De Chesterton para Lula

A verdade torturante que a Comissão da “verdade” não viu

Uma república socialista?


Dom Aloísio Roque Oppermann

Arcebispo Emérito de Uberaba (MG)

Se os serviços públicos são geridos por empresas particulares, ou pelo governo, é uma questão de eficiência. Não é de ideologia política. Mas não esqueçamos que os serviços públicos “gratuitos” alguém os precisa pagar. A passagem de ônibus eu posso pagar do meu bolso, diretamente para a companhia particular, que presta esse serviço. Ou eu entrego essa mesma contribuição ao governo, para que ele a administre. Não existe jantar gratuito. O socialismo sempre fascinou a mente humana, porque parece ser mais justo, e atender melhor à parte mais pobre da humanidade. Isto, precisamente, sempre foi o ponto fraco do capitalismo: não ter plano de salvação para os perdedores.  Mas o socialismo carrega consigo uma mancha execrável. Não é capaz de respeitar o que é inerente ao ser humano, que é a sua liberdade. Como não conseguirá jamais se estabelecer com a concordância dos cidadãos, precisa se impor à força. As cabeças de quem pensa, e é cioso em permanecer livre, rolam inexoravelmente. Esse regime é o mais catastrófico da história, tendo assassinado mais de 80 milhões de rebeldes. Tornou-se uma mancha na história da humanidade.

No Brasil, alegremente estamos correndo para os braços das ditaduras. Sem pejo nenhum, e sem falsete no rosto dos nossos dirigentes, temos relações diplomáticas preferenciais com nações, onde as liberdades individuais são uma quimera. As visitas oficiais a certos países, de visceral princípio socialista, são uma constante. A importação de médicos estrangeiros (não quero duvidar de sua competência profissional), tem como objetivo acostumar nossa população com as belezas do socialismo. Os gastos financeiros com doações em favor de nações mais pobres (todas socialistas), são uma constante. Os Black Blocs, quebrando com grande satisfação os Bancos, mostram que já estão infectados com esse vírus, francamente anti-livre mercado. Os que querem os serviços públicos todos gratuitos, vivem de um delírio deplorável. Tudo está sendo feito à luz do sol. Os condutores da nação terão o direito de dizer: “eu avisei”. É muito provável que entre os condenados pelos crimes do mensalão, já se encontrem aqueles que, no futuro, serão os dirigentes da Nação.

http://www.cnbb.org.br/articulistas/dom-aloisio-roque-oppermann/13595-2014-02-04-17-43-48

Margaret Thacher segundo Reinaldo Azevedo


Sem Margaret Thatcher, a Inglaterra estaria no buraco. Como eu sei? Era o mais estatista e estatizado dos países europeus, decorrência das “conquistas” do Partido Trabalhista, uma agremiação surgida em 1900, criada por socialistas dos mais diversos matizes, por sindicalistas e por intelectuais marxistas. Era socialista, mas não revolucionário. O PT, 80 anos depois, apareceu em terras brasileiras com discurso semelhante — já explico por que isso tem lá a sua ironia. Em 1918, os trabalhistas incorporaram a seu programa a chamada Cláusula IV, que estabelece como norte a propriedade coletiva dos meios de produção. Atenção! O texto só foi mudado na convenção nacional de 1992, 74 anos depois! Se você clicar aqui, terá acesso às duas versões da cláusula, a anterior e a que está em curso, que defende a colaboração entre o capital privado e o estado.

A maior obra da conservadora Thatcher foi mudar o Partido Trabalhista, pondo um ponto final à ilusão, ao menos nas democracias europeias, de que o estado-empresário é o melhor indutor do desenvolvimento. Ela chegou ao poder em 1979 e deu início a um processo de desestatização da economia que tirou a Grã-Bretanha do impasse, refém que era do sindicalismo barra-pesada e da ineficiência. É vista como a precursora do que pode ser considerado mais uma invenção da esquerda do que da direita: o tal “neoliberalismo”, que encontraria em Ronald Reagan, que assumiu a Presidência dos EUA em 1981, o outro protagonista.

