Há compatibilidade entre a Teologia da Libertação e o Pe. Cícero?

Romaria da Terra: a romaria parasita.


No dia 02 de agosto próximo realizar-se-á a 17ª Romaria da Terra (e 1ª Romaria das Águas do Ceará) na Diocese de Tianguá, em Viçosa do Ceará, no Noroeste Cearense (mais precisamente na região da Ibiapaba). A mesma é realizada pela Comissão Pastoral da Terra, CPT, do Ceará.

RT

Num folheto contendo um “tríduo preparatório” para a tal romaria podemos encontrar o ritmo que ela terá, tal como uma ridícula oração que dirige-se a Deus por “Pai e Mãe” e compara de forma descabida o êxodo vivido pelo povo hebreu com a luta de classes socialista que a CPT quer implantar no Brasil. Como sempre o agronegócio está entre os grandes inimigos, ou segundo eles “dragões perseguidores”, mesmo sendo este o setor responsável por produzir boa parte do alimento que temos em nossa mesa e estar sempre alavancando a balança comercial do nosso País para cima. Ainda nesta mesma oração encontro um trecho perturbador que precede o sincrético “amém! axé! awere! aleluia!”:

“Que aos pés de Nossa Senhora da Assunção, sob a proteção da Senhora Santana, de São José e pelo sangue dos Mártires da terra, sejamos animados na esperança e alegria, para prática do evangelho da justiça e da boa nova da primavera eclesial que se anuncia agora e possa permanecer para sempre.”

RT_Oração

Quem seriam esses “mártires da terra”? Os criminosos invasores da propriedade alheia que pecam contra o quinto, o sétimo e o décimo mandamento? Mas o que me perturba mesmo é a tal “primavera eclesial”. O que seria tal “primavera”? Acredito saber o que venha a ser. E se tal “primavera” é considerada “boa nova” por setores que, como a CPT, promovem a luta de classes, o comunismo e o socialismo, o aborto, o “casamento” homossexual, e toda atrocidade desde que seja contrária a Doutrina Católica, esta tal “primavera” com certeza não é tão “boa nova” assim. Pelo menos para os católicos.

O povo nordestino é característico por ser pacato e valente, devoto e obediente. São estas as virtudes que forjaram e forjam os seguidores de Antonio Conselheiro, de Frei Damião, de Padre Cícero e de outros homens santos que pisaram nesta terra. Ouso citar o desconhecido Monsenhor Costa de minha querida Cedro. A devoção dessa gente, da qual faço parte, é responsável pelo erguer de cidades como Canindé, Crato e Juazeiro do Norte, onde movimentam milhares, talvez milhões, de pessoas em romarias. Pessoas comuns, simples, humildes, devotas, crentes, sem tantos conhecimentos teológicos mas que reconhecem o Extraordinário quando O vêem. O que a CPT faz com a Romaria das Terras é aproveitar-se destas virtudes do povo nordestino, da sua devoção, para infiltrar todo o veneno marxista da luta de classes e outros males do comunismo nesta população e arrebanhar multidões para os seus erros. Ela se aproveita de todo um aparato burocrático eclesial das Dioceses, já há muito aparelhadas também, para promover uma falsa romaria. Uma romaria não pela devoção a um santo, mas em adoração, idolátrica mesmo, à terra – que em sua oração recebe o nome de “mãe terra”. Apoiada por uma tal FASTENOPFER, aparente instituição católica da Suíça (a mesma Suíça dos encontros secretos) e pela Coordenadoria Ecumênica de Serviço – CESE (uma organização ecumênica que tem o selo Boff de aprovação – por aí já se dá para ter noção do que é)  a CPT é como um parasita que se apossa do hospedeiro e corrói tudo aquilo que ele têm de bom, manchando-o e deixando pra trás apenas suas fezes. É isto que a Romaria da Terra é: uma romaria parasita.

Padre Marcelo Rossi: “Estamos voltando à Idade Média, o período mais terrível e negro da igreja”


O padre Marcelo Rossi quase nunca fala algo que se aproveite, mas quando fala alguma coisa que preste sempre vem acompanhado de algo pra melar o que disse. Acabo de ler aqui algumas declarações suas sobre a malfadada tentativa da CNBB (ou CNB do B como diria alguns 🙂 ) de revitalizar as moribundas CEB’s. Ao se referir sobre a participação de clérigos na disputa de cargos políticos solta a pérola que intitula este post.

Acho que o padre entende muito de como engordar, emagrecer, educação física, etc. e tal. Mas de História da Igreja anda muito desinformado e “fora de forma”. Acho que ele precisa de uma bela aula de introdução à Idade Média além da leitura de alguns livros sobre o assunto que não sejam seus “Ágape e agapinho” e verificar que a Idade Média não é isso que ele pinta ou lhe pintaram. Haveria muito mais o que falar sobre a Idade Média, aqui, aqui e aqui. Deixo estes poucos exemplos nestes link’s ao leitor para que se deliciem e talvez possa aparecer um discípulo do padre dos “animaizinhos subiram de dois-em-dois” e possa repassar para ele.

Abaixo a tal notícia:

Sacerdote católico mais famoso do país, o padre Marcelo Rossi, 45 anos, se mostrou contra o incentivo às Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) e à candidatura de representantes religiosos a cargos políticos. Em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, padre Marcelo declarou que as CEBs – que tiveram seu auge nos anos 1980 combinando princípios cristãos a uma visão social de esquerda – apresentam o risco de estimular a “tentação à política”.

Segundo a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a igreja quer incentivar as CBEs para recuperar espaço em áreas pobres. “Nas CEBs, acaba se tornando mais política do que social. É mais perigoso a pessoa ter a tentação à política na CEB”, disse o religioso.

Sobre o uso da igreja como plataforma política, o padre fez uma crítica ao que os evangélicos começaram a fazer com a candidatura de pastores. “A Igreja Católica é apartidária, pelo menos deve ser. Os evangélicos, às vezes, determinam em quem votar. Estamos voltando à Idade Média, o período mais terrível e negro da igreja”, disse.

Marcelo Rossi  também se posicionou contra a presença do pastor e deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) na presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDH) da Câmara. “Ele nem deveria estar lá, na minha opinião. A partir do momento em que se diz um pastor, não dá para ser ao mesmo tempo um líder político. Acho importante ter uma bancada católica, como existe a evangélica. Mas não acho correto padre, bispo, pastor se candidatarem, porque aí estou transformando um púlpito num palanque”, falou.

