“Será que é esse povo que vai pagar as fraldas dos meus filhos?”


“Procura-se obstetra católico”

Este foi um anúncio postado em um jornal por uma católica de Campo Grande. Em sintonia com o que ensina a Doutrina da Igreja ela postou este anúncio por estar insatisfeita com os atendimentos que vem recebendo, onde a contracepção e o controle de natalidade são os dogmas pregados pela religião antropocêntrica que permeia nossa sociedade.

De fato este trecho da doutrina católica tem sido esquecido, omitido, e até mesmo contradito pelos senhores Bispos brasileiros. Que diremos dos Padres?Então esperar isto de médicos é mais “absurdo” ainda, por mais que não seja realmente absurdo, visto que estamos em um país católico.

A senhora em questão tem 28 anos e já espera seu terceiro filho e tem a grande vantagem de ter um marido que compactua com os ensinamentos da Santa Madre Igreja. Eu faço 25 anos no dia 28 próximo e ainda estou na minha primeira filhinha, mas minha esposa, com o apoio de minha mãe (vejam só! que raiva!) se contrapõe a idéia de já gerarmos nosso segundo bebê. Não que ela não queira ter mais filhos… Mas é que não quer agora. Qual o método que ela usa? O mesmo que eu: abstinência. O que quero dizer é que bom que ambos têm a mesma mentalidade!

Agora, o mais “interessante” é ler os comentários que tem na notícia. Me surpreende que haja gente elogiando! Mas é claro há sempre os bocós que dizem “como você vai criar?” ou ainda “que fanática doidona” ou ainda “que irresponsável”. Na própria entrevista ela esclarece: “Será que é esse povo que vai pagar as fraldas dos meus filhos?” Traduzindo: VÃO SE CATAR BANDO DE CRISTIANOFÓBICOS E DEIXEM MINHA VIDA EM PAZ!

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Ano Novo, mídia nova!


Olá pessoal, a paz de Jesus e o amor de Maria!

Acompanhando as tendências sociais entramos 2012 com a nossa nova página no Facebook. Tá, tudo bem, já veio tarde… Mas antes tarde do que nunca, ok?

Então vão lá e curtam: www.facebook.com/olharcatolico

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Lembrando ainda que estamos no Orkut e no Twitter.

Tentarei ser mais atencioso aos pouquíssimos leitores deste velho e pequeno blog neste seu quarto ano.

A história do protestantismo


Hoje vamos revelar o que é o Protestantismo,

de onde vem, quem o fundou, o que alguns tem escondido,

restaurando a verdade que a má fé tem distorcido.

 

Foi no século 16 que essa fé apareceu,

em terras da Alemanha onde cresce o povo ateu,

que fez duas grandes guerras e matou muito judeu.

 

Lutero, monge católico
antes de se rebelar,
viu que um monge safado
cobrava pra perdoar
desobedecendo o Papa,
querendo avacalhar.

 

Lutero fez umas teses para o Papa defender,

o cobrador foi punido, de desgosto foi morrer,

Lutero ficou famoso,começou aparecer. 

 

Juntou-se com os burgueses, ia pra devassidão,

pegou doença venérea,bebia que só o Cão.

Começou zombar do Papa fazendo agitação.

 

Por dois anos foi chamado pra disso ter o perdão,

mas queimou em arruaça toda essa convocação

e fundou por conta própria a sua religião.

Era o Protestantismoa fé que ele inventou,

pra dividir a de Cristo que numa cruz suspirou.

Era a vez de um cachaceiro se passar por redentor.

Dizia, nessa eu mato quantas pessoas quiser,

mesmo assim eu estou salvo porque só basta ter fé.

Quem quiser se batizar luterano agora é.
 

Dos mandamentos de Deus tirou o “não matarás”.

Só falava em matar à espada seus rivais,

sempre a pronunciar o nome do Satanás.

Foi Lutero quem botou na cuca dos alemães

que judeu tem que morrer, lhe tomar a possessões.

Mais tarde veio o Nazismo dizimando seis milhões.

Aliado a devassos príncipes da região,

Lutero roubou igrejas para fazer pregação

e casou-se com uma freira que não valia um tostão.

Tanto insultou o Papa que findou excomungado.

Insuflou os camponeses, fez um fuzuê danado,

que os burgueses seus amigos ficaram desconfiados.

