A verdade sobre o dom de línguas


“Achavam-se então em Jerusalém judeus piedosos de todas as nações que há debaixo do céu. Ouvindo aquele ruído, reuniu-se muita gente e maravilhava-se de que cada um os ouvia falar na sua própria língua. Profundamente impressionados, manifestavam a sua admiração: Não são, porventura, galileus todos estes que falam? Como então todos nós os ouvimos falar, cada um em… nossa própria língua materna? Partos, medos, elamitas; os que habitam a Macedônia, a Judéia, a Capadócia, o Ponto, a Ásia, a Frígia, a Panfília, o Egito e as províncias da Líbia próximas a Cirene; peregrinos romanos, judeus ou prosélitos, cretenses e árabes; ouvimo-los publicar em nossas línguas as maravilhas de Deus!” (At 2, 2-11)

Seria falar línguas estrangeiras REALMENTE EXISTENTES ou seriam sons aleatórios (como fazem os pentecostais)? Seriam talvez os dois ao mesmo tempo?
Como saber a verdade se existem tantas opiniões contrárias? Isso seria ou não uma legítima prática católica?
Eis o método:
1 – Analisar o que os primeiros cristãos e os reconhecidos historiadores disseram sobre o fenômeno.
2 – “QUOD UBIQUE, QUOD SEMPER, QUOD AB OMNIBUS – o que em toda parte, sempre e por todos foi ensinado, isso é católico”. São Vicente Lérins (Séc V) Comonitório.

Santo Agostinho, no século IV, disse que foi um fenômeno daquela época apenas, mas que passou!

"[…]Quem em nossos dias, espera que aqueles a quem são impostas as mãos para que recebam o Espírito Santo, devem portanto falar em línguas , saiba que esses sinais foram necessários para aquele tempo. Pois eles foram dados com o significado de que o Espírito seria derramado sobre os homens de todas as línguas, para demonstrar que o Evangelho de Deus seria proclamado em todas as línguas existentes sobre a Terra. Portanto o que aconteceu, aconteceu com esse significado e passou[…]”
Santo Agostinho (Séc IV) -Homilias em 1 Joao 6 10; NPNF2, v. 7, pp. 497-498.

Santo Agostinho ainda diz mais… Que aquelas línguas eram sinal da Igreja que estava nascendo, e que falaria todas as línguas:

“[…] Aquele vento purificava os corações da palha da carne. Aquele fogo consumia o fogo da velha concupiscência. Aquelas línguas faladas pelos que estavam repletos do Espírito Santo prefiguravam a futura Igreja, que haveria de estar entre as línguas de todos os povos[…]”. Santo Agostinho (Séc IV ) Sermao 271

São João Crisóstomo diz algo que indica serem realmente línguas existentes, faladas:

“[…] e justamente ‘no dia de Pentecostes estavam todos reunidos no mesmo lugar’ (At 2, 1) – e sofreram uma transformação radical: repentinamente tomaram consciência da Palavra de Deus em seu seio e puseram-se a comunicar em todas as línguas as maravilhas de Deus.Sao Joao Crisostomo (Sec IV) Homilia sobre 1 Corintios

Eusébio de Cesaréia, também do século IV, fala de um fenômeno onde "falavam linguas estranhas"…

“[…] um dos novos crentes, chamado Montano, quando Grato era procônsul da Ásia, deu acesso ao inimigo, levado pela ambição imoderada de ocupar os primeiros lugares. Como um possesso, em falso êxtase, pôs-se a falar em seus excessos, a proferir palavras estranhas e a profetizar de forma inteiramente oposta ao uso tradicional conservado pela antiga tradição da Igreja[…]” Eusebio, Bispo de Cesaréia (Séc IV) Historia Eclesiastica 5,16,6

Contudo, já no século II, Santo Irineu de Lião já defendia que que tratava-se de línguas faladas, pois referia-se à "raças" e "povos" quando comenta sobre este dom:

“[…] E ainda este Espírito que Lucas nos diz ter descido, depois da ascensão do Senhor, sobre os discípulos no dia de Pentecostes, com o poder de falar em todas as línguas dos povos e abrir-lhes um novo testamento. Eis por que, na harmonia de todas as línguas, cantavam hinos a Deus, enquanto o Espírito Santo reunia na unidade as raças diferentes e oferecia ao Pai as primícias de todas as nações.[…]” Irineu de Lião (Sec II) Contra as Heresias 3,17,2

Santo Tomás de Aquino, no século XIII, disse que o dom de línguas foi necessário para que pudessem pregar o evangelho aos povos no começo da Igreja, logo… deveria ser uma língua de verdade ao invés de gemidos:

“[…] Porquanto o dom de línguas devemos saber que como na Igreja primitiva eram poucos os consagrados para ensinar pelo mundo a fé de Cristo, a fim de que mais facilmente e a muitos anunciassem a palavra de Deus, o Senhor deu-lhes o dom de línguas, para que a todos ensinassem, não de modo que falando uma só língua fossem entendidos por todos, como alguns dizem, mas sim, bem literalmente, de maneira que nas línguas dos diversos povos, falassem as de todos. Pelo qual disse o Apóstolo: Dou graças a Deus porque falo as línguas de todos vós (1Co 14,18)[…]". Santo Tomás de Aquino (Séc XIII) Comentário à Primeira Carta aos Coríntios

“[…] Além disso, os discípulos enviados eram pobres e sem poder; eles não teriam encontrado facilmente, desde o começo, intérpretes fiéis para traduzir suas palavras ou lhes explicar as dos outros, principalmente por terem sido enviados a povos infiéis. Por esta razão, era necessário que Deus lhes viesse em socorro com o dom das línguas […]
Santo Tomás de Aquino (Séc XIII) Summa Teologica 2-2. Q176

Áh, um tal de TANQUEREY, muito respeitado na Igreja Católica, quando comenta sobre os ‘tipos de graça’, dons, carismas… diz que esse tipo de fenômeno é raro, não é ordinário, é extraordinario.. e transitório.

“[…] já os carismas são “as graças gratuitamente dadas”, são-no principalmente para a utilidade dos outros. São, efetivamente, dons gratuitos extraordinários e transitórios[…]” TANQUEREY, Adolf. Compendio de Teologia Mistica e Ascetica, pg 716

Finalizando com o Papa Leão XIII:

“Posto isso, não é, absolutamente, admissível excogitar-se ou guardar uma segunda, mais ampla e fecunda ‘aparição ou revelação do Espírito Divino’; a que atualmente se efetua na Igreja é deveras perfeita, e nela permanecerá incessantemente até que a Igreja militante, após o percurso do seu período de lutas, seja transplantada para as alegrias da Igreja triunfante no céu” Papa Leao XIII, Enciclica Divinun Illud Múnus, n.10

RCC e a "maldição Hereditária"


Fonte: “Identidade Católica“.

ENQUANTO OS BISPOS DORMEM…PREVARICAM… A RCC E A CN CONTINUAM SE ALIMENTANDO DE ERVAS DANINHAS E INTOXICANDO OS FIÉIS COM O VENENO DA HERESIA

RCC E A CRENÇA PROTESTANTE DAS MALDIÇÕES HEREDITÁRIAS

 

É sabido que a crença herética das maldições hereditárias é uma das marcas da seita pentecostal Renascer em Cristo e de muita importância também na seita de Edir Macedo, a IURD (Cf. MARIANO, Ricardo. Neopentecostalismo: sociologia do novo pentecostalismo no Brasil; São Paulo: Loyola; 1999, p.137).