The Walking Dead – versão CNBB


Por FABIANO MAISONNAVE

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Preocupada com a renovação das paróquias, a assembleia dos bispos, que terminou na última sexta, incluiu as Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) entre as iniciativas para recuperar a presença da Igreja Católica nas áreas mais pobres, onde perde fiéis para evangélicos.

“É um jeito de fazer com que os leigos lá na base comecem novamente a se articular”, disse d. Severino Clasen, presidente para comissão para o laicato da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), ao defender uma CEB menos ideológica.

Surgidas após o Concílio Vaticano 2º (1962-65), as CEBs foram impulsionadas pelo Documento de Medellín (1968) e pela Teologia da Libertação. Ligadas ao PT e movimentos sociais, seu auge foi nos anos 1980, em regiões pobres, com uma crítica que unia princípios cristãos a uma ótica de esquerda.

Em meio à oposição dos papas João Paulo 2º e Bento 16, que nomearam bispos contrários à aproximação com a esquerda, perderam força.

Para o padre Benedito Ferraro, assessor da Ampliada Nacional das CEBs, a volta da discussão é um reconhecimento de parte dos bispos de que a retração abriu espaço para as evangélicas, como a Assembleia de Deus.

Hoje, diz, as CEBs são minoria entre os grupos eclesiais na periferia. Ferraro diz que não há números precisos sobre as CEBs, mas que elas estão presentes em todo o país.

O início da retomada das CEBs foi em 2007, na Conferência do Episcopado Latino-Americano, onde foi aprovado um documento cujo relator foi o bispo argentino Jorge Mario Bergoglio, futuro papa Francisco, com trechos bastante favoráveis às CEBs.

Os elogios, porém, foram diluídos quando o Documento de Aparecida passou por uma revisão da Cúria Romana do papa Bento 16.

“O modo como aconteceu repercutiu negativamente”, disse o bispo italiano de Adriano Vasino. “Isso é um dos problemas que a Igreja está tentando resolver, ter maior transparência em tudo.”

Vasino diz que o tema continua a dividir a CNBB entre “bispos que acreditam claramente nesse modelo” e “outros que, por experiências negativas, resquícios, consideram as comunidades ligadas só ao social ou a ideias descritas como comunistas”.

Defensores das CEBs esperam mais apoio do papa Francisco. Tanto por ter participado do Documento de Aparecida quanto pela defesa de uma “igreja para os pobres” –embora sem viés esquerdista.

A retomada, porém, não deverá ter a mesma força de antes, avalia o ex-arcebispo do ABC, cardeal d. Cláudio Hummes. “[As CEBs] talvez representem uma época, da ditadura militar, e foi aí que o povo conseguiu ter voz”, disse. “Em 30 anos, se faz um longo caminho. Então eu não posso simplesmente repetir o discurso de 1980 nem a prática de 1980 ao pé da letra.”

Frei Boff renega e abjura a Teologia da Libertação


O @freirojao tem que saber disso!

É isso mesmo minha gente que acabo de informar. O frei Boff renega a malfadada Teologia da Libertação.

Mas calma, não é o frei Leonardo Boff, e sim seu irmão frei Clodovis Boff, que com o primeiro foi um dos “fundadores” da Teologia da Libertação. Abaixo publico um texto de sua pena:

(…)
Que acontece então na prática teórica da Teologia da Libertação (TdL)? Acontece uma “inversão” de primado epistemológico. Não é mais Deus, mas o pobre, o primeiro princípio operativo da teologia. Mas, uma inversão dessas é um erro de prioridade; por outras, é um erro de princípio e, por isso, de perspectiva. E isso é grave, para não dizer fatal.

Que o pobre seja um princípio da teologia ou uma perspectiva (ótica ou enfoque), é possível, legítimo e mesmo oportuno. Mas apenas como princípio segundo, como prioridade relativa. Se assim é, a teologia que arranca daí, como é a TdL, só pode ser um “discurso de segunda ordem”, que supõe em sua base uma “teologia primeira”.

Contudo, não parece que a TdL tenha essa consciência, pois se pensa, para todos os efeitos, como uma teologia inteira à parte, substituindo ou dispensando a “teologia primeira” e fundindo ou, melhor, confundindo o nível “transcendental” com o “categorial”. Em sua prática teórica, continua a pôr o “pobre” como seu princípio, centro e fim. E ainda que não o faça com plena consciência e consentimento epistemológico, o resultado, na prática, é o mesmo, e isso, como dissemos, por causa da ambiguidade com que esta questão essencial é aí tratada.

Ora, quando o pobre adquire o estatuto de primum epistemológico, o que acontece com a fé e sua doutrina no nível da teologia e também da pastoral? Acontece a instrumentalização da fé em função do pobre. Cai-se no utilitarismo ou funcionalismo em relação à Palavra de Deus e à teologia em geral.

Que a fé seja útil, isso é certo, mas essa não é sua parte maior nem a mais importante. Uma fé usada principalmente de modo instrumental, sofre fatalmente uma capitis diminutio: é submetida a uma seleção e a uma interpretação de acordo com o que interessa à “ótica do pobre”. Sem dúvida, a fé preenche plenamente também esta ótica, mas também dela transborda por todos os lados, infinitamente.

Contra as críticas de que estaria usando “olheiras ideológicas”, a TdL apela para ideias como “margens de gratuidade” e “reserva escatológica” para afirmar seu respeito à transcendência da fé. Na verdade, a parte da transcendência é, nesta teologia, a parte menor e menos relevante, a “parte de leão” cabendo, como sempre, à “leitura libertadora” da fé.

O resultado inevitável é a redução da fé e, em especial, sua politização. Fala?se aqui também, criticamente, da transformação da fé em ideologia. Isso procede toda a vez que se dá à ideologia o sentido preciso que lhe dá o Magistério: o de uma fé que decai de seu nível transcendente para a imanência da política.

De onde eu tirei isso? Lá do Reinaldo Azevedo. Clique no link e lá você lerá também uma interessante entrevista do frei Boff, o católico 🙂 , sobre a renúncia de S.S. Bento XVI, bispo emérito de Roma.

