunião a portas-fechadas foi como a Igreja poderia melhor acolher aqueles que estão em uniões estáveis do mesmo sexo, e que supostamente “ninguém” se opõe que sejam reconhecidas como válidas pela Igreja.

Os participantes também falaram da necessidade de “desenvolver” o ensinamento da Igreja sobre a sexualidade humana, diferenciando de uma teologia do corpo, como a famosa ensinada por São João Paulo II, mas o desenvolvimento de uma “teologia do amor”.

Um padre suíço discutiu a “importância do instinto sexual humano”, enquanto outro participante, falando sobre a Santa Comunhão para os divorciados recasados, perguntou: “como podemos negá-lo, como se fosse um castigo para as pessoas que falharam  e encontraram um novo parceiro com quem começará uma nova vida?”

Marco Ansaldo, um repórter de jornal diário italiano La Repubblica, que estava presente na reunião, disse que as palavras pareciam “revolucionárias, expressadas por clérigos”.

Biblicista francesa Anne-Marie Pelletier elogiou o diálogo que teve lugar entre os teólogos e bispos como um verdadeiro “sinal dos tempos”. Segundo La Stampa, outro jornal diário italiano, Pelletier disse que a Igreja precisa entrar em “uma dinâmica de escuta recíproca”, no qual o magistério continua a guiar consciências, mas ela acredita que ele só pode efetivamente fazê-lo se ele “ecoa as palavras para o batizado”.

A reunião teve o “risco do novo, na fidelidade a Cristo”, afirmou ela. O artigo também citou um participante dizendo que o sínodo seria um “fracasso” se ele simplesmente continuar a afirmar o que a Igreja sempre ensinou.

A reunião a portas-fechadas, idealizada pelos bispos da conferência alemã sob a liderança do Cardeal Marx, foi proposto pela primeira vez na reunião anual dos chefes das três conferências episcopais, realizada em janeiro, em Marselha, França.

O dia de estudo teve lugar poucos dias depois de o povo da Irlanda ter referendado apoio ao “casamento” de pessoas do mesmo sexo e no mesmo dia em que o Conselho Ordinário do Sínodo dos Bispos reuniu-se em Roma. Alguns observadores não veem este timing como uma coincidência.

O Conselho do Sínodo é o responsável para elaboração do Instrumentum Laboris para o Sínodo de Outubro sobre a Família. Junto ao documento estarão as respostas ao questionário enviado aos leigos de todo o mundo. Essas respostas, particularmente da Suíça e Alemanha, aparentam ser esmagadoramente a favor da Igreja adaptar seus ensinamentos ao mundo secular.

Por que a falta de publicidade?

Ninguém sabe por que este dia de estudo se deu confidencialmente. Tão confidencial que nem mesmo jesuítas proeminentes da Faculdade Gregoriana ficaram sabendo completamente dele. The Register descobriu por um vazamento de Jean-Marie Guénois em uma história no Le Figaro.

Em declarações ao The Register, após a reunião, o Cardeal Marx insistiu que o dia de reunião não era secreto. Mas ficou irritado quando pressionado sobre por que ele não foi anunciado, dizendo que ele tinha simplesmente que vir a Roma para “assuntos privados” e que tinha todo o direito de fazê-lo. Próximo do papa Francisco e membro do conselho de nove cardeais, ele é conhecido por ser especialmente ansioso para reformar a abordagem da Igreja aos homossexuais. Durante a homilia de Pentecostes, domingo passado, o cardeal Marx falou de uma “cultura de acolhimento” na Igreja para os homossexuais, dizendo que “não são as diferenças que contam, mas o que nos une”.

Cardeal Marx também não é o único entre os participantes da reunião a pressionar por mudanças radicais para a vida da Igreja. O chefe dos bispos suíços, o bispo Büchel, tem falado abertamente em favor da ordenação de mulheres, dizendo em 2011 que a Igreja deveria “orar para que o Espírito Santo nos permita ler os sinais dos tempos”. Arcebispo Pontier, chefe dos bispos franceses, também é conhecido por ter tendências heterodoxas.

Os organizadores da reunião não estavam dispostos a revelar os nomes de todos os que participaram, mas o The Register obteve a lista completa dos participantes. Entre eles incluíam-se o padre jesuíta Hans Langendörfer, secretário-geral da Conferência Episcopal Alemã e na figura principal por trás da recente reforma das leis trabalhistas da Igreja alemã a controversa que permite que divorciados recasados e casais homossexuais trabalhem em instituições da Igreja.

Para continuar lendo o resto da notícia em inglês clique aqui.

Procure por uma…


Procure por uma Igreja que é odiada pelo mundo como Cristo foi odiado pelo mundo

Se eu não fosse Católico e estivesse procurando a verdadeira Igreja no mundo de hoje, eu iria em busca da única Igreja que não se dá muito bem com o mundo. Em outras palavras, eu procuraria uma Igreja que o mundo odiasse. Minha razão para fazer isso seria que, se Cristo ainda está presente em qualquer uma das igrejas do mundo de hoje, Ele ainda deve ser odiado como o era quando estava na terra, vivendo na carne.

 

Dom Fulton Sheen

Dom Fulton Sheen

Se você tiver que encontrar Cristo hoje, então procure uma Igreja que não se dá bem com o mundo. Procure por uma Igreja que é odiada pelo mundo como Cristo foi odiado pelo mundo. Procure pela Igreja que é acusada de estar desatualizada com os tempos modernos, como Nosso Senhor foi acusado de ser ignorante e nunca ter aprendido. Procure pela Igreja que os homens de hoje zombam e acusam de ser socialmente inferior, assim como zombaram de Nosso Senhor porque Ele veio de Nazaré. Procure pela Igreja, que é acusada de estar com o diabo, assim como Nosso Senhor foi acusado de estar possuído por Belzebu, príncipe dos demônios .

Procure a Igreja que em tempos de intolerância (contra a sã doutrina,) os homens dizem que deve ser destruída em nome de Deus, do mesmo modo que os que crucificaram Cristo julgavam estar prestando serviço a Deus.

Procure a Igreja que o mundo rejeita porque ela se proclama infalível, pois foi pela mesma razão que Pilatos rejeitou Cristo: por Ele ter se proclamado a si mesmo A VERDADE. Procure a Igreja que é rejeitada pelo mundo assim como Nosso Senhor foi rejeitado pelos homens. Procure a Igreja que em meio às confusões de opiniões conflitantes, seus membros a amam do mesmo modo como amam a Cristo e respeitem a sua voz como a voz do seu Fundador.

E então você começará a suspeitar que se essa Igreja é impopular com o espírito do mundo é porque ela não pertence a esse mundo e uma vez que pertence a outro mundo, ela será infinitamente amada e infinitamente odiada como foi o próprio Cristo. Pois só aquilo que é de origem divina pode ser infinitamente odiado e infinitamente amado. Portanto, essa Igreja é divina .”

Arcebispo Fulton J. Sheen, Radio Replies, Vol. 1, p IX, Rumble & Carty, Tan Publishing – Tradução: Gercione Lima

Finalmente um maçom coerente


Pois é, encontrei um.

É bem sabido que este blog sempre denunciou abertamente a gritante incompatibilidade entre a Doutrina Católica e a filosofia maçônica. Isto sempre esteve exposto aqui. Também sempre denunciei que negar tamanha obviedade sempre foi uma artimanha, pra não dizer tremenda mentira, da propaganda maçônica para pescar os incautos e mornos católicos que tivessem algum receio de se inscreverem nela. Isso foi exposto nos post’s: Mentira estampada da propaganda maçônicaSou um católico fervoroso, devoto de Nossa Senhora, Temente a Deus e MAÇONINCONCILIABILIDADE ENTRE FÉ CRISTÃ E MAÇONARIA, dentre muitos outros post’s que você pode encontrar aqui.

Mas finalmente apareceu um maçom confirmando exatamente o que venho dito aqui e muitos maçons vêm negando: de que não há compatibilidade entre a Doutrina Católica e a Maçonaria. Ou se opta por um e renega a outro, ou renega um e opta por outro. Evidentemente este maçom opta pela Maçonaria, e mais evidente ainda critica o sistema de dogmas da Igreja. E muito mais evidente ainda é que opto pela Igreja e não concordo em nada com ele em suas críticas a Santa Madre Igreja, mas, contudo, no entanto, todavia concordamos que Igreja e Maçonaria são incompatíveis. Finalmente um maçom coerente! Não por que concordamos neste ponto, mais porque esta é a mais objetiva das realidades!

Quem é este cara? Não sei, mas sei que ele escreveu isto que vai abaixo:

Inconciliabilidade Entre Fé Cristã e Maçonaria

Charles Evaldo Boller

Sinopse: Religiões e Maçonaria inconciliáveis.
Por conta da Maçonaria Operativa os atuais maçons antigos livres e aceitos possuem em sua base profunda influência da Igreja Católica Apostólica Romana e do Judaísmo.
Símbolos, documentos e leis maçônicas antigas ressaltam a doutrina judaico-cristã como base moral.
O que quebrou a linha doutrinária teísta foi a gradual imposição do deísmo pelos maçons especulativos, os maçons aceitos.
O pensamento iluminista influiu nesta mudança e o Racionalismo dentro da Filosofia Moderna de René Descartes, Spinoza e Leibniz, complementa a adoção do Deísmo pelos maçons.
A intolerância contra a Maçonaria de parte da Igreja Católica Apostólica Romana é evidente nas palavras recentes do padre Paulo Ricardo de Azevedo Junior, o qual interpreta que segundo a disciplina da Igreja Católica Apostólica Romana, “um católico não pode pertencer, de forma alguma, à Maçonaria”, declaração apoiada em “Reflexões a um Ano de Distância da Declaração para a Doutrina da Fé, em Inconciliabilidade Entre Fé Cristã e Maçonaria” (L’Osservatore Romano, 10 de Março de 1985, páginas 115-117, escrito pelo cardeal Joseph Aloisius Ratzinger, Papa Bento XVI. Desta e da parte de outras instituições religiosas, filosoficamente, a Maçonaria é, de fato, inconciliável com elas!
O irmão Voltaire, uma das mentes mais brilhantes do Iluminismo francês, ao afirmar que “a certeza é mais agradável do que a dúvida”, insinua o quanto “é mais fácil simplesmente aceitar as declarações oficiais” – como as da monarquia ou da Igreja Católica Apostólica Romana de sua época – do que “desafiá-las e pensar por si mesmo”, andar sobre as próprias pernas, refletindo a iluminação (“Aufklärung”, Kant).
O abismo entre religiões e Ordem Maçônica formou-se em 1717, ano em que a Maçonaria Especulativa declarou-se deísta. De lá para cá, por conta de outras controvérsias a separação só se aprofundou, como no conflito brasileiro entre a Maçonaria e a Igreja Católica Apostólica Romana, conhecido como “Questão Religiosa”.
Por ocasião da adoção do Deísmo pelos maçons evolucionistas houve rompimento com os maçons operativos.
Maçons operativos, teístas, fundam a Grande Loja dos Antigos.
Maçons evolucionistas, deístas, passam a ser reconhecidos como Modernos e fundam a Grande Loja de Londres.
Depois de inúmeros acordos aconteceu a união destas duas grandes lojas, filosoficamente discordantes, culminando em 1813, na formação da Grande Loja Unida da Inglaterra. Nesta união prevaleceu a filosofia deísta para a Maçonaria Moderna e desta resultaram todas as lojas reconhecidas atualmente como justas e perfeitas pela Grande Loja Unida da Inglaterra.
Se entre maçons houve rompimento não poderia ser diferente com a Igreja Católica Apostólica Romana, a qual a partir de 1884 passa a detratar a atividade maçônica em todos os sítios longínquos ou próximos.
Não existe meio de conciliação no campo filosófico – a Maçonaria Universal “de forma alguma” se alinha a dogmas de qualquer religião. Seria o mesmo que negar o princípio de sua existência. Além de deísta a Maçonaria preconiza a liberdade de pensar e duvidar.
Se existem esforços de conciliação nos bastidores, isto nega os fundamentos da Maçonaria. É assemelhado à prática comum em todos os tempos, onde a prostituição entre religiões e estados políticos corre por conta da sede de poder a qualquer preço, é ação de “inclinação política militante”, é movida por “interesses inconfessáveis” (Ritual do Grau de Aprendiz Maçom, Grande Loja do Paraná).
A fornicação religioso-política em todos os tempos nunca existiu com objetivo da busca de Deus porque sempre fomentou vaidade e poder. Mesmo entre cacique e pajé sempre aconteceu a luxúria da troca de favores.
Conspirar para conciliar o inconciliável, tanto da parte de religiosos como de maçons que remanescem na escuridão, é negar a origem da Maçonaria. Os artifícios conciliatórios sempre foram utilizados espertamente pelos retóricos para iludir a boa-fé do povo e submete-los, pelo medo, à tirania dos déspotas religiosos e políticos.
Ao maçom universal cabe seguir em frente em sua caminhada marcada pelos desígnios definidos pelo Grande Arquiteto do Universo. Mesmo que as lendas e ícones utilizados pela Maçonaria sejam de origem judaica e cristã, as religiões compatíveis com estas linhas filosóficas são irremediavelmente inconciliáveis com a ordem maçônica.
Retirado de Segredo Maçônico
Então a você, ó grande maçom universal, filho da luz, grande iluminado, deixe estas trevas e saia do armário: renegue de vez a Igreja Católica e para de fingir ser um. Ou, melhor ainda!, renegue a Maçonaria e venha para a Luz, a Verdadeira Luz que liberta e nos dá a vida, a Vida Eterna. Arrependa-se de seus pecados, confesse-os a um sacerdote e abjure esta nefasta associação. A decisão é sua.

CONSTANTINO FUNDOU A IGREJA CATÓLICA?


Retirado de http://caiafarsa.wordpress.com/constantino-fundou-a-igreja-catolica/

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A MENTIRA:

“Não foi uma instituição que Jesus fundou (o Imperador Constantino o fez, quase 400 anos depois). Nem sequer sugeriu oficializar um título ao seu grupo de discípulos! Por isso, o costumeiro apego e reverencia na escolha dos títulos denominacionais jamais serão preocupações de Jesus. Nunca desejou que sua igreja se transformasse numa “religião” em permanente disputa de espaço com as demais religiões da terra! É vaidade demais para ser o sonho do Altíssimo!”

ONDE SE ENCONTRA:

http://caminhodagracadc.blogspot.com/2007/03/discpulos-que-sonham-e-como-o-caminho.html

A VERDADE DOCUMENTAL:

Jesus disse: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja , e as portas do inferno não prevalecerão contra ela;” (Mt 16,18).

Logo nos inícios da Igreja, os seguidores de Cristo foram designados com o nome de cristãos. Assim podiam distinguir-se dos filósofos pagãos e dos judeus ou seguidores da sinagoga. Este nome de cristãos como se sabe, já vem na própria Bíblia, e tal denominação começou em Antioquia: “em Antioquia é que foram os discípulos denominados CRISTÃOS, pela primeira vez” (At 11, 26), “Então Agripa disse a Paulo: Por pouco me não persuade a fazer-me CRISTÃO” (At 26, 28). “Se padece como CRISTÃO, não se envergonhe; mas glorifique a Deus neste nome” (1Pd 4, 16).

Aconteceu, porém que, tão logo a Igreja começou a propagar-se, começaram a aparecer os hereges, seguindo doutrinas diversas daquela que tinha sido recebida dos Apóstolos, mas tomando o nome de cristãos, pois também criam em Cristo e d’Ele se diziam discípulos. Era preciso, portanto, um novo nome para designar a verdadeira Igreja, distinguindo-a dos hereges. E desde tempos antiqüíssimos, desde os tempos dos Apóstolos, a Igreja começou a ser designada como IGREJA CATÓLICA, isto é, UNIVERSAL, a Igreja que está espalhada por toda a parte, para diferençá-la dos hereges, pertencentes às igrejinhas isoladas que existiam aqui e acolá.

70 a 107 d.C.
1. Já Santo Inácio de Antioquia, que foi contemporâneo dos Apóstolos, pois nasceu mais ou menos no ano 35 da era cristã e, segundo Eusébio de Cesaréia no seu Chrónicon, foi bispo de Antioquia, entre os anos 70 e 107, já Santo Inácio nos fala abertamente da Igreja Católica, na sua Epístola aos Esmirnenses: “Onde comparecer o Bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que, onde estiver Jesus Cristo, aí está a IGREJA CATÓLICA” (Epístola aos Esmirnenses c 8, 2).

2. Outro contemporâneo dos Apóstolos foi São Policarpo, bispo de Esmirna, que nasceu no ano 69 e foi discípulo de São João Evangelista. Quando São Policarpo recebeu a palma do martírio, a Igreja de Esmirna escreveu uma carta que é assim endereçada: “A Igreja de Deus que peregrina em Esmirna à Igreja de Deus que peregrina em Filomélio e a todas as paróquias da IGREJA SANTA E CATÓLICA em todo o mundo”. Nessa mesma Epístola se fala de uma oração feita por São Policarpo, na qual ele “fez menção de todos quantos em sua vida tiveram trato com ele, pequenos e grandes, ilustres e humildes, e especialmente de toda a IGREJA CATÓLICA, espalhada por toda a terra” (c. 8).

2º Século d. C.
3. O Fragmento Muratoriano que é uma lista feita no segundo século, dos livros do Cânon do Novo Testamento fala em livros apócrifos que “não podem ser recebidos na IGREJA CATÓLICA”.

4. São Clemente de Alexandria (também do século segundo) responde à objeção dos infiéis que perguntam:“como se pode crer, se há tanta divergência de heresias, e assim a própria verdade nos distrai e fatiga, pois outros estabelecem outros dogmas?” Depois de mostrar vários sinais pelos quais se distingue das heresias a verdadeira Igreja, assim conclui São Clemente: “Não só pela essência, mas também pela opinião, pelo princípio pela excelência, só há uma Igreja antiga e é a IGREJA CATÓLICA. Das heresias, umas se chamam pelo nome de um homem, como as que são chamadas por Valentino, Marcião e Basílides; outras, pelo lugar donde vieram, como os Peráticos; outras do povo, como a heresia dos Frígios; outras, de alguma operação, como os Encratistas; outras, de seus próprios ensino, como os Docetas e Hematistas“. (Stromata 1.7. c. 15).

3º Século d.C em diante.
5. São Cipriano em 249, antes de Constantino nascer, e antes do Concílio de Nicéia, testemunhava: “Estar em comunhão com o Papa é estar em comunhão com a Igreja Católica.” (Epist. 55, n.1, Hartel, 614);
“E não há para os fiéis outra casa senão a Igreja Católica.” (Sobre a unidade da Igreja, cap. 4);
“Roma é a matriz e o trono da Igreja Católica.” (Epist. 48, n.3, Hartel, 607).

6. No século III, Firmiliano, bispo de Capadócia, diz assim: “Há uma só esposa de Cristo que é a IGREJA CATÓLICA” (Ep. De Firmiliano nº 14).

7. São Frutuoso, martirizado no ano 259, diz: “é necessário que eu tenha em mente a IGREJA CATÓLICA, difundida desde o Oriente até o Ocidente”. (Ruinart. Acta martyrum pág 192 nº 3).

Fonte: http://catolicismo.wordpress.com/2008/04/28/citaes-sobre-o-nome-igreja-catlica/

Todas as citações acima, são anteriores ao nascimento de Constantino (272 – 22 de Maio de 337).

Isso anula o embuste protestante, que se agarra maliciosamente a Constantino para “explicar” a Igreja Católica. Quando este apenas, mais tarde, deu liberdade plena para os cristãos pregarem livremente a doutrina da Igreja Católica, que foi fundada por Jesus Cristo.

FERNANDO:

http://www.orkut.com/Main#CommMsgs?cmm=32876590&tid=5205902199932343562

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Cai a farsa.

VERDADE ICONTESTÁVEL CONTRA TODA MENTIRA PROTESTANTÓIDE, ESPIRITA OU ATÉIA.