Além de ser crença compartilhada por outras “igrejolas” neopentecostais, é compartilhada também por diversos grupos da RCC e alguns padres da Canção Nova. Aliás, a RCC e a CN compartilha com a heresia protestante diversos elementos heterodoxos(Batismo no Espírito Santo, Oração em Línguas, repouso no espírito, etc…). Aqui citaremos apenas afirmações sobre a crença nas maldições hereditárias. (E muitos ainda insistem em negar que RCC e CN são veículos da heresia protestante. Não há como negar)

 

A primeira referência desta crença na RCC foi no IX Cenáculo de Maria da RCC de São Sebastião – SP, em que a pregadora, vinda da diocese de Lorena (mesma diocese da Canção Nova), discursou: “Vamos orar para expulsar o espírito de pobreza, o espírito de Satanás, para tirar a maldição que colocaram na sua vida. Vamos todos orar: eu renuncio a toda depressão, a toda opressão maligna, vamos orar em línguas, eu rejeito toda miséria, eu rejeito toda maldição hereditária, toda feitiçaria, toda macumbaria (…)” (ALVES, Sônia Cantão; Testemunho dado no IX Cenáculo de Maria da RCC de São Sebastião, SP em 09/10/2005)

É possível encontrar toda uma oração dedicada à expulsão das maldições hereditárias maternais de autoria do Padre Marcelo Rossi. (Cf. REVISTA SALMOS E ANJOS, 2006) e o próprio Pe. Jonas Abib também afirma a existência das maldições hereditárias. (Cf. ABIB, Jonas. Sim, Sim! Não, Não! Cachoeira Paulista: Editora Canção Nova; 2005; 21ª ed)

Nos acampamentos de “cura e libertação” ainda se insiste nisso e ainda se confere “poder” à macumba ! (que mentalidade supersticiosa).

Vejam no link abaixo, a oração do Padre Manoel Sabino, Fundador da Comunidade Servos do Bom Pastor:

http://www.cancaonova.com/portal/canais/eventos/novoeventos/cobertura.php?cod=107&pre=345&tit=Para%20Deus%20nada%20%C3%A9%20imposs%C3%ADvel

e mais, pelo Padre Vagner Baia, aqui:

http://blog.cancaonova.com/padrevagnerbaia/2008/11/24/oracoes-para-libertaces-de-maldicoes/

E uma “missa de quebra de maldições”, aqui:

http://blog.cancaonova.com/cuiaba/archives/tag/padre-vagner-baia

e aqui:

http://blog.cancaonova.com/cuiaba/archives/4156

e logo no link abaixo, uma oração do Missionário da Comunidade Canção Nova, Márcio Mendes (marciomendes@cancaonova.com) formado em “teologia”, autor dos livros “Quando só Deus é a resposta” e “Vencendo aflições, alcançando milagres”.

Cito um trecho: “Senhor Jesus, peço que quebres todo julgo hereditário que pesa sobre mim, todas as maldições, taras, tendências para o mal… Que tudo o que me foi comunicado pelos meus antepassados seja tocado pelo Teu sangue redentor” confira aqui:

http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=8311

 

 

 

Para a RCC: Falar em línguas hoje – é de Deus?


Autor: Emerson de Oliveira
Fonte: http://www.veritatis.com.br/article/5517/falar-em-linguas-hoje-e-de-deus

“AS ESCRITURAS ensinam que o batismo do espírito, evidenciado pelo falar em línguas, é para a verdadeira igreja hoje”, afirma o ministro pentecostal Marvin A. Hicks.

“A doutrina básica do falar em línguas é antibíblica e errada”, contende o Dr. W. A. Criswell, da Primeira Igreja Batista de Dallas, EUA. Ele acrescenta: “Se essa for a fé cristã, então eu não sou cristão.”

Diante de tal controvérsia sobre a prática do falar em línguas, você talvez se pergunte: ‘O que dizem as Escrituras sobre o dom de línguas? Faz isto parte do cristianismo hoje?’ Para obtermos as respostas, será de proveito entender por que foi concedido o dom de línguas aos primitivos cristãos.