Um congresso teológico sem Missa. Ou: Teologia da Libertação: viva e atuante no Brasil


Como podem notar a Teologia da Libertação continua viva e atuante na América Latina. Seria talvez seu último extrebucho? Acho que não. A notícia é do Vatican Insider, os negritos e a tradução são meus.

 

Por ANDRÉS BELTRAMO ÁLVAREZ – Vatican Insider | Tradução: §|Olhar Católico|§

A Teologia da Libertação marxista não está morta na América Latina. Apesar de suas teses e slogans terem evoluído, escondem os mesmos objetivos de sempre: demolir o “pensamento único romano” e propondo “outra igreja possível”. Seus expoentes mais polêmicos se reunirão de 7 a 11 de outubro no Brasil, com a desculpa de recordar o Concílio Vaticano II. Embora, na realidade, será uma oportunidade para afinar a agenda do “progressismo católico”.

Na Santa Sé se acenderam os alarmes, e não é para menos. O congresso Continental de Teologia, que será acolhido pelo Instituto Humanitas Unisinos da Companhia de Jesus, na cidade brasileira de São Leopoldo, também tem como objetivo celebrar o 40 º aniversário do livro “Teologia da Libertação. Perspectivas” de Gustavo Gutiérrez . Um texto que foi corrigido em muitas passagens a mando da Congregação para a Doutrina da Fé.

Entre os palestrantes estão Jon Sobrino e Leonardo Boff, sobre os quais se mantém vigentes as sanções eclesiásticas por difundirem doutrinas contrárias ao magistério da Igreja. Mas outros teólogos também de ortodoxia duvidosa como Andrés Torres Queiruga, que – em março ultimo – foi convocado pelos bispos espanhóis a esclarecer seu pensamento que, em vários aspectos, não pode ser considerado católico.

Embora os organizadores tenham se esforçado para sustentar que o congresso não procura provocar um “duelo teológico” com o Vaticano, na prática, será. Porque iniciar-se-á no mesmo dia da abertura em Roma do Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização, durante o qual Bento XVI abrirá o Ano da Fá, em uma cerimônia pelo aniversário de 50 anos do Concílio.

Nestes termos a Unisinos vai fortalecer ainda mais seu caráter dissidente. Não apenas por uma questão de datas coincidentes, mas especialmente pelos temas em que as discussões vão girar nesses dias.

A Fundação Ameríndia, organismo convocante, incluiu no programa os temas mais defendidos pelos movimentos radicais da esquerda: desde a ideologia de gênero até os direitos humanos, da justiça à migração, desde a miscigenação até à “releitura libertadora da história latinoamericana”, da economia e ecologia aos sistemas políticos emergentes.

Apesar do número discreto de sacerdotes que assistirão aos trabalhos, não está agendada qualquer celebração religiosa. Não há Missa prevista , se quer no domingo. Tampouco foi considerada uma cerimônia ecumênica. Apenas se reservou meia hora para um “momento de espiritualidade” dedicado, cada dia, a uma situação diferente: a “entronização da Bíblia”, “o ecumênismo”, o “testemunho do martírio” e “os indígenas”.

O movimento teológico que vai dar vida ao Congresso Continental é discreto em seus números e atrevido em suas doutrinas. Nenhuma das quatro reuniões preparatórias para a conferência, realizadas em 2011 na Guatemala, México, Chile e Colômbia somou mais de 300 participantes. O resultado destas é um teste das idéias a serem impostas em São Leopoldo.

Por exemplo, na Guatemala o padre brasileiro Ermanno Alegri, coordenador da agência Adital, sustentou “a necessidade de elaborar uma agenda teológica para o futuro que nos levará a abrir-nos a um Deus vivo e livre, ao contrário da visão de um Deus preso em dogmas , ritos, normas morais e patriarcalismos” [Nota do §|Olhar|§: esse “deus” já existe: foi o que se rebelou e bradou “non serviam!”]. O jesuíta Sobrino disse: “fora dos pobres não há salvação” e “a Igreja traiu Jesus Cristo”.

Em suma: o encontro do Brasil será uma mistura de algumas idéias teológicas, pensamentos ecléticos vários e propostas culturais que são como uma manta de retalhos, com um forte matiz política. Tudo acolhido por uma instituição católica, dirigida por uma congregação religiosa cujo quarto voto é o de fidelidade ao Papa (os jesuítas).

Uma situação que preocupa a Cúria Romana. Como assim o confirmou Boff através de sua conta no Twitter em 14 de setembro: “Vejam a vontade persecutória do Vaticano: pressionam para queo Congresso sobre a Teol.da Lib.a se realizar em outubro no Sul não se realize. O Vaticano pensa que com os dois documentos(ruins)que escreveram sobre aTeol da Libertação a mataram e enterraram.Mas os oprimidos continuam. Enquanto houver um oprimido gritando vale se engajar por sua libertação,inspirados pelo Cristo Libertador.Só uma Igreja cínica se faz surda.”

§|Olhar Católico|§ indica

RCC e Teologia da Libertação: Faces da mesma moeda que levam para a omissão.


Prof. Hermes Rodrigues Nery

Em meio ao contexto problemático do 2º turno das eleições presidenciais, vamos percebendo uma tensão de posicionamentos no seio da Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, em que a maioria prefere ficar indiferente, acuada, quieta, esperando o resultado das urnas, para depois ver o que se pode fazer com o quadro político que sair vencedor. É a lógica do oportunismo, pois muitos esperam tirar (ou manter) vantagens de quem ganhar o pleito. Entre os cristãos, poucos têm tido a coragem de colocar o dedo na ferida e deixar claro, claríssimo o projeto anti-cristão do PT, exposto no PNDH3, como o fez o Pe. José Augusto da TV Canção Nova. Rapidamente o seu posicionamento corajoso e lúcido foi censurado, posto de escanteio e até condenado pela direção da Canção Nova, que não quer perder privilégios temporais.
Depois da influência nefasta da teologia da libertação, que tanto mal fez à “sã doutrina católica” em nosso País, agindo como o demônio que tentou Jesus no deserto oferecendo-lhe o pão do mundo, com a ilusão de um paraíso terrestre que deve ser vivido, aqui e agora, num afã desmesurado e desesperado da prosperidade material. A teologia da libertação tirou o horizonte soteriológico dos cristãos católicos, que querem o Messias temporal, a garantir segurança e conforto neste mundo, esquecendo-se de que Jesus foi categórico diante de Pilatos: “O Meu Reino não é deste mundo!”,e prometeu o consolo definitivo aos que choram pela justiça e que buscam primeiro o Reino de Deus, para que venham os bens verdadeiros por acréscimo. A teologia da libertação impregnou como um câncer, vastos setores da fé católica, que hoje muitos vêem a Igreja como ONG e não como sacramento salvífico.

