ESCÂNDALO DA MAÇONARIA: Ministro João Noronha barra tentativa de Ferreira Leite, seu filho Marcos, e Marcelo de Barros de manterem ação penal contra eles tramitando no STJ. Tentativa da juiza Juanita Duarte de arquivar ação também se frustra. Todos serão julgados em Cuiabá, na Vara em que pontifica juiz José Arimatéia


Por Enock Cavalcanti

Depois da punição determinada pelo CNJ, que os afastou de suas funções, Juanita Clait Duarte, Ferreira Leite e Marcelo Souza de Barros passam a enfrentar ação penal que pode ampliar a punição que receberam, tirando-lhes a aposentadoria que vem sendo paga pelo TJMT, se vierem a ser condenados

STJ rejeita recursos de magistrados do TJ-MT aposentados pelo CNJ

De Brasília – Catarine Piccioni
OLHAR DIRETO

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) barrou tentativa do desembargador José Ferreira Leite e dos juízes Marcelo Souza de Barros e Marcos Aurélio dos Reis Ferreira de reverter a última decisão proferida em ação penal que tramitou na Corte até o ano passado. Os quatro foram aposentados compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

A decisão questionada foi proferida pelo ministro João Otávio de Noronha, do STJ, em setembro último, quando ele determinou o encaminhamento do processo ao juízo de Cuiabá (vara especializada em crime organizado e crimes contra a ordem tributária e econômica e contra a administração pública). Noronha considerou que Ferreira Leite não ocupa mais o cargo de desembargador. Desembargadores têm foro especial perante o STJ.

A Corte Especial do STJ analisou nesta quarta (17) agravos regimentais apresentados por Ferreira Leite, Barros e Reis Ferreira. Eles queriam que a ação penal continuasse tramitando no tribunal superior, conforme informado pela assessoria do órgão. Mas os ministros do STJ negaram provimento aos agravos.

Em meados do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou, por unanimidade, a aposentadoria compulsória de dez magistrados de Mato Grosso acusados de desviar verbas do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT) para socorrer uma instituição da maçonaria.

O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia contra José Ferreira Leite, Marcelo Souza de Barros, Marcos Aurélio dos Reis Ferreira e Antônio Horácio da Silva Neto por peculato. Em 2011, Noronha chegou a determinar a notificação dos quatro para que eles apresentassem resposta à denúncia, encerrando a fase de inquérito.

Pedido ignorado

Também nesta quarta, a Corte Especial não aceitou embargos de declaração apresentados pela juíza aposentada Juanita Cruz da Silva Clait Duarte. Nos embargos, segundo a assessoria do STJ, ela alegou que, quando a denúncia foi oferecida, havia um pedido de arquivamento da ação penal que não chegou a ser apreciado.

Finalmente um maçom coerente


Pois é, encontrei um.

É bem sabido que este blog sempre denunciou abertamente a gritante incompatibilidade entre a Doutrina Católica e a filosofia maçônica. Isto sempre esteve exposto aqui. Também sempre denunciei que negar tamanha obviedade sempre foi uma artimanha, pra não dizer tremenda mentira, da propaganda maçônica para pescar os incautos e mornos católicos que tivessem algum receio de se inscreverem nela. Isso foi exposto nos post’s: Mentira estampada da propaganda maçônicaSou um católico fervoroso, devoto de Nossa Senhora, Temente a Deus e MAÇONINCONCILIABILIDADE ENTRE FÉ CRISTÃ E MAÇONARIA, dentre muitos outros post’s que você pode encontrar aqui.

Mas finalmente apareceu um maçom confirmando exatamente o que venho dito aqui e muitos maçons vêm negando: de que não há compatibilidade entre a Doutrina Católica e a Maçonaria. Ou se opta por um e renega a outro, ou renega um e opta por outro. Evidentemente este maçom opta pela Maçonaria, e mais evidente ainda critica o sistema de dogmas da Igreja. E muito mais evidente ainda é que opto pela Igreja e não concordo em nada com ele em suas críticas a Santa Madre Igreja, mas, contudo, no entanto, todavia concordamos que Igreja e Maçonaria são incompatíveis. Finalmente um maçom coerente! Não por que concordamos neste ponto, mais porque esta é a mais objetiva das realidades!

Quem é este cara? Não sei, mas sei que ele escreveu isto que vai abaixo:

Inconciliabilidade Entre Fé Cristã e Maçonaria

Charles Evaldo Boller

Sinopse: Religiões e Maçonaria inconciliáveis.
Por conta da Maçonaria Operativa os atuais maçons antigos livres e aceitos possuem em sua base profunda influência da Igreja Católica Apostólica Romana e do Judaísmo.
Símbolos, documentos e leis maçônicas antigas ressaltam a doutrina judaico-cristã como base moral.
O que quebrou a linha doutrinária teísta foi a gradual imposição do deísmo pelos maçons especulativos, os maçons aceitos.
O pensamento iluminista influiu nesta mudança e o Racionalismo dentro da Filosofia Moderna de René Descartes, Spinoza e Leibniz, complementa a adoção do Deísmo pelos maçons.
A intolerância contra a Maçonaria de parte da Igreja Católica Apostólica Romana é evidente nas palavras recentes do padre Paulo Ricardo de Azevedo Junior, o qual interpreta que segundo a disciplina da Igreja Católica Apostólica Romana, “um católico não pode pertencer, de forma alguma, à Maçonaria”, declaração apoiada em “Reflexões a um Ano de Distância da Declaração para a Doutrina da Fé, em Inconciliabilidade Entre Fé Cristã e Maçonaria” (L’Osservatore Romano, 10 de Março de 1985, páginas 115-117, escrito pelo cardeal Joseph Aloisius Ratzinger, Papa Bento XVI. Desta e da parte de outras instituições religiosas, filosoficamente, a Maçonaria é, de fato, inconciliável com elas!
O irmão Voltaire, uma das mentes mais brilhantes do Iluminismo francês, ao afirmar que “a certeza é mais agradável do que a dúvida”, insinua o quanto “é mais fácil simplesmente aceitar as declarações oficiais” – como as da monarquia ou da Igreja Católica Apostólica Romana de sua época – do que “desafiá-las e pensar por si mesmo”, andar sobre as próprias pernas, refletindo a iluminação (“Aufklärung”, Kant).
O abismo entre religiões e Ordem Maçônica formou-se em 1717, ano em que a Maçonaria Especulativa declarou-se deísta. De lá para cá, por conta de outras controvérsias a separação só se aprofundou, como no conflito brasileiro entre a Maçonaria e a Igreja Católica Apostólica Romana, conhecido como “Questão Religiosa”.
Por ocasião da adoção do Deísmo pelos maçons evolucionistas houve rompimento com os maçons operativos.
Maçons operativos, teístas, fundam a Grande Loja dos Antigos.
Maçons evolucionistas, deístas, passam a ser reconhecidos como Modernos e fundam a Grande Loja de Londres.
Depois de inúmeros acordos aconteceu a união destas duas grandes lojas, filosoficamente discordantes, culminando em 1813, na formação da Grande Loja Unida da Inglaterra. Nesta união prevaleceu a filosofia deísta para a Maçonaria Moderna e desta resultaram todas as lojas reconhecidas atualmente como justas e perfeitas pela Grande Loja Unida da Inglaterra.
Se entre maçons houve rompimento não poderia ser diferente com a Igreja Católica Apostólica Romana, a qual a partir de 1884 passa a detratar a atividade maçônica em todos os sítios longínquos ou próximos.
Não existe meio de conciliação no campo filosófico – a Maçonaria Universal “de forma alguma” se alinha a dogmas de qualquer religião. Seria o mesmo que negar o princípio de sua existência. Além de deísta a Maçonaria preconiza a liberdade de pensar e duvidar.
Se existem esforços de conciliação nos bastidores, isto nega os fundamentos da Maçonaria. É assemelhado à prática comum em todos os tempos, onde a prostituição entre religiões e estados políticos corre por conta da sede de poder a qualquer preço, é ação de “inclinação política militante”, é movida por “interesses inconfessáveis” (Ritual do Grau de Aprendiz Maçom, Grande Loja do Paraná).
A fornicação religioso-política em todos os tempos nunca existiu com objetivo da busca de Deus porque sempre fomentou vaidade e poder. Mesmo entre cacique e pajé sempre aconteceu a luxúria da troca de favores.
Conspirar para conciliar o inconciliável, tanto da parte de religiosos como de maçons que remanescem na escuridão, é negar a origem da Maçonaria. Os artifícios conciliatórios sempre foram utilizados espertamente pelos retóricos para iludir a boa-fé do povo e submete-los, pelo medo, à tirania dos déspotas religiosos e políticos.
Ao maçom universal cabe seguir em frente em sua caminhada marcada pelos desígnios definidos pelo Grande Arquiteto do Universo. Mesmo que as lendas e ícones utilizados pela Maçonaria sejam de origem judaica e cristã, as religiões compatíveis com estas linhas filosóficas são irremediavelmente inconciliáveis com a ordem maçônica.
Retirado de Segredo Maçônico
Então a você, ó grande maçom universal, filho da luz, grande iluminado, deixe estas trevas e saia do armário: renegue de vez a Igreja Católica e para de fingir ser um. Ou, melhor ainda!, renegue a Maçonaria e venha para a Luz, a Verdadeira Luz que liberta e nos dá a vida, a Vida Eterna. Arrependa-se de seus pecados, confesse-os a um sacerdote e abjure esta nefasta associação. A decisão é sua.

Maçonaria no DF: Grão-mestre e outros dois membros foragidos


Fonte: CenárioMT

Polícia Civil do DF está à procura do grão-mestre da Maçonaria no DF, Jafé Torres, e de outros dois ex-dirigentes da Fundação Gonçalves Ledo acusados de desvios de recursos do Programa DF Digital.

