Justiça


Mais uma vez a Bíblia se revela como fonte de Palavras fiéis e verdadeiras.

Há duas injustiças que o SENHOR abomina: que o inocente seja condenado e que o culpado seja colocado em plena liberdade como justo. Provérbios 17;15

QUANDO EU VI O LULA…EU DISSE A DEUS…

Quando eu vi o Lula apoiar o Aborto de inocentes, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula levantar a Bandeira LGBT e apoiar Casamento Gay, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula apoiar a Marcha da Maconha e a liberação das drogas, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula ameaçar prender Pastores e Padres por não aceitar as práticas homoativistas, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula liberar 300 milhões para “paradas gays”, enquanto dizia não ter recurso para saúde, segurança e educação, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula vingativamente prejudicar policiais e beneficiar bandidos, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula apoiar o avanço dos Muçulmanos anti-cristãos no Brasil, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula apoiar a Ditadura genocida na Venezuela, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula ir a Israel e se negar a honrar à memória dos judeus do Holocausto mas, colocou flores para os palestinos terroristas, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula abraçar o Presidente do Irã Armadinejah, inimigo declarado de Israel, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula acabar com o Brasil com o Comunismo, eu disse a Deus: “Faz Justiça, Senhor!”;

Quando eu vi o Lula se comparar a Jesus, eu disse a Deus: “APRESSA tua Justiça, Senhor!”.

E hoje, quando vi Lula preso na Polícia Federal, meus olhos se encheram de lágrimas e lembrei do que disse Jesus em Mateus 5 “Bem-aventurados os que tem fome e sede de Justiça, porque eles serão fartos”. E assim eu disse:

“Obrigado Senhor, por tua Justiça, reto Juiz dos Juízes.”

Engana-se quem acha que a Lava-jato começou em Curitiba. A Lava-jato começou no Céu de Justiça Plena!

Ricardo Ribeiro

Jornalista Cristão da AJESP – Associação de Jornalistas do Estado de São Paulo

A frase da semana


“O Rio não merece a crise que está passando. Não merece ter governadores presos porque roubaram” – Luiz Inácio Lula da Silva

Dirceu-Lula-Dilma[1]

É… Acho que pra ele deveriam continuar soltos… Afinal, interessa muito a ele que não se prenda quem rouba.

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Política: Bolsonaro se firma com 1/4 de intenções de votos para presidente.


 16.ago.2017 (quarta-feira) – 5h00 atualizado: 16.ago.2017 (quarta-feira) – 7h22

A pesquisa DataPoder360 indica que se a disputa pelo Palácio do Planalto fosse hoje e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 71 anos, não disputasse, o maior beneficiado seria o deputado federal Jair Bolsonaro (RJ), 62 anos –de saída do PSC para filiar-se ao PEN, que deve mudar o nome para Patriota.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ)Antonio Cruz/Agência Brasil-Valter Campanato/Agência Brasil

Com Lula no páreo, a corrida presidencial segue estável. O petista está consolidado e até mostrou 1 avanço, pontuando em agosto 31% e 32%, nos 2 cenários testados. Em julho, antes da sentença do juiz federal Sérgio Moro(responsável pela Lava Jato em 1ª Instância), Lula tinha 23% e 26%. A pena imposta pelo magistrado e a maior exposição pública parecem ter feito bem ao petista.

O fato incontestável deste momento é que Lula é o único pré-candidato que certamente iria para o 2º turno se a disputa fosse agora. A propósito desse fato, há que ser considerada a pendência judicial do petista: ele é réu em 5 processos e já foi condenado por Moro a 9 anos de prisão. O petista recorre em liberdade.

Embora as variações fiquem próximas da margem de erro máxima da pesquisa, é nítido que Lula está com 1 eleitorado cristalizado na faixa que vai de 25% a 30%, quando se observam os percentuais obtidos pelo petista desde abril –mês em que o DataPoder360 começou a fazer seus levantamentos mensais.

A pesquisa do DataPoder360 foi realizada por telefone (com ligações para aparelhos fixos e celulares) de 12 a 14 de agosto. Foram feitas 2.088 entrevistas em 197 cidades. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. Ou seja, 1 candidato com 25% está na faixa de 22% a 28%, aproximadamente.

Em alguns cenários, o total dos percentuais pode não ser 100% por causa do arredondamento dos resultados. Leia todos os estudos anteriores aqui.

BOLSONARO, DORIA E ALCKMIN

O deputado conservador pelo Rio de Janeiro pontua 18% e 25% quando Lula está entre os pré-candidatos. Se o petista sai da disputa, Jair Bolsonaro fica estável com 25% a 27%, quando os adversários do PSDB são João Doria, 59 anos, e Geraldo Alckmin, 64, respectivamente.