Não havia nada de “novo” no liberalismo de Thatcher e de Reagan, sempre lembrando que atuaram em ambientes bastante distintos no que respeita à presença do Estado na economia; ela teve muito mais trabalho. A novidade ficou por conta, talvez, da revalorização das forças de mercado, tidas, então, pelas esquerdas intelectuais como uma fase superada da civilização.

Thatcher comprou todas as brigas contra o sindicalismo brucutu e não cedeu. Foi primeira-ministra por mais de 11 anos (de maio de 1979 a novembro de 1990; seu sucessor, o também conservador John Major, ficou no poder até maio de 1997. As mudanças que ela operou na economia garantiram aos conservadores 18 anos de poder.

E agora voltamos aos trabalhistas. Em 1992, o partido decidiu mudar o conteúdo da Cláusula IV. A ideia de uma Grã-Bretanha socialista, organizada segundo a propriedade coletiva dos meios de produção, se parecia, vá lá, utópica no papel, havia se tornado ridícula quando confrontada com a realidade. Em 1997, um Partido Trabalhista, se me permitem a brincadeira, “thatcherista” vence a eleição e conduz Tony Blair ao poder por 10 anos — mais três de seu correligionário Gordon Brown. Nos 13 anos de trabalhismo pós-Thatcher, os marcos da economia continuaram rigorosamente os mesmos. Houve uma inflexão ou outra mais “social” na saúde e na educação e só.

Não é nenhum exagero afirmar que a Grã-Bretanha está há 34 anos sob os fundamentos que Thatcher reintroduziu na economia. E não há recuo possível. A sua última grande — enorme contribuição! — ao país foi dizer um sonoro “não” à Zona do Euro, que antevia como uma usina de crises, que teria de ficar sob a permanente regência da Alemanha. Como um único Banco Central haveria de arbitrar demandas de economias tão distintas? O presente, é evidente, lhe dá razão.

Fora do tempo
Thatcher se torna primeira-ministra em 1979, quando se ensaiava por aqui a formação do PT, fundado um ano depois. Em 1981, Reagan se elege nos EUA. Em 1982, Lula disputa o governo de São Paulo com uma plataforma socialista, discurso repetido em 1989, na eleição presidencial. Estávamos, obviamente, na contramão da história. A Constituição de 1988 vem à luz pautada, em muitos aspectos, por um estatismo xucro, com aversão clara ao capital. A Grã-Bretanha estava no 10º ano de suas reformas.

O Plano Real nos salvou do abismo, e não só pela virtude em si de ter posto a inflação sob controle. É que esse bem teve um desdobramento político importante: a eleição de FHC em 1994, com a reeleição em 1998.  Atenção! Dezesseis anos depois da chegada de Thacher ao poder e 14 depois da chegada de Reagan, o Brasil optou por umas poucas privatizações — enfrentando a tropa de choque sindical e o lulo-petismo — que fizeram do Brasil, apesar de tudo, um país contemporâneo, ainda que sempre na rabeira, como hoje.

As reformas que o Brasil empreendeu na década de 1990 só foram possíveis porque Thatcher e Reagan haviam recuperado, muito antes, o prestígio das leis de mercado e demonstrado, na prática, que o Estado, quando refém de corporações de ofício, produz mesmo é atraso orgulhoso.

Aqui e ali vocês lerão que a crise de 2008 ainda é desdobramento da desregulação da economia promovida pela dupla e coisa e tal. Bobagem! Isso é só ideologia chinfrim. Aos respectivos governos de ambos se sucederam gestões ditas “progressistas”, com inflexões à esquerda — a possível em cada país. Por que não se operaram, então, mudanças de rumo? De resto, a bolha imobiliária americana não se formou porque se seguiram as leis de mercado; ela só se tornou gigantesca porque essas leis não foram seguidas.

