Assistir ou participar da Missa?


Chegou-me a seguinte mensagem:
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“Gostaria de ter um respaldo maior sobre a questão assistir a missa ou
participar da missa.
Vejo em muitas paroquianos dizendo que vai assitir.
Eu sei que a igreja nos convida a participar, até porque o ato de comungar é
a a maior participação.
Estou certo?”
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Ao que respondi:

Bom, o problema maior é na verdade uma confusão entre os vários significados das palavras. *Assistir* e participar podem querer dizer coisas diferentes; “assistir” pode ser “ajudar” (como um “assistente”) e pode ser “ver passivamente”, e “participar” pode ser compreendido como uma ação ativa (“participo de um time de futebol”) ou como receber uma perfeição (a cerveja gelada “participa” do gelo, sem ser gelo; a palavra “gelada” é aliás o “particípio” do verbo “gelar”).
A Igreja nos chama à participação no sentido de receber uma perfeição, e é neste sentido que receber o Santíssimo Sacramento é a maior participação. Estamos assim participando de Cristo, ou seja, recebendo d’Ele uma perfeição. Esta participação pode (mas não precisa) ser expressa exteriormente (o primeiro sentido que dei desta palavra). Assim, por exemplo, não é necessário responder na *Missa*. É melhor participar silenciosamente que responder alto e não participar verdadeiramente, por exemplo. O sujeito que está cantando aos brados pode perfeitamente não estar participando, por não estar somando o seu sacrifício ao de Cristo na Cruz.
Já *assistir* como quem assiste passivamente a um jogo de futebol não é ao que a Igreja nos chama, mas *assistir* como “assistente”, ou seja, somando o nosso sacrifício ao de Cristo, que é oferecido pelo sacerdote, é o “assistir” que a Igreja nos pede e recomenda.

Assim, não se trata de uma escolha entre *assistir* passivamente e participar fisicamente. É na verdade – como aliás em quase tudo – uma escolha muito mais sutil, em que o caminho certo é o do meio.
Em uma extremidade temos a “participação” meramente física, meramente ativa ou emocional; nele não há assistência, não há participação verdadeira. Só atos contam (levantar, sentar, ajoelhar, cantar, chorar, comungar). Não é isso que a Igreja nos pede e recomenda.
Na outra extremidade, oposta àquela, temos a “assistência”, igualmente falsa, que é meramente passiva. É ir para a *Missa* e responder ou não, cantar ou não, comungar ou não, mas ficar pensando em outra coisa ou simplesmente tendo fruição estética, vendo se a casula do padre tem furos de traça ou deliciando-se a música, etc., sem somar o sacrifício individual ao de Cristo na Cruz. Tampouco é isso que a Igreja nos pede e recomenda.
O que a Igreja nos pede e recomenda é que assistamos, em silêncio ou não, cantando ou não, mas ativos *em nossa disposição interior de somar o nosso sacrifício pessoal ao de Cristo na Cruz*, e que assim participemos, em silêncio ou não, cantando ou não, recebendo de Cristo a perfeição de sermos santos, sendo santificados (particípio) pelo que é Santo.
Cabe ainda lembrar que o preceito da Igreja é ouvir *Missa* inteira todo domingo e dia santo. Assim, se a pessoa só vai fisicamente, ela não está pecando (apesar de não estar tendo tantos méritos, etc.), mas pecaria se ficasse em casa sob o pretexto de não conseguir participar.

Do mesmo modo, o preceito é de comungar uma vez por ano, no tempo da Páscoa. Se a pessoa está em pecado mortal (ou seja, se depois de sua última confissão ela faltou a uma *missa* dominical ou ferial, se ela mentiu, se ela roubou, se ela fornicou, se ela cometeu adultério – ainda que em pensamento -, se ela blasfemou, se ela assistiu a pornografia…) ela não pode nem deve comungar. Nesse caso, a comunhão não seria comunhão, isto é, não seria participação em Cristo; seria, nas palavras de São Paulo, “comer e beber a sua própria condenação”.

http://www.luisguilherme.net/HSJOnline/assistirouparticipar.html

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Feliz Páscoa 2010!