Primeiro colocamos o apostolo que acaba com o embuste protestante:

A UNIVERSAL assembléia e igreja dos primogênitos, que estão inscritos nos céus, e a Deus, o juiz de todos, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados; Hebreus 12:23

ENSINANDO AOS HEREGES:

UNIVERSAL= CATÓLICA

No mais o versiculo por si ja detona a mentira protestantóide.

AGORA UM POUCO DE PATRISTICA:

“Onde está Cristo Jesus, está a Igreja Católica.”(Inácio de Antioquia. Carta aos Erminenses 8,2)

CONHEÇA MAIS SOBRE ESTE  SANTO CATÓLICO:
Santo Inácio de Antioquia (MARTIR)

Santo Inácio (67 – 110 d.C.) foi Bispo de Antioquia da Síria, discípulo do apóstolo João, também conheceu São Paulo e foi sucessor de São Pedro na igreja em Antioquia fundada pelo próprio apóstolo. Segundo Eusébio de Cesaréia, Inácio foi o terceiro bispo de Antioquia da Síria e segundo Orígenes teria sido o segundo bispo da cidade. Santo Inácio foi detido pelas autoridades e transportado para Roma, onde foi condenado à morte no Coliseu, e foi martirizado por leões.

http://pt.wikipedia.org/wiki/In%C3%A1cio_de_Antioquia

Indefectibilidade da Igreja, Santa Inquisição, Reforma Protestante… Tudo isso em uma só acusação. Ou: um comentário cheio de erros.


Abaixo segue o comentário de um leitor no post “Três dicas para orar em línguas“, que é o post de maior acesso do blog, e em seguida minha resposta.

Rogério|Enviado em 19/09/2012 as 8:27 pm 

“Ela é e sempre foi santa, sem nenhuma mancha?” Você realmente acredita nisso que disse? E a inquisição? e a cobrança de indulgências que culminaram com a reforma protestante? E quanto aos inúmeros queimados vivos por contrariarem interesses de uma elite que se dizia voz de Deus? Amigo, eu sei que você tem seus motivos para discordar da oração em línguas, mas cuidado para, na sua “boa intenção”, não acabar falando mal do Espírito Santo! A igreja, na sua caminhada cometeu erros, inclusive reconhecidos pelos papas João XXIII e Bento XVI… E se cremos na soberania de Deus, porque Ele permitiu a reforma? Outra coisa, Lutero só não é considerado santo porque “aqueles que escolhem” quem será santo não dariam esta honra ao cara que ousou reformar a igreja! Repense seus exageros e rancores… Deixe Deus ser Deus e aceite o fato de que nem todas as coisas você vai compreender com a razão e sim com a fé!

Resposta

Olá Rogério, a paz de Jesus e o amor de Maria!
Sim, a Igreja é Santa e sem mácula sim. Do contrário não rezaria “creio na Santa Igreja Católica”. E isto não é tão difícil de se conceber. Sendo a Igreja o Corpo Místico de Cristo[1], e Cristo sendo Deus[2], e Deus sendo Perfeito[3], consequentemente sua Igreja também será perfeita visto que a Sua Santa Cabeça, que é Nosso Senhor Jesus Cristo, a santifica e mantém Santa com o auxílio do Espírito Santo[4]. Seriam incompetentes, Nosso Senhor e o Espírito Santo, se não fossem capazes de manterem Santa e Imaculada Sua Santa Igreja, e, convenhamos, para Deus nada é impossível[5], logo, a Santa Igreja Católica é sim Santa e santificadora.
A Santa Inquisição, caro leitor, ainda hoje existe, só que com outro nome: Congregação para a Doutrina da Fé. E engana-se o senhor que ela tenha sido isto que é pintado para você. Saiba que:

“Hoje em dia, os historiadores já não utilizam o tema da inquisição como instrumento para defender ou atacar a Igreja. Diferentemente do que antes sucedia, o debate se encaminhou para o ambiente histórico com estatísticas sérias” (Historiador Agostinho Borromeo, presidente do Instituto Italiano de Estudos Ibéricos: AS, 1998).[6]

Quais são suas fontes históricas para basear suas afirmações Rogério?
Nunca nem um papa reconheceu erro algum da Igreja, e mais uma vez você carece de citar fontes ou citações. Aqui não tem espaço para mentira senhor Rogério. Já sua interrogação “afirmativa” sobre a permissão de Deus para que a Reforma Protestante existisse estaria incluída na mesma questão de por que Deus permite que exista maldade no mundo. Uma das razões seriam para provar a fé dos bons, e o primeiro que caiu foi Lutero, que não tem nada de santo coisíssima nenhuma.
Ele sempre foi partidário da mentira:

“Que mal pode causar se um homem diz uma boa e grossa mentira por uma causa meritória e para o bem da Igreja (luterana).” (Grisar, Hartmann, S.J., Martin Luther, His life & work, The Newman Press, 1960- pág 522)[7]

“Eu fui monge, eu queria seriamente ser piedoso. Ao invés, eu me afundava sempre mais: eu era um grande trapaceiro e homicida” (WAW, 29, 50, 18)[8]

“Eu aqui me encontro insensato, e endurecido, ocioso e bêbado de manhã à noite… Em suma, eu que devia ter fervor de espírito, tenho fervor da carne, da lascívia, da preguiça e da sonolência”[8]

É esse o cara que você quer canonizar? Ainda bem que “aqueles que escolhem” não pensam como você.
Sinceramente Rogério, repense seus exageros e rancores, deixe Deus ser Deus e não ser seu umbigo. Lembre-se que razão e fé sempre andam juntas:

“Porém, ainda que a fé esteja acima da razão, não poderá jamais haver verdadeira desarmonia entre uma e outra, porquanto o mesmo Deus que revela os mistérios e infunde a fé dotou o espírito humano da luz da razão; e Deus não poderia negar-se a si mesmo, nem a verdade jamais contradizer a verdade.” (Catecismo da Igreja Católica §159)

___________________
[1]”pois o marido é o chefe da mulher, como Cristo é o chefe da Igreja, seu corpo, da qual ele é o Salvador”. (Ef 5,23)
[2]”Eu e o Pai somos um”. (Jo 10,30)
[3]”Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito”. (Mt 5,48)
[4]”E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Paráclito, para que fique eternamente convosco”. (Jo 14,16)
“Mas o Paráclito, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ensinar-vos-á todas as coisas e vos recordará tudo o que vos tenho dito”. (Jo 14,26)
“Quando vier o Paráclito, que vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da Verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim”. (Jo 15,26)
[5] “porque a Deus nenhuma coisa é impossível”. (Lc 1,37)
[6] A Inquisição exterminou 30 milhões de pessoas?
[7] Lutero: um campeão da verdade!
[8] Martinho Lutero, homicida e suicida

Sacramento da Penitência


Pode a Igreja perdoar toda a espécie de pecados?
Sim, a Igreja pode perdoar todos os pecados, por numerosos e graves que sejam, porque Jesus Cristo Lhe concedeu pleno poder de ligar e desligar.

Quem são os que na Igreja exercem este poder de perdoar os pecados?
Os que na Igreja exercem o poder de perdoar os pecados são, em primeiro lugar, o Papa que é o único que possui a plenitude de tal poder; depois os Bispos e, sob a dependência dos Bispos, os Sacerdotes.

Como perdoa a Igreja os pecados?
A Igreja perdoa os pecados pelos merecimentos de JesusCristo, administrando os Sacramentos por Ele instituídos para esse fim, especialmente o Batismo e a Penitência.

Que nos manda a Igreja com as palavras do segundo preceito: confessar-se ao menos uma vez cada ano?
Com as palavras do segundo preceito: confessar-se ao menos uma vez cada ano, a Igreja obriga todos os cristãos que chegaram ao uso da razão, a receber, uma vez ao menos em cada ano, o Sacramento da Penitência.

Qual é o tempo mais próprio para cumprir o preceito da confissão anual?
O tempo mais próprio para cumprir o preceito da confissão anual é a Quaresma, segundo o uso introduzido e aprovado em toda a Igreja.

Por que diz a Igreja que nos confessemos ao menos uma vez cada ano?
A Igreja diz ao menos, para dar a conhecer o seu desejo de que nos aproximemos deste Sacramento com mais freqüência.

É pois útil confessar-nos com freqüência?
É muito útil confessar-nos com freqüência, sobretudo porque é difícil que se confesse bem e se conserve isento de pecado mortal, quem se confessa raras vezes.

Que é o Sacramento da Penitência?
A Penitência, chamada também Confissão, é o Sacramento instituído por Jesus Cristo para perdoar os pecados cometidos depois do Batismo.

Por que se dá a este Sacramento o nome de Penitência?
Dá-se a este Sacramento o nome de Penitência, porque, para obter o perdão dos pecados, é necessário detestá-los com arrependimento e porque quem cometeu uma falta deve sujeitar-se à pena que o Sacerdote impõe.

Catequese retirada do Catecismo de São Pio X

O que está por trás dos ataques a Ratzinger?


ZENIT: O que você acha que está por trás dos ataques ao Papa?

Andrea Tornielli: Não acho que os ataques venham de uma só direção nem que seja um complô. Acho que são vários grupos, várias realidades soltas e diferentes entre si, que têm um interesse comum: transformar a Igreja em uma seita protestante qualquer, porque os ensinamentos da Igreja incomodam.

Não me refiro somente – como muitos poderiam pensar – aos temas da ética ou da sexualidade, mas também aos temas da globalização, do desenvolvimento, da defesa do ambiente, da política multilateral, entre outros. Esses grupos não necessariamente agem usando uma única orientação, mas é claro que criticam publicamente e que atacam o Papa. Penso que têm todo um interesse em enfatizar os problemas da Igreja, como, por exemplo, o escândalo da pedofilia.

ZENIT: Por que o atacam? Por que o impediram de falar na Universidade Sapienza de Roma em janeiro de 2008?

Andrea Tornielli: Certas campanhas mediáticas são determinadas pela “fome” negativa do preconceito consolidado e não correspondem à realidade exposta primeiro pelo cardeal Ratzinger e depois pelo Papa Bento XVI. Querem que ele seja visto como um retrógrado conservador, antiliberal e antidemocrático.