Começo a encerrar com mais umas considerações sobre o Brasil,. Também o PT, no poder, abandonou o seu credo socialista de antes, a exemplo do Partido Trabalhista inglês. Só que aquele teve a decência de mudar seus estatutos, não é? O PT continua com a sua cantilena dita socialista, o que é mera propaganda. Socialista não é, mas autoritário sim! O país opera segundo as leis de mercado, mas o sindical-estatismo tem peso crescente não exatamente na economia, mas no custo Brasil.

As esquerdas, especialmente em nosso país, foram hábeis na campanha de demonização do chamado “neoliberalismo”, especialmente depois da crise de 2008. Querem o Estado como patrão da sociedade. É claro que o modelo não vai dar certo. Já não está dando, diga-se. País que cresce menos de 1% com inflação renitente e baixo investimento está encalacrado. Mas, por enquanto, fica ancorado no consumo e na criação de empregos de baixa qualidade. Popular, o governo dá Bolsa Família de um lado e Bolsa Empresário de outro. Aloizio Mercadante, candidato a pensador desse novo momento brasileiro, filosofou em entrevista ao Estadão que, para o povo, PIB se traduz por emprego e consumo. O crescimento não tem tanta importância. Se o país cresce 1% e se o que importa, como quer o mestre, é emprego e consumo, esse desajuste se alimenta de alguma seiva. No caso, alimenta-se do nosso futuro.

Uma Margaret Thatcher no Brasil parece coisa impossível. Há alguns dias, Dilma anunciou a criação de uma estatal das águas, “Hidrobras” ou coisa assim. O Estado gerenciando a sociedade, em vez de a sociedade gerenciando o estado, está se tornando nossa segunda natureza.

Morreu uma grande mulher. Foi uma das principais personagens de uma mudança na economia de efeitos planetários.

Margaret Thacher morreu pobre.

Mentira estampada da propaganda maçônica


[A propaganda maçônica sempre fêz questão de estampar “que ela proíbe expressamente discutir sobre política e religião”, no entanto como é típico desta Ordem, a mentira e enganação, principalmente direcionada aos neófitos, é a regra que a conduz. A notícia abaixo exprime muito bem que a Maçonaria discute sim política e é óbvio que ela influencia de maneira poderosa a sociedade levando-a cada vez mais para o caos. Ora, se política ela discute, é lógico crer que também religão é discutida nos ambientes maçônicos. E como! Bastam ver as ultimas declarações do GOF. Não são poucas as especulaçãoes da infiltração da Maçonaria no Concílio Vaticano II que explodiu a bomba que hoje é a crise da Igreja]

 

Maçonaria quer influir na política do País

Ricardo Santana

Os maçons da Grande Oriente do Brasil (GOB) estão em processo de campanha para a eleição de um novo Grão-mestre geral. O senador Francisco Mozarildo de Melo Cavalcanti concorre ao posto e fez campanha na última segunda-feira com os maçons da Loja Maçônica Arquitetos de Ormuzd, de Bauru.

A GOB é um ramo da maçonaria brasileira mais tradicional. Cavalcanti é senador da República pelo Estado de Roraima. O senador do PTB comenta que a maçonaria tem como objetivo retomar sua atuação política decisiva nos rumos da política do Brasil sem partidarização. Cavalcanti contextualiza que a maçonaria contribuiu nos principais eventos históricos do Brasil. O senador cita a influência de membros da maçonaria na Proclamação da Independência, Abolição da Escravatura e Proclamação da República. Ele detalha que os três movimentos foram planejados e executados por membros da maçonaria. Atualmente, os maçons têm atuado fortemente contra a corrupção. Cavalcanti cita que, pela inserção social dos membros maçons, a instituição tem muito a contribuir com o processo político brasileiro. “É um século para batalhar pela educação, contra a corrupção, a liberdade, igualdade e fraternidade”, cita o senador.