Da Homilia sobre a Páscoa, de Melitão de Sardes, bispo (Séc. 11)
a louvor de Cristo
Prestai atenção, caríssimos: o mistério pascal é ao mesmo tempo novo e antigo, eterno e transitório, corruptível e incorruptível, mortal e imortal. É mistério antigo segundo a Lei, novo segundo a Palavra que se fez carne; transitório pela figura, eterno pela graça; corruptível pela imolação do cordeiro, incorruptível pela vida do Senhor; mortal pela sua sepultura na terra, imortal pela sua ressurreição dentre os mortos. A Lei, na verdade, é antiga, mas a Palavra é nova; a figura é transitória, mas a graça é eterna; o cordeiro é corruptível, mas o Senhor é incorruptível, ele que, imolado como cordeiro, ressuscitou como Deus. Na verdade, era como ovelha levada ao matadouro, e contudo não era ovelha; era como cordeiro silencioso (Is 53,7), e no entanto não era cordeiro. Porque a figura passou e apareceu a realidade perfeita: em lugar de um cordeiro, Deus; em vez de uma ovelha, o homem; no homem, porém, apareceu Cristo que tudo contém.

Por conseguinte, a imolação da ovelha, a celebração da páscoa e a escritura da Lei tiveram a sua perfeita realização em Jesus Cristo; pois tudo o que acontecia na antiga Lei se referia a ele, e mais ainda na nova ordem, tudo converge para ele. Com efeito, a Lei fez-se Palavra e, de antiga, tornou-se nova (ambas oriundas de Sião e de Jerusalém); o preceito deu lugar à graça, a figura transformou-se em realidade, o cordeiro em Filho, a ovelha em homem e o homem em Deus.

O Senhor, sendo Deus, fez-se homem e sofreu por aquele que sofria; foi encarcerado em lugar do prisioneiro, condenado em vez do criminoso e sepultado em vez do que jazia no sepulcro; ressuscitou dentre os mortos e clamou com voz poderosa: “Quem é que me condena? Que de mim se aproxime (Is 50,8). Eu libertei o condenado, dei vida ao morto, ressuscitei o que estava sepultado. Quem pode me contradizer? Eu sou Cristo, diz ele, que destruí a morte, triunfei do inimigo, calquei aos pés o inferno, prendi o violento e arrebatei o homem para as alturas dos céus. Eu, diz ele, sou Cristo.

Vinde, pois, todas as nações da terra oprimidas pelo pecado e recebei o perdão. Eu sou o vosso perdão, vossa páscoa da salvação, o cordeiro por vós imolado, a água que vos purifica, a vossa vida, a vossa ressurreição, a vossa luz, a vossa salvação, o vosso rei. “Eu vos conduzirei para as alturas, vos ressuscitarei e vos mostrarei o Pai que está nos céus; eu vos levantarei com a minha mão direita”.

GUERRA AO CRISTIANISMO


Carta de Marcello Pera ao diretor do periódico Corriere della Sera
 
Estimado diretor:
 
      A questão dos sacerdotes pedófilos ou homossexuais desencadeada ultimamente na Alemanha tem por alvo o Papa. Porém, cometer-se-ia um grave erro se se pensasse que o golpe não irá mais além, dada a enormidade temerária da iniciativa. E se cometeria um erro ainda mais grave se se sustentasse que a questão finalmente se encerrará logo como tantas outras similares. Não é assim. Está em curso uma guerra. Não precisamente contra a pessoa do Papa, já que, nesse terreno, é impossível. Bento XVI tornou-se invulnerável por sua imagem, por sua serenidade, sua clareza, firmeza e doutrina. Basta seu sorriso manso para desbaratar um exército de adversários.
 
     Não, a guerra é entre o laicismo e o cristianismo. Os laicistas sabem bem que, se uma mancha de lodo chegasse à batina branca, se sujaria a Igreja, e se fosse sujada a Igreja seria suja também a religião cristã. Por isso, os laicistas acompanham sua campanha com perguntas do tipo «quem mais levará seus filhos à Igreja?», ou ainda «Quem mais mandará  suas crianças a uma escola católica?», ou  também ainda «Quem permitirá curar a seus pequenos num hospital ou numa clínica católica?».