O caso da Sapienza é exemplar porque não foi causado só por minúsculos grupos de estudantes ideologizados, mas também por pesquisadores e professores que “julgaram” Ratzinger, partindo da base de uma citação errada que foi tomada da Wikipédia – aliás, isso deveria nos dizer algo sobre o nível das nossas universidades.

O poder secularizado teme o anúncio de uma verdade irredutível; há lobbies e grupos de poder para os quais a moral cristã e o ensinamento ético da Igreja são incômodos. Em certas situações, a voz da Igreja permanece como o único baluarte de uma consciência não anestesiada.

ZENIT: Você diz que há ataques externos. Acha que também existem ataques internos?

Andrea Tornielli: Claro que sim! Isso é determinado por um fenômeno que nós chamamos de dissidência interna da Igreja, ou seja, teólogos e inclusive bispos que criticam abertamente alguns aspectos do magistério de Bento XVI. O fim último não são os ataques inconscientes, porque são queridos por alguma maquinaria curial, que facilita algumas crises que poderiam ter sido evitadas, mas que, no entanto, cresceram e se converteram em um problema maior.

ZENIT: Continuando com o tema, durante o voo a Portugal, em 11 de maio, o Papa disse que “hoje vemos isso de maneira realmente assustadora: a maior perseguição da Igreja não procede dos inimigos de fora, mas nasce do pecado da Igreja”. Quais são estes pecados aos quais o Papa se refere e quais são os grupos e pessoas que criam inimizades no interior da Igreja?

Andrea Tornielli: A pergunta foi formulada com referência explícita aos escândalos de pedofilia que dizem respeito a expoentes do clero. A resposta do Papa foi dramática. Bento XVI explicou que o ataque mais forte acontece no interior, é o pecado da Igreja. No fundo, a história nos ensina que, nos ataques externos à Igreja, sempre existe no final uma saída reforçada, talvez depois de longos períodos de dificuldade ou de perseguição. Já o ataque interno a destrói.

Agora, não são somente os gigantes, inclusive os “espantosos” episódios do abominável crime da pedofilia. Existe também o crescimento de um pensamento não-católico no interior da Igreja Católica: uma realidade denunciada com extrema lucidez desde o Papa Paulo VI, que hoje infelizmente ainda persiste. Fiquei surpreso, por exemplo, com certas reações contra a decisão de Bento XVI de liberar a Missa antiga. Reações públicas, vindas inclusive de bispos. Os exemplos seriam muitos.

ZENIT: O Papa, na homilia da Missa que encerrou o Ano Sacerdotal, no dia 11 de junho, falou num tom muito específico sobre heresias e sobre a necessidade de usar o cajado contra os lobos que querem afugentar o rebanho. A que ele se referia?

Andrea Tornielli: No nosso livro, analisamos a crise dos primeiros cinco anos do pontificado do Papa Ratzinger, não fazemos uma lista de possíveis heresias. Eu gostaria de recordar que, infelizmente, hoje se difundem – de maneira mais ou menos subterrânea – ideias ou interpretações que acabam destruindo a fé das pessoas simples.

Neste sentido, como explicava o então cardeal Ratzinger no começo do seu mandato como prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, o Magistério tem o dever de proteger a fé dos simples, daqueles que não escrevem nos jornais nem vão falar na televisão.

O Magistério tem um dever – dizia ele – “democrático”. Acho que uma mudança radical que o Papa pede a todos é a de ser conscientes de que a Igreja não foi “feita” por nós, não pode ser considerada uma empresa, nem tudo pode ser reduzido a reivindicações sobre funções e ministérios, sua vida não pode estar planificada somente com estratégias pastorais. Se aprendêssemos desse constante apelo do Papa, talvez muitos opositores abertos e ocultos compreenderiam que o Papa não é um monarca absoluto, mas alguém que obedece Jesus Cristo na transmissão do depositum fidei.

Fonte: http://www.zenit.org/article-26088?l=portuguese

Jornada Cristã: Ping-pong com mais um palpiteiro de plantão


Cacetada, quem deixou a porta da estrebaria aberta?

Não vi o post cujo rapaz tão repudiado neste comentou, mas se o dono do blog é formado em história tudo isso descrito acima soa como sendo de um autor que também não conhece muita coisa.

Oba! Tem alguém aqui que sabe mais do que eu! Já chegou botando banca, de que sou o tipo do cara que “também não conhece muita coisa”. Que ótimo, adoro aprender coisas novas. Ele está se referindo ao post imediatamente abaixo, em que respondo a um rapaz que veio aqui me amolar. Vamos ver então o que o valentão tem pra me ensinar.

A palavra de Deus pode até não mudar, mas dizer que ele deixou um livro prontinho aqui no mundo com toda a sua verdade é hilário, foi afirmado também que o antigo testamento não serve de base pois seus escritores tiveram o pano de fundo de suas sociedades, é lógico que os que escreveram os livros que mais tarde foram escolhidos e modificados pela igreja para formar o novo testamento também tiveram seu pano de fundo inclusos nos mesmos, ou seja sua fundamentação é muito falha e sem complemente histórico, por mais que tivesse sido reunido exatamente os livros com inspiração divina porque eles foram modificados por monges copistas por exemplo.

Hum… Que ducha de água fria. Pensei que o começo do texto, cheio de empáfia, anunciaria uma argumentação clara, elegante e direta contra o que escrevi. Mas olha que coisa linda: antes de mais nada, o erudito aí não sabe que não é recomendável escrever períodos muito longos, tornando a frase interminável? Que coisa chata de se ler, hein! Ah, tá bem, é um comentário em um blog, às vezes o cara estava com pressa. Vá lá. Se a forma é terrível, vamos ver se o conteúdo se salva…

A palavra de Deus pode até não mudar, mas dizer que ele deixou um livro prontinho aqui no mundo com toda a sua verdade é hilário…

Ih. Pronto. Ele acha hilária a própria ignorância. Quem falou que toda a verdade está contida na Bíblia? Quem fala isso são os senhores protestantes, vai discutir com eles. Olha, se você não sabe a diferença entre católicos e protestantes (ou evangélicos), entre uma alfafa e um exemplar do Catecismo da Igreja Católica, as coisas vão ficar difíceis por aqui… Bem, você é ao menos alfabetizado, embora sua redação não seja lá grandes coisas.

Para a Igreja Católica, a Verdade está contida na Bíblia, no Magistério (a interpretação das escrituras e os ensinamentos da Igreja determinados nos Concílios e nos pronunciamentos papais Ex-cathedra) e na Tradição Oral da Igreja. Exemplo: a Bíblia não nos revela a Imaculada Conceição de Maria, isso a Igreja Católica ensina através da assistência do Espírito Santo, que auxilia a Igreja na interpretação da Revelação. Foram realizados até hoje 22 Concílios Ecumênicos (contando com o de Jerusalém), e alguns deles trataram de questões não explicitadas na Bíblia, como por exemplo o dogma da Santíssima Trindade.

…foi afirmado também que o antigo testamento não serve de base pois seus escritores tiveram o pano de fundo de suas sociedades, é lógico que os que escreveram os livros que mais tarde foram escolhidos e modificados pela igreja para formar o novo testamento também tiveram seu pano de fundo inclusos nos mesmos, ou seja sua fundamentação é muito falha e sem complemente histórico, por mais que tivesse sido reunido exatamente os livros com inspiração divina porque eles foram modificados por monges copistas por exemplo.

Ugh. Deixa eu tentar traduzir isso aqui. Ele diz que “foi afirmado também que o antigo testamento não serve de base pois seus escritores tiveram o pano de fundo de suas sociedades”. Base pra quê? Bem, vamos tentar adivinhar. Presumindo que o sujeito aí tentou dizer “servir de base às leis morais, imutáveis”, onde é que afirmei que o Antigo Testamento não serviria de base  por ter sido escrito em determinado contexto histórico, se eu estou citando os Dez Mandamentos como exemplo, e Deus revela os Dez Mandamentos a Moisés no Livro do Êxodo, que fica no… Antigo Testamento? Confira Êxodo, capítulo 20. Podemos verificar que, além de não saber redigir, o anarfa aí também não é capaz de interpretar um texto.

O resto da frase eu sinceramente não entendi direito, deve ter sido escrito num idioma inacessível para os pobres mortais ignorantes como eu, só os gênios conseguem extrair a sabedoria contida nesses versos. O que deu pra entender foi que o vagabundo aí repetiu o que os seus parentes de quatro patas urram vez ou outra: que os textos bíblicos foram modificados, alterados “por monges copistas”. Chuck Norris, me ajuda!

Eu ouço essa mesma lorota desde que comecei a estudar o assunto, há quase vinte anos. E depois, ainda tem gente que vem e me diz “ai, como você é agressivo, como você é violento…”  Mas é claro que tem que partir para a ignorância, porque só o porrete verbal é capaz de impor respeito contra gente desse tipo. Eu desafio que me mostrem as provas: provem que a Bíblia foi adulterada. Provem que a Igreja manipulou textos bíblicos, tirando e acrescentando “o que fosse de seu interesse”. A maior prova de autenticidade da Bíblia são os manuscritos antigos, exatamente iguais aos textos bíblicos que temos em nossos dias, encontrando-se neles apenas diferenças ocasionais de tradução. São milhares de cópias, e todas são semelhantes no conteúdo, sem interpolações, adulterações ou inserções. Alguns desses manuscritos completos datam de mil e seiscentos anos, época anterior aos monges copistas da Idade Média que, segundo as lendas disseminadas pelos experts no assunto, fizeram um mutirão e trocaram o conteúdo de todos os textos bíblicos existentes naquele tempo em toda a Europa (não sobrou nenhum inteiro, todos os exemplares da Bíblia foram alterados, que coisa!), modificando o livro sagrado de comum acordo, agindo conforme o interesse da Igreja, que era o de enganar todo mundo.

É óbvio, é evidente, meus alunos de catecismo sabem: os livros da Bíblia foram escritos em um ambiente histórico e social particular, e esta realidade ficou impregnada nessas obras. Quando a Bíblia, no Antigo Testamento, legisla sobre costumes, ela o faz tendo como pano de fundo aquela contingência histórica, pois aqueles costumes são relativos àquele povo. No entanto, quando a Bíblia legisla sobre moral, também no Antigo Testamento, ela revela uma ordem de Deus para toda a humanidade, ainda que anunciada primeiramente ao povo de Israel. Posteriormente, Jesus Cristo, a plenitude da revelação Divina, vai afirmar o seguinte:

Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição. Pois em verdade vos digo: passará o céu e a terra, antes que desapareça um jota, um traço da lei. Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus (Mateus 5, 17-19).