Formalmente, a maçonaria existe no Brasil desde 1822 e no mundo é uma instituição milenar. A atuação da maçonaria também se destaca no campo assistencial com manutenção de creches e escolas.

Cavalcanti está visitando as lojas do Estado de São Paulo em que a GOSP está muito presente, em todas as regiões. Conforme informação do site da GOSP, são mais de 746 Lojas, com mais de 21 mil obreiros e presente em cerca de 230 municípios (36% das 645 cidades paulistas).  A renovação de Grão-mestre geral é realizada a cada cinco anos e a próxima eleição está agendada para o dia 9 de março de 2013.

Fonte: JCNET

Frei Rojao, que fez voto de boçalidade, analisa o resultado das eleições em São Paulo


Em Anhangá-Açú não tivemos segundo turno. O prefeito Chico Pilantra Jr. foi reeleito no primeiro turno com 60 e poucos porcentos dos votos, derrotando a oposição do vereador Tonho Bandido. É verdade que o alcaide Chico Pilantra Jr. foi o terceiro maior ladrão da cidade, perdendo apenas para os históricos saques de Anhangá-Açú pelo pirata “Sir” Thomas Cavendish em 1584 e pelos cangaceiros de Lampião em 1932, mas Vox Populi é Vox Populi, não é? Tentei pesquisar quem escreveu este adágio do Vox Populi e não consegui. Deve ter sido o Cramulhão fazendo “marketing negativo”. Afinal, os profetas hebreus já sabiam que o povo, assim como os reis, eram causas de males e idolatria.

Se em Anhangá-Açú foi resolvido, voltei meus olhos para São Paulo, já que o Rio também se resolveu com seu show de horrores e Brasília não tem eleição para prefeito. Como bom mineiro do interior, nascido em São Gonçalo do Brejo das Almas, nem vou falar de BH, Curral del Rey, e se não temos El Rey D. João temos o senhor D. Aécio, esta nova versão do Conde de Assumar, governador das Minas, ex quinhão da capitania de São Paulo, para tristeza dos homens da Capitania do Espírito Santo, a quem cabia Minas por geografia.  Ah, meus patrícios, não há nada mais ridículo que um mineiro que tenta usar a geografia para explicar sua mineiricidade, como se os suíços fossem ricos por terem como nós montanhas e queijos, não por bancos. Eis porque Minas Gerais não é a Suíça. Ops, volto ao tema, que é a terra do colégio de Manoel da Nóbrega, porque a terra de Anchieta também é o Espírito Santo e as Ilhas Canárias, enfim, chega de
geografia irônica!

No aspecto religiosos, a eleição paulistana foi pitoresca:

– Tinhamos um candidato apoiado por uma igreja dona de um partido que culpou a Igreja catolica pelo kit-gay, e que criou confusão com o Cardeal Arcebispo que, naquele momento, teve uma atitude corajosa

– Tinhamos o candidato sob cuja batuta ministerial saiu o malfadado kit que contava com o apoio e campanha irrestrita de um padre com um inquérito nas costas na polícia civil formalmente acusado de corrupção de menores, tendo inclusive financiado uma Land Rover para um inocente rapaz

– Tinhamos um candidato que era guia turístico católico do poderoso da vez, que tentou o voto católico, quis lançar campanha na Catedral e levou um generoso pé-na-bunda do eleitorado.

– Tinhamos um candidato capaz de se beneficiar do voto conservador, mas cujo partido, partideco, partido que merece desaparecer, foge deste eleitorado feito o diabo da cruz, a despeito dele ter dado o segundo segundo-turno consecutivo para seu candidato.

Agora vêm as análises política, ah, as análises. E como metralham o voto conservador. “Não deviam ter falado do kit-gay!” dizem os analistas “isentos” da imprensa “isenta” que gira mais a esquerda que rotatória de trânsito (onde a preferência é sempre de quem vem a esquerda, ou seja, são nossos jornais!). Estava lendo num jornal velho, de idéias velhas, uma psicóloga, esta nova Moisés nos conduzindo à Terra da Promessa, falando a seguinte batatada jurídica: “Como podem reclamar do kit-gay se o STF já deu ganho de causa a favor do casamento gay?”. Puxa! É verdade, vamos ensinar às crianças de 13 anos as sutilezas do sexo anal, não é verdade? Ou os benefícios da bissexualidade! É… e os pedófilos somos nós, padres!