POR QUE FOI CONCEDIDO O DOM

Em primeiro lugar, o apóstolo Paulo explica em Hebreus 2.2-4 que os dons milagrosos, que incluiriam o dom de línguas, foram concedidos aos cristãos do primeiro século para confirmar que o favor de Deus havia-se transferido do antigo arranjo judaico de adoração para a recém-estabelecida Igreja cristã. A transferência do favor divino ficou bem firmada por volta da última parte do primeiro século, enquanto alguns dos apóstolos de Jesus Cristo ainda viviam.

Que o dom de línguas também serviu para outro propósito, pode-se ver nas palavras de Jesus aos seus discípulos, pouco antes de sua ascensão ao céu em 33. Ele disse: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra.” (Atos 1:8) O pequeno grupo de discípulos não incluía pessoas que falavam as línguas de toda a parte da terra. Mas, em harmonia com a promessa de Jesus, cerca de 10 dias depois, no dia festivo de Pentecostes, o Espírito Santo foi derramado sobre cerca de 120 de seus discípulos reunidos num quarto de andar superior, em Jerusalém. Qual foi o resultado? “Principiaram a falar em línguas diferentes”, e assim puderam começar a executar imediatamente a obra designada de dar testemunho. — Atos 2.1-4. Continue lendo »