 

Ele então pra corrigir a confusão que criou,

ordenou que dizimassem quem de trabalhar parou,

mataram mais de 100 mil porque Lutero mandou.

A Bíblia ele pegou fez a sua tradução

distorceu três mil palavras, em meio a profanação,

ele tirou sete livros negando a inspiração.

Já a carta de Tiago ele cogitou tirar,

o livro de Apocalipse vivia à criticar,

até pros dez Mandamentos ele disse é bom cegar.

Vez em quando ele pensava: “Será que tô com razão?

Ou será que tô levando pro inferno a multidão?”

E seguiu plantando ódio e fazendo divisão.

E já tendo seis esposas começou a ter visão,

Satanás aparecia sempre lhe dando instrução,

dizendo tire a Missa da sua religião.

Num debate teológico Johann Eck o derrotou;

Erasmo de Roterdã de falsário lhe tachou;

seus escritos, disse Zwinglio, foi Satanás que ditou.

Certa vez ele cansado de escrever tanta instrução

jogou o vidro de tinta justo na cara do Cão,

a parede foi melada guardando a comprovação.

Ele chamava “Reforma” a igreja que inventou.

Se reforma o que existe, no seu caso ele criou.

Com esse papo malandro muito tolo ele enganou.

Chamou Cristo de “adultero” e de Deus fez gozação.

Disse que Deus era “estúpido” e Jesus um beberrão.

Ansiava morrer logo pra ir viver com o Cão.

Lutero, Melanchton, e Bucero, protestantes,

só para satisfazer príncipes simpatizantes

pregaram a poligamia que Jesus proibira antes.

O jurista Carpzov que era seu seguidor,

pegou vinte mil mulheres e na fogueira queimou

dizendo que eram bruxas e disso se orgulhou.

O Calvino e o Zwinglio começaram se afastar

pra fundar suas igrejas e cada vez dispersar.

O líder anabatista Lutero mandou matar.

Luteranos incitados pela sua pregação

fizeram um saque a Roma matando a população,

estupraram, esfaquearam de criança a ancião.

Quando o rei Henrique oitavo quis de novo se casar

já tendo sido casado viu o Papa lhe barrar,

correu pra ser protestante, outra igreja foi fundar.

E mandou matar os padres na fogueira ou enforcado,

obrigou todo católico ser protestante forçado,

se apoderou das igrejas sobre o sangue derramado.

Um milhão morreu de fome no exílio que ele impôs.

Na Escócia quem foi padre não podia ser depois

e os bispos da Suécia mandou degolar os dois.

 

Calvino matou quinhentos em Genebra, cozinhados.

O Dr. Miguel Servet por ele morreu tostado

e proibiu jogo e dança dizendo que era pecado.

A fogueira protestante não teve comparação,

na Inglaterra queimaram as bruxas de multidão.

Na Suécia até criança queimaram sem dar perdão.

No Brasil, os Calvinistas chegando pra esse lado,

encontrando os Jesuítas matou tudo degolado,

Inácio de Azevedo morreu rezando espetado.

Também em Canguaretama e São Gonçalo do Amarante,

houve uma grande chacina feita pelos protestantes,

dizimaram cem católicos, dois padres e seus orantes.

Zwinglio disse que Lutero é boca de Satanás.

Lutero odiava Zwinglio, a Calvino e tem mais:

o rei Henrique oitavo os via como rivais.

Lutero desesperado vendo a coisa desandar

previu que cada cabeça uma igreja ia fundar.

Vendo a sua esvaziar-se começou a praguejar.

E a fraqueza de Lutero começava dar sinais,

sua igreja de areia caía nos vendavais,

a vida de excomungado já não agradava mais.

 

Após se embriagar lamentando seu destino,

Lutero morreu botando pra fora os intestinos,

foi assim que teve fim esse blasfemo assassino.

 

Os protestantes herdaram dele a dissimulação,

hoje vendem suas mortes como da Inquisição,

pondo a culpa na Igreja fazendo uma distorção.

Inquisição não é morte, era uma indagação

feita somente a católico com fé em contradição.

A Igreja ou perdoava ou lhe dava excomunhão.

Hoje o Protestantismo é quem mais produz ateu.

Onde ele liderava A Igreja o bateu.

Os países miseráveis por enquanto é ninho seu.

Durkheim diz: entre os credos do mundo e por região,

na taxa de suicídio o protestante é campeão.