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EVANGÉLICOS FRAUDAM CHARGE DO VERITATIS


Charge original minha conforme publicada em http://blog.veritatis.com.br/index.php/2008/07/04/qual-banquinho-e-mais-estavel/

Charge descaradamente alterada conforme publicada em http://www.cpr.org.br/banquinho.htm

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Recentemente, navegando pela Net descobri um site evangélico (http://www.cpr.org.br/banquinho.htm) fiquei estupefato pela forma degradante e desrespeitosa que os evangélicos fizeram com uma charge minha postada no http://blog.veritatis.com.br/. Eles MENTIRAM dizendo que fomos nós que copiamos de uma charge evangélica. Isso é totalmente falso, sendo que fui eu que fiz a charge do Veritatis e os evangélicos só a alteraram e alegaram isto depois.

Abaixo vou refutar as alegações do site Desafio às Seitas e logo após desmascarar a fraude protestante.

O texto do site protestante está em preto e minhas respostas em azul.

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A charge abaixo foi retirada do site Veritatis Splendor, um site de apologia católico, e demonstra exatamente a importância que eles dão à Palavra de Deus.  

Bom, pelo menos aqui foram honestos. Sim, fui eu que inicialmente fiz a charge e a publiquei. Agora vamos ver se eles estão certos no que eles falam sobre como os católicos “dão valor à Bíblia”.

Viram como eles vêem a Bíblia?

Para eles – os católicos – só ela não é suficiente para sustentar, precisando, no caso, de ajuda.

Para eles a Palavra de Deus não completa, não encerra em si toda a verdade, não alimenta por si só.

Como diz o ditado popular: “Uma imagem vale mais do que mil palavras”.

Nada disso. A Igreja católica tem a Bíblia em mais alta estima que o protestantismo. A verdade está muito além da visão nublada que este escritor (pr. Neto Curvina, um batista que já debateu com o pessoal do Veritatis) quer impingir.

A desconchava alegação só parece verdadeira para quem não tem o mínimo de conhecimento da Palavra de Deus e da História cristã, quiçá da Igreja católica, a qual muitos pastores denigrem e fazem uma caricatura dela tal que os membros acham que o que eles falam é verdade dela. Vamos lá.

Para começar, vamos com o Catecismo: Continue lendo »

O machado de Dom Ranjith sobre os movimentos de “renovação”: um basta nas danças, palmas, arbitrariedades na liturgia, “louvor e adoração”.


Colombo (Sri Lanka), Dom Ranjith declara guerra aos desvios litúrgicos dos Neocatecumenais [e dos Carismáticos] : “Vetados os cantos e danças durante a missa, obrigatória a comunhão de joelhos”

CIDADE DO VATICANO (Petrus) – Dom Malcolm Ranjith é alguém que entende de Liturgia. Foi, de fato, Secretário da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos antes de Bento XVI nomeá-lo, no ano passado, arcebispo de Colombo, no Sri Lanka. O Papa confia muito nele, a tal ponto que deve criá-lo Cardeal no próximo consistório. Dom Ranjith (na foto) se tornou muito admirado nos seus anos de serviço no Vaticano pela nobre defesa da gloriosa tradição litúrgica da Igreja, uma batalha que retomou energicamente em sua nova diocese, proibindo extravagância e improvisações durante a celebração da Eucaristia e “recomendando” a administração da Comunhão apenas sobre a língua e aos fiéis ajoelhados, como já é o caso durante a missa presidida pelo Pontífice. Mas aqui está o texto completo, rico em muitíssimos elementos, enviado pelo arcebispo de Colombo a seus sacerdotes e fiéis, com particular referência àqueles pertencentes aos movimentos (entre os quais recai seguramente o Caminho Neocatecumenal, mas Dom Ranjith não o cita explicitamente) que, habitualmente, se aproximam da Eucaristia de um modo diferente do estabelecido pela Igreja ou participam da missa com cantos e danças em torno do altar, permitindo, contudo, a pregação por leigos durante a celebração:

“Queridos irmãos e irmãs,

Recentemente, algumas pessoas e movimentos católicos de renovação desenvolveram muitos exercícios para-litúrgicos não previstos pelo calendário paroquial ordinário. Apreciando as numerosas conversões, o valor do testemunho, o entusiasmo renovado pela oração, a participação dinâmica e a sede da Palavra de Deus, como bispo diocesano e administrador geral dos mistérios de Deus na igreja local a mim confiada, sou o moderador, o promotor e o guardião da vida litúrgica da arquidiocese de Colombo. Como tal, vos convido a refletir sobre os aspectos litúrgicos e eclesiológicos relacionados a esta nova situação e vos peço insistentemente que respeiteis as diretrizes enunciadas na presente circular de efeito imediato. A Eucaristia é a celebração do mistério pascal por excelência dado à Igreja pelo próprio Jesus Cristo. Jesus Cristo é o princípio de toda liturgia na Igreja e por esta razão toda liturgia é essencialmente de origem divina. Ela é o exercício da Sua função sacerdotal e, portanto, não é certamente um simples empreendimento humano ou uma inovação piedosa. Na verdade, é incorreto definí-la uma simples celebração da vida. É muito mais do que isso. É a fonte e o ápice do qual todas as graças divinas enchem a igreja. Este sagrado mistério foi confiado aos apóstolos pelo Senhor e a Igreja cuidadosamente preservou a celebração ao longo dos séculos, dando vida à tradição sagrada e a uma teologia que não cedem à interpretação individual ou privada. Nenhum padre, conseqüentemente, diocesano ou religioso que seja, proveniente de uma outra arquidiocese ou mesmo do exterior, está autorizado a modificar, adicionar ou suprimir qualquer coisa no rito sagrado da missa. Não se trata de uma novidade, mas de uma decisão tomada em 1963 pela Constituição “Sacrosanctum Concilium” (22, 3), a Constituição Dogmática sobre a Sagrada Liturgia do Concílio Vaticano II, posteriormente reiterada várias vezes em documentos como “Sacramentum Caritatis”, de Sua Santidade Bento XVI, e “Ecclesia de Eucharistia” do Papa João Paulo II, de venerada memória. A este respeito, convém mencionar explicitamente alguns elementos: os sacerdotes não estão autorizados a modificar ou improvisar a Oração Eucarística ou outras orações imutáveis da Missa — mesmo quando se trata de dar detalhes sobre um elemento já presente — cantando respostas ou explicações diferentes. Devemos compreender que a liturgia da Igreja é estreitamente ligada à sua fé e sua tradição: “Lex orandi, lex credendi”, a regra da oração é a regra de fé! A liturgia nos foi dada somente pelo Senhor, ninguém mais, portanto, tem o direito de mudá-la; as manifestações do tipo “Praise and Worship” (literalmente “louvor e adoração”, mas aqui diz respeito a uma corrente musical de estilo gospel, NdT) não são permitidos no rito da Missa. A música desordenada e ensurdecedora, as palmas, os longos discursos e os gestos que perturbam a sobriedade da celebração não são autorizados. É muito importante que compreendamos a sensibilidade cultural e religiosa do povo do Sri Lanka. A maioria dos nossos compatriotas são budistas e por este motivo estão habituados a um culto profundamente sóbrio; por sua vez, nem os muçulmanos nem os hindus criam agitação em sua oração. Em nosso país, além do mais, há uma forte oposição às seitas cristãs fundamentalistas e nós, como católicos, nos esforçamos para fazer compreender que os católicos são diferentes dessas seitas. Alguns destes chamados exercícios de louvor e adoração se assemelham mais aos exercícios religiosos fundamentalistas que a um culto católico romano. Que seja permitido respeitar a nossa diversidade cultural e a nossa sensibilidade; a Palavra de Deus prescrita não pode ser alterada aleatoriamente e o Salmo responsorial deve ser cantado e não substituído por cantos de meditação. A dimensão contemplativa da Palavra de Deus é de suma importância. Em alguns serviços para-litúrgicos as pessoas hoje têm a tendência a se tornar extremamente faladoras e tagarelas. Deus fala e nós devemos escutá-Lo; para ouvir bem, o silêncio e a meditação são mais necessários que a exuberância cacofônica; os sacerdotes devem pregar a Palavra de Deus sobre os mistérios litúrgicos celebrados. É expressamente proibido aos leigos pregar durante as celebrações litúrgicas; a Santíssima Eucaristia deve ser administrada com extremo cuidado e máximo respeito, e exclusivamente por aqueles autorizados a fazê-lo. Todos os ministros, ordinários e extraordinários, devem estar revestidos dos ornamentos litúrgicos apropriados. Recomendo a todos os fiéis, inclusive religiosos, receber a comunhão com reverência, de joelhos e na boca. A prática da auto-comunhão é proibida e pediria humildemente a cada sacerdote que a permite que suspendesse imediatamente esta prática; todos os sacerdotes devem seguir o rito da missa como determinado, de modo a não dar espaço a comparações ou opor as Missas celebradas por alguns sacerdotes às outras Missas ditas pelo resto dos sacerdotes; as bênçãos litúrgicas são reservadas exclusivamente aos ministros da liturgia: bispos, sacerdotes e diáconos. Todos podem rezar uns pelos outros. Recomenda-se insistentemente, entretanto, não usar gestos que podem provocar fantasias, confusões ou uma interpretação errônea”.