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Não servirei!


Este grito bradado por satanás, repetido milhares de vezes por seus asseclas no decorrer da história, continua a ser bradado agora dentro da Igreja. Está tudo de pernas pro ar! Leigos querem decidir qual pastor querem ter! E quando têm um verdadeiro revoltam-se com o mesmo! Mas de fato não são ovelhas estes leigos a clamarem “ele não atende aos requisitos pastorais e pedagógicos de um pastor”! São, pelo contrário, lobos em pele de cordeiro. 

De que estou a escrever? 

Verdadeiro pastor

Oremos por este Bispo FIÉL ao seu chamado!

 

Ora, da revolta contra o FIEL  Bispo da Igreja Católica (na Paraíba) D. Aldo Pagoto. O mesmo é conhecido por ser fiel a Doutrina da Igreja, ao contrário dos bispos comunistas a serviço de Fidel, Che, Chavez, Lula, Marx e congêneres da CNBdoB. Comunistas disfarçados de “leigos” católicos assinam uma carta do tipo “abaixo-assinado” solicitando ao Núncio Apostólico a sua retirada por ele não atender aos requisitos deles: tomar a terra alheia (roubar), acolher o homossexualismo e abortismo do grito dos excluídos, dentre outras atitudes bem “católicas”. 

Estes mesmos “leigos” católicos foram, provavelmente, os que gritaram palavras de desrespeito e vandalizaram a fachada artística e patrimonial da cúria. Pois bem, caros leitores deste pequeno blog (que são poucos), peço de vocês oração por este Bispo e pela conversão destes “leigos” católicos ao Catolicismo. 

Mas, vejam só de onde são alguns destes “leigos”: 

G. P.  O. – CUT [socialismo e comunismo na veia!] 

L. B. S. – Nós Também Somos Igreja [então morra pra que essa “igreja” que você é vá pro INFERNO!] 

J. G. S. A. – Dirigente Sindical (SINTER – PB) [mais um sindicalista…] 

R. N. Q. – Educador de Jovens Cristãos [pobres jovens!] 

Estes  ou outros gatos pingados leigos com seus poderosos cargos a serviço da Igreja reivindicam um Bispo com os seus “requisitos pastorais e pedagógicos” a lá Helder Camara. 

Façam o seguinte: vão a um terreiro de macumba e tentem ressuscitar o velho comunista bando de hereges! 

Citando Nosso Senhor: 

“Raça de víboras”! 

“Sepulcros caiados”! 

Citando o bestiário de S. Jeronimo

“Asnos bípedes”! 

“Cães furiosos”! 

“Insetos”! 

“Porcos”! 

“Escorpiões”! 

“Cão que volta ao seu próprio vômito”! 

Ufa… Teria muito mais. Mas concluo com uma pergunta que não quer calar: qual será a posição do Núncio Apostólico? 

PS: Veja também um caso parecido aqui no Ceará.

Homilia longa…

Ideologia dos anos sessenta e suas conseqüências


– Alguns analistas sustentam que os ataques ao Pontífice e os problemas de pedofilia foram gerados no âmbito dessa ideologia dos anos 60, que, de acordo com seu romance, estava presente na mentalidade dos conspiradores do Concílio. Como vê as recentes críticas a Bento XVI?

– Rosa Alberoni: Estes analistas têm razão. E a oportunidade dada à militância ateísta de hoje para atacá-lo foi construída com esmero. Destruir o trono de Pedro é uma ideia que nasceu com Lutero, retomada mais tarde pelos jacobinos, depois pelos comunistas, pelos nazistas e, hoje, pelo movimento cientificista-ecológico-animalista – isto é, pelos promotores do ateísmo.

Descobri que alguns prelados se permitiram, algumas vezes, seduzir pela ideologia dominante, com a convicção de que uma vez libertos da influência do Papa, poderiam rapidamente se adaptar às circunstâncias partilhar do poder de seus líderes. O Papa, que por sua vez se mantém fiel à sua tarefa de seguir os Textos Sacros, passa a ser um obstáculo para os planos destes. Assim, os prelados progressistas, em especial aqueles ligados à a teologia da libertação, com frequência se irritam quando o vigário de Cristo adverte para que não sejam violados os valores fundamentais da civilização cristã.

 

O sucessor de Pedro, na verdade, apenas cumpre sua tarefa quando lembra que tais valores não são negociáveis e repreende aqueles que os pisoteiam. Se um Papa, como está fazendo Bento XVI, inicia uma limpeza entre o clero rebelde, não é surpresa que estes reajam com virulência. Assim, os ataques perpetrados contra Bento XVI não constituem surpresa para mim. Minha preocupação é informar as pessoas.

(Fonte: http://www.zenit.org/article-24721?l=portuguese)

Reacionário – autor desconhecido


Sou Reacionário
Assumido, indignado e cansado!
Sou Reacionário.
Não gosto dos sem terra e de todos os outro sem.

Dizem que isto é ser reacionário, mas não gosto de vê-los invadindo fazendas, indústrias, supermercados, Congresso Nacional, Assembléias Legislativas, Câmaras de Vereadores, Palácios do Executivo, parando ruas e estradas, ocupando linhas de trens, quebrando repartições públicas, tentando parar o lento progresso do Brasil.