O cordel aqui termina com essa revelação.

 

Fim.
.
Fontes pesquisadas:

1. Funk Brentano,Conversas a Mesa Martim Lutero, Casa Editora Vecchi – 1956 – R.J.- Propôs de Tables – no. 1472, ed. De Weimar II.107

2. Why the Jews? The reason for anti-Semitism [Por que os Judeus: A causa do anti-semitismo] (Nova York: Simon & Shuster, 1983), p. 107.)

3. Benedict Carpzov, Practica Nova Rerum Criminalium Imperialis Saxonica in Tres
Partes Divisão, Wittenberg, 1635.

4. ( Westminster Review, Tomo LIV, p. 453 )

5. (Carta a Melanchthon, 1 de agosto de 1521 (American Edition, Luther’s Works, vol. 48, pp. 281-82, editado por H. Lehmann, Fortress, 1963).

6. A Reforma Protestante, Pgna 203, 7ª edição, em IRC. 1958.

7. B. Bekker, De betoverde wereld, Amsterdã, p. 576-587; trad.: Le monde enchaté, 6 vols. Paris, 1964.

8. Pfanneri. Hist. Pacis Westph. Tomo I e seguintes, 42 apud Doellinger Kirche und Kirchen, p. 55.

9. Luigi Giovannini e M. Sgarbossa in Il santo del giorno, 4ª ed. E.P, pg 224, 1978.

10. “História do anti-semitismo”, de Leon Poliakov.

11. VEIT, Valentim, História Universal, Livraria Martins Editoras, SP, 1961, Tomo II, pp. 248-249.

12. Henry Charles Léa, A History of the inquisition of the Middle Ages, 3 vols. Nova Yorque, Happer, 1888, principalmente vol. I, pp. 137ss; tradução de Salomon Reinach, Historie de L’Inquisition au Moyen-Áge. Ouvrage traduit sur l’exemplaire revu et corrigé de l’auter, 3 vols., Paris, 1900-2 vol. 3.

13. Durkheim, 1982:115
http://www.webartigos.com/articles/3752/1/suicidio/pagina1.html

Dilma chama a religião de mais de um bilhão de pessoas de “a crença do papa”. Achei que também fosse a dela…


Reinaldo Azevedo

“Eu acho que é a posição do papa e tem que ser respeitada. Encaro que ele tem o direito de manifestar o que ele pensa. É a crença dele e ele está recomendando uma orientação”.

É a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, referindo-se ao pronunciamento inequívoco do papa Bento 16, que condenou o aborto e recomendou aos bispos brasileiros que orientem seus fiéis a não votar em candidatos que defendam a legalização. Já escrevi a respeito.

“É a crença dele…” Errado! É a crença de mais de um bilhão de católicos no mundo inteiro, para os quais o papa é a máxima autoridade religiosa. O PT pediu  — e ministro Henrique Neves, do TSE, autorizou — que impressos dando EXATAMENTE ESSA ORIENTAÇÃO fossem recolhidos. Era uma encomenda da Diocese de Guarulhos.

“Crença dele?” Achei que fosse a dela também. Nos últimos dois meses, eu a vi na Igreja algumas vezes. Na Basílica de Aparecida, ela até chegou a fazer o “Pelo Sinal”. Como Gilberto Carvalho, o réu, não conseguiu dar um curso intensivo, ela errou um tantinho a seqüência “esquerda-direita” na hora de representar o Lenho Sagrado. Acrescentou ainda um toque a mais no nariz etc. Ela queria nos passar a idéia de uma conversão sincera. “Crença dele”???

Instada a comentar a reação do PT à recomendação de igrejas cristãs em favor do voto antiaborto, ela comentou:
“Vamos separar as questões. Eu não acho que o papa tem nada a ver com isso. No Brasil, ocorreu outra coisa: uma campanha que não veio à luz do dia; quem fez a campanha não se identificou, não mostrou sua cara. Foi uma campanha de difamações,calúnias e algumas feitas ao arrepio da lei porque a lei proíbe que isso ocorra. Ele veio a público e falou a posição dele”.

Epa! Há uma salada russa aí. O impresso que o PT pediu para recolher não poderia estar mais à luz do dia; não poderia ser mais iluminado: trazia a assinatura de três bispos; foi redigido pela Comissão de Defesa da Vida da Regional Sul I, da CNBB.