Quando o pré-candidato pelo PSDB é o prefeito de São Paulo, o líder Bolsonaro tem 25%. Na sequência, forma-se uma escada entre os que estão em 2º lugar, todos embolados na margem de erro da pesquisa. Mas o tucano Doria está numericamente à frente, com 12%. Depois, Ciro Gomes (PDT), 59 anos, com 9%. Marina Silva (Rede), 59, marca 6%. O lanterna é Fernando Haddad (PT), 54 anos, com 5%.

No outro cenário, com o governador paulista sendo o pré-candidato tucano, Bolsonaro vai a 27%. Já Alckmin registra 9% (3 pontos percentuais a menos do que Doria, exatamente no limite da margem de erro). Ciro e Marina ficam com 8% cada 1. E Haddad marca só 3%.

É importante notar que as pesquisas do DataPoder360 têm demonstrado que há 3 pré-candidatos aparentemente mais competitivos até agora, todos quase sempre pontuando numericamente acima de 10%: Lula (o líder disparado), Bolsonaro (o 2º colocado, em alta na evolução das pesquisas) e Doria (na faixa 1 pouco acima de 10%).

Todos os demais pré-candidatos ainda lutam para sair de uma espécie de lanterna embolada, na faixa de 5% –levemente acima ou abaixo desse patamar.

De Chesterton para Lula

José Dirceu & Lula

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Sobre 16 de agosto…

Sobre 12 de abril

O Senhor do seu Anel – Post GENIAL(!!!!) do Frei Clemente Rojão.


1. Sauron seria o Lula. Ele parecia que está sumido, mas está sempre ligado ao Anel do Poder e maquinando as forças do Mal. O velho Morgul é Getúlio Vargas. Apesar de morto há eras, forneceu o modelo estatal-ditatorial-personalista estilo “Pai dos Pobres” que o Sauron de nove dedos apenas aperfeiçoou e busca ser o sucessor espiritual.
2. Mordor é Cuba. A cidadela humana tomada pelas trevas que se tornou Minas Morgul é a Venezuela. O Foro de São Paulo/UNASUL é a torre de Barad-Dur, onde o olho de Sauron espera voltar a se materializar com sua vitória definitiva.
3. Os orcs são os petistas. Os ogros são o MST. Os trolls são os sindicatos, que são petrificados pela luz da verdade.
3b. Mercadante, Suplicy, et caterva são aqueles chefes orcs que muito rugem mas na hora da batalha perdem até para os hobbits.
4. Os globins seriam o PSOL, a linha auxiliar dos orcs. E tem uma atração especial pela riqueza dos anões (ver abaixo)
5. O Anel do Poder é o governo federal. Um anel para a todos dominar. “My precious”. E Lula Sauron só pensa em obtê-lo de volta. Transtorna e corrompe todos que se envolvem com ele. E é fonte inesgotável de tentação.
5b. José Dirceu é Gollum. Ele foi quem pensou ser o herdeiro definitivo do Anel do Poder, que o usou, exilou, consumiu e transformou numa criatura patética e problemática, uma sombra de si mesmo. (A história ainda está para ser contada se este Gollum vai em sua independência ser fundamental para banir de vez Sauron.)
6. Os elfos são o PSDB, que já tiveram o anel, mas são arrogantes o bastante para não se envolver com outras raças e estão em decadência. Preferem se entrincheirar nas florestas encantadas de São Paulo e Paraná, mas sofrem tendo sido destruído o reino elfo encantado de Minas Gerais. Ainda assim não descem do salto. A arrogância de FHC é digna de um rei dos elfos… São Paulo é Lothorien onde Alckmin flana seguro feito uma Galadriel. O paraná é Rivendell, onde a pouca resistência contra Mordor se reúne. E Minas Gerais era a floresta de Mirkwood, mas que já caiu para as trevas do necromante Pimentel de Don Guldur, uma das manifestações de Sauron.
7. Os humanos são o PMDB: Eles já foram fortes no passado, mas estão divididos e falta um rei. São eles que desequilibram a balança entre elfos e orcs. Muitos foram seduzidos pelo Anel do poder e forneceram os Nazgul como escravos sem alma de Sauron e seu anel (Renan Calheiros antes da rebelião, Michel Temer, Romero Jucá, Cabral, Paes).
7b. A ditadura militar era o reino de Númenor. Outrora próspera, foi corroída por dentro por Sauron e asseclas vermelhos. O Sauron-Lula como nova esquerda sindical fingiu que ajudava Númenor-Militares enquanto entregava a velha esquerda, mas também enfraquecia ideologicamente o governo. Quando Númenor caiu em 1985, o caos permitiu a lenta porém contínua tomada de poder de Sauron e Mordor anos depois. Os elfos e humanos fracassaram totalmente em manter a ordem na Terra Média.
8. Os anões são os empresários. Eles pensam que podem contemporizar com Sauron e viverem tranquilos cavando suas riquezas. Mas as vezes desenterram demônios e atraem dragões que são aliados tácitos de Sauron. Joaquim Levy é o Balrog tributário e as empreiteiras são o Smaug da cartelização. Alguns reis anões também ganharam anéis de Sauron (BNDES), como Eike Batista e a família JBS. No final os anões sempre perdem toda sua riqueza. Já dizia Lênin: “os burgueses te vendem a corda com a qual serão enforcados”
9. Não há o guardião Gandalf: Quer dizer, havia, mas morreu num acidente de helicóptero faz tempo…
Who cares?
9b. A banda boa do Ministério Público, Justiça e Polícia Federal é o reino de Gondor. São valorosos, bem intencionados e estão na linha de frente contra Mordor e as trevas. Mas não tem líder e sozinhos não são páreo contra os orcs unidos. E os elfos não estão nem ai…
10. Os outros Nazgul foram recrutados entre PROS, PSD, PDT, etc (Katia Abreu, Kassab, os irmãos Ciro, Afif, Cristovam Buarque). Também eram reis em suas terras, mas o Anel do Poder roubou suas almas com seus sub-anéis, ie, os ministérios.
11. Dilma é como Saruman (com muito – mas muito menos – inteligência): Originalmente no PDT era contra a linha petista, ai se converteu e os auxiliou. Mas ela poe os pés pelas mãos e vai terminar exilada e na prática só prejudicando mesmo o reino dos hobbits. Preocupado em se safar, Sauron não irá em auxílio de Saruman na desgraça. O Palácio do Planalto é a torre de Orthanc: Quer parecer independente mas na verdade é um testa-de-ferro de Mordor e Barad-Dur.
12. Finalmente os hobbits são aqueles brasileiros sossegados que pensam que nada disso os afeta e só querem pensar em comer e dormir. São os hobbits que aguentam nas costas todo o peso tributário de carregar o Anel do Poder que é o governo federal. Os hobbits vão se lascar mais cedo ou mais tarde nas mãos de Sauron e seus orcs. Mas são os únicos que podem destruir este Anel federal, digo, do Mal.