Sou Reacionário.
Não gosto dos congressistas que aprovam a demarcação de áreas indígenas nas fronteiras de nosso país, maiores do que muitos países europeus, para meia dúzia de índios aculturados e (muito bem) preparados no exterior, para formar uma nação ou várias, desmembradas do Brasil.
Sou Reacionário.
Não gosto de índios insuflados por interesses obscuros parando explanação de engenheiros de estatais com facões, para parar o lento andar do progresso na construção de usinas hidrelétricas para geração de energia que tanto necessitamos (já tivemos apagões e teremos outros se não agilizarmos as novas construções).
Sou Reacionário.
Não gosto de bufões que gritam contra governos estrangeiros e vendem petróleo a eles. Não gosto de cocaleiros que estatizam empresas brasileiras sem o devido ressarcimento dos investimentos feitos em seus países. Não gosto de esquerdistas eleitos em seus países, que querem discutir contratos firmados há mais de 30 anos, em hidrelétricas construídas com dinheiro tomado emprestado pelo Brasil, e, que nós estamos pagando com juros altíssimos.
Sou Reacionário.
Não gosto de governantes frouxos que não tomam atitudes enérgicas para impedir a espoliação de nossos investimentos externos, que compram aviões de empresas estrangeiras em detrimento das nacionais. Não gosto de governantes semi-analfabetos que acham que instrução e educação não são importantes para o povo.  Não gosto de governantes que pouco trabalharam na vida, aposentados como perseguidos políticos, tendo ficado menos de 24 horas detidos, que cortam o próprio dedo para conseguir indenização e que moram ou moraram em casas emprestadas por ‘compadres’…
Sou Reacionário.
Não acredito em cotas para negros e índios. Dizem que sou racista. Mas para mim racista é quem julga negros e índios incapazes de competir com os brancos em pé de igualdade. Eu acho que a cor da pele não pode servir de pretexto para discriminar, mas também não devia ser fonte para privilégios imerecidos, provocando cenas ridículas de brancos querendo se passar por negros…
Sou Reacionário.
Não gosto da farta distribuição de Bolsas tipo Família, vale gás, vale isso, vale aquilo, que na realidade são moedas de troca nas eleições, para que certos partidos políticos com seu filiados corruptos, possam se perpetuar no poder.
Sou Reacionário.
Não gosto das bases de sustentação de governos eleitos de forma minoritária, com loteamento de cargos públicos e desvios de dinheiro público para partidos e seus filiados, como nos casos do mensalão e Detran.
Sou Reacionário.
Hoje não se pode mais deixar os filhos trabalharem com idade inferior a 18 anos, mas pode deixá-los fazer sexo em casa com o(a) namorado(a), sair nas festinhas e ‘raves’ e para beber e consumir drogas. Podem roubar e até mesmo matar, sem serem devidamente punidos pelas faltas (somente medidas sócio-educativas) cometidas, e, com 21 anos já estão de novo na rua para cometerem novos crimes.
Estou velho.
Não quero ouvir mais notícias de pessoas morrendo de dengue. Tapo os ouvidos e fecho os olhos mas continuo a ouvir e ver. Não quero saber de crianças sendo arrastadas em carros por bandidos, crianças adotadas sendo maltratadas pelos pais adotivos, velhos jogados (ou amontoados) em asilos, ou de uma menininha jogada pela janela em plena flor de idade. Meu coração não tem mais força para sentir emoções.
Estou mais velho que o Oscar Niemeyer.
Ele ainda acredita em comunismo, coisa que deixou de existir. Estou cansado de quererem me culpar por não ser pobre, por ter casa, carros e outros bens, todos adquiridos com honestidade e muito trabalho (mais de 12 horas por dia, seis dias por semana), por ser amado por minha mulher . Nada mais me comove…
Estou bem envelhecido!
Bem, sou um brasileiro ‘Reacionário’, indignado com as sacanagens e
roubalheiras deste país.
* AUTOR DESCONHECIDO

Lula e sua grande farsa


Fonte: Estadão

A grande farsa

Miguel Reale Júnior – O Estado de S.Paulo

Kerrie Howard, diretora da Anistia Internacional, ao comentar a posição do Brasil em face da morte do dissidente cubano Orlando Zapata, disse, com a mais absoluta razão: “Não se pode criticar a questão dos direitos humanos apenas quando é conveniente.”

 

Todavia, essa submissão da defesa dos direitos humanos pelo governo Lula a outros interesses não é novidade, como revela a posição assumida em órgãos internacionais. Assim, quando da vigência da Comissão de Direitos Humanos da ONU, substituída depois pelo Conselho de Direitos Humanos, o país de Lula votou favoravelmente à no-action motion para proteger a China na questão dos direitos humanos. O Brasil, em 2003 e em 2004, votou contra as resoluções que condenavam a Rússia pela lesão a direitos humanos na República da Chechênia.

Recentemente, como um dos 47 membros do Conselho de Direitos Humanos, o Brasil acompanhou a proposta cubana de não reprovar o Sri Lanka, país onde cerca de 70 mil pessoas haviam sido mortas em perseguição política e centena de milhares, deslocadas internamente.

Apesar da violação sistemática de direitos humanos na Coreia do Norte, com execuções e torturas de dissidentes políticos, o Brasil se absteve, em 2008 e em 2009, na Assembleia-Geral da ONU e no Conselho de Direitos Humanos, quanto à tomada de medidas e sanções em face dessas ofensas gritantes. O mesmo com o Congo e o Sudão.

Na linha de desprezo aos direitos humanos, vistos como válidos apenas quando interessa, o “diplomata” Marco Aurélio Garcia banalizou a morte de Orlando Zapata, em greve de fome, ao relativizar: “Há problemas de direitos humanos no mundo inteiro.” Essa declaração é um gravíssimo desrespeito a valores fundamentais, pois cinicamente justifica a sua afronta por ser usual.

Discípulo do “diplomata” Marco Aurélio, o presidente Lula, em El Salvador dois dias após a morte de Zapata, disse: “Não se pode fazer julgamento de um país ou julgar a atitude de um governo por uma atitude de um cidadão que resolve entrar em greve de fome.”

Lula tratou como um cidadão qualquer o dissidente Zapata, em greve de fome como ato de resistência civil silenciosa e preso de consciência conforme a Anistia Internacional, dando ao fato cores de ato de cidadão tresloucado, ao qual se refere como um qualquer, ignorando ter sido preso em vista de seus escritos e suas manifestações de oposição política.

Em entrevista à Associated Press, Lula explicitou toda a sua “sensibilidade” aos direitos humanos de presos políticos: “Greve de fome não pode ser um pretexto dos direitos humanos para libertar as pessoas.” “Imaginem se todos os bandidos presos em São Paulo fizerem um jejum para pedirem sua libertação.”