Eles são considerados foragidos da Justiça, já que o Tribunal de Justiça decretou a prisão preventiva dos três. A medida inclui Jafé, Stuart do Rego Barros Carício e Reginaldo Silva Pereira Filho. A decisão foi tomada por unanimidade pela 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do DF e Territórios, sob a relatoria do desembargador Humberto Ulhôa.
A Polícia Federal já foi comunicada de que os três estão foragidos, para evitar fuga pelas fronteiras. Além de suspeitos de desvios de recursos públicos, o trio foi denunciado pelo crime de “denunciação caluniosa”, uma vez que, segundo o Ministério Público do DF e a Polícia Civil, eles tentaram envolver uma das testemunhas numa trama criminosa na tentativa de desacreditá-la. …
Para a Polícia Civil, essa tentativa representa uma forma de obstruir a investigação e o trabalho da Justiça, uma das causas previstas em lei para determinar a prisão preventiva. Os advogados dos acusados acompanharam a sessão da 3º Turma Criminal na tarde de quinta-feira.
O pedido tramita desde antes do Carnaval. O relator havia concordado com a medida preventiva, mas a desembargadora Nilsoni de Freitas Custódio pediu vista. O julgamento foi concluído na sessão desta semana.
Reincidentes
Em agosto de 2012, a Justiça decretou a prisão temporária de Jafé, de Stuart, de Reginaldo e de outros suspeitos de envolvimento nos desvios, durante a Operação Firewall, da Divisão de Combate ao Crime Organizado (Deco), da Polícia Civil do DF. Jafé Torres também fugiu na ocasião. Depois, teve o pedido de detenção revogado pelo Tribunal de Justiça.
A Deco e o Ministério Público investigam contrato sem licitação firmado em 2009 entre a Gonçalves Ledo e a Fundação de Amparo à Pesquisa (FAP), do GDF. A apuração mostrou que o Programa DF Digital funcionava precariamente, com cifras altíssimas. O contrato era de R$ 135 milhões para cinco anos.

Escândalo da Maçonaria: juiz que inocentou maçons pede sigilo para sua sentença


A decisão que extingue um processo contra 2 desembargadores e um juiz foi retirada do portal do TJMT

Thiago Bergamasco/MidiaNews-Reprodução

Juiz Roberto Seror (detalhe) decidiu pela extinção de processos contra um juiz e dois desembargadores

LAURA NABUCO
DO MIDIAJUR

O juiz Roberto Teixeira Seror exigiu confidencialidade para a sua sentença que extingui um processo contra os desembargadores aposentados José Tadeu Cury e José Ferreira Leite e o juiz Marcelo Souza de Barros.,

Os três magistrados, aposentados compulsoriamente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), são acusados de envolvimento no que se convencionou chamar de “Escândalo da Maçonaria”.

A decisão, proferida no dia 28 de fevereiro e que até segunda-feira (4) constava no site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, foi retirada do ar.

O MídiaJur, no entanto, teve acesso ao conteúdo e divulgou o teor da sentença no início da semana (Leia AQUI).

Ao beneficiar os magistrados, Seror alegou “inépcia” e extinguiu a inicial contra Tadeu Cury sem julgamento de mérito.

Já nos casos de Ferreira Leite e Marcelo Barros, o juiz julgou a ação improcedente em decorrência da prescrição.

Contra os três magistrados pesava uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual  (MPE), requerendo a suspensão dos direitos políticos, perda da função pública e dos valores supostamente acrescidos ilicitamente aos seus patrimônios, além de ressarcimento integral do dano ao erário.

O processo chegou à Primeira Instância depois que Cury, Ferreira Leite e Barros foram aposentados compulsoriamente pelo CNJ, em março de 2010.

Durante a tramitação, diversos pedidos de suspeição foram apresentados, até que a ação chegasse nas mãos do juiz Roberto Seror.

Desde que o pedido de sigilo do magistrado foi atendido, a movimentação mais recente do processo tem data de segunda-feira (4). É um impulsionamento por certidão que esclarece um equívoco de troca de nomes de juízes.

O documento esclarece que a ação chegou até Seror depois que o juiz Marcos Faleiros da Silva teve sua suspeição reconhecida.

Na sentença suprimida do portal do TJMT, constava o nome do juiz Luiz Aparecido Bertolucci Júnior.

Velho escândalo da Maçonaria em MT é abafado


MPE pedia perda da função pública e ressarcimento ao erário de Ferreira Leite, Tadeu Cury e Marcelo de Barro

Fonte: MidiaNews

Ferreira Leite, Marcelo Barros e Tadeu, que tiveram os processos extintos pelo juiz Seror

LAURA NABUCO
DO MIDIAJUR

O juiz Roberto Teixeira Seror julgou extintos os processos contra os desembargadores José Tadeu Cury e José Ferreira Leite e o juiz Marcelo Souza de Barros, referentes à ação civil pública proposta pelo MPE (Ministério Público Estadual), no que se convencionou denominar de “Escândalo da Maçonaria”.

Os três magistrados foram aposentados compulsoriamente, por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em junho de 2012, acusados de integrar um suposto esquema de desvio de dinheiro público, durante a gestão de Ferreira Leite, no comando do Tribunal de Justiça, para socorrer uma loja maçônica.

A descoberta ocorreu após uma auditoria interna contratada pelo próprioTribunal, durante a gestão do desembargador Paulo Lessa, que já se aposentou.

Na ação, o MPE requeria a suspensão dos direitos políticos, perda da função pública e dos valores supostamente acrescidos ilicitamente aos patrimônios de Ferreira Leite, Tadeu Cury e Marcelo Barros, além de ressarcimento integral do dano ao erário.