Sobre 15 de março

Frei Rojão: achamentos petralhas


Gabriel Chalita encontrou utopia em Maquiavel

Tarso Genro encontrou um coração em Lênin
Fernando Haddad encontrou competitividade na União Soviética
Celso Garcia encontrou democracia no Irã
Antônio Patriota encontrou respeito aos direitos humanos em Cuba
Lula encontrou um homem probo e diferenciado em José Sarney
José Dirceu encontrou republicanismo no Mensalão
Luis Eduardo Greenhalgh encontrou um humanista em Césare Battisti
Eleonora Menecucci encontrou beleza no aborto
Tarso Genro, de novo, encontrou poesia no onanismo
Gilberto Carvalho encontrou crime comum no assassinato de Celso Daniel
Luis Eduardo Cardoso encontrou concessões na privataria petista dos aeroportos
Guido Mantega encontrou crescimento na inflação em alta
Gomes Temporão encontrou eficiência no SUS
Os petistas encontram muitas coisas estranhas onde não se espera
Só não encontram ainda um cérebro na presidente Dilma

***
PS- Você é petralha e não gostou? Vai chorar no colo do Frei Betto!!!

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Mudando de idéias; ou: Tal pai… tal mãe!


Que vosso sim, seja sim; que vosso não, seja não. Assim não caireis ao golpe do julgamento. (Tg5, 12)

Tal pai…

 

… Tal mãe:

Dizei somente: Sim, se é sim; não, se é não. Tudo o que passa além disto vem do Maligno (Mt5, 37)

 

Com quem você fica? Não seja BURRO seu católico!

Será que eu sou profeta?


Estava vasculhando uns post’s antigos, e encontrei este aqui com um vídeo de um molusco.

Reparem só no que escrevi antes do vídeo! Será que o dom da profecia que recebi em um batismo no espírito santo na renovação carismática católica/protestante ainda está funcionando! Tal vez eu ainda consiga orar em línguas também 🙂

Brincadeiras a parte, não é profecia não. É evidência mesmo. É o óbvio!

Ludibriando os católicos


Olavo de Carvalho

Diário do Comércio, 18 de outubro de 2010

"Não espanta que a própria entidade que personifica esse catolicismo ante o público seja, ela própria, uma fraude publicitária: a CNBB fala em nome da Igreja e posa, ante os fiéis, como expressão suma da autoridade eclesiástica, mas não é sequer uma entidade da Igreja, é uma simples sociedade civil sem lugar nem função na hierarquia católica. Os bispos, individualmente, têm autoridade para falar em nome da Igreja. A CNBB, não."

Ao ver que ia perdendo o apoio da Igreja à sua protegida Dilma Roussef, cujo abortismo radical e persistente nem os desmentidos de última hora, nem as abjetas e blasfematórias encenações de fé católica da candidata puderam camuflar, o sr. Presidente da República, em desespero, decidiu recorrer ao crime eleitoral explícito: usando o Estado como instrumento de chantagem, ameaçou romper a concordata do governo brasileiro com o Vaticano caso o eleitorado católico se recuse a continuar sendo otário do PT, como o foi servilmente durante tantas décadas por obra e graça de comunistas vestidos de bispos.