O que espanta não é Lula ter dito isso. Os absurdos presidenciais têm sido reiterados, apesar deste não ferir apenas a nossa inteligência, mas a nossa sensibilidade moral. O que espanta é o contraste: o Lula de ontem e o de hoje.

Lula teve o exemplo de dois de seus próximos colaboradores, Paulo Vannuchi e Frei Betto, que, como presos políticos, empreenderam greve de fome em 1972 em busca da justa reivindicação de não serem separados em diversos estabelecimentos, como medida de segurança pessoal. Essa greve com emoção é relatada por Frei Betto nos livros Cartas da Prisão e Diário de Fernando. Nesse último livro, que reproduz o testemunho de outro preso, Frei Fernando Brito, registra-se que até os carcereiros vieram solidarizar-se com eles em greve de fome.

O secretário da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Ivo Lorscheiter, enviou à época carta ao ministro da Justiça pedindo que as reivindicações dos presos em greve de fome fossem atendidas. Conta Frei Fernando: “A greve de fome aprofunda-nos a vida espiritual… o sentido evangélico de nosso gesto.” Em Cartas da Prisão, Frei Betto, com seu estilo preciso, diz sobre a greve de fome: “Não é fácil controlar o apetite da imaginação. Ainda bem que o espírito se mostra mais forte que a carne.”

Em 11 de dezembro de 1989, às vésperas do segundo turno entre Lula e Collor, Abílio Diniz foi sequestrado por ativistas políticos (argentino, chileno e canadense) que desejavam arrecadar fundos para a guerrilha em El Salvador. Condenados, passados dez anos, entraram em greve de fome exigindo o retorno a seus países. Lula foi visitá-los no Hospital das Clínicas. Ligou, então, para o presidente Fernando Henrique para pleitear que fossem atendidos, argumentando que a morte mancharia a biografia do presidente.

José Gregori, secretário nacional de Direitos Humanos, em conjugação com o Itamaraty, promovia a assinatura de tratado de troca de prisioneiros com a Argentina e o Chile, a permitir o envio dos presos a seus países. Durante o tempo em que havia as tratativas para essa troca de prisioneiros, a Secretaria de Direitos Humanos, conta José Gregori, recebia telefonemas de Marco Aurélio Garcia em campanha pela expulsão dos presos em greve de fome.

Em 2000, professores paranaenses entraram em greve de fome para reivindicar melhoria salarial e em Curitiba receberam a visita de solidariedade de Lula.

Lula mesmo, quando preso político, fizera greve de fome.

Se não fosse evidente a distinção entre preso político e preso comum, a experiência vivida por Lula deveria tê-lo instruído sobre a diferença entre as duas classes de presos. Para Lula, o respeito a merecer os presos políticos estava à mão, nos livros e na vida de amigos acima lembrados. Mas Lula preferiu, com relação a Zapata, seguir o determinado pela versão do jornal oficial de Cuba, o Granma, que o descreveu como preso comum insubordinado.

Lula pôs no mesmo saco presos políticos e comuns para desculpar Cuba. Antes, já ignorara as ignomínias praticadas na China, na Coreia do Norte, na Rússia e no Sri Lanka.

Como se vê, não passa de uma grande farsa defender os direitos humanos a serem desprezados conforme a conveniência.

 

ADVOGADO, PROFESSOR TITULAR DA FACULDADE DE DIREITO DA USP, MEMBRO DA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS, FOI MINISTRO DA

JUSTIÇA

Uma sugestão para a CNBB – 2011


CF 2011 – Letra para o hino
Tema: MAIS VERDADE E ORTODOXIA NO PLANETA
Lema: A FÉ CATÓLICA GEME EM DORES DE PARTO (citação minha)

 L.: Emerson de Oliveira

 1.       Olha meu povo, esta bela fé católica:
Esta riqueza de teologia, de ensinamentos milenares!
Ela foi inspirada por Deus,
Para ser uma agência de salvação. (Cf. opus cit)
Nossa fé católica, Senhor,
Geme de dor noite e dia.
Será de parto essa dor?
 Ou simplesmente agonia?!
 Vai depender só de nós!
 Vai depender só de nós!…
 Até quando agüentar,
 Até quando suportar,
 As infâmias e estragos
 Que a TL quer implantar?
 Faz cessar, Senhor.
 Essa mazela impudica
 Que a que tudo indica
 Faz-nos chorar de dó.
 Que haja menos influência
 Dos Boff, dos Bettos e Sem-Terra.
 Que o que tudo impera
 Seja tua vontade, Senhor.
  Continue lendo »

Bispo modernista prega sobre a Cruz!

Discurso aos bispos dos Regionais Sul 3 e 4 da CNBB


Venerados Irmãos no Episcopado,

Dou as boas-vindas e saúdo a todos e cada um de vós, ao receber-vos colegialmente no quadro da vossa visita ad limina. Agradeço a Dom Murilo Krieger as expressões de devotada estima que me dirigiu em nome de todos vós e do povo confiado aos vossos cuidados pastorais nos Regionais Sul 3 e 4, expondo também os seus desafios e esperanças. Ouvindo estas coisas, sinto elevarem-se do meu coração ações de graças ao Senhor pelo dom da fé misericordiosamente concedido às vossas comunidades eclesiais e por elas zelosamente conservado e arduamente transmitido, em obediência ao mandato que Jesus nos deixou de levar a sua Boa Nova a toda a criatura, procurando impregnar de humanismo cristão a cultura atual.

Referindo-me à cultura, o pensamento dirige-se para dois lugares clássicos onde a mesma se forma e comunica – a universidade e a escola –, fixando a atenção principalmente nas comunidades acadêmicas que nasceram à sombra do humanismo cristão e nele se inspiram, honrando-se do nome «católicas». Ora «é precisamente na referência explícita e compartilhada de todos os membros da comunidade escolar – embora em graus diversos – à visão cristã que a escola é “católica”, já que nela os princípios evangélicos tornam-se normas educativas, motivações interiores e metas finais» (Congr. para a Educação Católica, Doc. A escola católica, n. 34). Possa ela, numa convicta sinergia com as famílias e com a comunidade eclesial, promover aquela unidade entre fé, cultura e vida que constitui a finalidade fundamental da educação cristã.