Jesus se refere aos Mandamentos da Lei de Deus, que hoje chamamos popularmente de “Dez Mandamentos”. Ele confirma a validade das leis referentes à moralidade, que foram reveladas ao povo de Israel no Antigo Testamento; essas leis são eternas e imutáveis, foram reveladas em um contexto social e histórico (é claro, quem está negando isso?!), mas não dependem de contingências: são atemporais e têm a humanidade inteira como destinatária. Jesus confirma a lei e os profetas, fazendo reparos necessários às leis relacionadas aos costumes daquele povo, como a santificação do sábado (“O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado“, ver Marcos 2, 27), e concedendo à Igreja a autoridade (“Tudo o que ligardes sobre a terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra será também desligado no céu“, ver Mateus 18,18) para realizar outros reparos que fossem necessários.

Esses reparos foram feitos no Primeiro Concílio Ecumênico da História da Igreja, o Concílio de Jerusalém, que é narrado nos Atos dos Apóstolos, capítulo 15. Este Concílio foi convocado para resolver a questão: pagãos convertidos à fé cristã teriam que ser obrigados a seguir as tradições judaicas, entre elas a circuncisão e a abstinência de carne de porco? Pedro, o primeiro líder da Igreja, assim discursou:

Ao fim de uma grande discussão, Pedro levantou-se e lhes disse: Irmãos, vós sabeis que já há muito tempo Deus me escolheu dentre vós, para que da minha boca os pagãos ouvissem a palavra do Evangelho e cressem. Ora, Deus, que conhece os corações, testemunhou a seu respeito, dando-lhes o Espírito Santo, da mesma forma que a nós. Nem fez distinção alguma entre nós e eles, purificando pela fé os seus corações. Por que, pois, provocais agora a Deus, impondo aos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar? Nós cremos que pela graça do Senhor Jesus seremos salvos, exatamente como eles (Atos 15,7-11).

O que a Igreja fez, exercendo a autoridade que lhe foi dada pelo próprio Jesus Cristo? Aboliu a obrigatoriedade do cumprimento das leis culturais previstas no Antigo Testamento. Essas leis dizem respeito a costumes de determinado povo, sendo portanto geográfica e historicamente restritas.

Entretanto, as leis morais não foram abolidas! Os Dez Mandamentos continuam aí, firmes e fortes, porque nem mesmo a Igreja tem autoridade para revogá-los! Essas leis são eternas, imutáveis e universais, conforme nos garante o próprio Jesus Cristo: “Não julgueis que vim abolir a lei ou os profetas. Não vim para os abolir, mas sim para levá-los à perfeição” (Mateus 5, 17).

Em síntese: o contexto histórico e social em que a Bíblia foi escrita determina as leis culturais, civis e disciplinares sobre hábitos e os costumes daquele povo, e essas leis são transitórias e mutáveis; mas não determina de forma alguma as leis morais, porque são Divinas e refletem a essência de seu Legislador.

Quanto a São Thomas de Aquino também foi utilizado porque sua época exigia que a “palavra de Deus” precisava de uma roupagem nova para segurar os fiéis que debandavam para o protestantismo deixando de lado a antiga filosofia de Santo Agostinho que não abrangia o tema: infreno.

Hum? Hein? Cuma? Peraí: São Tomás de Aquino viveu no século XIII (1225 — 1274). A revolução protestante de Lutero começou em 1517. Na época de São Tomás, obviamente, não existia protestantismo. Como sou bondoso demais da conta, estou custando a crer que o comentarista utilizou o pronome possessivo “sua” tendo o santo como referência, já que ele viveu duzentos e cinqüenta anos antes do acontecimento mencionado – a debandada de fiéis para o protestantismo. Então, obviamente, a “época” de São Tomás não é a mesma época em que esses fatos aconteceram. Só não me pergunte a quem esse “sua” se refere… Aqui, temos um festival de barbaridades: a filosofia de São Tomás jamais, nunca, em momento algum, “deixou de lado a antiga filosofia de Santo Agostinho.” Agora, quanto à filosofia de Santo Agostinho não abordar o tema “infreno”, ops, inferno, vamos ver o que ele diz em sua obra “A Natureza do Bem”:

Cap. 39 – Diz-se que o fogo é eterno não porque o seja como Deus, mas porque não tem fim.

O fogo é eterno, mas não do mesmo modo como o é Deus; pois, conquanto não acabe nunca, teve porém princípio, e Deus não o teve. Além do mais, a sua natureza está sujeita à mudança, apesar de ter sido destinado a servir de castigo perpétuo para os pecadores. A verdadeira eternidade é a verdadeira imortalidade, ou seja, a suprema imutabilidade, que é atributo exclusivo de Deus, o qual é absolutamente imutável.

Uma coisa é não mudar, apesar da possibilidade de mudança, e outra, muito diferente, é não poder mudar. Diz-se, assim, que um homem é bom, conquanto não como a bondade de Deus, de Quem se disse: “ninguém é bom senão Deus só” (Mc X, 18); e diz-se que a nossa alma é imortal, mas não como o é Deus, de Quem se disse: “é o único que possui a imortalidade” (1Tm VI, 16); e diz-se que o homem é sábio, mas não como o é Deus, de Quem se disse: “a Deus, que é só o sábio” (Rm XVI, 27) – e também se diz que o fogo do inferno é eterno, mas não como o é Deus, cuja imortalidade é a verdadeira eternidade (confira citação aqui).

Se a filosofia de Santo Agostinho não aborda o inferno, este texto acima retrata qual assunto? Deve ser algum tema esotérico, só para iniciados.

Talvez esse rapaz não tenha argumentos válidos, mas não está seguindo uma moda cegamente acredito eu, pois isso indica que ele tem um espírito crítico e que aprendeu a não ter a sua verdade como única e se o faz é porque alguma bagagem ele tem e não consegue engulir qualquer coisa e passar a vomitar a mesma sem ponderar, embora sua esperança é de que todos sejam tão burros quanto muitos e recolham todos os seus pontos de vista como deles.

Eu não consigo engolir, além do estilo tosco do comentarista, é o seu pensamento primário sobre slogans da moda do tipo “espírito crítico” e “verdade como única”. Então se um esquizofrênico se recusa a aceitar que duendes não existem e que o céu é azul e não cor-de-rosa como ele supõe, ele tem “espírito crítico”? Quando é que as pessoas vão se mancar que dois mais dois são quatro, e isso pouco importando a nossa singela opinião a respeito? Você simplesmente não aceitar as coisas como elas são quer dizer que tem “alguma bagagem”? Só se for titica de galinha na cabeça. Claro que o mané que escreveu isso aí não tem a menor possibilidade de entender o problema, mas a ruptura do conhecimento com a realidade é a grande responsável pela profusão de idéias ridículas e completamente absurdas que assolam as ciências humanas hoje em dia. O importante é “não engulir (sic) qualquer coisa”, é mais notável ter uma idéia própria, ainda que totalmente equivocada, do que seguir a Verdade, eterna e imutável.

Complementando,

Ai, meu Deus! Ainda tem mais!!!! Será que eu agüento tanta sabedoria?

A verdade da igreja e do homem mudam não a de Deus hehe

É mesmo, sabidão? Quem te disse isso, hein? Se a verdade que a Igreja apresenta é diferente da Verdade de Deus, para quê serve a Igreja? Já afirmei aqui: a missão da Igreja não é criar ou inventar uma Verdade, mas ensiná-la aos seres humanos. A Verdade foi revelada aos Apóstolos pelo próprio Deus em pessoa – Jesus Cristo. E sobre um destes Apóstolos, Pedro, o próprio Cristo fundou a Sua Igreja, prometendo que as portas do inferno não prevaleceriam sobre ela (Mateus 16, 18). Cristo transmitiu à Sua Igreja autoridade para ensinar, não para fabricar verdades alternativas.

E quanto a familia, esse termo históricamente tem muitas conotações diferentes e sempre a anterior repudia a nova dizendo que esta estará destruindo a anterior, mas com o tempo elas passam a conviver normalmente e serem vistas como as fórmulas de se viver, ou seja as novas só vêem como um complemente para aqueles que não conseguiam se encaixar nas formas arcaicas, não é o tema sugerido pelo post, mas devo deixar aqui como sugestão, pois o homossexual é uma dessas novas maneiras de se formar uma familia dois homens duas mulheres com alguma criança adotiva que não vai nem mexer nas antigas estruturas muito menos destruir-las apenas vêem a complementar.

Pela moral cristã, está claro: o casamento entre homossexuais é impossível, pois duas pessoas do mesmo sexo não formam “uma só carne”.

Não lestes que o Criador, no começo, fez o homem e a mulher e disse: Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher; e os dois formarão uma só carne? Assim, já não são dois, mas uma só carne (Mateus 19, 4b-6a).

Jesus não prevê outra coisa a não ser a união entre homem e mulher, capaz de gerar filhos e constituir família. Como se pode ter tanta certeza de que o “casamento” homossexual não vai mexer com as antigas estruturas ou destruí-las? Um casal de homossexuais não é capaz de gerar filhos, e é a procriação a garantia de continuidade da estabilidade de uma população. Ora, se a base da sociedade é a família tradicional, a alteração do conceito de família vai mexer com a estrutura da sociedade, sim.

Pois é, o cara não sabe nem escrever direito e tenta dar um ar de intelectualidade a bobagens que, quando muito, não passam de palpites de boteco de quem assiste muito ao “Fantástico”. Escrever besteiras é muito fácil pra ele, mas escrevê-las em um português minimamente decente parece ser tarefa impossível…

Jornada Cristã: Incapacidade mental não merece meu respeito


Fonte: Blog Jornada Cristã (http://www.jornadacrista.org/?p=1896)

Um sujeito me mandou uma penca de comentários, veio com discurso de fanático, de que não sei nada de sociologia jurídica, que eu sou um fundamentalista e blá, blá, blá. Não sei se eu rio ou se eu choro.