O próprio Lula, algum tempo atrás, reconheceu que devia sua carreira política ao eleitorado católico, que aqueles bispos e a mídia cúmplice haviam logrado enganar cinicamente, encobrindo o programa comunista e abortista do PT com a imagem beatificada e perfumada de “Lulinha Paz e Amor”.

O fim da farsa, embora tardio e parcial, não só privou Dilma Roussef da anunciada vitória no primeiro turno, mas serviu para desmascarar a autoridade religiosa postiça de tantos sacerdotes e prelados que só entraram na carreira eclesiástica para aí realizar o programa estratégico de Antonio Gramsci: esvaziar a Igreja de todo o seu conteúdo espiritual e usá-la como dócil instrumento da política comunista. A Teologia da Libertação é o braço mais ativo desse programa e, como ninguém ignora, o catolicismo de Lula – e do PT em geral – é o da Teologia da Libertação. Não o de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Não deixa de ser útil lembrar que a Igreja, desde sua fundação, teve de lutar menos contra os seus inimigos ostensivos do que contra os seus falsificadores. Tal é, aliás, a definição de “heresia”, palavra que hoje tantos usam sem conhecer-lhe o significado: não qualquer doutrina anticatólica, ou não católica, e sim a falsa doutrina católica oferecida indevidamente em nome da Igreja. Lembrem-se disso quando algum professorzinho aparecer alardeando que a Igreja “perseguia doutrinas adversas”. Heresia não é divergência de idéias, é crime de fraude. Da Antigüidade até hoje, gnósticos, arianistas etutti quanti jamais hesitaram em fingir-se de católicos para vender, sob roupagem inocente, as idéias mais opostas e hostis aos ensinamentos de Cristo. Com freqüência, obtiveram nesse empreendimento sucessos espetaculares, embora passageiros. Ainda no século XIX praticamente todos os seminários da França e da Alemanha ensinavam, com o nome de teologia católica, uma pasta confusa de idéias cartesianas, iluministas e românticas, na qual os jovens aprendizes, iludidos pelos prestígios intelectuais do dia, não enxergavam nada de maligno. Foi só a decisiva intervenção do Papa Leão XIII que acabou com a palhaçada, mediante a bula “Aeterni Patris” (1879), que restaurou o ensino da teologia católica tradicional. Se quiserem uma boa resenha desses fatos, leiam a obra em quatro volumes de Etienne Couvert, “De la Gnose à l’Ecumenisme” (Éditions de Chiré, 1989).

No século XX, à medida que o movimento neotomista inaugurado por Leão XIII reconquistava o prestígio intelectual da Igreja, os eternos falsários abdicaram temporariamente da propaganda aberta e voltaram-se, em massa, para a estratégia da infiltração discreta, praticada em escala industrial a partir da década de 30 graças à iniciativa da KGB (leiam o depoimento de Bella Dodd em “School of Darkness”: há cópias circulando pela internet). Foi só em 1963, no Concílio Vaticano II, que, sentindo-se protegidos pela atmosfera de mudança, voltaram a vender impunemente, ao público geral, seus simulacros de cristianismo.

A fundação do PT e toda a sua carreira de crimes inigualáveis não foram senão a extensão remota desses fatos a um país periférico. O PT sempre foi a encarnação viva de um catolicismo de fancaria, concebido para ludibriar os fiéis e induzi-los a trabalhar pelo avanço do comunismo.

Não espanta que a própria entidade que personifica esse catolicismo ante o público seja, ela própria, uma fraude publicitária: a CNBB fala em nome da Igreja e posa, ante os fiéis, como expressão suma da autoridade eclesiástica, mas não é sequer uma entidade da Igreja, é uma simples sociedade civil sem lugar nem função na hierarquia católica. Os bispos, individualmente, têm autoridade para falar em nome da Igreja. A CNBB, não. Quando a CNBB repreende um bispo, ela falsifica e inverte a hierarquia. Está na hora de os fiéis, em massa, tomarem consciência disso.

Apelo a todos os brasileiros e brasileiras


Nós, participantes do 2º Encontro das Comissões Diocesanas em Defesa da Vida (CDDVs), organizado pela Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB e realizado em S. André no dia 03 de julho de 2010,

considerando que, em abril de 2005, no IIº Relatório do Brasil sobre o Tratado de Direitos Civis e Políticos, apresentado ao Comitê de Direitos Humanos da ONU (nº 45) o governo Lula comprometeu-se a legalizar o aborto,

considerando que, em agosto de 2005, o governo Lula entregou ao Comitê da ONU para a Eliminação de todas as Formas de Descriminalização contra a Mulher (CEDAW) documento no qual reconhece o aborto como Direito Humano da Mulher,

considerando que, em setembro de 2005, através da Secretaria Especial de Polítíca das Mulheres, o governo Lula apresentou ao Congresso o PL 1135/91, como resultado do trabalho da Comissão Tripartite, no qual é proposta a descriminalização do aborto até o nono mês de gravidez e por qualquer motivo, pois com a eliminação de todos os artigos do Código Penal, que o criminalizam, o aborto, em todos os casos, deixaria de ser crime,