Entretanto também as escolas estatais, segundo diversas formas e modos, podem ser ajudadas na sua tarefa educativa pela presença de professores crentes – em primeiro lugar, mas não exclusivamente, os professores de religião católica – e de alunos formados cristãmente, assim como pela colaboração das famílias e pela própria comunidade cristã. Com efeito, uma sadia laicidade da escola não implica a negação da transcendência, nem uma mera neutralidade face àqueles requisitos e valores morais que se encontram na base de uma autêntica formação da pessoa, incluindo a educação religiosa.

A escola católica não pode ser pensada nem vive separada das outras instituições educativas. Está ao serviço da sociedade: desempenha uma função pública e um serviço de pública utilidade, não reservado apenas aos católicos, mas aberto a todos os que queiram usufruir de uma proposta educativa qualificada. O problema da sua paridade jurídica e econômica com a escola estatal só poderá ser corretamente impostado se partirmos do reconhecimento do papel primário das famílias e subsidiário das outras instituições educativas. Lê-se no artigo 26 da Declaração Universal dos Direitos do Homem: «Os pais têm direito de prioridade na escolha do gênero de educação a ser ministrada aos próprios filhos». O empenho plurissecular da escola católica situa-se nesta direção, impelido por uma força ainda mais radical, ou seja, a força que faz de Cristo o centro do processo educativo.

Este processo, que tem início nas escolas primária e secundária, realiza-se de modo mais alto e especializado nas universidades. A Igreja foi sempre solidária com a universidade e com a sua vocação de conduzir o homem aos mais altos níveis do conhecimento da verdade e do domínio do mundo em todos os seus aspectos. Apraz-me tributar aqui a mais viva gratidão eclesial às diversas congregações religiosas que entre vós fundaram e suportam renomadas universidades, lembrando-lhes, porém, que estas não são uma propriedade de quem as fundou ou de quem as freqüenta, mas expressão da Igreja e do seu patrimônio de fé.

Neste sentido, amados Irmãos, vale a pena lembrar que em agosto passado, completou 25 anos a Instrução Libertatis nuntius da Congregação da Doutrina da Fé, sobre alguns aspectos da teologia da libertação, nela sublinhando o perigo que comportava a assunção acrítica, feita por alguns teólogos de teses e metodologias provenientes do marxismo. As suas seqüelas mais ou menos visíveis feitas de rebelião, divisão, dissenso, ofensa, anarquia fazem-se sentir ainda, criando nas vossas comunidades diocesanas grande sofrimento e grave perda de forças vivas. Suplico a quantos de algum modo se sentiram atraídos, envolvidos e atingidos no seu íntimo por certos princípios enganadores da teologia da libertação, que se confrontem novamente com a referida Instrução, acolhendo a luz benigna que a mesma oferece de mão estendida; a todos recordo que «a regra suprema da fé [da Igreja] provém efetivamente da unidade que o Espírito estabeleceu entre a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e o Magistério da Igreja, numa reciprocidade tal que os três não podem subsistir de maneira independente» (João Paulo II, Enc. Fides et ratio, 55). Que, no âmbito dos entes e comunidades eclesiais, o perdão oferecido e acolhido em nome e por amor da Santíssima Trindade, que adoramos em nossos corações, ponha fim à tribulação da querida Igreja que peregrina nas Terras de Santa Cruz.

Venerados Irmãos no episcopado, na união a Cristo precede-nos e guia-nos a Virgem Maria, tão amada e venerada nas vossas dioceses e por todo o Brasil. Nela encontramos, pura e não deformada, a verdadeira essência da Igreja e assim, através dela, aprendemos a conhecer e a amar o mistério da Igreja que vive na história, sentimo-nos profundamente uma parte dela, tornamo-nos por nossa vez «almas eclesiais», aprendendo a resistir àquela «secularização interna» que ameaça a Igreja e os seus ensinamentos.

Enquanto peço ao Senhor que derrame a abundância da sua luz sobre todo o mundo brasileiro da escola, confio os seus protagonistas à proteção da Virgem Santíssima e concedo a vós, aos vossos sacerdotes, aos religiosos e religiosas, aos leigos empenhados, e a todos os fiéis das vossas dioceses paterna Bênção Apostólica.

Mas é pra seguir qual Filho?

S.S. Bento XVI critica disseminação da TL no Brasil


Agência Ansa – Publicação: 05/12/2009 12:33 CIDADE DO VATICANO – O papa Bento XVI lamentou neste sábado que nas escolas e universidades brasileiras ainda estejam presentes os “princípios enganosos da teologia da libertação”, e pediu “aos que estão atraídos, implicados e tocados” por ela que retornem à “via reta da doutrina”. Segundo o Pontífice, que recebeu no Vaticano um grupo de bispos brasileiros, as escolas não são de propriedade dos teólogos críticos, mas da Igreja Católica. Bento XVI retomou algumas das indicações que ele mesmo já havia feito quando era Prefeito da Congregação para a Fé no documento “Liberatis Nuntius”, de agosto de 1984. No texto, o Papa chamava a atenção para “os perigos de uma apropriação sem críticas, feita por alguns teólogos, de teses e metodologias provenientes do marxismo”.

Carta do Secretário da Congregação para o Clero sobre Obediência


A seguir carta do secretário da Congregação para o Clero aos Presbíteros.

Que ouçam os desobedientes a S.S. Bento XVI e à Doutrina Católica, tanto os Presbíteros quanto os Bispos, principalmente os da Teologia da Libertação e seguidores do Boff.

 

“Prometes filial respeito e obediência a mim e aos meus sucessores?”

(Pontificale Romanum De Ordinatione Episcopi, presbyterorum et diaconorum,

editio typica altera, Typis Polyglottis Vaticanis 1990).

Caríssimos irmãos no sacerdócio

         Ainda que não estejam vinculados pelo voto solene de obediência, os ordinandos fazem a promessa de “filial respeito e obediência” ao próprio Bispo e aos seus sucessores. Se, por um lado, é diferente o estatuto teológico entre um voto e uma promessa, idêntico é o compromisso moral definitivo e total, idêntica é a oferta da própria vontade à vontade de um Outro: à vontade Divina, eclesialmente mediada.