Numa decisão interlocutória de fevereiro de 2009, o juiz responsável pelo caso, Luís Aparecido Bertolucci, alegou que não havia “a possibilidade deste Juízo julgar apenas uma parcela das pretensões, sobretudo, ante ao fato de que a ação é única e um dos principais objetivos perseguidos pelo Ministério Público atrai a competência para a instância superior”, visto que a perda do cargo só poderia ser julgada pelo Pleno do TJMT.

Após uma série de declarações de suspeições, no entanto, o processo acabou retornando à Primeira Instância.

O juiz Seror, então, indeferiu a inicial contra Cury, sob o argumento de inépcia, e extinguiu o processo sem julgamento de mérito.

Já nos casos de Ferreira Leite e Barros, o magistrado julgou a ação improcedente, em decorrência da prescrição.

O escândalo

O levantamento do TJ indicou que o dinheiro supostamente desviado chegava a uma cooperativa de crédito ligada à Maçonaria por meio de magistrados que recebiam pagamentos, com a condição de destinar parte do valor à instituição, que havia entrado em processo de falência.

No total, 10 magistrados, sendo três desembargadores e sete juízes, foram aposentados compulsoriamente pelo CNJ, em março de 2010.

Em 2012, o STF (Supremo Tribunal Federal) confirmou a decisão, por meio de liminar.

Um agravo de instrumento, no entanto, ainda aguarda o julgamento do mérito na Corte Superior.

Na época, conforme MidiaNews revelou, foi levantada a suspeita de que um suposto superfaturamento na aquisição de materiais para a construção do Fórum de Cuiabá poderia ter financiado a construção da sede da Loja Maçônica Grande Oriente do Estado de Mato Grosso, na Avenida do CPA, em Cuiabá.

A obra do Fórum custou aos cofres públicos R$ 55 milhões e o MPE alegou que havia fortes indícios de superfaturamento. Leia mais AQUI.

Também na época, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) manifestou sua preocupação em relação ao encaminhamento do caso e levantou a suspeita de impunidade no chamado “Escândalo da Maçonaria”. Leia mais AQUI.

“os maçons não pensam que venceram; os maçons constatam isso…”


É minha gente, esta é a afirmação de um blog, maçom obviamente, sobre os frutos do Concílio Vaticano II.

Com o título “47º Aniversário do Triunfo Solene da Maçonaria sobre a Igreja Católica: Declaração Dignitatis Humanae” o tal blog faz afirmações como esta:

“após inúmeros contatos da Maçonaria com personalidades de destaque da Igreja Católica, e após inúmeras discussões entre as próprias autoridades desta no decurso do Concílio Vaticano II (1962-65), promulga-se um documento aceitando como parte do próprio Magistério da Igreja os princípios do Liberalismo maçônico”

bode

E finaliza triunfantemente assim:

Nós agradecemos a Deus, portanto, neste dia, pela mudança operada em nossa Infame Adversária com a Declaração Dignitatis Humanae, e rogamos ao Bom Deus que ela continue a progredir rumo ao Grande Oriente, onde o Sol da Razão sem cessar espalha, generosamente, luz e calor” (com negrito e tudo!)

Isso mesmo, o negrito é deles lá. E no original está em um vermelho, digamos assim, festivo.

Mas constato também junto com os maçons que eles não venceram somente ai. É evidente que o novo Código de Direito Canônico, de 1983, que suprime a explícita excomunhão daqueles que se associam à Maçonaria do código anterior, também é uma “bela” de uma vitória. Não importa, ou quase não importa, o esclarecimento que posteriormente veio dar o então cardeal Joseph Ratzinger que as restrições à Maçonaria permaneciam, pois o estrago já estava feito.

Prova disso?  A realidade atual. Nas paróquias que frequento (São João Batista, em Cedro/CE e Nossa Senhora do Rosário, em Icó/CE) a presença dos maçons “infiltrados” na Igreja é marcante e escandalosa, idem para toda a Diocese (que tem sua sede na Catedral de São José em Iguatu/CE). Ora, o que esperar dua uma Diocese que foi fundada exatamente na época do Concílio Vaticano II e que teve como primeiro bispo, e ainda hoje vivo, um Padre Conciliar?

Quais as consequências de tudo isso? A morte eterna de muitas almas. Isso mesmo, pois com a infiltração da Maçonaria e de sua filosofia na Igreja os leigos passaram a querer ser padres, e os padres passaram a querer ser leigos, em um igualitarismo desenfreado os Sacramentos vão para o beleleu. Confissões, são artigos de raridade. Peças de museu que são distribuídas somente na Semana Santa, aos que ainda o buscam. Confessionários?  Pra que? O padre é igual ao leigo, e vice-versa, e além do mais, isso é coisa do passado. E a Santa Missa então? Quanto mais bico e babado, melhor. De preferência é sempre bom ter uma menininha entrando dançando lá do pórtico principal da igreja até o Altar. Os leigos, claro, devem entrar fantasiados de padre, e o padre… Ah o padre… Este tem que ser um belo animador de auditório para não perder os “fiéis”.