considerando que, em setembro de 2006, no plano de governo do 2º mandato do Presidente Lula, ele reafirma, embora com linguagem velada, o compromisso de legalizar o aborto,

considerando que, em setembro de 2007, no seu IIIº Congreso, o PT assumiu a descriminalização do aborto e o atendimento de todos os casos no serviço público como programa de partido, sendo o primeiro partido no Brasil a assumir este programa,

considerando que, em setembro de 2009, o PT puniu os dois deputados Luiz Bassuma e Henrique Afonso por serem contrários à legalização do aborto, considerando como, com todas estas decisões a favor do aborto, o PT e o governo Lula tornaram-se ativos colaboradores do Imperialismo Demográfico que está sendo imposto em nível mundial pelas Fundações Norte–americanas, as quais, sob o falacioso pretexto da defesa dos direitos reprodutivos e sexuais da mulher, e usando o falso rótulo de “aborto – problema de saúde pública”, estão implantando o controle demográfico mundial como moderna estratégia do capitalismo internacional,

considerando que, em fevereiro de 2010, o IVº Congresso Nacional do PT manifestou apoio incondicional ao 3º Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH3), decreto nª 7.037/09 de 21 de dezembro de 2009, assinado pelo Presidente Lula e pela ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, no qual se reafirmou a descriminalização do aborto, dando assim continuidade e levando às últimas consequências esta política antinatalista de controle populacional, desumana, antisocial e contrária ao verdadeiro progresso do nosso País, considerando que este mesmo Congresso aclamou a própria ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, como candidata oficial do Partido dos Trabalhadores para a Presidência da República,

considerando enfim que, em junho de 2010, para impedir a investigação das origens do financiamento por parte de organizações internacionais para a legalização e a promoção do aborto no Brasil, o PT e as lideranças partidárias da base aliada boicotaram a criação da CPI do aborto que investigaria o assunto,

recomendamos encarecidamente a todos os cidadãos e cidadãs brasileiros e brasileiras, em consonância com o art. 5º da Constituição Federal, que defende a inviolabilidade da vida humana e, conforme o Pacto de S. José da Costa Rica, desde a concepção, independentemente de sua convicções ideológicas ou religiosas, que, nas próximas eleições, deem seu voto somente a candidatos ou candidatas e partidos contrários à descriminalizacão do aborto e se, no segundo turno, a escolha for entre dois candidatos favoráveis ao aborto, que escolham o que mais defenda a vida desde a concepção até à morte natural.

Convidamos, outrossim, a todos para lerem o documento “Votar Bem” aprovado pela 73ª Assembléia dos Bispos do Regional Sul 1 da CNBB, reunidos em Aparecida no dia 29 de junho de 2010 e verificarem as provas do que acima foi exposto no texto “A contextualização da Defesa da Vida no Brasil”, elaborado pelas Comissões em Defesa da Vida das Dioceses de Guarulhos e Taubaté, ligadas à Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da CNBB, ambos disponíveis no site desse mesmo Regional.

A “cumpanheira” terrorista

Hugo Chavez, DilmaLulaDilma, PT e as FARC

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A MENTIRA GROTESCA DO PAC EM NÚMEROS


Demorei um pouco porque precisei mergulhar no inferno da mistificação.

Chamei, desde o primeiro dia, o tal “PAC” de “PACtóide”, remetendo à palavra “factóide”, aquilo que não existe, ilusionismo para enganar trouxa. Em que consistiu a mais formidável mentira deste governo até hoje?
1 – Chamou-se PAC ao conjunto de obras realizadas no país;
2 – entraram na conta do PAC as obras tocadas por empresas privadas, as obras das estatais e aquelas financiadas pelo Orçamento;
3 – o PAC nunca significou “dinheiro a mais”, suplementar;
4 – o que o PT fez foi submeter todas as obras do Brasil a uma variante do “centralismo democrático”.

Pois bem. Fez-se hoje um novo balando do PAC. Atenção! Estamos falando do PAC UM. Na sua megalomania marqueteiro-patológica, Lula já lançou o DOIS. Trata-se de uma salada formidável de números. SE O LEITOR QUER “NÃO ENTENDER NADA”, SUGIRO QUE VISITE TODOS OS SITES DOS GRANDES VEÍCULOS. CADA UM ATIRA PARA UM LADO. DEPOIS VÁ À AGÊNCIA BRASIL, COM A NOTÍCIA TODA PICOTADA EM PÍLULAS, COM O GOVERNO SEMPRE NO PAPEL DE EFICIENTE TOCADOR DE OBRAS.