Resposta a um Filho do Céu


Amigos leitores, paras os que não sabem, um dia fui membro da RCC e dela saí pelos motivos que abaixo trancrevo. Copio abaixo uma resposta que dei a um certo Filho do Céu, assim ele se identifica, quando ele vem me falar das “belezas” da RCC. São apenas três páginas, é um pouco comprida, mas vale a pena conferir:
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Prezado “filho de céu”, a paz de Jesus e o amor de Maria!Como você não se identificou, e pelo seu tom de conversa e seu péssimo português, suspeito saberquem você é, mas vou me dirigir a você como “filho do céu”, não sei se aquele que foi decaído de lá.Desde já me desculpo pelo tamanho da resposta, mas peço que leia cada linha, pois foram todas necessárias.
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1Você me diz: Estou te escrevendo só para te informar que a Renovação Carismatica é100% católica, pois naceu em pentecoste com os carismas, dons e ministérios com a finalidade delevar o povo de DEUS a uma intimidade maior entre o Pai e o Filho, através do Espírito Santo. Suasobras de fé e miligres são motivo de força maior para nos levar a um mergulho maior na ciência esabedoria Divína; pois tudo é exercido através da fé e da aceitação do Senhorio de JESUS.
Caro filho do Céu, a RCC não é 100% católica. Se você não sabe, ela nasceu do herético pentecostalismo protestante, e isso os seus próprios líderes admitem, leia esta citação:”Damos por suposta uma continuidade entre neo Pentecostalismo católico e Pentecostalismo protestante dos anos 1900, bem como entre este e o revivalismo americano do século XIX. Estacontinuidade é verificável e declarada“. (Claude Gérest, A Hora dos Carismas, in R. Laurentin, E.Dussel L. Boros, C. Duquoc et Allii, Os Carismas, Revista Concilium 129, 1977/1979, editora Vozes,Petrópolis, p.16). Então, é publicamente admitido e declarado que a RCC vem do Protestantismo. Como você sabe Nosso Senhor disse que a árvore má não pode dar bom fruto (cf. Mt7, 17-18). O protestantismo é árvore má, porque é heresia condenada pela Igreja no Concílio infalível de Trento. Logo, o Pentecostalismo é mau fruto dessa árvore má. Como pode, então, os católicos pretenderem colherbom fruto da árvore protestante? Como podem os católicos bem se alimentar de um fruto venenosode uma árvore má? A RCC é fruto de uma árvore má. Logo, a RCC é má, e está errada. Por isso, oscatólicos que comem do fruto pentecostal carismático protestante estão sendo envenenados de protestantismo. E para que fique bem provado que isso é reconhecido pelos autores carismáticos dou-lhe outra citação de outro autor:”O novo Pentecostes, ou melhor, o despertar carismático, como fenômeno de massa, para arenovação da Igreja no clima de Pentecostes, nasceu nos Estados unidos, e fora da Igreja católica” (S.Falvo, A Hora do Espírito Santo, Paulinas, São Paulo, 1986, p. 25 – o sublinhado é meu).
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2Você me diz: Resalto que sem a fé é impossível agradar a DEUS(Heb:11,1)e tudo o queacontece na Santa Liturgia é razão de fé. Nisto vimos que a RCC é e sempre será uma obra de DEUS,para a IGREJA e para o povo de DEUS, pois a igreja já admite verbalmente que sem a unção doEspírito Santo é impossível vé na igreja obra de DEUS.
Você vem me falar de fé? Os Carismáticos, você sabe, reconhecem que têm pouca doutrina. Pelo menos falam muito pouco de suas doutrinas para os membros de seu movimento, tanto que você não sabia que ela nascera do protestantismo. Por outro lado, é patente que nas reuniões carismáticas há um clima emocional muito intenso, como gritos, danças, convulsões, risos, e até com latidos e grunhidos. Não sou eu que digo isso, apesar de já ter presenciado, são os próprios carismáticos que o reconhecem e que atribuem esse emocionalismo à ação do Espírito Santo. Como prova disso, cito o que confessa um autor carismático, Claude Gérest, sobre o que ocorria nas manifestações do pentecostalismo do “revival” protestante, da qual veio o pentecostalismo católico e com manifestações do mesmo tipo: “No meio ‘revivalista’, é de suma importância que a conversão seja provocada (embora venhade Deus) e também que seja reconhecida. Reconhecida pelo convertido, pois deve ser experiência sentida; reconhecida pela assembléia, pois lhe é o princípio sociológico. O reconhecimento é dado ‘pelo testemunho interior do Espírito Santo’, segundo toda uma tradição protestante e mística. Faz-se também e por toda sorte de manifestações de emotividade. As menos inquietantes são os choros, asaclamações, o transbordamento de entusiasmo. Mas existem outras mais estranhas: comoções catalépticas, latidos, convulsões e cambalhotas (fala-se hoje de ‘holly rollers’)” (Claude Gérest, AHora dos Carismas, in Os Carismas, Formas Sociais do caráter imprevisível da Graça, in OsCarismas, Revista Concilium 129, 1977/1979, editora Vozes, Petrópolis, p.24.).E caro filho do céu, espírito que se manifesta dessa maneira não é O Santo, confira Mateus,capítulo VIII versículos 30 e seguintes.