 

Fonte: Fratres in Unum http://fratresinunum.com/2010/03/04/o-machado-de-dom-ranjith-sobre-os-movimentos-de-renovacao-nao-as-dancas-palmas-arbitrariedades-na-liturgia-louvor-e-adoracao/>

Doutrina Maçônica versus Doutrina Católica (III)


A seguir as ultimas cinco comparações entre a doutrina maçônica e a Doutrina Católica, das quinze publicadas anteriormente (“I” e “II”) retiradas do livro “A Maçonaria no Brasil – orientação para os católicos” do Dr. Boaventura Kloppenburg.

 

Doutrina Maçônica Doutrina Católica
11. A Maçonaria reconhece que todas as religiões são boas e iguais perante Deus. 11. A Igreja Católica reconhece
que, perante Deus, só é boa e aceitável a religião ensinada pelo próprio Deus, me diante Cristo Jesus. “Nem todo aquele que me disser: Senhor! Senhor! entrará no reino dos céus; mas somente aquele que fizer a vontade de meu Pai celeste” (Mt 7, 21).
12. A Maçonaria não exige a necessidade da fé cristã e do batismo cristão. 12. “Quem crer e for batizado, será salvo; mas quem não crer será condenado” (Mt 16, 16).
13. A Maçonaria não exige a necessidade de “comer a carne de Cristo e beber o seu sangue” (a Comunhão ou Eucaristia). 13. “Se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós” (Jo 6, 53).
14.  A Maçonaria condena como contrária à moral, retrógrada e anti-social a existência de corporações religiosas que segregam seres humanos da sociedade e da família. 14. “Se queres ser perfeito, vai, vende todos os teus bens e dá-os aos pobres, e terás um tesouro no céu; depois, vem e segue-me” (Mt 19, 21); “em verdade vos digo que todo aquele que por causa de mim e do evangelho deixar casa, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filho, ou campo, receberá, já nesta vida, no meio de perseguições, o cêntuplo em casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos e campos; e no mundo futuro terá a vida eterna” (Mt 19, 29-30).
15. A Maçonaria proclama que o Matrimônio não é sacramento e que o divórcio, em certos casos, é uma exigência da lei natural. 15. A Igreja Católica ensina que o Matrimônio é um vínculo santo e sagrado, verdadeiro sacramento (quer dizer: meio de santificação) e que, em caso algum, é permitido o divórcio.