         Num tempo como o nosso, fortemente marcado pelo relativismo e pelo democratismo, com vários autonomismos e libertarismos, parece ser sempre mais incompreensível uma tal promessa de obediência. Normalmente é concebida como uma diminutio da liberdade humana, como um perseverar em formas obsoletas, típicas de uma sociedade incapaz da autêntica emancipação.

         Nós, que vivemos a obediência autêntica, bem sabemos que não é assim. A obediência na Igreja não é contrária à dignidade e ao respeito da pessoa e não deve ser concebida como uma subtração de responsabilidade ou como uma alienação.

         O Ritual latino utiliza um adjetivo fundamental para a justa compreensão de tal promessa. Define a obediência somente depois de ter inserido o “respeito”, devidamente adjetivado com “filial”. Ora, o termo “filho” em todas as línguas é um nome relativo, que implica a relação entre o pai e o filho. Justamente neste contexto relacional deve ser compreendida a obediência que um dia prometemos. O pai, neste contexto, é chamado a ser realmente pai, e o filho, a reconhecer a própria filiação e a beleza da paternidade que lhe é doada. Tal como informa a lei natural, ninguém escolhe o próprio pai e, da mesma forma, ninguém escolhe os próprios filhos. Somos, portanto, todos chamados – pais e filhos – a ter uma visão sobrenatural, de grande misericórdia recíproca e de grande respeito. Trata-se de ter a capacidade de olhar ao outro tendo presente o Mistério bom que o gerou e que sempre, ultimamente, o constitui. O respeito é, em linha de máxima, simplesmente este: olhar a alguém tendo presente a um Outro!

         Só em um contexto de “respeito filial” é que se torna possível uma autêntica obediência, que não será apenas formal, mera execução de ordens, mas apaixonada, completa, atenta e capaz de gerar frutos de conversão e de “vida nova” naquele que a vive.

         A promessa é feita ao Bispo do tempo da Ordenação e aos seus “sucessores”, justamente porque a Igreja procura evitar os excessos personalistas. Coloca no centro a pessoa, mas não os subjetivismos que desvinculam da força e da beleza – histórica e teológica – da Instituição. Também na Instituição, que é de origem divina, habita o Espírito Santo. A instituição é, por sua própria natureza, carismática e, neste sentido, estar livremente ligada a ela, no tempo (sucessores) significa poder “permanecer na verdade”, permanecer n’Ele, presente e operante no seu corpo vivo que é a Igreja, na beleza da continuidade temporal, no passar dos séculos, que nos une indivisivelmente a Cristo e aos Apóstolos.

         Peçamos à Ancilla Domini – que é a obediência por excelência, Aquela que também na fatiga exultou dizendo: “Eis-me aqui a escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a vossa palavra” – a graça de uma obediência filial, plena, alegre e pronta; uma obediência que nos livre de todo protagonismo e que possa mostrar ao mundo que é realmente possível doar tudo a Cristo e ser plenamente realizados e autenticamente homens.

 

 

 

 

X Mauro Piacenza

Arcebispo tit. de Victoriana

Secretário

A verdade que a Teologia da Libertação não prega


Para comentar, acesse:

 http://noticias-lepanto.blogspot.com/2009/11/infanticidio-indigena-tragedia.html

Infanticídio indígena: a tragédia silenciada.

Você sabia que, em várias tribos indígenas no Brasil, crianças recém-nascidas são enterradas vivas, estranguladas, ou simplesmente deixadas na mata para morrer?

Você sabia que a FUNAI (Fundação Nacional do Índio) está de acordo com essa prática nefanda, em nome do respeito à “cultura indígena”?

Você sabia que o CIMI (Conselho Indigenista Missionário da Igreja Católica)
concorda com a atitude da FUNAI e se recusa a ajudar os índios a abandonar
tais práticas?

As denúncias são muitas, os fatos são facilmente verificáveis, a verdade está aí diante de todos. Só os que se cegaram voluntariamente não a podem – ou não querem – ver. Muitos dos próprios índios já se opõem ao morticínio. Entretanto, a FUNAI e o CIMI ignoram suas vozes e são contra um projeto de lei que visa acabar com o infanticídio.

O livro eletrônico Infanticídio indígena no Brasil — a tragédia silenciada, da lavra de Raymond de Souza, visa alertar os brasileiros, as autoridades civis e especialmente religiosas, para que façam um compromisso com a “cultura da vida” e se empenhem para que acabe de uma vez o infanticídio em nossas tribos indígenas.

Para fazer o download gratuito do livro, visite o site: http://SaintGabriel-International.com/infanticidio.htm

Infanticídio indígena no Brasil — a tragédia silenciada termina com um apelo ao Papa Bento XVI, pedindo sua intervenção junto aos bispos do Brasil, a fim de que ajam em conjunto para extinguir de uma vez esse crime, que brada aos Céus: o assassinato de crianças recém-nascidas, sob o olhar cúmplice do Conselho Indigenista Missionário, da CNBB.

A obra respeitosamente lembra ao Sumo Pontífice que, há 121 anos, o Papa
Leão XIII dirigiu-se aos bispos brasileiros a fim de que trabalhassem em conjunto para terminar a escravidão. Os bispos ouviram o Papa, e a princesa
Isabel assinou a Lei Áurea.

Chegou a hora de falar para terminar o morticínio!

Segundo Raymond de Souza:

1) Uma nova ideologia de desrespeito à Constituição do País – a qual garante o direito à vida de todos os brasileiros, inclusive o das crianças índias recém-nascidas – está sendo defendida pela FUNAI, com toda a impunidade;

2) Entre os missionários do CIMI, uma nova religião está sendo promovida, defendendo o paganismo, a superstição, a barbárie e o infanticídio como se fossem expressões culturais autênticas, dignas de um missionário cristão;

3) A Lei natural não conta, os Dez Mandamentos não contam, a grande missão que Jesus Cristo outorgou à Igreja, de ensinar e batizar, não conta;

4) Entrementes, sob o pretexto de procurar manter a “cultura indígena”, milhares de crianças inocentes são assassinadas.

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Gratiam tuam, quaesumus, Domine, mentibus nostri infunde; ut qui, angelo nuntiante, Christi Filii tui encarnationem cognovimus, per Passionem eius et Crucem, ad Resurrectionis gloriam perducamur. Per eumdem Christum Dominum nostrum. Amen.

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