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3Você me diz: A canção nova por exemplo: nasceu da rcc, caminha com a rcc e com elaajuda a igreja dá seus passos de fé, nisto reconhecemos os trabalhode Pe.Jonas Abib, pois foi emvirtude disso que a nossa autoridade maior o elejeu Mansenhor Jonas Abib, um titulo do tamanho do coração da RCC.
E é exatamente por ter nascido da RCC que a Canção Nova, que só canta velho protestantismo, não ajuda em nada a Igreja, mas escandalosamente ensina doutrinas anti-católicas, como porexemplo, (de muitos outros que eu poderia citar) a seguinte afirmação do agora mons. Jonas Abib em sua mensagem de Natal: “(…) Jesus assumiu sobre si todos os meus e todos os seus pecados e os levou em si para a cruz e alios encravou definitivamente. Há ainda outra pergunta muito mais séria do que as anteriores: se é assim,por que é que o mundo continua como está e por que é que as pessoas continuam como são? É porque anossa salvação, que já aconteceu, precisa ser assumida por cada um de nós. É só assumir.”. De padre, o líder da Canção Nova passou para Monsenhor. Mas de idéias não mudou: continua protestante. É como a serpente que troca de pele, mas não de veneno. Ou como os lobos, que trocamde pelo, mas não de vício. Para Lutero, bastava crer estar salvo e se poderia pecar à vontade, porque crendo na salvação, automaticamente se estava salvo. Com efeito, o princípio fundamental da heresia luterana foi: “Crê firmemente e peca à vontade“. Monsenhor Jonas Abib ainda não ensina que se pode pecar, mas já ensina a primeira parte do credo luterano: quem acredita -quem “assume” que está salvo, já fica salvo, sem precisar fazer mais nada. É o que se lê nesse artigo repetitivo do protestante Monsenhor Jonas Abib, da Canção Nova.
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4Você me diz: De que irei eu mim orgulhar? a palavra de Deus diz que aquele que quiser seorgulhar que se orgulhe no Senhor(Tig:4ss), entou eu posso mim orgulhar de ser filho de Deus, serimangem e semelhança do seu ser, de ter um salvador e libertador, JESUS, que morreu e ressucitoupor mim, E DE AGORA, NA PLENITUDE DOS TEMPOS RECEBER O PENHODO ESPÍRITO, PARA ORAR EMLINGUAS, INTERPRETALAS, PROFETIZAR, CURAR, LIBERTAR em nome de JESUS, cuja fé nósprofessamos que ressucitou dos mortos. Somos filhos da luz, portadores da graça, autenticos e araltosdo EVANGELHO. Temos uma missão: DE BATIZAR EM NOME DE JESUS E PARA A GLORIA DE DEUS,TODOS OS QUE SE ACHAREM DIGNOS DE SE CHAMAREM CRISTÃOS, E ACEITAREM A SALVAÇÃO QUEDESCE DO CÉU.
Você lê a Bíblia como um protestante. Interpretando-a ao seu bel prazer, e mal sabe que a Igreja Católica em seu Magistério é que possui a verdadeira interpretação da Palavra. Sobre os carismas é inegável que às vezes Deus concede graças verdadeiramente sensíveis, até mesmo fenômenos extraordinários a certas pessoas. Os verdadeiros carismas presentes na Igreja Primitiva é um claro exemplo desses fenômenos extraordinários. Um dos maiores erros da RCC certamente é querert ransformar algo extraordinário em ordinário e até necessário para todos, provocando assim uma exacerbação do misticismo, que nada tem de santidade ou espiritualidade católica, como vão atestar os santos. É interessante notar que São Tomás de Aquino nunca se refere aos carismas como sendoum fenômeno contemporâneo. Ele fala sobre eles apenas com referência aos tempos Apostólicos. Para uma explicação mais profunda sobre esses fenômenos, aconselho que se leiam seus escritos. Basicamente, os verdadeiros carismas foram dons que capacitaram a Igreja primitiva a se espalhar rapidamente até os confins do mundo até então conhecido e tornar-se bem estabelecida antes da morte dos Apóstolos. Como já foi dito antes e como bem elucidou São Paulo na sua II Epístola aos Coríntios, o propósito dos dons era a edificação da Igreja e não a santificação daqueles a quem eles eram conferidos. O dom das línguas foi dado para permitir que o Evangelho fosse pregado