Quais calúnias? Quais difamações?
Pergunta -  Dilma é ou não favorável à descriminação do aborto|?
Resposta –
É. Entrevista à Folha em 2007 e à Marie Claire em abril de 2009 provam que sim.
Pergunta – Dilma integra ou não um governo que agiu em favor da descriminação do aborto?
Resposta –
Sim!
Pergunta – O Programa Nacional de Direitos Humanos que ganhou forma final na Casa Civil, quando Dilma era ministra, trazia ou não a descriminação do aborto como diretriz?
Resposta –
Sim!

E, bem, diante da história reescrita, esporte predileto dos petistas, nada como a verdade ela mesma, que tem de ser relembrada mais uma vez.  Publicarei comentários de petralhas se conseguirem apontar uma única  coisa aqui que não seja FATO. Há alguma?

Espiritismo e os seus erros


A Sagrada Escritura condena a reencarnação e qualquer forma de espiritismo.


 

Fonte: http://www.lepanto.com.br/dados/ApEspiritas.html  

A Sagrada Escritura nega a Reencarnação  

A morte é uma conseqüência do Pecado Original. Quem nos traz a vida, novamente, é Nosso Senhor Jesus Cristo, através da Redenção. 

Não há segunda chance, como está em S. Paulo: “Está decretado que o homem morra uma só vez, e depois disto é o julgamento” (Hb 9, 27). “Assim o homem, quando dormir, não ressuscitará, até que o céu seja consumido, não despertará, nem se levantará de seu sono” ( Jó, XIV,12). 

A doutrina espírita, com o seu reencarnacionismo, defende que o homem é o seu próprio salvador. Cada um se “auto-salva” através da iluminação progressiva. Portanto, há uma negação da Redenção de Nosso Senhor Jesus Cristo. 

A tese de que S. João Batista é Elias reencarnado, como eles defendem, não procede, visto que S. João respondeu peremptoriamente a uma comissão de judeus que o interrogavam a respeito: “Não sou Elias” (Jo.1 , 21)  

Depois, na própria Transfiguração do Tabor, apareceram Elias e Moisés. Ora, pela tese espírita, o espírito toma a forma do último corpo que habitou. Como S. João já havia morrido, não seria possível ele aparecer como Elias… 

As palavras de Nosso Senhor só podem ser entendidas no sentido que a Igreja ensina, ou seja, que S. João Batista era como um outro Elias. Se assim não for, a Bíblia estaria em contradição e a própria tese espírita-cristã ficaria sem fundamento. 

A morte é, pois, uma conseqüência do pecado e um castigo sobre os homens, que precisam da graça que nos vem através da Redenção. 

Onde está escrito que a Ressurreição será em nosso mesmo corpo?  

A Ressurreição da carne é um dogma católico constante no Credo. Base da Fé católica. 

Na Sagrada Escritura, são inúmeros os trechos que afirmam, explicitamente, a ressurreição de nossa mesma carne. 

Jó, no meio de seus sofrimentos (com sua carne já corrompida pela lepra), consolava-se com a lembrança da sua futura ressurreição (Jó, 19, 35), os irmãos Macabeus também (II Mac. VII, 2). Marta também disse a Nosso Senhor: “Sei que meu irmão há de ressurgir na ressurreição que haverá no último dia” (S. Jo. 11, 24). 

Não apenas os santos ressuscitarão, mas também os réprobos, como se lê em S. João (5, 28), S. Mateus (25, 31). 

Além disso, a ressurreição de todos os homens será instantânea e universal (1 Cor. 15, 62). 

Nosso Senhor Jesus Cristo declarou muitas vezes que ressuscitaria os mortos: “Virá uma hora em que todos os que se acham nos sepulcros ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que obraram bem, sairão para a ressurreição da vida; mas os que obraram mal, sairão para a ressuscitados para a condenação” (S. Jo. 5, 28). E: “O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia” (S. Jo. 6, 55). 

Cristo provou, diversas vezes, que tem o poder de ressuscitar os mortos e nos disse: “Eu sou a ressurreição e a vida” (Jo. 11, 25).  Ao mesmo tempo, se só a alma fosse punida ou recompensada, a retribuição aos méritos dos homens não seria perfeita. Diz Tertuliano: “porque muito boas obras, como o jejum, a castidade, o martírio, não podem ser realizadas senão por meio do corpo, é pois justo que ele participe da felicidade da alma“. 