Olha, como o cara disse que vai seguir meu conselho e não vai mais acessar meu blog (aaaaahhhhhh, nem vou dormir essa noite de tanta tristeza), eu posso então dizer que não passa de um idiota metido a culto, ele não vai se importar mesmo, já que não vai ler. Então deixa eu descer o malho no sujeitinho (não vou ofendê-lo, né, ele não está sabendo).

Eu não entendo mesmo de sociologia jurídica. Mas eu não finjo que entendo. E outra coisa: não é isso que estou discutindo. As leis humanas mudam (e devem mudar) conforme uma série de fatores contingenciais. A questão não é essa: é se as leis divinas devem se modificar conforme as transformações da sociedade, para que a Igreja aceite então o homossexualismo, o aborto, o divórcio, todas essas coisas maravilhosas – entre outras que os modernosos adoram.

A Bíblia, no Antigo Testamento, proíbe o consumo de carne de porco, proíbe que se façam tatuagens e que uma mulher menstruada seja tocada, para citar alguns exemplos. Essas leis não se aplicam aos cristãos. Por que? Porque dizem respeito a uma realidade cultural diversa, são leis que regulamentam costumes relativos no tempo e no espaço. Essas leis foram endereçadas ao povo de Israel, e foram muito importantes na formação da identidade cultural desse povo, são circunstanciais, podendo ser modificadas. Entretanto, os Dez Mandamentos são imutáveis, não estão condicionados ao tempo, ao lugar, são leis que objetivam reger a moral de todos seres humanos, e essas leis foram dadas pelo próprio Deus. A moral, para o cristianismo, não é relativa; ela é imutável, porque o próprio Deus assim o É. Deus não muda em sua essência e não muda de idéia sobre as coisas que ensina. A Bíblia condena o homossexualismo: é pecado grave contra a castidade. Não se trata apenas de um costume a ser repreendido, mas de um hábito que vai contra a moral, contra a castidade, contra a família tradicional, base da sociedade. Dito isso, interrompo para um desabafo.

A incapacidade mental de sair do seu mundinho, do seu universo mental, e ir até o pensamento do seu oponente para tentar compreendê-lo é algo terrível, é uma verdadeira doença que já se apossou da mente de muitas pessoas “cultas” e “estudadas”. É desesperador o cenário, muito pior do que eu pensava antes de começar a escrever para este blog. Esse é o retrato da classe universitária brasileira, gente bocó, um bando de moleques, que pensa que sabe alguma coisa, sem saber da regra primordial de um debate, que é saber do que se está falando. Pronto, já desabafei. Voltemos.

Em primeiro lugar, como já frisei por aqui, a Igreja não é a favor da criminalização do homossexualismo. Mas é contra a promoção deste comportamento e não considera sua prática legítima. Por que a Igreja deveria mudar seu ensinamento a respeito? Para agradar à sociedade? O que Igreja tem a ver com modernização, com “dinâmica social”? Se a Igreja ensina a Palavra de Deus, qual a Sua autoridade para modificar ensinamentos que não foi Ela quem os inventou, mas recebeu do próprio Deus, através da inspiração do Espírito Santo, conforme o prometido por Nosso Senhor Jesus Cristo?

O mané não sabe nada de teologia, história da Igreja, doutrina católica, não tem a menor idéia da complexidade das relações entre Igreja e modernidade, nem sonha em conhecer o conceito de Deus segundo São Tomás de Aquino, muito menos o que o Doutor da Igreja ensina sobre Deus ser eterno e imutável. Se Deus é eterno e imutável, o que Ele ensina sobre moral assim o é. Deus não muda de idéia conforme as vontades de um estudantezinho universitário metidinho à besta.

Ora bolas, se Deus se revela na Bíblia como sendo imutável, porque a Tradição da Igreja, em seu Magistério, deveria mudar o que Ele ensinou? Ele não muda, seus ensinamentos não mudam! Sua essência permanece a mesma! A missão confiada à Igreja é ensinar às nações tudo aquilo que Jesus ensinou (ver Mateus 28, 16-20). A Igreja não tem autoridade para modificar os ensinamentos de Deus; sua autoridade se limita a ensinar.

Caramba, será que é tão difícil assim entender? Deus não muda, suas idéias não mudam, portanto a Verdade está além de mudanças sociais! E o carinha ainda vem com picuinha de que é um absurdo a Igreja proibir a camisinha? Vai estudar, boboca, pra compreender no quê se fundamenta o argumento do seu adversário!

E daí vem a tática de sempre: me acusa de fundamentalista, berra que a Igreja vai ficar pra trás porque a pesquisa com células-tronco e blá, blá, blá… Meu Deus, eu escuto isso todos os dias de gente ignorante. Será que ele pensa que está abafando? Isso não passa de disco riscado, discurso de militante, de gente atôa, de gente que leu dois ou três livros, um do Michel Foucault, outro do Marcuse, e sai por aí arrotando que sabe tudo, não é possível! É claro que um carinha desses não tem a menor condição de ler São Tomás de Aquino – quando chegar à página sete da Súmula contra os gentios é capaz de ter uma concussão cerebral.

Rapazinho, vai ver se eu estou na esquina… Vai estudar, tenha vergonha de ser tão burro, de ser tão incapaz de lidar com uma linha de pensamento oposta, muito mais complexa do que você imagina, cuja divergência está na base: o raciocínio da Igreja Católica não se baseia em contingências históricas, em relativismos culturais, o que a Igreja Católica ensina está baseado em princípios imutáveis. É por isso que o ensinamento não muda, porque está atrelado a uma lógica perene, atemporal, espiritual.

Portanto, as leis morais para o Cristianismo são outra coisa, não são como leis humanas que norteiam costumes e relações sociais, apenas: são eternas e absolutas, não admitem mudanças, ou então entrariam em contradição com a essência do legislador – no caso, o próprio Deus.

Você devia se candidatar a aparecer nesses debates no Superpop ou no sofá do Progama da Hebe, algo que condiz com seu nível intelectual, pra dar uma de gostosão, de gente que sabe pra caramba, não venha a se meter a besta comigo. Eu sou um bom professor de história, sou um bom psicólogo (embora não exerça a profissão) e ainda sou caridoso o suficiente para perder tempo com um bocó como você.

Quanto a ficar sozinho, falando com as paredes, não tem problema: Santo Atanásio já dizia, “se o mundo for contra a verdade, Atanásio será contra o mundo”. Dentro da sua cabecinha oca, certamente o que é verdade e o que é certo ou errado é definido pela vontade da maioria, não é mesmo?

Olha, vai ser burrinho assim lá na PUC que o pariu…

A história anti-católica


A História Anti-Católica

G. K. Chesterton

As teses seguintes foram propostas para discussão por Mr. Chesterton no recente Congresso Católico em Birmingham, Inglaterra. Cada tese é acompanhada de um exemplo ilustrativo:

(1) A história anti-católica é falsa não apenas à luz de nossa Fé, mas à luz da ciência histórica à qual apelou aquela história.

Exemplo: Nós não pretendemos provar que os Evangelhos são inspirados, mas a tentativa de provar que eles são falsificações tardias ou ficções foi abandonada.

(2) A história anti-católica é mais falsa e perigosa quando não é declaradamente anti-católica.

Exemplo: Panfletos protestantes são cada vez menos lidos, mas jornais e obras populares de referência são provavelmente mais lidos; e eles perpetuam a má história de cinquenta anos atrás.

(3) A história anti-católica falha porque a história é uma estória; e neste ponto ela nunca pode fornecer o começo de uma estória.

Exemplo: Ela tem de começar com a Inquisição Espanhola em sua existência e abusos; ela não pode contar como ela apareceu por lá sem contar uma estória heróica do esforço Europeu contra o Islã ou contra o pessimismo oriental. Quase todas as nossas tradições, boas ou más, nasceram católicas, e a verdade sobre seu nascimento é ocultada.

(4) A história anti-católica geralmente é superficial; ela depende de certos lemas, casos e nomes específicos, enquanto a história católica pode tratar toda a textura da verdade.

Exemplo: Qualquer um que tenha escutado a palavra “Galileu” pode pronunciar “Galileu”, ainda que o faça incorretamente. Mas nenhuma pessoa que tenha lido qualquer massa ordinária e mediana de detalhes sobre a Idade Média ou sobre a Renascença pode continuar a crer que a Igreja impedia a ciência.

(5) A história anti-católica é também largamente auxiliada pela lenda, que pode ser natural e até mesmo saudável, mas não é científica.

Exemplo: É uma lenda falar da Era Elizabetana como o único triunfo da Inglaterra emancipada, da força de um romance real de navegação ainda mais característico da Espanha Católica, e de um poeta supremo que quase com certeza foi um católico.

(6) A história anti-católica professa constantemente um velho erro ao lançar um novo.

Exemplo: 50 anos atrás, um homem como Mr. George Moore negaria que houvesse qualquer indício de um Jesus histórico, e o chamaria de mito ou de Deus-Sol. No momento em que um cético pensa numa outra maneira de se esquivar da Ressurreição — uma maneira que lhe permite tratar Jesus como um personagem histórico —, ele passa a tratá-lo instantaneamente como um personagem histórico.

(7) A história anti-católica é limitada e pouco criativa, porque ela sempre concebe todos os homens como se estivessem aguardando com interesse o que aconteceu, em lugar das centenas de coisas que podem ter acontecido ou das que muitos deles desejavam que acontecesse.

Exemplo: Qualquer um que tenha discordado de qualquer Papa sobre qualquer coisa (São Francisco, por exemplo) é transformado numa estrela matutina da Reforma; embora em verdade os Fraticelli, que foram além de São Francisco, estavam indo obviamente cada vez mais longe da Reforma.

(8) A história anti-católica está cheia de observações muito fortuitas, tão falsas que só podem ser contestadas por meio de longas e complicadas afirmações.