São Paulo é a cabeça do Brasil e terceiro orçamento da República. “Follow the money”, já dizia o Garganta Profunda de Watergate. Felizmente, quem tem São Paulo nem sempre tem o Brasil, como provam sucessivas eleições, e até uma guerra civil em 1932. Mas… será? O PT sabe muito bem usar direitinho a máquina, e o atira o Leviathan de Hobbes sem piedade na cabeça dos seus adversários. Oh, Oh, Oh, a oposição ganhou prefeituras no Norte e Nordeste! Belo troco. Proponho que declarem formada a Confederação do Equador então. Será que não sabem que o enfraquecimento de um aliado é o enfraquecimento de todo partido, ó lideranças, ó presidenciáveis? Se tivesse um partido, o PFR Partido do Frei Rojão, quereria ganhar as eleições do Céu, do Purgatório, do Limbo e do Inferno! Ah, mas até a do limbo? O orçamento é tão pequeno! Ate do limbo, meus caros, porque – na política – a força não nasce da fraqueza, e São Paulo, o
Apóstolo, disse o contrário porque era apóstolo, não político.

E para que ser ponta de lança do voto conservador, já que certo deve estar Dom Fernando Antônio Figueiredo, em cima do muro nestas questões morais que a política levanta??? Afinal “O que falar de Marta?” e não é a dúvida pela Marta do Evangelho que se cansava pelo menos para garantir uma boa recepção a Jesus, era pela Marta Vasconcelos Suplicy mesmo! Nada como responder com um sonoro “Sim e não, muito pelo contrário!” a uma questão moral. Valha-me Deus no confessionário responder “Veja bem..” quando me perguntam se tal coisa é pecado ou não. Se o episcopado é assim, porque eu, pároco dos cafundós, vou me estressar? No fundo, o sumo-sacerdote idólatra de Betel, Amasias, é quem tinha razão: “Ô, profeta Amós, vai plantar castanha lá para as suas bandas, não vem falar bobagem no Santuário do Rei!”. Quantos sacerdotes não babam pelo serviço do rei?! Quantos não gostam de que falem mal do rei? Pelo menos Amasias comia do fruto do
santuário, muitos sacerdotes católicos se vendem ao petismo de graça, por gosto, por sabujisse mesmo. É, meus caros, a “Santa” Aliança entre o Altar e o Trono continua emporcalhando a Igreja, a diferença é que o trono é vermelhinho e tem uma estrela. Tristes tempos que a sabujisse aos decadentes Habsburgo, Bragança e Bourbon foi trocada pela sabujisse aos petistas! Covardes! Como ficarão de pé no dia do julgamento?

Agora é muito patético quando ouço: “Pelo menos o PSDB e a Oposição vai se repensar por perder São Paulo, será bom”. Se um dia alguém que acabou de ficar paraplégico por um acidente vier pedir alguma palavra de consolo para mim, posso dizer “Pelo menos, na cadeira de rodas, você pode exercitar seus braços agora”. Ou alguém que perder um filho: “Pelo menos você terá mais tempo e comida para os outros filhos”. Ou alguém que perder um braço: “Pelo menos você economiza ao comprar luvas”. Que a oposição continue achando bom perder eleição atrás de eleição até o PT os jogar todos no Gulag. Perder a eleição é bom, entregar o terceiro orçamento da República para o adversário é excelente, é ótimo mesmo! O PT agradece.

Tucanos não, antas!

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Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão. Estamos nos tempos das pedras, onde protestantes saem em defesa da Igreja Católica como o belo exemplo do Silas Malafaia

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