Quando, diz Teodoreto, se levanta uma estátua a um general vitorioso, gosta-se de o representar com a armadura que usava no combate; e a alma não deveria ser glorificada no corpo em que venceu o seu inimigo?” “A retribuição é, pois, a razão última da ressurreição” (Tert).  Depois, Cristo quis salvar o homem todo, em corpo e alma; se, portanto, pelo seu sacrifício só tivesse salvado a alma, sem o corpo, a redenção seria incompleta (Tert.); o demônio, na sua obra de destruição, teria sido mais poderoso que Cristo na sua obra de restauração; isto é impossível: o triunfo de Cristo foi completo. “Por um só homem entrou a morte no mundo, e por um só homem a ressurreição” (1 Cor. 15, 2). (apud. Francisco Spirago “Catecismo Popular”) 

Podemos transcrever citações múltiplas na mesma linha, o que não deixa margem à dúvidas em relação à ressurreição da carne: “Este [corpo] corruptível revestirá a incorruptibilidade e este [corpo] mortal, a imortalidade” (1 Cor. 15, 52). 

Nós teremos, portanto, os mesmos corpos e não outros novos, a fim de que um receba o que é devido às boas ou más ações que houver praticado enquanto andava revestido do seu corpo” (2 Cor. 5, 10). 

Filosoficamente, explica Santo Tomás de Aquino: “Ainda que dentro de 10 ou 12 anos todas as moléculas materiais do nosso corpo hão de estar mudadas, o nosso corpo conserva-se idêntico a si próprio, porque o princípio, a substância são os mesmos; assim os corpos ressuscitados conservarão a sua identidade, ainda quando todas as moléculas materiais lhes não fossem restituídas” (Santo Tomás de Aquino). 

A comunicação com os mortos é real ou ilusória  

Existe a possibilidade de almas que estão no purgatório pedirem orações pelos vivos. 

Todavia, a comunicação com os mortos nunca pode ser provocada: “Não se ache no meio de ti quem pratique a adivinhação, o sortilégio, a magia, o espiritismo, a evocação dos mortos: porque todo homem que fizer tais coisas constitui uma abominação para o Senhor” (Dt 18, 9-14) 

As diversas condenações ao espiritismo na Sagrada Escritura  

Se uma pessoa recorrer aos espíritos, adivinhos, para andar atrás deles, voltarei minha face contra essa pessoa e a exterminarei do meio do meu povo“. “Qualquer mulher ou homem que evocar espíritos, será punido de morte” (Lev 20, 6 – 27). 

Em Isaias, vemos que é do espiritismo que se trata, quando Deus fala de feitiçaria, adivinho, etc… pois no cap. 8, 19, se lê a queixa de Deus “Acaso não consultará o povo o seu Deus? Há de ir falar com os mortos acerca dos vivos”? Em Jeremias lemos: “Não vos seduzam os vossos profetas, nem os vossos adivinhos… eu não os enviei” (19, 8,9). No Levítico (20, 27), Deus ordena a pena de morte de apedrejamento contra os pitões e adivinhos, que seriam – e eram de verdade – como os médiuns e esoteristas de hoje (vê-se isso especialmente em Isaías 47, 13). 

No Deuteronômio (13, 1 a 5) se encontram passagens bem sugestivas de como Deus se ira contra os que forjam religiões falsas: “Quando profeta ou sonhador de sonhos se levantar no meio de ti e te der um sinal ou prodígio e suceder tal sinal ou prodígio… não ouvirás as palavras de tal profeta e sonhador, porquanto o Sr. vosso Deus vos prova se amais o Senhor vosso Deus… E aquele profeta sonhador de sonhos morrerá, pois falou rebeldia contra o Senhor vosso Deus.” 

A quem consultar? À Deus ou aos espíritos?  

Além disso, temos o fato de que esses espíritos entram em contradição entre si (Ver “O Livro dos Espíritos” cap. V, no. 222, p. 139, do próprio Alan Kardec). Mesmo em relação à reencarnação, os espíritos divergem em seus pronunciamentos (“Livro dos Médiuns” C. 27, No. 8, p. 338). 

A Igreja católica considera que esses espíritos podem ser demônios (como descreve a Sagrada Escritura) ou simples manifestações subjetivas dos envolvidos (como descreve a psicologia). 