Isso é um tática. Joga-se uma maçaroca de dados no colo dos jornalistas, que saem desesperados tentando entender o que significa aquela zona vazada num misto de “militantês” com “tecnocratês”.
Vamos ver:
1 – As obras “concluídas” do PAC somam R$ 302,5 bilhões de um total previsto de R$ 656,5 bilhões — ou 46,1%;
2 – Diz o governo que a execução financeira totaliza R$ 463,9 bilhões — ou 70,7% do total. Que bom, né? Pois é. Nesse total, estão incluídos:
– R$ 154,5 bilhões de investimento das estatais – 33,23% (a quase totalidade deve ser da Petrobras);
– R$ 98,1 bilhões de investimento do setor privado;
– R$ 157,9 bilhões de financiamento habitacional a pessoas físicas;
– R$ 41,8 bilhões de investimentos do Orçamento Geral da União;
– R$ 5,2 bilhões de financiamento ao setor público;
– R$ 6,4 bilhões de contrapartidas de estados e municípios

Dilma pode não ter dançado o “rebolation-tion-tion”, mas é mestra no “enrolation-tion-tion”. Pergunta-se: as estatais, e quase tudo é da Petrobras, não investiriam não fosse o “PAC”? E o setor privado? Os R4 157,9 bilhões do tal “financiamento habitacional a pessoas físicas”, num plano de “aceleração” do crescimento, querem dizer exatamente o quê?

EIS A PROVA: NÃO EXISTE!
Os números provam o óbvio: o PAC não existe. O que isso quer dizer? Que não existem obras? Ora, claro que sim! Não estariam sendo tocadas, por acaso, sem esse nome-fantasia?

O PAC deveria ter sido um esforço concentrado para realizar mais do que se realizaria sem ele, certo? Como se entregou menos da metade, supõe-se que o esforço concentrado ou não deu em nada ou funcionou como ação negativa. E esse menos da metade, como se nota, foi garantido pelas estatais e pelo setor privado.

Estamos diante de especialistas na arte de iludir. Sendo verdadeiros os números, em que resultou, até agora, a fantástica obra do PAC? Dos anunciados R$ 656,5 bilhões do “programa”, só 6,36% foram efetivamente tocados com recursos do Orçamento Geral da União — ou 9% do que o próprio governo considera efetivamente investido.

Por Reinaldo Azevedo

Reacionário – autor desconhecido


Sou Reacionário
Assumido, indignado e cansado!
Sou Reacionário.
Não gosto dos sem terra e de todos os outro sem.

Dizem que isto é ser reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo fazendas, indústrias, supermercados, Congresso Nacional, Assembléias Legislativas, Câmaras de Vereadores, Palácios do Executivo, parando ruas e estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas, tentando parar o lento progresso do Brasil.

Sou Reacionário.
Não gosto dos congressistas que aprovam a demarcação de áreas indígenas nas fronteiras de nosso país, maiores do que muitos países europeus, para meia dúzia de índios aculturados e (muito bem) preparados no exterior, para formar uma nação ou várias, desmembradas do Brasil.
Sou Reacionário.
Não gosto de índios insuflados por interesses obscuros parando explanação de engenheiros de estatais com facões, para parar o lento andar do progresso na construção de usinas hidrelétricas para geração de energia que tanto necessitamos (já tivemos apagões e teremos outros se não agilizarmos as novas construções).
Sou Reacionário.
Não gosto de bufões que gritam contra governos estrangeiros e vendem petróleo a eles. Não gosto de cocaleiros que estatizam empresas brasileiras sem o devido ressarcimento dos investimentos feitos em seus países. Não gosto de esquerdistas eleitos em seus países, que querem discutir contratos firmados há mais de 30 anos, em hidrelétricas construídas com dinheiro tomado emprestado pelo Brasil, e, que nós estamos pagando com juros altíssimos.
Sou Reacionário.
Não gosto de governantes frouxos que não tomam atitudes enérgicas para impedir a espoliação de nossos investimentos externos, que compram aviões de empresas estrangeiras em detrimento das nacionais. Não gosto de governantes semi-analfabetos que acham que instrução e educação não são importantes para o povo.  Não gosto de governantes que pouco trabalharam na vida, aposentados como perseguidos políticos, tendo ficado menos de 24 horas detidos, que cortam o próprio dedo para conseguir indenização e que moram ou moraram em casas emprestadas por ‘compadres’…
Sou Reacionário.
Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos querendo se passar por negros…
Sou Reacionário.
Não gosto da farta distribuição de Bolsas tipo Família, vale gás, vale isso, vale aquilo, que na realidade são moedas de troca nas eleições, para que certos partidos políticos com seu filiados corruptos, possam se perpetuar no poder.
Sou Reacionário.
Não gosto das bases de sustentação de governos eleitos de forma minoritária, com loteamento de cargos públicos e desvios de dinheiro público para partidos e seus filiados, como nos casos do mensalão e Detran.
Sou Reacionário.
Hoje não se pode mais deixar os filhos trabalharem com idade inferior a 18 anos, mas pode deixá-los fazer sexo em casa com o(a) namorado(a), sair nas festinhas e ‘raves’ e para beber e consumir drogas. Podem roubar e até mesmo matar, sem serem devidamente punidos pelas faltas (somente medidas sócio-educativas) cometidas, e, com 21 anos já estão de novo na rua para cometerem novos crimes.
Estou velho.
Não quero ouvir mais notícias de pessoas morrendo de dengue. Tapo os ouvidos e fecho os olhos mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, crianças adotadas sendo maltratadas pelos pais adotivos, velhos jogados (ou amontoados) em asilos, ou de uma menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Meu coração não tem mais força para sentir emoções.
Estou mais velho que o Oscar Niemeyer.
Ele ainda acredita em comunismo, coisa que deixou de existir. Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carros e outros bens, todos adquiridos com honestidade e muito trabalho (mais de 12 horas por dia, seis dias por semana), por ser amado por minha mulher . Nada mais me comove…
Estou bem envelhecido!
Bem, sou um brasileiro ‘Reacionário’, indignado com as sacanagens e
roubalheiras deste país.
* AUTOR DESCONHECIDO