É senhores maçons, de fato vocês venceram. Venceram mesmo. Mas o que vocês têm que se perguntar é: “vencemos a guerra?” Ah não, não a guerra. Esta Sr. Iluminado vocês não poderão vencer nunca. Ainda que milhares de almas rumem para o Inferno com a atual crise da Igreja, triste de mim se a minha estiver em meio a um delas, ainda sim, aquele Livro que vocês abrem em algumas de suas sessões para ludibriar os novatos pescados pela propaganda maçônica contêm duas grandes promessas, em apena um verso, em favor de vossa “Infame Adversária”:

“E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela”. (Mt16, 18).

Ok

Padre vai à maçonaria receber homenagem de despedida para ser reitor de seminário em Espírito Santo


É isto o que informam o site “SiteBarra” e o jornal “Vox Populi“, este primeiro com direito a muitas fotos, sobre o reverendo padre Edson que, segundo o site da Diocese de São Mateus, é “Pároco de Barra de São Francisco e Vigário Forâneo da Forania Mineira”.

Ao centro o Padre Edson rodeado pelos seus Ao centro o Padre Edson rodeado pelos seus “filhos” espirituais

O SiteBarra informa ainda que o padre deixará seu atual posto no dia 19 de dezembro para ser, vejam só!, reitor do seminário Maria Mãe da Igreja em Carapina na cidade de Serra/ES onde lá “fará o acompanhamento dos dos seminaristas”. Pobres seminaristas. Aprenderão eles sobre os males da Maçonaria?

Teria tomado conhecimento desta visita à maçonaria Sua Excelência Dom Zanoni Demettino Castro, bispo diocesano de São Mateus? Não sei, mas caso queriam os leitores perguntarem podem fazê-lo aqui no site da Diocese. Eu particularmente não perderei meu tempo.

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Mentira estampada da propaganda maçônica


[A propaganda maçônica sempre fêz questão de estampar “que ela proíbe expressamente discutir sobre política e religião”, no entanto como é típico desta Ordem, a mentira e enganação, principalmente direcionada aos neófitos, é a regra que a conduz. A notícia abaixo exprime muito bem que a Maçonaria discute sim política e é óbvio que ela influencia de maneira poderosa a sociedade levando-a cada vez mais para o caos. Ora, se política ela discute, é lógico crer que também religão é discutida nos ambientes maçônicos. E como! Bastam ver as ultimas declarações do GOF. Não são poucas as especulaçãoes da infiltração da Maçonaria no Concílio Vaticano II que explodiu a bomba que hoje é a crise da Igreja]

 

Maçonaria quer influir na política do País

Ricardo Santana

Os maçons da Grande Oriente do Brasil (GOB) estão em processo de campanha para a eleição de um novo Grão-mestre geral. O senador Francisco Mozarildo de Melo Cavalcanti concorre ao posto e fez campanha na última segunda-feira com os maçons da Loja Maçônica Arquitetos de Ormuzd, de Bauru.

A GOB é um ramo da maçonaria brasileira mais tradicional. Cavalcanti é senador da República pelo Estado de Roraima. O senador do PTB comenta que a maçonaria tem como objetivo retomar sua atuação política decisiva nos rumos da política do Brasil sem partidarização. Cavalcanti contextualiza que a maçonaria contribuiu nos principais eventos históricos do Brasil. O senador cita a influência de membros da maçonaria na Proclamação da Independência, Abolição da Escravatura e Proclamação da República. Ele detalha que os três movimentos foram planejados e executados por membros da maçonaria. Atualmente, os maçons têm atuado fortemente contra a corrupção. Cavalcanti cita que, pela inserção social dos membros maçons, a instituição tem muito a contribuir com o processo político brasileiro. “É um século para batalhar pela educação, contra a corrupção, a liberdade, igualdade e fraternidade”, cita o senador.

Formalmente, a maçonaria existe no Brasil desde 1822 e no mundo é uma instituição milenar. A atuação da maçonaria também se destaca no campo assistencial com manutenção de creches e escolas.

Cavalcanti está visitando as lojas do Estado de São Paulo em que a GOSP está muito presente, em todas as regiões. Conforme informação do site da GOSP, são mais de 746 Lojas, com mais de 21 mil obreiros e presente em cerca de 230 municípios (36% das 645 cidades paulistas).  A renovação de Grão-mestre geral é realizada a cada cinco anos e a próxima eleição está agendada para o dia 9 de março de 2013.

Fonte: JCNET

De novo o Grande Oriente da França


Retirei de: http://freirojao.blogspot.com.br/2012/11/a-maconaria-mostra-sua-cara.html
“A definição dos direitos humanos depende só da vontade coletiva dos homens.”
 