Como explicar o sofrimento na visão católica  

Sobre o sofrimento, o que ocorre é que a mentalidade do século XX é muito influenciada por uma visão de “gozo da vida”. Nosso Senhor, que não tinha nenhum pecado, sofreu por todos nós. Santa Terezinha do Menino Jesus, quando descobriu sua doença (tuberculose), ficou muito feliz por poder sofrer em união à Cristo. 

Ensina S. Paulo: “Agora eu me regozijo nos meus sofrimentos por vós, e completo, na minha carne, o que falta das tribulações de Cristo” (Colossenses 1, 24). 

Nosso Senhor também disse: “quem quiser vir após mim, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e siga-me“. 

Ora, a vida do católico (e de toda a criatura), neste terra, é um “vale de lágrimas”. 

O sofrimento é um sinal de benção de Deus, que ama seus filhos e os ajuda e chegarem até Ele. Quando você conhecer alguém que não tenha sofrimento, desconfie. Ele pode estar recebendo nessa terra o pagamento pelo que já fez de bom, pois não receberá na eternidade… O homem justo expia os seus pecados e os dos outros, como Cristo expiou por nós na Redenção. 

Existe um livro muito interessante, chamado “carta do Além”, que não tem nada de espírita. Trata-se de um sonho de uma freira. Nesse sonho, essa freira recebe uma carta de uma antiga amiga, que havia sido condenada ao inferno. Depois de ler a carta, ela transcreve em um papel. Nesse documento, a amiga diz, claramente, que Deus já tinha dado à ela, durante a sua vida, tudo o que lhe era de “direito”, por cada ato bom que, em algum momento de sua vida, ela havia feito. 

Voltando ao sofrimento, hoje é pouco conhecido o motivo que leva o Padre, durante o ofertório, a acrescentar uma gota de água ao vinho que será transformado no Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo. Essa gota de água é o nosso sofrimento, de cada homem, que é unido ao sofrimento de Cristo, segundo nos ensina S. Paulo, como já visto:”Agora eu me regozijo nos meus sofrimentos por vós, e completo, na minha carne, o que falta das tribulações de Cristo” (Colossenses 1, 24). 

Quanto mais uma pessoa pode sofrer pelos outros (e por si), tanto mais ela se aproxima de Deus por seus méritos e pela assistência de que necessita. 

Pode-se observar que, normalmente, quanto mais sofrida é a pessoa, tanto mais ela tem Fé em Deus. O sofrimento aproxima o homem de seu criador, assim como uma criança procura seu pai quando não consegue resolver por si mesma algum problema. 

Portanto, não devemos nos assustar com pessoas que sofrem mais do que outras. Elas foram chamadas a uma vocação específica e muito grande. Elas compram graças para os outros e intercedem, com seus sofrimentos, junto ao trono de Deus. 

Temos o caso de Jó, na Sagrada Escritura. 

Como Jó era fiel, o demônio dizia que a fidelidade dele advinha do fato de que ele tinha riquezas. Deus, então, permitiu que o demônio retirasse a riqueza de seu servo Jó. E assim foi. Jó ficou pobre e, na sua pobreza, bendizia ao Senhor seu Deus: “Deus me deu, Deus me tirou, louvado seja o santo nome de Deus”. O demônio, ainda não satisfeito, afirmou que ele era fiel apenas por que tinha uma família muito boa e com muitos filhos. Novamente, Deus permitiu que o demônio atentasse contra a família de Jó. Morreram os seus filhos, ficou apenas a sua mulher. Esta, para provocar a Jó, dizia que ele deveria maldizer a Deus. Jó, porém, repetia: “Deus me deu, Deus me tirou, louvado seja o santo nome de Deus!”. O demônio continuava insatisfeito e lançou sua última carta: retirou a saúde do grande homem que os séculos cantam e glorificam em sua paciência. Jó, conta a Sagrada Escritura, ficou com a pior doença da época: a lepra. No monte de sua desgraça, Jó repetia: “Deus me deu, Deus me tirou, louvado seja o santo nome de Deus!”. Depois de tantas provas de fidelidade, Deus restituiu a saúde, a família e o dinheiro a Jó. 

Esse é o amor filial, o amor de reverência, o amor de adoração que se deve à Deus. Jó é um dos maiores homens do Antigo Testamento! Ele foi grande por quê? Porque soube amar a Deus no seu sofrimento. Soube se entregar por inteiro ao seu criador, de quem recebeu tudo sem nenhum mérito. Agora, ele retribuía com um pouco o muito que recebera: a sua existência. 