PARA LULA: QUEM DISSE QUE A DEMOCRACIA ACEITA TUDO? ELA NÃO ACEITA, POR EXEMPLO, DEBATER O SEU FIM!


Por Reinaldo Azevedo (http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/para-lula-quem-disse-que-a-democracia-aceita-tudo-ela-nao-aceita-por-exemplo-debater-o-seu-fim/)

segunda-feira, 5 de abril de 2010 | 5:41

Assisti ontem à entrevista do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a jornalistas da Band, no programa Canal Livre. Nada de muito novo. Era o “cara” de sempre, naquela já aborrecida rotina. Em suma, ele afirmou que “nunca antes na história deste país (…)” E aí vocês preencham o espaço livremente. Quero destacar a parte de sua fala que se refere aos meios de comunicação e à imprensa. Ao realizar, no dia 1º de março, o “1º Fórum Democracia e Liberdade de Expressão”, de que participei, o Instituto Millenium talvez não tivesse idéia do quão agastado o governo ficaria. Embora o encontro tenha sido aberto por um então ministro de Lula, Helio Costa (Comunicações), e fechado por um homem de sua inteira confiança — mas que deve ser mantido longe de jardineiros: Antônio Palocci, um dos coordenadores da campanha de Dilma Rousseff à reeleição de Lula!!!

Não! Mesmo assim, o governo não gostou! Lula se referiu ao seminário do Millenium como um encontro de “jornalistas e empresários”, o que é, para começo de conversa, falso. O Millenium tem financiadores privados e, à diferença das “ONGs governamentais” (esse misto de jabuticaba e besteira que só existe no Brasil), não aceita dinheiro público. Não havia “empresários” nas mesas de debate, só jornalistas, professores e políticos. Otavio Frias Filho, da Folha, foi o único “acionista” de empresa de comunicação a falar — mas o fez, claramente, como homem de redação. E não foi para escamotear nada, ou não falaria, certo? Todo mundo sabe quem ele é. A rigor, esteve entre os menos críticos do dia ao papel desempenhado pelo governo Lula no setor. Mas o presidente fala num encontro de “jornalistas e empresários” porque pretende, assim, atribuir as críticas a uma espécie de conspiração articulada de interesses contra, sei lá, o “povo popular”…

Lula se disse estarrecido com algumas coisas que ouviu lá… Se ouviu o que eu disse — já publiquei os vídeos aqui —-, certamente se sentiu foi relatado. Segundo o presidente, os que apontam ataques do governo contra a liberdade de expressão estão vendo “fantasmas”. E defendeu as tais conferências de botocudos — e ele evidentemente as aprecia porque discursa em todas; em duas delas ao menos, fez campanha eleitoral ilegal.

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Lula e sua grande farsa


Fonte: Estadão

A grande farsa

Miguel Reale Júnior – O Estado de S.Paulo

Kerrie Howard, diretora da Anistia Internacional, ao comentar a posição do Brasil em face da morte do dissidente cubano Orlando Zapata, disse, com a mais absoluta razão: “Não se pode criticar a questão dos direitos humanos apenas quando é conveniente.”

 

Todavia, essa submissão da defesa dos direitos humanos pelo governo Lula a outros interesses não é novidade, como revela a posição assumida em órgãos internacionais. Assim, quando da vigência da Comissão de Direitos Humanos da ONU, substituída depois pelo Conselho de Direitos Humanos, o país de Lula votou favoravelmente à no-action motion para proteger a China na questão dos direitos humanos. O Brasil, em 2003 e em 2004, votou contra as resoluções que condenavam a Rússia pela lesão a direitos humanos na República da Chechênia.

Recentemente, como um dos 47 membros do Conselho de Direitos Humanos, o Brasil acompanhou a proposta cubana de não reprovar o Sri Lanka, país onde cerca de 70 mil pessoas haviam sido mortas em perseguição política e centena de milhares, deslocadas internamente.