“O Grande Oriente da França condena energicamente as declarações da Igreja Católica acerca do projeto de lei sobre a abertura do matrimônio civil a todos os parceiros, que será apresentado na quarta ao Conselho de Ministros.”
(…)
“A referência feita pelo cardeal André Vingt-Trois de que ‘as profundas mudanças legislativas poderiam transformar radicalmente as relações que sustentam nossa sociedade’ refletem posturas obscurantistas completamente descompassadas das necessárias evoluções sociais e políticas de nosso tempo.”
(…)
“Em nome da laicidade, o Grande Oriente da França recorda que as igrejas devem estar restritas unicamente à esfera espiritual [grifos meus], e não devem interferir, com imprecações e declarações violentas e detestáveis, no legítimo debate público e democrático (…).”
(Projet de loi sur le mariage pour tous,
disponível em francês no site do Grande Oriente da França)
Pois é, mon chers, eu não vou relembrar as sucessivas declarações da Igreja de incompatibilidade da fé católica com a maçonaria. Eis ai suas cores sendo demonstradas. Se vocês não acreditam na Igreja, acreditem na maçonaria contra a Igreja em suas próprias palavras.
Repito aqui as palavras indignadas e corretas do blog Ecclesia Una:
“A nota segue. As declarações do cardeal de Paris, Vingt-Trois, condenando o casamento gay, são, no linguajar maçônico, “posturas obscurantistas”, “declarações violentas e detestáveis”. Ah, o velho anticlericalismo maçônico… O mesmo que tentou destruir a Igreja Católica no século XVIII; o mesmo que tirou a educação religiosa de nossas escolas; o mesmo que atacou a família, militando por todas as vias possíveis a favor do divórcio… o mesmo que, agora, quer restringir as igrejas “unicamente à esfera espiritual”! E depois vêm alguns – bispos, até! – dizer que, ah!, deve havercomunhão fraterna entre os católicos e os maçons… Que comunhão fraterna, cara-pálida? Estão querendo tirar nossa liberdade de entrar na esfera política, de participar do debate público! Estão querendo calar a nossa boca! E, no fim, ainda falam de “democracia”… Só se for a democracia do demônio: todo mundo pode “dar pitaco”, menos os bispos, padres e leigos católicos.”

Interessante análise do filme Anjos e Demônios


O vídeo abaixo eu o encontrei no siteAnti Nova Ordem Mundial” e achei sóbrio o suficiente para compartilhar com meus poucos leitores. Ele faz uma breve análise das intenções “conspiratórias” do filme que, na minha opinião, fazem sentido. Só não gostei do final do filme onde aparentemente o autor insinua uma passado sujo da Igreja, o que não deixa de ser normal tratando-se de um protestante (isso, pelo que presumi, o cara é protestante).

Para deixar claro: não indico a leitura ou seguimento deste site e autor do vídeo, e convido ao caro (e raro) leitor a, caso interesse em lê-los mesmo assim, olhá-los critica e “católicamente”.

Sou um católico fervoroso, devoto de Nossa Senhora, Temente a Deus e MAÇON


Sou um católico fervoroso, devoto de Nossa Senhora, Temente a Deus e MAÇON.
Confesso-me diretamente com Ele, e sempre que posso, comungo.
Essa “birra” da igreja não tem qualquer embasamento. NÓS sabemos o porque.
A maçonaria não é uma religião.
“È um conjunto de ensinamentos relativos à moral, apresentados e explicados sob a forma de símbolos e alegorias”.
Não tentem misturar as coisas…

Quer saber mais? Dá uma olhada nestes comentários aqui.

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“À mocidade é que devemos dirigirnos, a ela é que devemos seduzir, sem que disso desconfie, sob o estandarte das sociedades secretas”


 

Você jovem que se interessa pelo secreto, que vê na Maçonaria uma instituição curiosa e interessante de ser seguida, ou tal vez até mesmo algo bom, veja os métodos desta instituição. Veja que não vem de agora:

Esmagai o inimigo quem quer que ele seja, esmagai o poderoso à força de maledicência ou de calúnias; mas principalmente esmagai-o no ovo. À mocidade é que devemos dirigirnos, a ela é que devemos seduzir, sem que disso desconfie, sob  o estandarte das sociedades secretas. Para caminhar com passos contados, mas seguros, nesta via perigosa, duas coisas são indispensáveis. Deveis simular a simplicidade das pombas e a prudência das serpentes. Vossos pais, filhos e mulheres, até, devem sempre ignorar os segredos que guardais no peito; e se vos aprouvesse, para melhor iludir as vistas inquisitoriais, ir muitas vezes à confissão, estais como de direito autorizados a guardar o silêncio mais absoluto sobre estas coisas. Vós sabeis que a mínima revelação, o mais leve indício que escape no tribunal da Penitência ou em outra qualquer parte, pode acarretar grandes calamidades, e que o revelador voluntário ou involuntário assina a sua sentença de morte.

Documento da Loja Maçônica Alta Venda apreendido pela Polícia dos Estados Pontifícios em 1846.

“Envolvei-o com todos os laços que puderdes armar-lhe debaixo dos pés”


Êis os métodos daquela que se diz uma ordem de justiça e verdade:

Uma palavra que se inventa com habilidade e se tem a arte de derramar no seio de certas famílias honradas e escolhidas para que daí desça aos botequins e destes às ruas: uma palavra pode algumas vezes matar um homem. Se um padre chegar de Roma para exercer alguma função pública nos confins da província, indagai logo qual é o seu caráter, antecedentes, qualidades e defeitos principalmente. É ele um inimigo declarado? (…) Envolvei-o com todos os laços que puderdes armar-lhe debaixo dos pés: criai-lhe uma dessas reputações que atemorizam as crianças e as velhas; pintai-o cruel e sanguinário, contai alguns feitos de crueldade que possam facilmente gravar-se na memória do povo. Quando os jornais, por intervenção nossa, se aproveitarem destas narrações, que eles aformosearão inevitavelmente, pelo respeito à verdade, mostrai ou antes fazei mostrar por algum respeitável imbecil, essas folhas onde estão relatados os nomes dos indivíduos e os excessos inventados. Na Itália não faltarão, como não faltam para as mentiras úteis à boa causa. Com jornal, cuja língua ele não compreende, mas onde encontrar o nome do seu juiz ou delegado, o povo não precisa de outras provas. Ele está na infância do liberalismo, crê nos liberais como depois crera em nós, não sabemos muito em que.