Deus nos convida à tomarmos a nossa “Cruz” e a “seguí-lo”. 

O Demônio é o pai da gnose, fundamento do Espiritismo.  

O demônio é o pai do espiritismo. Ele não é um “estado de espírito”, mas o autor da religião gnóstica (fundamento do espiritismo). Foi dele o primeiro brado igualitário do mundo: “Não servirei!“. Foi com a mesma falácia que ele tentou Eva: “Se comeres desse fruto, sereis iguais a deus“. A gnose preceitua exatamente a igualdade dos homens com Deus, tanto em seu fundamente filosófico, como em sua doutrina da reencarnação e da iluminação evolucionista. 

Na Sagrada Escritura fica claro que o demônio é um ser criado, que se revoltou (através do seu livre-arbítrio) contra o seu criador. 

Tanto anjos como demônios podem interferir na vida dos homens, assim como podem se manifestar com vozes e se materializar em corpos (ou possuí-los). 

Para maiores detalhes, ver o fundamento da Nova Era no seguinte endereço: http://www.angelfire.com/id/Viotti

Catecismo de S. Pio X – “Credo” em geral


Qual é a primeira parte da Doutrina Cristã?

A primeira parte da Doutrina Cristã é o Símbolo dos Apóstolos, chamado vulgarmente Credo.

Por que chamamos ao Credo Símbolo dos Apóstolos?

O Credo chama-se Símbolo dos Apóstolos, porque é um compêndio das verdades da Fé, ensinadas pelos Apóstolos.

Quantos artigos têm o Credo?

O Credo tem doze artigos.

Dizei-os:

1) Creio em Deus Padre, todo-poderoso, Criador do céu e da terra.

2) E em Jesus Crista, um só seu Filho, Nosso Senhor.

3) qual foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu de Maria Virgem.

4) Padeceu sob o poder de Pôncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado.

5) Desceu aos infernos, ao terceiro dia ressurgiu dos mortos.

6) Subiu ao Céu, está sentado à direita de Deus Padre todo-poderoso.

7) De onde há de vir a julgar os vivos e os mortos.

8) Creio no Espírito Santo.

9) Na Santa Igreja Católica; na comunhão dos Santos.

10) Na remissão dos pecados.

11) Na ressurreição da carne.

12) Na vida eterna. Amém

Que quer dizer a palavra Credo, eu creio que dizeis no começo do Símbolo?

A palavra Credo, eu creio quer dizer: eu tenho por absolutamente verdadeiro tudo o que nestes doze artigos se contém; e o creio mais firmemente do que se o visse com os meus olhos, porque Deus, que não pode nem enganar-Se nem enganar-nos, revelou estas verdades à Santa Igreja Católica, e por meio dEla eis revela também a nós.

Que contêm os artigos do Credo?

Os artigos do Credo contêm tudo o que de mais importante devemos crer acerca de Deus, de Jesus Cristo e da Igreja, sua Esposa.

É muito útil rezar freqüentemente o Credo?

É utilíssimo rezar freqüentemente o Credo, para imprimirmos cada vez mais no coração as verdades da Fé.

Oração pelos Mortos? Frei Rojão responde!


padre, tenho muitas dúvidas. uma delas é sobre como seremos julgados após a nossa passagem: o juízo é imediato? se sim, é verdade que nós mesmos decidiremos? e como ficam as missas em favor dos mortos [as de corpo presente, 7º dia]?

Frei Rojão responde

 

Farejo um herege adventista a vinte léguas de distância… Mas a tática é velha. Leram meia dúzia de bobagens e mentiras contra a Igreja, e nunca lêem a Bíblia, ai vem nos sites católicos como “supostamente com dúvidas” quando na verdade luciferinamente querem nos fazer cair em contradição. Nunca conseguem, mas tentam. Vejam a linguagem macia, melíflua, feito o Cramulhão tentando. Católico não és. O Católico ama a Igreja, porque sabe que até a Bíblia que tem em mãos – e ama e lê a Bíblia – tem autoridade porque a Igreja testemunha e segue a Bíblia. E se fosse católico também saberia que missa de corpo presente é mais difícil de se ver que cabeça de bacalhau. Como cita, não deve conhecer a Igreja nem seus hábitos. E não conhece a Igreja porque é protestante, porque quem conhece a Santa Igreja é arrastado imediatamente no torvelinho do amor de Deus para seu seio.