 

Poderíamos continuar desta forma a lista e o paralelismo. A frontal oposição entre uma e outra doutrina é manifesta: a Igreja e sua doutrina dum lado, a Maçonaria e seus “grandes e imutáveis princípios” doutro lado. São, como se vê, dois campos opostos. São duas sociedades irreconciliáveis em sua doutrina: ou a Igreja ou a Maçonaria. Querer aceitar a doutrina de uma e de outra é impossível. E’ por isso que o maçon, que tem o dever essencial de professar perfeita adesão aos princípios da Maçonaria, se quiser ser conseqüente, se quiser conservar o bom senso e a lógica, deve necessariamente renegar as doutrinas da Igreja. Mas é também por isso que o católico, que igualmente tem como dever imprescindível professar perfeita adesão à doutrina da Igreja, deve consequentemente renegar os princípios da Maçonaria.

 

 

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Cantor carismático afirma via twitter: “Prefiro padres, como padres”


O cantor carismático Walmir Alencar visitou o §|Olhar Católico|§ depois de um convite que o enviei via Twitter. Aí ele visualisou o post “Sera que ele caiu nessa tentação?” e começamos o curto debate, vejam:

  • Walmir Alencar walmiralencar

    @olharcatolico Não acho que seja o caso do Pe. Fábio. A fama é apenas uma consequência do bem que ele faz a tantos, inclusive a mim.

  • §|Olhar Católico|§ olharcatolico

    @walmiralencar Ok… perguntar não ofende…

    Walmir Alencar walmiralencar

    @olharcatolico A fama de Jesus também se espalhou, diz a Palavra. Creio que a fama só atralha quem não sabe lidar com ela.

    Walmir Alencar walmiralencar

    @olharcatolico Se o próprio Fundador da Igreja, Jesus Cristo, passou por isso, não vejo o por que de seus representantes não passarem.

    §|Olhar Católico|§ olharcatolico

    @walmiralencar No entanto Walmir, o que o Papa afirma é que "não estão imunes nem aqueles que têm um papel de animação e de governo na Igreja"

    Walmir Alencar walmiralencar

    @olharcatolico E o papa que disse isso… não passa também pela fama? Acho que o ele quis dizer é que "saibamos cuidar dessa situação".

     

    Walmir Alencar walmiralencar

    @olharcatolico Hei, amigo, não fique bravo. Estamos apenas partilhando opiniões. Nada mais. Fica na paz!

    §|Olhar Católico|§ olharcatolico

    @walmiralencar eu tô calmo…

    Walmir Alencar walmiralencar

    @olharcatolico Amado, não tem como separar carreira de fama. Pelo menos pra alguns, como o Pe. Fábio. São coisas muito latentes nesse caso.

    §|Olhar Católico|§ olharcatolico

    @walmiralencar e não estamos falando de fama, e sim de carreirismo. E a fama de N. S. Jesus Cristo citada no Evangelho é bem diferente dessa

    §|Olhar Católico|§ olharcatolico

    @walmiralencar Ok, mas estou apenas expondo o que expôs S.S. Bento XVI sobre os perigos do carreirismo e da fama…

    §|Olhar Católico|§ olharcatolico

    @walmiralencar não sou eu que estou dizendo, é o Papa

    Walmir Alencar walmiralencar

    @olharcatolico Entendo. Ele expõe porque é verdade que muitos não sabem lidar com esse fato. Prefiro padres, como padres.

    §|Olhar Católico|§ olharcatolico

    @walmiralencar chegamos então a um denominador comum! Eu também prefiro padres como padres. Aliás, a Igreja ensina isso. Abraço Walmir!

    Walmir Alencar walmiralencar

    @olharcatolico Abraço! Fica na paz! Tamujunto!

     

    Faço questão de repetir o que ele disse: “Prefiro padres, como padres”.

    Ah, eu também Walmir… Eu também! Eu, você a Igreja, Nosso Senhor…

    Tantos “preferem” assim…

    FSSPX - Portugal

    Tudo por amor a Jesus Cristo, Nosso Senhor.

    Movimento Magistrados para a Justiça

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