Exemplo: A “Enciclopédia” Chambers fala do “Rosário, aquela devoção algo mecânica, que foi usada por São Domingos entre Albigenses.” Um católico pode escrever <várias> páginas sobre isso; mas ele teria ao menos de dizer que (a) O Rosário, como a Oração do Senhor, só será mecânico na medida em que você torná-lo mecânico; (b) se usado com intensidade, é mais livre que a Oração do Senhor, constituindo-se de meditações individuais sobre infinitos mistérios; (c) ninguém seria tão tolo a ponto de usar uma coisa meramente mecânica para converter os Albigenses.

(9) A história anti-católica, na medida em que é protestante, foi uma má compreensão provinciana da alta cultura e até mesmo da liberdade intelectual do catolicismo.

Exemplo: Os protestantes execraram os jesuítas por — duzentos anos atrás — terem tentado fazer de maneira ordenada o que agora estão fazendo de forma anárquica as novelas e peças-problema protestantes; para mostrar alguma compaixão em casos difíceis.

(10) A história anti-católica, na medida em que é ateia ou agnóstica, tem sido uma série de amplas e muito deprimentes teorias científicas ou generalizações, cada uma delas aplicada rigorosamente a tudo, e cada uma abruptamente abandonada em favor da próxima.

Exemplo: Entre essas estavam as teorias comerciais e utilitárias de Bentham ou de Buckle, teorias que atribuíam tudo à raça, especialmente ao triunfo de uma raça Teutônica; a teoria econômica de Marx e de outros materialistas. Há provavelmente outra entrando em moda agora.

(11) A história anti-católica, depois de produzir e soltar milhares de acusações, depois de se contradizer milhares de vezes no tópico relativo à Igreja Católica, até o momento jamais adivinhou o fato mais simples sobre a Igreja: que ela defende toda a verdade contra todo tipo de erro.

Exemplo: A Igreja é sempre tratada como sendo necessariamente o grupo ascético ou ritualístico em qualquer disputa, embora ela tenha condenado incontáveis formas de ritual e excessos de ascetismo.

(12) A história anti-católica é obscurantista; ela tem medo da verdade.

Exemplo: Nós podemos verificar essa afirmação facilmente desafiando qualquer jornal para uma livre discussão em torno de qualquer uma destas teses.

A paz de Jesus e o amor de Maria!
Moisés Gomes de Lima
Catequista, por Misericórdia do Senhor!
Paróquia de S. João Batista – Cedro/CE
Diocese de S. José – Iguatu/CE
blog.olharcatolico
moisesgomeslima
"A concórdia não é uniformidade de opiniões, mas concordância de vontades" (S. Tomas de Aquino).

Notas da Igreja – Montfort


PERGUNTA 

Nome: César
Enviada em: 03/07/2003
Local: Campinas – SP,
Religião: Protestante
Idade: 28 anos
Escolaridade: Pós-graduação concluída


Caro Sr. Fedeli

Inicialmente gostaria de cumprimentá-lo pelas elucidações da doutrina católica ( um tanto quanto obscuras para mim anteriormente) e que agora se tornam mais compreensíveis ao meu espírito. 

Muito me agrada sua exemplificação da pureza doutrinária da Igreja em confronto à profusão, por vezes contraditárias tanto quanto desconexas, das “teologias” de livre interpretação. 

Quanto à pureza, refiro-me a sua unicidade doutrinal, aperfeiçoada durante dois milênios e tendo como fundamento uma coerência circular, ou seja, a sua própria justificação está no fato de sê-la em si, a Igreja Una, Santa e Católica, numa inévitável auto-referência. Obviamente, toda a idéia de emancipação, discordância e contra-posição são excluídas como heresias pela sua própria doutrina: A Igreja é Santa, porque é a Única e Católica, é Una porque é Santa, consequentemente Católica e assim sucessivamente. 

Há, portanto, um processo de circularidade inercial, ou como andar em uma esteira: há movimento porém nunca se locomove, pois o que foi dito o está, e não sendo possível contradizê-lo em momento algum, nem agora nem no futuro, torna-se inacessível à experiência prática. 

Não havendo, portanto a possibilidade de mudança e consequentemente de arrependimento, um perfeito círculo lógico se instaura: as ações são auto-justificáveis, incabíveis quaisquer julgamentos.Temos que aceitá-La independentemente de seus atos, pois traz uma característica de purificação supra humana. Esta concepção é um tanto quanto conflitante ao crescimento espiritual e intelectual do ser humano (isso se assim o considerá-lo passível de livre-arbítrio, aprendizado, dinamismo social e intelectual) Por favor, se a minha concepção está errada, peço sua atenção, se possível, em me responder. 

Acredito que possa me esclarecer esta dúvida com sua já característica coerência. 

Obrigado, 

Cesar 

RESPOSTA

Muito prezado professor Cesar, salve Maria!

Deu-me alegria receber sua carta reveladora de sua alma leal. Ademais, devo agradecer especialmente sua palavras, provenientes de pessoa que é de origem não católica.

O senhor, Professor, me pede que corrija, se necessário, o que me disse.

Se me permitir, então, gostaria de lhe dizer que a circularidade de raciocínio, que o senhor aponta, pode ser resolvida do seguinte modo:

A Igreja é Una porque tem uma só Fé nas verdades reveladas por Deus Nosso Senhor. Como Deus é imutável, a Fé também jamais muda.
Ela é una, também, porque tem um só Batismo, instituído pelo próprio Cristo. É una também por seu governo, instituído, por Jesus mesmo, sobre Pedro e seus sucessores, os Papas ( Mt, 16-20).
A Igreja é Una sob o único Papa.

A Igreja é Santa, em primeiro lugar, por sua cabeça, que é o próprio Cristo, cuja divindade santifica continuamente a Igreja, apesar dos pecados de seus membros, os homens. Os nossos pecados, dos homens pertencentes à Igreja, não contaminam a Cabeça da Igreja, Cristo Deus. A Igreja é santa também porque o Espírito Santo a assiste continuamente, com suas graças, através dos sacramento O Espírito Santo, enviado por Cristo à Igreja, está sempre santificando as almas. Por isso, em todos os tempos, houve e há santos, na Igreja.

Ela tem que ser Católica — palavra que quer dizer universal — porque Deus Nosso Senhor quer salvar a Todos os homens: judeus e gentios, ricos e pobres, de todas as raças, de todos os países, e de todas as condições. Por aí o senhor vê, caro Professor Cesar, como erram os chamados Teólogos da Libertação, ao afirmar que a Igreja é dos pobres, apenas. Deus não faz opção de pessoas, e mandou que os Apóstolos ensinassem e batizassem a todos. Inclusive os ricos. Daí é que vem o caráter católico da Igreja.

Finalmente, a quarta nota característica da Igreja: ela é Apostólica.
A Igreja é Apostólica, porque vem dos Apóstolos, sem interrupção, na História. Os Apóstolos receberam de Cristo a missão de ensinar e batizar todas as gentes, e essa missão eles foram passando, pela sagração de Bispos até hoje.

Se não lhe ficou clara a exposição, peço-lhe que me escreva novamente.

Nada disto contraria o desenvolvimento espiritual, intelectual e material do ser humano.

Pelo contrário, só podemos crescer realmente nesses sentidos, baseando-nos na Fé, que é uma luz sobrenatural que esclarece o homem, mesmo para compreender o universo, já que um só — Deus — é o revelador das verdades da Fé e quem instituiu os princípios e as leis do Universo.

Muito satisfeito por sua carta, subscrevo-me atenciosamente

 

in Corde Jesu, semper,

Orlando Fedeli.

Como romper com a Maçonaria (II)


Continuando o post “Como romper com a Maçonaria (I)”…

Como, porém, se há de romper com a Maçonaria?

Entre os maçons vale o adágio seguinte: “O caráter maçônico é indelével”. Perante a Maçonaria, portanto, o nosso ex-maçon continuará sempre maçon, embora “inativo”, e ficará sujeito à Lei Penal. Mas a Igreja exige, e com muita razão, que o maçon se separe completamente da seita. Perante a lei maçônica esta separação pode ser feita de diversas maneiras: ou violenta ou amigavelmente. Não vemos razão por que deva o nosso maçon convertido desligar-se de modo violento da sociedade secreta, sobretudo quando deve temer vingança e perseguição. Lembramos, por isso, a possibilidade de uma separação em base amistosa; os artigos 202-205 do vigente Regulamento Geral da Maçonaria Brasileira prevêem esta possibilidade. Eis aí o texto da lei maçônica:

“Art. 202 — O Obreiro que quiser afastar-se da Loja a que pertencer solicitará à Oficina seu desligamento por petição acompanhada de certidão do que constar de sua matrícula ou folha e prova da quitação de suas obrigações pecuniárias.

Art. 203 — Lidos esses documentos em sessão e não sendo mencionados os motivos dessa resolução, ou, se a causa alegada for considerada pela Oficina suscetível de entendimento ou conciliação, o Ven.’. nomeará Com.’. para tratar de demover o peticionário dessa intenção e poderá presidir a Com.’. se não preferir agir por si.

Art. 204 — Declarando a petição que a resolução é inabalável ou se o motivo for mudança de residência ou outro de conveniência do peticionário que não envolva desarmonia no seio da Loja; ou ainda querer passar a exercer sua atividade em outra Loja, o Ven.’. determinará a expedição do Título de desligamento independente de resolução da Oficina, por tratar-se de direito constitucional do Maçon.

Art. 205 -— O Título de desligamento conterá o que constar da matrícula, que deve mencionar toda a vida do Obreiro na Loja, sua quitação, a data e a declaração de ter o Maçon se desligado no pleno gozo de seus direitos maçônicos.

§ único — O Título de desligamento vigorará por seis meses, após esse prazo o maçon passará a inativo, e sujeito às exigências da regularização”

Maçonaria Ou também, de acordo com o art. 198, o maçon poderá pedir a demissão de membro ativo, pedido este que pode ser dado verbalmente em sessão, “ou comunicado por escrito, assinado e remetido ao Venerável“. É então concedido o prazo de um mês para retirar o pedido e, “findo este prazo e não tendo retirado a demissão, a Loja lhe enviará o seu placet, se estiver quite“. E assim acabou-se tudo em paz. “Placet“, explica a Pequena Enciclopédia Maçônica. p. 523, “é o documento passado por uma Oficina em favor de um Irmão, no qual se declara haver o mesmo se desligado do quadro“. O mais prático, portanto, seria que o nosso maçon, antes mesmo de procurar um sacerdote, adquira o Placet de sua loja, que já seria também um documento que atestasse a sinceridade de seu arrependimento e a lealdade de seu propósito.