a todos os ouvintes independente de seus idiomas. Profecia, curas, milagres, etc. foram dados para provar a veracidade das pregações da Igreja e para promover conversões. Com a conquista de uma Universalidade Moral pela Igreja, a necessidade de tais fenômenos cessou por várias razões. Primeiramente, por causa da presença de povos de tudo quanto é nacionalidade dentro do Corpo da Igreja e em segundo lugar, por causa do comprovado estabelecimento da Igreja como Verdadeira Religião em um curto espaço de tempo. O mesmo argumento pode ser feito hoje contra a presença contemporânea dos carismas. Uma vez que a Igreja é agora tanto moralmente quanto fisicamente Universal, abrigando pessoas – mesmo do Clero – de tudo quanto é nação e língua, que necessidade haveria da glossolalia para aevangelização? Uma vez que a Igreja já possui quase dois mil anos de existência comprovada como Verdadeira Religião, que necessidade ela teria dos carismas para provar sua Doutrina? Como declara Santo Agostinho: “Uma vez que mesmo agora quando o Espírito Santo é recebido, ninguém fala nas línguas de todasas nações, é porque a própria Igreja já fala na língua de todas as nações: Já que quem quer que seja quenão está dentro da Igreja, não recebeu ainda o Espírito Santo” (Santo Agostinho, Tratado de XXXII sobre João). É bem sabido que o Diabo e seus demônios podem produzir prodígios que a princípio parecem milagres para os mais desavisados, como na história do Mago Simão e sua “milagrosa levitação” desbancada por São Paulo. Portanto é extremamente perigoso ir aceitando de cara, qualquer fenômeno extraordinário como sendo de origem divina. O grande místico e doutor da Igreja, São João da Cruz, tão freqüentemente citado e tão mal compreendido pelos “gurus” espirituais modernos, tinha o seguinte a dizer, concernente à supostas “revelações pessoais” vindas de Deus e que foram experimentadas por alguns de seus contemporâneos: “E eu temo muitíssimo pelo que está acontecendo nesses nossos tempos: se qualquer alma, seja láqual for depois de um pouquinho de meditação, tiver em suas recordações uma dessas locuções,imediatamente “batizá-las” como vindas de Deus e com tal suposição disser: “Deus me disse”, “Deus merespondeu”. Ainda que não seja exatamente assim, mas, como já dissemos, essas pessoas sãofreqüentemente os autores de suas próprias locuções“. (São João da Cruz – A Subida do Monte Carmelo). “Através do desejo de aceitá-las, eles abrem as portas para o demônio. O demônio pode entãoenganá-los usando outras comunicações espertamente fingidas e disfarçadas como genuínas. Naspalavras do Apóstolo, ele pode transformar-se em “anjo de luz” (II Cor. 11:14) [“e você diz:’{Somosfilhos da luz}(sic)”]… Independentemente da causa dessas apreensões, é sempre bom para um homemrejeitá-las de olhos fechados. Se ele fracassa em assim fazer, ele acabará por dar espaço para aquelasque tem origem diabólica e dará poder ao demônio para que se aposse de suas próprias comunicações. Enão é só isso, as representações diabólicas se multiplicarão enquanto aquelas que vem de Deusgradualmente cessarão, de forma que dali a pouco todas virão do demônio e nenhuma delas de Deus.Isso tem ocorrido com muitos incautos e não-instruídos“. (S. João da Cruz – A Subida do Monte Carmelo). De fato, Nosso Senhor Jesus Cristo adverte a Igreja dos perigos de aceitar de cara supostos milagres: porque se levantarão falsos cristos e falsos profetas, que farão milagres e prodígios a ponto de seduzir se isto fosse possível até mesmo os escolhidos. (Mt 24,24). Mais estarrecedor ainda é sua advertência: “Nem todo aquele que me diz Senhor, Senhor, entrará no Reino dos céus, mas sim aquele que faz avontade do meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não pregamos nósem vosso nome, e não foi em vosso nome que expulsamos os demônios e fizemos muitos milagres? E, noentanto, eu lhes direi: nunca vos conheci. Retirem-vos de mim, operários maus!” (Mt 7,21-23).
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5Você me diz: Não os que andam por aí com vergonha desse titulo,e BLASFÊMAM públicamenteas obras do SANTO ESPÌRITO, estes sim são os verdadeiros espíritos de porcos, homens indolentes,que despresam as obrs do eterno. Como diz a escritura: (Porque aqueles que foram uma veziluminados saborearam o dom celestial, participaram dos dons do Espírito Santo, experimentaram adoçura da palavra de Deus e as maravilhas do mundo vindouro e, apesar disso, caíram na apostasia, éimpossível que se renovem outra vez para a penitência, visto que, da sua parte, crucificaram de novoo Filho de Deus e publicamente o escarneceram. HEB:6,4-6).