Apesar da violação sistemática de direitos humanos na Coreia do Norte, com execuções e torturas de dissidentes políticos, o Brasil se absteve, em 2008 e em 2009, na Assembleia-Geral da ONU e no Conselho de Direitos Humanos, quanto à tomada de medidas e sanções em face dessas ofensas gritantes. O mesmo com o Congo e o Sudão.

Na linha de desprezo aos direitos humanos, vistos como válidos apenas quando interessa, o “diplomata” Marco Aurélio Garcia banalizou a morte de Orlando Zapata, em greve de fome, ao relativizar: “Há problemas de direitos humanos no mundo inteiro.” Essa declaração é um gravíssimo desrespeito a valores fundamentais, pois cinicamente justifica a sua afronta por ser usual.

Discípulo do “diplomata” Marco Aurélio, o presidente Lula, em El Salvador dois dias após a morte de Zapata, disse: “Não se pode fazer julgamento de um país ou julgar a atitude de um governo por uma atitude de um cidadão que resolve entrar em greve de fome.”

Lula tratou como um cidadão qualquer o dissidente Zapata, em greve de fome como ato de resistência civil silenciosa e preso de consciência conforme a Anistia Internacional, dando ao fato cores de ato de cidadão tresloucado, ao qual se refere como um qualquer, ignorando ter sido preso em vista de seus escritos e suas manifestações de oposição política.

Em entrevista à Associated Press, Lula explicitou toda a sua “sensibilidade” aos direitos humanos de presos políticos: “Greve de fome não pode ser um pretexto dos direitos humanos para libertar as pessoas.” “Imaginem se todos os bandidos presos em São Paulo fizerem um jejum para pedirem sua libertação.”

O que espanta não é Lula ter dito isso. Os absurdos presidenciais têm sido reiterados, apesar deste não ferir apenas a nossa inteligência, mas a nossa sensibilidade moral. O que espanta é o contraste: o Lula de ontem e o de hoje.

Lula teve o exemplo de dois de seus próximos colaboradores, Paulo Vannuchi e Frei Betto, que, como presos políticos, empreenderam greve de fome em 1972 em busca da justa reivindicação de não serem separados em diversos estabelecimentos, como medida de segurança pessoal. Essa greve com emoção é relatada por Frei Betto nos livros Cartas da Prisão e Diário de Fernando. Nesse último livro, que reproduz o testemunho de outro preso, Frei Fernando Brito, registra-se que até os carcereiros vieram solidarizar-se com eles em greve de fome.

O secretário da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Ivo Lorscheiter, enviou à época carta ao ministro da Justiça pedindo que as reivindicações dos presos em greve de fome fossem atendidas. Conta Frei Fernando: “A greve de fome aprofunda-nos a vida espiritual… o sentido evangélico de nosso gesto.” Em Cartas da Prisão, Frei Betto, com seu estilo preciso, diz sobre a greve de fome: “Não é fácil controlar o apetite da imaginação. Ainda bem que o espírito se mostra mais forte que a carne.”

Em 11 de dezembro de 1989, às vésperas do segundo turno entre Lula e Collor, Abílio Diniz foi sequestrado por ativistas políticos (argentino, chileno e canadense) que desejavam arrecadar fundos para a guerrilha em El Salvador. Condenados, passados dez anos, entraram em greve de fome exigindo o retorno a seus países. Lula foi visitá-los no Hospital das Clínicas. Ligou, então, para o presidente Fernando Henrique para pleitear que fossem atendidos, argumentando que a morte mancharia a biografia do presidente.

José Gregori, secretário nacional de Direitos Humanos, em conjugação com o Itamaraty, promovia a assinatura de tratado de troca de prisioneiros com a Argentina e o Chile, a permitir o envio dos presos a seus países. Durante o tempo em que havia as tratativas para essa troca de prisioneiros, a Secretaria de Direitos Humanos, conta José Gregori, recebia telefonemas de Marco Aurélio Garcia em campanha pela expulsão dos presos em greve de fome.

Em 2000, professores paranaenses entraram em greve de fome para reivindicar melhoria salarial e em Curitiba receberam a visita de solidariedade de Lula.

Lula mesmo, quando preso político, fizera greve de fome.

Se não fosse evidente a distinção entre preso político e preso comum, a experiência vivida por Lula deveria tê-lo instruído sobre a diferença entre as duas classes de presos. Para Lula, o respeito a merecer os presos políticos estava à mão, nos livros e na vida de amigos acima lembrados. Mas Lula preferiu, com relação a Zapata, seguir o determinado pela versão do jornal oficial de Cuba, o Granma, que o descreveu como preso comum insubordinado.

Lula pôs no mesmo saco presos políticos e comuns para desculpar Cuba. Antes, já ignorara as ignomínias praticadas na China, na Coreia do Norte, na Rússia e no Sri Lanka.

Como se vê, não passa de uma grande farsa defender os direitos humanos a serem desprezados conforme a conveniência.

 

ADVOGADO, PROFESSOR TITULAR DA FACULDADE DE DIREITO DA USP, MEMBRO DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS, FOI MINISTRO DA

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