 

Explicarei para que os católicos, o rebanho de Jesus Cristo, tenham algum aproveitamento.

 

Filho, o julgamento particular ocorre a todo momento, porque o Altíssimo, que vê mancha até nos seus anjos, sabe se você é ovelha ou bode. Na hora da morte, seu destino está decidido, você vai ficar no estado em que o “ladrão entrou na casa sem o dono saber”, quando a morte, a grande ladra, vier te visitar.

 

Porém não se esqueça o Altíssimo é onisciente e acima do tempo. Portanto as orações que foram feitas por um homem que morreu há vinte séculos atrás são tão eficazes quanto as feitas sete dias após sua morte. Deus está acima do tempo. Os espíritos estão fora do tempo, porque o tempo é próprio da criação material. O que Deus fazia antes da criação? Fazia nada, porque fazer pressupõe tempo, e o tempo só existe na criação material. Não é também o que os adoráveis amalucados físicos, crentes e descrentes, dizem da tal expansão do universo? 

As orações dos santos, juntos da glória de Deus (ainda que apenas espíritos, esperando a ressurreição da carne) são também atemporais. E de todas as orações que o Altíssimo ouve, nenhuma é mais grata que aquela que ele trouxe em corpo e alma, a gloriossississississima Mãe de Deus e Nossa, Maria de Nazaré. Por isso os verdadeiros cristãos rezam “Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte“. Que a virgem reze agora compreende-se. Espíritos interagem com o mundo físico, e agem de acordo com o tempo deste mundo. Mas rezar na hora da morte? Sim. É uma maneira humana de expressar a passagem da alma, antes ligada ao tempo, porque animava um corpo material, para o reino espiritual atemporal. Toda oração rompe o tempo, porque a oração é maior que o tempo, é a expressão das criaturas como retribuição ao amor eterno de Deus. Uma Ave-Maria dura mais que as pirâmides egípcias ou que a estrela mais velha no céu.

 

Não podemos deixar de compreender que aqueles que morreram sem merecer o Inferno, mas ainda ligados ao pecado e as suas conseqüências, merecem uma purificação antes de ver a glória imaculada do Altíssimo. Dai os cristãos desde a época apostólica, confiantes no ensinamento de Jesus Cristo, entenderam o purgatório, doutrina santa e bíblica, que os hereges ímpios protestantes, enganados pelo Pai da Mentira, negam. No purgatório não se passa “tempo”, porque o tempo como disse é um conceito da matéria. No purgatório passa-se o equivalente a um processo de purga da alma do apego ao Mal, poderíamos dizer que é um “tempo intelectual” dos espíritos, na passagem por sucessivos estados de purga e aproximação de Deus. É um processo espiritual, o termo “tempo” não é exato aqui, mas é a maneira que o homem tem para expressar. As orações dos vivos tem grande ajuda neste processo de purga, rogando a Deus pelos falecidos, para que este processo se “acelere” (ainda que acelerar pressuponha velocidade, tempo e distância – como disse, é a maneira humana de dizer ).

 

Pode ser que oremos por alguém que está condenado, irremediavelmente, por seus atos. Ainda assim tudo se aproveita, aproveita-se para as outras almas que se purgam, aproveita-se para a edificação da Igreja, aproveita-se para a santificação do orante. Se há algo que só tem benefícios e nenhuma contra-indicação é a oração.

 

Não obstante o julgamento particular, um belo dia, as trombetas soarão e os mortos ressuscitarão. Os santos se unirão a seus corpos, corpos agora gloriosos, e estarão no céu “de corpo e alma”. Os ímpios também ressuscitarão. E seus corpos, agora também imortais, serão atirados – corpo e alma – no Inferno. De onde nunca sairão, até porque sair pressupõe mudança de estado, e mudança pressupõe tempo.

 

Sendo assim, é obra louvável e de grande piedade rezar pelos mortos. Não é a toa que os primeiros cristãos nas catacumbas oravam pelos falecidos. Quem reza pelo perdão dos pecados dos falecidos em muito alcança o perdão de seus próprios pecados.

Fonte: http://freirojao.blogspot.com/2010/06/e-quando-amanhecer-o-dia-eterno-plena.html

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