Bom, quanto a estas suas afirmações, creio eu já tê-las explicados em refutas anteriores, principalmente a dos espíritos de porcos. Não sei, porém de qual título você fala. Pude entender quem é você exatamente neste parágrafo. Por seu tom acusador deu pra perceber que você é a cobrinha criada de seu irmão. Mas estou ciente e de consciência tranqüila de que nunca blasfemei contra o Espírito Santo, pois o espírito que denuncio é o que faz você orar em línguas que ninguém entende,que nem mesmo você entende. Veja o que diz Santo Agostinho: “Quem em nossos dias, espera que aqueles a quem são impostas as mãos para que recebam oEspírito Santo, devem portanto falar em línguas , saiba que esses sinais foram necessários para aqueletempo. Pois eles foram dados com o significado de que o Espírito seria derramado sobre os homens detodas as línguas, para demonstrar que o Evangelho de Deus seria proclamado em todas as línguasexistentes sobre a Terra. Portanto o que aconteceu, aconteceu com esse significado e passou“. E ainda lhe digo o que é blasfêmia: é o uso pejorativo do nome de Deus, de Nosso Senhor, deNossa Senhora ou dos Santos e Anjos. Exemplo de blasfêmia é amaldiçoar o nome de Deus, (coisa que,felizmente, nossa língua portuguesa, diferentemente de outras, praticamente desconhece), contarpiadas indecentes com Deus ou os Santos, imprecar contra a Divina Providência, etc.
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6Você me diz: Meu amado e Estimo Irmão em Cristo Jesus, acaso não sabéis que o Senhorquando se revestiu de tal glória, quis derramar sobre todos nós os mistérios, dons e serviços doEspirito Santo para o crescimento de sua Igreja, coluna e sustentaculo da fé. Veja o que diz a Palavra:A uns ele constituiu apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas, pastores, doutores, para oaperfeiçoamento dos cristãos, para o desempenho da tarefa que visa à construção do corpo de Cristo,até que todos tenhamos chegado à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, até atingirmoso estado de homem feito, a estatura da maturidade de Cristo. Para que não continuemos crianças aosabor das ondas, agitados por qualquer sopro de doutrina, ao capricho da malignidade dos homens ede seus artifícios enganadores.(Efe:4,11-14).
Você mesmo se deixou levar, assim como eu um dia me deixei também, por esse sopro de doutrina humana e protestante, como já expliquei anteriormente. Sobre a diversidade dos dons e carismas também expliquei acima a sua necessidade para a Igreja.
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7Você me diz: Caro Amigo, é bém verdade que nela a muitos erros como á també na própriaigreja, mais o que nos move é a fé.
Você acerta em cheio ao afirmar que na RCC há muitos erros, mas erra feio ao afirmar que na Igreja também há. Meu caro, a Igreja é Una e Santa, Católica (universal), Apostólica e Romana, forada qual não há salvação. Afirmando isso que você diz teríamos de mudar o Símbolo Apostólico e o Nicenoconstantinopolitano que afirmam a mesma profissão de Fé. Mostre-me algum documento,citação, etc., da Santa Sé afirmando: “a Igreja Católica não é Santa, não é Una, não é Católica, nem Apostólica e nem Romana” que eu comerei os meus sapatos em sua frente e serei protestante! Para provar o contrário dessa aberração que você afirmou cito o Papa Bonifácio VIII:”Uma, santa, católica e apostólica: esta é a Igreja que devemos crer e professar já que é isso o que aensina a fé. Nesta Igreja cremos com firmeza e com simplicidade testemunhamos. Fora dela não hásalvação, nem remissão dos pecados, como declara o esposo no Cântico: “Uma só é minha pomba semdefeito. Uma só a preferida pela mãe que a gerou” (Ct 6,9). Ela representa o único corpo místico, cujacabeça é Cristo e Deus é a cabeça de Cristo. Nela existe “um só Senhor, uma só fé e um só batismo” (Ef4,5)” ( Bula Unam Sanctam, papa Bonifácio VIII). Você acha por acaso que Cristo tem defeitos, erros? Como então seu Corpo Místico apresentar erros? Isso fere a nossa razão, pois a Igreja é o próprio Cristo, sendo assim PERFEITA.
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(…)
Que Deus te abençoe e Maria te guarde!
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Santa Missa no Rito Romano Tradicional

Vida, dom de Deus

Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

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