Documento da Loja Maçônica Alta Venda apreendido pela Polícia dos Estados Pontifícios em 1846.

“para destruirmos o rochedo sobre o qual fundou Deus a sua Igreja”


Planos maçonicos do século XIX que aparentemente, repito: aparentemente, estão bem encaminhados. Por que tanto silêncio do clero brasileiro quanto a esta maldita sociedade? Leia o que se segue:

(…)O Papa, seja ele quem for, não virá para as sociedades secretas: a estas é que cumpre dar os primeiros passos para a Igreja, a fim de vencê-los a ambos (o Papa e a Igreja).

O trabalho que vamos empreender não é obra nem de um dia, nem de um mês ou ano: pode durar muitos anos, um século talvez; mas, em nossas fileiras, morre o soldado e o combate continua. Não está em nossa mente angariar os Papas para a nossa causa, fazer deles neófitos para os nossos princípios, propagadores de nossas idéias. Seria sonho ridículo e por qualquer modo que os sucessos volteiem, que os cardeais e prelados, por exemplo, hajam entrado por vontade ou surpresa em uma parte dos nossos segredos, não é isto uma razão para desejarmos a sua elevação à cadeira de Pedro. Esta elevação perder-nos-ia: bastava a ambição para os impelir à apostasia, a necessidade do poder havia de forçá-los a imolar-nos. O que devemos pedir, procurar e encontrar, como os judeus esperam o Messias, é um Papa adaptado às nossas necessidades.

(…)

Assim marcharemos com mais firmeza ao assalto da Igreja, do que por meio dos escritos de nossos irmãos da França, e até do ouro da Inglaterra. Quereis saber a razão? É porque, deste modo, para destruirmos o rochedo sobre o qual fundou Deus a sua Igreja, não precisamos de vinagre corrosivo, pólvora, ou mesmo de nossos braços: teremos o dedinho do sucessor de Pedro envolvido na conspiração e este dedinho vale, em tal cruzada, todos os Urbanos II e S. Bernardos da Cristandade.

Não duvidamos chegar a este termo supremo de nossos esforços; mas quando e como? Ainda se não acha desembaraçada a incógnita. Sem embargo, como nada nos deve desviar do plano traçado e, pelo contrário, tudo deve concorrer para ele, como se o êxito feliz devesse coroar desde o dia de amanhã a obra apenas planejada, queremos nesta instrução que ficará secreta para os simples iniciados, dar aos prepostos da Alta Venda conselhos que eles deverão transmitir à universidade dos irmãos, sob a forma de doutrina ou memorandum. Importa principalmente, usando de certa discrição cujos motivos são palpáveis, nunca deixar pressentir que estes conselhos dimanam das ordens desta Venda. Manobra-se aí em demasia com o clero para que possamos a esta hora brincar com ele como com um desses pequenos soberanos ou príncipes que um sopro faz desaparecer.

Documento da Loja Maçônica Alta Venda apreendido pela Polícia dos Estados Pontifícios em 1846.

“Com este passaporte podemos conspirar à vontade”


Porque tantos maçons infiltrados na Igreja? Eles mesmos respondem:

O Papado exerceu sempre ação decisiva nos negócios da Itália. Pelo braço, voz, pena e coração dos seus numerosos Bispos, padres, frades, religiosos e fiéis de todos os países, o Papado tem sempre pessoas dedicadas para o martírio e para o entusiasmo. Em toda parte onde os chama, encontra amigos que morrem por ele ou de tudo se privam por sua causa. É uma imensa alavanca, cuja força só alguns papas avaliaram, empregando-a todavia com muita parcimônia. Não se trata hoje para isso de restabelecer esse poder, cujo prestígio momentaneamente se acha debilitado; o nosso fim principal é o de Voltaire e da Revolução Francesa: o aniquilamento perpétuo do catolicismo e até da idéia cristã, que, no caso de permanecer de pé sobre as ruínas de Roma, viria perpetuar-se mais adiante. Para atingir porém com mais certeza esse fim e não prepararmos com satisfação reveses, que adiam indefinidamente e comprometem no futuro o êxito de uma boa causa, não devemos escutar esses franceses vaidosos, nem os nebulosos alemães, nem os melancólicos ingleses, que julgam uns e outros matar o Catolicismo ora com uma canção obscena, ora com uma dedução ilógica, ora com um sarcasmo insolente, que passa como contrabando, como os algodões da Inglaterra. O Catolicismo tem vida mais tenaz do que isto. Viu inimigos mais implacáveis e terríveis e diverte-se em lançar água benta no túmulo dos mais furiosos. Deixemos, pois, nossos irmãos daqueles países entregar-se às intemperanças estéreis de seu zelo anticatólico: consintamos-lhes até que zombem das nossas Imagens de Nossa Senhora e da nossa aparente devoção. Com este passaporte podemos conspirar à vontade, e pouco a pouco chegar ao termo proposto.