Retorna, assim, à casa paterna o filho pródigo que se perdera entre os Irmãos de Hiram, os Filhos da Viúva… “O pai avistou-o de longe, e, movido de compaixão, correu-lhe ao encontro, lançou-se-lhe ao pescoço e beijou-o. Disse-lhe o filho: “Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. O pai, porém, ordenou a seus servos: Depressa, trazei o vestido mais precioso e vesti-lho; ponde-lhe um anel no dedo e sapatos nos pés. Buscai também o novilho gordo e carneai-o. Comamos e nos banqueteemos! porque este meu filho estava morto, e ressuscitou; andava perdido, e foi encontrado” (Lc 15, 20-24). 

 

   

 

 

 

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GUERRA AO CRISTIANISMO


Carta de Marcello Pera ao diretor do periódico Corriere della Sera
 
Estimado diretor:
 
      A questão dos sacerdotes pedófilos ou homossexuais desencadeada ultimamente na Alemanha tem por alvo o Papa. Porém, cometer-se-ia um grave erro se se pensasse que o golpe não irá mais além, dada a enormidade temerária da iniciativa. E se cometeria um erro ainda mais grave se se sustentasse que a questão finalmente se encerrará logo como tantas outras similares. Não é assim. Está em curso uma guerra. Não precisamente contra a pessoa do Papa, já que, nesse terreno, é impossível. Bento XVI tornou-se invulnerável por sua imagem, por sua serenidade, sua clareza, firmeza e doutrina. Basta seu sorriso manso para desbaratar um exército de adversários.
 
     Não, a guerra é entre o laicismo e o cristianismo. Os laicistas sabem bem que, se uma mancha de lodo chegasse à batina branca, se sujaria a Igreja, e se fosse sujada a Igreja seria suja também a religião cristã. Por isso, os laicistas acompanham sua campanha com perguntas do tipo «quem mais levará seus filhos à Igreja?», ou ainda «Quem mais mandará  suas crianças a uma escola católica?», ou  também ainda «Quem permitirá curar a seus pequenos num hospital ou numa clínica católica?».

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Autoridade do Papa não é diminuída pela campanha difamatória, diz Pe. Lombardi


VATICANO, 29 Mar. 10 (ACI) .- O Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, P. Federico Lombardi, ressaltou em uma nota editorial titulada “Em vésperas da Semana Santa” o firme compromisso de toda a Igreja e, de maneira especialíssima, do Papa Bento XVI quem com mão firme responde adequadamente aos casos de abusos sexuais cometidos por alguns membros do clero. Explicou que a autoridade do Santo Padre não se vê diminuída pela campanha difamatória da mídia contra ele.

Este assunto, diz o Pe. Lombardi, esteve muito presente nos meios de comunicação, “em particular na Europa e na América do Norte também nos últimos dias depois da publicação da carta do Papa aos católicos irlandeses”. “Não é uma surpresa. O argumento é de tal natureza que atrai a atenção dos meios de comunicação, e o modo no qual a Igreja o confronta é crucial para sua credibilidade moral”, acrescenta.

“Em realidade, os casos que saíram à luz tiveram lugar, pelo general, há bastante tempo atrás, inclusive há dezenas de anos, mas reconhecê-los e reparar o dano feito às vítimas é o preço do restabelecimento da justiça e daquela ‘purificação da memória’ que permite olhar com renovado compromisso e com humildade e confiança no futuro”, indica o sacerdote jesuíta. Continue lendo »

Vídeos §|Olhar Católico|§: Maçonaria vs. Catolicismo

Maçonaria: sociedade discreta ou secreta?


    

     Maçonaria: sociedade discreta ou secreta?Não querem os maçons [que] se diga que sua associação é uma sociedade secreta; propalam que isso é calúnia inventada pelos adversários. Repetem então a famosa distinção: a Maçonaria é discreta, não secreta. O ponto parece-nos bastante importante, pelo que merece [ser] examinado. Deixaremos falar os documentos oficiais, reconhecidos pela Maçonaria no Brasil. Teremos então os elementos necessários para dirimir a questão.

     1) A Constituição do Grande Oriente do Brasil enumera no art. 4 os deveres dos maçons. O quinto é este: “Nada imprimir nem publicar sobre assunto maçônico ou que envolva o nome da Instituição, sem expressa autorização do Grão Mestre”.[1]” O art. 17 especifica os deveres das lojas; sob a letra p vem a determinação seguinte: “Nada expor, imprimir, ou publicar sobre assunto maçônico, sem expressa autorização superior”.

     Não só é rigorosamente interdito aos profanos (não maçons) tomar parte nas sessões comuns das lojas, mas o art. 20 da Constituição ainda decreta: “As oficinas, sob pretexto algum, poderão permitir maçons irregulares ou inativos nos seus trabalhos”.

     2) O Regulamento Geral vigente da Maçonaria Brasileira repete no art. 92 as determinações do art. 4, n. 5 e art. 17, letra p: “Os assuntos de natureza maçônica, não poderão ser impressos ou publicados pelos maçons ou pelas Lojas, sem que haja autorização do Grão Mestre Geral”. E no art. 95 lemos: “Não serão permitidas as polêmicas pela imprensa sobre fatos ocorridos nas Assembléias Gerais e Estaduais, Grandes Oficinas Chefes do Rito, Oficinas ou perante as autoridades judiciárias”.

     No art. 163 é regulamentado o modo como o profano deve ser iniciado; no § 3 deste artigo o Regulamento Geral prescreve que o neófito, antes de ser1 iniciado, “proferirá entre colunas o seguinte compromisso, que fica sendo o seu depoimento oficial de incorporação à Ordem: Prometo servir com honra e desinteresse a Maçonaria, guardar os seus segredos e cumprir as suas leis, e praticar com dedicação e sacrifício os seus ideais”. No § 8 do mesmo art. 163 temos: “O compromisso do § 3, depois de pronunciado pelo iniciado, será por ele escrito e assinado, conferido e registrado pelo Chanceler e pelo Secretário, referendado pelo Venerável e visado pelo Orador, e será incluído no expediente de admissão do candidato para aí ficar arquivado”.

     3) A Lei Penal da Maçonaria Brasileira conhece delitos individuais e coletivos. Os individuais podem ser de primeira ou segunda classe. O art. 17 define os delitos individuais de primeira classe (os mais leves) e entre eles temos, no § 3: “A revelação de cerimônias, rituais ou outros mistérios, não se tratando dos grandes mistérios da Ordem”. No art. 18 são especificados os delitos individuais de segunda classe, os mais graves; e ai temos, no § 9: “A revelação, a quem quer que, impedido de o saber, dos grandes segredos da Ordem”; no § 16: “A publicação, distribuição ou reprodução por qualquer forma gráfica, sem legal licença escrita, de qualquer prancha, documento ou ato maçônico, exceto os que tenham sido publicados anteriormente no Boletim Oficial”; no § 17: “A discussão pública no mundo profano dos atos passados no interior dos Templos e das deliberações das Oficinas”; e no § 18: “O fornecimento, direto ou indireto, a profano ou maçon irregular, de documentos ou quaisquer efeitos maçônicos, sem formal autorização”.

     Entre os chamados delitos coletivos, o art. 19 enumera, no § 3: “Iniciar ou sustentar, sem permissão dos Poderes Superiores, correspondência com as potências maçônicas estrangeiras ou autoridades profanas, sobre assunto maçônico”.

     4) Os Rituais fornecem abundantíssimos esclarecimentos para o ponto em questão. Particularmente expressivos são os sucessivos juramentos. Tomemos alguns exemplos: O Aprendiz (1º grau) deve, de modo solene, com a mão sobre a Bíblia, jurar “nunca revelar qualquer dos mistérios da Maçonaria, que me vão ser confiados, senão a um bom e legítimo Irmão, ou em Loja regularmente constituída; nunca os escrever, gravar, traçar, imprimir ou empregar outros meios pelos quais possa divulgá-los”. O Companheiro (2º grau), por sua vez, promete e jura “nunca revelar aos Aprendizes os segredos do grau de Companheiro, que me vão ser confiados, assim como prometi nunca revelar os de Aprendiz”. Da mesma maneira o Mestre (3º grau) deve jurar nunca revelar os segredos do grau de Mestre.

     E note-se que a Maçonaria dá extrema importância a este absoluto sigilo, de tal maneira que o faz sancionar com terríveis ameaças. Assim o Aprendiz deve acrescentar: “Se violar este juramento, seja-me arrancada a língua, o pescoço cortado e o meu corpo enterrado nas areias do mar”; o Companheiro: “se eu for perjuro, seja-me arrancado o coração, para servir de pasto aos abutres”; o Mestre consente que seu corpo “seja dividido ao meio” e suas entranhas “arrancadas e reduzidas a cinzas”, etc. Ora, ter o pescoço cortado, o coração arrancado, o corpo dividido ao meio, já é alguma coisa!

     De todos estes documentos oficiais, autênticos e autenticados, pode-se concluir que, também no Brasil de hoje, a Maçonaria é uma sociedade não apenas discreta, mas verdadeira e mesmo terrivelmente secreta, no sentido próprio e óbvio da palavra.

 [1] Esta é a formulação atual. Percebe-se a solicitude de evitar a palavra segredo, mas a coisa ai está. Na constituição de 1907, o mesmo art. 4, n. 3, dizia assim: “Guardar inviolavelmente os segredos da Ordem”. Poderíamos dar outros exemplos. Assim a Constituição do Grande Oriente de São Paulo, de 1921, art. 20, n. 5, determina como “dever do maçon”: “Guardar inviolável segredo acerca dos mistérios da instituição e de tudo quanto se passar no recinto da Ordem”. E assim outras Constituições.

(KLOPPENBURG, Dr. Boaventura. A MAÇONARIA NO BRASIL: ORIENTAÇÃO PARA OS CATÓLICOS. Editora Vozes LTDA., Petrópolis, Rio de Janeiro, 1956. Pg. 54-57.)

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