Documento da Loja Maçônica Alta Venda apreendido pela Polícia dos Estados Pontifícios em 1846.

Convite à Maçonaria, ou: “Aê Maçom: cai dentro!”

Perjurando a Maçonaria

Racha na Maçonaria?


De acordo com uma notícia publicada na ISTOÉ, o grão-mestre Marcos José da Silva do Grande Oriente do Brasil (GOB), portanto autoridade máxima desta Instituição no Brasil, registrou na Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, 21 livros secretos que explicam os ritos misteriosos da tal seita.  

Seria esse um racha na maçonaria? Acredito que não. Apesar de partir de uma suposta insubordinação de uma autoridade máxima (contraditório – digo se é autoridade máxima, se subordinará a quem?), não passa de um golpe publicitário, ou melhor dizendo de propaganda maçônica. Explico:  

Os interessados em ingressar na Ordem, pra não dizer curiosos, buscam os tais livros, verão que neles não há nada mais que rituais cheios de passe, segredos. mística, etc (a meu ver até engraçados,  se não fossem trágicos) e passam a conhecer um pouco mais a Maçonaria. Mas o leitor perguntaria: não haveria nos referidos livros evidências de adorações e gestos pagãos ou coisas parecidas? Ao que eu respondo: sim, mas convenhamos, o senso crítico dos que cairiam em tal propaganda estará certamente amortizado, e olhe lá se os mesmos tiverem algum senso crítico ou conhecimento da Verdadeira Religião. Ademais, não creio que tais livros revelem os profundos segredos da Maçonaria, visto que é sabido que o que lá se pratica nada mais é que puro ocultismo… Ou seja sempre haverá algo oculto 🙂  

O cara mesmo está é afim de ganhar uma grana em cima da Maçonaria, mais do que já tenha ganho, e de quebra faz propaganda maçônica no estilo 0800.  

Para concluir o raciocínio e melhor embasar minha afirmação, transcrevo um trecho retirado do livro “Maçonaria no Brasil” de D. Boaventura:  

O fascínio do Secreto  

 

Afinal, não esqueçamos mais um fator de atração: o fascínio do secreto. […] mostramos que a Maçonaria não é apenas uma sociedade discreta, mas secreta no sentido próprio e usual da palavra. E aqui apraz-nos recordar uma fina observação psicológica de um graduado maçom que dá instruções secretas sobre os meios a empregar para recrutar maçons. […]: “Deixai cair certas palavras que provoquem (em algum cidadão) o desejo de ser filiado à Loja mais próxima. Essa vaidade dos citadinos ou do burguês, de enfeudar-se à Maçonaria, tem algo de tão banal e de tão universal, que eu pasmo da estupidez humana. Admiro-me de não ver o mundo inteiro bater à porta de todos os Veneráveis e pedir a esses senhores a honra de ser um dos obreiros escolhidos para a reconstrução do Templo de Salomão. O prestígio do secreto exerce sobre os homens tal poder, que as pessoas se preparam com tremor para as fantasmagóricas provas de iniciação e do banquete fraterno. Ver-se membro de uma Loja, sentir-se, longe da mulher e dos filhos, chamado a guardar um segredo que nunca vos confiam, é para certas naturezas uma volúpia e uma ambição”. (D. Boaventura Kloppenburg, Maçonaria no Brasil, pp. 84)  

 

 

Vídeos §|Olhar Católico|§ – Punição Maçônica

Como sempre… Os maçons venceram.


Dez magistrados retomam cargos no TJMT; Travassos comemora decisão

Da Redação – Kelly Martins e Pollyana Araújo

Os 10 magistrados punidos pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) com aposentadoria compulsória em fevereiro deste ano retornarão aos cargos, inclusive o ex-presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Mariano Travassos, que já comemora a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Ambos foram afastados por envolvimento no esquema de desvio de recursos a uma cooperativa ligada à maçonaria.

Travassos afirmou, em entrevista ao Olhar Direto, que foi submetido a uma “provação” da qual conseguiu se sobressair. Contou ainda que foi informado da decisão do ministro Celso de Mello por seu advogado. Agora, aguarda o despacho do ministro.

Mello também concedeu o retorno dos outros nove magistrados também aposentados compulsoriamente pelo CNJ por suposto recebimento indevido de créditos repassados a uma cooperativa de crédito ligada à Loja Maçônica Grande Oriente, da qual então presidente do TJMT desembargador José Ferreira Leite era “grão mestre”.

À época, Travassos ocupava o cargo de corregedor-geral de Justiça e, por isso, foi imputado ao desembargador conduta de ter sido auferido com os pagamentos preferenciais.

Desse modo, retornarão aos cargos os juízes Juanita Clait Duarte, Graciema Ribeiro de Caravellas e Antônio Horácio Neto, Marcelo Souza Barros, Irênio Lima Fernandes e Marcos Aurélio Reis, assim como os desembargadores Ferreira Leite, José Tadeu Cury e o próprio Travassos.

Fonte: http://www.olhardireto.com.br/noticias/exibir.asp?edt=33&id=120027

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